Escândalo abala Mecanismos de Desenvolvimento Limpo

Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.

Dois reveses para o “aquecimentismo”

O radicalismo ambientalista relacionado às mudanças climáticas sofreu dois duros golpes nos últimos dias. O primeiro foi a divulgação de um novo e razoavelmente sóbrio guia sobre o assunto pela venerável Royal Society britânica, em substituição a um documento anterior que enfatizava a suposta responsabilidade humana no fenômeno. O segundo foi a maciça reação contrária a um estarrecedor vídeo de propaganda de uma ONG britânica que promove a redução das emissões de carbono.

O clima tem influência no desenvolvimento dos países?

Muito se tem discutido sobre os motivos do subdesenvolvimento do Brasil e de outros pasíses de mesma latitude. Há, evidentemente, inúmeros fatores a determinar o nosso atraso econômico, cultural e social – e o clima é um desses fatores. As outras razões talvez, ainda possam ser discutidos no presente site, mas não nesse post.

O carvão e o “aquecimento global”

Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta.

O brado vulcânico da natureza

Os monumentais distúrbios causados pela erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Europa, com reflexos em todo o mundo, deveriam proporcionar sérias reflexões sobre a atitude correta que a Humanidade precisa tomar diante dos fenômenos e transformações do mundo natural, em especial, quanto à definição dos que merecem realmente ações coordenadas em escala global e a melhor resposta a eles.

Aquecimento Global: países não cumprirão metas

Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e sobretudo pela vontade de atingir as metas.

Fraude do aquecimento global discutida em SP

A despeito da consolidação de uma verdadeira indústria em torno do controvertido tema do aquecimento global antropogênico, nas últimas duas décadas, uma janela de oportunidade está se abrindo para reconduzir o assunto ao campo da ciência não engajada e do bom senso. A avaliação é do geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim e autor do livro «A Fraude do Aquecimento Global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial».

Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»

Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.

O aquecimento global e a invenção dos 2ºC

Na maré de descrédito que se abate sobre o “aquecimentismo”, a prestigiosa revista alemã Der Spiegel acaba de publicar, em 1 de abril, uma interessante reportagem sobre os bastidores do chamado “Climagate”.

Saiba mais sobre mudanças climáticas

Uma grande parcela da presente histeria sobre mudanças climáticas se deve ao generalizado desconhecimento de ciências por uma gran­de maioria da população mundial. N0S EUA, um estudo recém-divulgado pela Universi­dade Estadual de Michigan demonstrou que mais de dois terços dos estadunidenses po­dem ser considerados cientificamente analfa­betos. Tais níveis de ignorância, que incluem os fenômenos da natureza, têm facilitado sobremaneira a disseminação do irracionalismo ambientalista entre os estratos escolarizados das sociedades, os quais, em última análise, atuam como caixas de ressonância das idéias prevalecentes. Por isso, os “aquecimentistas” têm conseguido reduzir as discussões sobre a extremamente complexa teia de fenômenos que envolve as mudanças climáticas ao fator quase irrelevante das emissões antropogênicas de carbono (que respondem, por exemplo, por menos de 5% do CO2 atmosférico).

IPCC – um Himalaia de falsidades

O post mostra o escasso rigor científico com que o IPCC norteia suas informações em seus relatórios, no caso, sobre o derretimento das geleiras do Himalaia. Informações muitas vezes falsas e sem comprovação científica, do tipo “ouvir falar” são aproveitadas com fins políticos, sem a menor cerimônia. Depois de descobertas e contestadas essas farsas, a dificuldade de admitir as falhas é grande mas, muitas vezes, acabam por beneficiar seus próprios propagadores, como se verá em seguida.

