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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; ONGs</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>A criação colonial das ONGs</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
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		<description><![CDATA[A seguir, reproduzimos um trecho do livro «Máfia Verde: Ambientalismo, Nuevo Colonialismo», de Lorenzo Carrasco e outros, publicado pela Capax Dei Editora, em 2007.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>A seguir, reproduzimos um trecho do livro «Máfia Verde: Ambientalismo, Nuevo Colonialismo», de Lorenzo Carrasco e outros, publicado pela <em>Capax Dei Editora</em>, em 2007.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/omc-e-ongs.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11704" title="omc-e-ongs" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/omc-e-ongs-300x273.jpg" alt="" width="241" height="219" /></a></p>
<h2>O verdadeiro papel das ONGs</h2>
<p>«A súbita aparição de centenas de milhares de organizações não-governamentais (ONGs) ao redor do mundo, desde o início da década de 1980, não foi um fato casual, nem um produto da geração espontânea. A reprodução global das ONGs foi o resultado de uma das mais sofisticadas operações de engenharia social gestadas no seio do aparato de inteligência britânico, e disseminada por todas as zonas sob a influência do poder oligárquico anglo-americano. É, portanto, uma parte fundamental da estrutura de um governo mundial, projetado para ser erguido sobre as ruínas do Estado nacional soberano. Portanto, seria mais adequado qualificar as ONGs como organizações anti-Estado nacional, concebidas para suplantar as suas funções e constituir-se em uma nova representatividade sociopolítica, sustentada de fora das fronteiras nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Controle sobre recursos naturais</h2>
<p>«O conceito de ONG foi cunhado pela Fundação da Comunidade Britânica (Commonwealth Foundation), como um instrumento para ajudar na metamorfose do Império Britânico, que passou de um modelo abertamente imperial a outro igualmente colonial, mas com mecanismos mais sutis de controle, conseguindo preservar muitas de suas prerrogativas de poder e, sobretudo, retendo o controle sobre os recursos naturais estratégicos por todo o mundo. A oligarquia britânica e a casas monárquicas que gravitam em sua órbita responderam, com isso, ao clamor mundial de descolonização que se seguiu ao final da II Guerra Mundial. Para isso, foi criada, em 1966, a própria Fundação da Comunidade Britânica, para ajudar oficialmente a controlar a transição do Império Britânico para a Comunidade Britânica de ex-colônias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Caminho para a globalização</h2>
<p>«Essa transição coincidiu com as reformas do sistema financeiro mundial, que culminaram na ruptura dos Acordos de Bretton Woods, em agosto de 1971, abrindo caminho ao processo de globalização financeira atual. A própria Fundação da Comunidade Britânica admite:</p>
<blockquote><p>(&#8230;) “<em>A exposição das ONGs pode ser vista como a manifestação de um novo pensamento sobre o rol do governo, que deve ser mais um gestor de política que um provedor de bens e serviços&#8230; A privatização, a descentralização&#8230; constituem manifestações paralelas da mesma tendência geral.”</em></p></blockquote>
<h2>Contra os Estados nacionais</h2>
<p>«Assim, as agências de desenvolvimento dos governos europeus, estadunidense, canadense e os organismos multilaterais, como o Banco Mundial e outros, alimentaram o crescimento de uma rede global de ONGs, ao tempo em que exigiam, também, o desmantelamento econômico dos Estados nacionais. Como resultado deste processo, esses organismos deixaram de financiar diretamente as nações em vias de desenvolvimento, desviando crescentemente os recursos dos Estados nacionais para uma rede seletiva de ONGs internacionais, cujos dirigentes, por certo, são, com frequência, intercambiáveis, tanto entre aquelas agências governamentais, como entre organismos das Nações Unidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A desestabilização das nações mais vulneráveis</h2>
<p>«Como resultado, os governos das nações mais pobres permitem que tais organizações proliferem – muitas vezes, empenhadas abertamente em desestabilizá-los econômica e politicamente – ao verem-se obstaculizados e reduzidos na concessão de créditos financeiros internacionais. Um exemplo ilustra tal fato: segundo dados do Departamento para o Desenvolvimento Internacional (DFID) britânico, 30% da ajuda externa concedido pelo governo sueco em 1994 foi canalizado através de ONGs. No mesmo ano, o governo dos EUA, o maior doador do mundo, canalizou 9% dos seus fundos de ajuda ao exterior pelas mesmas vias, além de ter anunciado a intenção de elevar esta porcentagem até 50% ao final da década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Influência mundial das ONGs</h2>
<p>«Em 1994, as ONGs estiveram diretamente envolvidas em mais da metade dos projetos do Banco Mundial, não apenas na fase de execução, mas desde o seu planejamento e desenvolvimento.</p>
<p>«Segundo um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em meados da década de 1990, aproximadamente, 250 milhões de pessoas em todo o mundo se encontravam sob a influência direta das ONGs, número que cresceu exponencialmente na década seguinte.</p>
<p>«Deve-se reiterar que a explosão de ONGs e o seu controle crescente sobre as populações não se teriam produzido sem o enfraquecimento simultâneo dos Estados nacionais soberanos e as suas instituições, por meio de cortes tão drásticos como desastrosos dos orçamentos econômicos e sociais, ditados pelas políticas neoliberais impostas, de forma centralizada, pelas instituições financeiras globais.»</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«Máfia Verde: Ambientalismo, Nuevo Colonialismo»</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Os editores</em></strong></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 25, de 03 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://www.mundialistas.com.br/">http://www.mundialistas.com.br</a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bem-vinda investida contra ONGs</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/bem-vinda-investida-contra-ongs/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/bem-vinda-investida-contra-ongs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A defenestração de Orlando Silva do Ministério do Esporte proporcionou mais um vislumbre da grande penetração de organizações não-governamentais (ONGs) na estrutura do Estado brasileiro. Por isso, só merece aplausos a decisão do novo titular da pasta, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), de suspender e rever os convênios assinados pelo ministério com tais entidades – a qual parece constituir uma inclinação da própria presidente Dilma Rousseff, que anunciou pessoalmente a intenção de impor um maior rigor a tais contratos. De fato, em outubro de 2010, quando ainda candidata à Presidência, Dilma se comprometeu a criar um grupo de trabalho para elaborar, no prazo máximo de um ano, uma proposta de marco regulatório para o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></p>
<p><strong>A defenestração de Orlando Silva do Ministério do Esporte proporcionou mais um vislumbre da grande penetração de organizações não-governamentais (ONGs) na estrutura do Estado brasileiro. Por isso, só merece aplausos a decisão do novo titular da pasta, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), de suspender e rever os convênios assinados pelo ministério com tais entidades – a qual parece constituir uma inclinação da própria presidente Dilma Rousseff, que anunciou pessoalmente a intenção de impor um maior rigor a tais contratos. De fato, em outubro de 2010, quando ainda candidata à Presidência, Dilma se comprometeu a criar um grupo de trabalho para elaborar, no prazo máximo de um ano, uma proposta de marco regulatório para o setor.</strong> (<em>O Estado de S. Paulo</em>, 29/10/2011).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/LicenciamentoAmbiental5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11709" title="LicenciamentoAmbiental5" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/LicenciamentoAmbiental5-300x300.jpg" alt="" width="145" height="145" /></a>A investida contra as ONGs ocorre em paralelo com uma igualmente oportuna decisão da cúpula do governo no sentido de agilizar os processos de licenciamento ambiental, refletida no conjunto de normas publicado no <em>Diário Oficial</em> de 28 de outubro último.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O &#8220;terceiro setor&#8221;</h2>
<p>A penetração das ONGs é uma tendência que tem se ampliado desde a década de 1990, na esteira da investida ideológica neoliberal contra os Estados nacionais e suas instituições. Segundo esta visão, os setores privados e grupos de indivíduos organizados seriam mais eficientes que o Estado, no atendimento às necessidades das sociedades. Neste contexto, as ONGs, também rotuladas como o &#8220;terceiro setor&#8221;, se impuseram não apenas na substituição ou superposição de atividades que deveriam ser atribuições precípuas do Estado, como também proporcionaram um vasto campo para toda sorte de esquemas de transferência de recursos públicos a agentes privados, com frequência, irregulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/fhc-charge.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11710" title="fhc-charge" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/fhc-charge-193x300.jpg" alt="" width="154" height="239" /></a>O começo com FHC</h2>
<p>Na verdade, o avanço das ONGs no Brasil antecede o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), tendo começado a ganhar vulto durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Vale recordar que, em seu discurso de posse, FHC se referiu elogiosamente ao papel das ONGs, rotulando-as como <em>«organizações neogovernamentais»</em>. Desde então, a formulação de políticas para áreas sensíveis como o meio ambiente, a questão indígena e os direitos humanos, entre outras, passou a receber uma forte influência de ONGs nominalmente brasileiras e estrangeiras, engajadas em uma agenda intervencionista estabelecida, em grande medida, fora do País e com pouca relação com os interesses maiores da sociedade brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Retorno ao Poder Público</h2>
<p>Evidentemente, tais críticas não podem ser generalizadas, em função das numerosas entidades do gênero que prestam serviços úteis à sociedade, as quais só poderão beneficiar-se do estabelecimento de um maior controle sobre as suas atividades. Por outro lado, porém, salta aos olhos que o aperfeiçoamento das instituições do Estado requer que a proliferação do &#8220;terceiro setor&#8221; seja revertida, devolvendo-se àquele grande parte das funções que lhe foram indevidamente subtraídas ou diluídas.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Os Editores do MSIa</strong></em></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 25, de 03 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9622" title="harpia-1bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg" alt="" width="60" height="48" /></a>Imagens</strong> ➞ <a href="http://www.onggasb.com.br/">http://www.onggasb.com.br</a>; <a href="http://vejajuazeiro.com.br/">http://vejajuazeiro.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>ONGs e empresas &#8211; parcerias brasileiras</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ongs-e-empresas-parcerias-brasileiras/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/ongs-e-empresas-parcerias-brasileiras/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 19:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Em matéria sobre o polêmico relatório da ONG Global Witness, que acusa o Fundo Mundial para a Natureza (WWF)) de se associar a empresas desmatadoras, assunto que foi tratado na última edição deste Alerta (4/08/2011), o jornal O Estado de São Paulo de 7 de agosto revelou uma série de informações interessantes sobre a ocorrência de casos similares no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10583" title="alerta-cientifico-e-ambiental-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-2-300x61.jpg" alt="" width="300" height="61" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Global-witness-logo.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-10600" title="Global-witness-logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Global-witness-logo.gif" alt="" width="217" height="133" /></a>Em matéria sobre o polêmico relatório da ONG Global Witness, que acusa o Fundo Mundial para a Natureza (WWF)) de se associar a empresas desmatadoras, assunto que foi tratado na última edição deste Alerta (4/08/2011), o jornal <em>O Estado de São Paulo</em> de 7 de agosto revelou uma série de informações interessantes sobre a ocorrência de casos similares no Brasil. Segundo a reportagem, ONGs ambientalistas que atuam no País têm se associado com empresas do setor petrolífero e de outras áreas tradicionalmente vistas como &#8220;inimigas&#8221; pelo ambientalistas, em um sinal de &#8220;flexibilização&#8221; dos seus critérios de atuação, devido à redução dos repasses de verbas de suas matrizes. Nada disso é novidade para os nossos leitores, mas é sempre interessante que a chamada grande mídia destaque o assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;">A cara-de-pau da Fundação Amazonas Sustentável</span></h2>
<p>Um dos casos citados pelo &#8220;Estadão&#8221; é a recém-firmada parceria entre a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e a HTR, empresa do setor de petróleo e gás que atua na Amazônia, que prevê um total de R$ 4 milhões em aportes para programas de preservação e educação ambiental, no biênio 2011-2012. Além disto, quando começar a explorar o petróleo na Bacia do Solimões, a HRT vai doar R$ 1 de cada barril de petróleo vendido para projetos da FAS. O superintendente-geral da FAS, Virgílio Sampaio, declarou que é necessário adotar uma postura mais &#8220;pragmática&#8221;, e qualificou qualquer recusa de financiamento de empresas do ramo do petróleo como &#8220;hipócrita&#8221;, em vista do fato de que &#8220;dependemos de carros e usamos plásticos&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;">O Instituto BioAtlântica e Eike Batista</span></h2>
<p>Outro exemplo citado é a parceria firmada entre o grupo EBX, do empresário Eike Batista, com o Instituto BioAtlântica (Ibio) e a empresa Brasil Florestas. O acordo prevê investimentos de R$ 2,3 milhões no Corredor Ecológico do Muriqui, com 400 mil hectares. O corredor fica próximo ao complexo industrial do Porto do Açu, situado no Norte Fluminense, que está sendo desenvolvido pelo grupo de Batista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Carlos-Scaramuzza.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-10599" title="Carlos-Scaramuzza" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Carlos-Scaramuzza.jpg" alt="" width="177" height="185" /></a>Cara-de-pau também do WWF</span></h2>
<p>Nesse quadro, não poderia faltar o indefectível WWF-Brasil, cujo superintendente de Conservação, Carlos Scaramuzza, proporcionou aos leitores do jornal uma manifestação didática do &#8220;pragmatismo&#8221; dos defensores da natureza. Segundo ele, um comitê da ONG avalia os riscos das parcerias com as empresas e, nos casos que envolvem &#8220;muito dinheiro&#8221;, estas são solicitadas a apresentar uma análise sobre os seus passivos ambientais. O objetivo, diz ele, é tornar mais sustentável a maneira como se produz no País: <em>«Atuar com as corporações é uma forma de atingir também fornecedores e consumidores. Mas há a necessidade dae avaliação cuidadosa. Posso iniciar uma conversa no marketing, mas se não passar de lá não me interessa. Quero conversar com a área de produção, com a diretoria.»</em></p>
<p>Ademais, Scaramuzza afirma que o WWF-Brasil não faz parcerias com empresas do setor de mineração e com grandes empreiteiras. Em vez delas, prefere instituições como o HSBC Seguros, Fundação Banco do Brasil e Ambev. Uma visita ao sítio da ONG mostra que, além destas, outros parceiros corporativos são o Itaú/BBA, Unilever, Walmart Brasil, Intercontinentals Hotels Group (IHG) e Boehringer Ingelheim.</p>
<p>Como se percebe, é bastante lucrativa para ambas as partes, a parceria entre ambientalistas em busca de recursos e empresas interessadas em apresentar uma imagem &#8220;verde&#8221;. Vantagens para todos – menos para o País, que fica à mercê de campanhas orientadas contra o seu pleno desenvolvimento.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-0.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10572" title="alerta-cientifico-e-ambiental-0" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-0-300x22.jpg" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞ este post é matéria apresentada no boletim <em><strong>«Alerta Científico e Ambiental»</strong></em>, Ano 18, nº 31, de 11 de agosto de 2011<strong> </strong><em><strong>— </strong></em> uma publicação da <strong>Capax Dei Editora Ltda</strong>. (Rua México, 31, s. 202, CEP 20031-144, Rio de Janeiro-RJ; telefax 0xx-21-2532-4086). Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>Conselho editorial </strong>➞ Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a>.</p>
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		<title>WWF acusado de se associar a empresas desmatadoras</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/wwf-acusado-de-se-associar-a-empresas-desmatadoras/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 19:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>

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		<description><![CDATA[O WWF, quem diria, foi apanhado em uma associação promíscua com empresas "desmatadoras". A denúncia foi feita na semana passada pela ONG estadunidense Global Witness, que divulgou um polêmico relatório em que acusa o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) de permitir que a sua marca seja apropriada por empresas que exploram o meio ambiente de maneira predatória, favorecendo e encobrindo as suas atividades sob o selo de "sustentabilidade" da ONG que é uma das jóias da Coroa britânica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10571" title="alerta-cientifico-e-ambiental-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-1-300x62.jpg" alt="" width="300" height="62" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-2.jpg"><br />
