A fraude do aquecimento global – Parte 2

O presente texto faz parte do conteúdo do jornal quinzenal (março/2007) do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana (Capax Dei Editora Ltda.), sob o título: «A Fraude do Aquecimento Global». Como o artigo é grande, dividimo-lo em cinco partes, da qual esta é a segunda. O assunto é o mesmo de sempre: mostrar que o ambientalismo radical e “aquecimentista” deforma as causas do aquecimento global, culpando o homem por isso, o que não tem base científica nenhuma para prová-lo.

Devemos ressaltar que a Capax Dei Editora lançou, recentemente, um livro cujo título é o mesmo – «A Fraude do Aquecimento Global», da autoria de um de seus diretores, o Sr. Geraldo Luís Lino, o qual recomendo a todos. Eis em seguida o texto da segunda parte do artigo. Os subtítulos foram acrescentados por mim para melhor leitura do texto.



A fraude do aquecimento global – Parte 2

Uma manipulação planetária

Felizmente para a Humanidade, a trombeteada crise climática provocada pelo homem simplesmente não existe. Na verdade, trata-­se da culminância de um vasto processo de “engenharia social” (ou, em português claro: manipulação) de caráter neocolonial e de longo prazo, deflagrado há quatro décadas por grupos oligárquicos hegemônicos do Hemisfério Norte, com o objetivo geral de reorientar o desenvolvimento socioeconô­mico mundial de acordo com os seus ptopósitos exclusivistas – enquanto, claro, fazem grandes negócios.

Recorde-se que, em meados da década de 1960, a Humanidade como um todo experi­mentava o mais alto ritmo de progresso de sua história, com destaque para os países do chamado Terceiro Mundo, muitos dos quais implementavam ou contemplavam ambicio­sos programas de industrialização. Contra esse impulso positivo e otimista, que contra­riava a sua visão negativa sobre o mundo e as perspectivas humanas, o establishment óligárquico anglo-americano desfechou uma ofensiva em várias frentes, visando, basica­mente, o que se segue.

⇒ transferir o controle dos processos de desenvolvimento, dos Estados nacionais para entidades supranacionais e não-gover­namentais, consolidando estruturas de “go­verno mundial” (ou “governança global”, como preferem alguns);

⇒ erradicar o “vírus do progresso” entre os estratos educados das sociedades de todo o mundo, com a difusão do irracionalismo e da descrença nas conquis­tas científico-tecnológicas como motores do desenvolvimento;

⇒ reduzir o crescimento da população mundial; e

⇒ controlar uma grande proporção dos recursos naturais do planeta.


A utilização da arma ambientalista

O movimento ambientalista internacional, cuja criação por tais grupos hegemônicos remonta àquele período, tem sido um dos principais instrumentos dessa demonização do progresso científico, tecnológico e indus­trial e seus desdobramentos. Por trás da fa­chada da proteção de uma natureza desuma­nizada e transformada em entidade de direito próprio, encontra-se a idéia-força (moral­mente inaceitável e cientificamente insusten­tável) de que o planeta não suportaria a extensão dos benefícios da modernização industrial a todos os povos e países. Além disso, o alarmismo “aquecimen­tista” está sendo exacerbado em um momento de definições cruciais para o establishment oligárquico, no qual a sua agenda hegemô­nica se encontra em xeque por conta da erosão acelerada da ordem mundial pós-Guerra Fria, devido a:

♦ os limites da supremacia militar e financeira dos EUA;

♦ a crescente instabilidade do sistema financeiro “globalizado”, que necessita de novas fontes de liquidez e instrumentos especulativos; e

♦ a ressurgên­cia de vários Estados nacionais importantes, como a Federação Russa de Vladimir Putin, no controle dos recursos naturais de seus terri­tórios, especialmente os energéticos (90% das reservas mundiais de petróleo e gás natural já se encontram sob controle estatal, contra apenas 10% das multinacionais do setor).


