Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão

O tráfico de escravos e a escravidão no Brasil são fatos propalados pelos grupos “afro-descendentes” como fruto da civilização branca. Eles se esquecem de que a escravidão negra é muito mais antiga do que a praticada pelos brancos e, na chamada Mãe África, é feita até hoje, inclusive com o canibalismo para colorir a festa. A princesa Isabel não proclamou a Lei Áurea porque era boazinha, mas o fez coagida por pressões da Ingaterra, que queria prejudicar a Espanha. Os tráfico de ecravos que se operou para o Brasil e outros paíse americanos trouxe para cá o que de pior existia na África, pois o melhor ficava lá para uso e abuso por parte dos povos africanos dominantes – como escravos. Nenhuma nobreza negra africana se criou nessas terras. A verdade sobre Zumbi dos Palmares é completamente diferente da realidade. Ele era um ditador cruel e escravocrata. Assim, o que de bom a civilização negra poderia trazer para o Brasil, além da cultura do tambor?

 

Mãe África: verdades inconvenientes sobre a escravidão

A filosofia do “politicamente correto” (porém incorreta) e as atitudes das chamadas “ações afirmativas”, aliadas à hipocrisia e às conveniências político-eleitoreiras, tendo por base a estratégia de “dividir para conquistar” que norteia o mundo político brasileiro, acabou por determinar, por definição, a atribuição da culpa pela escravidão e pelo tráfico de escravos, da África para as Américas, exclusivamente, à maldade do homem branco.

Em parte essa responsabilidade pode ser verdade, pois, de fato, foi através (em sua maioria) de navios comandados por brancos (portugueses e espanhóis cristãos, judeus e/ou árabes), que os futuros escravos negros eram levados da África para serem vendidos, não só nas Américas, como também em outros lugares do globo, como por exemplo, para os mercados de escravos do Oriente Médio – mercado este, diga-se de passagem, que existe até hoje.

No entanto, isso é apenas parte da verdade no que diz respeito ao tráfico de escravos negros. A outra parte da verdade, comumente não revelada, é a que diz respeito à própria participação dos negros africanos nativos no referido tráfico.

 

Os negros também praticavam – e ainda praticam – a escravidão (e o canibalismo)

Antes porém, é bom relembrar, ou esclarecer, um ponto importante naquele contexto. Trata-se de culpar, estrita e somente a civilização branca no que diz respeito à instituição e manutenção da escravidão – no caso, especificamente, a escravização dos negros da chamada “Mãe África”.

A escravidão não era – e nunca foi – privilégio esclusivo das raças ditas brancas. Provavelmente, muito antes da instituição dessa prática pelas sociedades brancas, a escravidão já era – e ainda é – praticada no seio do próprio continente africano, pelo fato de sabermos que, certamente, a raça negra é bem mais antiga do que a branca.

Sempre houve em África a escravidão – e sempre aliada o canibalismo. As tribos (ou “nações”) mais poderosas e adiantadas daquele continente, em suas eternas lutas pelo poder hegemônico étnico e territorial, escravizavam as tribos vencidas. Até hoje existe escravidão na África, assim como, até hoje, há indícios da prática de sacrifícios humanos naquele continente – e de canibalismo. Já há algum tempo, exploradores, na maioria ingleses, descobriram e documentaram a existência de altares de sacrifício, cujo interior era repleto de crâneos humanos. Há literatura específica sobre isso (mas não em português, que eu saiba).

Não custa lembrar um episódio ocorrido já há algum tempo – veiculado na TV – quando um grupo de crianças, se não me engano da Suíça, foram à África, cada uma delas oferecendo US$ 50 pela libertação de cada escravo numa das tribos, lá localizadas, que mantinham escravos. As crianças pagaram os US$ 50 por cada cabeça libertada aos desconfiados líderes daquela tribo e os cativos foram libertados. Mas será que, depois que as crianças foram embora, aquelas pessoas continuaram livres?

Assim, é uma tremenda hipocrisia e uma grande mentira, taxar, exclusivamente, os brancos de escravocratas, não só pelo fato de os africanos também terem sido, como ainda são.

 

Os negros traziam – e vendiam – para os brancos os próprios negros

Isto posto, voltemos à escravidão e ao tráfico de escravos negros de outrora. Como se dava, operacionalmente, o processo de captura de escravos? A maioria das pessoas acham que os brancos, aportando em África com seus navios, capturavam negros (100, 200, 300 ou mais), de maneira simples e fácil. Talvez trepando em cima de árvores e jogando em cima deles redes e capturando-s como se fossem cardumes de peixes, que são capturados através de tarrafas – e sem reação alguma por parte dos coitadinhos, quem sabe… Depois, colocavam-nos em seus navios negreiros, como sardinhas em lata, e os levavam para os pontos de comércio d’além mar. Nada mais ingênuo, falso e ridículo.

