Ameaças globais

O ambientalismo radical, juntamente com o indigenismo, é uma das maiores ameaças globais, pois, através de reivindicações aparentemente nobres, lança os alicerces do controle do desenvolvimento das nações, mormente as do Terceiro Mundo, visando um governo mundial. O ambientalismo e o indigenismo agem através de ONGs que atuam em todo o mundo. Quase todas as ONGs poderosas são de origem anglo-americana, canadense, belga etc, contando com grandes investimentos por parte de seus países de origem, assim como de empresas transnacionais e de grandes oligarquias dinásticas familiares.

Estas ONGs repassam dinheiro para ONGs “nacionais”, dirigidas por testas-de-ferro brasileiros, que, em conjunto, só fazem atrasar o desenvolvimento sócio-econômico-científico do Brasil. O Presente texto corresponde a extratos do livro «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial» – Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda. O livro (que já tem um segundo volume, intitulado «Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo», só pode ser encontrado na sede de sua editora, à Rua México, 31, sala 202, Rio de Janeiro, CEP-20031-144, pelo que recomendo, com veemência, que o prezado Visitante Desconhecido adquira-o e o leia com atenção. O segundo volume também é de leitura obrigatória. Obs: introduzi pequenas modificações no texto abaixo, sem alterar seu conteúdo, apenas para melhorar o seu entendimento por parte de pessoas não habituadas com a matéria. Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.

 


Ambientalismo – ameaças globais

Em verdade, a grande ameaça global provém das crescentes desigualdades sócio-econômicas concentradoras das riquezas mundiais nas mãos de uma restrita parcela de privilegiados – cenário que, se não for revertido, quase certamente mergulhará o planeta numa era de convulsões. Quanto à suposta crise ambiental, felizmente, para a Terra e a Humanidade, ela, simplesmente, não existe. O caráter pseudocientífico da grande maioria dos argumentos que têm sido manipulados para sustentar o movimento ambientalista – como a apresentação distorcida de certos fenômenos atmosféricos, como o “buraco” na camada de ozônio, o “efeito-estufa”, o desaparecimento de espécies etc. A Internet tem se tornado um veículo propício para a divulgação de desorientações do gênero.

A esmagadora maioria dos problemas que motivam as campanhas ambientalistas – principalmente os de alcance mundial, como, atualmente, o aquecimento global e outros – não têm qualquer fundamento científico, sendo promovidas por meias-verdades, supressão de evidências contrárias, e até mesmo, com a apresentação de falsidades abertas. Nesse particular, o popular conceito de “desenvolvimento sustentável”, pilar central da estrutura de crenças ambientalistas, não passa de uma nova roupagem do velho e surrado conceito malthusiano de inexistência de recursos naturais, e a conseqüente incapacidade da biosfera para suportar a expansão dos benefícios da moderna civilização industrial a todos os povos e países deste planeta – sugestão que é tanto histórica quanto cientificamente injustificável, e moralmente, inaceitável.


Segundo a Comissão Trilateral…

A Comissão Trilateral, em seu relatório de 1990, intitulado «Além Da Interdependência: A Mescla Da Economia Mundial E A Ecologia Terrestre», diz:

«As conexões entre recursos e segurança não estão mais limitados aos clássicos fatores geopolíticos de localização, terra, minerais, passagens marítimas e outros corredores de transporte (…) a degradação ambiental e a diminuição dos recursos poderão, no futuro, representar focos muito mais importantes de conflitos humanos e entre Estados Nacionais. Isto já pode estar evidente na mudança dos conflitos de grande escala para o Sul. A maioria dos conflitos sérios durante os últimos 45 anos ocorreram no Sul, e os ódios religiosos e raciais e disputas territoriais de longa data por detrás de muitos deles podem, muito bem, ter sido agravados pela destruição ambiental, a pobreza e o declínio econômico. Esses fatores poderiam, também, reforçar os focos potenciais de conflitos no futuro».


