A OTAN na “Ilha da Guiana”?
No domingo 2 de outubro, o embaixador da Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), Roy Chaderton, surpreendeu ao afirmar que os opositores do presidente Hugo Chávez gostariam de ver a disputa territorial do país com a Guiana escalar para um confronto militar, para provocar uma intervenção externa dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Paragominas mostra um caminho para desenvolvimento na Amazônia
Nos últimos dias, foram publicadas várias reportagens sobre Paragominas (PA), apontando a cidade como exemplo de sustentabilidade e de políticas que combinam proteção ambiental e atividades produtivas baseadas na exploração dos recursos florestais. Não menos relevante é uma aparente atitude positiva de ONGs ambientalistas, que não se limitaram a criticar e a fustigar os produtores rurais, mas passaram a cooperar com os poderes públicos para melhorar a qualificação da força de trabalho e a diversificação das atividades produtivas. Com isso, a experiência da cidade paraense pode proporcionar exemplos para outras áreas da Amazônia Legal às voltas com o dilema de conciliar o desenvolvimento e o bem-estar das populações com requisitos racionais de proteção ambiental.
Tolmasquim defende instalação de hidrelétricas na Amazônia
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) – ligada ao Ministério das Minas e Energia – Mauricio Tolmasquim, defende a instalação de hidrelétricas na Amazônia, principalmente a de Belo Monte. Segundo ele, a usina, que teve parte da licença de instalação concedida na semana passada, vai «abençoar» 4,3 mil famílias com compensações socioambientais.
WWF quer “conservar” 60% da Amazônia brasileira
Nos EUA, as ONGs ambientalistas estão dando pulos de alegria porque o Congresso americano aprovou, após anos de debate, um pacote de leis para a conservação ambiental de regiões e recursos hídricos que implicarão na criação de novas reservas ambientais, somando cerca de 1,5 milhão de hectares, distribuídas em noves estados da federação. «As futuras gerações olharão para este dia [24] como o maior marco na história da conservação [ambiental] da nossa nação» — resumiu um exultante William Meadows, presidente da ONG Wilderness Society.
Lição de Cristovam Buarque, nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS – Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos! Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
Importantes reações institucionais ao “ecoterrorismo geopolítico”
Em 24 horas, o governo brasileiro efetuou duas importantes reações à escalada de ações do aparato internacional que se oculta por trás dos chamados movimentos sociais e das causas relacionadas ao meio ambiente e ao indigenismo, contra grandes projetos de infraestrutura em curso no País. Em edições anteriores, este Alerta utilizou a expressão “ecoterrorismo geopolítico” para qualificar a investida, que, nas últimas semanas, resultou na destruição dos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau, em Rondônia, e São Domingos, em Mato Grosso do Sul.
Na segunda-feira 5 de abril, um destacamento da 1ª. Companhia de Infantaria do Exército, baseada em Paulo Afonso (BA), interceptou e impediu a progressão de uma marcha organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que se dirigia à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). O objetivo do grupo era ocupar o escritório da usina, como admitiu um dos organizadores do MST, Luís Carlos Ferreira (O Globo, 6/04/2011).
Bertha Becker: «Amazônia precisa é de uma economia.»
A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental. A afirmativa foi feita pela geógrafa Berta Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário “A Gestão da Amazônia”, realizado na Universidade de São Paulo (USP).
Economista alemão quer “precificar” água na Amazônia
A água não é um bem público e, na Região Amazônica, a melhor maneira de assegurar a proteção dos recursos hídricos é pela taxação e fiscalização do consumo. A polêmica proposta foi feita pelo economista alemão Phillip Hartmann, professor da Universidade de Colônia, que sugere a cobrança de tarifas pelo direito de se ter acesso à água.
Estudo aponta deficiências de logística na Região Norte
A Amazônia Legal necessita com urgência de um planejamento integrado de logística e transportes, para superar os gargalos ao desenvolvimento da região. Esta é a conclusão do relatório «Norte Competitivo», elaborado pela consultoria Macrologística, a pedido das entidades representativas das indústrias dos estados da região.