As tripulações daqueles galeões, na maioria europeus, não passava de uns 60 homens, se tanto. Na orla do continente africano, por outro lado, existiam centenas de tribos com milhares de guerreiros, quase tão bem armados quanto os brancos – à excessão das suas armas de fogo, as quais, entretanto, só davam um tiro de cada vez e isso não seria suficiente para deter uma horda de milhares de guerreiros. Assim, como é possível imaginar que umas poucas dezenas de brancos poderiam desembarcar em praias africanas, adentrar o território negro e capturar toda aquela quantidade de pessoas? Nem com uma expedição composta por um grupo grande de navios, operando em conjunto, poderia realizar tais feitos.

 

Os negros traziam seus prisioneiros de bandeja para os brancos

O que acontecia, então? Ora, os brancos, simplesmente, permaneciam a bordo de seus navios, esperando que guerreiros das nações vitoriosas e dominantes da área trouxessem os seus próprios escravos já de produtividade baixa, ou aqueles capturados, provenientes das tribos vencidas ou dominadas pelos primeiros, sendo estes os vencedores das guerras étnicas e territoriais que lá se desenvolviam.

Inclusive, em certas praias africanas, havia verdadeiros entrepostos de “passagem”, venda e “estoque” de lotes de prisioneiros negros, que eram comerciados pelos “reis” e outros grande chefes das tribos dominantes da região – entrepostos esses erigidos pelos próprios africanos para esse fim específico. Os entrepostos de comércio de escravos eram, muitas vezes, muito grandes, o que causava admiração aos “visitantes” estrangeiros.

Assim, o comércio de escravos negros era, na verdade – e antes de mais nada – fomentado, alimentado, incrementado e muito bem administrado pelo próprios negros da Mãe África. Havia, inclusive, algumas tribos dominantes, como os ferozes ashantis, por exemplo, que a literatura da época relatava como “cobertos de ouro”, de tão grandes que eram os lucros por eles obtidos com a venda de outros negros. Esses mesmos negros que dominavam os demais povos negros, cultural e socialmente mais atrasados, e os vendiam aos traficantes europeus, ao ser a escravidão banida por imposição político-econômica da Ingaletrra – os brancos, portanto – dirigiram-se em comissão à Europa para protestar contra o término do comércio de escravos… Alguém já ouviu falar disso? Não? Pois isso é um fato histórico!

 

A princesa Isabel assinou a Lei Áurea sob pressão da Ingaterra

É oportuno ressaltar aqui outra falácia no que diz respeito, especificamente, à escravidão no Brasil. Deve-se, de acordo com a história “politicamente correta” – e cínica – à princesa Isabel a abolição da escravatura por essas paragens, e por isso ela é endeusada pela população “afro” pela sua salvação e liberdade, fruto, obviamente, da boa índole, da bondade e do sentimento de justiça daquena nossa princesa…

Só que não foi por nada disso que a princesa Isabel assinou a lei da abolição dos escravos no Brasil. Ela o fez por imposição política por parte da Inglaterra. Na época, Portugal era “aliado” (melhor dizendo, “controlado”) da Inglaterra, e esta, tinha como arqui-inimiga a Espanha. Grande parte das riquezas espanholas e outras tantas mercadorias vitais ao seu país em guerra, vinha de suas colônias da América do Sul, inclusive ouro e prata – assim como Portugal mandava para a Inglaterra nosso ouro, prata e diamantes – provenientes de minas operadas por escravos negros. Impedindo o comércio de escravos e proibindo a escravidão negra na América do Sul, a Inglaterra debilitava fortemente a economia espanhola. Daí a iniciativa de forçar o Brasil a abolir a escravidão e o comércio de escravos, pois a maioria deles, que ainda trabalhava em outros países sulamericanos, numa espécie de segunda fase do tráfico, chegavam à América do Sul através de portos brasileiros, e pelo interior do Brasil, eram conduzidos aos demais países. Lembramos na oportunidade, que o Brasil foi uma das últimas nações – se não a última – a abolir a escravidão.

Assim, vê-se que a nossa princesa não era – e não foi – tão boazinha assim como parece, como diz a história oficial, por sua livre e espontânea vontade…

 

A nobreza negra ficou por lá - suas cabeças nas pontas das lanças dos negros dominantes

Há uma outra consideração a fazer no que diz respeito ao tráfico de negros. Trata-se da eventual (e sempre midiatizada) “nobreza negra” que veio junto aos demais negros traficados. Ora, sabe-se que em qualquer guerra, os primeiros elementos procurados pelos agressores são, justamente, os líderes (“reis”, “rainhas” e “príncipes”) dos povos a ser – e que são – conquistados. Matando-se seus líderes, praticamente, vence-se uma batalha, pois seus “súditos”, sem suas lideranças, acabam debandando e perdendo o combate. Não é provável, portanto, que nenhum “rei” tenha sido vendido aos brancos pelos escravocratas negos vencedores. Muito inversamente.

