Indigenismo e “quilombolismo”

O prezado Visitante Desconhecido poderá achar estranho estar sendo apresentado, neste blog, artigos que falam sobre as reivindicações dos quilombolas – o que pode parecer não ter nada a ver com o indigenismo, pois que esses artigos estão classificados dentro da categoria “indigenismo”. Minha intenção aqui é desmistificar a visão misericordiosa que se tem da cultura negra, tal como é mostrada pelas esquerdas brasileiras, as quais conseguiram fazer com que os negros sejam considerados, unicamente, como vítimas dos brancos, com o intuito de se instituir um nicho eleitoreiro (“dividir para conquistar”), demagógico e inadequado para a permanência da união do povo brasileiro. Assim, como se verá a seguir, e em outras matérias a ser colocadas nesse blog, veremos que os negros não são tão coitadinhos nem inocentes assim, de modo que eles não merecem nenhum privilégio sócio-cultural ou político.
O movimento quilombola é semelhante ao do indigenismo
De fato, não se trata, a presente matéria, propriamente, de indigenismo, mas o cerne da questão “quilombola” está inserido no mesmo conceito de indigenismo, pois constitui-se um movimento implementado pelas mesmas razões alegadas pelos que pregam o indigenismo, tendo as mesmas origens “sociais”, referentes às minorias, que caracterizam o indigenismo – sendo, portanto, originário, o movimento quilombola, dos mesmos organismos internacionais indigenistas, as mesmas ONGs, apenas com outras denominações.
Assim, as raízes da questão quilombola são as mesmas do indigenismo. São motivações de conteúdo racista, separatista, que pregam, em última análise, o acirramento das relações antagonistas entre o negros e a sociedade “branca”, dominadora e maioria – o que pode ser, amplamente contestado, por ser a comunidade negra, provavelmente, até maior do que a dita “branca”, no Brasil. Aliás, quem é que pode, em sã consciência, dizer, no Brasil, que é branco? Eu, por exemplo, tido hoje como “branco”, tive minha bisavó, que era negra (por parte de minha mãe), e que foi uma quase escrava na Bahia, mas cuja mãe, minha tataravó, teve o privilégio de ser beneficiada com a “lei do ventre livre”… Eu não tenho o menor problema com isso, mas não vou reivindicar nenhum direito “quilombola” para mim.
Antropólogos engajados e as ONGs
As reivindicações quilombolas contam com os mesmos ingredientes do indigenismo. Antropólogos engajados, vendidos aos interesses estrangeiros, “atestam” a veracidade das alegações quilombolas, aliados às ONGs especializadas no tema, como fazem com as questões indígenas, reivindicando terras que eles, os quilombolas, alegam ser deles por direito histórico. Ora, sabe-se que grande parte dessas alegações são falsas e descabidas e só servem para acirrar o embate social que envolve o mal disfarçado racismo brasileiro.
Assim como as reservas indígenas, o que se pretende é a separação cultural, social e administrativa das terras indígenas e redutos quilombolas, criando-se verdadeiros pequenos Estados, totalmente independentes, dentro do Estado brasileiro, numa clara tentativa de balcanização do Brasil.
Os negros têm culpa no cartório
Alegando-se grande importância à cultura negra e, como coitadinhos, atribuindo aos brancos sua desgraça escravagista, as comunidades negras reivindicam coisas em relação às quais não têm o menor direito, inclusive, tal como o de certas terras no território brasileiro.
Por isso, mostro aqui neste site que a culpa do movimento escravagista no Brasil, e também no resto do mundo, não se deveu, exclusivamente, à perversidade do chamado “homem branco”, mas, principalmente aos próprios negros, que promoviam, abertamente, o fornecimento de escravos aos traficantes que na “Mãe África” aportavam a fim de negociar com os chefes negros, das tribos dominantes, o “fornecimento” de seus semelhantes, das tribos dominadas, que poderiam ser vendidos nas Américas ou em outros lugares do planeta. Dizem até que os traficantes portugueses aprenderam a arte da escravatura e do comércio de escravos com os próprios negros africanos.
