O que está por trás da crise na Hungria?
A declaração abaixo foi escrita pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Esztergom/Budapest, monsenhor Janos Szekely, e divulgada em 13 de janeiro no jornal católico Magyar Kurír. O manifesto se refere aos recentes ataques desfechados contra o governo húngaro, após a reforma constitucional efetuada pelo país, que inclui dispositivos de defesa da família e da Igreja e limitadores da independência do Banco Central.
O Brasil e a crise da globalização
Em Davos, templo dos executivos que prosperaram com a globalização – que foram, e ainda são, adeptos do neoliberalismo e, por conseguinte, profetas acima de qualquer suspeita – o prognóstico de recuperação mundial daqui a quatro anos, feito por um banqueiro, foi considerado excessivamente otimista, segundo a mídia.
Palestina: Barenboim demonstra poder da arte para promover a paz (13/05/2011)
1 de maio de 2011 (www.msia.org.br) → Em 3 de maio, dois anos e meio após a terrível invasão militar israelense em Gaza (dezembro de 2008), que resultou na morte de milhares de palestinos inocentes, o célebre maestro israelense Daniel Barenboim realizou um “concerto da paz” em Gaza. O objetivo do concerto foi levar ao povo palestino oprimido pela implacável ocupação israelense uma mensagem de paz e beleza artística. Na pauta, Mozart, interpretado por músicos das mais destacadas orquestras europeias, como as filarmônicas de Berlim e Viena. O concerto, realizado sob forte proteção no Museu Arqueológico de Gaza, possibilitou que muitos jovens palestinos tivessem o seu primeiro contato com a música clássica.
“Indignem-se!” – criar significa resistir, resistir significa criar (18/03/2011)
Um livreto publicado na França, no final de 2010, está causando sensação em toda a Europa. Intitulado «Indignez-Vous!» («Indignem-se») e com mais de 950 mil cópias em circulação (na Alemanha, o Frankfurter Allgemeine Zeitung publicou partes dele), seu autor é o ex-diplomata, poeta e membro da Resistência na II Guerra Mundial, Stéphane Hessel, hoje com 93 anos de idade. O texto de Hessel está tocando num nervo exposto do debate cultural e político em curso na Europa. Sua mensagem principal afirma que é preciso resistir aos que, em nossa época, cometem crimes contra a Humanidade, mas se deve fazê-lo de forma pacífica e com um programa claro sobre como reconstruir a nação.
Confirmado: atividades de ONGs obedecem aos interesses de seus financiadores (20/09/1997)
Temos demonstrado com freqüência que os recursos financeiros que ONGs ambientalistas recebem do exterior têm como finalidade atender aos interesses de seus doadores cuja prioridade raramente coincide com a defesa do meio ambiente. Se esta assertiva já é evidente para os que conhecem as razões estratégicas dos financiadores de certas campanhas ambientalistas, como a que tenta retardar ao máximo a implantação da Hidrovia Paraná-Paraguai e outras, nada melhor que sua confirmação venha de um membro graduado do próprio aparato ambientalista.
2010 – o ano das hidrovias (04/09/2009)
2010 será o Ano das Hidrovias. A promessa é do superintendente de Navegação Interior da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Alex Oliva, que, em entrevista ao jornalista Sérgio B. Mota, do Monitor Mercantil (02/09/2009), revelou que o panorama do setor está mudando para melhor.
Bases na Colômbia: “visão desfocada” (03/09/2009)
A seguir, reproduzimos o artigo do general (res.) Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-comandante e professor emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), originalmente publicado em 27 de agosto no jornal O Estado de S. Paulo. O texto é uma das raras análises lúcidas publicadas na imprensa brasileira sobre os aspectos estratégicos e militares referentes ao imbróglio da presença militar estadunidense na Colômbia.
Hidrovias só saem com vontade política (19/11/2009)
Por iniciativa do Movimento Pró-Logística, de Mato Grosso, realizou-se em Brasília, na semana passada, o Fórum de Navegabilidade da Hidrovia Teles Pires-Tapajós com a participação de parlamentares e lideranças ligadas ao setor de transportes e do setor produtivo.