</a>O WWF – quem diria! – foi apanhado em uma associação promíscua com empresas &#8220;desmatadoras&#8221;. A denúncia foi feita na semana passada pela ONG estadunidense Global Witness, que divulgou um polêmico relatório em que acusa o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) de permitir que a sua marca seja apropriada por empresas que exploram o meio ambiente de maneira predatória, favorecendo e encobrindo as suas atividades sob o selo de &#8220;sustentabilidade&#8221; da ONG que é uma das jóias da Coroa britânica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/madeira-certificada.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10592" title="madeira-certificada" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/madeira-certificada.jpg" alt="" width="90" height="137" /></a>Selo Verde é álibi</span></h2>
<p>Segundo a Global Witness, um dos programas da WWF, chamado Rede Global de Florestas e Comércio (GFTN, na sigla em inglês), que apoia o comércio de madeira legal e sustentável, tem critérios de seleção demasiadamente brandos, possibilitando que empresas acusadas de desmatamento ilegal, ameaças a espécies e desrespeito de direitos humanos, tenham acesso ao seu selo de sustentabilidade.</p>
<p>O título original do estudo, «Pandering to the Loggers» (em tradução livre, «Contemporizando Diante dos Madeireiros»), satiriza o conhecido símbolo do WWF, o panda, em alusão a tal relação absolutamente contraditória e incoerente com os princípios trombeteados pela ONG internacional.</p>
<p>Entre as empresas citadas, estão: a madereira malaia Ta Ann Holdings Berhad, acusada de desmatar uma área equivalente a 20 campos de futebol por dia, em Bornéu; a britânica Jewson, que, mesmo após 10 anos de associação com o WWF, não eliminou a madeira de origem ilegal; e a suíça-alemã Danzer Group, contra a qual pesam inúmeras acusações de violação de direitos humanos, em países como a República Democrática do Congo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/wwf-desmatando.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10593" title="wwf-desmatando" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/wwf-desmatando-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a>Regras ambientalistas muito flexíveis&#8230;</span></h2>
<p>Em um boletim de imprensa, Tom Picken, líder da campanha de florestas da Global Witness, declarou:</p>
<blockquote><p><em>«As regras da GFTN são menos rigorosas do que as leis dos EUA e da União Europeia, que proíbem a importação de madeira ilegal. Quando um programa emblemático criado em nome da sustentabilidade e da conservação tolera que uma de suas empresas membro destrua o habitat do orangotango, é algo que vai realmente mal»</em> (<em>O Estado de S. Paulo</em>, 25/07/2011).</p></blockquote>
<p>O relatório da Global Witness ressalta que, em relação à compra de madeira ilegal por distribuidores associados ao WWF, <em>«as regras de filiação se mostraram ineficientes em parar essas compras»</em>. O estudo afirma ainda que <em>«os mapas do WWF sugerem que os orangotangos se tornaram extintos entre 1989 e 2004, em uma área de 135 mil hectares onde a Ta Ann foi licenciada ou contratada para derrubar árvores durante pelo menos parte desse período»</em> (<em>CarbonoBrasil</em>, 26/07/2011).</p>
<p>Ao comentar tais dados, Piken manifestou a sua indignação, ao constatar tal incoerência por parte de uma das ONGs mais respeitadas e tidas como exemplo entre os ambientalistas: &#8220;O WWF deveria se desvincular publicamente de qualquer empresa que utilize madeira de origem ilegal ou pouco ética. É revoltante que um dos grupos de conservação mais reputados do mundo considere aceitável se beneficiar economicamente destas empresas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;">Desculpa esfarrapada</span></h2>
<p>Em resposta à denúncia, o WWF tentou se justificar:</p>
<blockquote><p><em>«A GFTN não faz quaisquer reivindicações de sustentabilidade, nem endossa companhias, suas políticas ou seus produtos. O WWF desafia as companhias a aspirarem à liderança em questões ambientais. A GFTN é o programa da WWF que trabalha com empresas comprometidas a fazer mudanças em suas operações florestais e/ou nas práticas de terceirização.»</em></p></blockquote>
<p>Outras ONGs ambientalistas têm sido acusadas de se associar com empresas que destroem o meio ambiente, entrando em contradição com as suas bandeiras salvacionistas. Entre elas, The Nature Conservancy (TNC) e a Conservação Internacional (CI), acusadas de se associarem a grandes empresas, como a Bunge, Exxon Mobil e Shell (CarbonoBrasil, 26/07/2011). Tal facilidade das grandes ONGs ambientalistas internacionais para deixar em segundo plano o discurso &#8220;verde&#8221;, em favor de polpudos patrocínios, é mais comum do que se imagina e denota que, além de instrumento político, o ambientalismo é cada vez mais um rentável meio de vida para seus militantes profissionais.</p>
<p align="left"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-0.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10572" title="alerta-cientifico-e-ambiental-0" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/alerta-cientifico-e-ambiental-0-300x22.jpg" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞ este post é matéria apresentada no boletim <em><strong>«Alerta Científico e Ambiental»</strong></em>, Ano 18, nº 30, de 04 de agosto de 2011<strong> </strong><em><strong>— </strong></em> uma publicação da <strong>Capax Dei Editora Ltda</strong>. (Rua México, 31, s. 202, CEP 20031-144, Rio de Janeiro-RJ; telefax 0xx-21-2532-4086). Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>Conselho editorial </strong>➞ Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a>.</p>
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		<title>WI – Worldwatch Institute [1]</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/wi-%e2%80%93-worldwatch-institute-1/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/wi-%e2%80%93-worldwatch-institute-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 15:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundado em 1974, o Worldwatch Institute (Instituto de Vigilância Mundial) tem constituído, juntamente com o WRI e o Centro Mundial de Vigilância da Conservação (baseado em Cambridge, apoiado pala UICN e pelo WWF), entidade pertencente ao PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o centro de inteligência do aparato ambientalista internacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/WI.gif"><img class="alignright size-full wp-image-9939" title="WI" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/WI.gif" alt="" width="209" height="73" /></a>Fundado em 1974, o Worldwatch Institute (Instituto de Vigilância Mundial) tem constituído, juntamente com o WRI e o Centro Mundial de Vigilância da Conservação (baseado em Cambridge, apoiado pala UICN e pelo WWF), entidade pertencente ao PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o centro de inteligência do aparato ambientalista internacional.</p>
<p>Segundo suas próprias publicações, sua função primordial é <em>«alertar os formu­ladores de políticas e o público em geral para as tendências globais emergentes na avaliação e para o gerenciamento de recursos, tanto humanos como naturais»</em>.</p>
<p>Presidido desde a sua fundação por Lester R. Brown, cuja especialidade é requentar a falácia malthusiana da escassez de alimentos sob diversas rou­pagens, o Instituto é outra entidade ambientalista cujo pontapé inicial foi proporcionado pela rede “filantrópica” da família Rockefeller.</p>
<p>O instituto publica anualmente o relatório <em>«State of the World»</em> (<em>«Estado do Mundo»</em>), um compêndio de retórica e profecias apocalípticas cujo objetivo principal é demonstrar a inviabilidade da expansão industrial a todo o planeta, o qual já foi adotado como livro-texto em mais de 600 centros universitários dos EUA, além de ser regularmente publicado em mais de dez idiomas.</p>
<p style="text-align: right;"> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong></p>
<p> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/capax-dei.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9920" title="capax-dei" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/capax-dei.jpg" alt="" width="128" height="34" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7483" title="seta-verde-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #003300;">http://www.alerta.inf.br/</span></a> e <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">http://www.msia.org.br/</span></a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para msia@msia.org.br.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Imagem:</strong></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-amarela-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7480" title="seta-amarela-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-amarela-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Os livros a ler são:</strong> <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <em><strong>«A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </strong></em>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/"><span style="color: #003300;">www.capaxdei.com.br</span></a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</span></p>
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		<title>WI – Worldwatch Institute [2]</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/wri-%e2%80%93-worldwatch-institute-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 15:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes, as origens da ladainha [ambientalista] re­montam – direta ou indiretamente – a Lester Brown e seu Worldwatch Institute. Suas publicações estão repletas de de­clarações como: «Os principais indica­dores ambientais são cada vez mais ne­gativos. As florestas estão desaparecen­do, os recursos hídricos estão se exau­rindo, os solos estão sofrendo erosão, os peixes estão morrendo, a Terra está se deteriorando, os rios estão secando, as temperaturas estão aumentando, os re­cifes de coral estão morrendo e espécies de plantas e animais estão desaparecen­do». Uma leitura de impacto – sem refe­rências sólidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Ambientalista-cetico-menor.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2093" title="Ambientalista-cetico-menor" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Ambientalista-cetico-menor.jpg" alt="" width="60" height="84" /></a><span style="color: #003366;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/10/Bjorn_Lomborg_1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2319" title="Bjorn_Lomborg_1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/10/Bjorn_Lomborg_1.jpg" alt="" width="76" height="114" /></a><span style="color: #000080;">Realidade <em>versus</em> mito</span></span></h2>
<p><strong>Na discussão sobre o estado do mundo, é essencial considerar os aspectos funda­mentais. Isso exige uma alusão às tendên­cias globais e de longo prazo, consideran­do sua importãncia principalmente em relação ao bem-estar humano.</strong></p>
<p><strong>Porém, é crucial também que citemos números e tendências que sejam verda­deiros.</strong></p>
<p><strong>Tal demanda pode parecer óbvia, mas infelizmente o debate sobre o meio am­biente caracteriza-se pela desagradável ten­dência a um tratamento bastante ousado da verdade. Trata-se de uma expressão do fato de que essa ladainha está tão entra­nhada no debate, e durante tanto tempo, que é possível fazer alegações equivoca­das, alardeadas espalhafatosamente, repe­tidas vezes, sem qualquer referência – ale­gações nas quais as pessoas acreditam.</strong></p>
<p><strong>Veja bem: isso <em>não </em>se deve a pesquisas primárias no campo ambiental; em geral, são pesquisas profissionalmente compe­tentes e bem-estruturadas. Deve-se, sim, à comunicação do conhecimento sobre o meio ambiente, que se aproveita de cren­ças proféticas sobre o fim do mundo. Tal propaganda é apresentada por muitas or­ganizações de defesa do meio ambiente, como o Worldwatch Institute, o Green­peace e o World Wide Fund for Nature e por muitos comentadores, sendo pronta­mente captada pela mídia.</strong></p>
<p><strong>O número de exemplos é tão grande que só eles já dariam um livro separado. Apresentarei diversos deles ao longo des­te livro e, no próximo capítulo, analisare­mos especificamente sua ligação com a mídia. Entretanto, vamos analisar aqui alguns dos exemplos de maior destaque da construção de mitos sobre o meio am­biente.</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Bjørn Lomborg</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="color: #003366;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Lester_Brown.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9935" title="Lester_Brown" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Lester_Brown-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a><span style="color: #000080;">Realidade: o Worldwatch Institute</span></span></h1>
<p>Muitas vezes, as origens da ladainha [ambientalista] re­montam – direta ou indiretamente – a Lester Brown e seu Worldwatch Institute. Suas publicações estão repletas de de­clarações como: <em>«Os principais indica­dores ambientais são cada vez mais ne­gativos. As florestas estão desaparecen­do, os recursos hídricos estão se exau­rindo, os solos estão sofrendo erosão, os peixes estão morrendo, a Terra está se deteriorando, os rios estão secando, as temperaturas estão aumentando, os re­cifes de coral estão morrendo e espécies de plantas e animais estão desaparecen­do»</em>. Uma leitura de impacto – sem refe­rências sólidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Florestas</span></h2>
<p>Ao discutir as florestas, o Worldwatch Institute afirma categoricamente que <em>«nas últimas décadas, o estado das flores­tas no mundo piorou significativamente tanto em termos de área quanto de quali­dade»</em>. Como veremos na seção sobre florestas, a série mais longa de dados da FAO, órgão das Nações Unidas, mostra que a cobertura florestal mundial <span style="text-decoration: underline;"><em>aumen­tou </em></span>de 30,04% da área de terra no mundo em 1950 para 30,89% em 1994, um au­mento de 0,85 ponto percentual nos últi­mos 44 anos. No entan­to, esses números não aparecem no rela­tório; dizem-nos apenas que, <em>«a cada ano, desaparecem mais 16 milhões de hecta­res de florestas»</em> – um número 40% aci­ma do número mais recente divulgado pelas Nações Unidas. Também não se faz referência a números relativos à quali­dade das florestas – simplesmente porque tais números não existem.</p>
<p>Além disso, cometem-se erros grossei­ros com uma frequência lamentável. O Worldwatch Institute argumenta que <em>«o enorme aumento da demanda de papel está contribuindo para o desmatamento, particularmente na zona temperada do norte. O Canadá perde cerca de 200.000 hectares de floresta por ano»</em>. Faz-se re­ferência ao relatório da FAO, <em>«State of the World&#8217;s Forest 1997» –</em> mas, se analisarmos tal fonte, constataremos que, na verdade, o Canadá plantou 174.600 <span style="text-decoration: underline;"><em>a mais </em></span>hecta­res de florestas ao ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/portinari_retirantes.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9956" title="portinari_retirantes" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/portinari_retirantes-284x300.jpg" alt="" width="215" height="228" /></a>Pessimismo geral</span></h2>
<p>No relatório de 2000, o Worldwatch Institute enumera os problemas apresen­tados em sua primeira publicação sobre o estado do mundo, de 1984. Aqui está a lis­ta completa: <em>«Taxas recordes de cresci­mento populacional, preços altíssimos do petróleo, níveis debilitantes da dívida internacional e danos excessivos às florestas resultantes de um novo fenômeno, a chu­va ácida.»</em> Naturalmente, a avaliação de tal lista na virada do milênio poderia ser um bom ponto de partida para tomarmos conhecimento de importantes questões, perguntando-nos se superamos proble­mas anteriores. Entretanto, o Worldwatch Institute nos diz, imediatamente, que não resolvemos tais problemas: <em>«Longe disso. Ao completarmos a 17ª edição do relatório «State of the World», estamos prestes a entrar no novo século sem resolver todos esses problemas e, hoje, estamos diante de desa­fios ainda mais profundos ao futuro da economia global. A brilhante promessa de um novo milênio hoje é recoberta por uma nuvem de ameaças inéditas ao futuro da humanidade.» </em>O Worldwatch Institute não volta para analisar a lista – simplesmente nos afirma que os problemas não foram resolvidos e que, de lá para cá, acrescentamos outros problemas à lista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Será que a ladainha resiste à análise dos dados?</span></h2>
<p>O nível da dí­vida internacional pode ser o único item no qual não vimos melhoras significati­vas: embora o nível da dívida tenha dimi­nuído, uniformemente, ao longo da déca­da de 1990, o declínio foi mínimo, de 144% das exportações, em 1984, para 137%, em 1999.</p>
<p>Entretanto, como veremos, embora a chuva ácida danifique os lagos, quase não provocou danos às florestas. Além disso, as emissões de enxofre responsáveis pela chuva ácida diminuíram tanto na Europa quanto nos Estados Unidos – na União Européia, houve uma redução de 60% nas emissões desde 1984.</p>
<p>O enorme aumento nos preços do pe­tróleo, que custou ao mundo um lento cresci­mento da década de 1970 até meados da década de 1980, caiu ao longo da década de 1990 para um preço comparável ou in­ferior ao vigente antes da crise do petróleo. Embora os preços do petróleo tenham dobrado desde meados de 1998, o preço no primeiro tri­mestre de 2001 equivale ao preço de 1990, e os US$25 do barril, em março de 2001, ainda estão bem abaixo do pico do início da década de 1980, quando chegou a US$60. Além disso, muitos consideram esse pico uma ocorrência de curto prazo, e a estimativa da US Energy lnformation Agency é que o preço do petróleo se esta­bilize durante os próximos 20 anos em aproximadamente US$22 o barril.</p>
