O comitê dos 300 – O desejo de ser livre
Como o prezado Visitante Desconhecido deve ter percebido, o Sr. John Coleman, neste seu trabalho, pode ter exagerado em algumas previsões, no que diz respeito ao futuro da Humanidade. No entanto, vemos, nos dias de hoje, em muitos setores, mormente nos da geopolítica, a coisa, perigosa e sinistramente, se encaminhando da forma preconizada pelo autor. A união dos países em blocos, por exemplo (como a União Européia), os quais, segundo ele, constituem uma fase da globalização total, é um fato que, a cada dia parece tomar lugar em outros continentes. Assim, não custa estarmos atentos, pois não só ele, mas muitos outros observadores, que tratam das teorias conspiratórias em seus artigos e livros, alertam para as mesmas coisas que ele. Até parece mesmo que as sociedades secretas de hoje não são mais como as de antigamente. Hoje elas parecem ser menos secretas, mas aqui vai uma última questão: será que são mesmo menos secretas, ou as coisas que sabemos delas são, meramente, manobras diversivas para encobrir suas verdadeiras atividades? Se essas sociedades secretas mandam na mídia, como é que permitem ser editados livros tão claros em termos de seus objetivos e ações? Bem. Eis, portanto, em seguida, a última parte do texto do Sr. Coleman, com subtítulos inseridos por mim para maior facilidade de leitura, como fiz em todos os demais artigos.![]()
A perda da liberdade
Liberdade é uma lei dada por Deus que o homem constantemente buscou subverter e minar, mesmo assim o anseio que cada indivíduo tem por liberdade é tão grande que até agora nenhum sistema conseguiu arrancar esse sentimento do coração humano. As experiências conduzidas na URSS, Grã-Bretanha e nos EUA, para sufocar a ânsia pela liberdade, até agora não obtiveram êxito.
Mas, com a ascensão da Nova Ordem Mundial/Governo Mundial, vão ser agilizadas amplas experiências para extirpar da mente, corpo e alma do homem aquele anseio por liberdade que Deus lhe deu. O que já está ocorrendo não é nada, é algo insignificante em comparação com o que está por vir. O ataque à alma é a essência de uma multidão de experiências que estão sendo maquinadas.
Manipulação da opinião pública
O entretenimento popular – principalmente a indústria cinematográfica – foi usado para fazer cair no descrédito aqueles que fizeram advertências sobre esta ameaça tão perigosa à liberdade individual e à liberdade do ser humano: a governança mundial única.
O que toma o Comitê incrível é o sigilo, também incrível, que prevalece a respeito dele. Nenhum órgão noticioso jamais mencionou essa hierarquia de conspiração – portanto, como seria de se esperar, as pessoas duvidam da sua existência. Grande parte do Comitê dos 300 está sob o controle da monarquia britânica, neste caso Elizabeth II.
Membros de várias caras nas comunicações
Não existe uma entidade que o Comitê não possa influenciar e/ou controlar, e é óbvio que o campo da comunicação é rigorosamente observado. Se olharmos para a RCA, veremos que a sua diretoria é composta de personalidades proeminentes na Grã Bretanha e nos Estados Unidos que também têm altos cargos em outras organizações, como por exemplo no CFR – Conselho das Relações Exteriores, OTAN, no Clube de Roma, na Comissão Trilateral, nos Maçons, na Skull & Bones, no Grupo Bilderberg, na Round Table, na Sociedade Milner e na Sociedade Jesuíta-Aristóteles. Entre estas pessoas se encontrava David Sarnoff, que se mudou para Londres ao mesmo tempo em que Sir William Stephenson se mudou para o prédio da RCA em Nova Iorque.
As redes de TV são controladas
As três maiores redes de televisão vieram da RCA, principalmente a National Broadcasting Company (NBC), que foi a primeira, e logo depois surgiu a American Broadcasting Company (ABC) em 1951. A terceira grande rede de televisão foi a Columbia Broadcasting System (CBS) que, como as duas outras companhias, era e continua sendo dominada pelos serviços secretos britânicos. William Paley recebeu instrução técnica de lavagem cerebral em massa no Instituto Tavistock antes de ser considerado qualificado para dirigir a rede CBS.
