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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Aquecimento Global</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>Taxas &#8220;verdes&#8221; para os transportes aéreo e marítimo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto "Fundo Verde" (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto &#8220;Fundo Verde&#8221; (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12294" title="aviao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p>Para o setor marítimo, as perspectivas podem ser avaliadas pelo fato de 90% do comércio internacional ser transportado por navios, cuja contribuição para as emissões globais é estimada em 3-4%.</p>
<p>A pedido do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, um grupo de financistas elaborou um estudo que define o setor de transportes mundial como importante fonte de receita para &#8220;combater a mudança do clima&#8221;, e estima que, a um preço de 25 dólares por tonelada de carbono emitido pelos navios, seria possível gerar uma receita de 25 bilhões de dólares anuais. As ONGs WWF e Oxfam, por sua vez, defendem que pelo menos 10 bilhões desse montante poderiam ser destinados ao &#8220;Fundo Verde&#8221; (<em>Valor Econômico</em>, 8/12/2011).</p>
<p>Para referência, logo após o final da conferência de Durban, as cotações do carbono no mercado europeu caíram aos níveis mais baixos de sua história, pouco acima de 6 dólares por tonelada, talvez, pelo fato de os mercadores de carbono não compartilharem do otimismo das declarações oficiais sobre o evento.</p>
<p>Seja como for, se tal proposta vingar, poderá ter um profundo impacto negativo na economia dos países exportadores, como o Brasil. Um exemplo pode ser visto no preço do frete Brasil-China pago pela Vale (que tem frota própria), 22 dólares por tonelada transportada, dos quais 12-15 dólares representam o valor do combustível. A possível taxação das emissões poderia prejudicar ainda mais a margem de lucro dos exportadores, impactando negativamente as balanças comerciais – perspectiva nada agradável em tempos de crise global.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 31, de 16 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Imagem</strong> ➞ http://pousadadacmradanielecarreiro.blogspot.com</p>
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		<title>Negócios &#8220;climáticos&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/negocios-climaticos/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/negocios-climaticos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 23:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem "ambientalmente amigável" diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem &#8220;ambientalmente amigável&#8221; diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/crdito-carbono.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11590" title="crdito-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/crdito-carbono-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Um exemplo relevante é a atitude frente ao crucial tema das mudanças climáticas, hoje o carro-chefe do ambientalismo internacional, que tem servido como rótulo para um número rapidamente crescente de negócios, sem grandes considerações para com a validade científica das iniciativas adotadas. Não é frequente, por exemplo, uma posição crítica como a da Secovi-SP, o sindicato paulista das empresas imobiliárias, que se opôs publicamente à chamada &#8220;Lei dos Telhados Brancos&#8221;, em discussão na Câmara Municipal de São Paulo (SP), inclusive, na audiência pública realizada em 10 de outubro último (<em>MSIa Informa</em>, 14/10/2011). Na grande maioria das vezes, o que se observa é um esforço de acomodação à percepção geral dos fatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Guerra contra o CO<sub>2</sub></h2>
<p>Em 2009, um grupo de empresas privadas e públicas criou a organização Empresas Pelo Clima (EPC), que conta atualmente com 39 membros. Dentre os objetivos declarados da iniciativa, está a implementação de um sistema de limitação e comércio de emissões de carbono (<em>cap-and-trade</em>) similar ao existente na União Europeia (UE). No último dia 20 de outubro, a EPC promoveu um seminário para debater propostas que visam a reduzir as emissões de carbono dos setores produtivos brasileiros, discutindo propostas de políticas públicas e a formulação de um marco regulatório sobre o clima. Na ocasião, Mario Monzoni, coordenador de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVCes), deixou clara a motivação da iniciativa:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Mario_monzoni.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11591" title="Mario_monzoni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Mario_monzoni.jpg" alt="" width="200" height="177" /></a></p>
<blockquote><p><em>«Ter acesso aos mercados é questão vital para as empresas e elas começam a ser questionadas sobre quanto de carbono estão embarcando nos postos ou quanto de carbono estão colocando na cadeia de suprimento de seus compradores&#8230; A questão ambiental começa a dialogar muito estreitamente com competitividade.»</em> (<em>Valor Econômico</em>, 20/10/2011)</p></blockquote>
<h2>Licença para poluir</h2>
<p>No evento, realizado em São Paulo (SP), foram defendidas duas estratégias de redução de emissões: o estabelecimento de políticas de comando e controle e a redução por meio de instrumentos econômicos. A segunda opção se refere tanto ao repasse aos consumidores dos custos de programas de redução de emissões, quanto à implementação de um mercado de emissões, como o europeu.«Uma empresa tem direito de poluir x. Se precisa emitir mais do que aquilo, tem que ir ao mercado e comprar licenças» — explicou Monzoni.</p>
<p>Tais propostas se integram no contexto da agenda dos setores empresariais interessados no mercado de carbono em face das perspectivas – duvidosas – da 18ª. Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP-18), que se realizará em Durban, África do Sul, em dezembro. Com os sinais de que a renovação do Protocolo de Kyoto no próximo ano é bastante improvável, as empresas reunidas na EPC pretendem garantir um mercado nacional para os créditos de carbono. Em referência às incertezas quanto ao Protocolo, Monzoni afirmou: <em>«Estamos em um momento em que as coisas não estão claras&#8230; Mas, independentemente dos destinos do Protocolo de Kyoto, o Brasil tem uma lei.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desindustrialização em curso</h2>
<p>Monzoni se referia à legislação nacional, aprovada em 2010, que estabelece limites para a redução das emissões brasileiras até 2020. Mas o fato é que, sem um arcabouço jurídico internacional que estabeleça cotas de emissões para cada país, o mercado de créditos de carbono, majoritariamente baseado no esquema da UE (o chamado Emissions Trade System), tende a &#8220;desaquecer&#8221; de forma considerável e, dificilmente, o Brasil poderá sustentar por si mesmo negócios de grande vulto.</p>
<p>Em outra demonstração de que o mercado de créditos de carbono tem escassa consistência econômica e só se viabiliza por meio de medidas impositivas, a Academia de Ciências dos EUA acaba de divulgar mais um estudo &#8220;científico&#8221;, propondo a imposição de um imposto sobre as emissões de carbono no início das cadeias produtivas, como forma de provocar um &#8220;efeito cascata&#8221; de tributação progressiva das atividades produtivas, desde a extração de energia e das matérias-primas até o consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Novo imposto à vista</h2>
<p>Em paralelo ao evento, foi divulgado nos EUA um estudo &#8220;científico&#8221;, intitulado e publicado nos anais das Academias de Ciências dos Estados Unidos, que propõe um imposto sobre as emissões de carbono no início das cadeias de suprimentos., de modo a tornar a captação <em>«em prol do meio ambiente»</em> mais eficiente.</p>
<p>Intitulado The supply Chain of CO<sub>2</sub> Emissions (A cadeia de Suprimentos das Emissões de CO<sub>2</sub>), o documento analisou a matriz de emissões de 112 países e 58 setores industriais, e afirma que 67% das emissões globais de carbono seriam tributáveis, se a regulação das emissões ocorresse no ponto de extração dos combustíveis fósseis. Além disto, propõe que a concentração geográfica em um restrito número de países envolvidos na extração e refino/beneficiamento de combustíveis fósseis possibilita a simplificação da regulação das emissões, por meio da tributação &#8220;na boca do poço&#8221;, &#8220;na porta da mina&#8221; ou na usina de refino – reduzindo as possibilidades de se evitar os limites e as tributações das emissões de carbono pelos setores produtivos (<em>Ecopolítica</em>, 9/10/2011).</p>
<p>Não por acaso, entre os autores do documento está Ken Caldeira, cientista atmosférico do Instituto Carnegie de Ciência (EUA) e um dos mais entusiasmados proponentes de esquemas mirabolantes para combater o suposto aquecimento global causado pelo homem, como os chamados projetos de geoengenharia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Insistência na culpa humana</h2>
<p>Um senão: toda essa estrutura de negócios envolvendo questões climáticas depende da percepção geral de que as atividades humanas estariam influenciando negativamente o clima global e, principalmente, da existência de um marco jurídico internacional de restrições das emissões de carbono (papel exercido, atualmente, pelo Protocolo de Kyoto, que expirará em 2012). O grande problema é que a crise econômico-financeira global está colocando em evidência os altos custos de tais esquemas de &#8220;descarbonização&#8221; da economia, ao mesmo tempo em que aumentam os questionamentos aos cenários alarmistas referentes ao clima, cujos exageros são cada vez mais evidentes. Tudo isso coloca sérias interrogantes sobre os negócios &#8220;climáticos&#8221; e, por conseguinte, as empresas deveriam prestar muita atenção na mudança de direção dos ventos.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 24, de 26 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagens</strong> ➞ <a href="http://picopetroleo.blogspot.com/">http://picopetroleo.blogspot.com</a> ; <a href="http://mercadoetico.terra.com.br/">http://mercadoetico.terra.com.br</a></p>
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		<title>Ciência reprova &#8220;telhados brancos&#8221; em SP</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ciencia-reprova-telhados-brancos-em-sp/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/ciencia-reprova-telhados-brancos-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 14:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Por iniciativa do vereador Antonio Goulart (PSD-SP), a Câmara Municipal de São Paulo promoveu um debate sobre o tema "Telhados brancos: problema ou solução?", para discutir o projeto de lei de sua autoria que propõe a pintura de branco de tetos e telhados na cidade, para ajudar a combater os efeitos do aquecimento global. Embora o projeto tenha sido aprovado em primeira votação, em novembro de 2010, as manifestações contrárias de cientistas e pesquisadores, que apontavam a falta de base científica para a iniciativa, levou Goulart a promover o debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Por iniciativa do vereador Antonio Goulart (PSD-SP), a Câmara Municipal de São Paulo promoveu um debate sobre o tema &#8220;Telhados brancos: problema ou solução?&#8221;, para discutir o projeto de lei de sua autoria que propõe a pintura de branco de tetos e telhados na cidade, para ajudar a combater os efeitos do aquecimento global. Embora o projeto tenha sido aprovado em primeira votação, em novembro de 2010, as manifestações contrárias de cientistas e pesquisadores, que apontavam a falta de base científica para a iniciativa, levou Goulart a promover o debate.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Iniciativa inútil</h2>
<p>No evento, realizado na segunda-feira 10 de outubro, no auditório da Câmara, a mensagem da ciência foi inequívoca: a medida proposta pelo projeto não terá qualquer influência sobre o clima, nem na escala urbana e, muito menos, na global. Mesmo os apoiadores da iniciativa, como o engenheiro iraniano-estadunidense Hashem Akbari, que a vem propondo em âmbito internacional, não conseguiu apresentar dados reais que comprovassem a sua utilidade, sendo contestado pela maioria dos debatedores.</p>
<p>A mesma reprovação ao projeto foi feita por representantes do Instituto de Engenharia e do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis de São Paulo (Secovi), que participaram da sessão de abertura do evento.</p>
<p>O debate demonstrou, uma vez mais, a falta de argumentos sólidos para justificar as propostas e políticas baseadas na suposta influência humana sobre as mudanças climáticas, tema que provocou algumas intervenções mais acaloradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sem graça&#8230;</h2>
<p>Diante das críticas que recebeu, Akbari, também apresentado como Prêmio Nobel da Paz de 2007, por ser integrante do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), viu-se obrigado a mudar o discurso. <em>«Não uso a palavra pintar. Sempre promovo a ideia, encorajo as pessoas a buscar cores leves. Isso não vai ter aumento de custo e podemos economizar 1 dólar por metro quadrado em ar condicionado. Não quero que isso aconteça em 15 dias. Isso não vai acontecer da noite para o dia. E não estou fazendo uma proposta a partir do nada»</em> – disse ele (<em>G1 SP</em>, 10/10/2011).</p>
<p>Para justificar a proposta, ele afirmou que, segundo seus cálculos, a pintura de uma superfície de 10 metros quadrados com cores claras permitiria a &#8220;neutralização&#8221; dos efeitos da emissão de até 10 toneladas de dióxido de carbono por ano.</p>
<p>Akbari, que coordena a iniciativa denominada &#8220;100 Cool Cities&#8221;, com a qual pretende reduzir as temperaturas de grandes cidades e reduzir o aquecimento global, disse também que gostaria que São Paulo se juntasse ao projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Críticas acadêmicas</h2>
<p>Por sua vez, dois professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) criticaram enfaticamente o projeto de lei. <em>«A cidade de São Paulo já é em grande parte branca. Sugiro que o projeto não vá adiante porque não é interessante para a cidade»</em> – afirmou o professor Silvio Soares de Macedo.</p>
<p>Para Fábio Mariz Gonçalves, a proposta é &#8220;elitista&#8221; e um de seus primeiros efeitos será promover um aumento do número de acidentes por quedas de lajes.</p>
<blockquote><p><strong><em>«Essa proposta de lei é absolutamente patética se colocada diante da cidade que eu conheço. Mais de 70% de São Paulo é feita sem lei, é feita sem dinheiro, por autoconstrução. Uma parte da nossa população não tem janela no quarto. O teto pinga e a casa é mal construída. Se aprovarmos uma lei como essa, demandaria cuidado e rigor técnico enorme em troca de uma pequena contribuição. Estamos falando de um custo que nossa sociedade não tem condições de bancar. Se pedir para a população gastar R$ 40 para pintar de forma ordinária um barraco mal feito, ela não tem os R$ 40. Essa é uma discussão absolutamente elitista»</em></strong> – disparou.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Telhado-branco.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11413" title="Telhado-branco" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Telhado-branco-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a></p>
<p>O Dr. Antonio Jaschke Machado, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), demonstrou, com dados observados em anos de pesquisas, que a capacidade de reflexão da radiação solar das cidades, que, supostamente, seria ampliada com o seu &#8220;embranquecimento&#8221;, depende muito mais da geometria urbana do que da coloração das suas superfícies. Ademais, afirmou, um levantamento de dez anos da nebulosidade de São Paulo demonstrou que em menos de 10% do tempo a cidade tem um céu sem nuvens, e a maior parte deste período ocorre durante o inverno, quando a insolação se faz mais necessária.</p>
<p>Os três pesquisadores pediram a suspensão do projeto de lei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Polêmicas&#8230;</h2>
<p>Em sua exposição, o Dr. Ricardo Augusto Felício, professor de Climatologia do Departamento de Geografia da USP, demonstrou de forma categórica a incapacidade física de as ações humanas influenciarem o clima em escala global, apontando a influência de interesses políticos e econômicos na formulação de políticas públicas sobre as questões climáticas.</p>
<p>O comentário provocou uma irritada reação de Akbari, que interpelou o professor da USP, dizendo-se pessoalmente ofendido pela insinuação de que ele tinha interesses financeiros escusos nas propostas que tem feito.</p>
<p>Outro debatedor que se mostrou incomodado foi o Dr. Vanderlei Moacyr John, professor da Escola Politécnica da USP, que iniciou sua exposição com uma preleção sobre a existência de uma &#8220;hierarquia na ciência&#8221;, segundo a qual as opiniões de certos cientistas, como os <em>«céticos que afirmam que o aquecimento global não existe»</em>, não teriam o mesmo peso que as dos <em>«milhares de cientistas que afirmam o contrário»</em>. Quanto aos telhados, o engenheiro, que tem um pós-doutorado pelo Instituto Real de Tecnologia da Suécia e é sócio fundador do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), não apresentou qualquer argumento em favor da medida, admitindo que a mera pintura não resolveria o problema. Sua proposta foi a de que se deveria promover os métodos de construção sustentável com incentivos fiscais e legislação seletiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Teses alarmistas não se sustentam</h2>
<p>Falando em seguida, o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial do <em>MSIa Informa</em>, cumprimentou a iniciativa do vereador Goulart, afirmando que se tratava de uma rara oportunidade de que os críticos dos cenários climáticos catastrofistas fossem ouvidos. Segundo ele, toda vez que isto acontece, fica evidente que as teses alarmistas não se sustentam em evidências científicas concretas, apenas em projeções de modelos matemáticos rodados em supercomputadores.</p>
<p>Respondendo diretamente às diatribes de Moacyr John, Lino afirmou que o conceito de &#8220;consenso numérico&#8221; é alheio à ciência, que se baseia em <em>«uma convergência permanente de hipóteses e fatos observados no mundo real»</em>. Ademais, enfatizou, a palavra &#8220;cético&#8221; teve o seu significado distorcido pelos defensores das teses alarmistas, pois <em>«todo cientista que se preza e honra os seus compromissos com a ciência e a sociedade deve ser um cético permanente»</em>, pois a ciência avança com o questionamento permanente do conhecimento existente em um dado momento.</p>
<p>Usando observações que comprovam as dramáticas e rápidas variações de temperaturas e níveis do mar ocorridas durante o período Quaternário, nos últimos 800 mil anos, Lino demonstrou que a natureza não precisa das emissões de carbono da Humanidade para provocá-las e, por conseguinte, a hipótese do &#8220;aquecimento global antropogênico&#8221; não passa no teste do método científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Oposição fundamentalista</h2>
<p>Ao final, Goulart afirmou que pretende usar os resultados do debate para repensar o texto do projeto de lei:</p>
<blockquote><p>«Nós vamos, com o conteúdo desse debate, procurar melhorar o projeto.»</p></blockquote>
<p>Não obstante, será difícil levá-lo adiante, mesmo modificado, em função da oposição maciça e fundamentada dos representantes da academia e das entidades de engenharia e construção civil.</p>
<p>A repercussão do debate paulistano poderá influenciar propostas semelhantes, que estão sendo consideradas em outras cidades brasileiras. Se a ciência tiver a mesma oportunidade de se manifestar, os &#8220;telhados brancos&#8221; já foram reprovados.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Alerta em Rede</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 22, de 14 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://www.newhome.com.br/">http://www.newhome.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>Congresso discute visões opostas sobre mudanças climáticas</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/congresso-discute-visoes-opostas-sobre-mudancas-climaticas/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 20:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Desindustrialização]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Na terça-feira 20, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR), promoveu um debate sobre a influência do aquecimento global na agricultura mundial e na Amazônia brasileira. Os debatedores convidados foram o agrônomo Judson Ferreira Valentim, diretor regional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre, o climatologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<p>O Congresso Nacional realizou, esta semana, duas audiências públicas para a discussão das mudanças climáticas, cada uma dedicada a uma das duas visões opostas sobre o tema, como um fenômeno natural ou induzido pelas atividades humanas.</p>
<p><strong>Na terça-feira 20, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR), promoveu um debate sobre a influência do aquecimento global na agricultura mundial e na Amazônia brasileira. Os debatedores convidados foram o agrônomo Judson Ferreira Valentim, diretor regional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre, o climatologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Preocupações da Embrapa</h2>
<p>No evento, Valentim expôs as pesquisas da Embrapa que visam a antecipar os eventuais efeitos das mudanças climáticas nas décadas vindouras, com base nos cenários do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas, órgão que encabeça a visão prevalecente de que as alterações climáticas ocorridas no período industrial são causadas pela ação humana. Mesmo sem se comprometer com tais cenários ou, mesmo, a vertente “antropogênica”, ele lembrou que a Embrapa é uma empresa do Estado e, como tal, executa políticas determinadas pelo Estado brasileiro, cabendo ao Congresso atuar para influenciar tais políticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/molion.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11258" title="molion" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/molion-232x300.jpg" alt="" width="120" height="156" /></a>As críticas do prof. Molion</h2>
<p>Em sua exposição, Molion, que é um dos mais ativos críticos brasileiros das teses “aquecimentistas”, criticou severamente o uso dos cenários do IPCC, que, segundo ele, não têm qualquer relevância científica, apesar de estarem contribuindo para alarmar os produtores agrícolas brasileiros. Alguns dos cenários preveem quedas drásticas em certas safras e, até mesmo, a inviabilização de algumas delas em certos estados do País. Para ele, os modelos matemáticos usados pelo IPCC são representantes perfeitos da máxima da informática “lixo para dentro, lixo para fora”, e não deveriam, de modo algum, ser usados para orientar políticas públicas.</p>
<p>Baseado em sua experiência de 42 anos de estudos climáticos e com um farto uso de evidências observadas no mundo real, Molion demonstrou cabalmente que as variações naturais do sistema climático superam por larga margem qualquer eventual influência humana na escala global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Geraldo-Lino.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11257" title="Geraldo-Lino" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Geraldo-Lino-200x300.jpg" alt="" width="126" height="188" /></a>Aquecimento antropogênico não se confirma</h2>
<p>Por sua vez, Geraldo Luís Lino, que é autor do livro <em>«</em><em>A Fraude do Aquecimento Global: Como Um Fenômeno Natural Foi Convertido Numa Falsa Emergência Mundial»</em> (<em>Capax Dei</em>, 2009), demonstrou que a hipótese do aquecimento global antropogênico é <em>«reprovada no teste do método científico»</em>, pois não se sustenta em evidências físicas do mundo real. Entre outras, mostrou que as mudanças constituem o estado natural do clima, tendo produzido temperaturas e níveis do mar bem mais altos e bem mais baixos que os atuais, além de taxas de variação igualmente muito superiores às observadas desde a Revolução Industrial do século XVIII.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Outras prioridades</h2>
