Fraude do aquecimento global discutida em SP
A despeito da consolidação de uma verdadeira indústria em torno do controvertido tema do aquecimento global antropogênico, nas últimas duas décadas, uma janela de oportunidade está se abrindo para reconduzir o assunto ao campo da ciência não engajada e do bom senso. A avaliação é do geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim e autor do livro «A Fraude do Aquecimento Global: Como um Fenômeno Natural Foi Convertido Numa Falsa Emergência Mundial» – que a transmitiu em várias oportunidades, durante a sua visita a São Paulo (SP), esta semana.
Em cheque o IPCC
Em uma palestra no Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), Lino afirmou que os desdobramentos do escândalo “Climagate” e da sucessão de denúncias de uso de dados e informações fraudulentas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) têm colocado em pauta as atitudes e motivações do que chama a «indústria do aquecimentismo», levando uma parcela crescente da opinião pública a questionar os cenários climáticos catastrofistas amplamente divulgados nos últimos anos.
O mundo tem que se adaptar às mudanças climáticas
Para ele, a substituição do alarmismo inconsequente dos “aquecimentistas” por uma orientação verdadeiramente científica para o estudo da dinâmica climática ao longo da história geológica da Terra (em vez da ênfase erroneamente dada ao estudo do limitado período posterior à Revolução Industrial do século XVIII) é fundamental por dois motivos. Primeiro, para possibilitar um conhecimento melhor do clima como um sistema em permanente mudança, mas “autorregulável” dentro de certos limites, de modo a proporcionar que a Humanidade possa adaptar-se adequadamente a tais mudanças, seja para climas mais quentes como para mais frios. E, segundo, para evitar as potencialmente catastróficas consequências socioeconômicas das restrições ao uso de combustíveis fósseis pretendidas pelos “aquecimentistas”.
Reduto contra os “aquecimentistas”
O convite para a palestra veio do Dr. Ricardo Augusto Felício, que dirige o núcleo de Climatologia e Biogeografia do Departamento de Geografia da USP, que tem funcionado como um reduto contra a influência “aquecimentista” prevalecente nos estudos climatológicos naquela universidade.
No dia seguinte, Lino autografou exemplares da recém-lançada segunda edição de seu livro na Livraria Cultura, também na capital paulista. Na ocasião, também concedeu algumas entrevistas sobre o livro e o tema.![]()
MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana
Créditos:Este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico, n° 65, de 09/04/2010, do MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana. Introduzi subtítulos no texto para facilitar a leitura.
O livro a le é: «A Fraude do Aquecimento Global: Como um Fenômeno Natural Foi Convertido Numa Falsa Emergência Mundial», de Geraldo Luís Lino (Capax Dei Editora Ltda., RJ).
Ver também, neste blog, o post de Luis Carlos Molion Molion: o Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»
Para outras informações sobre o mesmo tema, visitar o site do MSIa no seguinte endereço: http://www.msia.org.br

Me emporga este comentário sobre a farsa do Aquecimento Global além de outras farsas, provavelmente dirigidas às plateias globais e deslumbradas. Vou fazer uma palestra a convite e no auditório do CETESB, dia 05 de Agosto próximo, às 10 horas, abordando inclusive estes temas. Ficaria muito satisfeito em ter pessoas com este perfil para complementação e troca de informações. O tema da exposição é: Tratamento do lixo = saúde + inclusão social.
Fico ao dispor para qualquer comentário.
Atenciosamente,
Eng. Edgard Bottini
Sr. Bottini:
Ontem tomei uns chops com um velho amigo meu, professor da UERJ, da área de resíduos sólidos, que foi colega meu na COMLURB, onde trabalhei por 12 anos, tendo sido eu, inclusive, por três anos, Diretor de Operações da empresa. De forma que conheço, razoavelmente, o problema da destinação final dos resíduos sólidos, pelo menos no Rio de Janeiro. Tenho minhas próprias idéias sobre a destinação final do lixo urbano, idéias essas, obviamente, não muito ortodoxas e politicamente incorretas,… pois não vejo o lixo, em sua destinação final, como um grande problema. O mais difícil, nessa área é a coleta adequada e eficiente do lixo urbano, e não a sua destinação final. Coletar lixo não é como o abastecimento de água, nem como a capatação de esgotos, que são coisas feitas por canalizações. A coleta do lixo é feita (até hoje) através de caminhões, com pessoas trabalhando – ou seja, unidades estanques trabalhando segundo as possibilidades e vontades das equipes, dia a dia. Além disso, a coleta também depende de outro fator: o dos contribuintes levarem o lixo até os pontos de coleta, de forma que a interferência humana no caso da coleta é grande e depende disso o seu sucesso. Isso sem se contar a quebra de caminhões etc. Lembremos que todo o lixo que se encontra nos rios, nas ruas, nas lagoas, no mar etc não são problemas de destinação final, mas de coleta. O lixo não segue um caminho, independentemente, da vontade das pessoas.
