ISA – Instituto Socioambiental

O ISA – Instituto Socioambiental é o sucessor do CEDI – Centro Ecumênico de Documentação e Informação, desmembrado em 1994.

Atualmente, é uma das mais ativas ONGs brasileiras, destacando-se em ações envol­vendo questões indígenas, especialmente a manipulação de tais temas para obstaculizar os projetos hidroviários em curso no país.

Os vínculos do ISA com o aparato ambientalista internacional podem ser constatados na lista dos seus membros fundadores, que inclui:

♦ Barbara Bramble: diretora de Projetos Internacionais da NWF – National Wildlife Federation, ativa participante da campanha contra o Projeto Polonoroeste e do Projeto Chico Mendes, na década de 80.

♦ Stephen Schwartzman: ativista do EDF – Environmental Defense Fund nos anos 80, integrante da mesma rede. Trabalhou concomitan­temente no INESC, no desenvolvimento de laços entre ONGs estadunidenses e brasileiras. Foi também o elo de ligação entre o CEDI e o EDF.

♦ Willem Pieter Groeneveld: holandês radicado em Rondônia, organizou os seringueiros de Rondônia em nome do capítulo canadense da CS – Cultural Survival. Fundou, com o suporte financeiro do Friends of the Earth da Suécia, o IPHAE – Instituto para a Pré-História, Antropologia e Ecologia, sediado em Porto Velho. Recebeu ajuda financeira da CIDA – Canadian International Development Agency para atuar na Conferência Rio-92 e atuou como consultor da embaixada do Canadá no Brasil para selecionar ONGs brasileiras que pudessem receber auxílio financeiro da CIDA. Foi, além disto, consultor da empresa canadense Brascan.

♦ Tony Gross: agente da Oxfam no Brasil, trabalhou junto ao CEDI.

♦ Jason Clay: diretor da Cultural Survival. Defende o “nacionalismo étnico” contra o Estado nacional. Também foi consultor da CIDA no Brasil.

A figura-chave para a “decolagem” do ISA foi Márcio Santilli, egresso do CEDI e também fundador do NDI. Santilli, que é formado em filosofia, foi deputado federal por São Paulo (1982-86) e presidente da FUNAI. Durante o seu mandato parlamentar, presidiu a Comissão do Índio na Câmara dos Deputados e foi o responsável pela coordenação da ação do aparato indigenista na tentativa de influenciar a Assembléia Constituinte de 1987-1988 para implementar o conceito de “plurinaciona­lidade” no Brasil. Santilli é ex-treinando do programa de lideranças ambi­entais da agência estadunidense USAID.

Os projetos do ISA têm recebido o apoio de diversas entidades inter­nacionais. Entre elas, destacam-se: ICCO – Organização Intereclesiástica para a Cooperação ao Desenvolvimento – Holanda); FAFO – Programa Norueguês para Povos Indígenas); Comunidade Européia; Fundação Ford; RFN – Rainforest International Norway – Noruega; Rainforest Foundation International; e IIZ – Instituto para a Cooperação Internacional /Campanha Aliança pelo Clima – Áustria).

A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial


O livro a ler é: «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial» (Capax Dei Editora).

Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:

http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/

Be Sociable, Share!

Posts Relacionados

Deixe seu comentário