<p>Ademais, afirmou, o discurso catastrofista contribui para distorcer a percepção das verdadeiras emergências mundiais, como as consequências das deficiências de infraestrutura de saneamento básico e geração de eletricidade, que afetam grande parte da população mundial, e das prioridades nas quais o Brasil deveriam se concentrar. Criticando o recém estabelecido “Fundo do Clima” do Ministério do Meio Ambiente, ele disse que, em vez de se preocupar com projetos inócuos como uma rede de monitoramento de gases de efeito estufa na agricultura, prioridades mais relevantes seriam a disponibilidade de um satélite meteorológico próprio, um maior número de radares meteorológicos e um sistema efetivo de alertas de fenômenos meteorológicos intensos, que está sendo implementado de forma improvisada, após as enchentes que abalaram a Região Serrana do Rio de Janeiro, no início do ano.</p>
<p>Nos debates, os deputados Quartiero, Valdir Colatto (PMDB-SC) e Edio Lopes (PMDB-RR) enfatizaram a importância de que a discussão de tais críticas à visão alarmista prevalecente sobre o assunto seja aprofundada no Congresso, lamentando que seus colegas favoráveis às teses ambientalistas não tenham aparecido para debater publicamente. Colatto afirmou que o tema ganha ainda mais relevância em função da realização da conferência Rio+20, no Rio de Janeiro (RJ), em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Na contramão, as ações do governo</h2>
<p>No dia seguinte, a audiência foi na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, onde o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Eduardo Delgado Assad, apresentou as principais ações do Governo Federal para efetivar a Política Nacional sobre Mudanças do Clima (Lei 12.187/09). Entre elas, destacou a redução do desmatamento da Amazônia, a diminuição da emissão de gases de efeito estufa e o início da execução de diversos planos setoriais entre as principais ações já efetivadas (<em>Agência Câmara</em>, 22/09/2011).</p>
<p>Assad informou que alguns planos setoriais já estão prontos ou em fase de revisão, como o que prevê o controle do desmatamento na Amazônia Legal e no Cerrado; o de baixa emissão de carbono na agricultura; e o de siderurgia. Ele ressaltou que o plano setorial na área de recursos hídricos, aprovado nesta semana pela Casa Civil, contempla a ocorrência de enchentes, secas e ações vinculadas à erosão costeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/industrias.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11259" title="industrias" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/industrias-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Mais restrições às indústrias</h2>
<p>No caso da indústria, disse ele, o governo ainda avalia como estabelecer as metas de redução da emissão de gases, pois há divergências nesse debate: para alguns, a indústria poderá perder competitividade se for obrigada a seguir metas de redução de emissões. Para outros, a redução das emissões tornará a indústria <em>«competitiva no médio prazo»</em>, pois ela se alinharia à “economia verde”.</p>
<p>Assad admitiu que, sem o estabelecimento de metas para a indústria, será difícil aplicar os recursos do Fundo Nacional de Mudanças Climáticas (FNMC), o “Fundo do Clima”, recém regulamentado (<em>Alerta Científico &amp; Ambiental</em>, 8/09/2011). Segundo ele, serão selecionados 70 projetos para receber recursos do fundo, que começou a operar com R$ 230 milhões. Até agora, já foram apresentados 170 projetos para análise.</p>
<p>Pelo teor das declarações do secretário, percebe-se que os técnicos do MMA que depositam tantas esperanças na “economia verde” não acompanham ou ignoram o desempenho de iniciativas do gênero nos EUA e na Europa, em especial, no Reino Unido, como temos acompanhado neste boletim. Por isso, é realmente fundamental que o Congresso se abra para uma ampla discussão do assunto, sem a qual o País tende a repetir os erros cometidos naqueles países do Hemisfério Norte – e experimentar prejuízos similares.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 19, de 22 de setembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://www.criacionismo.com.br/">http://www.criacionismo.com.br</a>; <a href="http://www.reebd.org/">http://www.reebd.org</a>;</p>
<p><a href="http://www.revistapremierbusiness.com.br/">http://www.revistapremierbusiness.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>VIDEOS &#8211; MOLION: FENÔMENOS CLIMATOLÓGICOS E OS GRANDES CENTROS URBANOS</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/videos-prof-molion-fenomenos-climatologicos-e-os-grandes-centros-urbanos/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 15:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post são apresentados quatro videos do Professor, da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Baldicero Molion, no Seminário Fenômenos Climatológicos e os Grandes Centros Urbanos, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, MG (27-28/10/2010), postados no YouTube pela Conecta BH, em dezembro de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Luiz-Carlos-Molion-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1912" title="Luiz-Carlos-Molion-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Luiz-Carlos-Molion-2-300x225.jpg" alt="" width="154" height="115" /></a>Neste post são apresentados quatro videos do Professor, da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Baldicero Molion, no Seminário Fenômenos Climatológicos e os Grandes Centros Urbanos, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, MG (27-28/10/2010), postados no YouTube pela Conecta BH, em dezembro de 2010.</p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZiuDo1_ct1g?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZiuDo1_ct1g?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K1fXSB0rwJg?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K1fXSB0rwJg?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/muAdYHXkQmQ?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/muAdYHXkQmQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9606" title="harpia-23dJpegMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg" alt="" width="80" height="45" /></a></p>
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		<title>&#8220;Potência verde&#8221; avança com o REDD&#8230; mas rateia com a infraestrutura</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/potencia-verde-avanca-com-o-redd-mas-rateia-com-a-infraestrutura/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 14:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desindustrialização]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, o documento-síntese para a preparação da estratégia nacional para a consolidação do esquema de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, conhecido pela sigla REDD. O documento reúne as conclusões de uma série de consultas realizadas pelo MMA no segundo semestre de 2010, referentes às políticas públicas federais, iniciativas estaduais e princípios e critérios socioamentais propostos pelo movimento ambientalista, além de princípios operacionais para o funcionamento do mecanismo (IPAM, 5/08/2011).
Enquanto as considerações com a agenda ambientalista ocupam lugar de destaque na pauta política brasileira, a incomparavelmente mais relevante expansão e modernização da infraestrutura física continua deixando a desejar. As deficiências do setor se mostram, em especial, na insuficiência de investimentos, que foram de apenas 2,32% do PIB ao longo da última década, inferiores ao mínimo considerado necessário para evitar a deterioração dos sistemas, de 2%, e bem abaixo dos investimentos de outras economias emergentes, como a China (13,4%), Índia (6%), Tailândia (15%), Vietnã (11%) e Chile (6,2%) (O Estado de S. Paulo, 2/08/2011).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><span style="color: #003300;">&#8220;Potência verde&#8221; avança com o REDD&#8230;</span></h1>
<p>O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, o documento-síntese para a preparação da estratégia nacional para a consolidação do esquema de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, conhecido pela sigla REDD. O documento reúne as conclusões de uma série de consultas realizadas pelo MMA no segundo semestre de 2010, referentes às políticas públicas federais, iniciativas estaduais e princípios e critérios socioamentais propostos pelo movimento ambientalista, além de princípios operacionais para o funcionamento do mecanismo (<em>IPAM</em>, 5/08/2011).</p>
<p>O mecanismo, que prevê compensações financeiras para o desmatamento evitado, incluindo-o na contabilidade das emissões de gases de efeito estufa, foi proposto originalmente por ambientalistas estadunidenses e brasileiros, na reunião da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-9), realizada em Milão, Itália, em 2003. Evidentemente, a compensação financeira para evitar o desmatamento representa uma interessante convergência de interesses para as partes envolvidas na agenda ambientalista internacional: governos e entidades privadas do Hemisfério Norte interessados em dificultar a expansão e modernização das atividades econômicas na Região Amazônica, operadores dos mercados de créditos de carbono e ONGs ambientalistas crescentemente envolvidas nas operações financeiras baseadas em temas ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;">ONGs na área</span></h2>
<p>A ONG mais envolvida com o esquema REDD é o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), filial brasileira do Woods Hole Research Center (WHRC) criada em 1995, que tem atuado como um importante conduto das propostas e iniciativas de algumas das principais ONGs ambientalistas dos EUA para a Amazônia brasileira. Seu vice-presidente é o antropólogo Stephan Schwartzman, diretor do Environmental Defense Fund (EDF) e veterano de mais de três décadas de campanhas ambientalistas e indigenistas na Amazônia. No seu conselho diretor também têm assento a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva e dois dos principais promotores da agenda climática catastrofista no País, o climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o físico Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Por sua vez, o WHRC foi fundado pelo biólogo George M. Woodwell, membro fundador do EDF e de outras importantes ONGs estadunidenses do alto escalão do aparato ambientalista. Woodwell é um dos principais articuladores da agenda ambientalista, desde a década de 1960, tendo participado ativamente da campanha que resultou no banimento do DDT nos EUA e das discussões que resultaram na criação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas.</p>
<p>Diante de semelhante &#8221;pedigree&#8221; de seus idealizadores, o esquema REDD promete ser apenas mais um dispositivo a serviço da agenda ambientalista, com escasso valor real para os interesses maiores da sociedade brasileira.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<h1><span style="color: #003300;">&#8230;mas rateia com a infraestrutura</span></h1>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a>Enquanto as considerações com a agenda ambientalista ocupam lugar de destaque na pauta política brasileira, a incomparavelmente mais relevante expansão e modernização da infraestrutura física continua deixando a desejar. As deficiências do setor se mostram, em especial, na insuficiência de investimentos, que foram de apenas 2,32% do PIB ao longo da última década, inferiores ao mínimo considerado necessário para evitar a deterioração dos sistemas, de 2%, e bem abaixo dos investimentos de outras economias emergentes, como a China (13,4%), Índia (6%), Tailândia (15%), Vietnã (11%) e Chile (6,2%) (O Estado de S. Paulo, 2/08/2011).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Claudio-Frischtak.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10611" title="Claudio-Frischtak" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Claudio-Frischtak-300x235.jpg" alt="" width="151" height="118" /></a>Para o economista Cláudio Frischtak, da InterB Consultoria, na prática, o País está reduzindo a sua malha logística, em vez de ampliá-la. Autor de um estudo sobre o assunto, ele mostra que, entre 2001 e 2010, foram investidos apenas R$ 543,3 bilhões no setor. Ademais, os investimentos são bastante desiguais: do montante investido no período estudado, 57% foram aplicados em geração de energia e telecomunicações, 12,5% em saneamento e menos de 10%, em transportes. Destes, que somaram R$ 166 bilhões, 69% foram aplicados no modal rodoviário, deixando as ferrovias, metrô, hidrovias, portos e aeroportos com apenas 31% dos investimentos setoriais.</p>
<p><em>«Hoje temos um país rodoviário e, mesmo com a concentração dos recursos, as estradas estão mal, as ferrovias são limitadas e o investimento em hidrovias é residual»</em> — diz Frischtak.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/navio-no-porto.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10612" title="navio-no-porto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/navio-no-porto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Corrida tecnológica</span></h2>
<p>O economista adverte que a permanência desse quadro deixa o Brasil em uma situação delicada em relação às demais economias emergentes:</p>
<blockquote><p><em>«Nossos competidores se reposicionam continuamente. Estão investindo mais, não só em infraestrutura, mas em educação e tecnologia, e nós não estamos acompanhando. Para alcançar os níveis atuais dos asiáticos, temos de investir entre 4% e 6% do PIB em infraestrutura durante 20 anos. Isso para chegar onde estão hoje e não onde estarão quando chegarmos lá. Para convergir com eles, precisamos de 5% a 7%.»</em></p></blockquote>
<p>Uma constatação evidente é que a lacuna a ser preenchida não poderá depender, majoritariamente, de investimentos privados, o que implica na retomada das ações do Estado no setor. Isto implica em uma reversão da tendência instalada no País a partir da década de 1990, quando desestatização e privatização passaram a ser consideradas símbolos quase exclusivos de modernização e eficiência (mesmo quando boa parte das privatizações foi financiada com recursos públicos, via BNDES). A força motriz do impulso era – e continua sendo – o conceito de mercantilização da infraestrutura, considerada predominantemente como fonte de lucros e arrecadação tributária, em vez de um fator de promoção do interesse público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;">Desinteresse</span></h2>
<p>Por conta disso, o Brasil tem hoje uma das tarifas de eletricidade mais altas do mundo, apesar de a maior parte da geração ser feita por usinas hidrelétricas construídas há décadas e devidamente amortizadas. Outro exemplo é o abandono da malha ferroviária privatizada, da qual dois terços encontram-se inoperantes, enquanto a criação de novas linhas fica restrita ao interesse – ou o desinteresse − dos agentes privados.</p>
<p>Para superar esse impasse, as lideranças nacionais de todos os setores terão, acima de tudo, que deixar de lado preconceitos ideológicos que estão se mostrando disfuncionais diante da evolução dos acontecimentos mundiais, para que o Estado possa atuar em sintonia com a iniciativa privada, em um empenho que coloque os interesses maiores da sociedade no centro da formulação de políticas públicas. O Estado brasileiro precisa recuperar a iniciativa para o planejamento e os investimentos em infraestrutura, em parceria com a iniciativa privada ou, se necessário, isoladamente. O fracasso em se promover essa harmonia de interesses, certamente, custará muito caro ao País.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é composto de duas matérias sequenciais apresentadas no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 13, de 11 de agosto de 2011. Seus títulos são, respectivamente, <em><strong>«&#8221;Potência Verde&#8221; Avança com REDD&#8230;»</strong></em> e <em><strong>«&#8230; Mas Rateia com a Infraestrutura»</strong></em>. Introduzi subtítulos nos textos para facilitar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do <strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a><strong>Imagens</strong> ➞ <a href="http://www.valoronline.com.br/">http://www.valoronline.com.br</a> ; <a href="http://www.fabiobelau.com/">http://www.fabiobelau.com</a><strong> </strong></p>
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		<title>Telhados brancos, benefícios obscuros</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 14:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo de cientistas e pesquisadores paulistas está encabeçando uma reação à chamada "Lei dos Telhados Brancos", a qual determina que todos os tetos e telhados da cidade sejam pintados de branco, para ajudar a combater o aquecimento global. A lei já foi aprovada em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo, em dezembro de 2010, e se aprovada em definitivo e sancionada pela Prefeitura, obrigará todos os proprietários de imóveis a cumprir as suas determinações em até 180 dias após a sua data de efetivação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Telhado-brancos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9974" title="Telhado-brancos" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Telhado-brancos-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a>Um grupo de cientistas e pesquisadores paulistas está encabeçando uma reação à chamada &#8220;Lei dos Telhados Brancos&#8221;, a qual determina que todos os tetos e telhados da cidade sejam pintados de branco, para ajudar a combater o aquecimento global. A lei já foi aprovada em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo, em dezembro de 2010, e se aprovada em definitivo e sancionada pela Prefeitura, obrigará todos os proprietários de imóveis a cumprir as suas determinações em até 180 dias após a sua data de efetivação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Mais uma vez a falta de fundamentação científica</span></h2>
<p>Coordenado pelo Dr. Ricardo Augusto Felício, professor de Climatologia do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), e pelo Dr. Antonio Jaschke Machado, professor de Climatologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), o grupo está divulgando uma carta aberta intitulada <em>«Telhados Brancos, Benefícios Obscuros»</em>, na qual demonstram a total falta de fundamentação científica para a iniciativa e alertam a população paulistana para a necessidade de uma mobilização contra o projeto de lei.</p>
<p>Já publicado em vários sítios, o documento afirma que a implementação do projeto de lei, de autoria do vereador Antonio Goulart (PMDB), <em>«não proporcionará qualquer vantagem para a sociedade em geral, apenas ônus para a quase totalidade dela – e lucros e receitas questionáveis para uns poucos»</em>. Assim afirma o texto:</p>
<blockquote><p><em>«O problema principal é que tais justificativas não têm qualquer base científica e a forma como o projeto foi discutido e aprovado em primeira instância, sem uma ampla discussão envolvendo a comunidade científica e técnica, que poderia aportar subsídios relevantes a ela, denota a forma superficial com que as questões ambientais têm sido apresentadas à sociedade em geral, criando um contexto em que poucos questionam as reais motivações de tais medidas.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Equívoco técnico</span></h2>
<p>Os autores ressaltam que um único fato elementar já seria suficiente para inviabilizar a proposta, caso a sua motivação tivesse realmente uma base científica:</p>
<blockquote><p><em>«Os telhados constituem apenas uma fração reduzida das construções. Em uma cidade altamente verticalizada como São Paulo, as superfícies combinadas de todas as paredes externas, muros, calçadas etc superam em muito as áreas dos telhados. Como o Sol &#8220;passeia&#8221; pelo céu durante todo o dia, todas essas superfícies são atingidas pelos seus raios, em ângulos que variam com as horas do dia e as estações do ano; desta maneira, todas elas permanecem durante todo o período de insolação transformando as ondas curtas da luz do Sol em ondas longas que geram calor.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Alguém vai ganhar dinheiro&#8230;</span></h2>
<p>Para os autores, <em>«os únicos beneficiários de uma lei tão esdrúxula seriam os fabricantes de tintas e, eventualmente, a Prefeitura, caso se decidissem aplicar multas aos proprietários que não pintassem seus telhados no prazo estabelecido ou, posteriormente, deixassem de manter devidamente limpos os seus telhados»</em>.</p>
<p>Por isso, concluem:</p>
<blockquote><p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>«A população de São Paulo precisa estar atenta e se mobilizar para impedir a sua aprovação – inclusive, para evitar que iniciativas semelhantes sejam adotadas em outras cidades e estados do País.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>O texto completo do documento pode ser consultado, entre outros, no sítio <a href="http://www.fakeclimate.com/beta/" target="_blank">Fake Climate.com</a>.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_-300x19.png" alt="" width="300" height="19" /></a></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7483" title="seta-verde-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos </strong>→<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 08, de 07 de julho de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>→<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>→<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #003300;">http://www.alerta.inf.br/</span></a> e <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">http://www.msia.org.br/</span></a>.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Mensagens e sugestões </strong>→<strong> </strong>favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">msia@msia.org.br</span></a> ou para Editoria MSIa: <span style="color: #003300;">geraldo@msia.org.br</span>.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> → loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/"><span style="color: #003300;">www.capaxdei.com.br</span></a>; e-mail : <span style="color: #003300;">capaxdeieditora@gmail.com</span></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></strong></span><span style="color: #003300;"><strong>Imagem </strong>→<strong> <a href="http://www.ambienteenergia.com.br/"><span style="color: #003300;">http://www.ambienteenergia.com.br</span></a></strong></span></p>
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		<title>&#8220;Um fracasso generalizado do método científico&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 21:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos fatores mais relevantes e menos percebidos da presente crise global é o crescente abandono do método científico que a Humanidade levou milênios para desenvolver, trocado por um enfoque míope e limitado de "ciência por consenso", cujo impacto na formulação das políticas públicas de ciências e tecnologias tem sido devastador. De fato, ao vincular a "corrente principal" das atividades científicas a agendas determinadas política e ideologicamente – como no caso exemplar dos estudos climáticos – essa tendência acaba criando um processo autoalimentado de supressão de quaisquer evidências que contrariem dogmas estabelecidos e "consensualmente" aceitos pela mainstream.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cientistas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8542" title="cientistas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cientistas-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a>Um dos fatores mais  relevantes e menos percebidos da presente crise global é o crescente abandono do  método científico que a Humanidade levou milênios para desenvolver, trocado por  um enfoque míope e limitado de &#8220;ciência por consenso&#8221;, cujo impacto na  formulação das políticas públicas de ciências e tecnologias tem sido devastador.  De fato, ao vincular a &#8220;corrente principal&#8221; das atividades científicas a agendas  determinadas política e ideologicamente – como no caso exemplar dos estudos  climáticos – essa tendência acaba criando um processo autoalimentado de  supressão de quaisquer evidências que contrariem dogmas estabelecidos e  &#8220;consensualmente&#8221; aceitos pela <em>mainstream</em>. Com perturbadora frequência,  linhas de pesquisa que oferecem perspectivas promissoras para o entendimento de  fenômenos de grande relevância para o futuro da Humanidade têm sido,  deliberadamente, descartadas como irrelevantes ou exóticas e, portanto, não  merecendo a atenção de cientistas &#8220;sérios&#8221;, autoridades e público, recursos para  pesquisas, divulgação e os demais requisitos para que o conhecimento científico  possa cumprir o seu papel de força motriz do progresso das sociedades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Cientistas proscritos</span></h2>
