Ofensiva geral contra Belo Monte

O aparato ambientalista-indigenista internacional está promovendo uma ofensiva generalizada contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, em construção no rio Xingu, na região de Altamira (PA), em seu empenho de paralisar o projeto que se tornou um alvo emblemático de sua campanha permanente contra a expansão da infraestrutura brasileira. O caso mais recente é um esforço para criar comoção com o triste caso de 14 mulheres – incluindo uma adolescente de 16 anos – resgatadas de uma boate que funcionava nas proximidades do canteiro de obras da usina, na qual eram mantidas em cárcere privado e exploradas sexualmente.

Para quem se interessa por emergências globais – verdadeiras

Na edição de 9 de março de 2012, este boletim publicou uma nota com um título quase idêntico ao desta. Na ocasião, comentamos criticamente o contraste entre a politização dos fenômenos climáticos e os vastos recursos humanos e financeiros que têm sido desperdiçados para “combater” a imaginária ameaça do aquecimento global antropogênico, e a escassa atenção concedida a ameaças bem mais sérias e com potencial para provocar desastres de grande magnitude, como impactos de corpos celestes contra o planeta. Na semana anterior, a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) dos EUA havia anunciado a passagem do asteróide 2012 DA14 pela Terra, prevista para 15 de fevereiro último, à astronomicamente insignificante distância de 27 mil quilômetros.

O alto custo da submissão ambiental

No final da década de 1980, o Brasil tinha um dos sistemas de geração de eletricidade mais eficientes do mundo, que oferecia tarifas a custos módicos aos consumidores comerciais e residenciais e tinha um alto nível de segurança. Por ser baseado em quase 90% em usinas hidrelétricas, detinha a vantagem estratégica de poder “armazenar energia” em forma de água, pois os reservatórios das usinas tinham reservas para até dois anos seguidos de chuvas insuficientes, o que diminuía consideravelmente os riscos para o abastecimento. Sem entrar na discussão sobre as mudanças estruturais implementadas na década de 1990, que converteram a eletricidade em commodity, as vantagens do sistema desapareceram, com as tarifas decolando para os níveis mais altos do planeta e a segurança do abastecimento comprometida pela submissão de sucessivos governos aos ditames do movimento ambientalista-indigenista internacional.

Raoni na Europa, novo ataque a Belo Monte

Desde há algum tempo, os brasileiros sabem que o bloqueio da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte virou um ponto de honra para o aparato ambientalista-indigenista internacional, que não tem medido esforços para obstaculizar os trabalhos. A investida mais recente é uma turnê do cacique Raoni pela Europa, a convite de ONGs ligadas a notórias fundações externas, na tentativa de, mais uma vez, jogar a opinião pública do Velho Continente contra o projeto hidrelétrico em construção no rio Xingu, no Pará.

COP-18: mudanças climáticas não são mais prioridade

Um empate em zero a zero. Para o ex-ministro do Meio Ambiente e Florestas da Índia, N.R. Krishnan, a analogia futebolística representa o cenário mais provável para o desfecho da 18ª. Conferência das Partes (COP-18) da Convenção Quadro sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (UNFCCC), que começa na próxima segunda-feira 26, em Doha, Catar. Em um artigo publicado em 22 de novembro, no jornalThe Hindu, apropriadamente intitulado “As mudanças climáticas não são mais prioridade”, ele considera que as expectativas sobre a conferência são reduzidas, principalmente, pelo fato de os EUA e a União Europeia (UE) estarem concentrados na recuperação de suas economias.

“Aquecimentistas” aumentam alarmismo para COP-18

Como tem sido uma constante, nos períodos imediatamente anteriores às conferências climáticas das Nações Unidas, conhecidas pela sigla “COP”, o conjunto internacional de interesses que promove a agenda da “descarbonização” da matriz energética mundial sempre se empenha em divulgar novos relatórios, destacando um suposto agravamento dos problemas climáticos globais e, claro, a urgência da tomada de decisões para o avanço da agenda proposta. A semana que antecede a COP-18, em Doha, Catar (26 de novembro a 7 de dezembro), não poderia ser exceção, com duas contribuições de peso ao esforço, vindas do Banco Mundial e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) – que, como esperado, receberam grande destaque na mídia mundial.

