SIL – Summer Institute of Linguistics (Instituto Summer de Linguística)

O Summer Institute of Linguistics é uma das mais antigas ONGs estadunidenses, tendo sido fundada em 1934 por Wílliam Cameron Townsend, pioneiro no estabelecimento das missões “religiosas” protes­tantes na Amazônia. Nesta empreitada, Townsend contou com o apoio irrestrito da família Rockefeller.

Máfia ecofascista: lista de ONGs perigosas

Verdadeiros tentáculos da máfia globalista, e apelando para os sofismas da pseudociência alarmista e de causas como o indigenismo, as grandes ONG´s ambientalistas estão na linha de frente na batalha pelo esfacelamento da nação brasileira, em nome dos “povos da floresta”.

ONGs no governo: a república ambientalista

Em seu depoimento na CPI do Senado Federal sobre as ONGs, em maio de 2001, o jornalista Lorenzo Carrasco, coordenador editorial do livro «Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», alertou sobre a crescente influência que as organizações não-governamentais (ONGs) vinham ganhando no País, em especial na definição de políticas que deveriam ser ditadas e implementadas pelo Estado nacional brasileiro.

ONGs – o escuro labirinto do “terceiro setor”

Embora as ONGs tenham recebido tal denominação e status internacional no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), no período do pós-guerra, a sua rápida propagação institucional ocorreu como parte da reestruturação daquela entidade mundial levada a cabo pelo então secretário-geral Boutros Boutros-Ghali, na década passada.

ONGs são operações de Inteligência

Um recente exemplo de como a estrutura das ONGs pode servir a um projeto de “governo mundial” pode ser visto na proposta do Governo George W. Bush para a criação de um fundo internacional para promover a “democracia” em todo o mundo, apresentada em abril/2005. A proposta prevê que o fundo seja administrado pela ONU e já faria parte do plano de reforma da instituição apresentado pelo secretário-geral Kofi Annan.

O império das ONGs e o loteamento da Amazônia

Este é um artigo publicado no site A Nova Democracia, em 2003. Mesmo face ao tempo decorrido, continua atual e importante, mostrando que, desde longa data, a constatação da invasão de ONGs na Amazônia — meras fachadas das oligarquias internacionais e de governos estrangeiros — que desejam se apossar daquela região, já é conhecida e reportada.

Greenpeace atira na BP para acertar o pré-sal

Na segunda-feira 9 de agosto, cerca de 15 ativistas profissionais do Greenpeace simularam um vazamento de petróleo em frente à sede da British Petroleum (BP), na capital paulista, em protesto contra o desastre ambiental provocado no Golfo do México pela explosão de uma plataforma de petróleo da empresa, em abril passado. A simulação utilizou quatro barris cheios com uma substância preta e viscosa, que foi derramada, emporcalhando a entrada do prédio da BP.
Segundo o líder da ação: “Como já consumimos praticamente todo o petróleo em áreas de acesso mais fácil, temos que ir cada vez mais longe e mais fundo para encontrá-lo… O acidente demonstrou que não há tecnologia capaz de evitar grandes vazamentos no mar” (Greenpeace, 9/08/2010).

Brasil: “onda verde” é mito

O resultado da eleição presidencial de 3 de outubro, provocando um segundo turno entre a candidata governista Dilma Roussef e o ex-governador José Serra, está levando os frustrados petistas e os reanimados tucanos a uma interpretação um tanto equivocada sobre a surpreendente votação da candidata “verde” Marina Silva, que amealhou mais de 19% dos votos e impediu a vitória da ex-ministra da Casa Civil no primeiro turno, considerada certa pela grande maioria de seus apoiadores e dos analistas políticos.

Marina Silva e os verdes, dupla fraude

Pouco a pouco, aproxima-se mais um processo eleitoral farsesco na semicolônia do Brasil. Ao longo dos próximos meses, os grupos de oligarcas e oportunistas que disputam a primazia do gerenciamento entreguista e serviçal do velho Estado semifeudal brasileiro se exibirão como pavões para as instituições de dominação política do imperialismo e das classes dominantes nativas, esmerando-se para provar lealdade a quem realmente manda.

Fundação Rockefeller

Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a en­tidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do establishment anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.

Coalizão Rios Vivos

Fundada em dezembro de 1994, sob os auspícios do WWF, especifica­mente, para coordenar a campanha contra a Hidrovia Paraná-Paraguai. Reúne mais de 300 ONGs de vários países do mundo.

PNUD / PNUMA / UNESCO / OMM

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e a Orga­nização Meteorológica Mundial (OMM) atuam em estreita coordenação com a cúpula ambientalista na UICN-WWF.

OXFAM – Oxford Famine

Braço encoberto do Ministério de Relações Exteriores britânico. Comandada diretamente por membros da Câmara de Lordes, da Grã­Bretanha, como lorde Frank Judd, ex-secretário de Relações Exteriores.

NWF – National Wildlife Federation

Segunda maior ONG ambientalista dos USA, tem 4 milhões de associados, 600 funcionários e orçamento anual de 83 milhões de dólares (1993).

NRDC – Natural Resources Defense Council

Organização de natureza jurídica criada em 1970, com financiamento da Fundação Ford, para a campanha contra o DDT.

MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela CPT – Comissão Pastoral da Terra. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 1970, graças ao apoio que recebeu do CMI – Conselho Mundial de Igrejas, a Comissão de Justiça e Paz, agora controlada pelo ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT – Comissão Pastoral da Terra se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga.

WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste

No domingo 25 de abril, um grupo de ONGs capitaneadas pelo WWF promoveu um “abraço simbólico” em torno da Lagoa Encantada, em Ilhéus (BA), para protestar contra a criação de um porto privado da empresa Bahia Mineração na Ponta do Tulha, no mesmo município. A alegação dos “verdes” é a de que o empreendimento prevê o desmatamento de uma área de Mata Atlântica preservada equivalente a meio Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e que espécies endêmicas, como o macaco-prego-do-peito-amarelo, estariam ameaçadas de extinção.

ONGs ambientalistas proliferam no Brasil

explosão do número de ONGs – ou entidades do chamado Terceiro Setor – é um fenômeno mundial que vem se acentuando de forma mais visível a partir da década de 1990. Segundo Lester Salamon, da Universidade Johns Hopkins, (EUA), as ONGs já movimentam globalmente o equivalente a US$ 1,9 trilhão por ano (R$ 3,1 trilhões), valor maior o PIB do Brasil (US$ 1,3 trilhão) e, se fosse um país independente, o Terceiro Setor teria sido a oitava maior economia do planeta no ano passado.

Fazendas lá, ambientalistas aqui

Solicitado por vários leitores a voltar ao tema das ONGs, mostrarei a vinculação entre os “fazendeiros” americanos e a atuação de ONGs ambientalistas no Brasil. Trata-se de uma curiosa conjunção entre o agronegócio americano, ONGs ambientalistas (aqui, evidentemente), grandes empresas, governos e “movimentos sociais” no País.

O Código Florestal e o descrédito das ONGs internacionais no Brasil

O movimento ambientalista internacional não vive os seus melhores dias no Brasil, na medida em que setores organizados da sociedade começam a reagir às suas intrusões antidesenvolvimentistas. Na semana passada, parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária solicitaram à diretoria do Banco do Brasil que suspendesse um protocolo firmado entre o banco e o WWF-Brasil, para que este elaborasse, em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Agência Nacional de Águas (ANA), programas de preservação de mananciais na agricultura e de reciclagem de lixo em cidades.

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