A opinião pública engessada
Daniel Yankelovich é o rei da estrutura das corporações de pesquisa de opinião pública nos Estados Unidos, um vasto aparato que provê «opinião pública sobre assuntos sociais, econômicos e políticos de relevo», segundo disse Edward Bernays. Foi este grande aparato que fez a maioria dos americanos, que nunca tinham ouvido falar de Saddam Hussein e que mal sabiam que o Iraque era um país em algum lugar no oriente Médio, ficarem bradando pelo sangue dele e o extermínio da nação iraquiana.
Yankelovich utilizou ao máximo todo o conhecimento adquirido durante a Segunda Guerra Mundial. Yankelovich, como guerreiro de segunda geração, é incomparável; é por isso que as pesquisas da ABC conduzidas pela empresa dele sempre são as que definem a “opinião pública”. A população dos Estados Unidos estava sendo alvo de um ataque ao seu senso de realidade. Logicamente esta técnica é um treina-mento padrão para certos grupos de serviço secreto, inclusive a CIA.
A tarefa de Yankelovich era destruir os valores tradicionais americanos e substituí-los pelos valores da Nova Era e da Era de Aquário. Como o mais antigo manipulador da opinião pública no Comitê dos 300, ninguém duvida que Yankelovich fez um trabalho incomparável.
Engenharia social
Manipuladores de opinião desempenharam um papel importante nesta guerra nos Estados Unidos. Precisamos examinar o papel do Comitê dos 300 em causar essas alterações tão amplas e como os engenheiros sociais usaram análises centrais de sistemas para evitar que o público expressasse alguma outra opinião além das políticas do governo invisível. Como e onde tudo isso começou?
De acordo com documentos que falam da Primeira Guerra Mundial que consegui recolher e examinar no Escritório de Guerra em Whitehall Londres, parece que o RIIA – Royal Institute for International Affairs foi incumbido pelo Comitê dos 300 de fazer um estudo sobre manipulação de informação de guerra. Esta tarefa foi dada ao Lord Northcliffe e ao Lord Rothmere e Arnold Toynbee, que era agente MI6 no RIIA. A família de Lord Rothmere era dona de um jornal que estava acostumado a apoiar diversas posturas do governo, por isso considerou-se que o jornal poderia alterar a percepção do público, principalmente entre o número cada vez maior de pessoas que eram contra a guerra.
O projeto foi sediado na Wellington House. Especialistas americanos convocados para ajudar Lord Rothmere e Northcliffe foram Edward Bemays e Walter Lippman. O grupo teve sessões “quebrando a cabeça” para desenvolverem técnicas de mobilização de apoio em massa para a guerra, principalmente entre a classe operária cujos filhos, esperava-se, seriam mandados em massa para os campos de chacina de Flanders.
Novas técnicas de manipulação controlam o povo
Através do jornal de Lord Rothmere, experimentaram-se novas técnicas de manipulação e, depois de um período de seis meses, ficou óbvio que tinham obtido êxito. Os pesquisadores descobriram que apenas um pequeno grupo de pessoas conseguia raciocinar e tinha a capacidade de analisar o problema, ao passo que o resto apenas expressava a sua opinião. Segundo Lord Rothmere, foi assim que 87% do povo britânico reagiu à guerra, simplesmente expressando suas opiniões sem entenderem a realidade subjacente. Ele teorizou que o mesmo princípio se aplicava não só à guerra, mas a todo problema possível e imaginário na sociedade. Sendo assim, se a opinião do povo pode ser moldada e manipulada, então pode-se controlar o povo.
Desta forma, a irracionalidade foi levada a um nível alto na consciência do povo. Os manipuladores então usaram isto para minar e distrair a idéia de realidade em relação a qualquer situação e, quanto mais complexo se tornaram os problemas de uma sociedade moderna industrial, mais fácil se tomou causar distrações cada vez maiores para o povo, de modo que no final, opiniões absolutamente inconseqüentes da massa do povo, criadas por peritos em manipulação, assumiram a posição de um fato científico.
