A farsa do desenvolvimento sustentável – crescimento zero

O desenvolvimento sustentável é uma falácia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”.
Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria. Neste post apresentamos o texto final baseado em extratos do livro «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», da Capax Dei Editora/Movimento Solidariedade Íbero-americana, bem como uma Conclusão do Editor.
Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.
A farsa do desenvolvimento sustentável
O conceito estabelecido: crescimento zero
Grande passo para o aprimoramento da “agenda ambiental” foi a criação da Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, estabelecida pala Assembléia-Geral da ONU, em 1983. O objetivo principal da Comissão, que ficou mais conhecida pelo nome da sua principal coordenadora, a ex-primeira ministra norueguesa Gro-Harlem Brundtland, foi a consolidação do conceito de “desenvolvimento sustentável”, que se tornaria a pedra-de-toque do discurso ambientalista, a partir da publicação do relatório oficial da comissão, em 1987, denominado «Nosso Futuro Comum».
Em essência, o conceito não constituía novidade, pois representa tão-somente uma retomada, sob nova roupagem, do conceito de “crescimento limitado”, definido anteriormente pelo Clube de Roma, com seus informes alarmistas sobre os “limites ao crescimento”, e continuados pela Comissão Brandt, e pelas teses “neofisiocráticas” do «Relatório Global 2000». A herança malthusiana do conceito é manifesta, como se verifica na seguinte passagem de «Nosso Futuro Comum»:
«O desenvolvimento sustentável é mais que crescimento. Ele exige uma mudança no teor do crescimento, a fim de torná-lo menos intensivo de matérias-primas e de energia e mais eqüitativo em seu impacto». Em outra parte, lê-se: «Padrões de vida que estejam além do mínimo básico só são sustentáveis se os padrões gerais de consumo tiverem por objetivo alcançar o desenvolvimento sustentável a longo prazo. Mesmo assim, muitos de nós vivemos acima dos meios ecológicos do mundo, como demonstra, por exemplo, o uso da energia.»
Mudanças de paradigmas
Adiante, os autores do relatório enfatizam a importância do fator cultural para a estratégia de promoção de paradigmas malthusianos: «As necessidades são determinadas social e culturalmente e o desenvolvimento sustentável requer a promoção de valores que mantenham os padrões de consumo dentro dos limites das possibilidades ecológicas a que todos podem, de modo razoável, aspirar.»
Em outro trecho, a Comissão Brundtland torna ainda mais explícitos os seus pendores malthusianos: «A cada ano, aumenta o número de seres humanos, mas parece finita a quantidade de recursos naturais destinados ao sustento dessa população, à melhoria da qualidade de vida e à eliminação da pobreza generalizada.» Ou: «Um aumento populacional excessivo faz com que os frutos do desenvolvimento sejam repartidos por um número cada vez maior de pessoas, não permitindo que, em muitos países em desenvolvimento, os padrões de vida se elevem; é imperativo reduzir as taxas atuais de aumento populacional a fim de se atingir o desenvolvimento sustentável.»
“Desenvolvimento sustentável” e globalização
A segunda Conferência Internacional da Indústria Sobre o Controle do Meio Ambiente (WICEM II), realizada em Rotterdan, Holanda, em abril/1991, enumera, como condições básicas para a adoção do “desenvolvimento sustentado”, a redução do crescimento populacional e a ampla adoção do livre-comércio. Como foi sintetizado pela gazeta mercantil (14/04/1991) sobre as conclusões da conferência: «As mais poderosas companhias do Primeiro Mundo admitem agora, publicamente, e em conjunto, que, se os seu próprios padrões de crescimento forem imitados pelo resto do Mundo, o planeta não irá resistir muito tempo.»
O relatório da Comissão Brundtland não oculta a vinculação dos temas ambientais à limitação das sobreanias nacionais. Em suas próprias palavras, o «…conceito de soberania nacional foi basicamente alterado pela interdependência nos campos econômico, ambiental e de segurança. Os bens comuns a todos não podem ser geridos a partir de um centro nacional; o Estado-Nação não basta quando se trata de lidar com ameaças a ecossistemas que pertencem a mais de um país. Só é possível lidar com ameaças à segurança ambiental através da administração conjunta e de processos e mecanismos multilaterais».
Mais uma agência transnacional das oligarquias
Por conseguinte, o texto recomenda a criação de uma agência ambiental com poderes supranacionais, suplantando as soberanias dos diversos países e, ao mesmo tempo, alerta para as possibilidades de futuros conflitos em torno de disputas por recursos naturais ou de contencioso ambientais.