Xeque-mate para o aquecimento global

Os dados do IPCC, no que diz respeito ao aquecimento global antropogênico e às catástrofes climáticas “possíveis e inevitáveis” decorrentes dele, há muito tempo são conhecidos como distorcidos, mal interpretados e, muitas vezes, inverídicos. Prova disso é o escândalo denominado “Climagate” que veio à tona às vésperas do encontro de Copenhague que, sem dúvida, contribuiu para o fracasso do mesmo. Está provado que o lado científico dos argumentos do IPCC são falsos e têm, sim, um cunho geopolítico destinado a favorecer o não-desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo e para manter, nas mãos das potências “centrais” – leia-se “oligarquias internacionais” – o controle das formas de energia e dos recursos naturais do planeta, tratando-se de genuína artimanha para a consolidação de um governo mundial à base do neocolonialismo, que é uma forma velada de manutenção do poder nas mãos das transnacionais e das oligarquias internacionais.

Copenhague – Climagate e convescote

A conferência climática de Copenhague há muito vem sendo anunciada como um fracasso total. A farsa do aquecimento global antropogênico já é do conhecimento de todo mundo, e mais do que sabida como uma manobra das oligarquias mundiais no sentido de inibir o crescimento sócio-econômico, principalmente, dos países do Terceiro Mundo, chamados hoje, pejorativamente, de “periferia”. Este artigo, oriundo do boletim eletrônico do Movimento de Solidariedade Íbero-americana é de antes da conferência (nº 54, de 10/12/2009) e, brevemente, postaremos um artigo sobre o “depois” da conferência. Nele, é relatado o escândalo que ficou sendo chamado de “climagate”. “Convescote” quer dizer “piquenique”.

Copenhague 2009 – a morte do aquecimento global

Esta matéria, apresentada no boletim eletrônico do MSIa, de número 56, de 28/12/2009, trata das conclusões sobre os resultados da conferência sobre o clima (COP-15), já encerrada, em Copenhague, que constituiu um dos maioores fracassos da história da política internacional dos últimos anos, muito mais porque a expectativa em torno dela era uma das maiores já vistas até então – e uma derrota espetacular para o ambientalismo radical. Não deu em nada. O aquecimento global mostrou, apenas, que está, completamente desacreditado, tal o volume de contestações e “mancadas” dadas por seus defensores, a se destacar o escândalo das adulterações dos dados climáticos que veio a público por parte de uma universidade européia, a qual servia de base para os cálculos do IPCC! Foi um vexame. Ninhuém consegue enganar todo mundo para sempre, e este ditado popular fez-se, particularmente, verdadeiro, em todo o episódio, que envolveu, inclusive, a própria Conferência.

Sequestro de carbono – chega de insânia aquecimentista

Este é um artigo (na íntegra) publicado na revista eletrônica do MSIa – Movimento Solidariedade Íberoamericana, de 19/08/2009 (número 33), publicado antes da reunião de Copenhague. Os créditos de carbono, que já estão sendo negociados em “bolsas” especificamente criadas para esse fim, não passam de, por um lado, pelos que emitem dióxido de carbono, uma permissão para continuar poluindo, pagando para isso, e os que vendem esses créditos, são os países que evitam a utilização de combustíveis fósseis e, assim, têm limitadas, drasticamente, suas possibilidades de crescimento, pois, ou não usam essa forma de energia, ou usam outra de custo infinitamente superior ao do petróleo, carvão e gás natural. A negociação dos chamados “créditos de carbono” é, pois, uma imposição derivada do poderio econômico das nações industrializadas, as ditas nações “centrais”, e uma forma de inibir o desenvolvimento das chamadas, pejorativamente, nações “periféricas” – e, dentre estas últimas, está o Brasil, que, ingenuamente, está alimentando esse tipo de transação espúria. E o ambientalismo internacional, obviamente, está por trás disso tudo.

