Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade. As riquezas naturais do planeta estão longe de estar acabando. Ainda é difundido o fato de que quem cresceu, cresceu, e quem se desenvolveu, já o fez, de modo que os países em desenvolvimento devem permanecer no estágio atual de seu desenvolvimento sócio-econômico, a fim de preservar os recursos naturais do mundo para aqueles que já se desenvolveram. Essa é uma idéia oriunda do malthusianismo que deve ser combatida. Ou seja: quem ainda não se desenvolveu completamente, dane-se!
Os objetivos
A idéia de um governo mundial único. H. G. Wells, Bertrand Russel e outros já preconizavam essa utopia. No entanto, com o advento da derrocada da antiga União Soviética, o assunto voltou à baila no seio de nações que se julgam no direito de governar a Terra – pelo fato de não mais haver uma bi-polaridade de poder no planeta. As ONGs, quase todas de origem estrangeira, pululam nos países, mormente nos do Terceiro mundo, tendo como metas o ambientalismo radical (com a criação de reservas ecológicas e parques florestais imensos), e o indigenismo (com a criação das reservas indígenas igualmente enormes). Nesses locais são “guardadas” as riquezas dos países, impedindo-os de usufruir das mesmas e, assim, limitando drasticamente o seu desenvolvimento sócio-econômico. Essas oligarquias internacionais estrangeiras são como que vampiros do mundo.
O domínio mundial
Agora, só há uma nação preponderante, os EUA, com a qual é aliada, na Europa, principalmente, a Grã-Bretanha, apesar de, agora, a China estar despontando como, talvez, uma séria concorrente aos EUA. E parece que a China está se aliando com a Rússia, o que pode voltar a criar um duplo poder no mundo. No entanto, a idéia de um governo mundial único ainda existe. Dizem até alguns escritores, que aquilo que se pretende, a governança mundial, se dará através dos músculos dos EUA e do cérebro da Grã-Bretanha. A oportunidade é clara e óbvia, e isso requer também um poder militar único, provavelmente centrado na ONU.
Os grupos oligárquicos internacionais
Diversas famílias, as chamadas “dinastias familiares”, principalmente norte-americanas e européias, há muito lutam por isso através de conluios secretos e do controle de meios de comunicação de massa – como, por exemplo, a família Rockefeller (que controla as três maiores redes de TV norte-americanas), ou a família dos Bush, que almejam a implantação de um governo mundial único e, pior, a adoção de uma religião também única – a protestante universal.
Essas famílias poderosas – que incluem as casas reais européias (não necessariamente as apenas britânicas, como alguns afirmam), assim como os grandes bancos internacionais, os grandes cartéis industriais e comerciais do mundo etc – reunem-se, rotineiramente, em grupos seletos, para decidir os rumos do planeta, em todas as áreas: econômica, comercial, social, moral etc. Desses grupos, os principais são o chamado Comitê dos 300, o Clube Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR – Council on Foreign Relations, e a Skull & Bones. Esses grupos são, sucintamente, chamados de establishment. Exitem outros grupos, mas estes são os mais importantes e, de certa forma, traçam as diretrizes que os outros grupos menores seguem.
Esses grupos tratam, em última análise, de implementar o controle de todo o planeta. E dentre as entidades que trabalham para o Establishment podemos citar algumas ONGs muito conhecidas de todos: o WWF (Fundo Mundial para a Vida Selvagem), a UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza), o Greenpeace, a Cultural Survival, os Amigos da Terra etc, e a própria ONU, através de seus organismos, tais como o PNUMA, o PNUD, a UNESCO, o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) e outros. E isso tudo respaldado pelo FMI, pelo BIRD (Banco Mundial), BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), e militarmente “protegido” pelas “Forças de Paz” da ONU e da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) – que tratam de manter os conflitos mundiais (muitas vezes gerados por aqueles mesmos grupos de oligarcas) em rigorosos limites pré-determinados. Este é o esquema de dominação mundial montado pelas elites internacionais.
Vassalagem mundial
Ora, agora que o poder desses grupos é único, acima até de seus próprios governos nacionais (cujos presidentes, ministros e chefes militares saem todos, praticamente, das hostes dessas organizações), como é que deve ser tratado o resto do Mundo, segundo eles? Resposta: como vassalos, evidentemente – melhor, como escravos… Mas não só como vassalos políticos e/ou econômicos. O “resto do mundo” a que me refiro é, basicamente, o Terceiro Mundo – os chamados, de forma politicamente correta, de “países em desenvolvimento”, ou “países emergentes”. E em sendo “países em desenvolvimento”, estão crescendo, estão se desenvolvendo, e suas populações estão aumentando. No entanto, deve ser ressaltado que, embora grande parte dos esforços de dominação sejam dirigidos aos países do Terceiro Mundo, essas organizações também incidem sobre seus próprios países de origem. Mas a população dos países industrializados tende a se estabilizar, e, em muitos casos, está até diminuindo – enquanto que a população terceiro-mundista está crescendo a índices preocupantes para as elites dominantes do mundo.