Ainda citando, textualmente, o «Relatório Brundtland»: «…seria mais fácil a transição para o desenvolvimento sustentável se cada agência de assistência ao desenvolvimento e o FMI passassem a contar com um escritório de alto nível, com autoridade e recursos para assegurar que todos os projetos, políticas e condições de empréstimos apóiem o desenvolvimento sustentável».
De fato essa recomendação vem sendo implementada ao pé da letra por intermédio da limitação dos créditos financeiros e a imposição de políticas econômicas monetaristas, tanto aos países em desenvolvimento como aos do Leste Europeu, por intermédio das agências financeiras internacionais, como o FMI, o BIRD, o BID e outras.![]()
Capax Dei
Conclusão final do Editor
Vários nomes, conclusões dúbias
Todo mundo usa as expressões “desenvolvimento sustentável” ou “crescimento sustentado” como se fossem as coisas mais óbvias e simples do mundo, servindo as mesmas para ser usadas também como “economia sustentável” e outras tantas. Todo mundo parace saber, direitinho, o que significa fazer qualquer coisa de forma “sustentável”. Todos acham que “sustentável” quer dizer, apenas, reciclagem de lixo, alimentos “orgânicos” (eu não sabia que antes, nós comíamos pedras, por exemplo), jamais transgênicos, energia eólica e outras renováveis, reaproveitamento das águas de esgotos, fazer compras em brechós etc.
É claro que podemos fazer todas essas coisas, desde que não levemos essas atitudes à ponta-de-faca, porque senão, a economia vai para o brejo. E mesmo que sigamos regras de consumo mais “politicamente corretas”, sempre teremos que recorrer à Natureza para produzir coisas novas.
Só que, como vimos, o tal do “desenvolvimento sustentável” não é assim uma coisa tão clara e ingênua. Trata-se, mesmo, não de um crescimento através de um consumo “politicamente correto”, mas de crescimento zero. Trata-se da idéia de impor à humanidade uma parada em seu consumo, em suas atividades industriais e em qualquer tipo de crescimento, sob a desculpa de poupar a Natureza e suas riquezas.
Controle populacional no Terceiro Mundo
Trata-se de tentar impor um controle populacional rígido, mormente sobre os países do Terceiro Mundo – que ainda não se desenvolveram suficientemente – e, mais do que isso, diminuir a população do planeta. Ora, se for implantado um regime “sustentável” de crescimento zero, países inteiros vão sucumbir – leia-se: desaparecer – e, certamente, haverá, como querem as grandes oligarquias internacionais, a eliminação em grande escala da população humana – o que se costuma chamar de genocídio.
É isso mesmo o que os detentores dos poderes mundiais querem. Eles querem, através do desenvolvimento zero, que haja menor consumo no planeta (e para isso há a necessidade de diminuir o número de pessoas), estancar o uso dos recursos naturais dos países, mormente os da chamada hoje de “periferia”, e manter, entre eles e os que eventualmente sobrarem da “periferia”, o chamado “livre comércio” – ou a globalização financeira (que, felizmente, hoje em dia parece que é algo que está sendo rediscutido face à crise de 2008/2009, decorrente da desregulamentação completa das economias e do livre comércio).
Eles se acham os “donos do mundo”
Mas para quê essa insistência no chamado “desenvolvimento sustentável”? Para que os recursos sejam controlados pelas nações ditas “centrais”, através, quase sempre, de empresas transnacionais, agindo através de ONGs de “nobres” intenções e, com isso, mantendo o atual nível de conforto (e de consumo) daqueles países já industrializados, sem a possibilidade de que os países do Terceiro Mundo saiam de seus atuais estados de pobreza e miséria – melhor até que desapareçam…
Quem se desenvolveu, se desenvolveu; quem não se desenvolveu, dane-se! – isto é o que significa o “desenvolvimento sustentável”.![]()
Os livros a ler são: «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»; e «A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» – ambos escritos pelos editores da Capax Dei Editora Ltda.; e «Uma Demão de Verde», de Elaine Dewar (também da Capax Dei Editora Ltda., RJ).
Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:
http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/
Imagem: finep.gov.br

No blog mataalheiamamatanossa.blogspot.com como grilaram terras com mananciais de água, e de florestas nativas usando decretos-lei “democráticos” no estado do Paraná. E também como funciona o sistema de “preservação” das florestas pelos eco heróis
Sr. Walter:
É isso aí. Tudo bandido, e bandido trabalhando, na maioria das vezes, como laranjas de pessoas (físicas e/ou jurídicas) estrangeiras. Assim, eles vão tomando conta do nosso país. Há que se por um fim nisso. Eu estou botando a boca no trombone. É o mínimo que posso fazer.
Obrigado pelo contato.
Husc