É de se supor, também, que as tribos vencedoras ficassem para si com os melhores elementos sobreviventes das conquistas, por motivos óbvios, e só tenham tido interesse em se desfazer daqueles indivíduos menos aptos ao seu próprio uso, ou seja, os mais fracos, mais velhos, doentes e feridos – e isso se aplica, de maneira mais obvia ainda, no que diz respeito às mulheres capturadas…

 

Não veio para cá nenhuma nobreza…

Assim, o que provavelmente foi vendido aos brancos era a escória dos vencidos. Isso sem se contar o fato de que as populações vencidas já eram as mais débeis, mais frágeis, de menos cultura e de menos recursos humanos e técnicos – tanto que perdiam as guerras. Aqueles que, por motovos físicos ou outros quaisquer, não interessavam aos vencedores das nações negras detentoras do poder, eram, justamente os que eram colocados à venda. Isso se mostra bastante claro pelas muitas mortes de negros durante as duas semanas ou mais (apenas) que duravam as viagens de África para as Américas. Indivíduos – homens ou mulheres – fortes e sadios poderiam, com relativa facilidade, resistir àquelas viagens, mesmo nas condições em que eram feitas, mas grande parte deles não conseguia fazê-lo, justamente por serem aqueles negros os que se encontravam em piores condições.

“Nobreza negra”? Nem pensar. Suas cabeças estariam, em praticamente todos os casos, adornando as pontas das lanças dos guerreiros e líderes das tribos vencedoras, ou foram, simplesmente, comidos pelos vencedores – pois, mais uma vez, deve ser anotado que o canibalismo existia em África desde tempos imemoriais e ainda existe até hoje. Certamente. Isso também é fato documentado. Não diziam que o ditador de Uganda Idi Amim era canibal? Essa afirmação, sem dúvida, não era à toa. De maneira que não veio nenhuma “nobreza negra” para o Brasil, como costuma ser apregoado – pelo contrário.

No entanto, há autores que dizem que muitos “reis” negros africanos e seus séquitos refugiaram-se no Brasil por ocasião de guerras em seus países de origem em África, mas, ao que se sabe, após essas “quarentenas”, eles sempre acabavam voltando para lá. Também é observado que muitos “nobres” africanos vieram estudar no Brasil – o que pode, realmente, ter ocorrido. Porém, estudar no Brasil por que motivo, se eles poderiam muito bem estudar na Europa? Assim, não creio que a “realeza” africana tenha deixado muitos descendentes por aqui.

 

Zumbi dos Palmares: ditador cruel e… escravocrata!

Parta finalizar, não custa lembrar alguns detalhes, igualmente inconvenientes sobre o chamado Quilombo dos Palmares, comandado pelo não memos famoso e tantas vezes honrado e cultuado, Zumbi dos Palmares.

Para começar, é fato histórico que ele assassinou Ganga Zumba para tomar o poder do enclave totalitário negro que naquele local se formava. Tendo cometido tal assassinato, auto-intitulou-se “rei” (sim, eles não fazem por menos) dos Palmares. Um “rei” que já começou assassino. E como “rei”, agia como qualquer líder agiria em sua querida “Mãe África”: era um tirano cruel e, como escravocrata que era, tinha escravos e escravas para seu bel-prazer.

Negros que fugiam para o quilombo, pensando que lá encontrariam paz e liberdade, muitos deles, lá chegando, provavelmente, se depararam com uma realidade completamente diferente daquela que imaginavam: escravidão, servidão, prisão, desonra e crueldade.

Sabe-se que Zumbi dos Palmares, a fim de manter seu poder, exercia sua liderança com mão-de-ferro e não havia nada de democrático em seu comportamento e decisões. Pelo contrário.

 

Hoje, um assassino e escravocrata é herói!

Assim, é incrível que um ditador assassino desse porte seja hoje homenageado como um herói, como um exemplo de líder democrático no mundo negro, como assim é propalado pelos grupos “afro-descendentes” brasileiros, a despeito de toda a realidade que cerca aquela triste figura.

Tudo isso deve-se ao “politicamente correto” – e não ao historicamente correto – à hipocrisia, à mentira e aos interesses eleitoreiros junto à população negra e parda do Brasil. Bem, ao menos, deve-se à “cultura negra” aquilo que se pode chamar de a “civilização do tambor”, nada mais do que isso.

E como “vítimas” do homem branco, ainda reivindicam “indenizações” pelo fato de terem sido escravos, como se ser escravo para eles fosse uma exceção! Não era uma exceção. Era uma regra.

 

O livro a ler é: «Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil», de Leandro Narloch (Leya/Textos Editores Ltda., SP).

Imagens: vertentes.ufba.br e iurirubim.blog.terra.com.br.

