Taxas “verdes” para os transportes aéreo e marítimo
Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto “Fundo Verde” (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.
Negócios “climáticos”
Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem “ambientalmente amigável” diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.
Ciência reprova “telhados brancos” em SP
Por iniciativa do vereador Antonio Goulart (PSD-SP), a Câmara Municipal de São Paulo promoveu um debate sobre o tema “Telhados brancos: problema ou solução?”, para discutir o projeto de lei de sua autoria que propõe a pintura de branco de tetos e telhados na cidade, para ajudar a combater os efeitos do aquecimento global. Embora o projeto tenha sido aprovado em primeira votação, em novembro de 2010, as manifestações contrárias de cientistas e pesquisadores, que apontavam a falta de base científica para a iniciativa, levou Goulart a promover o debate.
Congresso discute visões opostas sobre mudanças climáticas
Na terça-feira 20, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR), promoveu um debate sobre a influência do aquecimento global na agricultura mundial e na Amazônia brasileira. Os debatedores convidados foram o agrônomo Judson Ferreira Valentim, diretor regional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre, o climatologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim.
VIDEOS – MOLION: FENÔMENOS CLIMATOLÓGICOS E OS GRANDES CENTROS URBANOS
Neste post são apresentados quatro videos do Professor, da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Baldicero Molion, no Seminário Fenômenos Climatológicos e os Grandes Centros Urbanos, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, MG (27-28/10/2010), postados no YouTube pela Conecta BH, em dezembro de 2010.
“Potência verde” avança com o REDD… mas rateia com a infraestrutura
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, o documento-síntese para a preparação da estratégia nacional para a consolidação do esquema de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, conhecido pela sigla REDD. O documento reúne as conclusões de uma série de consultas realizadas pelo MMA no segundo semestre de 2010, referentes às políticas públicas federais, iniciativas estaduais e princípios e critérios socioamentais propostos pelo movimento ambientalista, além de princípios operacionais para o funcionamento do mecanismo (IPAM, 5/08/2011).
Enquanto as considerações com a agenda ambientalista ocupam lugar de destaque na pauta política brasileira, a incomparavelmente mais relevante expansão e modernização da infraestrutura física continua deixando a desejar. As deficiências do setor se mostram, em especial, na insuficiência de investimentos, que foram de apenas 2,32% do PIB ao longo da última década, inferiores ao mínimo considerado necessário para evitar a deterioração dos sistemas, de 2%, e bem abaixo dos investimentos de outras economias emergentes, como a China (13,4%), Índia (6%), Tailândia (15%), Vietnã (11%) e Chile (6,2%) (O Estado de S. Paulo, 2/08/2011).
Telhados brancos, benefícios obscuros
Um grupo de cientistas e pesquisadores paulistas está encabeçando uma reação à chamada “Lei dos Telhados Brancos”, a qual determina que todos os tetos e telhados da cidade sejam pintados de branco, para ajudar a combater o aquecimento global. A lei já foi aprovada em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo, em dezembro de 2010, e se aprovada em definitivo e sancionada pela Prefeitura, obrigará todos os proprietários de imóveis a cumprir as suas determinações em até 180 dias após a sua data de efetivação.
“Um fracasso generalizado do método científico”
Um dos fatores mais relevantes e menos percebidos da presente crise global é o crescente abandono do método científico que a Humanidade levou milênios para desenvolver, trocado por um enfoque míope e limitado de “ciência por consenso”, cujo impacto na formulação das políticas públicas de ciências e tecnologias tem sido devastador. De fato, ao vincular a “corrente principal” das atividades científicas a agendas determinadas política e ideologicamente – como no caso exemplar dos estudos climáticos – essa tendência acaba criando um processo autoalimentado de supressão de quaisquer evidências que contrariem dogmas estabelecidos e “consensualmente” aceitos pela mainstream.
Mundo real contraria discurso “aquecimentista” outra vez
A despeito da popularidade do discurso sensacionalista sobre as questões climáticas, que atribui às atividades humanas o aumento das temperaturas atmosféricas observado desde o século 19, a cada momento o mundo real se encarrega de contestar as afirmativas alarmistas dos porta-vozes do “aquecimentismo” – tendência convertida numa virtual indústria autossustentável. Vale a pena rever algumas delas, dadas a conhecer nos últimos dias.
ONU busca apoio de Hollywood contra críticos do “aquecimentismo”
Como tem sido observado por muitos comentaristas, a visão alarmista sobre os fenômenos climáticos ainda prevalecente entre a opinião pública mundial tem sido bastante influenciada pelos filmes-catástrofe de Hollywood, entre os quais a peça de ficção estrelada pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore, Uma verdade inconveniente, premiada com o Oscar de melhor documentário de 2007. Este fato acaba de ser evidenciado por ninguém menos que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon.
Carta aberta: a verdade sobre a mudança climática
Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática», geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem: «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».
Câmara rejeita lei “aquecimentista”
No último dia 1º. de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas emissoras de gases de efeito estufa. O Projeto de Lei Complementar 73/07, de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que poderia ser aplicado em diversas áreas.
Sob o sol de Cancún
Como era esperado, a 16ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de “soluções de mercado” para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais promissores).
Molion – reflexões sobre o efeito-estufa
O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.
Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista
Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.
“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16
A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.
O debate do clima não merece editoriais apocalípticos
É uma falácia que os últimos 11 anos foram os 14 mais quentes já registrados. Trata-se de um absurdo científico, considerando que o planeta já experimentou no passado fases de temperatura incrivelmente mais elevadas.
A mãe de todas as fraudes
Por uma ironia providencial, a documentação colhida pelos hackers veio à tona na mesma semana em que um outro grupo de acadêmicos aquecimentistas, mais honesto, admitia francamente que, para desgraça da sua causa sacrossanta, a temperatura do planeta tinha permanecido estável nos últimos dez anos.
Geologia e tecnologia adiam “pico do petróleo” – e enterram aquecimento global antropogênico
Nos últimos anos, o alarmismo generalizado que tem caracterizado as discussões sobre os recursos energéticos e o meio ambiente colocou em destaque duas teses bastante controvertidas, mas de grande influência sobre a percepção geral de tais temas e, principalmente, a formulação de políticas a eles referentes. Uma delas é o “Pico do petróleo” (Peak Oil, em inglês), segundo a qual a produção mundial de petróleo estaria prestes a atingir um cume (ou, segundo alguns, já teria atingido), a partir do qual só tenderia a diminuir, exatamente num momento em que a demanda mundial aumenta, devido ao deslanche das economias emergentes. A outra é o aquecimento global supostamente causado pelas atividades humanas (ou antropogênico), especialmente, as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes da queima de combustíveis fósseis.
British Council Gasta mais de R$ 300 Mil Libras Recrutando Ativistas Climáticos no Brasil
O British Council, orgão governamental do Reino Unido, cujo objetivo é promover a cultura britânica internacionalmente, gastou mais de 71 mil libras esterlinas, ou seja, mais de 205 mil reais, para recrutar uma rede de ativistas climáticas no Brasil.