Carlos Lessa: é preciso valorizar Forças Armadas
Um dos mais importantes economistas brasileiros da atualidade, Carlos Lessa dedicou sua coluna mensal no jornal Valor Econômico (15/09/2010) à importância estratégica das Forças Armadas para a consolidação do desenvolvimento e da nação brasileira. Dentre os assuntos tratados, a questão da internacionalização da Amazônia, a proteção das reservas de petróleo no mar, a necessidade de se retomar o Projeto Calha Norte e a falta e de um projeto nacional de desenvolvimento.
Histórico da batalha de Belo Monte
Este post, de 15/04/2010, publicado no boletim eletrônico do MSIa é anterior ao leilão da usina de Belo Monte, que já se realizou, tendo saído vencedor o Governo Brasileiro, com a adjudicação da obra ao consórcio de empresas que executarão a obra. De qualquer forma o artigo é pertinente para dar uma idéia dos precedentes relativos a este episódio de Belo Monte, que terminou com a vitória brasileira frente os interesses oligárquicos estrangeiros envolvidos.
Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Deputados condenam afirmações de que a Amazônia não pertence aos brasileiros
Os deputados Erci de Moraes e Chico Guerra do PPS e PSDB respectivamente condenaram nesta terça-feira, 27, na Assembléia Legislativa (ALE-RR) as afirmações de pessoas dos Estados Unidos e da Inglaterra, de que a Amazônia não pertence aos brasileiros e sim a todos os países. Na visão dos parlamentares os brasileiros precisam defender a Amazônia que nos últimos anos vem sendo alvo de intromissão por parte de estrangeiros.
Opinião: O Brasil tem florestas demais?
O Brasil é muito criticado por desmatar a Amazônia e, com isso, contribuir para gerar diversas catástrofes ambientais. Mas há alguns fatos importantes a considerar. Há oito mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas mundiais já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram e muito, conforme revela o estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.
Desmatamento relativo dos EUA é maior que o do Brasil
A Academia Nacional de Ciências dos EUA acaba de publicar um interessante estudo sobre a perda bruta de cobertura florestal (inglês: Gross Forest Cover Loss – ou GFCL), ocorrida entre 2000 e 2005, nos sete países que possuem mais de um milhão de km2 de florestas: Rússia, Brasil, Canadá, China, Indonésia, República do Congo e os EUA. Juntos, a cobertura florestal desses países compreendem pouco mais de 32 milhões de km2, quase 60% do total da área florestal mundial.
James Cameron, o “exterminador” da Amazônia
Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.
Surge a tão esperada Amazônia industrial
Felizmente o Brasil está começando a reagir – de forma prática – contra o obscurantismo geopolítico representado pelo ambientalismo alienígena radical. A inauguração da IMMA e a recente licitação para a construção da Usina de Belo Monte, no rio Xingu, mormente esta última, constituiram a maior e mais espetacular vitória do Brasil, nos últimos 30 anos, no sentido de levar à Amazônia o desenvolvimento socioeconômico que a população daquela região tanto merece.
Fórum Internacional de Sustentabilidade, um “Titanic” na Amazônia
O Fórum Internacional de Sustentabilidade foi mais uma tentativa de manter acesa a chama aquecimentista por parte das oligarquias internacionais, que têm no ambientalismo sua forma mais popular de ação – embora disfarçada – de implementar políticas restritivas ao crescimento econômico do mundo como um todo, mas, principalmente, o dos países hoje ditos como “periféricos”.
NASA: a Amazônia não vai “secar”
Pouco a pouco a credibilidade do IPCC vai declinando, pois seus dados, há muito discutíveis, vêm sendo desmascarados por cientistas não comprometidos com o jogo geopolítico implementado pelas oligarquias internacionais através do ambientalismo aquecimentista.
Sobre o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia
Este post mostra as posibilidades de exploração da Amazônia, o processo de industrialização daquela região, os empecilhos levados a cabo por potências estrangeiras através de ONGs e discorre sobre a necessidade dos brasileiros empreenderem a exploração sustentável daquela área, tendo como ponto de partida a construção da usina de Belo Monte e o incremento do transporte hidroviário, dentre outras providências.