A fraude do aquecimento global – Parte 1

O futuro da Civilização está em jogo. A Hu­manidade enfrenta a terrível ameaça do aque­cimento global, que a obrigará a uma drástica mudança de hábitos e padrões de desenvolvi­mento. Não, caro leitor, não nos referimos às variações climáticas que têm caracterizado a história geológica do planeta há centenas de milhões de anos, mas à gigantesca articulação internacional criada para atribuir às atividades humanas o ligeiro (e natural) aquecimento atmosférico registrado nos últimos 150 anos e, principalmente, às conseqüências dessa tra­móia global – estas sim, potencialmente catas­tróficas. Nesta edição especial de «Solidariedade Ibero-Americana», pretendemos demonstrar que a suposta ameaça da subida dos termômetros nada tem a ver com o desenvolvimento huma­no, mas com uma combinação de interesses políticos e econômicos internacionalistas, cientistas cooptados, ONGs engajadas, uma mídia inclinada ao sensacionalismo e, não menos, as deficiências educacionais (princi­palmente nos países subdesenvolvidos) res­ponsáveis pelo escasso conhecimento básico de ciências por parte da população.

A fraude do aquecimento global – Parte 2

Uma manipulação planetária. Os objetivos das oligarquias internacionais, a falta de responsabilidade acadêmica de cientistas “engajados”, dados falsos etc. Felizmente para a Humanidade, a trombeteada crise climática provocada pelo homem simplesmente não existe. Na verdade, trata-­se da culminância de um vasto processo de “engenharia social” (ou, em português claro: manipulação) de caráter neocolonial e de longo prazo, deflagrado há quatro décadas por grupos oligárquicos hegemônicos do Hemisfério Norte, com o objetivo geral de reorientar o desenvolvimento socioeconô­mico mundial de acordo com os seus propósitos exclusivistas – enquanto, claro, fazem grandes negócios.

A fraude do aquecimento global – Parte 3

História (quase) secreta do aquecimento global. Primeiras revelações, o falso “desenvolvimento suatentável”, as regras malthusianas, o “buraco” na camada de ozônio etc. As três décadas que se seguiram à 2GM representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvi­mento socioeconômico para toda a Humani­dade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, espe­cialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativa­mente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contri­buía para disseminar um intenso otimismo cultural: a “Revolução Verde” dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nu­clear, a corrida espacial e outras.

A fraude do aquecimento global – Parte 4

O caminho para Kyoto e além – as maquinações do ambientalista arquiradical Maurice Strong e as denúncias da jornalista canadense. A facilidade com que o Protocolo de Mon­treal foi aprovado emprestou um grande impul­so à campanha “aquecimentista”, que entrou na década de 1990 a pleno vapor, sempre com o nosso velho conhecido Maurice Strong à frente (foto ao lado). Outra vez, a grande oportu­nidade foi proporcionada pelo aparato ambien­talista da ONU, onde, dividindo o tempo com os seus múltiplos afazeres privados, Strong ocupava o posto de subsecretário geral, no qual já havia sido um dos mentores dos tra­balhos da Comissão Brundtland.

Os critérios do IPCC são confiáveis?

Em pleno desenvolvimento das discussões sobre o clima em Copenhague, em que o IPCC (sigla em inglês) do Painel Intergovernamental de Mudança Climática, organismo da ONU, continua ditando as regras do que acontecerá no mundo caso o homem venha a continuar usando os combustíveis fósseis, primordialmente, como fonte de energia. Já é tempo de perguntarmos se, realmente, os critérios do IPCC são válidos. Existem outros centros de pesquisas, isentos das premissas geopolíticas que caracterizam a ONU, que dizem que o problema não é tão grande quanto o IPCC apregoa. Sabendo-se que as conclusões do IPCC baseiam-se em simulações por computador daquilo que vai acontecer com o clima da Terra no futuro (até, pelo menos o ano 2100) – através dos seus famosos “modelos” e “cenários” – é bom saber como eles funcionam, isto é, como são feitos. Quais são os critérios que norteiam os cientistas, que naqueles modelos e cenários introduzem dados (baseados em quê?), suas suposições e desejos, sobre o que vai acontecer com o mundo daqui para a frente? Isso é necessário conhecer para podermos encarar o IPCC de uma forma, de fato, respeitosa como entidade que se baseia, realmente, em afirmações científicas cristalizadas, ou não.

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