Histórico da batalha de Belo Monte
Este post, de 15/04/2010, publicado no boletim eletrônico do MSIa é anterior ao leilão da usina de Belo Monte, que já se realizou, tendo saído vencedor o Governo Brasileiro, com a adjudicação da obra ao consórcio de empresas que executarão a obra. De qualquer forma o artigo é pertinente para dar uma idéia dos precedentes relativos a este episódio de Belo Monte, que terminou com a vitória brasileira frente os interesses oligárquicos estrangeiros envolvidos.
Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Deputados condenam afirmações de que a Amazônia não pertence aos brasileiros
Os deputados Erci de Moraes e Chico Guerra do PPS e PSDB respectivamente condenaram nesta terça-feira, 27, na Assembléia Legislativa (ALE-RR) as afirmações de pessoas dos Estados Unidos e da Inglaterra, de que a Amazônia não pertence aos brasileiros e sim a todos os países. Na visão dos parlamentares os brasileiros precisam defender a Amazônia que nos últimos anos vem sendo alvo de intromissão por parte de estrangeiros.
Opinião: O Brasil tem florestas demais?
O Brasil é muito criticado por desmatar a Amazônia e, com isso, contribuir para gerar diversas catástrofes ambientais. Mas há alguns fatos importantes a considerar. Há oito mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas mundiais já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram e muito, conforme revela o estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.
Desmatamento relativo dos EUA é maior que o do Brasil
A Academia Nacional de Ciências dos EUA acaba de publicar um interessante estudo sobre a perda bruta de cobertura florestal (inglês: Gross Forest Cover Loss – ou GFCL), ocorrida entre 2000 e 2005, nos sete países que possuem mais de um milhão de km2 de florestas: Rússia, Brasil, Canadá, China, Indonésia, República do Congo e os EUA. Juntos, a cobertura florestal desses países compreendem pouco mais de 32 milhões de km2, quase 60% do total da área florestal mundial.
James Cameron, o “exterminador” da Amazônia
Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.
Surge a tão esperada Amazônia industrial
Felizmente o Brasil está começando a reagir – de forma prática – contra o obscurantismo geopolítico representado pelo ambientalismo alienígena radical. A inauguração da IMMA e a recente licitação para a construção da Usina de Belo Monte, no rio Xingu, mormente esta última, constituiram a maior e mais espetacular vitória do Brasil, nos últimos 30 anos, no sentido de levar à Amazônia o desenvolvimento socioeconômico que a população daquela região tanto merece.
Fórum Internacional de Sustentabilidade, um “Titanic” na Amazônia
O Fórum Internacional de Sustentabilidade foi mais uma tentativa de manter acesa a chama aquecimentista por parte das oligarquias internacionais, que têm no ambientalismo sua forma mais popular de ação – embora disfarçada – de implementar políticas restritivas ao crescimento econômico do mundo como um todo, mas, principalmente, o dos países hoje ditos como “periféricos”.
NASA: a Amazônia não vai “secar”
Pouco a pouco a credibilidade do IPCC vai declinando, pois seus dados, há muito discutíveis, vêm sendo desmascarados por cientistas não comprometidos com o jogo geopolítico implementado pelas oligarquias internacionais através do ambientalismo aquecimentista.
Sobre o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia
Este post mostra as posibilidades de exploração da Amazônia, o processo de industrialização daquela região, os empecilhos levados a cabo por potências estrangeiras através de ONGs e discorre sobre a necessidade dos brasileiros empreenderem a exploração sustentável daquela área, tendo como ponto de partida a construção da usina de Belo Monte e o incremento do transporte hidroviário, dentre outras providências.
Nossa cobiçada Amazônia – 1
Este artigo mostra como o ambientalismo mundial vê a Amazônia e a cobiça de seu território com vistas a impedir a utilização de suas riquezas pelo Brasil (e pelos outros países que possuem parcelas da floresta) e, de tabela, fazer desacreditar o conceito de soberania nacional, com o rompimento dos limites territoriais dos países (dos países como um todo no mundo) sob o pretexto de que a Floresta Amazônica é um local que interessa à toda a Humanidade (de fato, sim), e que os países que a possuem não têm competência suficiente para preservá-la e, desse modo, criando um governo mundial que usará como pretexto para a sua implantação a administração dos recursos fundamentais para a Humanidade, ou seja: apropriar-se desses recursos e dominar o planeta.
Amazônia – Londres promove desenvolvimento evitado
O ambientalismo radical não dá tréguas ao Brasil e um de seus principais objetivos é inibir o desenvolvimento da Amazônia. Propõem um “desenvolvimento sustentável” para a região, que ninguém sabe o que é. O desmatamento da floresta amazônica em si é confundido, propositadamente, com o da Amazônia Legal – o que não é a mesma coisa.ONGs de origem estrangeira, com componentes estrangeiros, como o Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (só o nome é brasileiro) têm compromissos com as oligarquias internacionais que almejam umgoverno mundial único. Esta é a situação daquela região e também de outras no Brasil, como a região do Cerrado. Este é um artigo do MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana publicado em sua revista eletrônica, número 05, em 14/04/2009, que mostra bem isso tudo.