A invenção de uma nova ameaça global

Com a implosão do bloco socialista, em 1989-91, e a desmoralização da agenda polí­tica do “choque de civilizações” como um substituto plausível para o conflito ideológico da Guerra Fria, a decretação de uma suposta emergência climática planetária oferece a tais círculos uma grande oportunidade para a ma­nutenção e aprofundamento da agenda de “govemança global”. As propostas em discussão contemplam o estabelecimento de draconianos limites para as emissões de carbono a partir de 2012, quando expira o vigente Protocolo de Kyoto, os quais seriam extensivos aos países subdesenvolvidos, atualmente isentos deles. Como quase 80% do consumo mundial de energia dependem dos combustíveis fósseis, é fácil perceber que os esforços de desenvolvimento da grande maioria dos países ficariam umbi­licalmente ligados aos florescentes – e alta­mente especulativos – mercados de créditos de carbono. Ou seja, em lugar do antigo “pa­drão-ouro”, teríamos agora um “padrão-car­bono” a limitar o progresso dos povos.


A União Européia está levando a pior

A União Européia tem um grande interesse na oficialização dos limites de emissões, pois, juntamente com o Japão e o Canadá (cuja per­manência é incerta), é o único grande centro econômico obrigado ao Protocolo de Kyoto ­(não ratificado pelos EUA), o que está provo­cando um pesado óbice às suas indústrias, um tanto debilitadas pela “globalização” finan­ceira e a competição desigual com a mão-de­-obra ultrabarata das indústrias asiáticas. Ademais, a despeito de todo o alarido so­bre energias alternativas, não há substitutos em grande escala para os combustíveis fósseis nas próximas décadas. Sem falar no fato de que, no caso da geração de eletricidade, as fontes hidroelétricas e nucleares (que, jun­tamente com as termoelétricas alimentadas a combustíveis fósseis, respondem por 99% da geração mundial) também se encontram sob o fogo cerrado do aparato ambientalista.

A grande ameaça que paira sobre o pla­neta não é climática ou qualquer outra catás­trofe imaginada pelos delírios ambientalistas, mas o aprofundamento das injustiças e desi­gualdades mundiais, que tem se acelerado com a “globalização” financeira das últimas décadas. A reversão desse processo e a reto­mada do desenvolvimento e do otimismo cultural em escala global irão requerer, entre outros itens, uma considerável ampliação da oferta e dos usos da energia em todo o plane­ta (para 90% dos 700 milhões de africanos, energia ainda é sinônimo de lenha, o combus­.tível mais primitivo utilizado pelo homem).


Outras soluções energéticas ainda não são viáveis

Portanto, qualquer proposta de redução do uso de combustíveis fósseis, enquanto tecno­logias mais eficientes não estiverem plena­mente disponíveis, assume o caráter de um crime de lesa-humanidade. As sugestões mais extremadas, de reduções de até 60% das emissões até meados do século, feitas por ambientalistas – e até mesmo alguns cientistas – mais delirantes, podem ser francamente ro­tuladas como pró-genocidas.

Por último, para implementar semelhante esquema, haveria a necessidade de estabele­cimento de uma autoridade supranacional para fiscalizar o cumprimento das metas de emissões e, eventualmente, punir os infratores. Quem estaria a cargo de uma tal entidade? Como seriam nomeados e a quem responde­riam os seus dirigentes? Poderia ela determi­nar sanções econômicas e até militares contra os países recalcitrantes? Como veremos adian­te, tal agência já está sendo pensada.


Consenso forjado e ciência engajada

Para justificar os cenários catastrofistas ne­cessários para “vilanizar” as atividades in­dustriais e os modelos de desenvolvimento baseados na industrialização, os mentores do ambientalismo precisaram forjar um arremedo de consenso científico sobre a suposta emer­gência climática. Curiosamente, as primeiras propostas para a limitação das emissões de dióxido de carbono (CO2) já surgiram na Conferên­cia de Estocolmo, em 1972, em um momento em que as temperaturas globais vinham cain­do desde 1940. Na época, parte do discurso alarmista se referia ao resfriamento global e à ameaça de uma nova era glacial.

Nas décadas seguintes, a reversão da cur­va de temperaturas, que voltaram a subir a partir de 1975, facilitou a transformação da climatologia em um instrumento político. Começou, então, a litania para responsabili­zar o dióxido de carbono antropogênico (decorrente das atividades humanas) pelo aumento das temperaturas, mesmo diante das maciças evidências de que o aquecimento registrado no S20 era um fenômeno tão natural como o “Período Quente Medieval”, entre os séculos 9 e 12, quando as tempe­raturas no Hemisfério Norte eram de l a 2°C su­periores às atuais – mais de 6 séculos antes da Revolução Industrial.


