Forças ocultas e interesses escusos
Em outubro/2006, enviei à Revista Magnum um e-mail, tentando saber o que os editores e articulistas daquela revista queriam dizer com as expressões que fazem parte do título do presente artigo – “forças ocultas e interesses escusos”. Nunca me responderam, mas eu próprio descobri que o “problema” das armas de fogo e o desarmamento do cidadão honesto eram parte de uma articulação a nível internacional, com vistas a um possível governo mundial. Teoria da conspiração? Infelizmente, parece que sim.
Prezados senhores
Há alguns anos atrás, mandei um e-mail para essa revista (que acompanho, adquirindo seus exemplares desde seu primeiro número) com alguns questionamentos, mas não obtive resposta. Minha preocupação, naquela ocasião, era definir o que, não só os editores da Magnum, e também outros comentaristas, classificavam de “forças ocultas”, ou “interesses escusos”, para denominar as diversas e, aparentemente, desconhecidas influências que se esforçavam para que o desarmamento do cidadão, e a proibição da fabricação e venda de armas de fogo no Brasil fossem efetivados.
Perguntei o quê – ou quem – seriam, essas “forças ocultas”. Que “interesses escusos”? Não fiquei satisfeito com o silêncio da Magnum, e me decepcionei, pois não se passava em minha cabeça a hipótese de que os editores daquela revista não pudessem – ou não quisessem – me responder.
Em minha opinião, de nada adiantariam campanhas para reagir ao desarmamento civil que se avizinhava há anos, sem a especificação de suas verdadeiras causas. “Forças ocultas” não são argumentos convincentes nem suficientes, muito menos os tais “interesses escusos”.
Argumentos óbvios não são sufucientes
Dizer que o desarmamento do homem honesto – ou seja, da população civil como um todo – é uma catástrofe para a Nação, baseando-se em argumentos tais como, os da “diminuição de direitos” do cidadão, não convencem e não resolvem a questão a favor daqueles que são contra o desarmamento e a venda de armas e munições. Pois bem, o tempo passou. Aconteceu o plebiscito em 2005 e a venda de armas de fogo e munições não conseguiu ser impedida em nosso País. Nessa ocasião específica e rara, o povo brasileiro teve uma espécie de “iluminação temporária” e votou, maciçamente, no “não”.
Coisa de pouco tempo após o plebiscito, estava eu conversando com um de meus maiores amigos – colega meu de tempos de ginásio e de científico, que hoje é procurador federal, com mais de 30 anos na função – sobre esses assuntos (desarmamento, ambientalismo etc), e ele me disse: «Se você quer saber mesmo como é que a banda toca, vem comigo». Meu amigo me levou, então, até o seguinte endereço: Rua México número 31, sala 202, Centro da Cidade, Rio de Janeiro, RJ, onde funciona a editora Capax Dei que veicula o livro «Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», e me deu um de presente. E me disse: «Esse livro não vende em livraria. Leia e você vai entender o porquê.»
Aprofundando informações
Li o livro, fiquei boqueaberto com o que li, e comprei logo o seu segundo volume, «Máfia verde 2 – Novo Colonialismo», que é uma atualização do primeiro. Não vou comentar muito o teor desses dois livros, porque eles tratam, basicamente, do ambientalismo e do indigenismo no Brasil, o que foge ao escopo dessa minha carta. Apenas a título de esclarecimento: as tais leis ambientalistas e indigenistas que, a princípio, se revestem de um cunho aparentemente nobre, unicamente servem a certos grupos estrangeiros, na medida em que obstaculizam o crescimento e o desenvolvimento populacional, sócio-econômico e científico dos países em desenvolvimento.
Foi assim que tomei conhecimento da existência de certas entidades supranacionais, criadas e mantidas por governos estrangeiros, da Europa e da América do Norte que, muitas vezes, se manifestam através de ONGs de atuação internacional, e que comandam e ditam as normas ambientalistas e indigenistas no mundo, normas essas que nada têm a ver com uma real preocupação com a Natureza ou com os índios, mas sim, que servem apenas aos interesses de alguns países do Primeiro Mundo, e de grupos empresariais e familiares oligárquicos que dirigem todo o planeta.
Os grupos oligárquicos
As organizações supranacionais às quais me referi, dentre muitas outras, são: a Comissão Trilateral, o Clube de Roma, o CFR – Council on Foreign Relations, o WWF – Fundo Mundial para a Vida Selvagem , a UICN – União Internacional para a Conservação da Natureza, o Greenpeace e, por incrível que pareça, a própria ONU, com suas ramificações, tais como a UNESCO, PNUMA, PNUD etc.