Há que se confiar no ser humano

Alexander Von Humboldt e Friedrich Schiller eram apaixonados pela Natureza, mas também os eram pelos homens e pela Humanidade. Para eles, não havia qualquer contradição entre a Natureza e o desenvolvimento pleno e livre dos seres humanos, em todas as suas capacidades naturais: a ciência, a arte e o desenvolvimento das nações. O gênio humano, no dizer de Schiller, constitui o nível superior da Natureza, onde o próprio Homem, como imagem de Deus, se torna criador. Com o ambientalismo de hoje, as coisas se passam de forma diferente. Em nome da Natureza, manifesta-se uma intenção de limitar a liberdade humana. Segundo os ambientalistas, isto é necessário porque o homem, com a sua tecnologia, o seu crescimento demográfico e o seu desenvolvimento econômico, tornou-se um fardo e uma ameaça para o meio ambiente. Como se tivessem recebido a mesma ordem, órgãos de difusão (a imprensa escrita, falada e a televisão), políticos, funcionários governamentais, burocratas, sacerdotes e manifestantes lançam-se contra a Agricultura e a Indústria para descobrir e castigar os chamados “delitos ambientais”.

Sob essa ótica, toda atividade produtiva se torna fundamentalmente suspeita. A prosseguir tal tendência, dentro em pouco, qualquer movimento das mãos, até mesmo o de um camponês que queira ordenhar a sua vaca, deverá ter o “impacto ambiental” cuidadosamente avaliado e oficialmente aprovado. E já existem “forças policiais ambientais”, que se estão expandindo rapidamente. Qualquer medida arbitrária para a “proteção” do meio ambiente é aceita sem maiores questionamentos, já que os anúncios diários de catástrofes ambientais mergulham-nos num estado de profundo temor. A campanha de terror encurralou a maior parte da população em uma espécie de fortim psicológico protetor, de onde aguarda o próximo lance da “catástrofe ambiental”.


Contradições do movimento ambientalista internacional

A um observador atento, a campanha ambientalista não esconde as suas muitas e grandes contradições. Tais contradições não são acidentais, já que se os pressupostos do que hoje se aceita e comercializa sob o rótulo do “ambientalismo” forem examinados com rigor científico, não encontraremos outra coisa senão perigosas omissões, falsidades e meias-verdades, revestidas de uma ideologia que deve ser qualificada como hostil à Humanidade e profundamente hostil à própria Natureza. As chamadas medidas ambientais que muitos governos pretendem adotar – e em vários casos já adotaram – poderão causar, estas sim, uma série de desastres ecológicos. Em breve, tornar-se-á necessário salvar a Natureza do ambientalismo. Nossa contribuição para a defesa da Natureza se fará com a refutação dos pressupostos fundamentais dos ambientalistas contemporâneos, conceitos falsos, e na verdade hostis à Natureza, contrastando-os com os verdadeiros princípios da harmonia entre esta e o Homem. Seguem-se as falsas e enganosas teses da ideologia ambientalista.


«O Homem interrompe o equilíbrio da Natureza.»

Em toda a história de nosso planeta, jamais a Natureza esteve em equilíbrio. A Natureza vivente configura um processo de crescimento constante, que no decorrer do tempo geológico, tem se tornado mais rápido e intenso. O equilíbrio apenas se encontra, se é que em algum lugar, entre a matéria inerte. Nesse processo, a vida também transformou o seu “meio ambiente”: a atmosfera, o clima, a composição geológica e o relevo da Terra se alteraram drasticamente com a evolução da vida. Muito antes da chegada do Homem, a vida já manifestava uma marcada tendência de não acomodar-se a um ambiente “naturalmente” dado, mas a alterar este meio ambiente para criar condições mais favoráveis ao seu próprio desenvolvimento contínuo. Com a transformação da atmosfera pela emissão de grandes quantidades de oxigênio (decorrente da fotossíntese), muitas formas de vida foram destruídas. Se, na ocasião, já existissem ambientalistas, seguramente, eles se oporiam à fotossíntese. Se esses “verdes” hipotéticos da época tivessem sido bem sucedidos como os seus colegas de hoje, a vida na Terra não teria ido além do nível da bactéria – provavelmente ter-se-ia extinguido por falta de energia e pelo esgotamento da alimentação disponível no “caldo primitivo” do oceano primordial.


