O duplo naufrágio da BP no Golfo do México

A explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon no Golfo do México, ocorrida em 20 de abril último, seguida do colossal e ainda não contido vazamento de petróleo da perfuração danificada, é duplamente emblemática. Primeiro, porque a empresa responsável pelo poço, a BP, é um dos maiores ícones das velhas práticas coloniais do Império Britânico e ajudou a costurar o quadro de instabilidade geopolítica permanente na região do Oriente Médio. Segundo, por representar também um enlaces diretos da cúpula do Establishment anglo-americano com o movimento ambientalista internacional e suas principais ONGs, estes instrumentos reciclados dos velhos métodos coloniais, voltados para o controle de recursos naturais estratégicos, especialmente energéticos.

Pré-sal e as riquezas nacionais

Em que pesem as reverberações do imbróglio ambiental surgido na esteira do catastrófico vazamento de petróleo ocorrido no Golfo do México, muitos estranharam a pouca repercussão na mídia nacional de um outro fato de grande significado para o País, o início da pioneira produção petrolífera na camada do pré-sal. Como relata em sua coluna econômica de 19 de julho o jornalista Luís Nassif, até mesmo o jornal Financial Times – o “mais importante jornal de negócios do planeta” – publicou ampla matéria sobre o feito da Petrobras.

Aprovada reforma do Código Florestal

Após muitas idas e vindas, a Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 1876/99, que versa sobre a reforma do Código Florestal. Por 13 votos a 5, o texto principal do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi aprovado pela Comissão Especial que tem analisado a reforma da legislação ambiental. A matéria vai agora para votação em plenário em data ainda a ser marcada.

Ecologia econômica ligada a escusos e obscuros interesses econômicos

Belo Monte – uma hidrelétrica projetada para ser construída no Rio Xingu, no Pará. Os movimentos sociais e as lideranças indígenas da região são contrários à obra porque consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Em outubro de 2009, por exemplo, um painel de especialistas debruçou-se sobre o EIA (Estudo de Impacto ambiental) e questionou os estudos e a viabilidade do empreendimento.

ONU: falta de saneamento é o pior problema ambiental

Por ocasião do Dia Mundial da Água, em 22 de março, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras agências da ONU lançaram um relatório sobre o estado do saneamento básico no mundo. A conclusão básica: as águas do planeta estão cada vez mais poluídas e mais pessoas morrem hoje em todo mundo por causa dessa contaminação do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras.

Salutar reação do setor agropecuário ao ambientalismo

Não se pode enganar todo mundo durante o tempo todo. O ambientalismo radical, ferramenta das oligarquias internacionais que visam o governo mundial, está, paulatinamente, cedendo lugar ao descrédito, em virtude do bom senso e das inúmeras demonstrações, dadas pelo próprio sistema ambientalista internacional, de que há uma enorme farsa em torno do assunto, farsa esta que, a cada dia fica mais clara junto à opinião pública.

Os donos invisíveis do movimento ambientalista

Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.

MSIa vence guerra jurídica contra o WWF

O Movimento Solidariedade Íbero-americana, juntamente com a Capax Dei Editora, vêm mostrando a realidade do movimento ambientalista internacional, como é mostrado neste blog, e a participação ativa do WWF contra os interesses da nação brasileira. Um dia, o WWF achou que deveria calar o MSIa e a Capax Dei e tentou, na Justiça, interromper os trabalhos de conscientização do povo brasileiro para as verdadeiras intenções daquela ONG e das outras centenas, sob seu comando. Não deu certo.

O neoprotecionismo é verde

Esta matéria apresenta o jogo financeiro, geopolítico e econômico que está por trás, não só da “crise” ambiental global provocada pelos oligarcas do Hemisfério Norte, como também pelas soluções que pretendem tomar, mormente em relação aos países do Terceiro Mundo. Criam-se emergências e depois surgem os “salvadores da situação”, vendendo, obviamente as soluções – “pacotões” tecnológicos ou financeiros – com o intuito de “auxiliar” os mais vulneráveis. Esse á um jogo antigo.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

Ambientalista X ecologista

Neste blog, de uma forma geral, preferi usar o termo “ambientalista” para melhor caracterizar o ecologista radical, aquele que acaba não contribuindo para a melhoria de vida das pessoas, pois age através de uma distorcida, exagerada e mal intencionada preocupação com o meio ambiente, motivada por elementos geopolíticos. Assim, prefiro reservar o termo “ecologista” para os verdadeiros e sinceros… ecologistas, que amam tanto o planeta e os bichos quanto o ser humano.