Cientistas vendidos

Desde então, o alegado consenso vem sendo construído a partir de uma criteriosa seleção dos cientistas participantes de encon­tros internacionais dedicados ao assunto e o direcionamento preferencial de verbas para as pesquisas favoráveis aos cenários catastro­fistas. Em um depoimento publicado na edi­ção de dezembro de 2000 do Weather Action Bulletin, o meteorologista britânico Piers Corbyn foi enfático: «O problema que estamos enfrentando é que o establishment meteorológico e o lobby dos grupos de pesquisa do aquecimento global, que recebem grandes financiamentos, estão aparentemente tão corrompidos pela generosidade recebida, que os cientistas que atuam neles venderam a sua integridade».

Em paralelo, os cientistas que questiona­vam a ilação simplista “carbono-aquecimento” passaram a ser, pejorativamente, rotulados como “céticos”, agentes a soldo das empre­sas de petróleo e carvão e outros epítetos do gênero. Escusado dizer que, raramente, a mídia (em geral propensa ao sensacionalismo) tem se dado ao trabalho de consultá-los. No Brasil, a longa série de reportagens alarmistas que a Rede Globo de Televisão dedicou ao assunto em seus programas jornalísticos de horário nobre, desde o lançamento do “Relatório Stern”, não ouviu um único cientista contrá­rio ao cenário catastrofista (que, apesar de tudo, constituem a grande maioria).


Consenso não é “versão científica aceita”

Nos últimos meses, os “céticos” passaram a ser alvos de uma autêntica caça às bruxas. Nos EUA, a apresentadora do Weather Chan­nel, Heidi Cullen, sugeriu que os meteorolo­gistas que não aceitassem o que chamou de «visão científica aceita» sobre o aquecimen­to global tivessem canceladas as suas licen­ças profissionais. Pouco depois, o climatolo­gista-chefe do estado de Oregon, George Taylor, passou a ser ameaçado de demissão por ter questionado, publicamente, o cenário catastrofista. Na Inglaterra, o celebrado colunista do The Guardian, George Monbiot, propôs que tais cientistas fossem submetidos a julgamentos como os do Tribunal de Nuremberg (o que condenou os criminosos de guerra nazistas após a 2GM).

Quanto ao decantado Painel Intergover­namental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em sua sigla em inglês), os seus relatórios e, em especial, os seus «Resumos», têm funcionado como os “diári­os oficiais” da campanha. Para tanto, o órgão não tem se furtado a recorrer a fraudes escandalosas, como ocorreu com o notório “gráfico do taco de hóquei” do relatório de 2001, o qual, simplesmente, suprimiu o “Período Quente Medieval”, para implicar que o aquecimento ocorrido no S20 seria de responsabilidade humana.


O IPCC dispensa os dados que não são a seu favor

Da mesma forma, o IPCC tem ignorado, sistematicamente, as evidências que não se encaixam no cenário antropogênico, como as cada vez mais numerosas pesquisas que demonstram a influência determinante das radiações cósmicas e solares sobre o clima terrestre.

Por outro lado, a grande maioria dos prognósticos alarmistas se baseia em mode­los climáticos computadorizados, que estão muito longe de simular com precisão aceitá­vei os processos do mundo real, pela simples razão de que o clima da Terra é resultante de uma ultra-complexa interação de fatores cós­micos e terrestres, muitos dos quais ainda pouco conhecidos da ciência. Portanto, por mais avançados que sejam os supercomputa­dores nos quais são rodados, tais modelos não passam de ferramentas úteis para estudos acadêmicos e não poderiam, em hipótese alguma, ser utilizados para fundamentar políticas de tão grande alcance para o futuro da Humanidade.


Modelos matemáticos teóricos não podem dispensar o empirismo

A própria metodologia que privilegia o uso de modelos matemáticos, em detrimento das observações no mundo real, decorre da hegemonia adquirida pelo enfoque mecani­cista-reducionista nas ciências, o qual preten­de compreender os fenômenos a partir do co­nhecimento agregado das suas partes consti­tuintes.

