Molion – cientista que não se curva aos ambientalistas radicais

Este artigo é uma homenagem ao cientista brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion (cujo curriculum segue abaixo), que não se deixa levar pelas teses do terrorismo climático difundidas pelo ambientalismo radical, cuja maior ênfase é dada ao aquecimenmto global. Não quero dizer com isso que não esteja acontecendo um aquecimento do planeta. Como Molion afirma, isso é cíclico, ou não, pois depende de inúmeros fatores e não, exclusivamente, das emissões de CO2 antropogênicas (produzidas pelo homem). O eventual aquecimento global, no entanto, está sendo utilizado como pretexto para se tentar inibir o desenvolvimento sócio-econômico dos países mormente do Terceiro Mundo, com afirmações catastrofistas sem nenhum fundamento científico, numa atitude – como Molion diz (e muitos outros autores) – «neocolonialista», coisa de fundo geopolítico e malthusiano. Parabéns, Molion! Em seguida, apresento duas matérias, a primeira, apresentada no site forumdaliberdade.com.br, com o curriculum de Molion; a segunda, com alguns comentários do cientista sobre a farsa do aquecimento global, mostrada no site pt.novopress.info (Ecologia & Ambiente de 01/10/2007). Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.



Quem é Molion

Quem é Luiz Carlos Baldicero Molion Luiz Carlos Baldicero Molion é bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia – e Proteção Ambiental, como campo secundário – pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos. Concluiu seu pós-doutorado no Instituto de Hidrologia, em Wallingford, Inglaterra, em 1982, na área de Hidrologia de Florestas. É associado do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados de Berlim), Alemanha, onde trabalhou como pesquisador visitante de 1989 a 1990.

Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais e congressos, em particular sobre impactos do desmatamento da Amazônia no clima; climatologia e hidrologia da Amazônia; causas e previsibilidade das secas do Nordeste; mudanças climáticas globais e regionais; camada de ozônio e fontes de energias renováveis. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia. Aposentou-se do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), onde foi diretor de Ciências Espaciais e Atmosféricas, como Pesquisador Titular III. Entre 1990 e 1992, foi presidente da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido (UNITROP), Governo do Estado do Amazonas, em Manaus, onde desenvolveu pesquisas sobre desenvolvimento sustentado, em particular o biodiesel, combustivel renovável feito de óleos de palmáceas nativas.


Trabalho atual

Atualmente, encontra-se na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, como professor associado e diretor de seu Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT). Também desenvolve pesquisas nas áreas de dinâmica de clima, desenvolvimento regional, energias renováveis e dessalinização de água. É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/OMM), como representante da América do Sul. Entre suas áreas de conhecimento e interesse, destaca a variabilidade e mudanças climáticas, particularmente os climas da Amazônia e Nordeste, os impactos de mudanças climáticas no desenvolvimento e proteção ambiental. No que diz respeito a recursos hídricos: água no sistema solo-planta-atmosfera, evaporação e evapotranspiração, mudanças climáticas e água. Tratando-se de desenvolvimento sustentado e energias renováveis (eólica, solar e aproveitamento de resíduos vegetais): óleos vegetais e biodiesel como combustiveis renováveis, métodos e equipamentos para tratamento e dessalinização de águas salobras, do mar e servidas.

Este trecho do post foi publicado no site www.forumdaliberdade.com.br.



Uma verdade inconveniente: dúvidas quanto ao aquecimento global

Luiz Carlos Molion, brasileiro doutorado em metereologia, 61 anos, formado na Inglaterra e nos EUA, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, representante do Brasil na Organização Meteorológica Mundial exprime-se:

«O Grupo intergovernamental sobre a evolução do clima (GIEC) afirma que as concentrações de CO2 atingidas em 2005, de 339 ppm (partes por milhão), são as maiores dos últimos 650 000 anos. É ridículo. (…)

Ao longo dos últimos 150 anos, já atingimos 550 ppm e até 600 ppm. (…)

Estarão a recuperar medos antigos? Tenho imagens de uma manchete do Time anunciando, em 1945: «O mundo está a derreter». Depois, em 1947, os títulos anunciavam o regresso de um período de glaciação. Hoje em dia, fala-se de novo de aquecimento. Não quero dizer que os eventos sejam cíclicos, a verdade é que os fatores que afectam a metereologia terrestre são muito numerosos. (…)

Trata-se de uma atitude neocolonialista: o domínio exerce-se através da tecnologia, da economia, e hoje em dia, também através de um terrorismo climático representado por essa ideia de aquecimento global. (…)

Atualmente existem muitos fundos à disposição dos especialistas que defendem a tese do aquecimento do planeta. Esses fundos provêem de governos que cobram impostos a sectores industriais que são partes interessadas neste negócio. São muitos os cientistas que se vendem para ver os seus projectos aprovados».

