MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela CPT – Comissão Pastoral da Terra. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 1970, graças ao apoio que recebeu do CMI – Conselho Mundial de Igrejas, a Comissão de Justiça e Paz, agora controlada pelo ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT – Comissão Pastoral da Terra se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga.
WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste
No domingo 25 de abril, um grupo de ONGs capitaneadas pelo WWF promoveu um “abraço simbólico” em torno da Lagoa Encantada, em Ilhéus (BA), para protestar contra a criação de um porto privado da empresa Bahia Mineração na Ponta do Tulha, no mesmo município. A alegação dos “verdes” é a de que o empreendimento prevê o desmatamento de uma área de Mata Atlântica preservada equivalente a meio Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e que espécies endêmicas, como o macaco-prego-do-peito-amarelo, estariam ameaçadas de extinção.
ONGs ambientalistas proliferam no Brasil
explosão do número de ONGs – ou entidades do chamado Terceiro Setor – é um fenômeno mundial que vem se acentuando de forma mais visível a partir da década de 1990. Segundo Lester Salamon, da Universidade Johns Hopkins, (EUA), as ONGs já movimentam globalmente o equivalente a US$ 1,9 trilhão por ano (R$ 3,1 trilhões), valor maior o PIB do Brasil (US$ 1,3 trilhão) e, se fosse um país independente, o Terceiro Setor teria sido a oitava maior economia do planeta no ano passado.
Fazendas lá, ambientalistas aqui
Solicitado por vários leitores a voltar ao tema das ONGs, mostrarei a vinculação entre os “fazendeiros” americanos e a atuação de ONGs ambientalistas no Brasil. Trata-se de uma curiosa conjunção entre o agronegócio americano, ONGs ambientalistas (aqui, evidentemente), grandes empresas, governos e “movimentos sociais” no País.
O Código Florestal e o descrédito das ONGs internacionais no Brasil
O movimento ambientalista internacional não vive os seus melhores dias no Brasil, na medida em que setores organizados da sociedade começam a reagir às suas intrusões antidesenvolvimentistas. Na semana passada, parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária solicitaram à diretoria do Banco do Brasil que suspendesse um protocolo firmado entre o banco e o WWF-Brasil, para que este elaborasse, em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Agência Nacional de Águas (ANA), programas de preservação de mananciais na agricultura e de reciclagem de lixo em cidades.
Senador pede CPI e ABONG quer debate público sobre a atuação de ONGs
Este post revela a resistência, por parte das ONGs (representada pela ABONG – Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) que infestam o Brasil, mormente na Amazônia (onde alguns estimam existir de 100 mil a 200 mil ONGs – o que eu, particularmente, acho um número muito elevado), de demonstrar suas verdadeiras intenções e a origem de seus recursos, apelando sempre para uma “audiência pública” (onde as ONGs controlam o público, obviamente) para resolver esse tipo de questão. Uma CPI é o instrumento adequado, justamente, para essas coisas nebulosas que prejudicam a nação brasileira e que necessitam de uma investigação séria e profunda – o que as ONGs não querem, evidentemente.
Associação Amazônia: a curiosa ONG do Sr. Clark
Pivô e principal denunciada pela primeira CPI das ONGs no Senado, que se encerrou em 2002, a Associação Amazônia até hoje nunca foi punida, apesar de o relatório final da comissão pedir seu indiciamento a oito órgãos públicos.
Deputado acusa ONG (Associação Amazônia) de aumentar área ocupada
Presidente da Assembléia Legislativa de Roraima diz que associação aumentou área supostamente grilada em 28 mil hectares desde o fim da CPI. O deputado Mecias de Jesus (PR), acusa a ONG Associação Amazônia de aumentar a área supostamente grilada no sul do Estado. Segundo ele, a área passou de 172 mil hectares para mais de 200 mil – cerca de 2 mil quilômetros quadrados. Ele foi uma das testemunhas ouvidas pela primeira CPI das ONGs do Senado, que, em 2002, pediu o indiciamento da Associação Amazônia por todo tipo de acusação. «Eles ocuparam aquilo ali de forma ilegal, fizeram documentos falsos e foram invadindo», disse Mecias ao Congresso em Foco.