Herança do Iluminismo, essa ótica pode ser bem-sucedida com fenômenos menos complexos e o desenvolvimento de projetos tecnológicos, mas não favorece o entendi­mento da dinâmica planetária e do contexto cósmico no qual ela se insere (e, menos ainda, do papel universal da espécie humana). Além disso, é um obstáculo aos avanços dos novos campos do conhecimento científico que, nas décadas vindouras, serão necessários para assegurar um progresso eqüitativo e sustenta­do para toda a Humanidade. Por conseguinte, é imperativo que a verdadeira ciência seja reconduzida ao lugar que lhe cabe nas discus­sões sobre o clima terrestre e as suas intera­ções com as atividades humanas.


Um alerta do Canadá

Uma contundente manifestação de cientistas de escol contra o “consenso” fabricado foi uma carta aberta encaminhada em abril de 2006 ao primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, propondo uma rediscussão da posição do pais no Protocolo de Kyoto. Encabeçada pelo Dr. Ian D. Clark, professor de Hidrogeologia e Paleoclimatologia da Universidade de Ottawa, a carta foi assinada por outros 59 dos mais proeminentes cientistas envolvidos em estudos climáticos, do Canadá, EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Suécia e Polônia. Os dois parágrafos seguintes são auto-explicativos:

«Embora os pronunciamentos confiantes de grupos ambientais cientificamente des­qualificados possam proporcionar manchetes sensacionalistas, eles não são bases para uma formulação de políticas amadurecidas. O estudo das mudanças climáticas globais é, como o senhor tem dito, uma “ciência emer­gente”, talvez a mais complexa jamais ence­tada. Pode levar anos antes que entendamos adequadamente o sistema climático da Terra. Não obstante, avanços significativos foram feitos desde a criação do protocolo, muitos dos quais nos estão afastando de uma preo­cupação com o aumento dos gases de efeito estufa. Se, em meados da década de 1990, nós soubéssemos o que sabemos hoje sobre o clima, quase certamente Kyoto não existiria, porque teríamos concluído que não era necessário.»

«Nós entendemos a dificuldade que qual­quer governo tem ao formular políticas razoá­veis com base na ciência, quando as vozes mais estridentes parecem estar levanto ao rumo oposto. Entretanto, a convocação de consul­tas abertas e não-tendenciosas permitirá aos canadenses ouvir especialistas dos dois lados da comunidade de ciências climáticas. Quando o público vier a entender que não existe qual­quer “consenso” entre os cientistas climáticos, no tocante à importância relativa das várias causas das mudanças climáticas globais, o governo estará em uma posição muito melhor para elaborar planos que reflitam a realidade e possam, portanto, beneficiar tanto o meio ambiente como a economia.»


O “taco de hóquei”: retrato de uma fraude

Caro leitor, observando o gráfico apresentado no primeiro relatório do Painel Intergovemamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em 1990, vemos retratadas as variações relativas de temperaturas ocorridas ao longo do último milênio. Mesmo sem maior precisão, ele mostra o Pe­ríodo Quente Medieval, entre os séculos 9 e 12, com temperaturas mais altas que as atuais, e a Pequena Idade do Gelo, entre os séculos 17 e 19, mais fria, e da qual o aquecimento registrado no S20 parece não ser mais que uma recuperação. Ambos os períodos são bastante conhecidos pelos paleoclimatologistas, que estudam a história climática do planeta. Como as medições di­retas com termômetros tiveram início apenas no final do S18, as épocas anterio­res são estudadas com métodos indiretos – isótopos de oxigênio (O18/O16), pólen, anéis de crescimento de árvores, formações geológicas características etc – os quais propor­cionam um quadro suficientemente preciso sobre o clima vigente em um dado período.

Outro gráfico, referente a um estudo de anéis de árvores e outras fontes, feito em 1999 pela equipe do paleoclimato­logista Michael E. Mann, então na Universi­dade de Massachussetts, foi apresentado no relatório de 2001 do IPCC. Ele mostra um ligeiro resfriamento de 0,2°C para o Hemisfério Norte, no período 1000-1900, seguido de uma brusca elevação de 0,6°C, no período 1900-2000. Por sua forma, ficou conhecido como o “taco de hóquei” e foi extensamente alardeado pelo IPCC e a comunidade “aque­cimentista” como uma evidência cabal da ação humana no clima. O problema é que, como foi prontamente demonstrado, ele era simplesmente falso.


Cadê o “período quente medieval”?