<p>Assim, não admira  que poucos cientistas insistam em nadar contra a corrente e prosseguir em tais  áreas, lutando contra o descrédito de colegas e do público, não raro beirando o  desprezo, falta de verbas, equipamentos e tempo, e passem a se reunir quase em  pequenas confrarias, para trocar ideias e informações com seus pares igualmente  obstinados.</p>
<p>Dois encontros  internacionais recentes abordaram duas dessas áreas &#8220;proscritas&#8221;: a 16ª  Conferência Internacional Sobre Fusão a Frio (ICCF16), em Chennai, Índia  (6-11/02/2011) e o simpósio sobre Fenômenos Sismoeletromagnéticos e Precursores  de Terremotos, realizado durante a Assembleia Geral de 2011 da União Europeia de  Geociências, em Viena, Áustria (7-8/04/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Assuntos polêmicos e enigmáticos</span></h2>
<p>A &#8220;fusão a frio&#8221;,  também chamada de &#8220;reações nucleares assistidas quimicamente&#8221; (CANR, em inglês) ou  &#8220;reações nucleares de baixa energia&#8221; (LENR, em inglês), foi apresentada ao mundo  em 1989, quando os eletroquímicos Martin Fleischmann e Stanley Pons, da  Universidade de Utah, anunciaram ter detectado excesso de calor e partículas  nucleares em experiências envolvendo a eletrólise de água pesada em contato com  uma superfície de paládio. Posteriormente, dificuldades com a repetição da  experiência e dos resultados, além de um relatório desfavorável do Departamento  de Energia dos EUA, levaram ao descrédito em relação ao fenômeno, embora  cientistas de vários países e até mesmo instituições governamentais (como o  Departamento de Pesquisas da Marinha dos EUA) tenham continuado as pesquisas, em  perfil mais baixo. Desde então, as pesquisas motivaram a realização de 16  conferências internacionais sobre o tema, sendo a de Chennai a mais recente.</p>
<p>A ICCF16 se  realizou sob o impacto do anúncio de uma experiência ocorrida semanas antes, na  Itália, quando os físicos Sergio Focardi e Andrea Rossi, da Universidade de  Bologna, demonstraram publicamente um dispositivo de 10 kilowatts capaz de gerar  um excesso de energia térmica dez vezes maior. No evento, do qual participaram  cerca de 500 pessoas, entre pesquisadores de vários países e professores e  estudantes indianos, foram relatados os avanços obtidos em pesquisas realizadas  na Itália, Japão, Rússia e EUA.</p>
<p>Na abertura,  Mustansir Barma, diretor do Instituto Tata de Pesquisa Fundamental (TIFR), o  principal centro de pesquisas básicas indiano, admitiu que os fenômenos  observados na área ainda constituem um enigma científico, pois ainda não se sabe  como a matéria condensada deflagra as reações nucleares observadas. Ou, em  outras palavras, como é possível que reações químicas na escala de  elétrons-volts (eV) possam ocasionar reações nucleares na escala de MeV, um  milhão de vezes maior?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Fracasso do método científico?</span></h2>
<p>Em seu discurso,  que foi lido na conferência devido à sua ausência forçada, o vice-chanceler de  Pesquisas da Universidade de Missouri, Robert Duncan, enfatizou que a deplorável  situação que envolve as pesquisas na área se deve a <em>«um fracasso generalizado do  método científico»</em>. Ele recordou os primeiros passos de duas tecnologias que  hoje têm enorme importância, os dispositivos eletrônicos no estado sólido  (transistores, circuitos integrados etc.) e os supercondutores em altas  temperaturas. Problemas idênticos aos ocorridos com a &#8220;fusão a frio&#8221;, como as  dificuldades de repetibilidade das experiências, prejudicaram o desenvolvimento  comercial de ambas as tecnologias, hoje consagradas.</p>
<p>No evento, a  maioria dos pesquisadores se mostrou otimista com a perspectiva de que a  exploração comercial do fenômeno, para a geração de energia, poderá ocorrer em  uma ou duas décadas (<em>Infinite Energy</em>, março/abril/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/terremoto.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-8545" title="terremoto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/terremoto.bmp" alt="" /></a><span style="color: #000080;">Antecipando  terremotos</span></h2>
<p>A despeito da  importância do tema, o simpósio Fenômenos Sismoeletromagnéticos e Precursores de  Terremotos, realizado menos de um mês após o grande terremoto que devastou o  Nordeste do Japão, recebeu escassa atenção dos participantes da reunião anual da  União Europeia de Geociências. Não obstante, os trabalhos apresentados  permitiram avaliar os importantes progressos que têm sido feitos em vários  países, no entendimento dos terremotos como fenômenos não somente geológicos,  mas inseridos em um contexto extraterrestre, no qual podem ser influenciados por  fenômenos como as radiações solares. Em especial, pesquisadores como os  italianos Píer Francesco Biagi e Tommaso Maggipinto, o japonês Masashi Hayakawa,  o russo Sergey Pulinets, o francês Michel Parrot, o estadunidense Friedemann  Freund e outros, têm se dedicado a estudar os sinais precursores dos grandes  terremotos, como se manifestam no campo geomagnético, na ionosfera e na própria  atividade solar.</p>
<p>Michael Parrot, do  Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) francês, apresentou os  resultados preliminares de uma série de levantamentos feitos a partir do  satélite francês Demeter, que ficou seis anos em órbita coletando dados sobre  áreas sísmicas do globo terrestre. Suas palavras sintetizam a situação  geral:</p>
<p><em>«Estudos recentes&#8230;  mostraram que sinais atmosféricos precursores foram observados ao nível do solo  e no espaço, em vários eventos sísmicos recentes. A grande pergunta que se  discute na comunidade científica é se esses sinais ocorrem de maneira  sistemática antes dos grandes terremotos. Para responder a essa pergunta,  começamos a estudar as anomalias atmosféricas durante os grandes  terremotos.</em></p>
<p><em>«Nosso enfoque se  baseia na integração de vários parâmetros físicos e ambientais (radiação térmica  infravermelha, concentração de elétrons na ionosfera, atividade de radônio,  temperatura do ar e sismicidade), que se encontram relacionados com os  terremotos&#8230; Nossos primeiros resultados sugerem o aparecimento de anomalias  atmosféricas sistemática próximo à zona do epicentro, de um a cinco dias dos  grandes terremotos, o que poderia explicar-se por um processo comum entre os  parâmetros físicos observados e o processo de preparação do sismo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Investimentos são justificáveis</span></h2>
<p>As apresentações e  discussões ocorridas no evento deixam claro que o prognóstico de grandes  terremotos, em um futuro próximo, já deixou de ser especulação, para se tornar  uma possibilidade concreta. Vários pesquisadores ressaltaram a necessidade de  estabelecimento de um sistema global de coleta de dados, inclusive, com sensores  montados em satélites exclusivos (como os que russos, britânicos e chineses se  preparam para lançar), para proporcionar uma visão abrangente das interações  entre a Terra, seu campo magnético e o Sol. Ainda que, como vários debatedores  ressaltaram, devido à complexidade dos fenômenos envolvidos, dificilmente, se  chegará a níveis de acertos próximos a 100%, a possibilidade de que milhares e,  potencialmente, milhões de vidas possam vir a ser salvas com a antecipação de  sismos de grande magnitude que possam afetar grandes centros populacionais,  justifica todos os recursos que forem investidos nesse mais que promissor campo  do conhecimento.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_3.svg_.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, Nº 01, de 19 de maio de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ </span>loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
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		<title>Mundo real contraria discurso &#8220;aquecimentista&#8221; outra vez</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 13:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[A despeito da popularidade do discurso sensacionalista sobre as questões climáticas, que atribui às atividades humanas o aumento das temperaturas atmosféricas observado desde o século 19, a cada momento o mundo real se encarrega de contestar as afirmativas alarmistas dos porta-vozes do “aquecimentismo” – tendência convertida numa virtual indústria autossustentável. Vale a pena rever algumas delas, dadas a conhecer nos últimos dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a>A despeito da  popularidade do discurso sensacionalista sobre as questões climáticas, que  atribui às atividades humanas o aumento das temperaturas atmosféricas observado  desde o século 19, a cada momento o mundo real se encarrega de contestar as  afirmativas alarmistas dos porta-vozes do “aquecimentismo” – tendência  convertida numa virtual indústria autossustentável. Vale a pena rever algumas  delas, dadas a conhecer nos últimos dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/baleias-jubarte-a-saltar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8104" title="baleias-jubarte-a-saltar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/baleias-jubarte-a-saltar-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Recorde de baleias e  <em>krill</em></h2>
<p>Em 27 de abril, a  Universidade Duke (EUA) divulgou um boletim de imprensa sobre os resultados de  uma expedição realizada por uma equipe de cientistas da universidade ao litoral  da Península Antártica, no outono de 2009. Na expedição, que durou seis semanas,  os pesquisadores observaram a maior concentração de baleias corcundas e de <em>krill</em> (pequenos crustáceos que se alimentam  basicamente do fitoplâncton e,  por sua vez, constituem a base alimentícia de  baleias, pinguins, focas e  aves marinhas)  em mais de duas décadas de estudos na região.</p>
<p><em>«Uma agregação de  baleias e de krill tão incrivelmente densa como essa nunca havia sido vista  antes nessa área, nesta época do ano»</em> — disse o biólogo marinho Douglas Nowacek.</p>
<p>Nowacek e seus  colegas observaram, apenas na baía Guilhermina, uma concentração superior a  cinco baleias por quilômetro quadrado, a mais alta já registrada, o mesmo  ocorrendo com a concentração de <em>krill</em>. A equipe de Duke retornou no ano  seguinte e observou números similares.</p>
<p>A fauna marinha da  Antártida tem sido frequentemente citada nos relatos alarmistas, como sendo  bastante ameaçada pelas mudanças climáticas induzidas pelo homem. E, em uma  clara evidência de que não é “politicamente correto” fazer tais observações sem  citar o problema (assim como, na era soviética, qualquer obra científica tinha  que fazer pelo menos uma citação de Marx, Engels, Lênin ou Stálin), o boletim de  imprensa de Duke paga o seu tributo ao “aquecimentismo”, nas palavras do outro  coordenador do projeto, Ari S. Friedlaender:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><em>«A ausência de gelo  marinho é uma boa notícia para as baleias, a curto prazo, proporcionando a elas  um verdadeiro festim, na medida em que, toda noite, o krill migra verticalmente  para a superfície da baía. Mas também é má notícia a longo prazo, para ambas as  espécies e tudo mais que vive no Oceano Sul e depende do krill.»</em></span></p></blockquote>
<p>Apesar de que,  possivelmente, o Dr. Friedlaender não esteja disponível nesse longo prazo, para  ser cobrado pelo seu prognóstico, as baleias e os demais comensais que se  alimentam dos pequenos crustáceos antárticos deverão se beneficiar das ligeiras  elevações das temperaturas atmosféricas e oceânicas, como têm feito há milhões  de anos, nos períodos anteriormente chamados “ótimos climáticos” – antes que a  Climatologia fosse convertida num instrumento político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cadê o  “fitopânico”?</h2>
<p>Em 29 de julho de  2010, jornais do mundo inteiro estamparam em suas seções de ciências manchetes  sobre a mais recente “ameaça” atribuída ao aquecimento global: a diminuição das  concentrações do fitoplâncton marinho. No Brasil, <em>O Globo</em> reproduziu em  quase meia página um artigo do inglês <em>The Independent</em> intitulado «AT ragédia Invisível dos Mares», com esta grave advertência:</p>
<blockquote><p><em>«As plantas  microscópicas que alimentam toda a vida marinha estão morrendo em ritmo  drástico, segundo um estudo inédito conduzido pela Universidade de Dalhousie, no  Canadá, e publicado esta semana na revista Nature. A população oceânica  de fitoplânctons, como estes seres são conhecidos, caiu cerca de 40% durante o  século passado. Para os pesquisadores, a mudança está relacionada com o  aquecimento global e as crescentes temperaturas da superfície do mar&#8230; Se este  índice for confirmado por outros estudos, poderá representar, de acordo com  cientistas, um impacto maior do que a destruição de florestas tropicais e  recifes de coral.»</em></p></blockquote>
<p>Na edição de 5 de  agosto seguinte deste boletim, fizemos o seguinte comentário a  respeito:</p>
<blockquote><p><em>«O que denota  a própria publicação do estudo é exatamente a grande distorção do processo  científico que tem marcado o AGA</em> [aquecimento global antropogênico]<em>. Para  começar, trata-se de parte de uma tese de doutorado que ainda não foi sequer  defendida e, portanto, precisaria ser devidamente avaliado antes de ser  trombeteado ao mundo da maneira como foi, por um boletim de imprensa da  universidade&#8230; Ademais, não é preciso ser biólogo marinho ou oceanógrafo para  se intuir que uma redução tão drástica em um período tão reduzido – que ainda  precisa ser confirmada por outros estudos – não poderia ser atribuída a uma  única causa, menos ainda aos poucos décimos de grau centígrado em que as  temperaturas oceânicas variaram no século passado. Por conseguinte, será preciso  aguardar para ver se o estudo representará uma contribuição legítima para a  ciência ou se se trata de mais uma tentativa de pegar carona no comboio do  AGA.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Resposta à altura</h2>
<p>Pois bem. No seu  recém volume 472, publicado em 14 de abril, a mesma <em>Nature</em> traz uma  comunicação dos biólogos Ryan R. Rykaczewski e John P. Dunne, do Laboratório de  Dinâmica de Fluidos Geofísicos da Organização Nacional de Oceanos e Atmosfera  dos EUA, que simplesmente coloca por terra os relatos alarmistas do estudo  anterior. Vejamos a constatação dos cientistas estadunidenses (para facilitar a  compreensão dos leitores, dividimos o parágrafo do texto original):</p>
<blockquote><p><em>«Comunicação breve  (abril de 2011), em resposta a D.G. Boyce, M.R. Lewis e B. Worm, Nature  466, 591-596 (2010):</em></p>
<p><em>«O fitoplâncton  representa aproximadamente 50% da produção primária global, formam a base  trófica </em>[alimentícia - n.e.]<em> de quase todos os ecossistemas marinhos, é  fundamental para a transferência de energia trófica e tem um papel chave na  regulagem do clima, sequestro de carbono e produção de oxigênio. Boyce et al.  compilaram um índice de clorofila, combinando medições de clorofila in situ e medições em profundidade com discos de Secchi </em>[instrumento utilizado desde  a segunda metade do século XIX, para medições indiretas da densidade da massa de  fitoplâncton, a partir da transparência da água - n.e.]<em>, abrangendo um período  superior a 100 anos, e mostraram um decréscimo na biomassa de fitoplâncton  marinho, de aproximadamente 1% da mediana global por ano, ao longo do século  passado.</em></p>
<p><em>«Entretanto, oito  décadas de coletas de biomassa de fitoplâncton no Atlântico Norte, efetuadas  pela pesquisa Registro Contínuo de Plâncton (CPR, na sigla em inglês), mostram  um aumento em um índice de clorofila (Índice de Cor de Fitoplâncton), tanto na  bacia Nordeste como na Noroeste do Atlântico, e outras séries de longo prazo&#8230; Também indicam um aumento da biomassa de fitoplâncton, nos últimos 20-50 anos.  Estas observações, que não foram discutidas por Boyce et al., não estão de  acordo com as suas conclusões e ilustram a importância de se usarem observações  consistentes nas estimativas de tendências de longo  prazo.»</em></p></blockquote>
<p>Em outro trecho, os  autores afirmam:</p>
<blockquote><p><em>«Um exame mais  detalhado mostra que mudanças na metodologia de amostragem influenciadas pela  passagem do tempo, combinadas com uma tendência consistente na relação entre as  medições in situ e as derivadas dos índices de transparência [feitas com  o disco de Secchi - n.e.], geram uma tendência espúria ["a spurious  trend", no original] nas estimativas de síntese do fitoplâncton usadas por  Boyce et al. Os nossos resultados indicam que muito do declínio secular descrito  por Boyce et al., se não todo ele, pode ser atribuído a essa tendência temporal  do método de amostragem, e não a um decréscimo global da biomassa de  fitoplâncton.»</em></p></blockquote>
<p>Nestes dois  pequenos trechos da comunicação, uma aula de ciência real, demonstrando a  importância e a superioridade das observações do mundo real sobre formulações  teóricas induzidas pela ânsia de se tirar proveito das vantagens oferecidas pelo  alarmismo climático inconsequente. Desta feita, porém, não houve manchetes  garrafais na imprensa mundial e a notícia ficou restrita aos meios científicos e  aos blogs que se dedicam aos assuntos climáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E  cadê os “refugiados climáticos”?</h2>
<p>Em 2005, o Programa  das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) divulgou um prognóstico  alarmista, afirmando que, até 2010, as mudanças climáticas provocariam uma  tsunami de “refugiados climáticos”, estimada em até 50 milhões de pessoas. Na  ocasião, um estudo realizado em conjunto com a Universidade das Nações Unidas  informou ao mundo:</p>
<blockquote><p><em>«Em meio a previsões  de que, em 2010, o mundo precisará lidar com até 50 milhões de pessoas fugindo  aos efeitos de uma arrastada deterioração ambiental, especialistas da  Universidade das Nações Unidas dizem que a comunidade internacional precisa, com  urgência, definir, reconhecer e estender apoio a essa nova categoria de  “refugiados”&#8230; Problemas tais como a elevação do nível do mar, expansão dos  desertos e inundações catastróficas induzidas pelo tempo, já têm contribuído  para grandes migrações permanentes e, eventualmente, poderão deslocar centenas  de milhões de pessoas.» </em>(<em>Spiegel Online</em>, 18/04/2011)</p></blockquote>
<p>Pois 2010 chegou e  passou, e ninguém soube de qualquer onda de refugiados deslocados de suas terras  por motivos climáticos. Da mesma forma, ninguém se preocupou em cobrar do PNUMA  mais um prognóstico alarmista desfeito, até que, em 11 de abril último, o  escritor e blogueiro australiano Gavin Atkins, no blog <em>Asian Correspondent.com</em>,  resolveu bancar o inconveninente. Embora não seja cientista, Atkins utilizou o  fundamento do método científico, a convergência de hipóteses e fatos, para  avaliar a validade do prognóstico, nos países citados como ameaçados pelo PNUMA.  Vejamos os resultados da sua pesquisa, baseada nos censos populacionais dos  referidos países:</p>
<ul>
<li>Bahamas: segundo  o censo de 2010, registrou um aumento populacional de 50.047 pessoas desde  2000;</li>
<li>Santa Lúcia:  aumento de 5% na população, entre 2001 e 2010;</li>
<li>Seychelles: a  população passou de 81.755, em 2002, para 88.311, em 2010;</li>
<li>Ilhas Salomão: a  população aumentou em 100 mil pessoas ao longo da década, ultrapassando a marca  de meio milhão de habitantes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PNUMA em “saia justa”</h2>
<p>Diante da rápida  repercussão do artigo de Atkins, um constrangido PNUMA foi obrigado a renegar o  prognóstico anterior e retirou de seu sítio o “mapa de refugiados” que o  acompanhava. Um embaraçado porta-voz do órgão limitou-se a responder ao  jornalista Axel Bojanowski, da <em>Spiegel Online</em> (18/04/2011): <em>«Não é uma previsão  do PNUMA»</em>. Segundo ele, o mapa havia sido elaborado para um jornal, <em>«baseado em  diversas fontes»</em>, e foi retirado do sítio, <em>«porque estava causando confusão e  fazendo alguns jornalistas pensarem que o PNUMA era a fonte desses  prognósticos»</em>.</p>
<p>Mais um mito  climático recebe o destino merecido: a cesta de lixo. Esses fatos recorrentes  reforçam a expectativa de que, num futuro próximo, todo o edifício de interesses  erigido em torno do catastrofismo climático não resista ao embate da realidade;  então, seus escombros poderão ser encaminhados ao destino conveniente, o  depósito de entulho dos modismos pseudocientíficos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. II, Nº 50, de 29 de abril de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
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<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a></p>
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		<title>ONU busca apoio de Hollywood contra críticos do &#8220;aquecimentismo&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/onu-busca-apoio-de-hollywood-contra-criticos-do-aquecimentismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 16:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tem sido observado por muitos comentaristas, a visão alarmista sobre os fenômenos climáticos ainda prevalecente entre a opinião pública mundial tem sido bastante influenciada pelos filmes-catástrofe de Hollywood, entre os quais a peça de ficção estrelada pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore, Uma verdade inconveniente, premiada com o Oscar de melhor documentário de 2007. Este fato acaba de ser evidenciado por ninguém menos que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/Al-Gore-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7311" title="Al-Gore-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/Al-Gore-2-300x187.jpg" alt="" width="251" height="156" /></a>Como tem sido observado por muitos comentaristas, a visão alarmista sobre os fenômenos climáticos, ainda prevalecente entre a opinião pública mundial, tem sido bastante influenciada pelos filmes-catástrofe de Hollywood, entre os quais a peça de ficção estrelada pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore, Uma verdade inconveniente, premiada com o Oscar de melhor documentário de 2007. Este fato acaba de ser evidenciado por ninguém menos que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/terra-quente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7312" title="terra-quente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/terra-quente-300x224.jpg" alt="" width="185" height="138" /></a><span style="color: #000080;">Apoio hollywoodiano</span><br class="spacer_" /></h2>
<p>Em meio aos intensos e decisivos eventos que têm incendiado o mundo árabe, o secretário conseguiu uma brecha na sua pesada agenda de compromissos para uma visita à capital do cinema estadunidense. O objetivo: conseguir o apoio dos empresários da indústria cinematográfica para uma contraofensiva diante dos cada vez mais vocais críticos da hipótese do aquecimento global antropogênico. A oportunidade foi proporcionada por um evento promovido pela Iniciativa de Projeção de Comunidades Criativas (Creative Community Outreach Initiative – CCOI), órgão da ONU criado em 2009, para realizar campanhas de propaganda sobre temas de interesse da organização, principalmente, com filmes e documentários.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/fada-sininho-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7315" title="fada-sininho-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/fada-sininho-2-300x225.jpg" alt="" width="207" height="155" /></a><span style="color: #000080;">Fada Sininho, embaixadora do verde!</span></h2>
<p>Em outubro de 2009, a CCOI nomeou a fada Sininho (Tinker Bell), personagem do célebre conto de fadas Peter Pan, como <em>«embaixadora de honra do verde»</em>, para despertar a consciência pública para a conferência climática COP-15, que se realizaria em dezembro daquele ano, em breve em Copenhague (a julgar pelo fiasco da conferência, os poderes mágicos da simpática personagem não foram suficientes).</p>
<p>Em Hollywood, Ban conclamou os cerca de 400 empresários e executivos presentes a se engajarem ainda mais na campanha climática, transmitindo em seus filmes mensagens fortes sobre as consequências da alegada influência humana no clima – inundações, incêndios, secas etc. Segundo ele, somente Hollywood pode <em>«vender»</em> tais ideias aos críticos do aquecimento global antropogênico.<br />