<p>Finalmente, falar em taxas recordes de crescimento populacional é simplesmen­te errado, pois o recorde ocorreu em 1964, com 2,17% ao ano. Desde então, o recor­de vem diminuindo constantemente, ten­do chegado a 1,26% em 2000; espera-se que caia para abaixo de 1% no ano 2016. Até mesmo o número absoluto de pes­soas acrescentadas à população mundial chegou ao seu pico em 1990, com 87 mi­lhões, caindo para 76 milhões em 2000, e ainda em queda hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/mundo-melhor.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9960" title="mundo-melhor" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/mundo-melhor-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a>O mundo não está piorando</span></h2>
<p>Portanto, em sua rápida avaliação do estado do mundo desde 1984, o Worl­dwatch lnstitute apresenta uma lista de problemas, todos os quais melhoraram de lá para cá, e todos (exceto um) melho­raram consideravelmente; além disso, um dos itens da lista está simplesmente errado. Certamente este não é um resul­tado positivo em todos esses 16 anos de análises – supostamente meticulosas – nos relatórios do Worldwatch lnstitute. O pro­blema, obviamente, não é a ausência de dados – o Worldwatch lnstitute divulga ótimos dados – mas simplesmente o descui­do que acompanha a crença profunda­mente arraigada na ladainha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">A crença num futuro pior</span> <span style="color: #000080;">– sem provas</span></h2>
<p>Tal crença também está visível nas vi­sões do Worldwatch lnstitute para o fu­turo. Afinal, na citação de 2000 apresen­tada anteriormente, eles nos prometem que enfrentaremos <em>«desafios ainda mais profundos»</em> e <em>«ameaças inéditas»</em> no futu­ro da humanidade. Tais ameaças geral­mente são resumidas em uma conexão que praticamente se tornou uma marca registrada do Worldwatch lnstitute, ou seja, de que a economia em constante expan­são acabará minando os sistemas naturais do planeta. Na edição de 2000, proclama: <em>«Com a expansão da economia global, os ecossistemas locais estão entrando em co­lapso em um ritmo cada vez mais acelera­do.»</em> Obviamente, gostaríamos de ver esse ritmo acelerado documentado. O Worldwatch lnstitute continua:</p>
<blockquote><p><em>«Mesmo que o Dow Jones tenha atingido um novo pico durante a década de 1990, os ecologistas observaram que as crescentes demandas humanas acabariam provo­cando colapsos locais, uma situação na qual a deterioração substituiria o progres­so. Ninguém sabia que forma esse colapso assumiria, se seria escassez de água, escas­sez de alimentos, doenças, conflitos éticos internos ou conflitos econômicos exter­nos.»</em></p></blockquote>
<p>Veja bem, <span style="text-decoration: underline; color: #ff0000;"><strong>não nos ofereceram docu­mentos que sustentem esses colapsos</strong></span>. Além disso, os ecologistas (cujos nomes não foram citados) têm certeza de que eles virão, mas aparentemente &#8220;ninguém&#8221; sabe que forma essa ruptura assumirá. E, finalmente, criar uma lista ampla como a anterior, que inclui até conflitos éticos internos, assemelha-se a aumentar as apos­tas e, ao mesmo tempo, ter uma conexão totalmente inexplicável e não-documen­tada com o colapso ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">“Exemplo” africano não procede</span></h2>
<p>Porém, logo depois disso, o World­watch Institute nos oferece o principal exemplo de ruptura causada pela cons­tante expansão da economia que destrói os ecossistemas locais: <em>«A primeira região na qual o declínio está substituindo o progresso é a África subsaariana. Nessa região, onde vivem 800 milhões de pes­soas, a expectativa de vida – um dos indi­cadores do progresso – cai vertiginosa­mente à medida que os governos, sobre­carregados pelo rápido crescimento po­pulacional, não conseguem deter o avan­ço do vírus que provoca a AIDS.»</em> Para tornar a implicação perfeitamente clara, o Worldwatch Institute observa que essa infecção pelo vírus da AIDS <em>«demonstra que alguns países talvez já tenham cruza­do o limite da deterioração/declínio»</em>.</p>
<p>Esse exemplo primoroso do colapso de um ecossistema é surpreendente, para não dizer outra coisa. É verdade que o HIV/AIDS diminuiu e continua diminu­indo a expectativa de vida na África sub­saariana e que, em alguns países, causou declínios chocantes. Entretanto, se­ria isso causado pelo crescimento da eco­nomia que destrói o ecossistema? Em uma das mais recentes análises da AIDS na África, apresenta-se com bastante cla­reza a causa:</p>
<blockquote><p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>«A maior incidência de AIDS decorre da in­capacidade de políticos e líderes religiosos africanos de reconhecerem a realidade so­cial e sexual. Já conhecemos os meios para conter e vencer a epidemia, e eles pode­riam ser eficazes se as lideranças pudes­sem ser induzidas a adotá-los. A ausência de mudanças comportamentais individuais e da implementação de uma política gover­namental eficaz tem suas raízes nas atitudes em relação à morte e no silêncio sobre a epidemia que surgem das crenças sobre sua natureza e o momento da morte.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>Em uma reportagem publica da na re­vista <em>The Lancet, </em>argumenta-se que:</p>
<blockquote><p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>«Dois principais fatores são responsáveis pela epidemia de AIDS nos países em de­senvolvimento: primeiro, a relutância dos governos nacionais em assumir a respon­sabilidade pela prevenção da infecção pelo HIV; e, segundo, a incapacidade, tanto dos governos nacionais quanto dos órgãos in­ternacionais, de definir prioridades realis­tas que possam ter um efeito sobre a epidemia geral em países com recursos escassos e fraca capacidade de implementação.»</em></span></strong></p></blockquote>
<p>Em outras palavras, a rápida dissemi­nação da AIDS na África deve-se princi­palmente a fatores <em>políticos </em>e <em>sociais. </em>A tragédia está óbvia e exige a atenção e o esforço dos países desenvolvidos, mas <span style="text-decoration: underline;"><em>não é</em></span><em></em><em> </em>um sinal de um colapso ecológico induzido pela contínua expansão da eco­nomia. Além disso, a obsessão em mostrar que, finalmente, encontraram um exemplo concreto de declínio parece mal colocada e infundada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Exemplo “concreto”</span></h2>
<p>Mas o Worldwatch Institute também nos dá outro exemplo <em>concreto</em> de colap­so ecológico quando aponta os perigos das interações complexas. Vamos citar o parágrafo inteiro para ver a extraordiná­ria transição dos argumentos gerais para exemplos concretos:</p>
<blockquote><p><em>«O risco em um mundo onde nascem 80 milhões de pessoas por ano é que serão transpostos tantos limites de produção sustentável em um período tão curto que as consequências serão inadministráveis. Historicamente, quando as primeiras civilizações viviam basicamente em isolamen­to, as consequências da ultrapassagem de tais limites eram estritamente locais. Hoje, na era da integração econômica global, a ultrapassagem de um desses limites em um país importante pode pressionar ainda mais outros recursos nos outros países. Por exemplo, quando Pequim proibiu o corte de madeira ao norte da bacia do rio Yang-tsé, em 1998, a maior demanda de produtos florestais por parte dos países vi­zinhos no sudeste asiático intensificou a pressão sobre as florestas restantes da re­gião.»</em></p></blockquote>
<p>Portanto, o melhor exemplo que o Worldwatch Institute pode nos apresen­tar do colapso descontrolado do mundo é uma mudança na produção de madeira de uma quantidade não-documentada, o que os economistas descreveriam exata­mente como uma decisão de produção eficiente: o governo chinês descobriu que produzir árvores ao norte da bacia do Yang-tsé é um mau negócio, pois as árvo­res são mais bem usadas para moderar as enchentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta-na-china.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9961" title="floresta-na-china" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta-na-china-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Economia – e não ecologia</span></h2>
<p>Ironicamente, o Worldwatch Institute alega que a proibição do corte dessa madeira é uma prova de que <em>«os princípios da ecologia estão substituindo a economia básica na gestão das florestas nacionais»</em>. O motivo é que o ponto de vista de Pequim <em>«hoje é que uma árvore em pé vale três vezes mais do que uma ár­vore derrubada, simplesmente devido àcapacidade de armazenamento de água e controle de enchentes das florestas»</em>. Obviamente, trata-se apenas da pura e simples (e provavelmente lógica) análise da relação custos/benefícios sociais – boa economia e não ecologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Declarações que não se sustentam em fatos comprováveis</span></h2>
<p>Portanto, as proeminentes e repetidas declarações do Worldwatch Institute aqui analisadas parecem indicar que as alega­ções da ladainha do colapso ecológico ba­seiam-se em exemplos muito frágeis ou simplesmente não se sustentam em fatos comprováveis. (Vale a pena observar tam­bém que essas citações enfatizam o perigo de argumentações com base em exemplos isolados, e não em tendências globais, como observamos anteriormente.)</p>
<p>Obviamente, embora tais citações mostrem alguns dos argumentos mais con­vincentes em favor da ladainha no relató­rio sobre a situação do mundo, o Worl­dwatch Institute oferece uma longa lista de outros exemplos e análises dentro de diferentes áreas, e teceremos comentá­rios sobre eles ao avançarmos nos tópicos aqui apresentados.</p>
<p style="text-align: right;"> <em><strong>Bjørn Lomborg</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7483" title="seta-verde-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a><span style="color: #003300;">Créditos ➞</span></strong><span style="color: #003300;"> Este post é matéria apresentada no livro <strong><em>«O Ambientalista Cético»</em></strong>, da autoria de Bjørn Lomborg, em sua Parte 1 – <em>«A Ladainha»</em>, tópico 1 – <em>«As Coisas Estão Melhorando»</em>.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>O livro a ler é ➞</strong> <strong>«O Ambientalista Cético»</strong>, de Bjørn Lomborg (Editora Campus/Elsevier, RJ).</span></p>
<p><strong><span style="color: #003300;">Este livro deve ser lido por todos aqueles que se interessam por assuntos ambientais, sustentabilidade etc, pois apresenta um contraponto a toda uma tendência alarmista e catastrofista em relação às mudanças climáticas e às influências do ser humano no meio ambiente.</span></strong></p>
<p><span style="color: #003300;">Pode ser encontrado nas boas livrarias.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Imagens ➞</strong> <a href="http://en.wikipedia.org/"><span style="color: #003300;">http://en.wikipedia.org</span></a> ; <a href="http://naraiz.wordpress.com/"><span style="color: #003300;">http://naraiz.wordpress.com</span></a></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>http://biosferams.org</span> ; <a href="http://variandoideias.blogspot.com/"><span style="color: #003300;">http://variandoideias.blogspot.com</span></a></p>
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		<title>WRI – World Resources Institute</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 14:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[O WRI (Instituto de Recursos Mundiais) foi fundado em 1982, por iniciativa de Russell E. Train, então presidente do WWF nos EUA, com financiamento do Fundo dos Irmãos Rockefeller (Rockefeller Brothers Fund) e da Fundação MacArthur. Ocupa uma alta posição na hierarquia do movimento ambientalista, podendo ser considerado como uma das principais “centrais de inteligência” dos grupos ambien­talistas estadunidenses, tendo profundos vínculos com as agências de inteligência anglo-americanas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/wri.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9921" title="wri" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/wri-300x112.jpg" alt="" width="300" height="112" /></a>O WRI (Instituto de Recursos Mundiais) foi fundado em 1982, por iniciativa de Russell E. Train, então presidente do WWF nos EUA, com financiamento do Fundo dos Irmãos Rockefeller (Rockefeller Brothers Fund) e da Fundação MacArthur. Ocupa uma alta posição na hierarquia do movimento ambientalista, podendo ser considerado como uma das principais “centrais de inteligência” dos grupos ambien­talistas estadunidenses, tendo profundos vínculos com as agências de inteligência anglo-americanas.</p>
<p>Seu primeiro presidente foi James “Gus” Speth, um dos fundadores da Natural Resources Defense Council, ex-presidente do Conselho de Qualidade Ambiental do Governo dos EUA e diretor do projeto Global 2000, do Governo Carter. Após presidir o WRI por 11 anos, em 1993, Speth passou a presidir o Programa das Nações Unidas para o Desen­volvimento (PNUD). O atual presidente do conselho diretor do WRI é o indefectível Maurice Strong, que também assessora a Presidência do Banco Mundial em assuntos ambientais. Entre os demais membros do conselho, desta­cam-se também: “Gus” Speth; Thomas Lovejoy; Robert S. McNamara, ex-presidente da Fundação Ford e do Banco Mundial e ex-secretário de Defesa dos EUA; Bruce Smart, ex-subsecretário de Comércio dos EUA; e <strong><span style="color: #ff0000;">Paulo Nogueira Neto, ex-presidente da Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA), membro da Comissão Brundtland e professor do Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo</span>.</strong></p>
<p>No início da década de 90, o WRI foi a primeira entidade a apontar o Brasil como um dos principais responsáveis pelas emissões de carbono que estão contribuindo para o chamado aquecimento global, devido ao desmatamento na Região Amazônica.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/capax-dei.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9920" title="capax-dei" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/capax-dei.jpg" alt="" width="128" height="34" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7483" title="seta-verde-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #003300;">http://www.alerta.inf.br/</span></a> e <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">http://www.msia.org.br/</span></a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <span style="color: #003300;">msia@msia.org.br</span>.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Imagem:</strong></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-amarela-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7480" title="seta-amarela-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-amarela-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Os <span style="color: #003300;">livros</span> a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/"><span style="color: #003300;">www.capaxdei.com.br</span></a>; e-mail : <span style="color: #003300;">capaxdeieditora@gmail.com</span><strong></strong></span></p>
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		<title>WHRC – Woods Hole Research Center</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 14:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O WHRC foi fundado e ainda é presidido pelo biólogo George M. Woodwell, também membro fundador do EDF, do World Resources Institute e do Natural Resources Defense Council, ex-presidente da Ecological Society of America, ex-presidente e atual membro do conselho nacional do WWF dos EUA e um dos oito membros do conselho consul­tivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPAM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/whrc_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7282" title="whrc_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/whrc_logo.jpg" alt="" width="243" height="192" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a>O WHRC foi fundado e ainda é presidido pelo biólogo George M. Woodwell, também membro fundador do EDF, do World Resources Institute e do Natural Resources Defense Council, ex-presidente da Ecological Society of America, ex-presidente e atual membro do conselho nacional do WWF dos EUA e um dos oito membros do conselho consul­tivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPAM.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Dados “fabricados” pelo fundador do WHRC</span></h2>
<p>Woodwell iniciou sua trajetória no aparato ambientalista internaci­onal no inicio da década de 1970, no EDF, com a campanha anti-DDT. Sua seriedade científica pôde ser aquilatada durante as audiências efetua­das em 1972 pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) para avaliar a necessidade de banimento do DDT, quando foi apanhado utilizando dados “fabricados” para sustentar os seus pontos de vista alarmistas sobre o pesticida.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Financiado pelo <em>establishment</em> via USAID</span></h2>
<p>Como ocorre com a quase totalidade das ONGs do aparato ambi­entalista, o WHRC é financiado predominantemente pela rede de fundações “filantrópicas” do <em>establishment</em> dos EUA.</p>
<p>Em 1995, a entidade recebeu 215 mil dólares da Fundação MacArthur, para elaborar políticas de desen­volvimento florestal “adequadas”. No mesmo ano, o WHRC recebeu 200 mil dólares da Fundação W. Alton Jones. Para suas campanhas contra o desenvolvimento econômico da Amazônia, o WHRC recebe contribuições do próprio Governo dos EUA, via USAID.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/IPAM.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7284" title="IPAM" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/IPAM-300x104.jpg" alt="" width="300" height="104" /></a><span style="color: #000080;">IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), filial brasileira do WHRC</span></h2>