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Comentários

25 Comentários em “Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão”
  1. Rafael disse:

    Mas uma coisinha só. É que eu não me aguento em fazer perguntas: Porque quando os negros os que defendem a culpabilidade mútua você responde com toda pompa, e quando um branco ou os que defendem a culpabilidade integral dos negros você não alerta que todos tem culpa, ou melhor você nem responde o comentário? Aí fica dificil acreditar que você só quer alertar e não está sendo tendencioso e que só tem o desejo de esclarecer.
    Pois estou vendo que qaundo se defendem os negros você responde e quando defendem os brancos você não responde. Democracia de idéias e obrigatoriedade na imparcialidade e na resposta dos comentários.
    Só estou pedindo o que acho o melhor?
    Pode ser?
    Sds (o chato de novo) rsrs

    • Husc disse:

      Rafael:
      Eu gostaria de ter tempo suficiente para responder a todos os comentários, mas um blog que tem 12.000 visitas por mês e já está no ranking 3 do Google, fica difícil. Não é chato vc comentar. Fique à vontade. Você tem razão em muitas coisas, menos dizer que eu batalhe por algum tipo de separatismo. Pelo contrário. Gostaria que ningém reivindicasse nada baseado em raça, mas as reivindicações existem, como vc deve saber, e é contra essas reivindicações, que julgo absurdas e indevidas e alguns privilégios, sim, que luto contra. Do jeito que a coisa está caminhando, muito proximamente, o homem branco (se é que isso existe no Brasil) será minoria – se já não é – e, telvez, seja possível instituir um dia comemorativo do homem branco (e heterossexual, para complicar ainda mais) rsrsrs O que será que poderá ser reivindicado a mais? Cotas para os homens brancos heterossexuais em universidades, por exemplo? rsrsrs
      Saudações
      Husc

      • Rafael disse:

        Que bom que o blog esta em cresimento meus parabéns. Só espero que todos quem tem lido tenham entendido o propósito de seus textos e se não entenderam ou tiverem qualquer tipo de dúvida que façam como eu: pergunte ao máximo. Que bom que você não batalhe por separatismo. Por isso importunei bastante você para tirar essas dúvidas, que na verdade eu imaginei que fossem coisas da minha cabeça. E que bom que eram. Mas espero que todos que venham a ler entendam realmente o sentido do texto e, que possam batalhar para a melhora do nosso país. Pois digo novamente infelizemente tem pessoas querendo expor culpas que hoje acabam não fazendo diferença prática. Pois acham seu texto excelente não por ele ser esclarecedor e nos fazer pensar sobre nosso futuro para que seja justo e melhor, mas sim porque expoe a responsabilidade que os negros também tiveram pela escravidão. Tornando o seus textos futeis e só. O que não deveria ser e não é o caso.
        Mais uma vez parabéns pelo blog, desejo um crescimento duplo a você e que mais pessoas possam postar comentários para debater sobre esse e diversos outros assuntos que o blog nos permiti ler.
        (É meu querido talvez tenhamos o dia do orgulho hetero, só resta saber quantos se juntaram a nós,pq tá dificil rsrsrs)
        Um gde abraço.
        Rafael Almeida®

  2. Rafael Legramandi do Prado disse:

    Muito bom o texto!!! Sempre falo que meus antepassados não tiveram culpa pela escravidão (aliás, ele foram escravizados porque eram italianos) e tão pouco usufruiram dos lucros do trabalho escravo. Agora eu, por ser branco europeu, não tenho que ficar pagando essa conta.
    Minha família já pagou a conta para estabilizar a economia, com os cortes na saúde, na educação, na aposentadoria e etc para que o país hoje tivesse hoje essa classe média em ascenção. Os negros falam: “sempre fomos excluídos da economia” , pois sorte deles. Se eles estão comprando casa propria e um monte de coisas é por causa disso e nós não temos mais que ficar dando cotas pra tudo, até porque, como disse eles não contribuiram em nada

  3. Rafael disse:

    Ahhh só mais um detalhe.
    Meu querido autor, porque tanta ironia com a história, não precisa salgar mais nada o fato é fato por si só. Não precisa se esforçar pra isso.
    E claro que se uma tribo perdeu ela era mais fraca, assim como realmente dificilmente a nobreza veiopara o Brasil. Ficou muitas partes caricatas e etc. Mas parece que o texto é para lembrar dessas coisas somente. (Além de ser tudo já bem batido né)
    Mas então se só vieram os piores negros para cá, o que veio de bom de Portugal? Muitas afirmações repetidamente desnecessárias. Acho que faltou tato para contar o que tenho que concordar com você é tudo verdade. Só não precisa forçar a barra. Pois pareceu um discurso inflamado a la Hugo Chavez esquerdista que acho que você não faz questão de ser muito menos eu. Só faltou dizer “Guerra a Africa e ao povo Negro”! rsrsrsrs
    Pode ser suave e pouco apelativo para contar a verdade. Não precisa ter discurso apelativo de pastor evangelico. (ops desculpe os evnagelicos) rsrs
    Se liga!