<em>«Animem essas histórias!&#8230; Deem vida a elas! Juntos, podemos ter o impacto de um “blockbuster” no mundo!» </em>— enfatizou o secretário.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/climagate2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7316" title="climagate2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/climagate2-300x224.jpg" alt="" width="311" height="233" /></a><span style="color: #000080;">Hollywood cética</span></h2>
<p>Segundo ele, <em>«muitos acreditam que temos dois ou três planetas, mas não temos. Este é o planeta que temos que preservar, e é a chave para as gerações futuras»</em>.</p>
<p>Entretanto, para surpresa de muitos, a audiência não se mostrou muito receptiva ao apelo dramático de Ban. Um vice-presidente da Disney afirmou que o evento lhe pareceu ser apenas um <em>«primeiro passo»</em> no sentido de se desenvolver um meio de promover o assunto de forma economicamente viável e palatável ao grande público, sem apelar à pregação. Outro executivo chegou a comentar <em>«a melhor mensagem a respeito das mudanças climáticas é, de longe, a trazida pelos negadores do aquecimento global»</em> (<em>Financial Post.com</em>, 27/02/2011).</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 42, de 03 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens:</strong> </span><a href="http://g1.globo.com/"><span style="color: #000080;">http://g1.globo.com</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://dnpb.blogspot.com/"><span style="color: #000080;">http://dnpb.blogspot.com</span></a><span style="color: #000080;">;</span></p>
<p><a href="http://www.portalibahia.com.br/"><span style="color: #000080;">http://www.portalibahia.com.br</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://fimdostempos.net/"><span style="color: #000080;">http://fimdostempos.net</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9622" title="harpia-1bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg" alt="" width="60" height="48" /></a></p>
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		<title>Carta aberta: a verdade sobre a mudança climática</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/carta-aberta-a-verdade-sobre-a-mudanca-climatica/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática», geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem: «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2286" title="msm-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg" alt="" width="200" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7122" title="CO2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a>Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática»</em>, geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem:<em> «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».</em></p>
<p>«8 de fevereiro de 2011<br />
«Aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA: «Em resposta a <sup>«</sup>A Importância da Ciência no Tratamento das Mudanças Climáticas<sup>&#8220;</sup>, <em>«Em 28 de janeiro de 2011, dezoito cientistas enviaram uma carta aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, instando-os a </em><em><sup>«</sup>deitar um renovado olhar sobre as mudanças climáticas<sup>»</sup>.</em></p>
<p><em>«O objetivo deles, aparentemente, é denegrir a visão dos cientistas que discordam da afirmação deles segundo a qual o aumento contínuo do ritmo de produção de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) pela queima de carvão, gás e petróleo vai provocar uma série de cataclismos ligados às mudanças climáticas. </em></p>
<p><em>«Nós, abaixo assinados, em total desacordo com eles gostaríamos aproveitar esta oportunidade para expor brevemente nosso lado da questão. </em></p>
<p><em>«Os dezoito alarmistas do clima (assim nos referimos a eles, não pejorativamente, mas simplesmente porque eles se vêem como <sup>«</sup>soando o alarme<sup>»</sup> sobre muitas questões climáticas) afirmam que os povos do mundo <sup>«</sup>precisam se preparar para inundações maciças geradas por tempestades extremas do tipo que está sendo experimentado com freqüência cada vez maior<sup>»</sup>, bem como para os <sup>«</sup>impactos diretos na saúde provocados pelas ondas de calor<sup>»</sup> e pelas <sup>«</sup>doenças infecciosas sensíveis ao clima<sup>»</sup>, além de uma série de outros fenômenos devastadores. </em></p>
<p><em>«E eles dizem que <sup>«</sup>nenhum resultado de pesquisa produziu prova alguma que desafie a compreensão científica global do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup> – compreensão essa que é entendida como sendo o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra.</em></p>
<p><em>«Diante destas declarações, no entanto, nós constituímos uma grande exceção. </em></p>
<p><em>«São os dezoito alarmistas os que parecem não ter consciência <sup>«</sup>do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup>, bem como do vasto acúmulo de pesquisas que fundamenta esse conhecimento. </em></p>
<p><em>«Por exemplo, uma longa lista das reivindicações e de outras que os alarmistas do clima fazem frequentemente pode ser encontrada no site do Centro para o Estudo de Dióxido de Carbono e Mudanças Globais </em>(veja <a href="http://www.co2science.org/education/reports/prudentpath/prudentpath.php">Carbon Dioxide and Earth&#8217;s Future: Pursuing the Prudent Path</a>).</p>
<p><em>«Esse relatório apresenta uma refutação ponto por ponto de todas as reivindicações do “grupo dos dezoito”, citando em cada caso investigações científicas </em><em>peer-reviewed sobre os efeitos reais das alterações climáticas nas várias décadas passadas.</em></p>
<p><em>«Se o “grupo dos dezoito” invoca a ignorância dessa informação, devido à sua recente postagem, então nós chamamos a atenção para um relatório maior e mais abrangente publicado em 2009:</em> <a href="http://www.nipccreport.org/reports/2009/2009report.html">Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC)</a>. <em>Esse documento foi postado há mais de um ano na sua totalidade em </em>www.nipccreport.org.</p>
<p><em>«Estas são apenas duas coletâneas recentes da investigação científica, entre muitas que poderíamos citar. Será que os 678 estudos científicos referenciados no documento de</em> <a href="http://www.co2science.org/">CO2 Science</a><em>, ou os milhares de estudos citados no relatório NIPCC, fornecem provas tiradas do mundo real (em oposição aos modelos teóricos de previsões climáticas) para os aumentos forçados nos números sobre o aquecimento global e sobre a gravidade das enchentes em todo o mundo? Não.</em><br />
<em> </em></p>
<p><em>«Sobre o número global e a severidade das secas? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Sobre o número e a gravidade dos furacões e outras tempestades? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Será que eles fornecem alguma prova tirada do mundo real de que os mares da Terra estão inundando as planícies costeiras em todo o globo? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um aumento da mortalidade humana? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A extinção de plantas e animais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um declínio da produtividade vegetativa? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Mais freqüentes e mais mortíferos embranquecimentos dos corais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A vida marinha se desintegra em oceanos acidificados? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Muito pelo contrário, esses relatórios fornecem provas empíricas de que estes fenômenos não estão acontecendo. </em></p>
<p><em>«E em muitas destes setores, os trabalhos referenciados no relatório fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO<sub>2</sub>. </em></p>
<p><em>«À luz da profusão de observações sobre o funcionamento do mundo real, mostrando que o modesto aquecimento da segunda metade do século 20 trouxe pouco ou nenhum efeito negativo, e, mais ainda, a evidência crescente dos efeitos positivos, achamos incompreensível que os dezoito alarmistas do clima possam sugerir algo tão distante da verdade quanto a alegação de que nenhuma pesquisa forneceu qualquer prova que desafie o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra e com a meteorologia. </em><br />
<em><br />
«Mas não assuma nossa palavra só por causa dela. Leia os dois relatórios. E, em seguida, forme sua própria opinião sobre o assunto. Não se deixe intimidar por falsas alegações de “consenso científico” ou “prova contundente”. Esses não são argumentos científicos e eles pura e simplesmente não são verdadeiros. Como os dezoito alarmistas do clima, nós pedimos ao Sr. que deite um olhar renovado sobre as mudanças climáticas. Nós acreditamos que o Sr. perceberá que elas não são a horrenda ameaça ambiental que eles e outros pretendem ser, e que eles exageram constantemente os efeitos negativos do aquecimento global sobre a economia dos EUA, a segurança nacional e a saúde pública, sendo que esses efeitos podem ser catalogados entre pequenos e negligenciáveis.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Assinado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Syun-Ichi Akasofu</em></strong>, University of Alaska<sup>1</sup><br />
<strong><em>Scott Armstrong</em></strong>, University of Pennsylvania<br />
<strong><em>James Barrante</em></strong>, Southern Connecticut State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>John Boring</em></strong>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<strong><em>Roger Cohen</em></strong>, American Physical Society Fellow<br />
<strong><em>David Douglass</em></strong>, University of Rochester<br />
<strong><em>Don Easterbrook</em></strong>, Western Washington University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Robert Essenhigh</em></strong>, The Ohio State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Neil Frank</em></strong>, Former Director National Hurricane Center<br />
<strong><em>Martin Fricke</em></strong>, Senior Fellow, American Physical Society<br />
<strong><em>Lee Gerhard</em></strong>, University of Kansas<sup>1</sup><strong><br />
<em>Ulrich Gerlach</em></strong>, The Ohio State University<br />
<em><strong>Victor Goldschmidt</strong></em>, Purdue University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Guillermo Gonzalez</strong></em>, Grove City College<br />
<em><strong>Laurence Gould</strong></em>, University of Hartford<br />
<em><strong>Bill Gray</strong></em>, Colorado State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Will Happer</strong></em>, Princeton University<sup>2</sup><br />
<em><strong>Howard Hayden</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>Craig Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>Sherwood Idso</strong></em>, USDA, U.S. Water Conservation Laboratory<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Keen</strong></em>, University of Colorado<sup>1</sup><br />
<em><strong>Doral Kemper</strong></em>, USDA, Agricultural Research Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Hugh Kendrick</strong></em>, Office of Nuclear Reactor Programs, DOE<sup>1</sup><br />
<em><strong>Edward Krug</strong></em>, University of Illinois<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Lindzen</strong></em>, Massachusetts Institute of Technology<sup>2</sup><br />
<em><strong>Anthony Lupo</strong></em>, University of Missouri<br />
<em><strong>Patrick Michaels</strong></em>, Cato Institute<br />
<em><strong>Donald Nielsen</strong></em>, University of California, Davis<sup>1</sup><br />
<em><strong>Al Pekarek</strong></em>, St. Cloud State University<br />
<em><strong>John Rhoads</strong></em>, Midwestern State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Nicola Scafetta</strong></em>, Duke University<br />
<em><strong>Gary Sharp</strong></em>, Center for Climate/Ocean Resources Study<br />
<em><strong>S. Fred Singer</strong></em>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roy Spencer</strong></em>, University of Alabama<br />
<em><strong>George Taylor</strong></em>, Past President, American Association of State Climatologists<br />
<em><strong>Frank Tipler</strong></em>, Tulane University<br />
<em><strong>James Wanliss</strong></em>, Presbyterian College<br />
<em><strong>Leonard Weinstein</strong></em>, National Institute of Aerospace Senior Research Fellow<br />
<em><strong>Samuel Werner</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce West</strong></em>, American Physical Society Fellow<br />
<em><strong>Thomas Wolfram</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Endossado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Rodney Armstrong</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Richard Becherer</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>E. Calvin Beisner</strong></em>, The Cornwall Alliance for the Stewardship of Creation<br />
<em><strong>Edwin Berry</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Joseph Bevelacqua</strong></em>, Bevelacqua Resources<br />
<em><strong>Carmen Catanese</strong></em>, American Physical Society Member<br />
<em><strong>Roy Clark</strong></em>, Ventura Photonics<br />
<em><strong>John Coleman</strong></em>, Meteorologist KUSI TV<br />
<em><strong>Darrell Connelly</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Joseph D&#8217;Aleo</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Terry Donze</strong></em>, Geophysicist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Mike Dubrasich</strong></em>, Western Institute for Study of the Environment<br />
<em><strong>John Dunn</strong></em>, American Council on Science and Health of NYC<br />
<em><strong>Dick Flygare</strong></em>, Engineer<br />
<em><strong>Michael Fox</strong></em>, Nuclear industry/scientist<br />
<em><strong>Gordon Fulks</strong></em>, Gordon Fulks and Associates<br />
<em><strong>Steve Goreham</strong></em>, Climate Science Coalition of America<br />
<em><strong>Ken Haapala</strong></em>, Science &amp; Environmental Policy Project<br />
<em><strong>Martin Hertzberg</strong></em>, Bureau of Mines<sup>1</sup><br />
<em><strong>Art Horn</strong></em>, Meteorologist<br />
<em><strong>Keith Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>John Kimberly</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>Jay Lehr</strong></em>, The Heartland Institute<br />
<em><strong>Robert Lerine</strong></em>, Industrial and Defense Research and Engineering<sup>1</sup><br />
<em><strong>Peter Link</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>James Macdonald</strong></em>, Chief Meteorologist for the Travelers Weather Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roger Matson</strong></em>, Society of Independent Professional Earth Scientists<br />
<em><strong>Tony Pann</strong></em>, Meteorologist WBAL TV<br />
<em><strong>Ned Rasor</strong></em>, Consulting Physicist<br />
<em><strong>James Rogers</strong></em>, Geologist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Norman Rogers</strong></em>, National Association of Scholars<br />
<em><strong>Rene Rogers</strong></em>, Litton Electron Devices<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce Schwoegler</strong></em>, MySky Communications, Inc.<br />
<em><strong>Thomas Sheahen</strong></em>, Western Technology Incorporated<br />
<em><strong>James Spann</strong></em>, Chief Meteorologist, ABC 33/40 &#8211; Birmingham<br />
<em><strong>Andrew Spurlock</strong></em>, Starfire Engineering and Technologies, Inc.<br />
<em><strong>Leighton Steward</strong></em>, PlantsNeedCO2.org<br />
<em><strong>Soames Summerhays</strong></em>, Summerhays Films, Inc.<br />
<em><strong>Charles Touhill</strong></em>, Consulting Environmental Engineer<br />
<em><strong>David Wojick</strong></em>, Climatechangedebate.org<br />
<em><strong>Bob Zybach</strong></em>, Ecologist</p>
<p>1 &#8211; Emérito ou aposentado<br />
2 &#8211; Membro da National Academy of Sciences</p>
<p style="text-align: right;"><strong>08 de fevereiro de 2011</strong></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2287" title="msm-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg" alt="" width="100" height="22" /></a></p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>, em 19/02/2011.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>e maiores informações, no endereço: <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.nskamericas.com/">http://www.nskamericas.com</a> <strong> </strong></p>
</div>
<div><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></div>
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		<title>Câmara rejeita lei &#8220;aquecimentista&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 18:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 1º. de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas emissoras de gases de efeito estufa. O Projeto de Lei Complementar 73/07, de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que poderia ser aplicado em diversas áreas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/bomba-de-gasolina.png"><img class="alignright size-medium wp-image-6002" title="bomba-de-gasolina" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/bomba-de-gasolina-300x281.png" alt="" width="300" height="281" /></a>No último dia        1º de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados        rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas        emissoras de gases de efeito estufa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um novo imposto “verde”</h2>
<p>O Projeto de Lei Complementar 73/07,        de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly        (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado        Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), que poderia ser        aplicado em diversas áreas.</p>
<p>O destaque        seria o CIDE-Combustíveis, a ser aplicada na importação e comercialização        de petróleo e derivados, gás natural e álcool. Além disso, era proposta        também a redução em 30% da tributação sobre os produtos que tivessem        &#8220;menor emissão&#8221; de gases de efeito estufa total no seu processo        produtivo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Objetivo: dificultar a atividade produtiva</h2>
<p>O deputado        Luiz Alberto (PT-BA), relator do projeto, recomendou a sua rejeição,        alegando que não faz sentido taxar o setor produtivo com uma lei destinada        a reduzir as emissões de carbono, uma vez que, segundo ele, 75 % dos gases        emitidos pelo Brasil são resultantes de grandes queimadas florestais e de        mudanças no solo (<em>Agência Câmara</em>, 03/12/2010).</p>
<p>O parlamentar        poderia ter alegado, ainda, que reduzir a margem de lucro de atividades        produtivas no País, com base em uma teoria não demonstrada        cientificamente, seria, de fato, um grave desserviço à economia        nacional.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana </strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 33, de 10              de dezembro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.dietadoimpostao.com.br/">http://www.dietadoimpostao.com.br</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Sob o sol de Cancún</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 16:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Como era esperado, a 16ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de "soluções de mercado" para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais promissores).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6090" title="cop16" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-300x264.jpg" alt="" width="152" height="134" /></a>Como era        esperado, a 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças        Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma        tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as        mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas        nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de “soluções de        mercado” para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais        promissores).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A política aquecimentista já era!</h2>
<p>Não obstante, as evidências sugerem que, mesmo com a ajuda        dos ensolarados dias de dezembro no balneário mexicano, dificilmente, o        impulso “aquecimentista” retomará os seus momentos de glória de até há bem        pouco tempo atrás, quando a causa climática motivava entidades tão        diversas como a Academia de Hollywood e o Comitê Nobel e transformava        hipócritas políticos como Al Gore em estadistas de estatura mundial. Sem        falar nas inúmeras oportunidades de negócios “ambientalmente corretos”        envolvendo a “descarbonização” da economia, como os mercados de créditos        de carbono, energias alternativas e muitas outras atividades, em sua        maioria de pouca relevância para a economia real e as verdadeiras        necessidades das populações de quase todos os países.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Aquecimentismo: assunto falido</h2>
<p>Entretanto, o        fiasco da COP-15 em Copenhague, juntamente com os escândalos dos e-mails        trocados por alguns dos principais cientistas promotores do aquecimento        global antropogênico (″<em>Climagate</em>″) e das informações falsas divulgadas no        último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas        (IPCC), provocaram um abalo aparentemente irreparável no “aquecimentismo”,        que está se mostrando na irrelevância das discussões em Cancún. O próprio        número de participantes do evento, pouco superior a um terço dos que        viajaram à capital dinamarquesa há um ano, é indicativo do desgaste da        agenda alarmista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Créditos de carbono também estão em baixa</h2>
<p>Para reforçar        a tendência de “desaquecimento”, a contundente derrota sofrida pelo        Partido Democrata nas eleições de novembro último sepulta definitivamente        qualquer possibilidade de aprovação pelo Congresso dos EUA de esquemas de        limitação de emissões de carbono. Uma demonstração disso foi a decisão        anunciada pela liderança do Partido Republicano na Câmara dos Deputados,        de encerrar as atividades do Comitê Seleto sobre Independência Energética        e Aquecimento Global, criado em 2007 pelos Democratas. Com isso, as        perspectivas do mercado de créditos de carbono nos EUA se tornam bastante        restritas, como se depreende pelo encerramento deste tipo de negócios na        Bolsa Climática de Chicago, que deverá ocorrer até o final do        mês.</p>
<p>Sem os EUA (e        o Canadá, cujo Senado também rejeitou uma iniciativa semelhante), o        mercado internacional de créditos de carbono tende a diminuir        consideravelmente de importância, uma vez que a União Europeia, cujo        Esquema de Comércio de Emissões (ETS, em inglês) tem concentrado a grande        maioria dessas operações, dificilmente, terá condições de sustentar uma        expansão deles, em especial, em meio à atual crise econômico-financeira        que afeta os países do bloco.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/energia-solar.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6101" title="energia-solar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/energia-solar-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Fontes alternativas de energia ainda são inviáveis</h2>
<p>Em paralelo,        as limitações cada vez mais evidentes das energias ditas “alternativas” na        Europa, onde as indústrias de energia solar e eólica estão demonstrando a        sua inviabilidade econômica, somente se sustentando com pesados subsídios        (crescentemente impopulares numa recessão), também têm contribuído        sobremaneira para injetar uma necessária dose de realismo nas discussões        sobre políticas energéticas e ambientais.</p>
<p>Em Cancún,        até agora, o principal tema das discussões foi o ilusório e        multibilionário fundo de ajuda às economias em desenvolvimento, para que        estas últimas possam investir na &#8220;descarbonização&#8221; das suas matrizes        energéticas (alguns delirantes falam em 100 bilhões de dólares anuais). Ou        seja, agora, a questão se resume ao dinheiro sonante &#8211; que, na falta de        melhores pretextos, justifica a manutenção da impressionante máquina        &#8220;aquecimentista&#8221;. Afinal, além de especulação financeira, visibilidade        midiática, arreglos políticos e outras vantagens, ela assegura        regularmente privilégios como usufruir de duas semanas em centros        turísticos como o concorrido balneário mexicano.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</em> </strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><br />