<p>Em maio de 1995, o WHRC fundou uma filial brasileira, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), sediada no <em>campus</em> da Universidade Federal do Pará. Entre os membros do conselho consultivo do IPAM, que traça as diretrizes da instituição, destacam-se: George Woodwell; o biólogo Daniel Nepstad; o geólogo I.rving Foster Brown, ex-professor da Universidade Federal Fluminense; a antropóloga Christine Padoch, do Jardim Botânico de Nova York; e o ex-presidente do IBAMA e do WWF-Brasil, Eduardo Martins.</p>
<p>Nepstad e Foster Brown têm sido os principais alimentadores do WHRC para a imprensa internacional sobre as queimadas e outros disparates pseudocientíficos sobre a Amazônia.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_-300x19.png" alt="" width="300" height="19" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>,   em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs   ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.   Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagem: </strong></span><a href="http://www.woodsholeconsortium.org/"><span style="color: #000080;">http://www.woodsholeconsortium.org</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://www.katoombagroup.org/"><span style="color: #000080;">http://www.katoombagroup.org</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>USAID – U.S. Agency For International Development (Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA)</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/usaid-%e2%80%93-u-s-agency-for-international-development-agencia-para-o-desenvolvimento-internacional-dos-eua/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 13:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência mantida pelo Governo dos Estados Unidos. Em seus orça­mentos anuais, tem destinado ao Brasil entre 4 e 8 milhões de dólares para o desenvolvimento de atividades florestais “ambientalmente sustentáveis” e afins, onde se incluem especificamente a Amazônia e o Cerrado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/USAID.png"><img class="alignright size-medium wp-image-7272" title="USAID" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/USAID-300x300.png" alt="" width="145" height="145" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a>Agência mantida pelo Governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Em seus orça­mentos anuais, tem destinado ao Brasil entre 4 e 8 milhões de dólares para o desenvolvimento de atividades florestais “ambientalmente sustentáveis” e afins, onde se incluem especificamente a Amazônia e o Cerrado.</p>
<p>Usualmente, as ONGs beneficiárias destas somas têm sido o WWF-­USA, The Nature Conservancy, Conservation International e Woods Hole Research Center, cuja filial brasileira é o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/USAID_square.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7273" title="USAID_square" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/USAID_square-300x247.jpg" alt="" width="154" height="126" /></a>Objetivos da USAID</h2>
<p>Entre os objetivos da USAID, é citada – textualmente – a orientação e apoio técnico às ONGs locais, <em>«que estão crescendo e assumindo papel de liderança em nível estadual e federal»</em> e, como decorrência, <em>«uma mudança de atitude está aparecendo lentamente nos escalões mais conservadores do governo brasileiro, reconhecendo a eficácia da abordagem de parceria participativa da USAID em questões ambientais»</em>.</p>
<p>Entre as metas estabelecidas pela USAID para o Brasil, está a quantidade de <em>«profissionais treinados em meio ambiente»</em>, escalando de zero em 1991 para 1.500 em 1999.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>,  em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs  ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.  Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens: </strong></span><a href="http://humanosphere.kplu.org/"><span style="color: #000080;">http://humanosphere.kplu.org</span></a><span style="color: #000080;"><strong>; </strong></span><a href="http://www.katoombagroup.org/"><span style="color: #000080;">http://www.katoombagroup.org</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a></p>
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		<title>UICN – União Internacional para a Conservação da Natureza</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/uicn-%e2%80%93-uniao-internacional-para-a-conservacao-da-natureza/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/uicn-%e2%80%93-uniao-internacional-para-a-conservacao-da-natureza/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 13:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundada em 1948, por iniciativa de Julian Huxley, Max Nicholson e outros “engenheiros sociais” britânicos. Como o WWF, tem sua sede em Gland, Suíça (até há pouco, ambos compartilhavam o mesmo prédio) e passa por ser a maior organização ambientalista do mundo, reunindo mais de 100 entidades governamentais e mais 640 ONGs de 68 países.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4880" title="uicn1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1-300x137.jpg" alt="" width="213" height="97" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a>Fundada em 1948, por iniciativa de Julian Huxley, Max Nicholson e outros “engenheiros sociais” britânicos.</p>
<p>Como o WWF, tem sua sede em Gland, Suíça (até há pouco, ambos compartilhavam o mesmo prédio) e passa por ser a maior organização ambientalista do mundo, reunindo mais de 100 entidades governamentais e mais 640 ONGs de 68 países.</p>
<p>Sua ata de constituição foi redigida pelo Ministério das Relações Exte­riores britânico, por atribuição de Max Nicholson. A UICN considera que sua principal missão é a conservação da biodiversidade do planeta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>UICN junto com o PNUD</h2>
<p>Juntamente com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o World Resources Institute, a UICN elaborou uma “estratégia global de biodiversidade”, que inspira os planos de conservação de muitas nações. Seu pessoal planeja direta­mente as estratégias de conservação e administra os parques nacionais de muitas ex-colônias britânicas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/uicn.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7264" title="uicn" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/uicn.jpg" alt="" width="180" height="120" /></a>10% do planeta já são controlados pela UICN!</h2>
<p>De acordo com o cineasta Kevin Douglas, num artigo publicado em 05/janeiro/1999 na <em>newsletter</em> francesa <em>Intelligence</em>, intitulado <strong><em>«O Movi­mento Ambientalista – a História Secreta de uma Revolução»</em></strong>, a UICN já administra 10% da área terrestre do planeta. Segundo ele, <em>«o arquipélago verde de parques nacionais, florestas nacionais, monumentos nacionais e outras áreas ocupam mais terra que a Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka, Nepal, Butão, Afeganistão, Irã e Birmânia em conjunto»</em>. Estas áreas são todas “estritamente protegidas”.</p>
<p>Quando outras 40.000 áreas cuja proteção é mais branda são incluídas na lista, <em>«a área total sob conser­vação mais que dobra, atingindo os mencionados 10%»</em>.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #008000;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="size-medium wp-image-6767 aligncenter" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> </strong><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens:</strong> </span><a href="http://pt.wikinoticia.com/"><span style="color: #000080;">http://pt.wikinoticia.com</span></a><span style="color: #000080;">;</span><a href="http://tucanstourspa.blogspot.com/"><span style="color: #000080;">http://tucanstourspa.blogspot.com</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></p>
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		<item>
		<title>Economia em alta, ONGs em baixa</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/economia-em-alta-ongs-em-baixa/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/economia-em-alta-ongs-em-baixa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 17:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[O crescimento econômico e as melhoras gradativas no mercado de trabalho brasileiro têm representado uma ameaça às atividades das mais de 300 mil ONGs presentes no país. Com o real forte e uma economia menos afetada pela crise econômico-financeira global que as de outras regiões, as agências financiadoras internacionais estão deixando de encarar o Brasil como uma prioridade, o que pode comprometer a própria sobrevivência de muitas ONGs aqui instaladas. Uma reportagem publicada no jornal O Globo de 17 de outubro apresenta um panorama preocupante para o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2463" title="alertaem rede-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg" alt="" width="100" height="53" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ongs.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7127" title="ongs" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ongs-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>O crescimento econômico e as melhorias gradativas no mercado de trabalho brasileiro têm representado uma ameaça às atividades das mais de 300 mil ONGs presentes no país. Com o real forte e uma economia menos afetada pela crise econômico-financeira global que as de outras regiões, as agências financiadoras internacionais estão deixando de encarar o Brasil como uma prioridade, o que pode comprometer a própria sobrevivência de muitas ONGs aqui instaladas. Uma reportagem publicada no jornal <em>O Globo</em> de 17 de outubro apresenta um panorama preocupante para o setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os alvos agora são os países mais pobres do mundo</h2>
<p>Muitas agências de financiamento estão comunicando às diversas entidades com quem mantêm vínculos que as Américas estão saindo do campo das prioridades de programas de combate à pobreza, concentração de renda, e outros. Fortemente afetadas pela crise econômica em andamento, as agências estão elegendo regiões em pior situação, como a África, o Sudeste Asiático e o Leste Europeu como os novos alvos prioritários.</p>
<p>Um exemplo é a holandesa Oxfam Novib, que pretende deixar o país em 2011. Com um volume em caixa inferior a €30 milhões, a entidade, com foco em políticas educacionais e de direitos humanos, pretende suspender as suas atividades nos 11 países do continente americano e transferir os seus esforços para regiões mais carentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ongs_receberam_bilhoes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7128" title="ongs_receberam_bilhoes" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ongs_receberam_bilhoes.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a></h2>
<h2>Arrecadação de fundos de ONGs cai</h2>
<p>Apesar de a tendência de redução de verbas vindas do exterior ser uma constante desde a última década, as ONGs apontam que o movimento se intensificou – o que pode gerar uma saída em massa de organizações estrangeiras do país, até 2015. Segundo uma pesquisa do Instituto Fonte, entre 2009 e 2010, o valor de arrecadação de recursos externos fornecidos por agências financiadoras se retraiu à metade.</p>
<p>De fato, o sucesso econômico experimentado pelo Brasil e outros países americanos, nos últimos anos, aliado à forte valorização do real, tem resultado num cenário negativo para a sobrevivência da maior parte das ONGs em atividade no país. Como a maior parte de sua receita provêm do exterior, o seu orçamento está cada vez mais reduzido – levando ao cancelamento de projetos, redução de custos, corte de pessoal e a atrasos salariais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Valorização do real contribui negativamente para as ONGs</h2>
<p>Mesmo ONGs tradicionais, como o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), fundado na década de 1980 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, têm sofrido um forte impacto com a mudança de cenário. A ONG, cujo orçamento já foi composto com 95% de participação de recursos do exterior, no início dos anos 1990, verá tal margem encolher para 10% no próximo ano, com a saída das agências financiadoras. Segundo o seu presidente, Cândido Grzybowski, <em>«para quem depende de negócios do exterior, a valorização do real nos afeta tanto quanto a exportadores. Isso significa ter que renovar totalmente ou acabar»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ativistas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7129" title="ativistas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/ativistas-300x300.jpg" alt="" width="184" height="184" /></a>Melhor para o Brasil, pior para os ativistas profissionais</h2>
<p>Para os interesses maiores do País, tal perspectiva não chega a ser desanimadora, ao contrário. Embora muitas dessas ONGs desempenhem atividades de real interesse para o bem comum, um número considerável delas responde a interesses externos, especialmente nas áreas ambiental e indigenista. Assim, se algumas das que atuam nessas áreas se virem obrigadas a reduzir as suas atividades, ou mesmo deixar o País, só quem sairá perdendo serão os seus ativistas profissionais, que terão que buscar novos empregos – quem sabe, produtivos.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>19/10/2010, <em>Geraldo Luís Lino</em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2465" title="alertaem rede-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg" alt="" width="70" height="37" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>Alerta em rede</em></strong>, em 29 de outubro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar sua leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://parergaeparaleponema.blogspot.com/">http://parergaeparaleponema.blogspot.com</a>; <a href="http://www.novaimprensa.inf.br/">http://www.novaimprensa.inf.br</a></p>
<p><a href="http://topicos.estadao.com.br/">http://topicos.estadao.com.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Greenpeace investe contra pré-sal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 01:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definitivamente, a descoberta das reservas de hidrocarbonetos na chamada camada pré-sal da costa brasileira não agradou nem um pouco ao aparato ambientalista internacional e seus prepostos locais. Desde o anúncio da descoberta, em 2008, ambientalistas, tanto de organizações não-governamentais (ONGs) como de órgãos governamentais (entre eles o então ministro do Meio Ambiente Carlos Minc), têm feito fila para fazer “advertências” e críticas sobre a nova fronteira exploratória de petróleo e gás natural, que foi a maior descoberta do gênero no mundo, em mais de duas décadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a>Definitivamente, a descoberta das reservas de hidrocarbonetos na chamada camada pré-sal da costa brasileira não agradou nem um pouco ao aparato ambientalista internacional e seus prepostos locais. Desde o anúncio da descoberta, em 2008, ambientalistas, tanto de organizações não-governamentais (ONGs) como de órgãos governamentais (entre eles o então ministro do Meio Ambiente Carlos Minc), têm feito fila para fazer “advertências” e críticas sobre a nova fronteira exploratória de petróleo e gás natural, que foi a maior descoberta do gênero no mundo, em mais de duas décadas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Campanha contra o pré-sal é apoiada pela CNBB</h2>
<p>Uma das críticas, que começaram a ser feitas antes mesmo da realização dos exames de laboratório necessários para consubstanciá-las, é a de que o petróleo do pré-sal tem níveis de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) superiores aos habituais, o que exigiria pesados investimentos em tecnologias de captura e sequestro de carbono (CCS, na sigla em inglês), para evitar que as emissões de tais gases contribuíssem para agravar o suposto aquecimento global. Em várias entrevistas, o então ministro Minc se referiu ao assunto.</p>
<p>Apesar da leviandade de tais afirmativas, a Petrobras, o governo e a opinião pública sensata devem se precaver, porque a investida dos ambientalistas contra a exploração do pré-sal deverá intensificar-se. Uma demonstração disto é a crítica feita no texto-base da Campanha da Fraternidade 2011 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo tema principal é nada menos que o aquecimento global alegadamente agravado pelas atividades humanas (<em>MSIa Informa</em>, 4/02/2011).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/greenpeace-pre-sal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7033" title="greenpeace-pre-sal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/greenpeace-pre-sal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Campanha suja do Greenpeace</h2>
<p>Na mesma linha, não poderia faltar o indefectível Greenpeace, que, embora tenha demorado semanas a se manifestar sobre o colossal vazamento em uma plataforma de exploração da empresa britânica BP no Golfo do México, em abril de 2010, se apressou em associá-lo à exploração do pré-sal. Em agosto, ativistas da ONG fizeram uma manifestação em frente ao prédio onde se situa o escritório da BP em São Paulo (SP), emporcalhando a calçada com um líquido escuro simulando petróleo e exibindo cartazes onde se liam os dizeres: <em>«BP Hoje, Pré-sal Amanhã»</em>.</p>
<p>Em novembro, o Greenpeace divulgou um relatório em que o pré-sal é citado como ameaça. Intitulado &#8220;Mar, Petróleo e Biodiversidade – a Geografia do Conflito&#8221;, o documento adverte que parte das áreas do litoral brasileiro que deveriam ser consideradas prioritárias para a conservação já estão concedidas à exploração petrolífera. Em uma entrevista publicada no jornal <em>O Estado de S. Paulo</em> de 26 de janeiro último, o diretor-executivo do Greenpeace Brasil, Marcelo Furtado, justifica:</p>
<p><em>«Projeções mostram que as emissões do pré-sal podem ser iguais ou maiores do que o desmatamento da Amazônia inteira. E nas contas de emissões que o Brasil tem apresentado não estão computadas as emissões do pré-sal. A meta de redução de emissões que o País apresentou em Copenhague e reiterou em Cancún não leva em conta as emissões do pré-sal.»</em></p>