    • Husc disse:

      Rafael:
      Obrigado pelo contato. Você tem razão em muitas coisas que diz. No entanto, se esquece de que a exaltação de pessoas baseada na cor da pele, tal como a exaltação de Zumbi, assim domo o “dia da consciência negra” etc é racismo. Racismo em alto grau. E essa exaltação toda se baseia na suposição de que os negros, enquanto escravos, eram uns coitadinhos, o que procurei mostrar que não eram. E isso tudo acarretou o que hoje se chama de “movimento quilombola”, reivindicando uma coisa em relação à qual os negros não têm direito nenhum, uma reivindicação de cunho político e econômico.
      Se os negros têm que reivindicar alguma coisa, principalmente terras, devem ir, antes de mais nada, à própria África, pois foi lá que toda a desgraça começou, foi lá onde suas terras foram tomadas por outros negros, e não aqui.
      O quilombolismo tem por trás as mesmas ONGs separatistas que querem ver o nosso país dividido em nações de todo tipo, a começar pelos movimentos indigenistas. Não se trata de racismo, portanto. Trata-se de um movimento geopolítico de enfraquecimento do tecido social brasileiro e, posteriormente, territorial, a fim de que nosso país não continue fazendo concorrência às potências hegemônicas.
      Se liga, digo eu, meu amigo. A coisa é muito mais complicada do que podemos imaginar. Dar um rótulo de movimento racial ou social ao quilombolismo é conversa para boi dormir e para atingir o coração das pessoas e conseguir o que eles querem – repito: o enfraquecimento socio-econômico do Brasil, mantendo nosso povo, isso sim, no tipo de escravização moderna que hoje é mantida – mas que estamos tentando reagir – nos países do Terceiro Mundo…
      Sim, do povo português, só veio para o Brasil o que não prestava por lá… Concordo plenamente. Daí, talvez, a burrice do brasileiro… Rsrsrs
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Husc

      • Rafael disse:

        Compreendo o que você disse. Na minha gíria estamos vivendo uma babilônia. Só acho que temos que ter cuidado com algumas coisas ou melhor em dize-las ou escreve-las. Pois como você pode ler alguns “inteligentes” estão levando a coisa para o outro lado. Parece que ser radical e violento hoje é moda. Veja o que o meu xará escreveu. Eu sei que o seu propósito é mostrar a verdade (ou pelomenos acho), mas acho que muitas pessoas não estão vendo somente como verdade, e sim querer se livrar de culpas que na verdade não são nossas. E quer tratar do assunto de forma vil. Leio alguns comentários e me lembro dos discurssos de Hitler, que era bastante “inteligente”. Tenho orgulho de ser negro sim. Mas isso não quer dizer que tenha orgulho de Zumbi.O Alemão deve ter orgulho da sua raça mas não precisa ser fã de Hitler. O que tenho orgulho é de ter meus cabelos crespos e não querer ser igual ao loirinho ou ao branquinho. E acho que está acontecendo isso, confusão. E assim como seus textos muitos outros estão deixando a entender ou realmente dizendo isso que os negros não tiveram contribuição nenhuma para a sociedade. E alguns até dizem que os negros é que devem pagar muitas contas. (Como se todos os brasileiros pobres, negros ou brancos não pagassem as contas) O que na minha visão é uma imbecilidade pois todos tiveram suas culpas e contribuições. Mas o que eu fico vendo é que ninguém olha para frente e se mobiliza para que se termine a escravidão mental e cultural. O meu xará por exemplo acha que só o povo dele é quem contribuiu, ou que os negros lhe devem algo, nem que seja um obrigado senhor. E ao mesmo tempo se fazendo tanto de vitima quanto alguns negros querem se fazer.
        Ele acha que paga conta pela escravidão. Ele paga conta porque talvez não saiba votar, porque não quer educação de qualidade para todos, infraestrutura, geração de renda e principalmente debates, inclusão. Ou pelo menos não batalha pra isso.
        Resumindo: Quando disse que o seu texto estava exagerado é porque causou efeito acho eu inverso do que deveria causar. Reflexão sobre a verdade e construção de uma nova verdade, mais digna, para negros, mulatos, pardos, brancos loiros etc. E não exaltação da raça ariana e reexaltação da raça negra como esta acontecendo.
        Será que estou errado? Será que realmente você quer dizer que a raça negra não presta, e que a raça ariana presta? Será que você esta querendo um movimento separatista entre os de “pele branca” e os de “pele preta”. Pois eu acho que muitos dos seus leitores estão vendo dessa forma. Pois esta havendo generalizações, os brancos acham que todos os negros querem privilégios e os negros acham que todos os brancossão sujos e ladrões.
        Eu fico pensando se eu tenho que largar minhas esposa pq eu sou negro e ela é branca. Agora não sei por qual motivo: para não “sujar” a minha raça ou a raça dela. rsrsrsrs
        Que loucura cara, li o seu texto dezenas de vezes para ver se eu estava maluca.
        Eu estou ligado em tudo que esta acontecendo sim, mas seus amigos “brancos” estão mais preocupados em se livrar de “culpas” do que olhar outras coisas, mais importantes. Já leu de verdade os comentários. Será que eu estou louco??
        Sds.
        Rafael Almeida®
        PS: Amigo Rafael os europeus sofreram um outro tipo de escravidão que a dos negros, não que tenha sido menos pior ou bom pelo contrário, foi tão horrível quanto. Ahhh e teve europeu inclusive italiano negociando imigrantes. Leia um pouco mais.