De início, chamou a atenção o fato de que o gráfico do grupo de Mann eliminava, sumariamente, o Período Quente Medieval e a Pe­quena Idade do Gelo. Pouco depois, dois estatísticos canadenses da Universidade de Guelph (Ontario), Stephen McIntyre e Ross McKitrick, analisaram os dados e a metodo­logia usados pela equipe de Mann e concluí­ram que os algoritmos empregados sempre produziam um gráfico em forma de taco de hóquei, independentemente dos dados apli­cados a eles. Posteriormente, por solicitação do deputado Joe Barton, então presidente do Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados dos EUA, o Dr. Edward J. Wegman, da Universidade George Mason e considerado um dos maiores especialistas em modelos estatísticos computadorizados do país, também revisou o trabalho de Mann e chegou à mesma conclusão.

Ademais, Wegman fez uma crítica devas­tadora à comunidade dos “aquecimentistas”, que, segundo ele, formam um grupo tão fe­chado em si próprio que impossibilita qual­quer revisão independente de trabalhos como o de Mann. Em suas palavras, «existe um grupo estreitamente interligado de indivíduos que acredita apaixonadamente em suas teses. Entretanto, a nossa percepção é a de que este grupo tem um mecanismo de retroalimentação que se auto-reforça e, ademais, o trabalho tem sido tão politizado que eles dificilmente podem reavaliar as suas posições públicas sem perder a credibilidade».


O IPCC tentando disfarçar a gafe

Diante da fraude comprovada, o IPCC não fez qualquer retratação e, embora tenha excluído o trabalho de Mann do “Resumo” de 2007, manteve as suas conclusões no do­cumento, a saber: «Informações paleoclimáticas apóiam a interpretação de que o aqueci­mento do último meio século é incomum, pelo menos nos 1300 anos anteriores.» Em respeito à inteligência do prezado Visitante Desconhecido, dispensam-se maiores comentários.

Movimento Solidariedade Íbero-americana


Os livros a ler são: «A Fraude do Aquecimento Global», de Geraldo Luís Lino (Capax Dei Editora Ltda., RJ); «A Fraude do Efeito-Estufa», de Kurt G. Blüchel (Publishing House Lobmaier, SP); e «Cool it – Muita Calma Nessa Hora! Manual do Ambientalista Cético para o Aquecimento Global», de Bjorn Lomborg (Editora Campus/Elsevier, RJ).

Para saber mais sobre o tema: visitar os sites da MSIa/Capax Dei: http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/ . Mensagens e sugestões, favor enviar para msia@msia.org.br.

Imagem: Luis Royo.

[continua no próximo artigo]

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Comentários

2 Comentários em “A fraude do aquecimento global – Parte 2”
  1. tiago disse:

    o Aquecimento existe, Fato!!
    Porém, não são os humanos responsáveis por isso. O duro é que quando você diz isso
    todos riem da sua cara.

    Parabéns pela matéria.

    • husc disse:

      Sr. Tiago:
      Obrigado pelo contato.
      Dizer que as atividades humanas não são responsáveis pelo aquecimento global também não é, absolutamente, correto. Temos uma certa contribuição nisso, mas essa nossa contribuição é – em comparação aos outros motivos ligados ao próprio planeta em si e às influências externas a ele – provavelmente, irrisória. E não seremos nós que teremos força suficiente para mudar o clima da Terra. Tola presunção.
      Na realidade, provar isso ou aquilo é ainda muito difícil, e como tal, é fácil atribuir ao homem TODA a culpa. Esse é o problema do aquecimento global. E assim, as elites mandantes no mundo aproveitam a oportunidade para tentar, a partir da proibição da queima de combustíveis fósseis, diminuir o desenvolvimento dos países, mormente os do Terceiro Mundo, a fim de que estes não consumam suas riquezas naturais, a fim de reservá-las para eles. E isso se faz através do movimento ambientalista-indigenista, quando se criam as reservas ecológicas e indígenas, justamente na regiões onde se localizam as maiores concentrações dessas riquezas, impedindo que os países onde elas se encontram, de as urilizar para seu crescimento socioeconômico.
      Neste blog (assim como nos livros indicados), o Sr. poderá encontrar, exaustivamente, o detalhamento deste problema – um problema geopolítico, de manutenção do poder mundial, que não tem nada a ver com a preservação da Natureza e/ou das culturas indígenas.
      Saúde, vida longa e sabedoria.
      Husc

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