Civilização em crise – Parte 2
Esta é a segunda parte do post «Civilização em Crise», decorrente da palestra «Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural e Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Eis o texto final. Os subtítulos foram acrescentados por mim para melhor leitura da matéria.
Civilização em crise – Parte 2
Os grupos oligárquicos
As oligarquias exercem controle direto sobre:
Mudança da paradigmas culturais
♦ A supressão da idéia do republicanismo, o conceito do Estado Nacional como responsável pela promoção do bem-estar e do progresso e de que este objetivo deve ser o cerne da formulação das políticas públicas.
♦ A promoção em grande escala do irracionalismo, do individualismo e do hedonismo. Fundamentalmente, as diretrizes elaboradas foram as seguintes:
⇒ O desmantelamento do sistema de Bretton Woods, que abriu caminho para o que podemos chamar a “financeirização” da economia mundial. Isto ocorreu a partir de 1971, quando alguns “notáveis” da oligarquia conseguiram convencer o presidente dos EUA Richard Nixon a acabar com a paridade entre o dólar e o ouro, o que acabou com as referências monetárias e o “lastro físico” da economia, abrindo caminho para as “taxas de câmbio flutuantes”, a desregulamentação do sistema financeiro e a onda de jogatina financeira especulativa que caracteriza hoje a economia mundial. Para que tenham uma idéia, de cada 100 dólares de transações monetárias em todo o mundo, menos de 50 centavos têm relação com o comércio de bens e serviços que configura a economia real. O resto é pura especulação. Apenas em derivativos financeiros, que são os instrumentos especulativos mais delirantes e surrealistas, existem circulando no mundo mais de 300 trilhões de dólares, quando o PIB combinado de todos os países do mundo mal chega a 40 trilhões de dólares.
O resultado disso é a globalização
Algo está errado com essa economia, não acham? Essa é a essência da chamada “globalização”, a especulação financeira transformada num fim em si própria, praticamente desvinculada da economia real à qual deveria servir o sistema financeiro. É o cassino financeiro global, de que fala o Prêmio Nobel de Economia francês Maurice Allais. É a supremacia deliberada da especulação sobre a produção. Para reverter este processo, será preciso a convocação de uma «nova conferência de Bretton Woods», como propõe o economista Lyndon LaRouche, apoiado por um número cada vez maior de personalidades internacionais, com a reformulação do atual sistema financeiro e monetário mundial e a sua colocação a serviço de um projeto de reconstrução econômica em escala global, baseado em grandes programas de infra-estrutura, como a Ponte Terrestre Eurasiática, encabeçada pelo Governo da China.
A sociedade “pós-industrial”…
⇒ A promoção da “sociedade pós-industrial”, a falaciosa idéia da supremacia dos serviços sobre a produção física, o mito da “sociedade da informação”, da “Terceira Onda” de Alvin Toffler. Atualmente, essa é a essência da chamada “Nova Economia”, caracterizada pelas flutuações loucas do índice da “bolsa eletrônica” Nasdaq, que viraram destaque diário dos nossos telejornais. Observem uma manifestação desse irracionalismo econômico, nesta matéria publicada na revista Carta Capital (15/10/97): «O dinheiro cai do céu. Em tempos de incerteza global, investidores e empresários utilizam cada vez mais os préstimos da astrologia financeira». Imaginem só, astrologia financeira! Pobres dos profissionais que perdem tempo estudando os múltiplos fatores relevantes para a economia real. E saibam que sandices como essas não se limitam ao Brasil. Em países como a Alemanha, muitas empresas também contratam astrólogos como “consultores”. Outro exemplo é esta notícia do Jornal do Comércio de 05/março1996, que fala na criação dos “bônus-terremoto” pelo banco Morgan Stanley. «Quem arriscar e comprar um papel com prazo de 10 anos poderá receber o prêmio de volta se, no primeiro período de quatro anos, o terremoto não acontecer». Foram emitidos 2,8 bilhões de dólares dessas coisas. O que é isso? Surrealismo puro! Apostas de cassino! Não tem nada a ver com um processo econômico saudável. Esses são sintomas de uma economia que perdeu totalmente o contato com a realidade.
O “modernismo” da contracultura…
⇒ A promoção da “contracultura”, baseada na disseminação do uso das drogas entorpecentes, como o LSD, a maconha e, depois, a cocaína, a heroína e, mais recentemente, o crack; na popularização internacional do rock, que era uma variedade musical pouco expressiva nos EUA; e na chamada “revolução sexual”. Juntamente com isto, tivemos uma distorção do conceito de família, que passou a significar a união de quaisquer pessoas, independentemente do sexo. Imaginem, a possibilidade de que uma criança tenha “dois pais”, ou “duas mães”. Não vejam nisto nenhuma manifestação de intolerância contra homossexuais, mas admitir que dois deles ou delas possam constituir uma família normal é uma violação de algo que anda meio fora de moda, chamado “lei natural”. Outra vertente da “contracultura” foi a onda de irracionalismo conhecida como “Nova Era”, baseada na exploração do misticismo, principalmente envolvendo religiões orientais.