</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 32, de 3              de dezembro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://www.ecodebate.com.br/">http://www.ecodebate.com.br</a><strong>; </strong><a href="http://www.juscelinodourado.com.br/">http://www.juscelinodourado.com.br</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Molion &#8211; reflexões sobre o efeito-estufa</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/reflexoes-sobre-o-efeito-estufa/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/reflexoes-sobre-o-efeito-estufa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 11:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia termelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3730" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png" alt="" width="132" height="68" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-5783" title="efeito-estufa" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa-273x300.gif" alt="" width="171" height="188" /></a>O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.</p>
<p>A versão clássica o compara com o que ocorre nas casas de vegetação (estufa de plantas = <em>greenhouse</em>), nas quais a radiação solar atravessa os painéis de vidro e aquece o chão e o ar interno. A radiação infravermelha térmica (IV), emitida dentro da casa de vegetação, não consegue passar pelo vidro, que a absorve por ser opaco a ela (vidro é um filtro IV e absorve comprimentos de onda superiores a 2,8 µm) e a impede de escapar para o ambiente exterior à casa de vegetação. Esse seria o fenômeno responsável pelo aumento de sua temperatura.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Efeitos na Terra</h2>
<p>Em princípio, ocorreria a mesma coisa na atmosfera terrestre. A radiação solar atravessa as camadas da atmosfera, parte dela (30 %) é refletida de volta para o espaço exterior por nuvens, moléculas do ar e pela própria superfície terrestre – que constituem o albedo planetário – e boa parte é absorvida pela superfície terrestre, que se aquece. Esta, por sua vez,  emite radiação IV que seria absorvida por gases constituintes minoritários da atmosfera, como vapor d’água, gás carbônico (CO<sub>2</sub>) e metano (CH<sub>4</sub>), os chamados gases de efeito-estufa (GEE), que atuariam de forma semelhante ao vidro. Os GEE emitiriam a radiação IV absorvida em todas as direções, inclusive de volta à superfície. Essa seria a explicação para o ar adjacente à superfície ser mais quente que as camadas superiores da atmosfera. Em princípio, quanto maior a concentração dos GEE, maior seria a absorção da radiação emitida pela superfície e mais quente ficaria o planeta. Ou seja, maior injeção de CO<sub>2</sub> e CH<sub>4</sub> na atmosfera tenderia a intensificar o efeito-estufa, teoricamente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>História e experiências</h2>
<p>A primeira vez que o fenômeno da “casa de vegetação aquecida” foi mencionado na literatura foi por Joseph Fourier (o mesmo da Matemática) em 1826. Depois, em 1859, John Tyndall descobriu que gases, como vapor d&#8217;água e CO<sub>2</sub> e CH<sub>4</sub>, absorviam radiação IV. Em 1896, Svante Arrhenius (da Química) afirmou que, segundo seus cálculos, a temperatura global aumentaria de 5° C a 6° C se a concentração de CO<sub>2</sub> dobrasse. Arrhenius nem calculadora tinha e o IPCC precisou de complexos modelos de clima, que rodam em supercomputadores, e gastaram-se bilhões de dólares para chegar ao mesmo número de Arrhenius.</p>
<p>Entretanto, em 1909, Robert W. Wood construiu dois modelos de casa de vegetação, uma de vidro e outra de quartzo (que não absorve a radiação IV), e demonstrou que a temperatura final das duas era a mesma. Ou seja, a casa de vegetação se mantinha aquecida não por causa da propriedade do vidro absorver radiação IV, e sim porque o ar, aquecido e menos denso, ficava confinado dentro da casa de vegetação e não conseguia se misturar ou subir (convecção), dando lugar a ar mais frio, proveniente de outras camadas atmosféricas, conforme ocorre na atmosfera livre. Portanto, a absorção pelos GEE não seria o mecanismo principal para aquecer o ar próximo à superfície.O assunto, porém, foi deixado de lado porque o clima era muito frio naquela época.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Outras influências</h2>
<p>Foi só em 1938 que um técnico em máquinas a vapor da British Electric, Guy S. Callendar, escreveu um trabalho, associando o aumento de temperatura entre 1925 e 1937 à emissão de CO<sub>2</sub> proveniente do aumento de geração de energia por termelétricas. Na época, ele foi amplamente refutado pelos “papas” da Climatologia, mas não desistiu.</p>
<p>Ora, sabe-se hoje que o aumento da temperatura entre 1925-1946 foi devido ao aumento da atividade solar, maior transparência da atmosfera e aquecimento dos oceanos, portanto, natural!</p>
<p>Em 1956, Charles Keeling modificou um cromatógrafo a gás para medir CO<sub>2</sub> utilizando um comprimento de onda de radiação IV que é absorvido pelo CO<sub>2</sub>, e passou a medir a concentração de CO<sub>2</sub> por absorção e não por análises químicas como era feito até então. Keeling se associou a Callendar para tirar proveito de seu invento. Porém, ninguém se importou muito, porque ocorreu em resfriamento global entre 1947-1976, embora a concentração de CO<sub>2</sub> estivesse crescendo rapidamente devido ao aumento da atividade industrial pós-guerra.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5788" title="efeito-estufa2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa2-300x238.jpg" alt="" width="261" height="208" /></a>O início da histeria global</h2>
<p>A partir de 1977, o clima começou a se aquecer novamente e, em 1988, James Hansen (astrônomo, não meteorologista), GISS/NASA, deu um depoimento no Congresso Americano afirmando que o aquecimento era devido ao aumento de CO<sub>2</sub>, liberado pelo homem por meio da queima de combustíveis fósseis: petróleo, carvão mineral e gás natural. Nesse mesmo ano, foi criado o IPCC, e daí a histeria global se instalou!</p>
<p>Como pode ser percebido, o efeito-estufa nunca foi comprovado ou teve sua existência demonstrada. Ao contrário, há 100 anos, Robert W. Wood já demonstrara que seu conceito é falso! Porém, uma mentira repetida inúmeras vezes, torna-se verdade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Afirmações questionáveis</h2>
<p>Ao medir a emissão de IV pela Terra para o espaço exterior com sensores a bordo de plataformas espaciais, encontra-se uma temperatura equivalente de corpo negro igual a 255 K (18° C negativos) pela Lei de Stefan-Boltzmann. A temperatura média do ar à superfície é cerca de 288 K (15° C). Aí, é dito que <em>«o efeito-estufa aumenta de 33° C (diferença entre 288 e 255) a temperatura na Terra e, se ele não existisse, a temperatura de superfície seria 18°C negativos»</em>!</p>
<p>Essa afirmação é falsa.  Se não existisse atmosfera, não existiriam nuvens, que são responsáveis pela metade do albedo planetário. Portanto, a ausência de nuvens permitiria maior entrada de radiação solar e a temperatura da superfície seria 5º C negativos (e não 18° C negativos) – temperatura normalmente alcançada quando da ocorrência de uma era glacial.</p>
<p>O processo de absorção e emissão de IV pelos GEE, que é o fundamento do efeito-estufa, também é questionável. A Lei de Kirchhoff afirma que a absorvidade de um corpo é igual à sua emissividade num dado comprimento de onda, mas só é válida para corpos em equilíbrio térmico (radiação de cavidade) – condição não satisfeita pelos gases atmosféricos que estão sempre se aquecendo ou se resfriando.Ou seja, o fato de o CO<sub>2</sub> ser bom absorvedor não garante que ele seja bom emissor num dado comprimento de onda.</p>
<p>Os GEE absorvem radiação IV seletivamente, em algumas poucas faixas ou bandas de comprimento de onda, por meio de rotação, vibração e mistas de rotação-vibração de suas moléculas.  Uma molécula de GEE, ao rodar ou vibrar, devido à absorção da radiação IV seletiva, dissipa a energia absorvida na forma de calor ao interagir com outras moléculas vizinhas (contato, atrito), aumentando a temperatura das moléculas de ar adjacentes e não “re-irradia” IV. Ou seja, a radiação IV absorvida pelos GEE é transformada em energia mecânica e, por atrito, em calor!</p>
<p>Em adição, se o CO<sub>2</sub> for tratado como corpo negro, como ele absorve eficientemente radiação IV em 15 microns, sua emissão, que é máxima nesse comprimento de onda, corresponderia a uma temperatura de aproximadamente 193 K (80° C negativos) decorrente da Lei de Wien. Um corpo frio (CO<sub>2</sub> no ar) aqueceria um corpo quente (superfície)? Certamente, isso fere as leis da Termodinâmica, porque o calor não flui do frio para o quente! Existem cerca de 2.700 moléculas de outros gases [Nitrogênio (N<sub>2 </sub>= 78 %) + Oxigênio (O<sub>2</sub> = 21 %) + Argônio (Ar = 0,9 %) = 99,9 %] para cada molécula de CO<sub>2</sub> (0,038 %). Isso constitui a mistura gasosa denominada “ar” e suas moléculas (matéria) são aquecidas termodinamicamente quando se fornece calor a elas, a velha lei dos gases perfeitos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Razão provável</h2>
<p>É mais aceitável, portanto, que as temperaturas próximas da superfície sejam mais elevadas devido ao contato do ar com a superfície quente (condução, “chapa quente”). Quando o ar se aquece, sua densidade diminui, a tal ponto que se o empuxo, ao qual fica submetido, superar seu peso (1,29 kg por m<sup>3</sup>), o ar é forçado a subir (convecção = transporte de calor por meio do transporte vertical da massa de ar) e é reposto por ar mais frio que vem de seu entorno. Enquanto isso não acontece, o ar fica aquecido próximo à superfície, como se estivesse confinado.</p>
<p>Portanto, o efeito atmosférico mais relevante para o aquecimento do ar próximo à superfície parece ser a condução de calor e posterior convecção. Adicionalmente, o ar é aquecido por liberação de calor latente, ou seja, o calor liberado para a atmosfera quando o vapor d’água se liquefaz formando nuvens e chuva, e por um pequeno percentual de absorção direta de radiação solar.</p>
<p>A emissão de radiação IV teria um papel secundário no controle da temperatura do ar próximo à superfície. E a emissão de radiação IV em direção à superfície seria proveniente não dos GEE primeiramente, e sim da massa molecular que compõe a camada de ar como um todo. A camada de ar (matéria) absorveria calor pelos diversos processos descritos e, ao se aquecer, emitiria IV em todas as direções, como qualquer corpo material. Portanto, os GEE, em particular o CO<sub>2</sub>, como são constituintes minoritários, com muito pouca massa molecular presente na mistura gasosa denominada “ar”, dariam muito pouca contribuição a essa massa gasosa atmosférica total e, consequentemente, a sua emissão.</p>
<p>Em outras palavras, se os GEE não existissem, a temperatura à superfície atingiria valores semelhantes aos que ocorrem atualmente. Portanto, se a concentração de CO<sub>2</sub> dobrar devido às emissões antrópicas, o aumento de sua massa molecular seria ínfimo, de 0,038 % para 0,076 %, e sua contribuição para a temperatura desprezível, impossível de ser detectada com a instrumentação disponível atualmente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/nuvens.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5786" title="nuvens" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/nuvens-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Influência das nuvens</h2>
<p>Nos trópicos, a temperatura do ar próximo à superfície depende basicamente da cobertura de nuvens e da chuva. O ciclo hidrológico é o “termostato” da superfície. Quando o tempo está nublado e chuvoso, a temperatura é baixa. Isso porque, a cobertura de nuvens funciona como um guarda-sol, refletindo radiação solar de volta para o espaço exterior em sua parte superior. Simultaneamente, a evaporação da água da chuva rouba calor da superfície e refrigera o ar.</p>
<p>Quando não há nuvens e chuva, acontece o contrário, entra mais radiação solar no sistema, aquece a superfície e, como não existe água para evaporar, o calor do sol é usado quase que exclusivamente para aquecer o ar (calor sensível). Em adição, se o ar estiver úmido logo após uma chuva de verão, a sensação térmica é intensificada, pois a alta umidade do ar dificulta a transpiração da pele, que é o mecanismo fisiológico que regula a temperatura dos seres humanos.</p>
<p>Durante o período seco, tem-se ar descente sobre a região, que provoca alta pressão atmosférica, céu claro, e dificulta a ascensão do ar aquecido, reduzindo a cobertura de nuvens. Isso faz com que a superfície e o ar em contato atinjam temperaturas altas. Numa cidade em que, devido à impermeabilização do solo, não há água da chuva para evaporar, todo calor do sol é usado para aquecer o ar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Falsa impressão</h2>
<p>Como as cidades cresceram e a população se aglomerou nelas, a impressão que a população metropolitana tem é a de que o mundo está se aquecendo. Um termômetro, instalado numa cidade, corrobora com essa percepção, pois passa a medir temperaturas cada vez mais elevadas com o crescimento da área urbanizada com o tempo, o chamado “efeito de ilha de calor urbana”. Ou seja, a sensação térmica sentida pelo ser humano advém de condições atmosféricas locais e não globais.</p>
<p>Não se conhece a metodologia com a qual as séries de “temperatura média global” utilizadas pelo IPCC foram calculadas. É mantida em segredo! Mas, se elas o foram utilizando-se termômetros “selecionados a dedo”, particularmente os instalados nos grandes centros urbanos, onde se localizam as séries temporais mais longas, e dados  contaminados pelo efeito de ilha de calor urbana, não é surpresa que a década de 2000 tenha sido considerada a “mais quente” dos últimos 750 anos!</p>
<p>Na realidade, não há como calcular “uma temperatura média global” e a adotá-la como medida da variabilidade climática global. Uma medida mais adequada dessa variabilidade seria a estimativa da variação temporal do calor armazenado nos oceanos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Afirmações sem embasamento científico</h2>
<p>Concluindo, o efeito-estufa, como descrito na literatura, nunca foi demonstrado e é difícil aceitar que o processo de absorção/emissão pelos GEE, em particular o CO<sub>2</sub>, seja o principal causador de temperaturas altas próximas à superfície. A emissão de radiação IV atmosférica é proveniente da massa de ar total (matéria), para a qual a contribuição do CO<sub>2</sub> é muito pequena quando comparada com as massas de N<sub>2</sub> e de O<sub>2</sub>, e o aumento de sua concentração teria um efeito desprezível na massa de ar e em sua temperatura.</p>
<p>Frases como <em>«temos que impedir que a temperatura aumente mais de 2° C, mantendo a concentração de CO<sub>2</sub> abaixo de 460 ppmv»</em>, não têm sentido físico algum. Tal cálculo é proveniente de uma grande simplificação da equação de absorção radiativa dos GEE, “ajustada” para reproduzir o aumento de temperatura com a variação da concentração de CO<sub>2</sub> observadas. E essa equação não tem base científica alguma!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O CO<sub>2</sub> não controla o clima global</h2>
<p>Portanto, a redução das emissões de carbono para a atmosfera não terá efeito algum sobre a tendência do clima, pois o CO<sub>2</sub> não controla o clima global. E a tendência para os próximos 20 anos é de um resfriamento global, mesmo que a concentração de CO<sub>2</sub> continue a aumentar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Não há crise climática</h2>
<p>Considerando que 80 % da matriz energética global dependem dos combustíveis fósseis, a imposição da redução das emissões de carbono por meio de mecanismos como o Protocolo de Kyoto, na realidade, afetará o desenvolvimento dos países pobres, particularmente o Brasil, aumentando as desigualdades sociais no planeta. Não há “crise climática” e sim uma vislumbrada crise energética para os países industrializados e estes, preocupados com sua “segurança energética”, não querem dividir o que resta dos combustíveis fósseis com os outros países subdesenvolvidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p>Callendar, G.S., 1938. The artificial production of Carbon Dioxide and its influence on climate. Quart. Jour. Roy. Met. Soc. 64, p: 223-240.</p>
<p>Callendar, G. S., 1949. Can Carbon Dioxide Influence Climate? Weather 4, 310–314.</p>
<p>Fleagle, R.G. e J.A.Businger, 1980. An Introduction to Atmospheric Physics. Academic Press, p.432, New York, NY.</p>
<p>Wood, R.W., 1909. Note on the theory of the greenhouse effect, Philosophical Magazine, vol 17, p.319-320, ou em  <a href="http://sci.tech-archive.net/pdf/Archive/sci.physics/2008-04/msg00498.pdf">http://sci.tech-archive.net/pdf/Archive/sci.physics/2008-04/msg00498.pdf</a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luiz Carlos Baldicero Molion, PhD</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL)</strong></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="84" height="63" /></a>Créditos:</strong> Esta matéria é da autoria do professor Luis Carlos Baldicero Molion, do  Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas,  Maceió (AL), e foi enviado por ele, por e-mail, diretamente  para este site, pelo que agradeço esta preciosa colaboração. Introduzi  subtítulos no texto, assim como alterei sua formatação, para facilitar e  incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://educar.sc.usp.br/">http://educar.sc.usp.br</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="31" height="20" /></a>; <a href="http://pattybazza.blogspot.com/">http://pattybazza.blogspot.com</a>; <a href="http://www.flickr.com/">http://www.flickr.com</a></p>
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		<title>Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 13:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="300" height="58" /></a></h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/aquecimento-global1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5689" title="aquecimento-global1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/aquecimento-global1-300x229.jpg" alt="" width="152" height="116" /></a>Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Friedrich-Karl_Ewert.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5593" title="Friedrich-Karl_Ewert" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Friedrich-Karl_Ewert.jpg" alt="" width="103" height="107" /></a>Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07/09/10, Bonn:</strong></p>
<p><em>«O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles lêem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global, a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas.»</em></p>
<p><em>«Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais, o CO<sub>2</sub> antropogênico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>John Zyrkowski, presidente da Lean Techniques, LLC:</strong></p>
<p>Zyrkowski escreveu o livro <em>«É o Sol e Não seu 4 x 4. O CO<sub>2</sub> Não Vai Destruir a Terra»</em> – defendendo que os relatórios do IPCC estão, irremediavelmente, distorcidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Roger_Pielke_Jr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5594" title="Roger_Pielke_Jr" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Roger_Pielke_Jr.jpg" alt="" width="143" height="103" /></a>Roger Pielke Jr, professor de Meio Ambiente, Univ. de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010:</strong></p>
<p><em>«Nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Denis_Rancourt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5595" title="Denis_Rancourt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Denis_Rancourt.jpg" alt="" width="114" height="107" /></a>Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona alarmismo climático:</strong></p>
<p><em>«O movimento da mudança climática antropogênica não é mais do que um “fenômeno social corrupto”&#8230; É mais um fenômeno psicológico social e nada mais do que isso.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Claude_Allegre.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5598" title="FRANCE-FORUM-CITE DE LA REUSSITE-ALLEGRE" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Claude_Allegre.jpg" alt="" width="121" height="133" /></a>Prof. Claude Allègre, ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França:</strong></p>
<p><em>«As proclamações dos fanáticos dos gases-estufa consistem em denunciar a participação do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_Christy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5601" title="John_Christy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_Christy.jpg" alt="" width="123" height="117" /></a>Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:</strong></p>
<p><em>«Ouço dizer, frequentemente, que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu sou um cientista e penso, como muitos outros, que isso absolutamente não é verdadeiro.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Anderson_C_R_Soares.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5603" title="Anderson_C_R_Soares" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Anderson_C_R_Soares.jpg" alt="" width="122" height="125" /></a>Geólogo Anderson C. R. Soares:</strong></p>
<p><em>«A política dos chamados ambientalistas, desconhecedoras da Geologia é, na verdade, uma política de suicídio coletivo. Geologicamente falando, as emissões de CO<sub>2</sub> não constituem problema, mas uma solução para uma vida melhor aqui na Terra.»</em> (<em>«Aquecimento Global &#8211; Realidade e Fantasia»</em>).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jairam_Ramesh.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5604" title="Jairam_Ramesh" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jairam_Ramesh.jpg" alt="" width="127" height="143" /></a>Jairam Ramesh, ministro do Meio Ambiente da Índia:</strong></p>
<p><em>«Não há evidência cientifica conclusiva para relacionar o aquecimento global com o que está acontecendo nos glaciares do Himalaia.»</em></p>
<p>O ministro acrescentou que alguns glaciares estão diminuindo num nível <em>«historicamente não alarmante»</em> e contradisse o relatório do IPCC de 2007, segundo o qual eles <em>«poderiam desaparecer completamente pelo ano 2035, se não antes»</em>. (<em>The Guardian</em>, 09/11/09).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Carta aberta de 100 cientistas ao secretário-geral da ONU, 14/12/2007:</strong></p>
<p><em>«É impossível deter as alterações climáticas&#8230; O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO<sub>2</sub> de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. </em>(&#8230;) <em>As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas&#8230; Tentar impedir o clima de se alterar é fútil.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/William_Gray.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5605" title="William_Gray" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/William_Gray.jpg" alt="" width="121" height="107" /></a>William Gray, meteorologista, pioneiro em furacões:</strong></p>
<p><em>«Eu já lhe disse cem vezes: o aquecimento global é uma farsa! Esse pânico vai fazer seu percurso. Dentro de 15-20 anos, nós vamos olhar para trás e ver que era uma farsa.»</em> (Ken Kayes Storm Center, 02/04/09).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry_Flaherty.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5606" title="Harry_Flaherty" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry_Flaherty.jpg" alt="" width="145" height="134" /></a>Harry Flaherty, chefe do Nunavut Wildlife Management Board, Canadá:</strong></p>
<p><em>«Nós não estamos vendo efeitos negativos sobre a população de ursos polares provocados pela chamada “mudança climática” ou pela contração do gelo. Os ursos polares são muito espertos&#8230; se adaptaram às mudanças climáticas durante muitos milhares de anos. Quando ouvimos falar que os ursos polares estão em vias de extinção, nós sorrimos para nós mesmos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_M_Inhofe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5607" title="James_M_Inhofe" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_M_Inhofe.jpg" alt="" width="103" height="105" /></a>Senador James M. Inhofe, discursando no Senado dos EUA:</strong></p>