O «Máfia Verde», entretanto, ainda não deixava muito claro a estrutura de algumas dessas principais entidades, tais como, por exemplo, as que, de fato, “mandam” e financiam as ONGs ambiental-indigenistas. Foi então que surgiu nas livrarias o livro «A Verdadeira História do Clube Bilderberg», de Daniel Estulin.
Esse livro é, talvez, mais surpreendente que os dois “Máfia Verdes”, pois mostra uma face ainda mais sinistra com que se revestem os grupos familiares oligárquicos, as grandes empresas transnacionais e os governos de determinados países – a destacar o dos EUA, da Inglaterra, do Canadá, Bélgica etc – com o intuito de dominar o planeta. Sim. Segundo o autor, o objetivo das organizações que encabeçam esse cartel é o controle de todas as riquezas do mundo através de um “Governo Mundial”.
Uma teia de relações
Para isso, contam, não só com o poder econômico e político que emana dos componentes desses grupos (e existem outros), mas também com a colaboração de outras entidades cujas atividades, igualmente mantidas por eles, se encarregam de outras áreas específicas de atuação. É o caso, por exemplo, do Instituto Tavistock de Relações Humanas, que lida com a manipulação da opinião pública, no sentido de fazer as populações mudarem os chamados “paradigmas culturais”, a fim de aceitarem de bom grado as novas regras planetárias do “Governo Mundial”, as quais, paulatinamente, estão sendo implementadas em todo o mundo.
Dentre esses novos “paradigmas culturais”, subliminarmente, impingidos aos povos dos diversos países-alvos daquelas grandes oligarquias dominantes, está, justamente, o da fomentação do ódio e a criação do pânico em relação às armas de fogo, sejam elas para que objetivo forem destinadas e, ao mesmo tempo, a cristalização de uma repulsa igualmente feroz em relação às pessoas que, de uma forma ou de outra, lidam com o assunto “armas de fogo”.
As armas de fogo
No que diz respeito ao assunto ligado às armas de fogo, no contexto que encerra a pretensão de implantar no planeta um “Governo Mundial” por parte dos componentes daqueles cartéis, uma das etapas do processo é, justamente, a de desarmar – completamente – as populações de todos os países. Isso significa, de fato, um desarmamento geral de todo o planeta, inclusive em relação às armas destinadas aos esportes de tiro.
Segundo as pretensões daquele sinistro grupo, até mesmo as nações deverão ser, completamente, desmilitarizadas, com a extinção absoluta de suas forças armadas, deixando apenas alguma oportunidade de armamento, no máximo, às polícias locais, a fim de que seja mantida a ordem social – apenas isso.
Por outro lado, as forças armadas seriam concentradas em órgãos como a ONU e/ou a NATO. Só essas entidades, comandadas, obviamente, pelo “Governo Mundial/ONU”, teriam exércitos, os quais serviriam para manter os países “dentro dos eixos”, sob o hipócrita codinome de “forças da paz”.
Então tudo ficou claro
Assim, prezados senhores, a verdade sobre as tais “forças ocultas” e os “interesses escusos” foram, para mim, satisfatoriamente revelados, graças aos meu próprios esforços os quais incluem a leitura de vários outros livros que tratam desse mesmo assunto. Quaisquer maiores esclarecimentos sobre detalhes dos mecanismos utilizados pelos grupos oligárquicos acima referidos, sugiro que, se ainda não foi feito, que sejam adquiridos os livros por mim acima mencionados, pois não sei se, por muito tempo, o Establishment os deixará à venda.
Devo lembrar que o movimento amientalista internacional, que ora se desenvolve e que se implanta no Brasil, inexoravelmente, e com força total, obstaculizando os interesses de desenvolvimento da nação brasileira, é também assunto que atinge, fatalmente, o mundo das armas de fogo, mormente quando prejudica, quase que diretamente, o mundo da caça.
Por isso, acho que os responsáveis por essa tão laboriosa revista deveriam, obrigatoriamente, se inteirar desse movimento – se já não se inteiraram (o que espero) – e entrem na luta contra essas oligarquias ignominiosas que tentam, em nome da preservação da Natureza e dos índios, e de uma pretensa “segurança” do cidadão comum e honesto, prejudicar o Brasil, inibindo nosso crescimento, e, em maior escala, se apoderar de todo o planeta, a começar pelos projetos da UNESCO, que imbecilizam as nossas crianças, tornando-as marionetes futuras a fim de que sejam manejadas pelas oligarquias estrangeiras, implantadas no Brasil através de seus “laranjas” – como, por exemplo, certas cadeias de televisão, cujos proprietários já frequentaram as reuniões das supracitadas organizações.![]()
Imagem: prossigo.blogspot.com