  4. Rafael disse:

    Acho que está acontecendo uma confusão aqui gente.
    Não se trata de quem é a culpa, escravidão sempre houve ainda mais a centenas de anos atrás. O povo Grego, Romano, Africano sempre fizeram isso. Na minha humilde opinião acho q se juntou a fome com vontade de comer. Os povos ou tribos africanas guerreavam entre si e os vencidos viravam escravos. Os portugueses(daí derepente a piada de q todo português é otário rsrs) ainda pagavam por esses negros escravizados. Vir os escravos menos favorecidos é normal, assim como segundo a “lenda” nas caravelas de Cabral veio tudo de ruim como um parente do Sarney, do Temer do Calheiros e derepente até do Lula. Pois se você vai a uma pescaria você quer ficar com os melhores peixes que pescou não é verdade? Até aí não aconteceu “a “descoberta nenhuma novidade, não li nada que me surpreendesse.
    O que de fato eu acho que se deve discutir, são as condições a qual foram submetidos, e o pós escravidão. Pois aabolição da escravidão foi dada e só. Não houve nenhum esforço ou trabalho para que todos esses escravos se integrasse no mercado de trabalho, ou virasse funcionario da mesma fazenda onde foi escravo. Os “coroneis” prefiriram os imigrantes italianos, alemães etc. Talvez porque fosse chique ter um estrangeiro trabalhando em sua fazenda, porque os negros que estavam ali já sabiam como cuidar da terra e dar lucro ao seu senhor. Mas acho que isso todomundo também já sabe, o que eu me choco foi com a falta de escolas, trabalho, e geração de renda, o que reflete ainda hoje nos indices de analfabetismo, a taxa de desemprego, a população carceraria serem liderados por negros e pardos. Isso é que me deixa reflexivo, pois enquanto escravos tudo bem era a mentalidade da época, mas depois de cidadãos haveria de ter um esforço, para se dar educação, trabalho e moradia e não analfabetismo, desemprego e favela.
    A vida do negro realmente é um “pouco” mais atribulada pois posso dizer de cadeira isso. Venci mas passei por muitas dificuldades, por tudo que aconteceu lá atrás. E aí este atraso como educação que nós tivemos, pois eu sou o 2º da minha familia a ter nivel superior ( o que não me gerou nada além de satisfação pessoal) enquanto via meu vizinhos brancos serem a 4º, 5º ou até 6º geração se formando.
    Mas enfim as coisas já melhoraram muito, mas para nordestinos, negros, pardos, quase brancos e os pobres em geral carregam mais dificuldades. E isso se reflete na vida do negro rico, do branco rico, já que sua cor da pele aqui no Brasil acaba com sua condição social (pelo menos aparentemente) . No colégio onde só tinham brancos eu era neguinho, na faculdade onde só tinha brancos eu já era marrom bombom pq tinha carro zero. Hoje aos 30 sou um Sr “moreno” rsrsrs. Discutir se o branco era bonzinho ou não, se o negro era ruim ou não, não vai valer apena. Vale apenas como conceito histórico. Todos foram FDP. Mas e ai vamos continuar a ser FDP como nossos ancestrais??? Vale refletir.

  5. Reinaldo disse:

    Sou negro, entendo que os negros (não pretos) tem culpas tanto quantos os Claros (não brancos), porém o que reenvidicamos são os anos que servimos esta nação debaixo da mão dos homens de pele Clara.

    - A cor preta é direrente da cor da minha pele.

    - A cor branca é diferente da cor da pele do homem de cor clara ( o chamado branco)

  6. JRM disse:

    A parabéns pela verdade, todos buscam serem politicamente corretos e desfiguram a história, os brancos das Americas não devem absulutamente nada aos negros. Basta os chamados afro descendentes olharem qual é a situacão dos seus paises de horigem hoje, vão dar graças a Deus por terem cidadania brasileira se estivesem na Africa estariam em pior situação. de resto é só trabalhar correr atraz, estudar pro vestibular…. e não ficarem esperando cotas e privilégios!!!

  7. Não podemos esquecer que a forma como o homem branco escravisou o negro foi corrupta e com interesses comerciais. Levando seus produtos , já com toques industrias, causando interesses que chegaram ao ponto de vicia-los (por ex. tabaco e cachaça), instigando intrigas entre os mesmos para que as guerras aumentassem e com isso o número de capturados também aumentassem. Essã foi o pecado dos brancos. Não capturavam pessoalmente os negros porque se entrassem pelo continente não sobreviveriam ás doenças. Levaram a eles também as armas de fogo, facilitando assim que alguns fizessem muito mais escravos. Não podemos esquecer também que a forma como os negros se escravisavam era diferente da dos brancos, onde até uma final integração era possivel. Ja os brancos precisaram até de distorções morais-religiosas para que os senhores pudessem dormir com suas conciências. É uma ingenuidade dizer que a culpa é dos próprios negros e querer livrar o branco da forma mais cruel de escravidão já ocorrida no mundo. Talvez com algumas leituras (procure por ex. “A Manilha e o Libambo” de Alberto da Costa e Silva, entre muitos outros) conseguisse ter mais claro os acontecimentos reais.