<p><em>«</em><em>Com toda a histeria, todo o medo, toda a ciência trapaceira, poderia ser o aquecimento global o maior embuste jamais perpetrado nos cidadãos americanos? Seguramente, parece isso.»</em> (28/07/03).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kelvin_Kemm.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5608" title="Kelvin_Kemm" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kelvin_Kemm.jpg" alt="" width="149" height="116" /></a>Kelvin Kemm, físico nuclear sul-africano e diretor de Stratek Business:</strong></p>
<p><em>«A conferência do clima de Copenhague continuará a suprimir a verdade científica, e tentando travar o desenvolvimento econômico africano?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Lord Monckton: <em>«Climategate: “Verdes” Pegos Com a Mão na Botija»</em>:</strong></p>
<p><em>«Verdes Pegos Com a Mão na Botija.»</em> – escrito de Lord Monckton of Brenchley. <a href="http://scienceandpublicpolicy.org/images/stories/papers/originals/Monckton-Caught%20Green-Handed%20Climategate%20Scandal.pdf">Veja  o texto integral em PDF</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Lloyd.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5613" title="Philip_Lloyd" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Lloyd.jpg" alt="" width="136" height="130" /></a>Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, co-coordenador do IPCC:</strong></p>
<p><em>«O volume de CO<sub>2</sub> que nós produzimos é insignificante em termos de circulação natural entre ar, água e solo… Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses Sumários distorceram a ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Will_Happer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5614" title="Will_Happer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Will_Happer.jpg" alt="" width="114" height="134" /></a>Dr. Will Happer, professor de Física na Universidade de Princeton:</strong></p>
<p><em>«Estou convencido de que o alarme corrente pelo CO<sub>2</sub> está errado… Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão baseados em boa ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nir_Shaviv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5616" title="Nir_Shaviv" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nir_Shaviv.jpg" alt="" width="132" height="91" /></a>Prof. Nir Shaviv, Instituto de Física Racah da Universidade Hebréia de Jerusalém:</strong></p>
<p><em>«Não há evidências diretas que liguem o aquecimento global no século 20 com gases-estufa antropogênicos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gerald_Warner.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5617" title="Gerald_Warner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gerald_Warner.jpg" alt="" width="139" height="149" /></a>Colunista Gerald Warner, azedamento do “Climagate” e perigos em Copenhague:</strong></p>
<p><em>«A este ritmo, Copenhague vai se transformar numa convenção de comédia com o mundo real rindo desses mentirosos. Agora é a hora de montar a resistência maciça ao tiranetes e atingi-los onde dói: no bolso. Aprofundando o caso, pode haver em muitos países processos criminais das pessoas que falsificaram dados para obter financiamentos e impor restrições fiscais potencialmente desastrosas para o mundo, em decorrência de uma fraude maciça. Há um mundo novo lá fora, Al</em> [Gore]<em>,</em> <em>e, como você deve ter notado, o clima é muito frio mesmo.»</em> (<em>The Telegraph</em>, 26/11/2009).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5618" title="Bob_Carter_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_2.jpg" alt="" width="123" height="139" /></a>Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Há um problema com o aquecimento global: parou em 1998!»</em></p>
<p><em>«Desde o início dos anos 1990, jornais e revistas do mundo trazem rios de cartas e artigos alarmistas sobre uma hipotética mudança climática causada pelo homem. Esses artigos estão trufados de termos como “se”, “poderia”, “pode”, “provavelmente”, “tal vez”, “previsto”, “projetado”, “modelado” – e outros, que pressupõem uma fantasia profunda, ou uma ignorância de fatos e princípios científicos vizinha do absurdo.»</em></p>
<p><em>«O problema não é a mudança climática, mas o sofisticado “lavado de cérebro” que está sendo feito sobre o público, burocratas e políticos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Andrei_Kapitsa.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5619" title="Andrei_Kapitsa" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Andrei_Kapitsa.jpg" alt="" width="147" height="137" /></a>Prof Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok:</strong></p>
<p><em>«Os teorizadores de Kyoto puseram a charrete diante dos cavalos. É o aquecimento global que eleva os níveis de CO<sub>2</sub> na atmosfera, e não o contrário&#8230; Grande número de documentos críticos submetidos à Conferência da ONU de 1995 em Madri sumiu sem deixar rastro. Resultado: só ficou um lado, a discussão sofreu um pesado viés e a ONU declarou que o aquecimento global era um fato científico.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5620" title="Henrik_Svensmark" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark.jpg" alt="" width="153" height="127" /></a>Prof. Henrik Svensmark, Universidade Técnica de Copenhague, Dinamarca:</strong></p>
<p><em>«Na verdade o aquecimento global parou e está começando um arrefecimento. Nenhum modelo de clima previu esse arrefecimento da Terra ‒ muito pelo contrário. Isto significa que as projeções de clima futuro não são dignas de confiança.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Don_J_Easterbrook.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5624" title="Don_J_Easterbrook" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Don_J_Easterbrook.jpg" alt="" width="128" height="139" /></a>Don J. Easterbrook, geólogo na Universidade de Washington Ocidental, Bellingham, EUA:</strong></p>
<p><em>«Uma analise das tendências de aquecimento e arrefecimento ao longo dos últimos 400 anos mostra uma “correlação quase exata” entre todas as alterações climáticas conhecidas do período e a transmissão de energia solar à Terra e, ao mesmo tempo, que não tiveram nenhuma relação com o CO<sub>2</sub>.</em> (&#8230;) <em>É praticamente um fato estrepitoso que estamos diante da perspectiva de 30 anos de esfriamento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Michaels.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5625" title="Patrick_Michaels" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Michaels.jpg" alt="" width="108" height="116" /></a>Prof. Patrick Michaels, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Virginia:</strong></p>
<p><em>«Quem diz que o CO<sub>2</sub> é o responsável da maior parte do aquecimento do século 20, não viu as cifras as mais elementares.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5626" title="Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck.jpg" alt="" width="121" height="110" /></a>Prof. Vaclav Klaus, presidente da República Checa:</strong></p>
<p>Pergunta: <em>«O Sr. não acredita que nós estamos arruinando nosso planeta?»</em></p>
<p>Resposta: <em>«Talvez só o Sr. Al Gore possa dizer algo a respeito disso. Porque uma pessoa sã não consegue.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gilberto_Camara.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5627" title="Gilberto_Camara" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gilberto_Camara.jpg" alt="" width="102" height="112" /></a>Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE):</strong></p>
<p><em>«Esse número de 20%</em> [das emissões de CO<sub>2</sub> do planeta por conta do desmatamento] <em>divulgado pelo G8 é um número “chutado”, que está rodando pelo mundo. E a ciência brasileira até agora não se deu ao trabalho de checar esse dado.</em> (&#8230;) <em>O G8 deve estar equivocado e ter se baseado em dados fracos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>R. Austin e W. Happer, professores de Física em Princeton; L. Gould, em Hartford; R. Lindzen (MIT) etc:</strong></p>
<p><em>«O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_S_Gee.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5628" title="David_S_Gee" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_S_Gee.jpg" alt="" width="108" height="126" /></a>Prof. David S. Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia:</strong></p>
<p><em>«Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ivar_Giaever.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5629" title="Ivar_Giaever" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ivar_Giaever.jpg" alt="" width="118" height="113" /></a>Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973:</strong></p>
<p><em>«Eu não acredito no aquecimento global&#8230; ele transformou-se numa nova religião.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Plimer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5630" title="Ian_Plimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Plimer.jpg" alt="" width="102" height="120" /></a>Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global antrópico </em>[ligado ao homem] <em>é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a população urbana que perdeu a fé no cristianismo. O relatório do IPCC é sua bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frederick_Singer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5631" title="Frederick_Singer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frederick_Singer.jpg" alt="" width="161" height="116" /></a>Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC:</strong></p>
<p><em>«O CO<sub>2</sub> é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nós chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico que eles consideram, intrinsecamente, mau.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5632" title="Philip_Stott_02" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott_02.jpg" alt="" width="149" height="105" /></a>Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: anti-carro, anti-crescimento e por cima de tudo, anti o grande Satã que é os Estados Unidos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Lord_Lawson_of_Blaby.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5633" title="_CRO0021.jpg Lord Lawson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Lord_Lawson_of_Blaby.jpg" alt="" width="112" height="112" /></a>Lord Lawson of Blaby, ex-Chancellor of the Exchequer e ex-secretário de Energia da Grã-Bretanha:</strong></p>
<p><em>«A esquerda ficou fortemente desorientada pelo fracasso manifesto do socialismo e, mais ainda, do comunismo como ele foi implantado. Em consequência, eles tiveram que encontrar outra via para canalizar seu anti-capitalismo.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Moore.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5634" title="Patrick_Moore" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Moore.jpg" alt="" width="117" height="100" /></a>Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace:</strong></p>
<p><em>«A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a “lingua verde” de um jeito muito inteligente – para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização do que com ecologia ou ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Habibullo_I_Abdussamatov.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5636" title="Habibullo_I_Abdussamatov" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Habibullo_I_Abdussamatov.jpg" alt="" width="120" height="116" /></a>Dr. Habibullo Abdussamatov, chefe de pesquisas espaciais do Observatório Pulkovo de São Petersburgo:</strong></p>
<p><em>«Os alarmistas do aquecimento global confundiram causa e efeito. Na medida que a radiação solar aquece a Terra, CO<sub>2</sub> é liberado na atmosfera pelos oceanos do mundo.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Deming.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5637" title="David_Deming" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Deming.jpg" alt="" width="111" height="125" /></a>Prof. David Deming, geofísico e professor assistente de Artes e Ciências da Universidade de Oklahom:</strong></p>
<p><em>«Hoje há uma distorção acachapante na mídia no que se refere ao aquecimento global.Nos últimos dois anos, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. Cada desastre natural que acontece agora é ligado ao aquecimento global sem se importar quão tênue ou impossível é essa conexão. O resultado disso é que o público está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais.»</em></p>
<p>(O Prof. Deming foi punido por autoridades universitárias comprometidas com o alarmismo por causa desta e de outras declarações semelhantes).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Frank.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5638" title="Patrick_Frank" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Frank.jpg" alt="" width="112" height="119" /></a>Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos:</strong></p>
<p><em>«Não há base científica garantida alguma para asseverar que o aquecimento é causado por gases-estufa produzidos pelo homem porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joao_Corte-Real.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5639" title="Joao_Corte-Real" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joao_Corte-Real.jpg" alt="" width="122" height="117" /></a>Dr. João Corte-Real, catedrático em meteorologia da Universidade de Évora:</strong></p>
<p><em>«Não vai haver qualquer catástrofe, e se estivermos, de fato, a viver uma alteração climática à escala planetária (&#8230;) saberemos encontrar soluções para enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano – é uma forma primitiva de apresentar as questões.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5640" title="Philip_Stott" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott.jpg" alt="" width="116" height="120" /></a>Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:</strong></p>
<p><em>«A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo consequências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte, na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Yuri_A_Izrael.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5641" title="Yuri_A_Izrael" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Yuri_A_Izrael.jpg" alt="" width="92" height="108" /></a>Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Não há prova de uma relação entre a atividade humana e o aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nigel_Calder.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5642" title="Nigel_Calder" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nigel_Calder.jpg" alt="" width="159" height="104" /></a>Nigel Calder, ex-diretor de “New Scientist”:</strong></p>
<p><em>«Os princípios mais elementares do jornalismo parecem ter sido abandonados.»</em></p>
<p><em>«Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. Se o trabalho deles é jogado na lixeira perdem o emprego!»</em></p>
<p><em>«Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas porque existem ainda, infelizmente, diretores desabusados que pedem: <sup>«</sup>você sabe, aquilo que você disse há cinco anos, bem, agora é muito pior! Os mares podem crescer talvez 2,50 m na próxima terça-feira<sup>»</sup> – e coisas do gênero.»</em></p>
<p>«Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista.»</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose_Joaquim_Delgado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5643" title="José Delgado Domingos" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose_Joaquim_Delgado.jpg" alt="" width="132" height="137" /></a>Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa:</strong></p>
<p><em>«Tornar prioritário o combate às emissões de CO<sub>2</sub> , invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de soluções altamente centralizadoras e perversas.</em> (&#8230;) <em>Atualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Tom_Victor_Segalstad.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5644" title="Tom_Victor_Segalstad" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Tom_Victor_Segalstad.jpg" alt="" width="104" height="112" /></a>Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidad:</strong></p>
<p><em>«É a procura de um mítico naufrágio em CO<sub>2</sub> para explicar um incomensurável tempo de existência do CO<sub>2</sub> para caber num hipotético modelo de computador do CO<sub>2</sub> que leva a mostrar que a queima de uma quantidade impossível de combustível fóssil está esquentando a atmosfera.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kiminori_Itoh_01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5645" title="Kiminori_Itoh_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kiminori_Itoh_01.jpg" alt="" width="114" height="112" /></a>Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história&#8230; Quando o público perceber a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Reiter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5646" title="Paul_Reiter" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Reiter.jpg" alt="" width="138" height="92" /></a>Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:</strong></p>
<p><em>«Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5647" title="Harrison_Hagan_Jack_Schmitt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt.jpg" alt="" width="136" height="136" /></a>Dr. Harrison “Jack” Schmitt, geólogo e ex-astronauta:</strong></p>
<p><em>«É ridículo falar de “consenso” em torno da idéia de que os humanos estão causando um “aquecimento global”, quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. “Consenso” apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ronnie_Walter_Cunnigham.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5649" title="Ronnie_Walter_Cunnigham" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ronnie_Walter_Cunnigham.jpg" alt="" width="120" height="129" /></a>Ronnie Walter Cunningham, físico e ex-astronauta:</strong></p>
<p><em>«A NASA deveria estar na linha de frente colhendo provas científicas e desmontando a atual histeria do “aquecimento global antropogênico”. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global ou, pior ainda, da ciência politizada.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evaristo_Eduardo_de_Miranda.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5650" title="Evaristo_Eduardo_de_Miranda" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evaristo_Eduardo_de_Miranda.jpg" alt="" width="127" height="132" /></a>Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:</strong></p>
<p><em>«O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável. </em>(&#8230;) <em>Outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Vaclav_Klauss.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5651" title="Vaclav_Klauss" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Vaclav_Klauss.jpg" alt="" width="122" height="119" /></a>Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa:</strong></p>
<p><em>«Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida, eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje em dia é o ambientalismo – não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade por uma espécie de planificação central que agora é chamada de global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5652" title="Henrik_Svensmark_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark_2.jpg" alt="" width="92" height="116" /></a>Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca:</strong></p>
<p><em>«Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura deve-se exclusivamente ao CO<sub>2</sub> não tem justificação científica. É pura conjectura.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Freeman_Dyson.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5653" title="Freeman_Dyson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Freeman_Dyson.jpg" alt="" width="148" height="151" /></a>Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:</strong></p>
<p><em>«O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista sentar-se num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador, do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos&#8230;»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nils_Axel_Morner.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5654" title="Nils_Axel_Morner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nils_Axel_Morner.jpg" alt="" width="130" height="129" /></a>Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar:</strong></p>
<p><em>«O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Martin_Keeley.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5655" title="Martin_Keeley" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Martin_Keeley.jpg" alt="" width="122" height="109" /></a>Martin Keeley, professor de Geologia do Petróleo no University College de Londres:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazer cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Bellamy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5656" title="David_Bellamy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Bellamy.jpg" alt="" width="147" height="96" /></a>Prof. David Bellamy, naturalista:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global – pelo menos na última visão de pesadelo moderno – é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5657" title="Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01.jpg" alt="" width="122" height="129" /></a>Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA:</strong></p>
<p><em>«O “medo do aquecimento global” está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_Essenhigh.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5658" title="Robert_Essenhigh" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_Essenhigh.jpg" alt="" width="129" height="125" /></a>Robert Essenhigh, PhD, professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University:</strong></p>
<p><em>«Certamente, podemos tentar o controle e freio da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou só nesta posição. Mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência ou apenas política?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Universidade do Colorado:</strong></p>
<p><em>«A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU&#8230; A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio&#8230; tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “mudança climática.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Clark.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5659" title="Ian_Clark" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Clark.jpg" alt="" width="121" height="141" /></a>Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:</strong></p>
<p><em>«Não podemos dizer que o CO<sub>2</sub> vá dirigir as mudanças climáticas – certamente nunca o fez no passado.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Takeda_Kunihiko.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5660" title="Takeda_Kunihiko" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Takeda_Kunihiko.jpg" alt="" width="132" height="144" /></a>Dr. Takeda Kunihiko, vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Universidade de Chubu, Japão:</strong></p>
<p><em>«As emissões de CO<sub>2</sub> não causam absolutamente qualquer problema… Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo… A alguns pagam para dizer o contrário! O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no carro e os países em desenvolvimento a andar descalços.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Miklos_Zagoni.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5662" title="Miklos_Zagoni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Miklos_Zagoni.jpg" alt="" width="130" height="108" /></a>Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global, que abandonou a defesa do protocolo de Kyoto:</strong></p>
<p><em>«O instrumento regulador da natureza é o vapor d’água: mais CO<sub>2</sub> diminui a umidade no ar, mantendo a proporção geral dos “gases-estufa” nas condições de equilíbrio necessárias.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothty_Ball.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5663" title="Timothty_Ball" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothty_Ball.jpg" alt="" width="126" height="126" /></a>Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:</strong></p>