Texto colocado pela Novopress em Ecologia & Ambiente de 01/10/2007.

Imagem: cafecolombo.com.br

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Comentários

142 Comentários em “Molion – cientista que não se curva aos ambientalistas radicais”
  1. LEONARDO DONATO disse:

    Venho acompanhando essa polêmica há tempos, entretanto ainda não se tem um posicionamento próximo de algo “preciso” que possa de fato nortear práticas adequadas a tal mister. Em todo caso, vou pela superabundância (o que abunda não prejudica) e sem paranóias, tenho seguido diversas dicas do Gore em UMA VERDADE….
    Li recentemente um artigo sobre uma corrente de pensamentos afins ao de Molion, é de uma entidade virtual chamada de COOL IT ( fique frio ). Confesso que continuei na mesma.
    Quero deixar registrado que sou fã do Luiz Carlos Baldicero Molion.

    • Husc disse:

      Leonardo:
      Realmente, o problema das mudanças climáticas é uma polêmica. No entanto, como exaustivamente tento demonstrar neste blog, trata-se de um assunto ligado à geopolítica e à manutenção do poder a níveis mundiais. A questão não é sobre o fato de haver ou não mudanças climáticas – coisa que sempre aconteceu no planeta – embora os ambientalistas digam que está havendo um desequilíbrio climático – provocado pelo homem. Nunca houve equilíbrio climático no mundo, pois as causas do fenômeno extrapolam a própria espacialidade terrena. O problema é estarem querendo culpar o homem e sua civilização por eventuais desequilíbrios.
      O filme de Gore, em grande parte não tem qualquer respaldo científico. É um filme alarmista que trabalha, justamente, pelo catastrofismo, em função de uma governança global por parte dos EUA. Não deve ser levado em consideração.
      Essa entidade “virtual” intitulada “Cool it” deve ter alguma ligação com o livro de Bjorn Lomborg, intitulado “Cool it – Muita Calma Nessa Hora” (um “Guia do Ambientalista Cético Sobre o Aquecimento Global”), à venda nas livrarias, assim como seu livro primordial: “O Ambientalista Cético”. Ambos devem ser adquiridos por todos os que têm dúvidas sobre questões climáticas e ambientais. Lomborg usa os mesmos dados, provenientes do IPCC e de outros organismos ambientais oficiais, mas não os distorce com projeções alarmistas como Gore faz. Para entender Gore, basta procurar na Internet por “Al Gore – green investments” – e poderá ser comprovada sua parcialidade.
      Grande parte dos cientistas, atualmente, com o intuito de preservar seus empregos e de garantir suas verbas de pesquisas opta por defender o aquecimento global antropogênico, assim como os demais alarmismos ambientais. Molion não faz parte desse grupo, por isso sua importância a nível nacional e internacional. Neste blog há vários artigos dele, sobre ele e também alguns videos. Dê uma olhada, se já não o fez.
      Obrigado pelo contato.
      Saudações.
      Husc

  2. Gustavo Braz disse:

    Estou participando da Comissão de Organização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do IFS (Instituto Federal de Sergipe) e estou tentando entrar em contato com Luiz Carlos Molion, pois indiquei-o como principal palestrante na abertura do evento que ocorrerá de 17 a 23 de outubro de 2011, como consideramos que o tema principal é mudanças climáticas consideramos ser de fundamental importância a particiação do profissional que entende da área em questão.

    Atenciosamente,

    Gustavo Braz

    • Husc disse:

      Gustavo:
      O e-mail do prof Molion é (ou era): lcmolion@gmail.com
      Boa sorte.
      Husc

    • Husc disse:

      Gustavo:
      Tenho uma sugestão. Entre em contato com o Sr. Geraldo Luís Lino, da Capax Dei Editora (veja links no meu site). Ele é autor de inúmeros artigos que publico e também do livro A Fraude do Aquecimento Global e é amigo do prof Molion. Geraldo é meu amigo também e costuma dar palestras em vários lugares, para estudantes e profissionais. Se ele topar atuar como palestrante, Vc não se arrependerá.
      Seu e-mail é:
      geraldo@msia.org.br
      Boa sorte e saudações.
      Husc

  3. wiliansilva disse:

    Parabens sr. dr. MOLION o sr. esta de parabens pois o brasil precisa de homens como o senhor um homem estudado e honesto e que nao tem medo de falar a verdade, para o mundo e nao fica se escondendo, e o brasil nao precisa desses politicos sujos e imundos desse nosso pais que é o pais mais lindo do mundo, aqui se encontra gente de boa fé que sao cordeirinhos nas maos desse canalhas desse politicos que so pensam em si proprio e que so roubam, a cada dia nosso lindo pais que poderia ser o pais mais rico do mundo se nao fosse esses ladroes de colarinho branco, parabens por falar a verdade para todos ate os reporteres da band ficaram em duvida das palavras do sr., e nao acreditavam no que escutaram ou seja a midia é tao forte a respeito das coisas que os Estados Unidos empurram para os habitantes do nosso planeta que nem pessoas estudiosas e capacitadas duvidam da verdadeira situação que se encontra o mundo, e para terem certeza do que o sr. fala a verdade e so vir passar uns dias no nordeste e sentir na pele o frio em que se encontra especialmente em municipios que se encontram e altas altitudes, nunca se sentiu tanto frio por aki… parabens sr. dr. MOLION sou seu humilde fan e é isso vlwilian… pocao – pe – brasil, e por fim parabens a BAND por esse espaço que deu a um senhor que falou a verdade sobre o nosso mundo, coisa rara hoje em dia.

  4. cleber disse:

    Parabéns Molion pela coragem e perfeição em suas palavras.
    Tive o prazer de no ano de 2010 estar presente em uma de suas
    apresentações em ALAGOAS mais especificamente na semana de
    Geografia onde você fez uso do todo esse arsenal,de perfeição.

  5. Ze da Feira disse:

    Parabens por sua coragem sr Molion. Sua opinião cientifica e imparcial é essencial para extirpar a ignorancia que ronda nossa sociedade.

  6. Fernando_fhps@hotmail.com disse:

    Muito bom trabalho parabéns, e continue com essa luta para desmistificar a natureza e a falsa midia!!!

  7. do metal disse:

    parabéns molion quero ver você na rede globo botando rombar com essa farsa maldita de aquecimento global que não vejo nada de bom!

  8. Marina disse:

    Olá, sou estudante e tenho 16 anos.
    Venho agradece-lo pela fonte de sabedoria. Minha mostra cultural tem como tema as inteações Fisico-químicas na floresta, e dentro disto, escolhemos falar sobre as mudanças climáticas. Na hora pensei no Molion. Havia visto algumas entrevistas dele na televisão e tinha me interessado pelo seu ponto de vista.
    Vou citar o nome dele, já que vamos fazer um contraponto entre a informação dada pela mídia (e nossos recentes oráculos digitais) e o verdadeiro conhecimento.
    Muito obrigada

    • Husc disse:

      Marina:
      Obrigado pelo contato e boa sorte em seu trabalho. Mas tome cuidado para não vincular os fenômenos que ocorrem nas florestas com as mudanças climáticas, pois não há, que eu saiba, nenhuma ligação entre eles. E seria bom provar que o oxigênio gerado na floresta, na fotossíntese, é reaproveitado por ela mesma nos processos de oxidação/fermentação, tendo em vista que muita gente ainda pensa que a floresta amazônica é responsável pelo oxigênio no mundo. Talvez essas duas coisas sejam as mais importantes a demonstrar em seu trabalho, mas prepare-se para as críticas. E se alguém criticar, peça as fontes.
      Confrontar a mídia é barra pesada, pois a maioria das pessoas acredita nela por não dispor – por preguiça, falta de dinheiro e de tempo etc – de condições para se inteirar do que realmente acontece no mundo. Meu site serve para isso.
      Tente fazer contato com o prof. Molion através do e-mail: lcmolion@gmail.com .
      Saúde, prosperidade e sabedoria.
      Husc

  9. Bom dia,

    Há vários meses tenho procurado notícias e artigos recentes de Luis Carlos Molion,- cientista que contesta o Aquecimento Global – mas não encontro nada com data de 2011. Onde está Molion ?

    O e-mail que eu tinha dele não existe mais…

  10. luiza. disse:

    Na minha opinião não é que temos que parar de usufruir dos bens naturais, parar de explorar os recursos renováveis/ não renováveis que possuímos. O problema é que fazemos isso indiscriminadamente. É preciso pensar mais na economia ambiental. Por exemplo: um tubarão morto vale muito mais que vivo, a curto prazo. Porém nas ilhas Maldivas, eles investem em turismo e aí a longo prazo é mais economicamente viável que os tubarões continuem vivos. Assim haverá geração de mais lucros sem prejudicar os ecossistemas que possuímos.

    Mas com certeza há uma série de fatores que desencadeiam mudanças climáticas e não é o homem que as “controla”.

