NASA: a Amazônia não vai “secar”

Pouco a pouco a credibilidade do IPCC vai declinando, pois seus dados, há muito discutíveis, vêm sendo desmascarados por cientistas não comprometidos com o jogo geopolítico implementado pelas oligarquias internacionais através do ambientalismo aquecimentista. A derrota do movimento ambientalista internacional sofrida durante a Conferência de Copenhague não foi nada mais, nada menos, do que consequência da enorme quantidade de invenções e de falsas verdades contidas nos relatórios daquele organismo. Não é possível enganar-se todo mundo durante todo o tempo. Um dia a casa cai, e é o que está acontecendo com o IPCC.

Este post, que mostra mais uma manifestação da comunidade científica internacional contra os falsos dados do IPCC, é um artigo apresentado no boletim eletrônico do Movimento Solidariedade Íbero-americana, nº 62, de 18/03/2010. Os subtítulos foram inseridos por mim para facilitar a leitura do texto.


NASA: a Amazônia não vai “secar”

Em meio a tantos relatórios ditos “científicos” preconizando o fim da Floresta Amazônica em decorrência da decadente teoria do aquecimento global antropogênico, eis que surge um outro, da lavra de pesquisadores da Universidade de Boston, concluindo exatamente o contrário.


Estudo da NASA

O estudo, patrocinado pela NASA e publicado na prestigiosa revista científica Geophysical Research Letters, usou os dados mais recentes do satélite MODIS, da NASA, para medir a intensidade do verde da Floresta Amazônica ao longo da última década, concluiu que a Floresta Amazônica praticamente não foi afetada pela seca de 2005, a maior em um século (BBC Brasil, 12/03/2010). Talvez tão ou mais importante que a própria conclusão foi o fato, inédito, dessa pesquisa, comparar simulações “produzidas” por 19 modelos climáticos globais (adotados pelo IPCC) com observações empíricas.

«Nós não encontramos grandes diferenças na intensidade do verde da floresta entre os anos de seca e de não-seca, o que sugere que essas florestas podem ser mais tolerantes à seca do que se pensava anteriormente… (…) [A Floresta Amazônica] não sofreu prejuízo ou benefício, contrariamente ao relatório e alegações feitas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)» …disse Arindam Samanta, autor principal do estudo.


A invenção do WWF

A nova pesquisa detona, assim, o famigerado estudo de Rowell e Moore, que havia sido encomendado pela ONG WWF e que consta do último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPPC), vaticinando que até 40% da Floresta Amazônica poderia reagir de forma drástica e ser substituída por savanas até mesmo por decorrência de uma ligeira diminuição nas chuvas (Alerta Científico e Ambiental, 1/02/2010).

«A forma pela qual o relatório do WWF calculou esses 40% está totalmente errada, enquanto [os novos] cálculos são, de longe, mais confiáveis e corretos», afirma o Dr. José Marengo, pesquisador brasileiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e membro do IPCC (Inovação Tecnológica, 12/03/2010).


O relatório do IPCC deveria ter uma “errata”

Destaque-se que Carlos Nobre, também pertencente tanto ao INPE quanto ao IPCC e um dos principais defensores do “aquecimentismo” no Brasil, já havia adotado uma posição defensiva quando, em entrevista recente, defendeu que o órgão ambiental da ONU deveria adotar um sistema de errata contínua, como o utilizado pelos jornais e revistas, em que os erros encontrados são apresentados e corrigidos, imediatamente, sem precisar esperar até a elaboração de um novo relatório.

A questão principal é que quem precisa de correção não são os relatórios do IPCC, mas todo o processo de avaliação da dinâmica climática, que, absolutamente, não pode continuar à mercê dos interesses que transformaram o “aquecimentismo” em uma lucrativa indústria, em detrimento dos fatos científicos e dos interesses maiores de toda a Humanidade.

Movimento Solidariedade Íbero-americana

Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:

http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/

Imagens: api.ning.com.

Be Sociable, Share!

Posts Relacionados

Deixe seu comentário