O processo malthusiano
Assim, com base na falaciosa e equivocada teoria malthusiana (teoria essa que diz, ingenuamente, que a população humana cresce em progressão geométrica e os recursos disponíveis, em progressão aritmética – o que já está provado não ser verdade), os atuais “donos do mundo” acham que nós, o resto, estamos nos desenvolvendo demais, procriando demais, e consumindo os recursos naturais que eles acham que pertencem a eles,… demais.
Ora, eles não se intitulam os “donos do mundo”? Como é que vão permitir, impunemente, que nós, para crescermos – como eles cresceram – consumamos nossos recursos naturais, mesmo que de forma racional? A hipótese de que nós nos desenvolvamos e cheguemos ao nível de conforto dos países industrializados do norte, para eles é inadmissível, intolerável, inimaginável. E não será permitida.
Então, eles resolveram “controlar” o nosso crescimento, e também o de seus próprios países, diga-se de passagem – mas num grau muito mais tolerável. O controle do nosso desenvolvimento demográfico natural, tecnológico, econômico, científico e social serve para – repito – nós não venhamos a continuar consumindo “descontroladamente” os recursos naturais do planeta – que eles dizem, em primeiro lugar, que pertencem ao mundo (e isso quer dizer que pertencem a eles). Em segundo lugar, o controle serve como pretexto para sustentar teorias inverídicas, sem nenhum respaldo científico, que afirmam que tais recursos são escassos, que estão acabando, que haverá, num futuro breve, guerras pela água, por exemplo, e que logo, logo, estaremos atolados no lixo, e outras falácias do gênero.
A preservação ambiental
Só que os recursos naturais, ditos “não renováveis” do planeta não estão acabando. Isso não só é uma falácia, como é uma mentira mesmo. Ainda temos petróleo, carvão e gás natural, por milhares de anos e a água é praticamente inesgotável. É tudo uma questão de crescimento econômico das nações e, por conseguinte, de dinheiro para pagar os recursos que se julguem necessários para a o devido consumo e para a preservação ambiental. Só para exemplificar, alguns países do Oriente Médio já estão promovendo a dessalinização da água do mar para atender suas necessidades através de usinas industriais de dessalinização. O custo dessas usinas é pouco maior do que o da potabilização da água doce – mesmo para quem tem água doce em abundância.
E para se ter uma idéia de quão pequeno é a questão da água no mundo, basta dizer que, para prover toda a água potável de que o planeta necessita, isso seria conseguido com uma estação gigante de dessalinização da água do mar, construída, por exemplo, no deserto do Saara. A área dessa usina fictícia ocuparia, incluindo o seu sitema de captação de energia solar (energia essa a rendimentos de hoje, de cerca de 20% apenas), cerca de 0,27% de toda a área do Saara. Da mesma forma, todo o lixo dos EUA produzido em todo o século 21 poderia ser disposto em uma área quadrada de menos de 30 km de lado, com 30 metros de profundidade, o que não representa nada para aquele país.
Ainda há recursos naturais em abundância
Para os amantes das florestas, um dado importante: hoje, há mais florestas no mundo do que na década de 1950! Não estamos destruindo nossas florestas – mormente a Amazônia – na velocidade que muitos ambientalistas fanáticos afirmam. Exemplos assim são inúmeros, e não posso aqui dar mostras de tudo, nem apresentar as razões pelas quais afirmo todas essas coisas. Mas existe literatura a respeito. Assim, repetindo: não estamos esgotando os recursos naturais do planeta.
Aliás, é bom que se saiba que: quem não tem dinheiro sequer para comer não pensa em preservação ambiental. Para que uma comunidade (ou uma nação) se preocupe com a preservação ambiental é necessário, antes de tudo, que ela alcance um desenvolvimento econômico e social que permita isso. Melhor explicando, a preservação ambiental é uma espécie de… luxo!
O mundo está cada vez melhor
Em segundo lugar, a vida no mundo e o estado do planeta, apesar do crescimento humano, está cada vez melhor. A cada dia, por exemplo, menos pessoas passam fome – em relação ao número de pessoas pobres no planeta. Em termos absolutos, como a população mundial aumenta, mormente no Terceiro Mundo, há, de fato, mais pessoas passando fome, porém, a proporção de pessoas miseráveis e famintas vem diminuindo aceleradamente, mesmo no Terceiro Mundo.
Hoje, em todo o mundo, inclusive nos países “em desenvolvimento”, vivemos mais, comemos mais e melhor, temos melhor saúde, moramos melhor, temos mais tempo livre para o lazer, somos mais bem educados, temos melhor e maior quantidade de cultura à nossa disposição, nos comunicamos com maior facilidade – enfim, essa idéia que nossos avós têm de que “no tempo deles” a vida era melhor, é totalmente equivocada.