Amigos da Terra (FoE – Friends of the Earth)
A criação do Friends of the Earth está ligada ao lançamento público da “pedra fundamental” do movimento ambientalista nos USA, com a celebração do primeiro Dia da Terra, em 22 de abril de 1970, planejado, financiado e executado pelos altos escalões do establishment angloamericano.
Associação Amazônia
Esta ONG foi fundada em 1992, especificamente para criar a Reserva Ecológica Xiuaú-Xiparinã, situada na margem direita do rio Jauaperi, divisor dos Estados do Amazonas e Roraima, cuja compra foi financiada pelo duque italiano Roberto Paolo Imperiali da Vila Franca.
CCPY – Comissão para a Criação do Parque Ianomâmi
A CCPY foi fundada em 1978, sob os auspícios da Survival Internacional, para “nacionalizar” a campanha para a criação da Reserva Indígena Ianomâmi – após a expulsão de seus representantes no Brasil, em 1976.
CEBRAC – Centro Brasileiro de Referência e Apoio Cultural
O CEBRAC foi fundado em Brasília, em 1986, por Maurício Galinkin, um dos mais antigos articuladores da campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná. O CEBRAC possui vínculos com a ONG holandesa Both Ends, mantida pelo Governo e pela filial holandesa do WWF – World Wide Fund For Nature. Em 1994, o CEBRAC foi comissionado pelo WWF para engrossar a campanha contra a hidrovia.
CIDA – Canadian International Development Agency (Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional)
A CIDA é uma instituição mantida pelo Governo do Canadá. Reporta-se diretamente ao Parlamento inglês, por intermédio do ministro de Relações Exteriores.
CIMI – Conselho Indigenista Missionário
O CIMI foi fundado em 1972, como braço militante da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para a questão indígena. Dois anos depois, iniciou uma série de “assembléias indígenas” para conscientizá-los de seus direitos.
CITES – Convenção Sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna Selvagem e Flora
Dentre os diferentes fóruns internacionais ambientais, a CITES – Convenção Sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna Selvagem e Flora, foi o mais importante para a campanha do mogno. A CITES foi negociada em 1973, como resultado da Conferência de Estocolmo (da ONU – Conferência da ONU Sobre o Desenvolvimento Humano, 1972). Efetivou-se em 1975 e agora tem 128 países membros.
CMI – Conselho Mundial de Igrejas
Atualmente sediado na Suíça, o CMI foi fundado em 1937, em um seminário realizado na Universidade de Oxford, Inglaterra, do qual participaram representantes da nata do establishment anglo-americano. Um deles foi Lorde Lothian, que deu o tom da entidade ao palestrar sobre a «influência demoníaca da soberania nacional».
Conservation International
Esta ONG é uma dissidência da TNC – The Nature Conservancy. A CI é muito ativa na América do Sul e foi dela a idéia de criar um parque natural na região da Cordilheira do Condor, área de conflito entre Peru e Equador, que foi palco de operações militares de envergadura. A região possui comprovados [...]
Cultural Survival
Foi criada em 1972, em Cambridge, Massachussets (USA), pelo antropólogo britânico David Maybury Lewis, como uma filial norte-americana da Sociedade para os Povos Ameaçados (Society for Endangered Peoples), ONG vinculada à Casa Real dinamarquesa. A CS surgiu para engajar os antropólogos na “carta indigenista” epecificada pela oligarquia britânica um ano antes, explicitada na Declaração de [...]
DFID – Department For International Development (Departamento Para o Desenvolvimento Internacional)
O DFID é um departamento do Governo britânico, sucessor da Overseas Development Administration, que, por sua vez, sucedeu o antigo Colonial Office, órgão responsável pela administração das colônias ultramarinas do Império Britânico.
ECOA – Ecologia e Ação
Fundada em 1989 por Alcides Farias, tem sede em Campo Grande (MS). Representa a Coalizão Rios Vivos no Brasil, sendo responsável pela Secretaria Executiva da Coalizão.