Sempre o conceito malthusiano!
⇒ Um elemento cada vez mais importante desse processo é a politização do malthusianismo e de sua variante mais recente, o ambientalismo, que são talvez os principais responsáveis pela disseminação da percepção equivocada de que os benefícios da civilização industrial não podem ser estendidos a todos os povos e países do planeta, devido à “escassez de recursos naturais” e à “fragilidade” do meio ambiente. O ambientalismo se presta a uma série de propósitos anti-desenvolvimentistas, sendo o principal deles incutir nas mentes das pessoas desprevenidas a falsa noção de que o progresso da civilização deve subordinar-se a critérios de “proteção da natureza” definidos muito mais com base em fatores políticos do que científicos.
A grande maioria dos chamados “problemas ambientais” que estão justificando a implementação de uma série de ações anti-desenvolvimentistas, inclusive tratados internacionais altamente restritivos dos planos de desenvolvimento da maioria dos países, como o chamado “buraco” na camada de ozônio ou o aquecimento global, são fenômenos naturais que ocorrem há milhões de anos sem qualquer interferência humana. Um exemplo típico é o chamado aquecimento global, que está sendo manipulado para justificar a adoção da chamada Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, que prevê a redução das emissões dos gases provenientes da queima de combustíveis fósseis, até 2010, aos níveis vigentes em 1990. Como os combustíveis fósseis representam 3/4 da produção mundial de energia, pode-se imaginar o impacto que essa redução causará nos perfis mundiais de consumo energético e desenvolvimento econômico, que dependem, fundamentalmente, da disponibilidade de energia.
Então a idéia é parar o mundo?
Pode-se perceber facilmente que o que se pretende é o que o falecido embaixador João Augusto de Araújo Castro chamava o «congelamento do poder mundial», ou seja, o congelamento dos níveis de desenvolvimento do planeta nos níveis atuais, cujas desigualdades e injustiça social dispensam maiores comentários. Evidentemente, isso não tem nada a ver com a realidade científica, pois já houve muitos períodos do passado geológico da Terra, até recente, dentro da fase de existência da espécie humana, em que a temperatura atmosférica foi mais alta que a atual, sem que a indústria humana tivesse qualquer coisa a ver com isto.
A criação do movimento ambientalista internacional foi um dos mais bem sucedidos resultados desse processo de “engenharia social” das oligarquias transnacionais, que o controla de alto a baixo, por intermédio do aparato internacional das ONGs, que elas próprias financiam e, em muitos casos, criaram.
“Reformas” educacionais
⇒ Nenhuma dessas iniciativas teria sido bem sucedida se não fosse pela instituição de uma série de “reformas educacionais”, igualmente planejada por aqueles grupos hegemônicos, que resultou no abandono dos currículos de conteúdo clássico e sua substituição por currículos supostamente “profissionalizantes”, principalmente no ensino médio. Essas “reformas” foram inicialmente planejadas no âmbito da OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico; foram adotadas nos EUA e daí se espalharam pelo mundo. O resultado final foram sistemas educacionais que nem formavam cidadãos com uma visão ampla da sociedade e do mundo, e nem preparavam profissionais qualificados. E este problema só tende a se agravar se não houver uma retomada dos currículos clássicos, pois como se pode imaginar que, com as rápidas mudanças da base científico-tecnológica da economia que podemos prever para as próximas décadas, como se espera ser possível formar profissionais para profissões que talvez não existam mais daqui a dez anos, ou que ainda não existem hoje?
Um currículo clássico é a única maneira de preparar cidadãos aptos a se beneficiar de um processo de educação permanente, que parece ser a tendência do futuro próximo. Embora, como eu disse, esse erro tenha sido cometido em quase todo o Mundo, a adoção acrítica dessas “reformas” no Brasil, com os chamados acordos MEC-USAID, foi um dos maiores erros dos governos militares, cujas conseqüências estamos pagando ainda hoje. No ano passado, o Movimento de Solidariedade Ibero-Americana publicou um livro chamado «A Educação Clássica Para Um Novo Renascimento», no qual nós propomos um grande debate em torno desses assuntos.
