VÍDEOS: RAPOSA-SERRA DO SOL – A FRONTEIRA DO ABANDONO
No extremo norte do país, em uma região estratégica para a segurança nacional, o cenário é de miséria e segregação. Dois anos depois da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a segurança na fronteira ficou comprometida e a economia do Estado enfraqueceu. A imensa faixa de terra, antes ocupada por fazendas e plantações, agora abriga poucas comunidades que sofrem com o desemprego e o descaso. A partir desta quarta-feira, o Jornal da Band exibe uma série de reportagens especiais sobre essa fronteira do abandono.
Conflitos indígenas: é hora de reabrir o caso de Roraima
A continuação dos contenciosos envolvendo comunidades indígenas em vários Estados indica que o aparato internacional que controla a agenda política indigenista não tem a menor intenção de reduzir a intensidade da sua guerra irregular contra o Brasil. E guerra não é uma descrição exagerada do risco de escalada da campanha indigenista, a julgar pelas declarações de algumas lideranças indígenas das áreas em que ocorrem os contenciosos, que ameaçam “ir à guerra” para expulsar os não índios de terras ocupadas há décadas e para impedir a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Desafortunadamente, as instâncias superiores do Judiciário têm se deixado contagiar pelo vírus do indigenismo militante nos processos de demarcações de reservas indígenas, adotando um nominalismo legalista que coloca o “cumprimento da lei” acima de qualquer consideração pela paz social ou a integridade territorial do País e, principalmente, tem incentivado o prosseguimento das campanhas indigenistas.
Advogado de MS condenado por criticar indígenas e indigenismo
Em mais uma manifestação do nominalismo jurídico “politicamente correto” que prevalece no País em relação às causas envolvendo questões indígenas, a Justiça Federal de Mato Grosso do Sul condenou a dois anos de prisão o advogado Isaac Duarte de Barros Júnior, de Dourados, pelo crime de racismo contra indígenas. O “crime” foi um artigo do advogado, intitulado «Índios e o Retrocesso», publicado em duas partes no jornal Dourados Agora, em 27-28 de dezembro de 2008. A sentença, inédita no Estado e, talvez, no País, foi publicada em 6 de julho último.
Mato Grosso: outra manifestação da inconsequência indigenista
Na edição do sábado 9 de julho, o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão deu grande destaque a mais uma manifestação da irresponsabilidade da política indigenista praticada no País. Desta feita, o problema se dá no Nordeste de Mato Grosso, onde a demarcação da reserva Maraiwatsede ameaça desalojar milhares de pessoas, vilarejos e atividades produtivas, em outra repetição do ocorrido em Roraima com a reserva Raposa Serra do Sol.
Roraima: não existe lei acima do Bem Comum
A ameaça de inviabilidade socioeconômica e desagregação territorial que paira sobre Roraima, derivada da demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol pelo Supremo Tribunal Federal (STF), começa a ganhar dimensão nacional. Após uma contundente reportagem da revista Veja («Uma Reserva de Miséria», 31/05/2011), a TV Bandeirantes dedica esta semana uma série de reportagens do Jornal da Band à deplorável situação dos não-índios e índios que foram expulsos de suas propriedades após a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol em área contínua. Além disso, o recém empossado desembargador Alcir Gursen Miranda destacou que a demarcação foi uma agressão ao Estado, cuja realidade precisa ser respeitada.
Roraima: crime contra a Nação e a dignidade humana
O processo de involução socioeconômica em que se encontra o estado de Roraima é uma demonstração contundente da exigência de que a submissão incondicional à agenda ambientalista-indigenista imposta ao País por um movimento apátrida e misantrópico não pode continuar, a menos que a nação brasileira aceite uma dura restrição à sua soberania.
José Dirceu defende tutela ambiental
Os compromissos internacionais assumidos pelo governo brasileiro em relação às questões ambientais têm prioridade sobre as necessidades de desenvolvimento socioeconômico de certas regiões do País. O recado foi dado pelo ex-ministro José Dirceu a um grupo de lideranças políticas e empresariais da Região Amazônica, reunidas para ouvi-lo na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).
Brasil: reação ao “supranacionalismo jurídico”
A presidente Dilma Rousseff desfechou uma reação firme e mais que oportuna às descabidas intromissões da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) nos assuntos internos do País, em resposta ao pedido de suspensão do processo de licenciamento da usina hidrelétrica de Belo Monte, feito pelo órgão no início de abril. Depois de convocar para consultas o embaixador Ruy Casaes, representante brasileiro na Organização dos Estados Americanos (OEA), à qual a CIDH é formalmente vinculada, a presidente determinou que o Brasil deixará a Comissão em 2012 e suspendeu o repasse da verba destinada à entidade este ano, no valor de 800 mil dólares.
Bolívia quer conceder direitos à “Mãe-Terra”
Em meio a uma profunda reestruturação do sistema legal boliviano, como reflexo da mudança constitucional que o país aprovou em 2009, está em tramitação no Legislativo do país a proposta de se aprovar um conjunto de leis para garantir os “direitos da Mãe-Terra”. A proposta é equiparar o meio ambiente aos seres humanos, numa espécie de extensão da “declaração universal dos direitos humanos” aos animais, plantas etc. Com isto, o governo do presidente Evo Morales diz acreditar que o pequeno país vizinho fará uma revolucionária mudança na história da Humanidade.