    • Husc disse:

      D. Luiza:
      O dia em que a Humanidade “parar de usufruir dos bens naturais”, morreremos de fome, pois por mais que economizemos os tais recursos, eles sempre virão, de alguma forma, da Natureza. A palavra correta não é “usufruir”, mas “utilizar”. O negócio não é parar de utilizar, mas utilizar de maneira parcimoniosa. Recursos renováveis, como a Sra. bem disse, são renováveis, de modo que podemos utilizá-los, mas também de forma racional.
      Quanto aos tubarões das Ilhas Maldivas, deve ser considerado que naquela localidade, sua única renda, é o turismo. Maldivas não produz nem fabrica nada, por absoluta falta de espaço, fora o paraíso fiscal em que aquela ilha se tornou, de modo que eles têm mesmo que preservar o tubarão – e por isso as Maldivas não são um bom exemplo para o que a Sra. pretendeu demonstrar.
      Turismo é um tipo de renda a nível secundário, complementar, e não pode ser considerado como a base econômica de um país, a não ser como nas Maldivas, onde eles têm outros tipos de rendas…
      Toda razão quando a Sra. diz que o homem não controla o clima.
      Saúde, prosperidade e sabedoria.
      Husc

      • Julio Erdmann disse:

        o seu negócio é o lucro então? porque não o bem comum da humanidade? por que o ser humano que nasce precisa obter vantagem as custas da natureza? porque nao ser a natureza?

        • Husc disse:

          Julio:
          Todo humano nasce, obviamente… Não conheço nenhum ser humano que não tenha nascido…
          Não se trata de obter vantagem. A Natureza é a única fonte de rescursos para nossa sobrevivência. Tudo que está na Terra faz parte da Natureza.
          Saudações.
          Husc

    • Gilson Leite de Moura disse:

      O Professor Molion tem razão. A vantagem de sermos mais velhos é que não caímos mais em lorotas. Há um tipo de imprensa (aquela que mais enricou e por isso é maior e mais poderosa) que sempre esteve do lado do capital. É claro que a energia do planeta não dará para todos, se os “grandes” deixarem o mundo subdesenvolvido desenvolver nos moldes estabelecidos por eles. A preocupação com o meio ambiente é mais uma falácia de quem está com toda a imprensa na mão e como no passado, à pretextos de colonizarem o mundo implantaram uma “civilização” que só interessou aos “civilizadores”. Todos sabemos o que restou de muitos países africanos. Por isso nenhum país quer mais ganhar a pecha de colonizador nos dias de hoje e de maneira matreira transferem essa ação para o “aquecimento global” e aí colonizam todo planeta com tanta lavagem cerebral. Porque o mundo dito civilizado estaria hoje tão preocupado com o meio ambiente que numericamente afetaria mais a maioria pobre? Se a história é a mestra da vida temos que aprender com essa grande mestra. Melhor seria a imprensa deixar de cometer gafes e aprender o que é CO2 . Aí então vai perceber quanta tolice já escreveram chamando de veneno aquilo que já é remédio desde os primórdios do planeta. Porque chamar de tóxico o gás da vida se sem ele não haveria fotossíntese e o nosso alimento?
      O majestoso sol, pendurado acima das nossas cabeças é que continuará comandando o clima e todas as conferências mundiais proferidas pelos mortais desse planeta pequeno não acrescentarão um só grau a temperatura da TERRA. Precisamos nos acordar! Burrice tem limite! O “inimigo” não pode continuar escrevendo a cartilha que estudaremos nas nossas “escolas” influenciando tantas mentes “iluminadas.”

      • Husc disse:

        Gilson:
        Obrigado pelo contato.
        É isso mesmo. A falácia do aquecimento global é dirigida aos pobres, para que eles (nós, países “periféricos”) não se desenvolvam e poupem os recursos do planeta para uso dos ricos (eles, países “centrais”). Neste meu site essa situação é explicada à exaustão. Continue lendo outros artigos.
        De fato, a mídia não está do nosso lado. De fato, o Sol, provavelmente, é o maior contribuinte no que diz respeito às mudanças climáticas.
        Pior: os catastrofistas climáticos vivem dizendo que a cada dia maiores catástrofes acontecerão, e, realmente, algumas delas estão acontecendo ultimamente. Dizem outros, então, que essas catástrofes são provocadas, artificialmente… sabendo nós que já há tecnologia para provocar, artificialmente, até terremotos, tsunamis e temporais, devemos ficar com as barbas de molho… Será que essa gente seria até capaz disso? Um dia saberemos…
        Há um romance muito interessante que aborda, justamente, este tema, e que vale a pena ler: Crichton, Michael — ESTADO DE MEDO — Rio de Janeiro, Brasil: Editora Rocco Ltda., 2005.
        Saúde, prosperidade e sabedoria.
        Husc

  11. Rubens Tôrres disse:

    Boa Noite Mestre.

    E com muita tristeza que venho lhe dizer que o Forum de Sustentabilidade-2011 realizado na cidade de Manaus(onde nasci e vivo) foi uma verdadeira palhaçada. Nos Amazonidas(população tradicional e cidadão Manaura) não tiveram a oportunidade de dizer nada a respeito da preservação que nossos pais sempre fizeram nas nossas dispensas de alimentros naturais.
    com muito respeito,

    abraços rubens torres.