Não estou com isso dizendo que a destinação final não seja importante. Mas sabendo que (Lomborg, em O Ambientalista Cético) todo o lixo dos EUA a ser produzido no século 21 pode caber num aterro sanitário que ocupe uma área quadrada de 30 km de lado, por 30 m de profundidade, decididamente, não vejo a destinação final como uma questão relevante, a ponto de gerar grandes polêmicas. O tratamento do lixo, no entanto, é uma polêmica – uma polêmica técnica. Parece-me que o aterro sanitário é a solução, mormente para os países de territórios grandes como o Brasil…
Obrigado pela atenção e pelo contato. Vou ver se vou à sua palestra, e lá, deveremos encontrar meu amigo da UERJ, certamente.
Saúde, vida longa e sabedoria.
Husc
Sr. Husc.
Boa noite.
SEu comentário procede mas não esqueça as condições que acompanham o lixo desde seu recolhimento até a destinação final. Não vou entrar em detalhes mas lembre-se do CO2 produzido, do CH4 que se produz desde o início da fermentação e continua, seja em lixão, seja em aterro sanitário. Não esquecer que o aterro sanitário é uma mendida palitiva de duração limitada e que mesmo nestas acondições ainda ha produção de chorume e lixívia.
Além disso há o aspecto reciclagem e geração de energia elétrica. Nosso processo busca “Poluição zero e reciclagem 100%”. O primeiro ítem nos alcançamos, o segundo é meio utópico mas pode ser alcançado progressivamente.. Se houver interesse me comunique e envio maerial para sua análise. Se estiver em São Paulo poderei demonstrar pessoalmente.
Agradeço a atenção.
Edgard Bottini
Sr. Bottini:
Obrigado pelo contato.
Realmente, não há um processo de destinação final de lixo que seja perfeito. O que temos que fazer é escolher o melhor método para a sociedade, a comunidade, ou mesmo para o país onde o problema se encontra – analisando cada processo economicamente. Acompanhei, quando na COMLURB, no Rio de Janeiro, por muitos anos, vários processos, desde a incineração pura e simples até usinas de reciclagem industriais, como também estações de compostagem e, obviamente, aterros sanitários. De todos, o processo mais eficiente, mais barato e viável, é o dos aterros sanitários.
Deve-se entender que um aterro sanitário não é um lixão. Aterro sanitário, se feito adequadamente, não polui. Existem processos técnicos de captação do chorume (e sua utilização posterior em sistemas de compostagem, por exemplo) e o metano pode ser conduzido, sem nenhum problema, a sistemas de aquecimento de água e de obtenção de energia. É só fazer-se o projeto com esmero e depois, talvez até o mais importante, construir o aterro rigorosamente dentro do projeto.
Devo lembrar que um país do tamanho do nosso não tem nenhum problema quanto a obtenção de áreas para aterros sanitários. É tudo uma questão de transporte, e isso pode até ser resolvido, caso um aterro fique distante de seus pontos de coleta de lixo, através de transporte ferroviário.
A produção de CH4 tem tempo definido para acabar. Não fica sendo produzido eternamente. Um aterro sanitário feito na técnica pode recuperar áreas, tornando-as utilizáveis. E, como disse, o Brasil não precisa, no momento de outra tecnologia. Isso aqui é muito grande…
Para o Sr. ver como o problema do lixo não é preocupante, basta saber que todo o lixo produzido pelos EUA em todo o século 21 poderia ser armazenado num grande aterro, único, quadrado, de 30 km de lado e com 30 m de profundidade. E um aterro desses poderia ser feito, por exemplo, num deserto. Só não poderia funcionar por causa do transporte do lixo de todo os EUA até lá, ou seja, seria operacionalmente, inviável. Mas como exemplo funciona, para se avaliar o que é, realmente, o problema do lixo. Não é um problema.
E a reciclagem enquadra-se nesse contexto. Hoje em dia os técnicos estão cada vez mais céticos quanto à necessidade/possibilidade de reciclagem, face ao custo de um sistema assim. Não compensa. A reciclagem acaba servindo apenas para empregar os catadores de rua em suas cooperativas.
Sim, tenho interesse no processo. Pode mandar. E obrigado.
Vida longa, prosperidade e sabedoria.
Hasta siempre.
Husc