Belo Monte e o “ecoterrorismo”

Os atos de vandalismo que estão se tornando rotineiros nos canteiros de obras de usinas hidrelétricas brasileiras, como os que paralisaram os trabalhos em Belo Monte, no rio Xingu, não são meras ações de protesto de trabalhadores insatisfeitos. Assim como ocorreu, em março de 2011, nas obras das usinas de Jirau (RO) e São Domingos (MS), e novamente em Jirau, em abril deste ano, tratam-se de ações adredemente planejadas e executadas em momentos de negociações trabalhistas, por agentes interessados em obstaculizar a implantação de grandes obras de infraestrutura no País, em especial, na Região Amazônica. Como afirmamos, na ocasião, o movimento ambientalista-indigenista internacional é uma peça chave dessa estratégia de “guerra irregular” contra o desenvolvimento socioeconômico da região, cujo objetivo é consolidá-la como uma autêntica “zona de exclusão ambiental”.

Sandy: “É a Natureza, estúpido!”

A capa da revista Bloomberg Business Week de 1º. de novembro não deixa aos leitores margem a dúvidas, estampando em letras garrafais o título da matéria principal da edição: «É o Aquecimento Global, Estúpido!» O tema, claro, não poderia ser outro, senão a catastrófica passagem do furacão (ou supertempestade) Sandy pelo Caribe e a Costa Leste dos EUA, causando mais de 180 mortes, mais de 250 mil desabrigados e prejuízos superiores a 30 bilhões de dólares, na Jamaica, Haiti, República Dominicana, Cuba, Bahamas, Porto Rico e EUA.

São bons os ventos para a energia eólica no Brasil?

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da UFAL, e que já foi entrevistado aqui, envia este artigo em que questiona as vantagens da energia eólica. E olha que não se trata nem da morte de passarinhos pela instalação dos gigantes aerogeradores, mas pela enorme distância entre capacidade instalada e a quantidade de energia de fato capaz de ser produzida, aliada à seu alto custo de instalação. “Não que não devamos utilizar fontes alternativas, particularmente de energias renováveis e limpas. É a maneira falaciosa como essas soluções são “vendidas” à Sociedade”, escreve o professor.

“Cartilha climática” é desserviço à Ciência e desperdício de dinheiro público

As autoridades científicas do governo brasileiro acabam de dar mais uma demonstração de que o alarmismo climático se mantém com excelente saúde e perspectivas de uma prolongada permanência no País, com poucos riscos de que a sua posição hegemônica se veja ameaçada pelos críticos do chamado aquecimento global antropogênico (AGA). No último dia 3 de outubro, como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012, a Rede CLIMA e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC) lançaram um livreto para “apresentar, em linguagem acessível, a fundamentação científica das mudanças climáticas, embasada no conhecimento mais atualizado existente sobre o assunto. (INPE Notícias, 3/10/2012).

Forças Armadas não são “gendarmeria verde”

O governo federal acaba de anunciar uma concessão descabida ao movimento ambientalista internacional, com a decisão de criar uma força nacional de segurança ambiental permanente para operar na Amazônia Legal, a ser constituída com quadros das Forças Armadas. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a nova força de proteção ambiental deverá ser integrada por quadros do Exército, com o auxílio da Marinha e da Aeronáutica, e terá atuação permanente na região, independentemente da sazonalidade dos desmatamentos, que têm se concentrado em períodos de chuva. “Não sairemos mais da Amazônia Legal, mesmo com chuva. Todo mundo espera que a gente saia na [época da] chuva, para desmatar”, disse ela à Agência Brasil (10/10/2012).

Al Gore abandona investimentos “verdes” – mas continua estrela

Al Gore pode não ter conseguido chegar à Casa Branca, devido às escandalosas fraudes ocorridas nas eleições presidenciais de 2000 e à decisão da Suprema Corte, que concedeu, por um único voto, a vitória ao seu rival George W. Bush. Porém, o ex-vice-presidente estadunidense não tem do que se queixar, pois tem se dedicado a uma autêntica cruzada global contra as emissões de carbono que, além do Oscar de melhor documentário e do Prêmio Nobel da Paz de 2007, lhe rendeu uma multimilionária conta bancária e uma projeção internacional que chega a ofuscar a do seu colega de governo Bill Clinton. Entre outras iniciativas, Gore fundou a empresa Generation Investment, para promover investimentos em “tecnologias verdes”.

Afinal quem manda no Brasil?

Afinal quem manda no Brasil? Pelo visto, depois de uma sequência de governos entreguistas aí está o resultado! A Nossa Amazônia está nas mãos do aparato Ambientalista-Indigenista Internacional, leia-se ONGs Estrangeiras e seus laranjas, o MMA, Funai, Ibama, as ONGs Brazil, com o apoio de Marina Silva, Medalha de Ouro na recente Olimpíada de Londres, do Partido Verde, dos Partidos Melanciais, e de milhões de brasileiros sem cérebro, após 30 anos de Brainwashing !!!