<p>Questionado pela jornalista Karina Ninni sobre a divergência de interpretações entre a agenda restritiva dos ambientalistas e a percepção do público em geral sobre o significado da exploração do pré-sal para o País, Furtado saiu-se com esta:</p>
<p><em>«Se essa é a percepção, o desafio que temos é não só o de brindar a sociedade brasileira com as informações que conseguimos, mas saber de que maneira a gente pode melhorar o fornecimento de informação estratégica para a sociedade, para que ela atue como um firme contrapeso às decisões que o País está tomando. Isso não é só em relação ao governo, também em relação às empresas. Se a gente está imaginando um Brasil maior e mais poderoso, agora que ele está mais integrado ao mundo global e mais rico – as empresas brasileiras estão se tornando grandes multinacionais, veja a Vale, a Petrobrás – precisamos de uma sociedade mais forte e bem informada.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Manipulação da opinião pública</h2>
<p>Vale ressaltar a intenção explícita de manipular a opinião pública, <em>«para que ela atue como um firme contrapeso às decisões que o País está tomando»</em>.</p>
<p>Como sempre, a agenda ambientalista contra o desenvolvimento e o progresso é explícita. O que é preciso é uma ampliação da conscientização sobre a inviabilidade de se continuarem a fazer concessões irracionais, infundadas e desnecessárias ao alarmismo “verde”. O preço para toda a sociedade brasileira, e não apenas para a Petrobras e as empresas envolvidas na exploração do pré-sal, poderá ser muito alto.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 39, de 10 de fevereiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://noticias.r7.com/">http://noticias.r7.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>TNC &#8211; The Nature Conservancy</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/tnc-the-nature-conservancy/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 16:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fundada em 1951, a TNC é a maior e mais rica ONG ambientalista dos EUA, com ativos superiores a 900 milhões de dólares, orçamento anual da ordem de 300 milhões de dólares, mais de 1.000 funcionários e mais de 700.000 membros contribuintes, dos quais mais de 400 são empresas. Sua especialidade é realizar grandes lucros em operações de compra de imóveis particulares, para, posteriormente, revendê-los a órgãos oficiais para fins de conservação ambiental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3323" title="Vampire-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg" alt="" width="54" height="54" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/TNClogo_L.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6883" title="TNClogo_L" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/TNClogo_L-300x228.jpg" alt="" width="226" height="171" /></a>Fundada em 1951, a TNC é a maior e mais rica ONG ambientalista dos EUA, com ativos superiores a 900 milhões de dólares, orçamento anual da ordem de 300 milhões de dólares, mais de 1.000 funcionários e mais de 700.000 membros contribuintes, dos quais mais de 400 são empresas. Sua especialidade é realizar grandes lucros em operações de compra de imóveis particulares, para, posteriormente, revendê-los a órgãos oficiais para fins de conservação ambiental.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Empresas por trás da TNC</h2>
<p>Entre as empresas que têm contribuído regularmente para a TNC, destacam-se a Dow Chemical, Exxon, Allied-Signal, W Atlee Burpee Co., British Petroleum, Enron, Newmont Gold Company, Times Mirror Corporation, Chevron, Coca-Cola, Du Pont, Eastman Kodak, J.P. Morgan Bank, Philip Morris e Boeing. Entre as fundações, destacam-se a Mellon, Amoco, ARCO, Cargill e Mildred Andrews Fund.</p>
<p>O currículo da TNC é extenso e envolve múltiplas transações suspeitas na aquisição de imóveis e outros bens que integram o seu impressionante conjunto de ativos. A organização conta com quadros profissionais de alto nível, que dedicam-se em tempo integral a promover e organizar uma miríade de ONGs ambientalistas em todo o mundo, com o propósito declarado de impedir o desenvolvimento de projetos industriais e de infra-estrutura.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A TNC no Brasil</h2>
<p>No Brasil, a TNC mantém “parceiras” com quatro ONGs: a Fun­dação Pró-Natureza &#8211; FUNATURA – dirigida pela ex-presidente do IBAMA, Maria Tereza Jorge Pádua; a Sociedade de Pesquisa em  Vida Selvagem (SPVS), de Curitiba (PR); a Fundação SOS Amazônia, de Rio Branco (AC); e a Ecotrópica. Sua representante no país é a economista Ângela Tresinati.</p>
<p>Em 1991, TNC e a FUNATURA efetivaram a primeira operação de troca de “dívida por natureza” no Brasil, no valor de 2,2 milhões de dólares, para o Parque Nacional Grande Sertão Veredas. Para viabilizar a operação, a TNC adquiriu títulos DFAs (Debt Finance Agreements) da dívida brasileira no mercado secundário. A TNC costuma ser uma das receptoras de dinheiro da USAID destinado anualmente ao Brasil sob a rubrica do meio ambiente.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-amarela-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6268" title="seta-amarela-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-amarela-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Ver post neste site:</strong> <strong><a rel="bookmark" href="../confirmado-atividades-de-ongs-obedecem-aos-interesses-de-seus-financiadores-20091997/">Confirmado: atividades de ONGs obedecem aos interesses de seus financiadores (20/09/1997)</a>, na categoria &#8220;Arquivo&#8221;.<a rel="bookmark" href="../confirmado-atividades-de-ongs-obedecem-aos-interesses-de-seus-financiadores-20091997/"><br />
</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.n8brockbank.com/">http://www.n8brockbank.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Survival International</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 15:30:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Survival International (SI) é a seção de “assuntos humanos” do WWF. Foi fundada em 1969, com o patrocínio de sir Peter Scott, então presidente da WWF, para oferecer financiamento para «ajudar os povos indígenas a proteger suas terras, seu meio ambiente e seu modo de vida», eufemismo para a criação de enclaves onde habitam os indígenas com autonomia sobre o solo e subsolo de seus “territórios”, nos quais as nações onde se localizam exerceriam apenas o que denominam «soberania limitada». A SI foi fundada visando a criação da gigantesca reserva yanomâmi no Brasil e na Venezuela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3323" title="Vampire-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg" alt="" width="54" height="54" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/SurvivalInternational.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6878" title="SurvivalInternational" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/SurvivalInternational.jpg" alt="" width="204" height="204" /></a>A Survival International (SI) é a seção de “assuntos humanos” do WWF. Foi fundada em 1969, com o patrocínio de sir Peter Scott, então presidente da WWF, para oferecer financiamento para <em>«ajudar os povos indígenas a proteger suas terras, seu meio ambiente e seu modo de vida»</em>, eufemismo para a criação de enclaves onde habitam os indígenas com autonomia sobre o solo e subsolo de seus “territórios”, nos quais as nações onde se localizam exerceriam apenas o que denominam <em>«soberania limitada»</em>. A SI foi fundada visando a criação da gigantesca reserva yanomâmi no Brasil e na Venezuela.</p>
<p>Em 1971, o antropólogo britânico Robin Hanbury-Tenison, então presidente da SI, empreendeu viagens exploratórias à América do Sul, cujos roteiros coincidiram com os eixos naturais de integração do subcontinente. Em seu livro <em>«</em><em>Worldsapart»</em>, o próprio Hanbury-Tenison apresenta um mapa onde demonstra esta preocupação e revela que a importância estratégica de seus roteiros lhe fora indicada pessoalmente pelo Príncipe Philip.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>SI já foi expulsa do Brasil</h2>
<p>Em 1976, a equipe da SI, encabeçada por Kenneth Taylor e pelo antro­pólogo Bruce Albert, foi expulsa do Brasil. Em 1980, Marcus Colchester, antropólogo britânico e colaborador da SI, publicou uma proposta para criar um parque em território venezuelano fronteiriço com o Brasil.</p>
<p>Em 1985, a Organização dos Estados Americanos (OEA) instou o governo brasileiro a criar um parque yanomâmi para preservar seus costumes e sua cultura. Em 1989, a SI levou o líder yanomâmi Davi Kopenawa em uma turnê pela Europa, durante a qual recebeu uma enorme cobertura da imprensa internacional.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil. Introduzi subtítulo no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://zenducation.net/">http://zenducation.net</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 20:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
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		<description><![CDATA[O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1007 e 1008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas. A nota divulgada pelo MME afirma que, "seguindo a tendência mundial em termos de energia sustentável, a regulamentação tem como objetivo incentivar a exploração de outras tecnologias que proporcionem um horizonte mais favorável e seguro aos recursos energéticos utilizados em território nacional, para fins de iluminação em geral". ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/lampada.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6475" title="lampada" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/lampada-300x300.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Rio, 13/jan/11 &#8211; <em>O Diário Oficial da União</em> de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1007 e 1008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas. A nota divulgada pelo MME afirma que, <em>«seguindo a tendência mundial em termos de energia sustentável, a regulamentação tem como objetivo incentivar a exploração de outras tecnologias que proporcionem um horizonte mais favorável e seguro aos recursos energéticos utilizados em território nacional, para fins de iluminação em geral».</em></p>
<p>O texto diz ainda que são comercializadas anualmente no País cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes, que deverão ser, paulatinamente, substituídas <em>«por lâmpadas mais eficientes, como LFC</em> (lâmpada fluorescente compacta), <em>fluorescente tubular, halógena, ou mesmo LED </em>(diodos emissores de luz) <em>que, ao ganharem escala, deverão ter seus preços reduzidos para o consumidor final».</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Novo manancial de lucros</h2>
<p>De fato, o banimento das incandescentes, tecnologia consagrada por mais de um século de excelentes serviços prestados à Civilização, é uma tendência internacional motivada pelas concessões generalizadas que os governos nacionais têm feito ao movimento ambientalista internacional e a sua enorme influência sobre a opinião pública mundial. Não obstante, como tem sido um fato recorrente em quase todas as propostas ambientalistas, além de tal troca ser muito menos vantajosa tecnicamente do que querem fazer crer os seus proponentes, ela tem em sua origem uma aliança oportunista entre ambientalistas em busca de novas campanhas que justifiquem a sua existência, grandes empresas à procura de novas oportunidades de lucros, tecnocratas ávidos de impor novas regulamentações à sociedade e lideranças políticas interessadas em cativar potenciais eleitores com atitudes “politicamente corretas”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O negócio é pagar mais <em>royalties</em></h2>
<p>Desafortunadamente, as lâmpadas incandescentes se juntam a uma lista de produtos que os ambientalistas e seus mentores conseguiram retirar de circulação ou restringir drasticamente a sua produção e usos, por motivos meramente políticos, que nada tinham a ver com os fatos científicos observados. Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público, as grandes empresas transnacionais que os produziam inicialmente não apenas não se opuseram às campanhas espúrias dos ambientalistas em favor do seu banimento, mas acabaram por incentivá-las, para introduzir no mercado novos produtos substitutos – devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Lampadas-philips.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6477" title="Lampadas-philips" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Lampadas-philips-255x300.jpg" alt="" width="166" height="196" /></a>Aliança entre o Greenpeace e a Philips &#8211; mais lucros</h2>
<p>Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre o Greenpeace e a gigante elétrica Philips, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal <em>Elsevier</em>.</p>
<p>Segundo Wynia, a Philips estava (e continua) engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante promover as fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais e, portanto, garantem maior lucratividade. O fato de que as fábricas de fluorescentes e LEDs da Phillips se encontram na China ampliam ainda mais os ganhos, uma vez que muitas fábricas de incandescentes se localizam na Europa e América Latina.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Lâmpadas incandescentes causam catástrofes! Rsrsrs</h2>
<p>Em 2007, o Greenpeace foi recrutado para promover a associação das lâmpadas incandescentes ao discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, por meio do argumento da suposta ineficiência energética das incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa. Assim, a ONG deflagrou, primeiramente na Holanda (também seu país sede), uma exitosa campanha contra as incandescentes, intitulada &#8220;Salvem a Terra, proíbam as incandescentes&#8221;, que resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento daquele país, a qual determina a retirada das incandescentes do mercado holandês até 2012.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Campanha financiada pela Philips&#8230;</h2>
<p>Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo <em>lobby</em> junto aos seus pares da União Europeia (EU), no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore, <em>«Uma Verdade Inconveniente»</em>. Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.</p>
<p>Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Cadê as vantagens?</h2>
<p>Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Economia porca</h2>
<p>Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.</p>
<p>Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/efeito-estroboscopico.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6480" title="efeito-estroboscopico" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/efeito-estroboscopico.jpg" alt="" width="276" height="185" /></a>O efeito estroboscópico é prejudicial aos olhos</h2>
<p>Ademais, as LFCs possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação.</p>
<p>Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nova Zelândia já voltou atrás</h2>
<p>O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: <em>«Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes. A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer.»</em> (www.parliament.nz)</p>
<p>Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 36, de 13 de janeiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens: </strong><a href="http://maisindaia.com.br/">http://maisindaia.com.br</a><strong>;</strong><a href="http://aveiro-aveiro.olx.pt/">http://aveiro-aveiro.olx.pt</a><strong>;</strong><a href="http://www.cybercollege.com/">http://www.cybercollege.com</a><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Chávez x ONGs</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 13:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[No final de novembro, o presidente venezuelano Hugo Chávez voltou-se contra um novo adversário: as Organizações Não-Governamentais (ONGs) que operam no país. A pretexto de "defender a revolução" contra intervenções dos EUA, o líder bolivariano cobrou da Assembléia Nacional uma nova legislação para as ONGs, que permita uma maior transparências em suas fontes de financiamentos e atividades (O Globo, 26/11/2010).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/hugo_chavez.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6454" title="hugo_chavez" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/hugo_chavez.jpg" alt="" width="265" height="257" /></a>No final de novembro, o presidente venezuelano Hugo Chávez voltou-se contra um novo adversário: as Organizações Não-Governamentais (ONGs) que operam no país. A pretexto de <em>«defender a revolução»</em> contra intervenções dos EUA, o líder bolivariano cobrou da Assembléia Nacional uma nova legislação para as ONGs, que permita uma maior transparências em suas fontes de financiamentos e atividades (<em>O Globo</em>, 26/11/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ameaça ianque através de ONGs</h2>
<p>Chávez alega que o novo Congresso dos EUA, a ser empossado em janeiro próximo, representa uma ameaça ao seu governo, e teme que os conservadores estadunidenses desestabilizem o seu regime por meio da ação de ONGs. Segundo ele: <em>«Se o Parlamento americano será de extrema-direita, o da Venezuela será de extrema-esquerda. Como é que nós vamos permitir que partidos políticos e ONGs continuem sendo financiados com milhões e milhões de dólares do império ianque?»</em></p>
<p>Segundo o deputado Saúl Ortega, membro da Comissão Permanente de Política Exterior, existem dois projetos de lei para o controle dos financiamentos de ONGs tramitando na Assembléia Nacional. Uma das propostas é a lei de Cooperação Internacional, criada em 2006. O outro é conhecido como Controle de Agentes Estrangeiros. Para ele, <em>«qualquer um deles ou a fusão dos dois exigirá que estas organizações prestem contas e digam com transparência à Venezuela no que investem esse dinheiro»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nova forma de colonialismo</h2>
