INESC – Instituto de Estudos Sócio-Econômicos
Sediado em Brasília, foi criado por Maria José Jaime, em 1978, para efetuar lobby no Congresso brasileiro para as iniciativas ligadas ao indigenismo, direitos humanos e ambientalismo.
Maria José Jaime foi membro da Ação Popular e, em 1968, tornou-se maoísta. Um ano depois, após o seqüestro do embaixador dos USA Charles Elbrick, foi para China onde recebeu treinamento político e militar.
Em 1972, foi para o Chile e, depois, para o Peru, onde trabalhou para a FLACSO – Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, mantida pelo CIDA. Em 1976, retomou ao Brasil e criou o INESC dois anos depois.
O INESC contrata especialistas para realizar pesquisas sobre direitos humanos, questões indígenas, reforma agrária etc, e desenvolveu um ativo trabalho de lobby na tentativa de orientar a elaboração dos itens referentes à política ambiental e indigenista durante os trabalhos da Assembléia Constituinte de 1987-1988.
Segundo a jornalista canadense Elaine Dewar, o INESC recebeu fundos de ONGs estadunidenses e européias, principalmente vinculadas a igrejas.
A IAF – Fundação Inter-Americana também contribuiu para o INESC, doando 150.000 dólares entre 1988 e 1990.
Um elemento-chave foi José Carlos Libânio, na ocasião, coordenador do INESC, para assuntos indígenas. Ele atuou também como consultor da CIDA e da embaixada canadense em Brasília. Libânio acompanhou o ex-primeiro ministro canadense Pierre Trudeau na viagem que este fez à Amazônia em 1988, quando visitou várias tribos indígenas, entre as quais os ianomâmis.![]()
A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial
O livro a ler é: «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial» (Capax Dei Editora).
Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:
http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/