«A tecnologia é artificial e antinatural.»

O homem e o seu cérebro são produtos da Natureza. Portanto, a tecnologia, como produto do cérebro humano, também é, legitimamente, um produto natural. O Homem prossegue sua evolução natural por intermédio de sua tecnologia, já que esta, considerada como a estruturação e o ordenamento que aumentam o poder de um ser vivo sobre o seu meio ambiente, tem existido há bilhões de anos. O que são as asas de uma ave, senão “tecnologia”? Ou o radar acústico dos morcegos? Tudo isso é tecnologia, desenvolvida e experimentada pela própria Natureza no transcorrer do processo evolucionário. Com o Homem, que pode aperfeiçoar continuamente os seus modos de conduta por meio do pensamento criador livre, a evolução adota uma nova forma. No centro, está agora o intelecto humano, que com sua ciência e os seus descobrimentos, traz ao mundo novos gêneros e espécies de tecnologia. Qualquer um que tente deter esse desenvolvimento em nome do ambientalismo, estará violentando, simultaneamente, o Homem e a Natureza, e ao mesmo tempo, disseminando miséria e frustração. O Homem tem que desenvolver ao máximo suas faculdades, na mais completa liberdade. Temos, pois, que aperfeiçoar esta Sociedade, e não, destruí-la.


«O crescimento tem limites, já que os recursos são finitos.»

Admitamos que cada matéria-prima esteja disponível em quantidades limitadas na Terra. Entretanto, a evolução tecnológica abre-nos, continuamente, novas possibilidades, substituindo certos recursos por outros diferentes, mais eficientes. Ao mesmo tempo, descobrimos novos campos de materiais energéticos, como, por exemplo, os novos campos petrolíferos brasileiros na costa do Estado do Rio de Janeiro. Dessa forma, a Natureza sempre tem aberto possibilidades de crescimento cada vez mais amplas ao Homem, na medida em que outras se esgotam. Volta e meia tem havido indivíduos – como Thomas Malthus (no S18), ou os neo-malthusianos do Clube de Roma (em nossos dias) – que afirmam que atingimos os “limites do crescimento”. Tais personagens se esquecem de que, em qualquer momento arbitrário da evolução biológica e tecnológica da Terra, poder-se-ia ter dito a mesma coisa. Afirmamos sem temor, que o crescimento ilimitado, por meio da evolução continuamente criadora, é uma lei natural.


«Os limites do crescimento se demonstram na produção de energia.»

As reservas conhecidas de diferentes matérias-primas são determinadas, em sua maioria, por interesses especulativos. Os cartéis de matérias-primas querem manter secretas as verdadeiras reservas, para proteger seus investimentos. É de se supor que muitos países deverão pagar por importações de matérias-primas por muito tempo, antes que se “descubram” reservas em seus próprios territórios (como os do Brasil, supramencionados). Nas próximas décadas, deverão tornar-se factíveis as pesquisas no campo da fusão nuclear controlada – a fonte de energia do Sol e da bomba de hidrogênio. Com a fusão nuclear, será possível extrair do deutério contido em 1 litro de água do mar, a mesma quantidade de energia existente em 300 litros de gasolina. Com a comercialização da primeira geração de reatores de fusão, provavelmente ainda na primeira metade do S21, teremos à disposição uma fonte de energia virtualmente ilimitada, em princípio muito superior a todas as formas atualmente existentes, no tocante à intensidade, economia e segurança.


«O mundo está superpovoado, especialmente os países do Terceiro mundo.»