Belo Monte e a navegabilidade dos rios

As provações da usina hidrelétrica de Belo Monte prosseguem. Depois de conseguir uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) para prosseguir com as obras, embargadas por uma decisão do desembargador Antônio Souza Prudente, da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), a empresa Norte Energia, responsável pela construção da usina, está às voltas com uma nova pendência. Desta feita, a adequação do projeto à manutenção da navegabilidade do rio Xingu, de acordo com exigências da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que consideram insatisfatórias as soluções apresentadas pela empresa.

Problemas com PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) mostram necessidade de planejamento integrado

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) realizada em Mato Grosso constatou uma série de irregularidades em diversas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) construídas no estado, e pede a suspensão da licença de operação de cinco delas. Enquanto isso, no Mato Grosso do Sul, os Ministérios Públicos Federal e Estadual solicitaram a suspensão da construção de novas PCHs no entorno do Pantanal. Em comum, ambas as iniciativas criticam a falta de estudos centralizados sobre os impactos cumulativos de tais empreendimentos e de um procedimento unificado de concessão de licenças para a sua construção e operação.

MMA responde à Carta Aberta à Dilma sobre mudanças climáticas

O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Augusto Klink, enviou ao climatologista Ricardo Felício, professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), uma réplica à carta aberta enviada à presidente Dilma Rousseff por 18 cientistas brasileiros, alertando-a sobre a desorientada política seguida pelo País no tocante às questões climáticas. Na resposta, Klink, um dos graduados representantes do aparato ambientalista internacional inseridos no governo brasileiro, desqualifica e repudia o documento dos cientistas, ao mesmo tempo em que denota a orientação internacionalista que tem influenciado a política nacional para os assuntos climáticos, em um tom que destoa da reorientação que o Governo Dilma tem conferido à sua política ambiental.

Marina Silva em Londres: medalha colonial de salto para trás

A inesperada presença da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva, na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, na sexta-feira 27 de julho, deve ser vista como uma clara mensagem ao Brasil, sobre a relevância da agenda ambientalista para os círculos internacionais que a controlam de cima para baixo. Em um momento em que o governo da presidente Dilma Rousseff tem dado sucessivas demonstrações de que pretende restringir a influência do aparato ambientalista-indigenista nas políticas públicas nacionais, os mentores do ambientalismo-indigenismo decidiram dar um “recado” ostensivo ao país que sediará as próximas Olimpíadas. Assim, o pretexto oficial, de “homenagear” a ex-ministra do Meio Ambiente, por sua trajetória na defesa do meio ambiente e da Floresta Amazônica, se presta apenas aos relatos ingênuos ou engajados publicados na mídia brasileira.

Itamaraty consolida percepção realista dos problemas globais

A atuação dos representantes brasileiros na recente reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, Suíça, demonstrou a consolidação de uma percepção mais realista e pragmática da agenda dos problemas globais, como já havia se manifestado na preparação e durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho. Deixando para trás a adesão acrítica à agenda ambientalista internacional, que caracterizou a orientação da diplomacia nacional em grande parte das últimas décadas, em Genebra, o Brasil deixou registrado o seu protesto contra as tentativas dos países mais avançados de dificultar o progresso das economias emergentes.

Rio+20: “desgovernança global”

Realizada simultaneamente com a cúpula do G-20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) demonstrou, juntamente com a primeira, os limites do conceito de “governança global” como forma de resolução dos grandes problemas que afetam o mundo como um todo. Em grande medida, trata-se de um desfecho oportuno, uma vez que o conceito tem sido, invariavelmente, aplicado de acordo com os desígnios hegemônicos dos grupos de poder que dominam as potências do Hemisfério Norte – tendência que apenas tem agravado o insustentável déficit de justiça social que assola o planeta.

A importância de Vernadski para o século XXI

A quinta edição do Fórum Econômico de Astana, realizada na capital do Cazaquistão, entre 21 e 25 de maio, dedicou uma sessão especial para discutir a importância da obra e das ideias do grande cientista russo Vladimir Vernadski, para o enfoque correto dos problemas ambientais e energéticos da Humanidade, no século XXI. Denominado “Leituras Vernadski” e promovido pelas academias de ciências do Cazaquistão e da Rússia, o seminário reuniu cientistas russos, cazaques e japoneses, motivados pela proposta de utilizar os princípios da Biogeoquímica, disciplina criada por Vernadski, para estabelecer bases verdadeiramente científicas para o desenvolvimento sustentado.

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