    • Husc disse:

      Sr. Rubens:
      Obrigado pelo contato.
      Antes, não tenho nada de mestre, muito pelo contrário – a não ser que Vc esteja se referindo ao professor Molion, claro. Este sim, é um mestre.

      É óbvio que a reunião não daria em nada, pois sobre sustentabilidade quase não se sabe coisa nenhuma – é tudo teoria e falação estéril – ou seja, o que realmente se tem que fazer para alcançar o que chamam de “desenvolvimento sustentável” ninguém diz nada de concreto.

      Aliás, esse conceito é muito discutível mesmo. Agir com sustentabilidade é, ao que tudo indica, grosso modo, agir da forma a mais econômica possível, em todas as áreas da vida humana, poupando os recursos naturais e utilizando recursos ditos como “renováveis” (e/ou menos poluentes) – para poupar os “não renováveis” (e/ou os mais poluentes). Porém, por mais que se poupe, recicle, reaproveite tudo o que for possível, um dia os recursos não renováveis acabarão por se esgotar, ou, no mínimo, sua prospecção, captura e/ou beneficiamento serão tão caros que não valerá a pena utilizá-los, economicamente falando (como se fosse aquela história da “perda total” no caso de um acidente com um automóvel: seu conserto ser mais caro do que o próprio valor do veículo).
      E aí? Quando os recursos realmente acabarem – e isso é só uma questão de tempo – como vai ser? Sustentabilidade, então, qualquer que seja sua teoria ou providência, é apenas um paliativo bastante temporário. Depois – opinião minha – o que nos restará é a ciência, a tecnologia (coisas que os ambientalistas radicais combatem), que nos salvarão, criando outras formas de recursos, provavelmente sintéticos, e/ou nos provendo de poderosas naves espaciais, ou para nos mudarmos para outros corpos espaciais, ou para irmos neles buscar os recursos dos quais necessitaremos. KKKKK!

      Achei interessante seu desabafo, mas gostaria de maiores detalhes. Faça, se possível, uma análise mais detalhada do evento a fim de que eu possa entender melhor o que lá aconteceu. Se for o caso – e espero que seja – publicarei suas observações em meu site. Não se preocupe com a formatação do texto. Deixe comigo. Umas duas ou três páginas A4, no máximo, letra arial 12, espaço simples e estará tudo bem.
      Espero colaboração. Se houver fotos, mande pelo meu e-mail: huscam@gmail.com.
      Saúde, prosperidade e sabedoria.
      Husc

  12. EDUARDO disse:

    SR. CARLOS GOSTARIA DE SABER QUANDO O SENHOR IRA TER PALESTRA AQUI EM PE POIS VARIOS AMIGOS DA UFPE E UPE DO CURSO DE GEOGRAFIA GOSTARIA DE ASSISTI A SUA PALESTRA.OBRIGADO PELA ATENÇÃO.

  13. ione disse:

    Sem dúvida, a divulgação de diferentes interpretações sobre o que tem ocorrido no planeta é de suma importância para a busca de uma sociedade mais justa. No entanto, é preciso ter responsabilidade na apresentação de ideias, pois elas podem propiciar interpretações equivocadas, de forma a criar mais resistência que apoio.

    Se realmente as mudanças climáticas são inevitáveis, se não é atividade humana a principal causa do aquecimento global, e que tudo não passa de um grande conluio contra os países não desenvolvidos ou em desenvolvimento, devemos abandonar os investimentos para a busca de uma sociedade sustentável, sob a perspectiva sócio-ambiental?

    Não acredito que seja essa a intenção do prof. Molion. É preciso ressaltar que a atividade humana altera sim o ambiente, traz consequências desastrosas para os ecossistemas, e que a saúde humana é afetada por essas alterações ambientais.

    Mesmo que tudo não passe de uma grande farsa, é importante salientar que há uma necessidade de minimizar os problemas advindos da exploração irresponsável dos recursos ambientais pela espécie humana para que, no futuro, nossa espécie continue existindo.

    • husc disse:

      Ione:
      Obrigado pelo contato.
      Sim, mudanças climáticas são inevitáveis, pelo menos a nível global. As atividades humanas não são responsáveis pelo aludido aquecimento global, se é que ele está, realmente, havendo. Sim, quase tudo é decorrente de um conluio internacional orquestrado pelos países centrais, mas isso não significa que não devemos minimizar os problemas que o homem causa, localmente, como a poluição dos rios e mares, do ar, o desmatamento indiscriminado etc etc.
      Devemos tomar conta do meio ambiente, mas isso não significa que devemos interromper o crescimento socioeconômico dos países sob o pretexto de salvar o planeta. Não temos esse poder. As mudanças climáticas são fenômenos que escapam ao nosso controle.
      Continue observando os posts deste site. Muito poderá ser esclarecido em relação às suas dúvidas.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  14. Emerson disse:

    olá concordo com professor pois a ação antropica e muito mais local do que global e existe muito interesse nessa questão do aquecimento global.

