Por que a eletricidade é cara no Brasil

No início de junho, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, defendeu a redução da carga tributária sobre a energia demandada pela indústria como forma de dar maior competitividade ao setor. Na avaliação de Tolmasquim, o país tem condições de fornecer energia a preços mais competitivos para a indústria, uma vez que a matriz brasileira é predominantemente hídrica e, portanto, mais barata. Ressaltou, contudo, a necessidade de se encontrar fórmulas que não prejudiquem a arrecadação dos estados, o que pressupõe uma “ampla reforma tributária e um novo pacto federativo”

“Apartheid tecnológico” contra o Brasil

Em visita ao Rio de Janeiro (RJ), no início de maio, o ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende afirmou que a determinação do Brasil para obter uma plena autonomia tecnológica no setor nuclear tem levado governos estrangeiros a dificultar ao País o acesso a componentes para programas tecnológicos avançados.

Algumas lições do Golfo do México

Sabe-se que a “corporatocracia” mundial promove, segundo suas necessidades oligárquicas, catástrofes, crises, revoluções/guerras e até mesmo cataclismas, com o intuito de, depois, usufruir benefícios de toda sorte, convertidos em milhões de dólares, com sua intervenção “salvadora”, sempre com a máscara de ajuda humanitária, de preservação ambiental, de “reconstrução”, e/ou de “restabelecimento” da democracia e promoção do desenvolvimento – junto aos povos/países atingidos por sua fatídica “falta de sorte”.

Brasil: desindustrialização triunfante

Em sua coluna no Valor Econômico de 20 de abril («Os BRIC e Nós»), o ex-ministro Antonio Delfim Netto fez uma advertência sobre as consequências da visão estreita e, não raro, quase triunfalista sobre uma imaginada inevitabilidade do desenvolvimento nacional, se o País se acomodar à “corrente principal” dos fatos mundiais, sem se importar em estabelecer uma agenda que contemple, satisfatoriamente, os interesses do País como um todo. Referindo-se às projeções matemáticas sobre o crescimento dos países do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), Delfim criticou o entusiasmo exagerado com avaliações que, em suas palavras, «revelam a “esperança” de que eles poderão bastar-se a si mesmos, independentemente do que ocorre com a economia mundial».

A ameaça da crise do fósforo: o que fará o Brasil?

O fósforo é um elemento fundamental para a agricultura moderna, pois é matéria-prima para a produção de fertilizantes. Entretanto, os especialistas do setor alertam que o mundo pode estar atingindo um “pico do fósforo” – ou seja, uma transição para o declínio na produção mundial devido ao esgotamento das reservas. O que pode o Brasil, enquanto um dos maiores produtores agrícolas do mundo, fazer para contornar tal preocupante cenário?

A África pode alimentar o mundo

O malthusianismo, uma teoria ultrapassada e imoral, continua pressionando o planeta até hoje, através do ambientalismo internacional que, sob o comando das oligarquias internacionais, insiste em tentar dificultar o desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo. O continente africano, não só é o que mais necessita de auxílio, como pode se tornar o maior produtor de alimentos do mundo, segundo a própria ONU.

A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo

O desenvolvimento sustentável é uma falácia, mais do que uma utopia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”, “controle da natalidade”, ou “planejamento familiar”. Como explicar isso para a sociedade?

A farsa do desenvolvimento sustentável – o mundo hoje

Neste post apresentaremos considerações modernas preliminares sobre o desenvolvimento sustentável indicadas por Bjørn Lomborg em seu livro «O Ambientalista Cético». Como se verá, as idéias do malthusianismo continuam presentes – mas são falsas – pois o desenvolvimento humano continua fazendo com que mais e mais recursos estejam à disposição da Humanidade por muitos séculos à frente.

A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo moderno

Como justificar que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente, tecnologicamente etc, com, inclusive, cortes populacionais? Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.

A farsa do desenvolvimento sustentável – crescimento zero

O desenvolvimento sustentável é uma falácia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”. Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.

Borlaug clama por nova “Revolução Verde”

Norman Borlaug foi um dos pais da chamada Revolução Verde que se processou no planeta a partir de meados do século passado, vencendo a cultura do ambientalismo radical que já começava a dar seus primjeiros passos, dentre outras formas, através do Clube de Roma e o malthusianismo que o norteava. Venceu a batalha e agora, no fim da vida, voltou a insistir numa nova Revolução Verde à base de transgênicos e outras tecnologias que aumentam a produção e a produtividade agrícola.

O Ambientalista Cético – apresentação do livro

Um dos maiores erros do ambientalismo é a propagação da idéia de que o nosso planeta está sendo destruído, irreversivelmente, pelo ser humano, principalmente através de suas atividades industriais. Prega-se o fim dos tempos, devido, principalmente, ao aquecimento global, a destruição das florestas e outras coisas mais. No entanto, Bjørn Lomborg, em seu livro «O Ambientalista Cético», usando os mesmos dados estatísticos que os principais órgãos climatológicos do mundo usam, demonstra que nada disso é verdade, ou, ao menos, que os prejuízos que causamos ao meio ambiente não só são perfeitamente controláveis, como também temos que nos livrar dessa onda de catastrofismo que nos amedronta, a fim de que nosso dinheiro seja dirigido para os assuntos que, realmente, podem melhorar a vida humana

O Ambientalista Cético – entrevista com Lomborg

Um dos maiores erros do ambientalismo é a propagação da idéia de que o nosso planeta está sendo destruído, irreversivelmente, pelo ser humano, principalmente através de suas atividades industriais. Prega-se o fim dos tempos, devido, principalmente, ao aquecimento global, a destruição das florestas e outras coisas mais. No entanto, Bjørn Lomborg, em seu livro «O Ambientalista Cético», usando os mesmos dados estatísticos que os principais órgãos climatológicos do mundo usam, demonstra que nada disso é verdade.

O Ambientalista Cético – Prefácio

Bjorn Lomborg, em seu livro «O Ambientalista Cético», usa os mesmos dados estatísticos que os principais órgãos climatológicos do mundo usam, demonstrando que as previsões pessimistas estão longe da verdade, ou, ao menos, que os prejuízos que causamos ao meio ambiente não só são perfeitamente controláveis, como também temos que nos livrar dessa onda de catastrofismo que nos amedronta, a fim de que nosso dinheiro seja dirigido para os assuntos que, realmente, podem melhorar a vida humana.