Nossa cobiçada Amazônia – 1
Este artigo mostra como o ambientalismo mundial vê a Amazônia e a cobiça de seu território com vistas a impedir a utilização de suas riquezas pelo Brasil (e pelos outros países que possuem parcelas da floresta) e, de tabela, fazer desacreditar o conceito de soberania nacional, com o rompimento dos limites territoriais dos países (dos países como um todo no mundo) sob o pretexto de que a Floresta Amazônica é um local que interessa à toda a Humanidade (de fato, sim), e que os países que a possuem não têm competência suficiente para preservá-la e, desse modo, criando um governo mundial que usará como pretexto para a sua implantação a administração dos recursos fundamentais para a Humanidade, ou seja: apropriar-se desses recursos e dominar o planeta.
Amazônia – Londres promove desenvolvimento evitado
O ambientalismo radical não dá tréguas ao Brasil e um de seus principais objetivos é inibir o desenvolvimento da Amazônia. Propõem um “desenvolvimento sustentável” para a região, que ninguém sabe o que é. O desmatamento da floresta amazônica em si é confundido, propositadamente, com o da Amazônia Legal – o que não é a mesma coisa.ONGs de origem estrangeira, com componentes estrangeiros, como o Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (só o nome é brasileiro) têm compromissos com as oligarquias internacionais que almejam umgoverno mundial único. Esta é a situação daquela região e também de outras no Brasil, como a região do Cerrado. Este é um artigo do MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana publicado em sua revista eletrônica, número 05, em 14/04/2009, que mostra bem isso tudo.