  15. Celia Neves disse:

    Sr. Molion
    Gostaria de saber como o Senhor avalia o que aconteceu na Região Serrana do Rio de Janeiro, a tragédia pelas chuvas nessa região? Acho muito importante saber a sua opinião.
    Grata, Celia Neves.

    • husc disse:

      D. Celia:
      Não sou o professor Molion, apenas publiquei artigos dele e sobre ele.
      No entanto, tenho minha opinião sobre o assunto. Dê uma olhada no post “Sobre a catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro e a doutrina do choque”, neste site, sob a categoria “Ambientalismo”.
      Como a Sra. verá, a catástrofe não tem nada a ver com ambientalismo, mudanças climáticas, muito menos com aquecimento global. Foi um acontecimento perfeitamente normal, quando chove muito, numa serra. Sempre houve deslisamentos assim, só que, hoje, a quantidade de gente que mora em regiões de risco é muito, muito grande.
      A culpa, portanto, é do próprio homem. Não só daqueles que arriscam suas vidas construindo em locais sabidamente perigosos e proibidos, quanto das autoridades, do Poder Público, que permite essa ocupação irregular, ilegal.
      Obrigado pelo contato.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  16. Kamilla Carneiro Bachstein disse:

    Olá!
    Conheci este outro lado das POLITICAS de redução de CO2 hoje…
    Acabei de e formar em biologia e já na faculdade aprendi que não era tão simples relacionar mudanças climáticas com ações antrópicas..
    Até hoje, sempre achei que os homens deveriam levar uma vida mais natural, sempre me interessei por permacultura, ecovilas e agroecologia, mesmo tendo uma intuição de que talvez isso fosse utópico demais.
    Mas começo a achar que estava com uma visão romantica demais a respeito dessa vida natural.
    Realmente as inovações tecnológicas são importantíssimas pra aumentar a qualidade de vida das pessoas, e se todos tivessem que plantar sua comida e produzir suas vestes por exemplo, talvez não sobrasse tempo para estudarmos o suficiente para evoluirmos tecnologicamente.
    E esta evolução é exatamente o que os países desenvolvidos não querem que aconteça nos países em desenvolvimento.
    Isso não me faz esquecer das desigualdades sociais geradas por pessoas sem escrúpulos com dinheiro e poder na mão, responsáveis pela vida de vários operários em indústrias por exemplo.
    Mas me faz ver essas indústrias com mais otimismo, sabendo que elas são sim importantes e que quando forem controladas por pessoas mais éticas poderão poluir menos o meio ambiente e se preocupar mais com os empregados.
    Agora sei que com o tempo e a evolução, os administradores das cidades e os moradores não vão mais construir casas onde não devem, desmatar onde não devem, e vão se interessar mais em evitar esses desastres e inundações. Até as grandes cidades terão mais áreas verdes e menos asfalto quando perceberem que assim as pessoas vão ter uma maior qualidade de vida.
    Isso foi mais um desabafo, sinto mais “cheiro de verdade” no que entendo hoje do que no que pensava ontem e estou muito mais otimista!
    Pra quem não entender este otimismo vale lembrar que a natureza não dá saltos, tudo evolui devegar. Obrigada por este espaço!
    Abraços a todos!

    • husc disse:

      Kamilla:
      Obrigado pelo contato.
      Sim, esta é uma visão romântica e equivocada. Mas a maioria das pessoas pensa assim. Não há mais volta quanto à vida moderna, industrial e tecnológica. Não pode haver regressão.
      Sim, a tecnologia e a ciência só nos beneficiam. E, certíssimo, os países desenvolvidos do Norte não querem que nós cheguemos ao patamar de conforto que eles alcançaram, pois teremos que utilizar nossos recursos naturais – que eles acham que pertencem a eles.
      Frase de Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:

      «Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão.»