    • JRM disse:

      Olha amigos os africanos já conheciam tabaco e cachaça e ate outras drogas, a milhres de anos que eles enchem a cara, foi os brancos não nego!!! HAAAA as guerras tribais na Africa sempre ocorreram e ocorrem ate hoje.

  8. maca disse:

    Quero falar que gostei muto desse artigo, e acho que os educadores tem que pararem de serem hipócritas e tem parar de maquiar a verdadeira histórica, em colocarem em seus livros escolares de história que só o homem branco foi cruél, o homem branco foi sim pilantra, mas o pior foi o negro com o proprio negro, e que a escravidão só existiu porque o próprio homem negro contribuiu e muito para que isso ocorrece.

    • Husc disse:

      Edson:
      É isso mesmo. Só que os políticos descobriram que dando privilégios, politicamente corretos, a certas parcelas da população – as chamadas “minorias” – (dividir para conquistar), conseguem mais votos. É o que vemos acontecer todos os dias. O quilombolismo, atualmente, é uma ferramenta eleitoreira, assim como as cotas raciais – isto em se tratando da raça negra. O que combato neste site é, justamente, o quilombolismo. Não tenho nada contra os negros em si. E para combater esse movimento, há que se minar sua principal justificativa, que é a de considerar os negros inocentes no que diz respeito à escravidão. Eles têm tanta culpa, ou mais, do que os “brancos”, pois o escravagismo só existiu por causa da cumplicidade africana, como vc afirmou. Note-se que a escravidão ainda existe no continente africano.
      Tenho a impressão de que a parcela da população, hoje em dia, considerada como a do “homem branco” (sexo masculino) heterossexual, está em minoria. E como minoria, podemos também reivindicar certos privilégios. Ou não? Ou será que somos os grandes vilões do mundo, sem direito a nada, inclusive sem direito a demonstrar nossas próprias convicções? Que democracia é essa, que nos obriga a aceitar tudo?
      Saudações.
      Husc

  9. Excelente trabalho, e recomento o livro: Guia Politicamente Incorreto da Histõria do Brasil.

  10. Ant disse:

    Pois é! Os negros ensinaram os brancos europeus à se tornarem escravagistas.
    E não é que aprenderam direitinho!!!
    Pobres coitados, não tem culpa de nada esses ditos “homens civilizados”, pois que foram cooptados – ou seria, macumbados – por esses selvagens africanos!!!
    Ora, pelo amôr de Deus!!!
    Aliás, em nome de Deus já se fez tanta coisa, não é mesmo?

    • husc disse:

      Ant:
      Novamente, obrigado pelo contato e por estar dando uma boa “geral” no meu site.
      Sim, provavelmente a escravidão em África é mais antiga, pelo menos, quanto à civilização européia. Um dia saberemos disso.
      Não tem nada de “pelo amor de Deus!” Os africanos contribuiram, sim, para a escravidão e, se fosse por eles ela existiria até hoje, fora do continente africano – como lá existe até hoje.
      Claro que os europeus têm sua parcela de culpa. Minha iniciativa em colocar esse tipo de post em meu site é para combater as bases do quilombolismo, que tem as mesmas raízes geopolíticas do indigenismo, raízes separatistas e racistas – cujas bases são, principalmente, focadas para a alegada “inocência” dos negros quanto à escravidão. Eles não eram coitadinhos. Têm culpa no cartório – e muita.
      Bem, em nome do deus de Roma, realmente, já se fez muita maldade nesse mundo. E isso é a pura verdade, que os crentes não gostam nem que seja falada.
      Sou ateu e gostaria de colocar artigos em algum site, mas não neste, que é de ambientalismo e governo mundial, claro. Mas se pensarmos mais profundamente, uma das maiores formas de governança global se faz através da religião. Com suas falácias, mentiras e propagandas enganosas, elas escravizam as pessoas, conquistando suas mentes. Enfim…
      E mais uma vez, vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  11. F..... disse:

    Esse texto é mt interessante, principalmente qd diz que da áfrica, o que veio foi a escória….Houvesse no mundo mais “escórias” como essa…Afinal foi sobre ela que por mais de três séculos, o sistema produtivo na América Portuguesa, sobreviveu…
    É de fato a culpa pela escravidão, só pode ser do próprio escravizado, assim como a da mulher que sofre abusos por parte do marido…off course!!!
    Sabe, começo a crer que não entendi direito as aulas sobre as práticas mercantilistas, o processo de colonização e mais ainda terei q rever meus conceitos sobre a importância dos sistema de oligopsônio -oligopólio dentro dos interesses portugueses…(É eu devo ter perdido a aula em fica claro a intenção em obter o máximo de lucro possível sobre a colônia afim de manter as estruturas pré- capitalistas existentes à época naquele país!!!)