Para se entender melhor: imagine-se duas sociedades, a primeira com 1 milhão de habitantes, e a segunda de 2 milhões; a primeira tem 500.000 famintos, e a segunda, 750.000. Qual das duas sociedades é a melhor? A primeira, que tem menos famintos? Errado. É a segunda, que, embora tenha mais famintos em temos absolutos, proporcionalmente tem menos famintos do que a primeira. Assim é o mundo atual: muito menos miséria em termos proporcionais – e se assim continuar, um dia teremos uma quantidade tão ínfima de famintos – se é que eles existirão – que o problema será considerado, praticamente, inexistente.
Estamos cada vez poluindo menos
Em terceiro lugar, não estamos poluindo o planeta de forma a acarretar a morte do meio ambiente. A poluição – entenda-se bem – proporcionalmente ao crescimento populacional, também está diminuindo. A cada dia surgem novas formas de geração de energia menos poluentes e de melhores rendimentos. Paulatinamente, as grandes cidades vão construindo redes de esgotos e de captação de lixo mais abrangentes e mais eficientes. A própria população mundial, cada vez mais bem educada, polui cada vez menos. A tecnologia, sempre em evolução, cria novas máquinas de rendimentos melhores, poupando, cada vez mais, os insumos energéticos que as fazem funcionar.
As formas de energia ditas como “alternativas” estão igualmente evoluindo tecnicamente, e a cada dia aproximam-se mais dos rendimentos e custos das formas tradicionais de fornecimento de energia à base de carvão, petróleo e gás natural. Novas formas de energia são cada vez mais utilizadas em todo o mundo. Na França, cerca de 75 a 80% de toda a energia consumida no país é nuclear.
Bem, podemos então dizer que o mundo está indo muito bem, obrigado. Não. Não está. Ainda há muitos problemas, mormente nos países do Terceiro Mundo, justamente porque eles ainda são pobres. Mas estão deixando de ser. Ainda há muita miséria e fome. Ainda poluimos descontroladamente. Ainda utilizamos recursos naturais à esmo, sem critério. Ainda há muito trabalho a fazer, mas o caminho que a Humanidade está tomando está correto.
A solução é o crescimento econômico
Precisamos crescer mais. É necessário que nasçam mais e mais pessoas para povoar as imensas áreas devolutas que existem em todos os países e para promover o consumo. Uma área devoluta, que não pertence a ninguém é, justamente, a que é explorada sem critério – como o alto-mar, por exemplo. É a exploração destrutiva e predatória que aí se instala, por não haver lei que controle sua exploração. Este é o nó da questão. No nosso caso, no Brasil, o que não falta é terra devoluta. E é onde se encontram as queimadas, na orla da Amazônia, por exemplo, em terras que não são de ninguém.
Fechando tudo isso, e mostrando por que foi dito tudo isso, voltamos ao início da matéria, quando apresentamos as elites dominantes tentanto inibir o crescimento mundial, mormente o desenvolvimento industrial, tecnológico, social e demográfico dos países do Terceiro Mundo. Trata-se da manutenção do poder geopolítico no mundo. Os países industrializados – e suas oligarquias dominantes – não só não querem abrir mão de seu atual nível de conforto, como querem se apoderar dos recursos naturais e energéticos existentes no resto do planeta, porque isso lhes garante o poder no mundo. E dizendo que nós crescemos demais, que consumimos demais, e que não temos competência para administrar nossos recursos, eles criam uma idéia mundial favorável a uma eventual intervenção nos países pobres, mas ainda ricos em recursos naturais, a fim de… “preservar” o planeta.
O ambientalismo como arma geopolítica
E a arma que essas elites estão utilizando para incrementar essa política de domínio mundial – e também como pretexto para a conscientização de todo o mundo para a conservação de recursos é o ambientalismo. As florestas estão sendo destruídas… Os rios estão secando… As geleiras estão derretendo… O aquecimento global é culpa do homem… O nível dos oceanos vai aumentar seis metros nos próximos 100 anos… 40.000 espécies de animais são extintas por ano (ou por dia?)… etc etc.
Nada disso é verdade. Nada disso tem respaldo científico. O IPCC (órgão da ONU, de cunho político, evidentemente) falsifica dados, deturpa estatísticas e divulga informações completamente improváveis – de cunho meramente geopolítico, dados esses que ambientalistas tolos, cínicos ou fanáticos (como Al Gore) aproveitam em suas campanhas catastrofistas falaciosas. Tudo isso tem, portanto, um único significado: a manutenção do poder no mundo, com completo controle dos recursos naturais do planeta e, se possível, com um governo mundial único – dirigido por aquelas supracitadas elites! E o resto do mundo – nós – seremos mantidos como uma boiada num curral, em uma total e completa miséria, sem a menor esperança de que tenhamos alguma possibilidade de melhorar de vida.![]()
Imagem: não identificada a sua autoria.