      Viu?
      Sim, devemos nos preocupar com o meio ambiente. Devemos poluir o menos possível, mas não podemos estacionar o ser humano, mormente no que diz respeito aos países ditos hoje como “emergentes” e aos que estão em situação pior.
      Estou muito satisfeito pelo fato da Sra. ter entendido bem a problemática do ambientalismo e compreendido que temos de evoluir e que a ciência e a tecnologia são fundamentais para isso.
      Continue acompanhando este site e divulgue-o entre seus colegas.
      Disponha deste espaço.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  17. Rafael Kauan Luceno disse:

    Não posso afirmar que aquecimento global seja um fator ciclico ou seja causado pelo homem ou talvez a humanidade esteja simplesmente acelerando o inevitável… A humanidade tem que ter a consciência que o mundo nem sempre foi assim e não vai ser sempre desta forma independente da existência humana, e como vivemos em uma sociedade capitalista creio que o importante é sabermos movimentar a economia a partir das necessidades humanas. Outro fator que creio relevante é não nos estancar nessa sociedade baseada nos combustíveis fósseis independente de aquecimento ou não.
    Então Brasil e brasileiros, vamos usar o que temos e nos ré-inventar…

    • husc disse:

      Sr. Rafael:
      Obrigado pelo contato.
      Mudanças climáticas são fatores cíclicos. Mas também a vida na Terra (animal e vegetal) contribui para variações.
      De fato, “o mundo nem sempre foi assim”. Se o clima planetário fosse estático, provavelmente nem nós estaríamos aqui. A biodiversidade animal e vegetal existe, justamente, devido às variações climáticas e tectônicas do planeta. E não são só as variações climáticas etc que mudam a vida na Terra. Cataclismas, vulcões e até o choque de asteróides com o planeta modificam tudo. O grande asteróide que, há 65 milhões de anos se chocou contra a Terra acabou com os grandes répteis e permitiu que pequenos mamíferos sobrevivessem e evoluissem até chegar ao Homem. Sorte nossa!
      É como diz, em analogia, aquele ditado popular: “Por trás de uma grande fortuna sempre há um grande crime”!
      O mundo não está parado em relação aos combustíveis fósseis. Novas tecnologias estão a caminho e sendo aperfeiçoadas. O problema é que a maioria delas ainda não tem um índice de eficiência economicamente viável – frente à tecnologia dos combustíveis fósseis. Aí, ganha a tecnologia mais barata e mais eficiente. Não tem jeito.
      Para terminar, é, realmente, uma grande pretensão do Homem achar que pode interferir nos rumos e destinos do clima do planeta. Não podemos. Não temos esse poder. Temos é que nos adaptar às mudanças, como desde sempre a vida na Terra tem feito. Isso nós podemos. E podemos nos reinventar, sim.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  18. Alice disse:

    Pois bem, espero que os senhores não tenham parentes no RJ que sofreram
    ou morreram com as chuvas de Jan 2011.

    Mas espero que parem para pensar: será que é tudo realmente um “terrorismo climático”?
    Será que todos ambientalistas e defensores da natureza estão “exagerando”?

    Claro que não! O homem tem poluido e destruido os recursos naturais de maneira
    tão irracional e inescrupulosa que agora estamos começando a sofrer as consequencias.

    • husc disse:

      D. Alice:
      Obrigado pelo contato.
      A Sra. tem razão. Palavras suas: “O homem tem poluído e destruído os recursos naturais de maneira tão irracional e inescrupulosa que agora estamos começando a sofrer as consequências”. Isso é verdade. O homem ocupa áreas de risco (mesmo sabendo disso); desmata as margens dos rios (em áreas que não deveriam ser ocupadas), provocando o desbarrancamento das margens – o que acarreta o assoreamento dos leitos dos rios, e quando vem a chuva, as lâminas de água estão tão rasas que o rio não tem outra alternativa que não seja a de se espalhar pela planície; as autoridades são omissas quanto às ocupações irregulares e não fazem nada para limitar essas ocupações, nem dão o tratamento adequado às encostas para evitar que elas desmoronem – culpas do Poder Público.
      Aí, vem a chuva e as tragédias acontecem. As autoridades colocam logo a culpa na chuva, quando, na realidade, a culpa é, mais, das próprias pessoas. Claro que é muito mais fácil culpar a Natureza.
      Mas… assim como o Homem inventou o diabo para colocar a culpa nele pelas besteiras e maldades do mundo, o Homem coloca sempre na Natureza a culpa pelas calamidades naturais…
      E aí, vem a ladainha do aquecimento global. Tudo de ruim que acontece na face da Terra, hoje em dia, é culpa do aquecimento global. Só que neste caso, querem culpar o Homem pelo aquecimento – o que até me surpreende, em razão do que falei anteriormente.
      No caso do aquecimento global, defendo o Homem. Não digo que não há, no momento, mundanças climáticas. Mas daí a colocar a culpa dessas mudanças no Homem vai uma grande diferença. Nada é provado cientificamente quanto a isso.
      Por favor, dê uma olhada em outros artigos deste site. A Sra. verá que a banda não toca como a mídia (que não está do nosso lado) mostra.
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

  19. HUSC
    Obrigado pela atenção e indicação de leitura. Sucesso a ti e ao canal de discussão. Vou acompanhá-lo com freqüência.

