Zumbi dos Palmares tinha escravos

O que pretendo com essa série de artigos é desmistificar a imagem de vítimas do povo africano que os ativistas da cultura negra tentam incutir na mentalidade do povo brasileiro, e com isso, minimizar as consequências dessas ações no que diz respeito às reivindicações daqueles que se dizem descendentes diretos dos negros africanos e que, numa clara farsa, reivindicam coisas às quais não têm o menor direito e, pelo contrário, coisas essas que eles mesmos, os negros, contribuiram para acontecer – e que hoje conhecemos como a escravidão e, na atualidade, surge como o movimento dos “quilombolas”.

Indigenismo e “quilombolismo”

O prezado Visitante Desconhecido poderá achar estranho estar sendo apresentado, neste blog, artigos que falam sobre as reivindicações dos quilombolas – o que pode parecer não ter nada a ver com o indigenismo, pois que esses artigos estão classificados dentro da categoria “indigenismo”.

Flashes sobre a escravidão no Brasil

Príncipes africanos cinham estudar no Brasil. No auge de seu poder, o rei africano Kosoko, de Lagos, hoje capital da Nigéria, resolveu dar um presente para três de seus filhos. Mandou-os para uma espécie de intercâmbio estudantil do outro lado do Atlântico, provavelmente de carona num navio negreiro cheio de escravos vendidos pelo pai deles.

Sem a Inglaterra, a escravidão duraria muito mais

Lendo a palavra “Inglaterra”, talvez chegue à sua mente a palavra “interesses”. Nos livros didáticos brasileiros, a Inglaterra quase sempre aparece acompanhada desse termo. O livro «Nova História Crítica» para a 7ª série, de Mário Schmidt, aponta três possíveis motivos que teriam levado os ingleses a ficar contra a escravidão – os três relacionados aos tais interesses.

A Vale, as ONGs e o interesse nacional

Em concorrido evento realizado em São Paulo (SP), em 10 de maio, a Vale lançou oficialmente o seu Fundo Vale para projetos socioambientais na Amazônia. Sete ONGs que atuam fortemente na região – Imazon, Instituto Floresta Tropical, The Nature Conservancy, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru, Imaflora e Instituto Socioambiental (ISA) – participam da primeira fase do projeto, que conta com o aporte de R$ 51 milhões até 2012.

A implementação do indigenismo no Brasil

A manipulação das comunidades indígenas para apoiar a penetração de suas empresas na América do Sul tem sido uma prática do establishment oligárquico, pelo menos desde a Segunda Guerra Mundial. Nas últimas décadas, entretanto, a oligarquia ampliou, consideravelmente, o seu leque de ações neste campo, lançando as bases ideológicas para promover a autodeterminação e a posterior independência dos povos indígenas, fomentando uma espécie de “nacionalismo étnico”, em oposição ao Estado Nacional soberano. A instituição pioneira nestes esforços foi o CMI – Conselho Mundial de Igrejas.

EPP, FARC, PCC e MST: ameaças ao Paraguai e ao Brasil

A enorme penetração e influência do crime organizado no Paraguai não constitui novidade. De fato, um país de economia pouco sofisticada, com uma população ativa em grande medida engajada em atividades informais e de subsistência, principalmente na zona rural, com níveis de renda estagnados desde o início da década de 1980, torna-se presa fácil para a corrupção e toda sorte de iniciativas criminosas. Nesta categoria se incluem tanto o narcotráfico internacional como quadrilhas disfarçadas de grupelhos ideológicos, como o autodenominado Exército do Povo Paraguaio (EPP), cujas ações recentes levaram o governo do presidente Fernando Lugo a decretar estado de exceção em cinco departamentos do país.

Reserva Raposa-Serra do Sol, após um ano: o arrependimento

Este post apresenta o quadro de caos instalado na reserva indígena Raposa-Serra do Sol, em Roraima, a qual provocou uma grande polêmica quando da sua demarcação e implantação. Eliminada a civilização daquela região, os índios, praticamente, entregues à própria sorte – e à boa e dadivosa “Mãe Natureza”… (pois não era isso o que eles queriam?) – estão passando grandes necessidades, pois as fazendas produtivas da área, desativadas, deixaram centenas e centenas de “nativos” desempregados. E agora? Cadê os indigenistas e suas ONGs? Por que eles não socorrem os índios?

Mãe África I – Servidão oculta

Artigo publicado no jornal O Globo, em 07/12/1997, de autoria de Silio Boccanera. Claro que o artigo foi muito criticado pelos “politicamente corretos”, os quais, em relação ao tema (a escravidão de negros africanos), insistem em que a culpa do tráfico de escravos seja apenas atribuída ao homem branco, sem levar em consideração a colaboração explícita dos próprios africanos, os quais, muitos deles, enriqueceram com a escravidão, e que, pelos hipócritas “afro-descendentes”, são considerados uns coitadinhos. Esta atitude leva ao revanchismo e acirra o sentimento racista – o que é, nos dias de hoje, completamente dispensável. A não ser para os insufladores de movimentos separatistas baseados na raça (como se faz, igualmente, com os índios – o indigenismo) dentro da união federativa brasileira.