A densidade demográfica média da antiga Alemanha Ocidental era de 248 habitantes/km2. Este número é 18 vezes superior à densidade demográfica da África. O continente africano está catastroficamente subpovoado, e sua baixa densidade demográfica constitui um impedimento ao desenvolvimento econômico. Seria mais verídico falar de subdesenvolvimento do que de superpopulação. Por trás dos falaciosos relatos sobre superpopulação, escondem-se maldisfarçadas decisões políticas de negar aos países subdesenvolvidos o direito à tecnologia moderna, deixando que eles se “extingam”.


«A tecnologia agrícola moderna produziu a superpopulação e perigosas alterações no meio ambiente.»

Atualmente, a produção de alimentos se encontra num nível bastante baixo, e somente com uma tecnologia agrícola moderna poder-se-á dar uma existência digna para todos os habitantes do planeta. A agricultura moderna é aliada da Natureza, porque tem que trabalhar com ela. Nenhum agricultor tem interesse em contaminar suas terras e a água com venenos. Se houve casos isolados em que a terra tenha sido esgotada por meio de um cultivo demasiadamente intenso, ocorreu apenas porque os preços baixos pagos aos produtores fizeram com que muitos deles extraíssem à força, do solo, mais do que eles próprios consideravam racional. A culpa dessas práticas deve ser imputada aos governos e aos cartéis de alimentos, nunca sobre a tecnologia e os agricultores.


Uma observação

É incrível que os ambientalistas estejam, freqüentemente, advertindo sobre os riscos de um aumento da acumulação de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera – mas não se oponham ao fato de a Comunidade Européia ter decidido reduzir a produção agrícola da Europa em mais de 20%. A redução das áreas de cultivo reduz a atividade fotossintética. Isto significa que 1,3 trilhão de toneladas de CO2 a menos serão eliminadas da atmosfera, enquanto que 800 milhões de toneladas de oxigênio deixarão de ser produzidas pela biomassa vegetal do continente. Os ambientalistas nada dizem sobre essas violentas incursões sobre o meio ambiente.


«Estamos rodeados de venenos da indústria; aumenta a incidência de cânceres etc.»

O homem primitivo já estava rodeado de venenos que ocorriam naturalmente. As bactérias e os fungos ainda produzem alguns dos venenos mais poderosos conhecidos. Os venenos “naturais” ainda acarretam muitíssimo mais doenças e mortes do que toda a indústria. Exemplo: recentemente, foi descoberto um fungo, ou uma bactéria, no distrito de Campo Grande, no Rio de Janeiro, que tem um poder letal muito maior do que o do ebola, mas que foi, felizmente, devidamente controlado pelas autoridades sanitárias do Rio. Por outro lado, muitas substâncias têm sido qualificadas como carcinogênicas, devido ao fato de que certas quantidades delas, aplicadas experimentalmente, parecem produzir aumentos mensuráveis na freqüência estatística de tumores. Isto ocorre, normalmente, com concentrações que são centenas ou milhares de vezes maiores do que as que, normalmente, afetam os seres humanos. Entretanto, sem qualquer fundamento cietífico, afirma-se, repetidamente, que mesmo essas diminutas quantidades podem aumentar a freqüência do câncer nos seres humanos. Este processo, do ponto de vista científico, é extremamente duvidoso, já que, com tal justificativa, praticamente qualquer substância pode ser qualificada como carcinogênica. Igualmente, é falso que tenha aumentado a incidência de câncer. O que ocorre é que, como regra, o câncer é uma doença da velhice, e hoje em dia, a expectativa de vida da população é maior, e o risco de câncer, conseqüentemente, aumenta com a idade.


«A radioatividade representa uma ameaça.»