<p><em>«O CO<sub>2</sub> não é um gás poluente. Ele tem consequências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. </em>(&#8230; ) <em>Eles, os especialistas, têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Pal_Brekke.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5664" title="Pal_Brekke" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Pal_Brekke.jpg" alt="" width="120" height="135" /></a>Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:</strong></p>
<p><em>«Quem pretende que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas faz uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_A_Peden.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5665" title="James_A_Peden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_A_Peden.jpg" alt="" width="143" height="127" /></a>James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburgh:</strong></p>
<p><em>«Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar, computadorizados, com os quais a gente pode construir o que bem entende.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_S_Theon_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5666" title="John_S_Theon_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_S_Theon_01.jpg" alt="" width="134" height="114" /></a>Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA:</strong></p>
<p><em>«Não se justifica, racionalmente, utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hajo_Smit.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5667" title="Hajo_Smit" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hajo_Smit.jpg" alt="" width="116" height="160" /></a>Hajo Smit , meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Gore incitou-me a </em>[realizar] <em>uma investigação científica profunda que me levou, rápida e solidamente, para o campo dos céticos… Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Guy_LeBlanc_Smith.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5668" title="Guy_LeBlanc_Smith" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Guy_LeBlanc_Smith.jpg" alt="" width="109" height="119" /></a>Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) está provocando a mudança climática, ou que só o CO<sub>2</sub> feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos, coletivamente, dessa ilusão enganosa?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Eduardo_Tonni.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5669" title="Eduardo_Tonni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Eduardo_Tonni.jpg" alt="" width="81" height="109" /></a>Eduardo Tonni, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata, Argentina:</strong></p>
<p><em>«O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no fato de que é algo que gera fundos </em>[para investigação]. (&#8230;) <em>Se alguém disser que a mudança global é provocado por efeitos naturais, ficará sentado a ver navios. </em>(&#8230;) <em>Lamentavelmente, trata-se de mais um produto de mercado.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Geoffrey_G_Duffy_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5670" title="Geoffrey_G_Duffy_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Geoffrey_G_Duffy_01.jpg" alt="" width="92" height="132" /></a>Geoffrey G. Duffy, professor da Universidade de Auckland, Nova Zelândia:</strong></p>
<p><em>«Ainda que o nível do gás carbônico (CO<sub>2</sub>) dobrasse ou triplicasse, isso, virtualmente, teria pouco impacto, posto que o vapor d’água e a água condensada em partículas nas nuvens dominam a cena em todo o mundo – e assim será sempre.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jarl_R_Ahlbeck.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5671" title="Jarl_R_Ahlbeck" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jarl_R_Ahlbeck.jpg" alt="" width="115" height="125" /></a>Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia:</strong></p>
<p><em>«Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joanne_Simpson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5672" title="Joanne_Simpson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joanne_Simpson.jpg" alt="" width="133" height="118" /></a>Dra. Joanne Simpson , cientista da [Física da] Atmosfera:</strong></p>
<p><em>«Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento </em>[para investigação]<em>, falo com toda a franqueza: como cientista, continuo cética.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arthur_V__Douglas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5674" title="Arthur_V__Douglas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arthur_V__Douglas.jpg" alt="" width="153" height="120" /></a>Dr. Arthur Douglas, ex-presidente do Atmospheric Sciences Department da Universidade de Creighton:</strong></p>
<p><em>«Qualquer que seja o clima, não está sendo causado pelo aquecimento global. Se está acontecendo alguma coisa é que tal vez esteja começando um período de arrefecimento.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5675" title="Bob_Carter_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_21.jpg" alt="" width="120" height="136" /></a>Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Ao longo dos últimos anos vêm sendo registrados sinais climáticos mais frios do que o habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="177" height="133" /></a>Luiz Carlos Baldicero Molion, professor de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas:</strong></p>
<p><em>«Quando digo que, muito provavelmente, estamos num processo de resfriamento, faço por meio de dados. </em>(&#8230;)<em> Já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. </em>(&#8230;) <em>Inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora, </em>(&#8230;) <em>&#8230;um terrorismo climático como é esse aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Victor_Manuel_Velasco_Herrera.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5676" title="Victor_Manuel_Velasco_Herrera" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Victor_Manuel_Velasco_Herrera.jpg" alt="" width="131" height="124" /></a>Victor M. Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade Autônoma do México:</strong></p>
<p><em>«Os modelos e previsões do IPCC da ONU não são corretos porque eles só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados e cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Kenyon_Chapman.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5677" title="Philip_Kenyon_Chapman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Kenyon_Chapman.jpg" alt="" width="123" height="151" /></a>Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico do M.I.T.:</strong></p>
<p><em>«Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre o que nós deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, nós estivéssemos enfrentando um esfriamento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stanley_B_Goldenberg-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5678" title="Stanley_B_Goldenberg-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stanley_B_Goldenberg-2.jpg" alt="" width="101" height="130" /></a>Stanley B. Goldenberg, especialista em furacões da National Oceanic and Atmospheric Administration:</strong></p>
<p>«Há uma mentira triunfante que está sendo espalhada pela mídia e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem.»</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arun_D_Ahluwalia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5679" title="Arun_D_Ahluwalia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arun_D_Ahluwalia.jpg" alt="" width="149" height="127" /></a>Dr. Arun Ahluwalia, geólogo da Universidade de Punjab, diretor do International Year of the Planet:</strong></p>
<p><em>«Atualmente, o IPCC virou um circuito fechado: não ouve os outros&#8230; Não tem abertura mental. Estou deveras surpreso pelo fato de o Prêmio Nobel da Paz ter sido outorgado </em>[a Al Gore e ao IPCC] <em>com base em conclusões cientificamente incorretas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="150" height="29" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«Verde: a cor nova do comunismo»</em></strong>, sob o título <em><strong>«Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo»</strong></em>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://vivopelavida.com.br/">http://vivopelavida.com.br</a><strong>;</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 11:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="300" height="58" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/COP16-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5567" title="COP16-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/COP16-1-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a>A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO<sub>2</sub> e capitalistas registrava recordes de frio.</p>
<p>Sem presenças de alto nível e com a certeza de que nenhum grande governo aceitaria qualquer decisão prejudicial, a Conferência pareceu se concentrar em atividades mais específicas da religião ambientalista.</p>
<p>Ela foi inaugurada com uma oração à deusa maia Ixchel, pronunciada por Christiana Figueres, secretária-executiva da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (<em>U.N. Framework Convention on Climate Change</em>) ‒ COP16. Ela é nativa da Costa Rica, e de lá trouxe a superstição, não se sabe bem a que pretexto. Porém, todo mundo, a mídia brasileira inclusive, achou muito normal esse ambiente.</p>
<p><em>«Que a deusa da razão,&#8230; – invocou – &#8230;da criatividade e da tecelagem vos inspire, porque hoje vocês estão reunidos em Cancún para tecer os elementos de uma resposta sólida à mudança do clima, utilizando a razão e a criatividade como ferramentas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5568" title="cop16-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-2-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a>Deusa parideira</h2>
<p>De acordo com Figueres, Ixchel também é a deusa maia da lua (imagem à direita). Na Wikipedia, Ixchel é também a deusa de “fazer filhos” e “deusa da medicina”. O de “fazer filhos” nem foi mencionado pela secretária-geral – é algo ecologicamente incorreto.</p>
<p>Segundo o <em>Washington Post</em> – nestas horas também adepto religioso ‒ Figueres iniciou a saudação dizendo:</p>
<p><em>«Excelências, a deusa Ixchel provavelmente vos dirá que um tapete é o resultado do entrelaçamento hábil de muitos fios&#8230; Estou convencida de que daqui a 20 anos, vamos admirar a tapeçaria de política que vocês teceram e olharemos para trás com carinho para Cancún e para a inspiração de Ixchel.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Crescimento zero&#8230;</h2>
<p>Pouco antes, um ativista do aquecimento global garantira que com um regime de racionamento – nisto a URSS e Cuba são profetas ‒ e 20 anos de crescimento econômico zero seriam necessários para conter os efeitos da mudança climática antrópica.</p>
<p>Ken Pastor de <em>NewsBusters</em> lembrou a catadupa de desprezo que a imprensa despejou sobre o congressista americano John Shimkus (R-IL) que citou o Gênese dizendo: <em>«A terra vai acabar só quando Deus declarar que chegou sua hora. O homem não vai destruir a terra. Esta terra não será destruída por uma enchente.»</em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5569" title="cop16-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-3-300x225.jpg" alt="" width="192" height="144" /></a>De fato há um Deus, e um só Deus, o da Bíblia, que a religião ambientalista não tolera. Os outros, sejam Ixchel ou Luzbel, valem todos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Japão fora de Kyoto</h2>
<p>Na quarta-feira, o Japão anunciou que não renovará o Tratado de Kyoto. O grupo de países “bolivarianos” reunidos na ALBA exigiram a cabeça da presidência mexicana por preparar um texto de negociação que incluía um compromisso favorável aos países “ricos”. Protesto à toa, sem peso nem eco.</p>
<p>A enviada venezuelana Claudia Salerno tripudiou no vazio contra os EUA: <em>«Nós não vamos apoiar qualquer situação em que esses países se safem dessa e não aceitem compromissos. Queremos compromissos concretos. O novo texto deve incluir o segundo período de Kyoto.»</em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5570" title="cop16-4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-4-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>A <em>Fox News</em> informou que o negociador da UE [União Européia], Arthur Rung-Metzger, lembrou a esses países latino-americanos algo muito primário: que é preciso chegar a um consenso e isso <em>«está pendurado como uma espada de Dâmocles sobre esta conferência»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Culpando o capitalismo</h2>
<p>Venezuela e Bolívia acentuaram o ridículo culpando o capitalismo pela suposta mudança climática. Seus representantes arguiram que a industrialização liberou CO<sub>2</sub> e outros gases estufa na atmosfera, sem se incomodar com a China comunista amiga, ali presente, poluidora número um do mundo.</p>
<p>Nesse ambiente, não espantou que um jornal americano observasse ironicamente que a deusa Ixchel, procurada, não estava disponível para comentários.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5571" title="cop16-5" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-5-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a>Mas, a natureza que obedece a outras leis que não são as da Ixchel e do catastrofismo ambientalista, votou na magna Conferência, enviado recordes de frio sobre Europa e EUA.</p>
<p>Os representantes humanos pouco se importaram dessa voz vinda do fundo da realidade e aproveitaram as benesses largamente pagas pelos organizadores nas belas ‒ e globalmente bem aquecidas ‒ praias mexicanas.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luis Dufaur</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="150" height="29" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«Verde: a cor nova do comunismo»</em></strong>, em 05/12/2010. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar sua leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a> .</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O debate do clima não merece editoriais apocalípticos</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/o-debate-do-clima-nao-merece-editoriais-apocalipticos/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma falácia que os últimos 11 anos foram os 14 mais quentes já registrados. Trata-se de um absurdo científico, considerando que o planeta já experimentou no passado fases de temperatura incrivelmente mais elevadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="300" height="39" /></a><strong>É uma falácia que os últimos 11 anos foram os  14 mais quentes já registrados. Trata-se de um absurdo científico, considerando  que o planeta já experimentou no passado fases de temperatura incrivelmente mais  elevadas.</strong></em></p>
<p><em><strong><br />
</strong></em></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/COP15-Britains-Prime-Mini-001.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5424" title="COP15-Britains-Prime-Mini-001" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/COP15-Britains-Prime-Mini-001-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a>Comentários omitidos</h2>
<p>Mais de 50 jornais de 44 países, inclusive do Brasil, publicam hoje um editorial conjunto acerca da Conferência das Partes do Clima  (COP15) em Copenhague. O editorial, proposto pelo jornal inglês <em>The  Guardian</em>, curiosamente, consta apenas do <em>Miami Herald</em> e sua versão em espanhol  nos Estados Unidos, não aparecendo nas páginas de OP-ED (opinião) de nenhum dos  principais diários do país como <em>New York Times</em>, <em>Washington Post</em> ou <em>USA Today</em>. No  Reino Unido, tão-somente o <em>Irish Times</em> reproduz o editorial do <em>Guardian</em>.  Igualmente os principais jornais de Rio e São Paulo, no Brasil, não se juntaram  ao protesto coordenado. O manifesto, em alguns momentos apocalíptico, em outros  panfletário, ignora fatos, sonega outros e distorce importantes pontos do debate  do clima. Vários pontos merecem comentários:</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As falácias</h2>
<p><em>«</em><em>Agora, os fatos começaram a  falar por si: 11 dos últimos 14 anos foram os mais quentes já registrados, o  gelo do Ártico está derretendo e a alta nos preços do petróleo e dos alimentos  no ano passado é um exemplo do caos que pode estar por vir»</em>.</p>
<p>É uma falácia que os últimos 11 anos foram os 14 mais quentes já registrados.  Trata-se de um absurdo científico, considerando que o planeta já experimentou no  passado fases de temperatura incrivelmente mais elevadas. Os níveis de CO<sub>2</sub> nos  últimos 50 anos aumentaram 50 ppm (partes por milhão) na última metade de  século, alcançando hoje ao redor de 388 ppm, mas o planeta já passou por épocas  em que os níveis de CO<sub>2</sub> chegaram a 5 mil ppm. Nos Estados Unidos, que possuem  uma base de dados mais completa e atualizada que a brasileira, os anos mais  quentes do último século ocorreram na década de 1930. Os recordes de calor do Rio  Grande do Sul de 1917 e 1943 seguem até hoje intocados.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/charge-aquecimento-global.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5425" title="charge-aquecimento-global" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/charge-aquecimento-global-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a>O Ártico, realmente, perdeu massa de gelo nos últimos anos, apesar do degelo  em 2009 e 2008 ter sido menor do que em 2007. Da mesma forma que o Ártico,  também entre as décadas de 1920 e 1930, experimentou um período de perda de massa de  gelo. Recentemente, o Met Office, serviço meteorológico da Grã-Bretanha,  ferrenho defensor da influência humana no clima, atestou em comunidade que <em>«a  alta variabilidade </em>(da cobertura de gelo no Ártico) <em>torna muito difícil de  atribuir a redução na cobertura de gelo às emissões de gases do efeito estufa  pelo homem»</em>. O editorial sonega do público que a Antártida teve em 2007 um  recorde na sua cobertura de gelo desde que iniciadas as medições por satélite em  1979.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um resfriamento global</h2>
<p>Há poucos dias, na <em>Folha de São Paulo</em>, o enviado especial à base  brasileira Comandante Ferraz na Antártida noticiava o espanto dos cientistas do  Brasil na região com o que vem ocorrendo. Segundo eles, os invernos rigorosos  ocorriam em média a cada quatro anos e agora, 2007 e 2009, tiveram invernos muito  mais frios que a média na região. A base segue coberta de neve no mês de  dezembro, quando não deveria haver mais, o que levou o correspondente da <em>Folha</em> a  afirmar que <em>«ao menos nesta parte da Antártida a melhor expressão é resfriamento  global»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Remédio transformado em doença</h2>
<p>Atribuir à alta do preço do petróleo às mudanças no clima é uma ignorância  econômica primária. Demanda, especulação financeira e depreciação do dólar foram  os fatores que levaram à alta do petróleo nos últimos anos. O mesmo em relação a  outras <em>commodities</em> como os produtos agrícolas que viram seus preços ir às  alturas com a queda do dólar no mercado internacional e a maior demanda de  países em desenvolvimento. No caso dos alimentos, há outro agravante que está,  sim, relacionado ao aquecimento global, mas pela via transversa. A fim de reduzir  as emissões de gases do efeito estufa, grãos passaram a ser usados na produção  de biocombustíveis, o que é apontado por especialistas como uma das razões para  o aumento nos preços em todo o mundo. Esses mesmos analistas alertaram que o uso  de grãos (soja, milho, etc) na produção de biocombustíveis estava fazendo com  que áreas de florestas em regiões tropicais, da Malásia ao Brasil, estivessem  sendo desmatadas para abrir espaço para plantações. Ou seja, o remédio se  transformou na doença. Curiosamente, os mesmos jornais que hoje no Brasil  publicam este editorial comemoraram no passado, também em editoriais, os  biocombustíveis devido aos benefícios econômicos para a agricultura local.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A insistência em culpar o homem</h2>
<p>Diz também o editorial: <em>«Nas publicações científicas, a questão não é mais se os seres humanos  devem levar a culpa pelo que está acontecendo, mas quão curto é o tempo que  temos para reduzir os danos».</em></p>
<p>Trata-se de outra falácia. O alegado consenso sobre a responsabilidade humana  nas mudanças climáticas é um engodo que se repete <em>ad nauseam</em>. No ano  passado, um estudo (Brown, F., J. Annan, and R.A. Pielke Sr., 2008: <em>«Is There Agreement Amongst Climate Scientists on the IPCC AR4 WG1?»</em>) revelou que <em>«a  afirmação de que o homem não tem um papel importante na forçante climática é  falsa, entretanto ainda existe uma controvérsia muito significativa quanto à  magnitude dos seus impactos»</em>. Logo, não é possível sustentar em editorial que  <em>«nas publicações científicas a questão não é mais se os seres humanos devem  levar a culpa pelo que está acontecendo»</em>.</p>
<p>A Sociedade de Meteorologia dos  Estados Uunidos (AMS) acaba de publicar uma pesquisa feito junto aos  prognosticadores do tempo na televisão norte-americana associados à entidade que  diariamente levam a previsão para milhões de pessoas. Apenas 35% concordam com a  afirmação do IPCC de que <em>«o aquecimento do sistema climático é inequívoco»</em>.  Metade discordou de que <em>«a maior parte do aquecimento ocorrido desde 1950 é causado  pelo homem»</em>. Exíguos 3% concordaram que <em>«os modelos climáticos globais são  confiáveis em suas previsões de aquecimento do planeta»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O clima no planeta nunca foi estável</h2>
<p>Também no editorial: <em>«As mudanças climáticas foram causadas ao longo de séculos e têm  consequências que durarão para sempre. As nossas chances de frear o problema  serão determinadas nos próximos 14 dias».</em></p>
<p>Atestar que mudanças climáticas são irreversíveis denota outra ignorância  científica. O planeta sempre alternou períodos quentes e frios que não duraram  para sempre. Ao denominado Período de Aquecimento Medieval (MWP) seguiu-se a  Pequena Era do Gelo (LIA) entre os anos 1500 e 1900 dC. O aquecimento medieval,  contudo, não consta do chamado gráfico Hockey Stick de Michael Mann, citado no  escândalo Climategate, apesar de estar presente na maioria dos trabalhos sérios  de reconstrução climática na paleoclimatologia. A única constante na Natureza é  a mudança e em determinado momento do futuro a Terra voltará a sofrer com  glaciação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Aumentos de temperatura sem respaldo científico</h2>
<p>No editorial: <em>«A ciência envolvida é complexa, mas os fatos são claros. O mundo precisa  agir para limitar a 2ºC o aumento da temperatura global, um objetivo que exigirá  que as emissões mundiais de gases-estufa alcancem um teto e comecem a cair nos  próximos cinco a dez anos. Um aquecimento maior, de 3ºC a 4ºC – o menor aumento  que podemos esperar se continuarmos sem fazer nada – poderá levar seca aos  continentes, transformando áreas agrícolas em desertos».</em></p>
<p>O editorial afirma que o menor aumento que pode ser esperado (3ºC a 4ºC) não  tem sustentação científica. O relatório do IPCC de 2007 diz que no melhor  cenário (B1) o aquecimento seria de 1,8ºC (variação entre 1,1ºC e 2,9ºC). Logo,  o mínimo sustentado pelos cientistas da ONU não é 3ºC, mas 1,1ºC.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A crença no aquecimento global antropogênico cai a cada dia</h2>
<p>Mais: <em>«Mesmo agora, o mundo se encontra dependente da política interna  americana, pois o presidente não pode se comprometer completamente com as ações  até que o Congresso americano o faça».</em></p>
<p>Obama não pode se comprometer completamente porque governa um país  democrático – não uma ditadura – em que as decisões nacionais passam pelo  Legislativo. O Congresso, muitas vezes reflete a opinião pública, e no caso dos  Estados Unidos, não há consenso entre a população de que o aquecimento global  seja um caso urgente. A última pesquisa do Pew Research Center mostrou que  despencou a crença no público americano nas teses das mudanças climáticas.  Apenas 35% dizem que as mudanças climáticas constituem um problema sério contra  44% em 2008. Entre os ouvidos, 57% acreditam que o planeta aqueceu nas últimas  décadas contra 71% dos ouvidos em 2008. Apenas 36% dizem que a influência na  temperatura é humana, muito abaixo dos 47% da pesquisa do ano anterior. Nos  Estados Unidos, diferentemente do Brasil, a grande imprensa ouve todos os lados  envolvidos no debate climático, entre eles os céticos, o que permite à população  formar opinião a partir de vários pontos de vista. No Brasil, a cobertura do  escândalo Climategate, por exemplo, foi pífia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Por que os ambientalistas não dispensam suas limusines?</h2>