Os “coitadinhos” não são, portanto, propriamente, coitadinhos, mas sim, cínicos quanto à escravatura, pois os próprios negros africanos muito lucravam com o tráfico de escravos que eles mesmo promoviam. E dizer que o homem branco é que era o escravagista é pura enganação, um mito, pois os maiores escravagistas eram os próprios negros africanos que possuíam – e ainda possuem – escravos até nos dias de hoje.
Zumbi dos Palmares possuía escravos
Por outro lado, criar personagens heróicos em nome dos negros, como por exemplo o tal de Zumbi dos Palmares também é uma falácia, pois aquele personagem, particularmente, era, reconhecidamente, um déspota cruel e abertamente escravagista, que como tirano assim agia, ou seja, possuía escravos, e quem ousava fugir de seu quilombo era perseguido e, simplesmente, assassinado.
Da mesma forma, escravos que conseguiam a libertação, logo que podiam compravam escravos – seguindo suas tradições africanas originais. Várias “damas” alforriadas constituiam verdadeiros reinados aqui no Brasil, com muitos escravos a seu dispor. Uma delas, tornada famosa, foi Chica da Silva.
A tese quilombola é uma falácia
Não dá, portanto, para engolir as reivindicações dos tais quilombolas, pois sua tese é falsa e inadequada aos interesses da nação brasileira. Os temas não racistas, de integração social e racial, é que devem ser, esses sim, privilegiados, e não o sentimento separatista que as reivindicações indigenistas e quilombolas pregam. E as cotas raciais nos empregos, colégios e universidades enquadram-se no mesmo esquema, mas estas, ao que parece, já foram abolidas, em nome da igualdade de oportunidades para todos, sem a conotação de raça. Se há que haver cotas, estas devem se basear em conceitos econômicos, e não raciais.
Ainda há, hoje, escravidão na “Mãe África”
Que me perdoem os negros, mas suas reivindicações não procedem, até mesmo porque a “nobreza” de sua cultura, em que pese a beleza de sua raça e alguns de seus costumes, parece que não é tão nobre assim, pois que, como afirmei acima, até hoje pratica-se a escravidão na “Mãe África”, além de, inclusive, ainda lá existir o sacrifício humano e a antropofagia – e de, como sabemos, por lá se exercer, em grande proporção, uma escravização de populações inteiras por parte de dirigentes ditatoriais, verdadeiros tiranos, que vendem a riqueza de seus países aos estrangeiros em troca de armas e de apoio político para a manutenção de seus governos totalitários, megalômanos, corruptos, e de revoluções ditas como democráticas, mas que, na prática são genocidas e xenófobas. Que nobreza é essa?
Se os negros brasileiros não estão satisfeitos com o Brasil, por que não voltam para lá, para a querida “Mãe África”, para o paraíso que dizem lá existir? Esse tipo de “mãe” eu não quero para mim.![]()
O livro a ler é: «Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil», da autoria de Leandro Narloch (Textos Editores Ltda./Grupo Leya).

É tudo muito simples. Os Brancos daqui acham que tudo está bem e que somos uma unica raça e que devemos assim viver…. Mas contando que os Negros, Indios, Mestiços, etc..vivam nos cortiços, tenham os piores empregos e trabalhos e passem seu tempo limpando as casa e privadas dos Brancos e…SEM RECLAMAR!! Ai sim seremos um país amoroso e justo…na visão doentia de Brancos que apareceram por aqui sem serem convidados.
O Branco brasileiro é um pobre coitado quando comparado aos brancos do mundo civilizado. Um doente moral e de péssimo carater incuravel que só podia ser aceito por essas bandas mesmo.
Mas podem sumir daqui quando quiserem…pois só trouxeram doenças, mal carater e uma sina pra roubar que não é desejavel em nenhum lugar do mundo. Que sumam pois há bons aeroportos por aqui…
Sr. Celio:
Mais uma vez, sem comentários. Não vou perder meu tempo discutindo racismo com o Sr., pois este não é meu tema. Como parece ser o seu, há outros sites em que o Sr. pode meter o pau nos brancos à vontade.
Quanto às outras questões, já lhe respondi em outros comentários.
Ah! Os aeroportos daqui não são tão bons assim. rsrsrs
Saúde, vida longa e sabedoria.
Husc