Mãe África II – De volta à África

Em resposta a e-mail de leitores, que questionaram a motivação de se escrever uma coluna (em 07/12/97) descrevendo a participação de negros na escravidão de outros africanos, vale esclarecer que o artigo não tinha outro objetivo senão registrar um fato histórico, divulgado pela televisão britânica, resultado de pesquisas sociais sérias, embora incômodas para os que só aceitavam verdades politicamente corretas da realidade.

Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão

O tráfico de escravos e a escravidão no Brasil são fatos propalados pelos grupos “afro-descendentes” como fruto da civilização branca. Eles se esquecem de que a escravidão negra é muito mais antiga do que a praticada pelos brancos e, na chamada Mãe África, é feita até hoje, inclusive com o canibalismo para colorir a festa. A princesa Isabel não proclamou a Lei Áurea porque era boazinha, mas o fez coagida por pressões da Ingaterra, que queria prejudicar a Espanha.

A criação de quilombos

Este post é um artigo de Denis Lerrer Rosenfield, publicado no jornal O Globo em 15/02/2010. Rosenfeld é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O tema é importante e tem que ser abordado de forma rigorosa, pois sua temática separatista cria condições para que, cada vez mais a sociedade brasileira se divida, cada um com seus direitos individuais exacerbados em detrimento dos direitos coletivos e nacionais e isso, que não é de hoje, torna, a cada dia, o País ingovernável.

Antropóloga critica divisão racial do Brasil

“Dividir para conquistar”, provérbio antigo, mas que continua em pauta. Dividir a sociedade-alvo em nichos, ou em partes, para facilitar o seu controle e manuseio, baseada em parâmetros raciais tem o mesmo princípio metodológico do indigenismo e do ambientalismo, que visa a desagregação dos países e a implantação de áreas específicas para cada uma das “classes” de indivíduos, no território das nações, sob proteção internacional. De tudo isso surgem as reservas ecológicas, indígenas e as de quilombolas, por exemplo.

Revoltas indígenas no Peru

O indigenismo, que se manifesta pela aparentemente nobre reivindicação de territórios exclusivos por “comunidades indígenas”, muitas delas fabricadas, falsas, ou inexistentes, com o apoio de ONGs estrangeiras, só visa a constituição de grandes reservas indígenas a fim de impedir os países de utilizarem os recursos naturais que estão no interior das mesmas. Este é um dos mecanismos das oligarquias internacionais para conseguir o domínio do planeta, o que costuma ser chamado de “governança mundial”.

USAID faz parceria verde com índios na Amazônia

Mais uma vez o governo dos EUA, através da USAID, usa o aquecimento global, via “créditos de carbono” para firmar seus interesses no Brasil. Este artifício, que está na moda como uma das “soluções” para a “salvação do planeta”, foi instituído, na verdade, para obstaculizar o desenvolvimento sócio-econômico dos países “periféricos” – e permitindo que os países “centrais” paguem para continuar a poluir e manter seu atual status megalômano de consumo e conforto.

Indigenismo – o mito da reserva indígena

O que é uma “reserva indígena”? É uma área de terreno, normalmente de enormíssimas proporções (a Ianomâmi é, praticamente, do tamanho de Portugal), situada em sítios pertencentes ao Poder Público – mas muitas vezes não – ocupada por populações indígenas nativas, que ali vivem (ou que presume-se que vivam), e que, de seus recursos naturais, subsistem. Tais áreas, através de mecanismos administrativos oficiais e, presumidamente, legais, são selecionadas, preservadas, demarcadas, e passam a “pertencer” àquelas “nações” de índios que ali existiam (e que ainda, eventualmente, existem), não sendo permitido que o restante da população da região as invada e/ou utilize essas áreas, sob nenhum pretexto, sendo os infratores sujeitos aos rigores da lei.

MST X Brasil – a batalha do Pará

Nossa Amazônia é cobiçada há décadas. Como uma invasão militar por parte de outros países parece estar fora de cogitação, pelo menos no momento, uma das formas de conquista de seu território é a criação de reservas indígenas – quando imensas áreas são bloqueadas, não só ao desenvolvimento, como ao acesso às suas riquezas naturais. E estas reservas indígenas são, normalmente, controladas por ONGs de origens estrangeiras.

Falcatruas de ONGs indigenistas em Roraima

A criação da reserva indígena Raposa-Serra do Sol, em Roraima, foi resultado dos esforços conjuntos de inúmeras ONGs ambientalistas-indigenistas de origem estrangeira, em conluio com outras ONGs brasileiras e a CNBB. Aquela reserva, um pouco menor do que a reserva indígena Ianomâmi, que fica praticamente ao seu lado, foi demarcada e oficializada com muito pouco apoio da população, mesmo dos índios, e contra o Estado de Roraima.