<p>De fato, a atuação de ONGs bem financiadas do exterior tem sido um dos principais instrumentos do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano para intervir politicamente nos países em desenvolvimento e do antigo bloco soviético, em favor dos seus interesses restritos. Na Venezuela e em outros países sul-americanos, várias delas têm recebido generosos financiamentos da National Endowment for Democracy (NED), organização do Congresso estadunidense, da Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), do Instituto Internacional Republicano e do Instituto Nacional Democrata – todas elas envolvidas no chamado “Projeto Democracia”, iniciativa que desde a década de 1980 tem canalizado grande parte dos esforços estadunidenses para influenciar políticas de outros governos.</p>
<p>Sem que isto implique em qualquer tipo de endosso ao seu comportamento autocrático e errático, a iniciativa de Chávez demonstra uma vez mais a conhecida máxima de que um relógio quebrado marca a hora certa duas vezes por dia.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 35, de 23 de dezembro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://mavit.kabunzo.com/">http://mavit.kabunzo.com</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>SIL &#8211; Summer Institute of Linguistics (Instituto Summer de Linguística)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 14:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Defesa nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O Summer Institute of Linguistics é uma das mais antigas ONGs estadunidenses, tendo sido fundada em 1934 por Wílliam Cameron Townsend, pioneiro no estabelecimento das missões “religiosas” protes­tantes na Amazônia. Nesta empreitada, Townsend contou com o apoio irrestrito da família Rockefeller.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/SIL.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5875" title="SIL" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/SIL.jpg" alt="" width="108" height="122" /></a>O Summer Institute of Linguistics é uma das mais antigas ONGs estadunidenses, tendo sido fundada em 1934 por Wílliam Cameron Townsend, pioneiro no estabelecimento das missões “religiosas” protes­tantes na Amazônia. Nesta empreitada, Townsend contou com o apoio irrestrito da família Rockefeller.</p>
<p>O SIL tem sede no Texas (EUA), opera em mais de 50 países e atualmente é presidido por Kenneth L. Pike, discípulo de Townsend.</p>
<p>Os fundos do SIL são provenientes da Wycliffe Bible Translators International, de doações de fundações filantrópicas e mesmo de agências governamentais estadunidenses.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em><em> </em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<h2><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Confissoes_de_um_assassino_Economico.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5877" title="Confissoes_de_um_assassino_Economico" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Confissoes_de_um_assassino_Economico-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>«Confissões de Um Assassino Econômico»</em></h2>
<h2>A morte do presidente do Equador, Jaime Aguillera</h2>
<p>John Perkins, em seu livro <strong><em>«Confissões de Um Assassino Econômico»</em></strong>, relata, quando fala sobre a morte de Jaime Roldós Aguilera (Guayaquil, 05/11/1940 – 24/05/1981), que foi presidente do Equador de 10/08/1979 a 24/05/1981. Reformista, foi ameaçado por mais de um inimigo pessoal. Com sua esposa, fundou o Partido Pueblo, Cambio y Democracia, e tornou-se presidente. Entretanto, morreu em um acidente de avião em 1981, quando uma aeronave da Força Aérea bateu, sob forte chuva, perto da fronteira do país. Todos os outros passageiros do voo também morreram. Eis o relato de Perkins:</p>
<p><em>«Ele tinha estabelecido uma reputação como populista e nacionalista, uma pessoa que acreditava firmemente nos direitos dos pobres e na responsabilidade dos políticos de usar os recursos naturais do país de maneira sensata. Quando ele deu início à sua campanha pela presidência em 1978, conseguiu chamar a atenção dos seus compatriotas e de cidadãos em todos os países em que interesses estrangeiros exploraram o petróleo &#8211; ou onde as pessoas desejavam independência das influências de poderosas forças exteriores. Roldós era um raro político moderno que não tinha receio de se opor ao status quo. Ele não dava trégua às companhias petrolíferas e ao sistema que as apoiava de um modo não tão sutil.</em></p>
<p><em>«Por exemplo, ele acusou o Summer Institute of Linguistics (SIL), um grupo missionário evangélico dos Estados Unidos, de um pernicioso conluio com as companhias petrolíferas. Eu estava acostumado com a SIL desde os meus tempos no Corpo de Paz. A organização tinha entrado no Equador, como fizera em muitos outros países, sob o pretexto de estudar, registrar e traduzir as linguagens indígenas. </em></p>
<p><em>«O SIL trabalhara extensamente com a tribo Huaorani na área da bacia Amazônica, durante os primeiros anos de xploração do petróleo, quando surgiu um padrão perturbador. Sempre que os sismologistas relatavam à sede da corporação que uma determinada região tinha características que indicavam uma alta probabilidade de petróleo sob a superfície, o SIL aparecia e encorajava o povo indígena a mudar-se daquela terra, para reservas missionárias; lá receberiam alimentação gratuita, moradia, roupas, tratamento médico e educação no estilo missionário. A condição era que eles tinham de transferir a posse das terras deles para as companhias petrolíferas. </em></p>
<p><em>«Eram abundantes os rumores de que os missionários do SIL usavam uma variedade de técnicas ardilosas para persuadir as tribos a abandonar o seu lar e mudar-se para as missões. Uma história que era repetida com freqüência era que eles tinham distribuído alimentos fortemente contaminados com laxantes – depois ofereciam medicamentos para curar a epidemia de diarréia. Ao longo de todo o território huaorani, o SIL jogara de aviões cestos de alimentos com fundo falso contendo minúsculos radiotransmissores; receptores em estações de comunicações altamente sofisticados, controlados por pessoal militar americano na base das forças armadas em Shell</em> [região do Equador que tinha esse apelido por ser local de exploração de petróleo]<em>, sintonizava esses transmissores. Sempre que um integrante da tribo era picado por uma serpente venenosa ou ficava gravemente enfermo, um representante do SIL chegava com o antídoto ou os medicamentos adequados – geralmente em helicópteros da companhia petrolífera. </em></p>
<p><em>«Durante os primeiros dias da exploração de petróleo, cinco missionários do SIL foram encontrados mortos com lanças huaorani espetadas no corpo. Mais tarde, os huaoranis alegaram que fizeram isso para enviar uma mensagem à SIL para ficar fora dali. A mensagem foi desdenhada. Na verdade, ela acabou tendo o efeito contrário. Rachel Saint, a irmã de um dos homens assassinados, viajou pelos Estados Unidos, aparecendo na televisão nacional para levantar dinheiro para apoiar o SIL e as companhias petrolíferas, que ela afirmava estarem ajudando os “selvagens” a tornarem-se civilizados e instruídos. </em></p>
<p><em>«O </em><em>SIL recebeu dinheiro das instituições de caridade Rockefeller. Jaime Roldós afirmou que essas ligações com Rockefeller comprovavam que o SIL era realmente um movimento deliberado para roubar as terras indígenas e promover a exploração do petróleo; o herdeiro da família John D. Rockefeller fundara a Standard Oil – que mais tarde desmernbrou-se em outras grandes empresas, incluindo a Chevron, a Exxon e a Mobil.»</em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jaime_Roldos-Aguilera.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5878" title="Jaime_Roldos-Aguilera" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jaime_Roldos-Aguilera-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a>«No início de 1981, a administração Roldós apresentou formalmente a sua nova lei dos hidrocarbonetos ao Congresso Equatoriano. Se fosse implementada, ela reformaria a relação do país com as companhias petrolíferas. Sob muitos pontos de vista, ela era considerada revolucionária e até mesmo radical. Ela certamente visava mudar a maneira como os negócios eram conduzidos. A sua influência se estenderia para além do Equador, para muito além da América Latina e para todo o mundo.</em></p>
<p><em>«As companhias petrolíferas reagiram como previsível-lançaram mão de todos os recursos disponíveis. O seu pessoal de relações públicas começou a trabalhar para aviltar Jaime Roldós e os seus lobistas esquadrinharam Quito e Washington, as pastas cheias de ameaças e subornos. Eles tentaram pintar o primeiro presidente democraticamente eleito do Equador nos tempos modernos como outro Castro. Mas Roldós não se deixaria intimidar. Ele reagiu denunciando a conspiração entre a política e o petróleo – e a religião. Ele acusou abertamente o Summer Institute of Linguistics de conluio com as companhias petrolíferas e então, em um gesto de extrema coragem – talvez temeridade – ordenou que o SIL deixasse o país.</em></p>
<p><em>«Apenas algumas semanas depois de enviar o seu pacote legislativo para o Congresso, e uns dois dias depois de expulsar os missionários do SIL, Roldós advertiu todos os interesses externos, incluindo mas não limitado às companhias petrolíferas, de que, a menos que implementassem planos que ajudassem o povo do Equador, seriam forçados a deixar o país. Ele fez um importante discurso no Estádio Olímpico de Atahualpa, em Quito, e então se encaminhou para uma pequena comunidade no sul do Equador. Ele morreu ali na queda e explosão do seu helicóptero, em 24 de maio de 1981. </em></p>
<p><em>«O mundo ficou chocado. Os latino-americanos sentiram-se ultrajados. Os jornais de todo o hemisfério verberavam: “Assassínio da CIA”! Além do fato de que Washington e as companhias petrolíferas o odiassem, muitas circunstâncias pareciam sustentar essas afirmações e tais suspeitas foram intensificadas à medida que mais fatos se tornaram conhecidos. Nada jamais ficou provado, mas as testemunhas afirmaram que Roldós, advertido sobre uma tentativa contra a sua vida, tomara precauções, incluindo viajar em dois helicópteros. No último momento, um dos seus funcionários da segurança convenceu-o a embarcar no helicóptero usado como engodo. Foi o que explodiu. Apesar da reação mundial, as notícias mal repercutiram na imprensa americana. </em></p>
<p><em>«Osvaldo Hurtado assumiu como o presidente do Equador. Ele reintegrou o Summer Institute of Linguistics e as companhias petrolíferas que o patrocinavam. No fim do ano, ele já lançava um programa ambicioso para aumentar a prospecção de petróleo pela Texaco e outras companhias estrangeiras no golfo de Guayaquil e na bacia Amazônica. </em></p>
<p><em>«Ornar Torrijos, num panegírico a Roldós, referiu-se a ele como &#8220;irmão&#8221;. Ele também confessou ter pesadelos sobre o seu próprio assassínio; ele se via caindo do céu numa gigantesca bola de fogo. Foi uma visão profética. </em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/omar-torrijos-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5879" title="omar-torrijos-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/omar-torrijos-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>A morte do presidente do Panamá, Omar Torrijos</h2>
<p>Em seguida, Perkins fala de outro lider que morreu tragicamente, Omar Efraín Torrijos Herrera (13/02/1929 – 31/07/1981), presidente do Panamá de 1968 a 1978. Os EUA não gostaram das ideologias implantadas pelo presidente. Logo o governo norte-americano tratava de ter uma “conversa” com Omar Torrijos. Supostamente envolvia nesta reunião a pergunta: O que o Tio Sam poderia fazer para que o presidente panamenho fosse para o lado deles? Porém para a decepção dos EUA, Torrijos não aceitou tais regras impostas e acabou criando novos inimigos. Em julho/1981 falece Omar Torrijos em um grave acidente aéreo que comoveu todo o país. Há fortes suspeitas de que o avião não caiu por falha mecânica ou humana, mas sim por ação dos “chacais” da CIA. Assim comenta Perkins:</p>
<p><em>«Fiquei assombrado com a morte de Roldós, mas talvez devesse não ter ficado. Eu era tudo menos ingênuo. Sabia sobre Arbenz, Mossadegh, Allende e sobre muitas outras pessoas cujos nomes nunca chegaram aos jornais ou livros de história mas cujas vidas foram aniquiladas e às vezes eliminadas porque se interpuseram no caminho da corporatocracia. De qualquer maneira, eu fiquei chocado. Aquilo era simplesmente muito espalhafatoso. </em></p>
<p><em>«Eu havia concluído, depois do nosso sucesso fenomenal na Arábia Saudita, que ações tão brutalmente não dissimuladas fossem coisa do passado. Pensei que os chacais tivessem sido relegados aos zoológicos. Agora via que estava errado. Não tinha dúvida de que a morte de Roldós não fora um acidente. Ela apresentava todas as marcas de um assassínio orquestrado pela ClA. Entendi que fora executada assim com tanto estardalhaço com a finalidade de dar um recado. A nova administração Reagan, completada com a imagem acessível de caubói hollywoodiano do presidente, era o meio ideal para transmitir essa mensagem. Os chacais estavam de volta e queriam que Omar Torrijos e quem quer que pudesse considerar uma aproximação com a corporatocracia soubessem disso. </em></p>
<p><em>«Mas Torrijos não se curvou. Assim como Roldós, ele se recusava a ser intimidado. Ele também expulsou o Summer lnstitute of Linguistics e teimosamente se recusava a aceitar as exigências da administração Reagan para renegociar o Tratado do Canal. Dois meses depois da morte de Roldós, o pesadelo de amar Torrijos se concretizou; ele morreu num desastre de avião. Foi em 31/07/1981. A América Latina e o mundo sentiram uma vertigem. Torrijos era conhecido em todo o mundo; ele era respeitado como o homem que forçara os Estados Unidos a abandonar o Canal do Panamá aos seus donos de direito e que continuara a fazer frente a Ronald Reagan. Ele era um defensor dos direitos humanos, o chefe de Estado que abrira os braços para refugiados de ambos os lados do espectro político, incluindo o xá do Irã, uma voz carismática pela justiça social que, muito se acreditava, seria indicado para o Prêmio Nobel da Paz. Agora ele estava morto. “Assassínio da ClA!”, uma vez mais clamavam os títulos de artigos e editoriais.» </em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em>«Por toda parte as pessoas lamentaram a morte desse homem que ganhara a reputação de defensor dos pobres e desamparados, e o clamor produzido pressionou Washington para iniciar investigações sobre as atividades da ClA. No entanto, isso não deveria acontecer. Havia homens que odiavam Torrijos e a lista incluía pessoas com imenso poder. Antes da sua morte, declararam publicamente a sua repugnância por ele o presidente Reagan, o vice-presidente Bush, o secretário de Defesa Weinberger, e os chefes do Estado-Maior Conjunto, assim como os CEOs de muitas corporações influentes.»<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/john-perkins1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5880" title="john-perkins1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/john-perkins1-219x300.jpg" alt="" width="56" height="78" /></a></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>John Perkins</strong></em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, de autoria dos editores, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil — e também por uma matéria extraída do livro de John Perkins, <strong><em>«Confissões de um Assassino Econômico»</em></strong>. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> (Capax Dei Editora Ltda., Rio de Janeiro, 2004); e <strong><em>«Confissões de um Assassino Econômico»</em></strong>, de John Perkins (Editora Pensamento-Cultrix Ltda, São Paulo, 2005).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://gramaticadomundo.blogspot.com/">http://gramaticadomundo.blogspot.com</a>; <a href="http://www.kalipedia.com/">http://www.kalipedia.com</a> ; <a href="http://www.nndb.com/">http://www.nndb.com</a>; e <a href="http://blogpalavradopastor.blogspot.com/">http://blogpalavradopastor.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Máfia ecofascista: lista de ONGs perigosas</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/mafia-ecofascista-lista-de-ongs-perigosas/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Verdadeiros tentáculos da máfia globalista, e apelando para os sofismas da pseudociência alarmista e de causas como o indigenismo, as grandes ONG´s ambientalistas estão na linha de frente na batalha pelo esfacelamento da nação brasileira, em nome dos “povos da floresta”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="300" height="39" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ongs3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6112" title="ongs3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ongs3-241x300.jpg" alt="" width="205" height="254" /></a>Verdadeiros tentáculos da máfia globalista, e apelando para os sofismas da pseudociência alarmista e de causas como o indigenismo, as grandes ONGs ambientalistas estão na linha de frente na batalha pelo esfacelamento da nação brasileira, em nome dos “povos da floresta”.</p>
<div id="toolbar-articlebody">
<p>Muito se fala das ONGs ambientalistas radicais, porém pouco se diz claramente sobre elas. Sem dúvida são muito numerosas, mas, o professor Denis Lerrer Rosenfield, fez um elenco das mais ativas. E por isso mesmo mais perigosas para o Brasil. Apresentamos a seguir excertos de matérias por ele publicadas em grandes órgãos da mídia nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>WWF-Brasil</h2>
<p>ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores. Sua atuação no Brasil, além de militar contra a revisão do Código Florestal, situa-se na área de infraestrutura e agricultura. É contra a construção do Terminal Portuário de Morrinhos (MT), a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e a soja produzida no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Greenpeace</h2>