Bento XVI adverte contra o novo ecopanteísmo

Muito se tem propalado, no mundo do ambientalismo, da pouca importância que o ser humano tem para o meio ambiente. Concepções absolutamente imorais pregam que o Homem significa, no mundo, o mesmo que qualquer animal, e isso pode igualá-lo até a uma barata. Este tipo de concepção é um dos focos do ambientalismo radical, onde até se pensa que a eliminação do homem da face da Terra seria a melhor coisa a acontecer para o planeta.

Mensagem do autor de «Estado de Medo»

«Estado de Medo» é um romance sobre ambientalismo, onde o autor, Michael Crichton (formado em Medicina em Harvard, e autor de vários livros, com mais de 150 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, dentre os quais «Mundo Perdido» – «Jurassic Park»), mostra como funcionam os bastidores do mundo do ambientalismo radical, com suas maquinações para amedrontar a população, a manipulação de informações, mentiras e, sobretudo, com a criação artificial de catástrofes, que são vistas como naturais, a fim de convencer o mundo de que coisas como o aquecimento global e as grandes catástrofes naturais serão inevitáveis e já estão acontecendo.

Por que a ciência politizada é perigosa

O texto apresentado neste post é o «Apêndice I» do livro de Crichton, no qual ele faz uma severa advertência quanto à interferência da política na Ciência, através da utilização desta para fins escusos e que podem colocar a Humanidade em sérios riscos, como já aconteceu várias vezes na História – e ele dá exemplos disso. Hoje, é o movimento ambientalista internacional, que usa a Ciência de maneira quase que chantagiosa para respaldar idéias totalitárias sob um véu de salvação do planeta, o que, para os ingênuos e desinformados só pode ser algo provido de razão. Mas não é. Eis o texto de Michael Crichton. Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.

Ameaças globais

O ambientalismo radical, juntamente com o indigenismo, é uma das maiores ameaças globais, pois, através de reivindicações aparentemente nobres, lança os alicerces do controle do desenvolvimento das nações, mormente as do Terceiro Mundo, visando um governo mundial. O ambientalismo e o indigenismo agem através de ONGs que atuam em todo o mundo. Quase todas as ONGs poderosas são de origem anglo-americana, canadense, belga etc, contando com grandes investimentos por parte de seus países de origem, assim como de empresas transnacionais e de grandes oligarquias dinásticas familiares.

Ambientalismo – arrombando consciências

Mais um articulista é contra o ambientalismo radical que toma conta das manchetes em jornais e emissoras de televisão, tendo sempre como temas preferidos as grandes catástrofes, como o tsunami no Oriente e o atentado de 11 de setembro – e com isso incutindo na cabeça dos menos avisados e ingênuos, uma verdadeira cultura do Apocalipse que não passa, como o autor do artigo, Sr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, muito bem diz, de «ficção».

Basta de ecoditadura

A Amazônia é um dos mais cobiçados pedaços do planeta e a proliferação de reservas indígenas e reservas ecológicas está fazendo com que nossas riquezas acabem nas mãos de estrangeiros, através das ONGs que administram tais reservas. Mas o problema não fica só na Amazônia. Por todo o Brasil alastram-se áreas preservadas, reservas indígenas e reservas ecológicas com o mesmo fim, com a colaboração do próprio governo brasileiro, que é quem acaba criando essas reservas com o intuito de preservar os nichos ecológicos e para a manutenção das “culturas” indígenas. O ambientalismo dita as normas de cada licença ambiental que quase nunca são concedidas para qualquer tipo de investimento que possa beneficiar, de alguma forma, o Brasil, em qualquer lugar – e isso precisa ser combatido.