“Nação guarani” lança manifesto
Como parte da escalada da campanha ambientalista-indigenista na América do Sul, a autointitulada “nação guarani” acaba de lançar o seu manifesto. O documento, assinado por representantes de tribos guaranis do Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia, foi apresentado no segundo Encontro Continental Guarani, realizado no final de março, no Paraguai, próximo às datas de comemoração dos 20 anos do Mercosul e do bicentenário da independência do país, com a clara intenção de se contrapor à memória de valor nacional e de integração regional que tais episódios suscitam.
Sobre os índios brasileiros
O presente post é composto pelo comentário feito pelo Sr. Nelson (patriota1930@hotmail.com) em relação à seguinte matéria publicada neste site: James Cameron conquista índios e garante documentário sobre Belo Monte. Interessante, verdadeiro e hilário, resolvi publicar. Vamos ao comentário (título, subtítulos e melhorias na formatação, meus). As referências (fontes) são as apresentadas, originalmente, pelo Sr. Nelson.
Relatos sobre o indigenismo no Brasil – Parte 1
Esta é a primeira parte do artigo “Fatos sobre o indigenismo no Brasil”, que mostra os principais acontecimentos que marcaram a agenda indigenista no território nacional. O artigo é composto de extratos obtidos nos dois livros “Máfia Verde”, 1 e 2, publicados pela Editora Capax Dei, que se tornaram leitura obrigatória para aqueles que desejam informações sobre os movimentos ambientalistas e indigenistas no Brasil e no resto do mundo, bem como noções sobre a agenda da chamada “governança global.
Relatos sobre o indigenismo no Brasil – Parte 2
Esta é a segunda parte do artigo “Fatos sobre o indigenismo no Brasil”, que mostra os principais acontecimentos que marcaram a agenda indigenista no território nacional. O artigo é composto de extratos obtidos nos dois livros “Máfia Verde”, 1 e 2, publicados pela Editora Capax Dei, que se tornaram leitura obrigatória para aqueles que desejam informações sobre os movimentos ambientalistas e indigenistas no Brasil e no resto do mundo, bem como noções sobre a agenda da chamada “governança global.
James Cameron conquista índios e garante documentário sobre Belo Monte
O cineasta James Cameron está de volta ao Brasil para o II Fórum Internacional de Sustentabilidade, realizado em Manaus. Logo na abertura do evento, o canadense relembrou protestos contra Belo Monte e disse que fará um documentário sobre o tema.
Novos ataques do ambientalismo-indigenismo contra Belo Monte
Uma nova onda de ataques ao projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), tem se manifestado nas últimas semanas, em uma variedade de ações que demonstra não apenas o nível de articulação, mas também de capacidade financeira dos mentores da campanha. As ações chegaram a incluir um ataque à bomba, que pode ser indício de uma eventual radicalização da campanha.
FUNAI quer aumentar reserva indígena – contra a vontade dos índios
Uma reportagem publicada na edição de 6 de dezembro da revista Veja (“Uma bordoada no próprio pé”) oferece um dos exemplos mais claros das distorções provocadas pela atual política de demarcação de terras indígenas, envolvendo uma suspeita tentativa da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) para transformar em terra indígena 75% do território de um município maranhense – contra a vontade dos indígenas locais -, ao mesmo tempo em que uma empresa sediada no Rio de Janeiro obtém alvarás de pesquisa mineral na mesma área.
Novas demarcações de terras indígenas terão que passar pelo Congresso
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 8 de dezembro, o Projeto de Lei 4791/09, de autoria dos deputados Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), o qual determina a submissão de novos projetos de demarcação de terras indígenas à aprovação do Congresso. A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas Comissões de Direitos Humanos e Minorias e Justiça e Cidadania, antes de ser submetida ao plenário.
Pacaraima não quer ser “indígena”
Encontra-se em fase de finalização a primeira etapa dos estudos para a exclusão da área urbana do município de Paracaima da terra indígena de São Marcos, em Roraima. Homologada em 1991, a reserva está situada na região fronteiriça com a Venezuela.
Os portugueses aprenderam com os africanos a comprar escravos
Na mancha clara e sem fim do deserto do Saara. um traço negro se movimenta devagar. Em fila indiana, 2 mil escravos são conduzidos para o comprador, no norte da África. Estão presos uns aos outros com forquilhas no pescoço e carregam, ao lado de camelos, sacos de ouro, algodão, marfim e couros. Meses antes, soldados de uma nação vizinha invadiram a cidade deles, mataram quase metade dos moradores e os que sobraram agora marcham sob o sol do Saara, como mercadoria. Chegarão em poucas semanas a castelos de reis árabes, onde as mulheres se tornarão concubinas e os homens, trabalhadores forçados.
Os africanos lutaram contra o fim da escravidão
Se já estavam ricos com a venda de escravos aos árabes, os reinos africanos lucraram muito mais com o comércio pela costa do oceano Atlântico. Trocando pessoas por armas, o reino de Axante expandiu seu território. O rei Osei Kwame (1777 -1801), graças aos escravos que vendia, tinha palácios luxuosos, além de estradas bem aparadas que ligavam as cidades de seu império centralizado. Outro exemplo bem documentado é o reino do Daomé, atual Benin (um país estreito entre Toga e Nigéria). No século 18, havia por lá um Estado com burocracia militar, estradas, pontes vigiadas por guardas e cidades com 28 mil pessoas.