Deve-se observar que a radioatividade não foi inventada pelo Homem, mas ocorre naturalmente na Natureza. Somos constantemente bombardeados por radiações naturais, sob a forma de raios cósmicos provenientes do Sol e do espaço, ou por radiações da própria Terra e das substâncias radioativas que nos rodeiam por todos os lados. Os cientistas já descobriram que as plantas e outros seres vivos não apenas resistem a um certo nível de radiações, como também que um ligeiro aumento dos níveis naturais conduzem a um melhor crescimento, uma maior esperança de vida e uma maior resistência dos organismos experimentais. Este fenômeno é conhecido como hormese.


«Depois da guerra nuclear, o maior perigo para a Humanidade é a energia nuclear.»

A despeito da campanha propagandística contra a energia nuclear, a maioria dos cidadãos normais já entende que um reator nuclear não é o mesmo que uma bomba nuclear. Na França, cerca de 80% de sua energia é proveniente de usinas nucleares. Em quase 4 décadas de utilização da tecnologia nuclear, foram pouquíssimas as fatalidades que se podem atribuir, inequivocamente, ao emprego civil da energia nuclear. O reator da central ucraniana de Chernobyl era de um tipo construído para finalidades militares, e além de eletricidade, produzia plutônio para as armas nucleares soviéticas. Por suas deficiências de segurança, desde há muito tempo este tipo de reator não é mais utilizado no Ocidente – nem mesmo na área militar – e também acaba de ser desativado na própria Chernobyl. Em menos de 3 dias, apenas na Alemanha, mais pessoas são condenadas à morte pelo HIV (diariamente, mais de 500 pessoas são infectadas em todo o planeta) – do que o número de vítimas da energia nuclear em todo o mundo nas últimas 4 décadas.


«A maior poluição do meio ambiente se dá nos países industriais ricos, com suas fábricas e automóveis.»

Isso é totalmente falso. Por larga margem, a pior poluição do meio ambiente, que em alguns casos é realmente perigosa, ocorre nos países subdesenvolvidos, onde a população está relegada à utilização de formas de produção e técnicas obsoletas e ineficientes. Os bosques da Índia, por exemplo, estão desaparecendo porque se queima lenha por falta de gás e eletricidade para o consumo doméstico e industrial. Se alguém quiser conhecer, verdadeiramente, o que é poluição, que visite as favelas das grandes cidades do Brasil, onde não há redes de esgotos, serviço de coleta de lixo ou fontes de água potável. Nesses lugares, percebe-se, claramente, que a histeria sobre “proteção do meio ambiente” constitui um luxo daqueles que já têm preenchidas as suas necessidades básicas. Todavia, a enorme queima de lenha e destruição de bosques e de cobertura vegetal em muitos países pobres constitui uma grave ameaça à ecologia global do planeta, sem dúvida. Quem quiser fazer algo sério para proteger o meio ambiente deve aplicar todas as suas capacidades ao imediato desenvolvimento do chamado Terceiro Mundo – e acabar com a pobreza, que, esta sim, é a maior poluição de todas. Enquanto isso não for feito, tudo o que se diga sobre proteção do meio ambiente não passará de uma farsa cruel e hipócrita.


«O nível de vida dos países ricos é demasiadamente alto; todos devemos reorientar-nos para os valores não-materiais.»

Mesmo na Europa rica e nos EUA, a prosperidade beneficia apenas uma parte da população. Lá ainda existe pobreza, embora não haja fome como na África (mas existe fome nos bairros negros de Washington D.C.). Examinemos mais de perto essa suposta prosperidade da classe média na Europa e nos EUA. De que qualidade são suas casas, os seus móveis e as suas roupas? Realmente, alimentam-se bem? Quão rica é a sua vida cultural? Analisando-se sob essa ótica, prontamente veremos que a aparente riqueza da classe média nesses países é, em sua maior parte, uma fachada barata. Ainda que a produção de bens de consumo tenha aumentado, maciçamente, nos últimos 30 anos, a sua qualidade decaíu enormemente. Os países do Terceiro mundo não necessitam dos bens de consumo baratos dos países avançados, mas de bens de capital, tecnologia e conhecimentos.