    • husc disse:

      D. Flavia:
      De fato, é fácil compreender que os lotes de escravos negros que foram comercializados pelos africanos não privilegiavam a nata das tribos submetidas. Era comum os vencedores comerem, mormente os corações, dos líderes vencidos… O que era vendido era, realmente, o que para eles não interessava, pois dos demais vencidos, eles aproveitavam os melhores (e as melhores) para ser seus próprios escravos. Não é difícil compreender isso.
      Em contrapartida, muitos líderes africanos vinham estudar no Brasil, assim como na Europa, principalmente os filhos dos reis africanos. Alguns deles preferiam ficar por aqui (ou na própria Europa) do que voltar para a África. Por que será?
      E aí, sim, vinha a nata. Mas esses casos são raros.
      Quanto a seus estudos, ironias a parte, provavelmente a Sra. teve informações distorcidas, sim, bem como as demais pessoas deste nosso país, pois a cultura brasileira, desde muito tempo, é de esquerda, politicamente correta, e as verdades inconvenientes são sempre escondidas. A Sra. deve conhecer aquele tipo de esquerdista que vai para um restaurante chique, bebe whisky 12 anos e “discute” as mazelas do mundo, não é? Muitos deles são professores…
      Obrigado pelo contato.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  12. Eric disse:

    Passa século e as pessoas brancas ainda perciste em cupar os proprios negros , pela escravidão,
    sendo que os portugueses viajavam meses e meses para buscar negros na África!
    É lamentavel !!!!!!!!
    Bando de racistasssssss!

    • husc disse:

      Sr. Eric:
      Ninhuém disse que os negros foram os culpados pela escravidão. O que se pretende mostrar é que não só os brancos portugueses, mas também – repito: mas TAMBÉM – os negros foram culpados. Não adianta querer dar uma de bonzinho ou de vítima para obter lucros indevidos. Essa é a questão.
      No que diz respeito à escravidão, os negros tiveram tanta culpa quanto os brancos. Como eu já afirmei em outros posts deste site, uma certa parcela da esquerda radical do nosso país aproveitou-se do fenômeno dos quilombos para criar um ícone reprresentativo da “luta” dos mais oprimidos – no caso os negros – contra a opressão das classes mais fortes. E essa idéia, completamente equivocada, permanece na cabeça das pessoas até hoje, mormente depois da lavagem cerebral de esquerda que a sociedade brasileira levou após o término da ditadura militar.
      E se o Sr. se dispuser a estudar o assunto com imparcialidade, verá que ATÉ HOJE existem inúmeros regimes escravagistas na própria África. Será que a culpa é mesmo só dos brancos, Sr. Eric?
      O problema é que mantendo-se essa aura de coitadinhos, muitos espertalhões reivindicam coisas que não têm o menor direito, como por exemplo – e principalmente – a posse de terras ditas como tendo sido quilombos e por isso – e apenas por isso – acham eles que têm direito às ditas propriedades… Rsrsrs
      E no Brasil? Desde quando essas terras, originalmente, pertenceram, de alguma forma, aos negros?
      Se os negros querem reivindicar alguma terra, deveriam voltar à África, e lá, sim, poderiam reivindicar alguma coisa. Por que eles não fazem isso?
      O que há por trás disso tudo, Sr. Eric, é um movimento que tem as mesmas origens (estrangeiras) das do indigenismo no Brasil, movimento esse que visa a separação do noss país em várias pequenas nações – mormente indígenas e agora as quilombolas – movimento que é nocivo à nação brasileira e que, isso, Sr. Eric, possuem um enormíssimo sentimento racista, separatista, que visa colocar o povo brasileiro, uns contra os outros, enfraquecendo-nos a fim de nos colonizar, a fim de explorar nossas riquezas, … a fim de nos escravizar!
      É contra isso que eu luto, Sr. Eric. Contra o racismo, e a disseminação do ódio entre brasileiros e a balcanização do Brasil.
      Se encontre, Sr. Eric. Tome tenência. Não se deixe levar pelos espertalhóes que usam o quilombolismo para tirar vantagem dos ignorantes.
      E obrigado por entrar em contato comigo em meu site e pela colaboração prestada, me permitindo dar esses esclarecimentos.
      Saúde, vida longa e sabedoria.
      Husc

  13. celio disse:

    Um artigo que talvez seja interessante fosse verdadeiro. Ainda mais escrito por uma Universidade onde seu reitor éra uma Ladrão costumaz. Um Reitor que só saiu do cargo devido a imprensa comentar seus roubos. Pois entre os milhares de estudantes dessa universidade ao saber de seu reitor ladrão nem se importou. Apenas 250 deles protestaram…..
    Porque será que esses milhares de estudantes da UnB nem se importaram em ter um reitor ladrão???

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