Infelizmente, existe uma conspiração
Agora, vejamos outra evidência de que não estamos discutindo “teorias conspiratórias”. Na verdade, essa gente é tão segura de seus propósitos e de sua impunidade que não costuma ocultar as suas intenções. Vejam o que diz o Dr. Alexander King, fundador do Clube de Roma e um dos principais idealizadores das “reformas educacionais”, numa entrevista à revista Executive Intelligence Review de 23/junho/1981: «O Clube de Roma se originou de um sentimento de que o crescimento pelo crescimento não era uma boa coisa… O que foi discutido foi a questão da inquietação educacional, a questão da necessidade de profundas reformas educacionais para tornar a juventude mais sintonizada com o que estava acontecendo, mais sintonizada com as realidades da sociedade. As discussões levantaram a questão da destruição ambiental, a questão da alienação do indivíduo, rejeição da autoridade e outros temas do gênero. Tudo isso surgiu ao mesmo tempo… Nós inventamos toda a questão das reformas curriculares, tentando ensinar matemática, química etc, de novas maneiras. Nós éramos o único grupo que começou a ver a educação em termos do seu impacto econômico… A grosso modo, nossa política era a de que deveríamos estar pelo menos 5 anos à frente do pensamento dos Estados Nacionais. Entretanto, nunca deveríamos parecer estar mais do que 2 anos à frente.» Como vêem, a “conspiração” é aberta, como dizia H.G. Wells.
E vem aí a implantação do governo mundial…
⇒ Finalmente, temos o planejamento e a instituição de uma série de estruturas de um “governo mundial”, que esses grupos pretendem colocar no lugar dos Estados Nacionais soberanos e suas instituições. Entre essas estruturas, destaca-se a iniciativa de criação de uma legislação internacional, em torno de temas de grande impacto psicológico, como o desarmamento e a não-proliferação de armas de destruição em massa, o meio ambiente, a proteção dos “direitos humanos”, o combate à corrupção e, mais recentemente, a promoção da “democracia”. Todos devem estar cientes, por exemplo, de que o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, às vésperas de deixar o ministério, assinou um convênio com a ONG Transparência Internacional para que ela fiscalize a lisura de licitações públicas do Governo brasileiro e das próximas eleições municipais.
Ora, essas são funções precípuas de um Estado Nacional soberano, que não tem motivos para transferí-las a uma entidade supranacional, não-eleita e que não representa minimamente os interesses da cidadania brasileira. Além disto, se formos ver quem está por trás dela, encontraremos a mesma máfia que está por trás do ambientalismo: a Transparência é ligada às redes do príncipe Philip e o seu pessoal foi recrutado entre ex-funcionários do Banco Mundial e do FMI. Isto não é “teoria conspiratória”. Aliás, a introdução das ONGs como agentes políticos, em substituição às instituições do Estado Nacional é uma parte fundamental desse processo. Não nos esqueçamos de que o nosso Presidente da República costuma chamar as ONGs de “organizações neo-governamentais”, em lugar de “não-governamentais”. A “convocação” da Transparência se insere neste contexto.
O desarmamento é vital para os dominadores
O mesmo acontece com a participação ativa do Movimento Viva Rio na elaboração da nova política de segurança do País, a chamada “segurança cidadã”, que alegadamente deve substituir a antiga “segurança nacional”, considerada um conceito ultrapassado dos governos militares. Aqui também se insere a falaciosa sugestão de que o fim da Guerra Fria justificaria um processo amplo de “desmilitarização”, de redução dos efetivos das Forças Armadas da maioria dos países, principalmente os subdesenvolvidos. Evidentemente, aí não se incluem as forças da OTAN, que cada vez mais vai assumindo o papel de uma “gendarmeria internacional” automobilizável, que não responde nem mesmo ao Conselho de Segurança da ONU, como vimos na recente guerra contra a Iugoslávia. Ontem, foram a Iugoslávia, o Sudão e o Iraque, que, aliás, continua sendo alvo de contínuos ataques aéreos por parte dos EUA e da Inglaterra. Amanhã, talvez o alvo possamos ser nós, sob um pretexto qualquer – por exemplo, não estarmos protegendo adequadamente a Floresta Amazônica ou as minorias indígenas.
O mito do “fim da História”
Um mito particularmente pernicioso é o do “fim da História”, que, sintomaticamente, foi criado por um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Francis Fukuyama (que, aliás, está ficando rico com ele, pois lhe pagam 20.000 dólares por conferência para propagandear essa idiotice). Trata-se da tese de que a chamada democracia liberal seria o ponto final da evolução histórica da Humanidade. Ora, para que alguém admita isto é preciso ser um completo ignorante em História. A História jamais acabará enquanto seus agentes, os seres humanos, continuarem lutando pelo direito ao bem-estar e ao progresso, e ainda estamos muito longe de proporcionar estes direitos a pelo menos uma maioria significativa da Humanidade. Portanto, estamos muito distantes de qualquer “fim da História”.
O que fazer então?
