Cuba, entre o neoliberalismo e a Doutrina Social da Igreja

«A maldade e a ignorância dos homens não são capazes de frear o plano divino de salvação, a redenção. O mal não pode tanto. Não há motivos, pois, para se render ao despotismo do mal.» Tais palavras foram pronunciadas pelo papa Bento XVI, na homilia das vésperas, celebrada em 26 de março, em León, México, junto com os bispos da América Latina. Com isso, o Pontífice alentava o povo mexicano a resistir, em um dos momentos mais turbulentos de sua história, marcado pela violência do narcotráfico, pobreza extremada, famílias divididas pela emigração em massa – principalmente, para os EUA -, corrupção e um futuro incerto, que coloca em risco a própria unidade nacional.

O que está por trás da crise na Hungria?

A declaração abaixo foi escrita pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Esztergom/Budapest, monsenhor Janos Szekely, e divulgada em 13 de janeiro no jornal católico Magyar Kurír. O manifesto se refere aos recentes ataques desfechados contra o governo húngaro, após a reforma constitucional efetuada pelo país, que inclui dispositivos de defesa da família e da Igreja e limitadores da independência do Banco Central.

O Brasil e a crise da globalização

Em Davos, templo dos executivos que prosperaram com a globalização – que foram, e ainda são, adeptos do neoliberalismo e, por conseguinte, profetas acima de qualquer suspeita – o prognóstico de recuperação mundial daqui a quatro anos, feito por um banqueiro, foi considerado excessivamente otimista, segundo a mídia.

Palestina: Barenboim demonstra poder da arte para promover a paz (13/05/2011)

1 de maio de 2011 (www.msia.org.br) → Em 3 de maio, dois anos e meio após a terrível invasão militar israelense em Gaza (dezembro de 2008), que resultou na morte de milhares de palestinos inocentes, o célebre maestro israelense Daniel Barenboim realizou um “concerto da paz” em Gaza. O objetivo do concerto foi levar ao povo palestino oprimido pela implacável ocupação israelense uma mensagem de paz e beleza artística. Na pauta, Mozart, interpretado por músicos das mais destacadas orquestras europeias, como as filarmônicas de Berlim e Viena. O concerto, realizado sob forte proteção no Museu Arqueológico de Gaza, possibilitou que muitos jovens palestinos tivessem o seu primeiro contato com a música clássica.

“Indignem-se!” – criar significa resistir, resistir significa criar (18/03/2011)

Um livreto publicado na França, no final de 2010, está causando sensação em toda a Europa. Intitulado «Indignez-Vous!» («Indignem-se») e com mais de 950 mil cópias em circulação (na Alemanha, o Frankfurter Allgemeine Zeitung publicou partes dele), seu autor é o ex-diplomata, poeta e membro da Resistência na II Guerra Mundial, Stéphane Hessel, hoje com 93 anos de idade. O texto de Hessel está tocando num nervo exposto do debate cultural e político em curso na Europa. Sua mensagem principal afirma que é preciso resistir aos que, em nossa época, cometem crimes contra a Humanidade, mas se deve fazê-lo de forma pacífica e com um programa claro sobre como reconstruir a nação.

Confirmado: atividades de ONGs obedecem aos interesses de seus financiadores (20/09/1997)

Temos demonstrado com freqüência que os recursos financeiros que ONGs ambientalistas recebem do exterior têm como finalidade atender aos interesses de seus doadores cuja prioridade raramente coincide com a defesa do meio ambiente. Se esta assertiva já é evidente para os que conhecem as razões estratégicas dos financiadores de certas campanhas ambientalistas, como a que tenta retardar ao máximo a implantação da Hidrovia Paraná-Paraguai e outras, nada melhor que sua confirmação venha de um membro graduado do próprio aparato ambientalista.

2010 – o ano das hidrovias (04/09/2009)

2010 será o Ano das Hidrovias. A promessa é do superintendente de Navegação Interior da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Alex Oliva, que, em entrevista ao jornalista Sérgio B. Mota, do Monitor Mercantil (02/09/2009), revelou que o panorama do setor está mudando para melhor.

Bases na Colômbia: “visão desfocada” (03/09/2009)

A seguir, reproduzimos o artigo do general (res.) Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-comandante e professor emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), originalmente publicado em 27 de agosto no jornal O Estado de S. Paulo. O texto é uma das raras análises lúcidas publicadas na imprensa brasileira sobre os aspectos estratégicos e militares referentes ao imbróglio da presença militar estadunidense na Colômbia.

Hidrovias só saem com vontade política (19/11/2009)

Por iniciativa do Movimento Pró-Logística, de Mato Grosso, realizou-se em Brasília, na semana passada, o Fórum de Navegabilidade da Hidrovia Teles Pires-Tapajós com a participação de parlamentares e lideranças ligadas ao setor de transportes e do setor produtivo.

Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão

O tráfico de escravos e a escravidão no Brasil são fatos propalados pelos grupos “afro-descendentes” como fruto da civilização branca. Eles se esquecem de que a escravidão negra é muito mais antiga do que a praticada pelos brancos e, na chamada Mãe África, é feita até hoje, inclusive com o canibalismo para colorir a festa. A princesa Isabel não proclamou a Lei Áurea porque era boazinha, mas o fez coagida por pressões da Ingaterra, que queria prejudicar a Espanha.