    Cordialmente, Flávio

  20. Hektor Monteiro disse:
    17 de dezembro de 2010 às 11:12 am
    Aqiu vai um site com muita informação científica e imparcial sobre as idéias erradas propagadas pelo Sr. Molion:

    http://www.skepticalscience.com/translation.php?lang=10

    Dear Hektor,
    É desta forma que as discussões sobre o tema AGW se perdem.
    Veja o relatório do IPCC 4 (tradução oficial do serviço de tradução do senado federal da República Federaticva do Brasil)

    Este relatório admite duas forçantes naturais para as alterações climáticas amplamente conhecidas nos últimos 700 anos. Omite-se de modo conveniente o período quente medieval.

    Veja uma destas forçantes é o Sol especificamente algo que se chama atividade solar cuja a próxie mais difundida é o número de manchas solares.

    Eu chego a algumas soluções.

    a- Se a atividade solar não está influenciando o clima no momento prova que o clima do planeta não está correlacionado com a atividade solar.

    b- Se o clima do planeta não está correlacionado com a atividade solar no momento não há nenhuma razão para que no passado recente (pré 1850) estivesse correlacionado.

    c- Se não estão correlacionados, o clima e a atividade solar, as conclusões e o relatório do IPCC estão errados.

    Veja, Hektor.

    a conclusão do link que você postou.

    Nos últimos 35 anos de aquecimento global, o sol apresentou uma ligeira tendência de resfriamento. Sol e clima têm caminhado em direções opostas

    Interessante, né. A leitura correta desta informação diz:
    _ O relatório do IPCC 4 está errado.

    Abraços

    Relatório do IPCC 4,
    4.Finalmente, vários estudos de modelagem relacionaram as respostas de alguns sistemas físicos e biológicos com o aquecimento antrópico, comparando as respostas observadas nesses sistemas com as respostas modeladas em que os forçamentos naturais (atividade solar e vulcões) e os forçamentos antrópicos (gases de efeito estufa e aerossóis) são separados explicitamente. Os modelos que combinam os forçamentos naturais e os antrópicos simulam as respostas observadas significativamente melhor do que os modelos com apenas o forçamento natural [1.4].

  21. Realmente a palavra de Molion me fez parar para refletir. Vi algumas entrevistas e cheguei aqui pela curiosidade de entendê-lo melhor. Vejo com outras possibilidades o que dizem sobre o estado do mundo e suas alterações, pondero com maior valor os interesses individuais dos países dominantes e acredito, comprei a idéia mesmo sem ter total informação sobre a mesma, que a história prova que enfrentamos o inusitado constante. Ainda não conhecemos com exatidão o planeta que moramos e as conseqüências de nossa interferência. Pergunto a ti: A exploração sem limite e conduta adequada dos patrimônios naturais não estão entre os vetores que apontam os distúrbios do clima mundial? A concentração urbana e sua demanda por reservas energéticas e naturais para atender este quadro de necessidade também não? Posso ter uma compreensão muita errada, mas está certo dizer que Molion defende o uso constante e crescente dos elementos naturais na forma que nossa história recente escreveu? Este uso dos “recursos” e suas cicatrizes no planeta, estes sim, poderiam ser os motivos das principais alterações climáticas?

    Parabéns pela produção deste canal sério e de alta qualidade para trocarmos e aprendermos sobre o tema.

    Att., Flávio Paschoal

    • husc disse:

      Sr. Flávio:
      Obrigado pelo contato e pela consideração. É bom ouvir isso, porque manter um site como este dá, realmente, muito trabalho.
      Sim, ainda não conhecemos com exatidão nem uma pequena parte de nosso planeta. Só temos uma vaga ideia de como o clima, por exemplo, funciona. Se pudermos prever a meteorologia por uma semana já é muito – e sabemos como, muitas vezes, essas previsões simples falham. Quanto mais prever o que acontecerá daqui a 50 ou 100 anos! Delírio puro!
      A interferência humana pode estar causando modificações? Pode, assim como todas as demais espécies vivas da terra causam e sempre causaram, na ecologia planetária.
      Para que o Sr. entenda melhor o verdadeiro estado do mundo, se houver interesse, sugiro que compre – e leia com atenção – o livro de Bjorn Lomborg “O Ambientalista Cético” (editora Campus).
      O livro é caro, mas vale a pena, para todo aquele que se interesse em saber o que realmente está acontecendo com nosso planeta.
      Não há nenhuma prova científica séria de que é o homem quem está causando mudanças climáticas. Elas existem? Existem, mas culpar o homem por isso é a questão. Simplesmente, não há provas. E, francamente, atribuir ao homem a tarefa de “controlar” as mudanças climáticas é, de fato, de uma pretensão de proporções bíblicas! Rsrsrs
      Vida longa, prosperidade e sabedoria.
      Hasta siempre.
      Husc

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