Vamos agora para a parte final dessa nossa conversa, que, aliás, é a mais importante, pois trata do que fazer frente a desse quadro tenebroso. A maioria das pessoas, quando começa a analisar o atual cenário mundial, desanima diante da impossibilidade de se reverter esse quadro de decomposição civilizatória, pois acha que os “donos do mundo” são muito poderosos para serem enfrentados com sucesso. Esta é uma falsa percepção, pois, por mais poderosos que sejam, eles não podem contrariar as leis universais, permanentemente. Isto é o que queria dizer Abraham Lincoln, quando afirmou que «pode-se enganar todos por algum tempo e alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar todos por todo o tempo». Assim, a pergunta relevante não é “se” podemos reverter essa crise, mas “como” fazê-lo, ou seja, como reverter a “mudança de paradigma cultural” imposta pelas oligarquias transnacionais. Isto, porque a inevitável derrocada dos inimigos do progresso não implica na vitória automática dos defensores da civilização – será preciso que estes tenham preparado um plano de ação para colocar em prática na hora certa.
Os chineses, na sua sabedoria multimilenar, qualificam a idéia de “crise” com uma combinação de dois ideogramas: um significa “risco”, e o outro, “oportunidade”. Portanto, o que temos que fazer é transformar o risco de uma nova idade de trevas na oportunidade de um novo “renascimento”, que possibilite uma retomada das expectativas que foram abandonadas anteriormente. Para concretizar essa oportunidade, será imprescindível a emergência de uma nova elite, consciente e determinada a retomar, promover e implementar aqueles princípios civilizatórios abandonados. E quando falo de elite, não me refiro propriamente aos que têm maior poder econômico ou político, ou mesmo influência intelectual.
Uma nova elite precisa ser formada
Hoje, mais do que nunca, o cidadão de elite é aquele cujas preocupações e ações transcendem o seu universo pessoal e familiar, e se dispõe a atuar em prol da comunidade e até da Humanidade. Ou seja, nós teremos que formar essa nova elite. Cada um de nós deve tornar-se um apóstolo, ou melhor, um guerrilheiro em defesa daqueles princípios civilizatórios. Digo guerrilheiro, porque os inimigos do progresso dificilmente podem ser enfrentados frente a frente; para isso, geralmente, é preciso empregar manobras de flanco e ações de guerrilha. Reuniões como essa são exemplos de ações como as que necessitamos para criar a necessária conscientização e, quem sabe, também a determinação. Talvez, o melhor antídoto para essa derrocada civilizatória que estamos discutindo seja a retomada de um conceito que atualmente anda meio fora de moda – o de um projeto nacional, considerado obsoleto nestes tempos de “globalização”.
Um projeto nacional é exatamente o que necessitamos para promover e consolidar uma retomada da idéia de progresso e do princípio republicano, e o Brasil é um dos países que tem melhores condições para isto, podendo até mesmo influenciar outros países nesta empreitada. Um projeto nacional não é uma excrescência ou um exercício acadêmico, como sugerem alguns “globalistas” deslumbrados. Todos os países do Mundo que atingiram um nível significativo de desenvolvimento o fizeram com base em projetos nacionais bem definidos e implementados por suas elites dirigentes.
Como proceder?
E como se estrutura um projeto nacional? Independentemente dos seus detalhes específicos, um projeto nacional se baseia em três diretrizes fundamentais:
♦ Harmonia de interesses entre os setores representativos da sociedade.
♦ Igualdade de oportunidades para que todos possam exercer uma verdadeira cidadania.
♦ Solidariedade para com os retardatários do processo. Este é um ponto crucial, no qual é fatal qualquer concessão a conceitos falaciosos como o de “excluídos”, tão citado pelo nosso Presidente para justificar a sua falta de compromisso com o combate à pobreza e à miséria no nosso país. Nesse esforço em prol da Civilização, vale lembrar que nenhuma contribuição é desimportante. Cada um de nós pode dar uma contribuição relevante, por menor que possa parecer. Eu sempre gosto de recordar uma frase do jurista e escritor inglês Edmund Burke, que dizia que o maior erro foi cometido por aquele que nada fez, pois achava que apenas podia fazer muito pouco. Ninguém pode saber se um de nós poderá aportar a contribuição que irá deflagrar o efeito de “massa crítica” da conscientização necessária.
Antes de encerrar, quero dizer-lhes que nós do Movimento de Solidariedade Ibero-Americana temos estado na linha de frente dessa luta pela civilização há algum tempo, e os convidamos a juntar-se a nós. Temos várias publicações, como um jornal quinzenal e livros, nos quais apresentamos o contexto estratégico global em suas diversas facetas, além de propostas concretas para a superação dessa crise. Eu os convido a conhecê-las e a ajudar-nos nessa luta. Obrigado a todos.
Geraldo Luís Lino
Para saber mais sobre o tema: visitar os sites da MSIa/Capax Dei: http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/ . Mensagens e sugestões, favor enviar para msia@msia.org.br.
Imagem: bibliotecapleyades.net