<p>Ainda no editorial: <em>«Muitos de nós, particularmente no mundo desenvolvido, terão de mudar  seus estilos de vida. A era de voos que custam menos do que a corrida de táxi  até o aeroporto está chegando ao fim. Teremos que comprar, comer e viajar de  forma mais inteligente. Teremos de pagar mais pela nossa energia e usá-la  menos».</em></p>
<p>Perguntas: Como os repórteres dos jornais que foram a Copenhague viajaram?  Não foram de avião? Seus patrões não buscaram as passagens mais baratas? Quantos  dos donos destes jornais deixaram de andar de carro ou mudaram seus estilos de  vida até hoje? Se o custo da luz for aumentado para combater o aquecimento  global, muitos destes jornais que publicaram o editorial serão os primeiros a  protestar contra a energia mais cara para a população. A propósito, a imprensa  dá conta de que em Copenhague é tão grande a demanda por limusines entre os  presentes na conferência que houve a necessidade de buscar duas centenas destes  veículos em outros países da Europa.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Eugênio Hackbart, 15/12/2009<br />
</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p>Nascido em Morro Redondo, <strong>Eugenio Hackbart</strong> se transformou em  referência e sinônimo de credibilidade na Meteorologia do Rio Grande do Sul. O  Professor Eugenio, como é conhecido, é o idealizador, fundador e atual  Diretor-Geral da MetSul Meteorologia. No serviço da previsão do tempo,  diariamente integra a programação de dezenas de emissoras de rádio e participa  ativamente da elaboração dos boletins de tempo e clima da MetSul Meteorologia.  Eugenio Hackbart alimenta desde a infância um encantamento pela natureza e as  ciências naturais, tendo participado de diversos projetos de educação e  preservação ambiental no Vale dos Sinos. Uma de suas maiores alegrias é receber  grupos de crianças que periodicamente visitam a estação meteorológica de São  Leopoldo, onde explica o funcionamento dos equipamentos e como é feita a  previsão. Hackbart reside em São Leopoldo, é casado com Anelori Hackbart, tem  três filhos (Ricardo, Fernando e Mônica), torce pelo Grêmio e tem como grande  paixão pessoal o convívio com a família e viajar ao lado da esposa e os  filhos.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Mídia Sem Máscara<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignright size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="154" height="20" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado anteriormente no blog da Metsul Meteorologia: <a href="http://www.metsul.com/blog/" target="_blank">http://www.metsul.com/blog/</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="25" height="22" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>, em 30/11/2010. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar sua leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="27" height="24" /></a>Maiores informações no endereço: <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a> .</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://tilesexperts.com/">http://tilesexperts.com</a>; <a href="http://biologiaciclos.blogspot.com/">http://biologiaciclos.blogspot.com/</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>A mãe de todas as fraudes</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
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		<description><![CDATA[Por uma ironia providencial, a documentação colhida pelos hackers veio à tona na mesma semana em que um outro grupo de acadêmicos aquecimentistas, mais honesto, admitia francamente que, para desgraça da sua causa sacrossanta, a temperatura do planeta tinha permanecido estável nos últimos dez anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="300" height="39" /></a>Por uma ironia providencial, a documentação  colhida pelos </em><em>hackers</em><em> veio à tona na mesma semana em que um  outro grupo de acadêmicos aquecimentistas, mais honesto, admitia francamente  que, para desgraça da sua causa sacrossanta, a temperatura do planeta tinha  permanecido estável nos últimos dez anos.</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/climagate.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-5532" title="climagate" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/climagate-300x204.gif" alt="" width="300" height="204" /></a>Climagate</h2>
<p>Mal acabava eu de escrever aqui que <em>«o uso maciço da fraude científica, em  proporções jamais antes imaginadas, vem-se tornando o principal meio de  imposição de novas políticas»</em>, e no dia seguinte veio a público a fraude das  fraudes: dois <em>hackers</em> invadiram o servidor da Universidade de East  Anglia e copiaram <em>e-mails</em> nos quais eminentes cientistas revelavam ter  apelado às trapaças mais abjetas para impingir ao mundo a balela do “aquecimento  global” e as legislações draconianas alegadamente destinadas a “salvar o  planeta” desse mal fantasmagórico (→ <a href="http://www.aim.org/aim-column/media-ignore-climate-science-scandal/" target="_blank">www.aim.org/aim-column/media-ignore-climate-science-scandal/</a>).  Entre outros expedientes, constavam:</p>
<p><strong>① Suprimir dos relatórios da ONU  quaisquer dados que pusessem em dúvida o aquecimento global ou suas alegadas  causas humanas.</strong></p>
<p><strong>② Complementarmente, inventar e enxertar na bibliografia técnica dados que  comprovassem as hipóteses desejadas.</strong></p>
<p><strong>③ Boicotar sistematicamente as revistas científicas que publicassem estudos  adversos à causa aquecimentista.</strong></p>
<p><strong>④ Orquestrar ataques a todos os cientistas adversários, questionando suas  credenciais acadêmicas.</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Crime intelectual hediondo</h2>
<p>Se algum dia houve algo como um “crime intelectual hediondo”, foi esse. Por  uma ironia providencial, a documentação colhida pelos <em>hackers</em> veio à  tona na mesma semana em que um outro grupo de acadêmicos aquecimentistas, mais  honesto, admitia francamente que, para desgraça da sua causa sacrossanta, a  temperatura do planeta tinha permanecido estável nos últimos dez anos (→ <a href="http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,662092,00.html" target="_blank">www.spiegel.de/international/world/0,1518,662092,00.html</a>).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Concentração de poder</h2>
<p>Recordem que a campanha alarmista do aquecimento global teve seu momento mais  significativo com o lançamento do livro de Al Gore, <em>«Uma Verdade  Inconveniente»</em>, e verão até que ponto chega o cinismo dessas criaturas: põem  em circulação uma farsa pseudocientífica construída de dados falsos, compram  para ela o apoio da grande mídia, do <em>show business</em>, das universidades,  de macro-empresas e dos maiores organismos internacionais e, ao mesmo tempo que  já a alardeiam como verdade pioneira universalmente silenciada pelo  <em>establishment</em> (como se não fossem eles próprios o  <em>establishment</em> e não fizessem um barulho dos diabos), vão tratando de  organizar preventivamente o boicote aos eventuais recalcitrantes e contestadores  – tudo para produzir em benefício próprio a mais formidável concentração de  poder que já se viu ao longo de toda a História humana.</p>
<p>Se isso não é golpe, conspiração, formação de quadrilha, então estas três  expressões já não têm significado nenhum.</p>
<p>A isso reduz-se, hoje em dia, a autoridade da classe científica no mundo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Mídia protege a fraude</h2>
<p>Mas é claro que, tão logo revelada a fraude, a grande mídia americana inteira  já se pôs em marcha para proteger os criminosos, omitindo-se de mencionar a  descoberta do embuste, noticiando-a com a maior discrição possível ou negando  abertamente sua importância, contra toda a evidência dos fatos e contra todo  senso das proporções.</p>
<p>Servida por esses bons préstimos, a Conferência da ONU sobre o Clima, a  realizar-se em dezembro próximo em Copenhagen, poderá ignorar solenemente a  denúncia, e, como se a idoneidade científica do aquecimentismo permanecesse  intacta, seguir adiante, impávido colosso, no seu propósito de impor a uma  cândida humanidade os controles globais destinados a salvá-la de um perigo  inexistente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/newworldorder.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5533" title="newworldorder" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/newworldorder-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>A governança mundial por trás</h2>
<p>Segundo o novo presidente da União Européia e <em>office-boy</em> do CFR,  Hermann van Rompuy, que o anuncia com indisfarçado entusiasmo, esses controles  já equivalem à plena instauração de um governo mundial, rebaixada a noção de  soberanias nacionais ao estatuto de ficção jurídica condenada a dissolver-se  suavemente em névoas, sem traumas nem prantos, num prazo de poucos anos.  Adiantando-se à profecia, o governo Obama envia emissários a Haia para estudar  os meios de estender aos EUA a jurisdição do Tribunal Penal Internacional: sim,  com a mesma paixão com que busca livrar os terroristas estrangeiros da  autoridade dos tribunais militares americanos, o homenzinho está ansioso para  submeter os cidadãos de seu país às decisões de juízes estrangeiros.</p>
<p>As mais sombrias advertências de Lorde Christopher Monckton estão se  materializando diante dos nossos olhos (→ <a href="http://blogdoambientalismo.com/artigos/internacional/estados-unidos/9640-obama-pronto-a-ceder-a-soberania-dos-eua-afirma-lorde-britanico.html" target="_blank">www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/9640-obama-pronto-a-ceder-a-soberania-dos-eua-afirma-lorde-britanico.html</a>),  e no Brasil – não só entre o povão, mas na quase totalidade da elite – ainda  há quem ria da idéia de “governo mundial”, acreditando piamente que é uma lenda  criada por “teóricos da conspiração”. Hipnotizado pela lisonja interesseira dos  banqueiros internacionais, como o corvo pelas belas palavras da raposa na fábula  de La Fontaine, o Brasil cada vez mais se imagina o umbigo do mundo, quando na  verdade só participa da história mundial como vítima periférica e sonsa, de  forças que não compreende e aliás nem mesmo enxerga.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Olavo de Carvalho, 04/12/2009</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignright size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="154" height="20" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar sua leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a> .</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://letterstotheempire.com/">http://letterstotheempire.com</a>; <a href="http://www.desobediencia.org/">http://www.desobediencia.org/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
</div>
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		<title>Geologia e tecnologia adiam &#8220;pico do petróleo&#8221; &#8211; e enterram aquecimento global antropogênico</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/geologia-e-tecnologia-adiam-pico-do-petroleo-e-enterram-aquecimento-global-antropogenico/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 16:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, o alarmismo generalizado que tem caracterizado as discussões sobre os recursos energéticos e o meio ambiente colocou em destaque duas teses bastante controvertidas, mas de grande influência sobre a percepção geral de tais temas e, principalmente, a formulação de políticas a eles referentes. Uma delas é o "Pico do petróleo" (Peak Oil, em inglês), segundo a qual a produção mundial de petróleo estaria prestes a atingir um cume (ou, segundo alguns, já teria atingido), a partir do qual só tenderia a diminuir, exatamente num momento em que a demanda mundial aumenta, devido ao deslanche das economias emergentes. A outra é o aquecimento global supostamente causado pelas atividades humanas (ou antropogênico), especialmente, as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes da queima de combustíveis fósseis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/velhinho-nu-gelo2_edited-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5373" title="velhinho-nu-gelo2_edited-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/velhinho-nu-gelo2_edited-1-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Nos últimos anos, o alarmismo generalizado que tem caracterizado as discussões sobre os recursos energéticos e o meio ambiente colocou em destaque duas teses bastante controvertidas, mas de grande influência sobre a percepção geral de tais temas e, principalmente, a formulação de políticas a eles referentes. Uma delas é o “Pico do petróleo” (<em>Peak oil</em>, em inglês), segundo a qual a produção mundial de petróleo estaria prestes a atingir um cume (ou, segundo alguns, já teria atingido), a partir do qual só tenderia a diminuir, exatamente num momento em que a demanda mundial aumenta, devido ao deslanche das economias emergentes.</p>
<p>A outra é o aquecimento global supostamente causado pelas atividades humanas (ou antropogênico), especialmente, as emissões de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) provenientes da queima de combustíveis fósseis. Na montagem dos cenários alarmistas, uma tem reforçado a outra para justificar as pretendidas restrições aos combustíveis fósseis pretendidas pela constelação de interesses diversos estabelecida em torno do assunto, que na próxima semana será objeto de outra conferência internacional do aparato climático das Nações Unidas, a chamada COP-16, em Cancun, México.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Previsões desqualificadas</h2>
<p>Felizmente para a Humanidade, tanto uma como a outra têm sido sistematicamente desqualificadas pelos avanços da ciência, da tecnologia e, principalmente, pelo bom senso, que vem expandindo a sua influência em ambas as áreas.</p>
<p>Embora há mais de um século que se façam prognósticos sobre o esgotamento das reservas petrolíferas, a tese do “Pico do petróleo” ganhou notoriedade com o trabalho do geólogo estadunidense M. King Hubbert, que, na década de 1950, previu que a produção petrolífera do país atingiria o cume na década seguinte (como, de fato, ocorreu) e que a mesma tendência se manifestaria nos demais países produtores. Não obstante, a grande expansão da utilização do gás natural (que pode substituir o petróleo em quase todas as utilizações) ocorrida nas últimas décadas e o desenvolvimento tecnológico, que tem possibilitado a abertura de novas fronteiras exploratórias, em especial de jazidas ultraprofundas no mar e em terra e a exploração do gás de folhelhos, têm contribuído para empurrar os prognósticos pessimistas para um futuro indefinido. Ou seja, não deverá faltar petróleo e gás para assegurar o desenvolvimento econômico de todo o planeta, pelo menos até a segunda metade do século.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O domínio dos combustíveis fósseis</h2>
<p>Um dos maiores especialistas mundiais em energia é o economista inglês Peter R. Odell, professor emérito da Universidade Erasmo de Rotterdam, autor de vários livros sobre o assunto, ao qual se dedica desde a década de 1960. Sua obra mais recente é o livro <em><strong>«Why Carbon Fuels Will Dominate The 21st Century&#8217;s Global Energy Economy» </strong></em>(<em>«Por que os Combustíveis de Carbono Dominarão a Economia Energética Global do Século XXI»</em>), publicado em 2004, no qual afirma categoricamente que:</p>
<p>① Até as últimas décadas do século, os hidrocarbonetos continuarão proporcionando mais de 50% da energia mundial;</p>
<p>② O uso de gás natural tende a se expandir rapidamente e deverá superar o carvão ainda na década de 2010 e o petróleo, na de 2040;</p>
<p>③ As reservas conhecidas de petróleo “convencional” são suficientes para assegurar mais de 50% da demanda energética mundial até a década de 2050; depois disto, as fontes de petróleo “não convencionais” (petróleo extrapesado, areias alcatroadas, xisto betuminoso etc.) deverão assumir a dianteira. Para ele, a despeito do declínio relativo da importância do petróleo, tudo indica que a indústria de hidrocarbonetos deverá chegar ao final do século ainda maior que no início dele.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a_farsa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5374" title="a_farsa" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a_farsa-271x300.jpg" alt="" width="271" height="300" /></a>O pré-sal e outras reservas</h2>
<p>Desdobramentos recentes, como a descoberta das reservas da camada pré-sal na costa brasileira e reservas ultraprofundas semelhantes, no Golfo do México e outros lugares, além do promissor desenvolvimento da tecnologia de exploração de gás natural de folhelhos, parecem reforçar os argumentos de Odell e outros especialistas que pensam como ele.</p>
<p>Nos EUA, onde a tecnologia do gás de folhelhos está sendo desenvolvida, há uma grande euforia com a exploração dessas rochas sedimentares, nas quais já foram identificadas reservas de gás que, em termos energéticos, equivalem a nada menos que o dobro das reservas petrolíferas da Arábia Saudita. Uma reportagem de página inteira do <em>New York Times</em> de 17 de novembro (Clifford Krauss, <em>«Haverá combustível»</em>) deu as boas novas aos leitores estadunidenses:</p>
<p>(&#8230;) <em>«Quando parecia que o mundo estava funcionando no cheiro, campos petrolíferos gigantes foram descobertos nas costas do Brasil e da África e os projetos das areias alcatroadas canadenses se expandiram tão rapidamente que, agora, eles fornecem à América do Norte mais petróleo que a Arábia Saudita. Ademais, os EUA aumentaram a produção de petróleo doméstica pela primeira vez em uma geração.</em></p>
<p><em>«Enquanto isso, outra onda de exploração de gás natural está decolando em campos de folhelhos nos EUA, e mais exploração de gás de folhelhos está apenas começando na Europa e na Ásia. Acrescente-se a isto um aumento dos terminais de exportação de gás natural liquefeito em todo o mundo&#8230; Os especialistas em energia preveem, agora, décadas de energia residencial e comercial a preços razoáveis. Dito simplesmente, o mundo da energia virou de pernas para o ar outra vez.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Energia renovável?</h2>
<p>Nesse conjunto, sequer se inclui outra possibilidade mencionada por Odell e numerosos outros especialistas, a da futura exploração ultraprofunda de hidrocarbonetos de origem inorgânica, tese que, discretamente, vem se impondo nas geociências no Ocidente. Na Rússia e na Ucrânia, onde a teoria é aceita desde meados do século 20, várias jazidas de petróleo e gás oriundos de rochas não sedimentares são exploradas há décadas. Como afirma Odell, o fato de o petróleo e o gás natural virem a ser, eventualmente, considerados recursos “renováveis” teria enormes implicações, já que todas as preocupações sobre “escassez” perderiam validade.</p>
<p>Evidentemente, tais perspectivas colocam em xeque todos os cenários alarmistas/pessimistas baseados na sugestão da escassez física de recursos energéticos, que permeia todo o discurso ambientalista e está na raiz da estratégia intervencionista do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano para controlar as áreas produtoras de hidrocarbonetos do planeta. Ao mesmo tempo, a constatação de que o “pico” da produção de hidrocarbonetos é uma perspectiva distante deverá aumentar a pressão para a neutralização das campanhas de restrições dos seus usos, baseadas na infundada teoria do aquecimento global antropogênico, em especial, nos países em desenvolvimento – como, provavelmente, se poderá constatar nas discussões em Cancún.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico do <strong>MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana</strong>, Volume II, N<sup>o</sup> 31, de 26/11/2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://saiddib.blogspot.com/">http://saiddib.blogspot.com</a>; <a href="http://www.cdgospelgratis.com/">http://www.cdgospelgratis.com</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>British Council Gasta mais de R$ 300 Mil Libras Recrutando Ativistas Climáticos no Brasil</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/british-council-gasta-mais-de-r-300-mil-libras-recrutando-ativistas-climaticos-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 18:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[O British Council, orgão governamental do Reino Unido, cujo objetivo é promover a cultura britânica internacionalmente, gastou mais de 71 mil libras esterlinas, ou seja, mais de 205 mil reais, para recrutar uma rede de ativistas climáticas no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a-nova-ordem-mundial.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5147" title="a-nova-ordem-mundial" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a-nova-ordem-mundial.png" alt="" width="180" height="154" /></a>O British Council, orgão governamental do Reino Unido, cujo objetivo é promover a cultura britânica internacionalmente, gastou mais de 71 mil libras esterlinas, ou seja, mais de 205 mil reais, para recrutar uma rede de ativistas climáticas no Brasil.</p>
<p>Segundo a página do British Council do Brasil, eles trabalham para desenvolver laços mais fortes e maior entendimento mútuo entre o Brasil e o Reino Unido, e procurar atualizar e melhorar a percepção do Reino Unido no Brasil.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/british-council.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5137" title="british-council" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/british-council-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a>Ativistas em todo o mundo</h2>
<p>Através de um pedido pela Liberdade de Informação, sabe-se agora que o British Council vem despejando milhões de libras dos contribuintes britânicos no alarmismo do aquecimento global, quero dizer, mudança do clima. Do total de 2.5 milhões, Foram 303 mil libras para a China, 71 mil para o Brasil, 53 mil para o Japão, 70 mil para a Índia (incluindo 11 mil para o instituto Teri, de Rajendra Pachauri), 77 mil para o Qatar e 50 mil para os EUA, entre outros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>São 100.000 ativistas recrutados no mundo inteiro em 60 países, liderados por 1.300 “Campeões Internacionais do Clima”, para participar em “redes internacionais, pessoalmente e on-line, para compartilhar idéias, projetos e experiências”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Delírios não acontecidos&#8230;</h2>
<p>O que é confortante saber, é que este projeto está sendo liderado pelo ativista de alterações climáticas Dr. David Viner, ex-empregado da East Anglia Climatic Research Unit (centro do escandalo Climategate), que se tornou famoso por prever em 2001, que dentro de poucos anos a neve do inverno no Reino Unido se tornaria <em>«um evento muito raro e emocionante»</em>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a-nova-ordem-mundial-2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5148" title="a-nova-ordem-mundial-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/a-nova-ordem-mundial-2.jpg" alt="" width="64" height="56" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>A Nova Ordem Mundial</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria publicada no jornal eletrônico <strong><em>A Nova Ordem Mundial</em></strong>, em 15/02/2010, cujo site pode ser visitado em: <a href="http://www.anovaordemmundial.com/">http://www.anovaordemmundial.com</a>. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar sua leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>As fontes indicadas pelo jornal <em>A Nova Ordem Mundial</em>, foram:</p>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/comment/columnists/christopherbooker/7231466/British-Council-gets-in-on-the-climate-act.html">Telegraph: British Council gets in on the climate act </a>e <a href="http://www.britishcouncil.org/brasil.htm">British Council do Brasil</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem: </strong><em>A Nova Ordem Mundial</em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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