<p>ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização dos recursos coletados para os seus dirigentes, é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, os transgênicos, a pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal. Seus financiadores e apoiadores são expressivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>ISA &#8211; Instituto Socioambiental</h2>
<p>ONG ambientalista e indigenista, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a construção de novas hidrelétricas, centrando seus ataques em Belo Monte. Seus apoiadores e financiadores se dizem defensores dos “povos da floresta”. Entre os primeiros, além de empresas e fundações, temos governos estrangeiros. O ISA compartilha as mesmas posições do Cimi, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>CASA &#8211; Centro de Apoio Socioambiental</h2>
<p>Este, por sua vez, segue a orientação da Teologia da Libertação, no sentido de promover no país as “nações indígenas”. Além de suas ações contrárias à revisão do Código Florestal, ele se posiciona contra a construção de hidrelétricas, em particular a de Belo Monte. Procura, igualmente, condicionar os financiamentos do BNDES às suas próprias condições, evidentemente apresentadas como de “preservação da natureza”. Seus apoiadores internacionais são importantes, misturando-se igrejas, empresas, ONGs e fundações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>MAB &#8211; Movimento dos Atingidos pelas Barragens</h2>
<p>Braço do MST, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a transposição do Rio São Francisco e a construção das hidrelétricas em geral. Centra suas ações nos projetos de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira, de Belo Monte, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia, de Itapiranga, na divisa de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Via Campesina-MST</h2>
<p>Por sua vez, atua também contra a revisão do Código Florestal, os transgênicos, o agronegócio, a cultura de cana-de-açúcar e a produção de etanol, florestas de eucaliptos e a cultura da soja. Ademais, tem forte atuação junto aos movimentos indigenistas e quilombolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Conservation International</h2>
<p>Tem vasta atuação internacional, estando presente no Peru, no Equador, na Selva Lacandona, México, centro operacional dos zapatistas. No Brasil, posiciona-se contra a revisão do Código Florestal, contra a agricultura em Minas Gerais e Bahia, através da ampliação em 150 mil hectares do Parque Nacional Grande Sertão Veredas. É contra a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e do traçado final da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Tem fortes apoiadores empresariais, fundações e governos estrangeiros.</p>
<p>Observe-se que a ONG Conservation International reaparece como parceira do WWF. Ora, essa mesma consultora é sócia-fundadora do Instituto Socioambiental &#8211; ISA, ONG ambientalista e indigenista. A atuação dessa ONG nacional está centrada na luta pelo meio ambiente e pelos “povos da floresta”. Advoga claramente pela constituição de “nações indígenas” no Brasil, defendendo para elas uma clara autonomia, etapa preliminar de sua independência posterior, nos termos da Declaração dos Povos Indígenas da ONU. Ela, junto com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), possui o mais completo mapeamento dos povos indígenas do Brasil. Sua posição é evidentemente contrária à revisão do Código Florestal. Dentre seus apoiadores e financiadores, destacam-se a ICCO (Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento), a NCA (Ajuda da Igreja da Noruega), as Embaixadas da Noruega, Britânica, da Finlândia, do Canadá, a União Europeia, a Funai, a Naturae a Fundação Ford (dados foram extraídos de seu site).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Amigos da Terra</h2>
<p>Forte ONG internacional, tem, entre seus fundadores, Brice Lalonde, que foi ministro do Meio Ambiente de Mitterrand. Ele chegou a declarar que o Brasil deveria <em>«renunciar a parcelas de sua soberania sobre a região amazônica»</em>. Destaca-se, na Europa, por sua campanha contra o etanol brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Xo-ongs.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5556" title="Xo-ongs" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Xo-ongs-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" /></a>Conclusão</h2>
<p>A lista apresentada não é, evidentemente, exaustiva. Ela permite, porém, um olhar um pouco mais abrangente dos interesses em jogo. Todas lutam pela preservação da “reserva legal”, isentando-se de toda ação do mesmo tipo em seus países de origem.</p>
<p>Ora, esses “movimentos sociais”, verdadeiras organizações políticas de esquerda radical, por sua vez, seguem os princípios da Teologia da Libertação, advogando pelo fim do agronegócio brasileiro e da economia de mercado, contra a construção de hidrelétricas e impondo severas restrições à mineração. Junto com as demais ONGs, lutam por uma substancial redução da soberania nacional.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luis Dufaur, 05/11/2010</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignright size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="147" height="19" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>. Introduzi subtítulos no texto, bem como modifiquei a formatação para incentivar e facilitar a leitura.</p>
<p>Publicado originalmente com o título <em><strong>«Algumas ONGs Ambientalistas Mais Ativas &#8211; e Mais Perigosas &#8211; Para o Brasil»</strong>.</em></p>
<p>Luis Dufaur edita o blog <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">Verde: a cor nova do comunismo</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://blogdaamasjase.zip.net/">http://blogdaamasjase.zip.net/</a>;<strong> </strong><a href="http://acesso343.blogspot.com/">http://acesso343.blogspot.com</a>.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
</div>
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		<title>ONGs no governo: a república ambientalista</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu depoimento na CPI do Senado Federal sobre as ONGs, em maio de 2001, o jornalista Lorenzo Carrasco, coordenador editorial do livro «Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», alertou sobre a crescente influência que as organizações não-governamentais (ONGs) vinham ganhando no País, em especial na definição de políticas que deveriam ser ditadas e implementadas pelo Estado nacional brasileiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3238" title="Mafiaverde2medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2medio.jpg" alt="" width="60" height="96" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/irmãos-petralhas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5237" title="irmãos-petralhas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/irmãos-petralhas-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a>Em seu depoimento na CPI do Senado Federal sobre as ONGs, em maio de 2001, o jornalista Lorenzo Carrasco, coordenador editorial do livro «<em>Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em>,<em> </em>alertou sobre a crescente influência que as organizações não-governamentais (ONGs) vinham ganhando no País, em especial na definição de políticas que deveriam ser ditadas e implementadas pelo Estado nacional brasileiro. Na ocasião, ele afirmou:</p>
<p><em>«Cabe ressaltar que as principais fontes de financiamento das ONGs do aparato ambientalista e indigenista são doações daquelas empresas multinacionais e fundações das famílias oligárquicas do Hemisfério Norte (Ford, Rockefeller, MacArthur, W. Alton Jones etc), além de órgãos de financiamento oficiais ou semi-oficiais das principais potências do Grupo dos Sete (G-7). Entre esses últimos, destacam-se a USAID, o DFID (Inglaterra), a CIDA (Canadá) e outros. Assim sendo, não surpreende que a “agenda” do aparato ambientalista-indigenista seja ditada por tais centros de poder hegemônico, e não pelos reais interesses da Nação brasileira. </em></p>
<p><em>«Esse fato é reconhecido até mesmo por dirigentes do movimento ambientalista brasileiro, como o ex-presidente do IBAMA, Eduardo Martins, que também foi diretor do WWF no Brasil. Em uma entrevista publicada pela revista </em><em>Veja</em><em> </em><em>em 02/julho/1998, ele admite: </em></p>
<p><em>«Cerca de 85% dos recursos que mantêm as ONGs no Brasil vêm do exterior. Com o dinheiro, vem também a pauta de prioridades definida para cada país. Isso gera problemas. A discussão ambiental patrocinada pelas ONGs acaba virando um modismo ditado, que já teve símbolos como o mico-leão, o elefante e agora o mogno. Imagine se amanhã um grupo de ambientalistas europeus se reúne e decide que as ONGs devem dar apoio ao movimento dos sem-terra, porque eles são o novo símbolo da luta pela preservação. No dia seguinte, esquecem-se das florestas e não se fala mais nisso.»</em></p>
<p><em>«A mesma revista, numa reportagem publicada em 09/fevereiro/1994, confirmava a grande dependência externa das ONGs brasileiras, assinalando que 80% dos 700 milhões de dólares movimentados anualmente por elas, na ocasião, provinham de doações do exterior&#8230; Evidentemente, embora não haja números conclusivos, até mesmo devido à dificuldade de se rastrear esses fluxos de dinheiro, podemos considerar que tal volume de recursos tenha se multiplicado na mesma proporção em que tem aumentado o afã dos patrocinadores do movimento ambientalista-indigenista em esterilizar os esforços do desenvolvimento do País. </em></p>
<p><em>«Essa dependência de recursos externos tem contaminado até mesmo órgãos oficiais, como o Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal. Segundo informes do Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (lNESC), ONG de Brasília vinculada ao aparato ambientalista internacional e especializada em relações com o Congresso, 51% do orçamento do Ministério para este ano são provenientes de “doações” internacionais, cerca de R$ 520 milhões. Talvez não seja mera coincidência que aproximadamente a mesma quantia seja destinada na dotação orçamentária do Ministério à rubrica “outros serviços, de terceiros ou a pessoas jurídicas”. </em></p>
<p><em>«Assim sendo, não surpreende a presteza do Ministério em contratar os serviços de inúmeras ONGs para elaborar estudos e avaliações que, via de regra, concluem pela “inviabilidade ambiental” de várias obras de infra-estrutura no país. Se isso se confirmar, não seria demais afirmar que o Ministério está se transformando num mero conduto oficial de verbas “doadas” do exterior para ONGs vinculadas ao aparato ambientalista internacional. </em></p>
<p><em>«Não admira, pois, o crescente fundamentalismo com que tais órgãos passaram a encarar suas atribuições, passando a funcionar, na prática, como um obstáculo oficial a qualquer empreendimento que busque abrir novas áreas de desenvolvimento.»</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2>Da necessidade de maior controle sobre as ONGs</h2>
<p>Na oportunidade, Carrasco sugeriu um controle mais rigoroso sobre o aparato das ONGs, principalmente as ambientalistas: <em>«Portanto, o levantamento e o registro dos fundos manejados pelas ONGs e até mesmo por certos órgãos oficiais são fundamentais para o enquadramento institucional das atividades das entidades envolvidas com o meio ambiente, para que sejam contornadas as distorções que as têm caracterizado.» </em>Como era previsível, tal ingerência se ampliou nos últimos quatro anos, especialmente com o advento do Governo Lula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A “governança mundial” por trás</h2>
<p>Embora existam ONGs que executem atividades de interesse público real, é preciso reconhecer que as estruturas de “governo mundial” (ou “governança global” – como preferem alguns) empenhadas em enquadrar o Brasil em seus planos hegemônicos fazem uso delas para controlar as políticas públicas em setores-chave. Entre estes, destacam-se as políticas ambientais, indigenistas, de direitos humanos, educativas, de assuntos relacionados à reforma agrária e até mesmo de algumas áreas de segurança pública, como a assim chamada, “segurança cidadã” (cuja peça-chave é a insidiosa campanha de desarmamento civil).</p>
<p>O mais grave é que organismos sem qualquer representação política legítima obtenham um poder político efetivo por intermédio de um sofisticado sistema de pressões internacionais, que conta com eficientes caixas de ressonância entre os principais meios de comunicação de massa do país – vários dos quais têm estreitos vínculos com o aparato ambientalista-indigenista e outros círculos internacionais. Nessa nova forma de colonialismo, as incursões das canhoneiras ou das companhias de comércio licenciadas pela metrópole foram substituídas pelas “ações diretas” das ONGs e por bem coordenadas campanhas propagandísticas envolvendo a mídia, círculos políticos e a manipulação da opinião pública nacional e estrangeira. Nesse cenário, as ONGs vêm se transformando em ágeis e bem financiadas unidades de radical militância política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5236" title="marina-silva" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva-300x187.jpg" alt="" width="377" height="234" /></a>A onda de ONGs no Governo e Marina Silva</h2>
<p>O avanço “ongueiro” chegou ao ponto de tomar o controle de alguns ministérios e dependências governamentais. O caso mais escandaloso é o Ministério do Meio Ambiente, hoje conhecido como o “ministério das ONGs”, não apenas pelas estreitas relações da própria ministra Marina Silva com o movimento ambientalista, mas também por ter este último fornecido graduados ativistas para ocupar dez dos cargos mais importantes daquele órgão federal. Alem da própria Marina Silva<em> </em>e de seu chefe de gabinete, Bruno Pagnoccheschi,<em> </em>oriundo do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), aí encontramos:</p>
<p>▶ <strong>Flávio Montiel da Rocha</strong> — diretor de Proteção Ambiental do IBAMA, foi coordenador de Unidade Política do Greenpeace e consultor do Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Brasil);</p>
<p>▶ <strong>João Paulo Capobianco</strong> — secretário de Biodiversidade e Florestas, foi diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, além de fundador e coordenador do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental (ISA);</p>
<p>▶ <strong>Marcelo Marquesini</strong> — coordenador de Fiscalização Ambiental do IBAMA, trabalhou seis anos no Greenpeace;</p>
<p>▶ <strong>Marijane Vieira Lisboa</strong> — secretária de Qualidade Ambiental, também tem longa ficha de trabalhos prestados ao Greenpeace, onde atuou por mais de dez anos como secretária-executiva e coordenadora da campanha “Por um Brasil Livre de Transgênicos”. Foi substituída recentemente por Ruy de Góes, ex-coordenador da campanha do Greenpeace contra o programa nuclear brasileiro;</p>
<p>▶ <strong>Tasso Rezende de Azevedo</strong> — diretor de Programa da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, foi secretário-executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA);</p>
<p>▶ <strong>Muriel Saragoussi</strong> — diretora do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), é oriunda da Fundação Vitória Amazônica (FVA).</p>
<p>[06] Integram também postos-chave:</p>
<p>▶ <strong>Atanagildo Fonseca</strong> — oriundo do Conselho Nacional de Seringueiros, na Secretaria de Coordenação da Amazônia;</p>
<p>▶ <strong>Brent Milikan</strong> — do Fórum das ONGs de Rondônia;</p>
<p>▶ <strong>Gilney Viana</strong> — secretário de Desenvolvimento Sustentável e ex-deputado federal, apadrinhado por entidades do “terceiro setor” da Amazônia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/fabio-vaz-de-lima.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-5244" title="fabio-vaz-de-lima" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/fabio-vaz-de-lima.jpeg" alt="" width="300" height="220" /></a>O principal comprometimento de Marina Silva</h2>
<p>Porém, uma das vinculações mais embaraçosas de Marina Silva com as ONGs é o seu próprio marido, Fábio Vaz de Lima, ex-secretário do influente Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), um conglomerado de 200 ONGs que atuam na Amazônia. Em abril de 2004, o nome de Vaz apareceu na imprensa em função de um escândalo da venda de mogno apreendido pelo IBAMA e “doado” para a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), uma das integrantes do GTA; e novamente no início de 2005, por estar recebendo mais de R$ 8 mil por mês, como um dos 21 comissionados no gabinete do senador Sibá Machado (PT-AC), que assumiu a cadeira de Marina Silva na Câmara Alta.</p>
<p>Na imagem, Marina Silva, durante convenção do PV; atrás dela, seu marido, Fábio Vaz de Lima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A manipulação indigenista</h2>
<p>Na política indigenista, as ONGs dominam, por exemplo, a prestação de serviços aos índios, legalmente submetidos à tutela da União. Segundo o jornal <em>O</em> <em>Globo </em>de 03/maio/2004:</p>
<p><em>«O terceiro setor domina, por exemplo, a prestação de serviços aos índios, população sob a tutela da União. Em 34 distritos sanitários no país, as próprias organizações indígenas têm sido encarregadas da saúde e do saneamento nas tribos. Por enquanto, são as associações indígenas – assessoradas por brancos – que compram medicamentos, equipamentos, combustíveis e até carros para a execução dos programas de melhoria sanitária e saúde indígena. Só no ano passado, foram R$ 192 milhões para atendimento a 405 mil índios, dinheiro transferido a 56 organizações. Para o Conselho Indígena de Roraima (CIR) foram R$ 6,7 milhões; para a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, R$ 6,35 milhões; a Missão Evangélica Caiau recebeu R$ 7,2 milhões.»</em></p>
<p>Até há pouco tempo – antes que o Ministério da Saúde reassumisse o controle da compra de remédios, combustíveis e equipamentos, por intermédio da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) – tais funções eram exercidas por ONGs indigenistas vinculadas a setores da Teologia da Libertação e ao CMI &#8211; Conselho Mundial de Igrejas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Outras áreas de atuação das ONGs</h2>