Não resta a menor dúvida de que a maioria das pessoas que se comprometem com o movimento ambientalista o fazem por uma convicção honesta. Entretanto, uma coisa são boas intenções, e outra, as suas conseqüências reais. O movimento ambientalista, como fenômeno político internacional, foi criado no início dos anos 70 por instituições como o Clube de Roma, o WWF – World Wilde Fund For Nature, as fundações Ford e Rockefeller, o Instituto Tavistock de Relações Humanas, e outras entidades do gênero. As intenções de tais instituições podem ser claramente percebidas em seus próprios documentos, principalmente, para evitar a industrialização do Terceiro mundo, forçar o abandono da sociedade industrial, e fortalecer, em troca, uma sociedade de “serviços” – ou de ócio. Hoje, 3 décadas depois, temos de admitir que grande parte dessas metas foram atingidas. E as suas conseqüências? No Terceiro Mundo, particularmente na África, os níveis de vida estão em queda livre. Por falta de desenvolvimento agrícola, industrial e de infra-estrutura, milhões de pessoas têm morrido de fome e de doenças de todo o tipo.


Foi criada uma crise de energia

Com a sabotagem da energia nuclear, produziu-se uma pouco discutida, mas verdadeira, crise energética global: os países que não possuem depósitos de carvão ou de petróleo, nem divisas fortes, praticamente foram forçados a derrubar suas florestas. Richard Nixon, presidente dos EUA, eliminou a paridade do dólar e do ouro, vigente desde 1944, abrindo caminho para a maior onda de desregulamentação e especulação financeira da História, cujos efeitos perduram até hoje e, juntamente com a crise financeira dos países ricos, advirão duas conseqüências ambientais:

ⓐ um holocausto biológico acarretado pela queda dos níveis de vida no Terceiro Mundo;

ⓑ uma drástica redução das atividades agrícolas acarretada pela crise econômica. Ao mesmo tempo em que se têm abandonado extensas áreas de cultivo (os endividadíssimos agricultores já não podem manter os seus empregados e as suas propriedades), as terras cultivadas têm sido exploradas à exaustão. Devido à aceleração dos ciclos biogeoquímicos proporcionada pelas atividades agrícolas, comparada com as regiões não cultivadas, esse fenômeno afeta globalmente os sistemas climáticos. Isso pode conduzir a desestabilizações climáticas, o que se expressa em secas, inundações catastróficas etc.


Não existe nenhuma emergência ambiental

Nunca é demais repetir: não existe crise ambiental. Com base numa argumentação fundamentalmente anti-científica, a “proteção” do meio ambiente tem sido manipulada como pretexto para obstaculizar as perspectivas e os planos de desenvolvimento em todo o mundo. Portanto, para a inadiável retomada do crescimento e do progresso em escala global, é imprescindível que o ambientalismo radical seja definitivamente sepultado.

Grande parte dos verdadeiros problemas ambientais decorre da falta de desenvolvimento. 3/4 do desmatamento mundial se destina à obtenção de lenha – o recurso energético mais primitivo usado pelo homem. As quaimadas constituem a forma mais rudimentar de preparação de terrenos para a agricultura. A falta de saneamento básico é uma das principais causas de poluição de cursos d’água nos países sub-desenvolvidos. A pior poluição – repetindo – é a da pobreza. Para combatê-la eficazmente, e promover um desenvolvimento verdadeiramente duradouro, é imprescindível rejeitar o obscurantismo ambientalista. A luta pelos grandes projetos de infra-estrutura é uma das frentes em que se decidirá a guerra pelo futuro do Brasil e da Civilização como a conhecemos.

Capax Dei Editora Ltda.

 


Os livros a ler são: «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial» (Capax Dei Editora Ltda., RJ); e «Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo», da mesma editora.

Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:

http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/

Imagens: Husc; tvcontacto.files.wordpress.com

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