<p>Além da esfera indígena, existem outras áreas em que as ONGs executam tarefas de Estado. Segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), as cooperativas de sem-terra assentados têm recebido verbas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) para elaborar projetos de reforma agrária. A Animação Pastoral e Social no Meio Rural, por exemplo, recebeu R$ 4,7 milhões para a prestação de serviços de assistência técnica nos projetos de assentamentos. Para a Cooperativa Central de Reforma Agrária do Paraná, foram R$ 836,6 mil.</p>
<p>Comentando o assunto, em um contundente artigo intitulado <em>«Siga o Dinheiro»</em> (<em>Folha de S. Paulo, </em>17/02/2005), o geógrafo Demétrio Magnoli, da Universidade de São Paulo, afirma, sem reservas, que a maioria absoluta das ONGs:</p>
<p>ⓐ é financiada por instituições públicas multilaterais e por governos nacionais;</p>
<p>ⓑ são grupos privados de interesses com um poder de pressão capaz de desviar recursos públicos para uma agenda política que não foi definida pelos cidadãos [brasileiros] e escapa ao controle dos mecanismos institucionais da democracia; e</p>
<p>ⓒ constituem uma elite organizada a competir – vantajosamente – com os setores desorganizados da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/dragao-verde.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5240" title="dragao-verde" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/dragao-verde-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a>Interesses e financiamentos estrangeiros</h2>
<p>Magnoli também explicita a utilização de ONGs como agentes de interesses alienígenas no Brasil e outros países:</p>
<p><em>«O Banco Mundial descobriu, há 15 anos, as virtudes da estratégia de cooptação de ONGs. Nesse período, desembolsou quase 4 bilhões de dólares em fundos que financiam atividades de organizações espalhadas por 60 países. Romano Prodi, ex-presidente da Comissão Européia, gabou-se, em 2000, de direcionar mais de 1 bilhão </em>(de dólares)<em> por ano a projetos de ONGs. Um relatório da OCDE, de 2003, informa que os governos dos países industrializados devotam, todos os anos, cerca de 1 bilhão de dólares às ONGs. </em></p>
<p><em>«Esse é o pano de fundo do fenômeno da multiplicação incontrolável de ONGs. A ONU recenseou, há dez anos, quase 29 mil ONGs com ação internacional. Há incontáveis ONGs “nacionais”. Nos Estados Unidos, seu número é estimado em 2 milhões. Na Rússia, de 1992 para cá, formaram-se mais de 65 mil. No Quênia, elas crescem a um ritmo de 240 por ano. Elas atuam numa infinidade de campos: pobreza, refugiados, AIDS, meio ambiente, direitos humanos, educação, saúde, mídia, racismo etc. O Fórum Social Mundial reuniu cerca de 150 mil participantes em Porto Alegre. É muito? Não para um congresso internacional de ONGs financiado, basicamente, por verbas públicas.»</em></p>
<p>A promiscuidade entre dirigentes de ONGs e de governos é também lembrada por Magnoli, ao revelar que&#8230;</p>
<p><em>«&#8230;a OXFAM (ONG britânica), que forneceu antigos diretores para o governo britânico e também para o Ministério das Finanças de Uganda, é uma das “apoiadoras” da ABONG (Associação Brasileira de ONGs) – um “sindicato patronal” dessas organizações no Brasil. A ABONG – que também ocupa lugar destacado na direção do Fórum Social Mundial – publica um </em><em>«Manual de Fundos Públicos»</em><em>, cuja finalidade é ensinar suas filiadas a candidatarem-se à obtenção de recursos governamentais.»</em> Ou seja, em tais casos, as organizações são “não-governamentais” no que tange à definição de suas agendas – mas “governamentais” – quanto às fontes de financiamento.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3237" title="Mafiaverde2pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg" alt="" width="45" height="72" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Máfia Verde 2 (Capax Dei)</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria é encontrada no livro <em><strong>«Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo</strong></em>, em seu capítulo 10, <em>«ONGs no governo: a república ambientalista»</em>. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>O livro a ler é:</strong> <strong><em> </em></strong><strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>; Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://blogdomariofortes.blogspot.com/">http://blogdomariofortes.blogspot.com</a>; <a href="http://nodocuments.wordpress.com/">http://nodocuments.wordpress.com</a>; <a href="http://www.clicapiaui.com/">http://www.clicapiaui.com</a> e <a href="http://pokemoninfo.webnode.com.pt/">http://pokemoninfo.webnode.com.pt</a>.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>ONGs &#8211; o escuro labirinto do “terceiro setor”</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora as ONGs tenham recebido tal denominação e status internacional no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), no período do pós-guerra, a sua rápida propagação institucional ocorreu como parte da reestruturação daquela entidade mundial levada a cabo pelo então secretário-geral Boutros Boutros-Ghali, na década passada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3238" title="Mafiaverde2medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2medio.jpg" alt="" width="60" height="96" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ong.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5251" title="ong" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ong-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Embora as ONGs tenham recebido tal denominação e <em>status </em>internacional no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), no período do pós-guerra, a sua rápida propagação institucional ocorreu como parte da reestruturação daquela entidade mundial levada a cabo pelo então secretário-geral Boutros Boutros-Ghali, na década passada. Porém, já na década de 1960, a Fundação da Comunidade Britânica se empenhava em fomentar o crescimento de tais organismos como células de subversão contra os Estados nacionais, vendo nelas perfeitas portadoras de uma cultura de relativismo promovida pelos próprios círculos hegemônicos encabeçados pela oligarquia anglo-americana – que facilitariam a tarefa do desmonte dos Estados nacionais e, em muitos casos, dos valores cristãos associados a eles. Em suma, as ONGs deveriam funcionar como veículos para a aceitação da cultura da “Nova Era” – indigenismo, ambientalismo, malthusianismo etc <strong>– </strong>como meios de subversão dos valores, tanto da razão como da fé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As aparentemente nobres virtudes das ONGs</h2>
<p>No Brasil, como em outros países, a proliferação das ONGs se deu em paralelo com um processo de “democratização” política que foi cada vez mais se distanciando das causas da justiça social e do bem comum. Estes valores foram substituídos pelo culto aos “mercados” e ao meio ambiente, a pseudodefesa dos direitos humanos e a imposição de critérios étnicos e raciais nas políticas públicas – e em um ambiente de deterioração cultural que envolve, entre outros elementos, a promoção do uso de drogas, do aborto e da homossexualidade (esta como um comportamento “de vanguarda”).</p>
<p>Nesse contexto, cabe mencionar as palavras do papa João Paulo II, no livro de 2005, <em>«Memória e Identidade», </em>quando afirma que&#8230;</p>
<p><em>«&#8230;a ética social católica apóia, por principio, a solução democrática, porque mais condizente&#8230; com a natureza racional e social do homem. Mas longe dela – é bom especificá-lo! – “canonizar” este sistema&#8230; Diversas formas de degeneração dos sistemas nomeados já foram classificadas na tradição grega: assim, em caso de degeneração da monarquia, fala-se de tirania; e, para as formas patológicas de democracia, Políbio cunhou o termo “oclocracia” – isto é, o domínio da gentalha.» </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/abong2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5250" title="abong2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/abong2-203x300.jpg" alt="" width="147" height="218" /></a>O escuro labirinto do “terceiro setor”</h2>
<p>O fenômeno da proliferação das ONGs, umbilicalmente associado ao processo de democratização, é retratado num documento da própria Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (ABONG), o qual afirma que no Brasil,&#8230;</p>
<p><em>«&#8230;a expressão era habitualmente relacionada a um universo de organizações que surgiu, em grande parte, nas décadas de 1970 e 1980, apoiando organizações populares, com objetivos de promoção da cidadania, defesa de direitos e luta pela democracia política e social. As primeiras ONGs nasceram em sintonia com as demandas e dinâmica dos movimentos sociais, com ênfase nos trabalhos de educação popular e de atuação na elaboração e controle social das políticas públicas.» </em></p>
<p>A própria ABONG diferencia, no universo associativo brasileiro,&#8230;</p>
<p><em>«&#8230;as organizações voltadas para o desenvolvimento e defesa de direitos, para a promoção do meio ambiente e para o desenvolvimento rural&#8230; grupo</em> (que) <em>teve um crescimento grande na última década, tendo triplicado seu número, entre 1996 e 2002, ao passar de pouco mais de 2.800 organizações para aproximadamente 8.600 em seis anos.</em><em>»</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2>A quantidade de pessoas ligadas às ONGs</h2>
<p>O estudo mais recente sobre o setor, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em associação com a própria ABONG, revelou que, em 2002, existiam 276 mil fundações e associações sem fins lucrativos no país, empregando 1,5 milhão de pessoas, número maior, por exemplo, do que o número de servidores públicos federais na ativa – que naquele ano eram cerca de 500 mil.</p>
<p>Vale registrar que o número de assalariados em ONGs voltadas à defesa dos direitos humanos ou do meio ambiente representa 4,7% do total de 1,5 milhão de funcionários assalariados das 276 mil entidades existentes no País no momento em que foi feita a pesquisa da ABONG.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>ONGs: uma espécie de terceirização</h2>
<p>Apenas em 2004 o repasse de recursos federais para as ONGs deveria atingir a marca de R$ 2 bilhões. Este número deixa antever a existência de uma perigosa “terceirização” de atribuições e responsabilidades do Estado para ONGs e entidades assemelhadas, cujo crescimento é vertiginoso. De 1996 a 2002, o número de entidades do “terceiro setor” no país aumentou 157%, pulando de 107 mil para 276 mil, sendo que os maiores aumentos foram verificados entre entidades que podem ser, em sua maioria, classificadas como ONGs mesmo sem uma definição legal para a expressão. As entidades que têm como foco o desenvolvimento e defesa de direitos quadruplicaram no período, passando de 11<strong> </strong>mil para 45 mil. A mesma explosão ocorreu entre as entidades ambientais e de proteção animal, que passaram de 389, em 1996, para 1.600, em 2002.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Organizações “neogovernamentais”</h2>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Terceiro Setor da Fundação Getúlio Vargas, por meio de questionários respondidos por mais de três mil ONGs, de setembro de 2003 até agora, revela que 55% delas se mantêm com recursos públicos, sendo: 30% dependentes de recursos próprios, públicos e privados; 11% que recebem dinheiro público e privado; 10% com recursos próprios e públicos; e 4% exclusivamente públicos. A sinergia crescente entre as ONGs e o governo levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (ele próprio fundador de uma das primeiras ONGs brasileiras, o CEBRAP &#8211; Centro Brasileiro de Análise e Pesquisas, com verba da Fundação Ford) a denominá-las <em>«organizações neogovernamentais»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A ABONG com dor na consciência</h2>
<p>O problema preocupa até mesmo representantes do setor, como se constatou em uma destacada reportagem do jornal <em>O</em> <em>Estado de S. Paulo </em>em 29/agosto/2004, reproduzida em vários jornais de outros estados. <em>«Não sou contra parceria entre Estado e ONG, mas a ONG deve atuar no âmbito da sociedade civil»</em>, disse ao jornal Jorge Saavedra Durão, diretor-geral da ABONG. <em>«Não acho que ONGs tenham vocação para gestão. Podem até realizar projetos em pequena escala, para efeito demonstrativo. Mas não entrar num processo de terceirização do Estado, sobretudo para contornar exigências legais. Pode ser um amplo desvirtuamento das ONGs»</em> – completou.</p>
<p><em>«O problema é quando se junta tudo e fica difícil ver quem faz serviço público e quem não faz. Onde é a linha divisória entre o público ONG e o público governamental? As ONGs viram um braço do Estado»</em> – diz Ana Toni, diretora-executiva da Fundação Ford no Brasil, que administra uma receita anual de 10 milhões de dólares para doações a entidades beneficentes brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/dinheiro_2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5254" title="dinheiro_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/dinheiro_2-300x289.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a>Quem recebe de quem?</h2>
<p>Um cadastro feito pela ABONG com 248 filiadas em 2001 mostra que, nesse grupo de elite (as associadas à ABONG são mais bem estruturadas que a média), o financiamento público é menos importante do que o proveniente de entidades internacionais, responsáveis por 50,61% do orçamento total dessas ONGs. O governo federal entra com 7,50%, os Estados, com 5,93% e as prefeituras, com 5,03%. Os recursos de empresas respondem por 4,19%, a venda de produtos e serviços, por 3,83%, agências multilaterais e bilaterais, 2,40%, e contribuições de associados, 1,77%. As agências internacionais, por sua vez, gerem fundos públicos de governos dos países centrais. E isto também preocupa. <em>«O Brasil está ganhando importância nas disputas internacionais. Na medida em que os conflitos vão emergindo, é importante que as ONGs tenham menos recursos do exterior»</em> – observa Jorge Saavedra Durão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Através da política, burla-se a lei, os impostos e engana-se a população</h2>
<p>As facetas são múltiplas. <em>«É </em><em>muito nebuloso o terceiro setor. </em><em>É </em><em>difícil separar o joio do trigo»</em>, atesta a professora Maria Carmelita Yazbek, da área de pós-graduação em Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e vice-presidente do Conselho Nacional de Assistência Social no período 1993-94. Durante a sua gestão no Conselho, ela presenciou fatos como associações de criadores de cães, sociedades de tênis, escolas, instituições universitárias e hospitais bastante rentáveis, sendo registrados como entidades beneficentes de assistência social, com o único propósito de se beneficiar com isenções tributárias. Segundo ela, <em>«há ONGs impecáveis&#8230;</em> (o problema é que) <em>qualquer um cria uma ONG»</em>.</p>
<p><em>«Nossa relação entre o público e o privado nunca foi planejada»</em> – analisa Marcos Kisil, do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. <em>«No governo anterior</em> [FHC]<em>, a mulher do presidente criou o “Comunidade Solidária”, uma ONG com todos os ministros de Estado. No atual, o presidente criou o “Fome Zero” para nele colocar dinheiro público. Não conseguiu gastar nem a verba do Orçamento e pede dinheiro privado»</em> – critica. Para Kisil, nem uma nem outra iniciativa teve origem na sociedade civil: <em>«Canaliza-se dinheiro público para quem tem influência política.»</em> O problema, afirma, é que a candura dos ideais, a reputação ilibada de muitos dos envolvidos, a imprecisão das fronteiras entre público, privado e estatal, e a falta de regulação e fiscalização inibem questionamentos. (<em>O</em> <em>Estado de S. Paulo, </em>29/agosto/2004.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Uma ONG pode ser tudo o que quiser</h2>
<p>As dificuldades já começam nas definições, pois a expressão ONG abrange tudo, de uma associação de filatelistas ao Greenpeace – uma das dez organizações estrangeiras cadastradas como tais na Receita Federal. Na verdade, ninguém sabe ao certo quantas ONGs autênticas existem, aí compreendidas as sociedades civis e as fundações, mas a força do setor é considerável.</p>
<p>Um levantamento publicado em 1999 pelo Instituto de Estudos da Religião (ISER), em parceria com a Universidade Johns Hopkins, revelou que as despesas operacionais do conjunto das organizações sem fins lucrativos no Brasil somavam cerca de R$ 10,9 bilhões em 1995, o que equivalia a 1,5% do PIB. Havia 1,12 milhão de empregos remunerados no setor, ou 2,2% dos postos de trabalho não-agrícolas. De lá para cá, o número de entidades pode ter duplicado. O “terceiro setor” tem absorvido muitos trabalhadores dispensados dos setores público e privado. “Quando você é demitido, o que vai fazer? Ou monta uma carrocinha de cachorro-quente ou funda uma ONG”, brinca o cientista político Marco Aurélio Nogueira, autor do livro «<em>Um Estado para a Sociedade Civil» </em>(<em>O</em> <em>Estado de S. Paulo, </em>29/08/2004).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3237" title="Mafiaverde2pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg" alt="" width="45" height="72" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Máfia Verde 2 (Capax Dei)</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria é encontrada no livro <em><strong>«Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo</strong></em>, em seu capítulo 10, <em>«ONGs no governo: a república ambientalista»</em>. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livro a ler é:</strong> <strong><em> </em></strong><strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://alienarka.blogspot.com/">http://alienarka.blogspot.com</a><strong>; </strong><a href="http://www.ongcidade.org/">http://www.ongcidade.org</a>; <a href="http://www.luiscardoso.com.br/">http://www.luiscardoso.com.br</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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