As pessoas não sabem o que fazem nem por que fazem
Quando os manipuladores depararam com essa conclusão tão significativa, experimentaram isso, vez após vez, durante a guerra, de modo que, apesar de centenas de milhares de jovens britânicos estarem sendo chacinados nos campos de batalha da França, não se levantava praticamente nenhuma oposição àquela guerra sangrenta. Os registros daquela época mostram que até o ano de 1917, logo antes dos Estados Unidos começarem a participar da guerra, 94% da classe operária britânica que estava agüentando todo o sofrimento e as conseqüências da guerra, não tinha a mínima idéia do objetivo da guerra, a não ser aquela imagem criada pelos manipuladores da imprensa de que os alemães eram urna raça horrível que queria destruir a monarquia e o país deles e que por isso tinham que ser aniquilados da face da terra.
Nada mudou em 1991
Logicamente nada mudou, porque em 1991 aconteceu a mesmíssima situação criada pelos órgãos noticiosos, que permitiu que o presidente Bush violasse flagrantemente a Constituição travando uma guerra de genocídio contra a nação do Iraque com o consentimento de 87% do povo americano.
Antes da televisão…
Em 1928, o Compatriota de Lippman, Edward Bernay, escreveu um livro intitulado «Como Cristalizar a Opinião Pública» (Crystallizing Public Opinion), e em 1928 um segundo livro dele, intitulado simplesmente «Propaganda», foi publicado. Nesse livro Bernay descreveu suas experiências em Wellington House:
«Agora que a civilização está ficando mais complexa e quando fica mais óbvia a necessidade de um governo invisível, inventaram-se técnicas e foram também criados meios através dos quais a opinião pública pode ser moldada à vontade. Com a existência da máquina impressora e do jornal, telefone, telégrafo, rádio e aviões, pode-se disseminar conceitos rapidamente, e até instantaneamente em todos os Estados Unidos.» (Bernay ainda não tinha visto como é que a televisão, que veio depois, faria esse trabalho muito melhor.)
A manipulação do governo invisível
«A manipulação consciente e inteligente de hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante numa sociedade democrática. As pessoas que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade são um governo invisível, que é o verdadeiro poder governante no nosso país.»
E para apoiar a sua posição, Bernay citou o artigo de H. G. Wells publicado no New York Times. Wells apoiou entusiasticamente a idéia de meios modernos de comunicação que «abririam um novo mundo de processos políticos que permitiriam que o desígnio comum fosse documentado e apoiado contra a perversão e a traição» (ao governo invisível.)
Quem mexe os pauzinhos e controla o povo?
Continuando com as revelações no livro «Propaganda»: «Nós somos governados, nossas idéias são moldadas, nossos gostos são formados, nossos conceitos são sugeridos, principalmente por homens dos quais nunca ouvimos falar. É fato que em praticamente cada ação que tomamos na nossa vida cotidiana, quer seja no campo político ou dos negócios, na nossa conduta social ou na nossa ética, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas, uma fração mínima dos nossos 120 milhões que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. Essas pessoas que mexem os pauzinhos são as que controlam a mente do povo, as que controlam as velhas forças sociais e inventam novas maneiras de restringir e guiar o mundo.»
O Comitê dos 300!
Bernay não leve coragem de revelar ao mundo quem eram os “eles” que «mexem os pauzinhos que controlam a mente do povo…», mas neste livro nós estamos compensando esse lapso intencional da parte dele revelando a existência desse «grupo relativamente pequeno de pessoas», o Comitê dos 300.
O governo invisível do Comitê dos 300 exerceu uma tremenda pressão nos Estados Unidos para mudar o seu modo de agir – para pior. Os Estados Unidos são o último reduto da liberdade, e a menos que nos tirem essa liberdade o progresso para o Governo Mundial será consideravelmente retardado. Tal trabalho é algo de proporções imensas para o Governo Mundial, exige muita habilidade de organização, controle de governos e suas políticas. A única organização que poderia ter assumido esta tarefa monumental com alguma esperança de êxito é o Comitê dos 300, e acabamos de ver até que ponto ele chegou, quase obtendo o êxito total.
Acima de tudo, a batalha para superar isto vai ser uma batalha espiritual.![]()
John Coleman
O livro a ler é: «A Verdadeira História do Clube Bilderberg», de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda., SP). Outros inúmeros livros, listados na bibliografia deste blog, apresentam extensas matérias sobre as corporações que planejam o Governo Mundial.
Consultar os sites: www.umanovaera.com; www.rainhamaria.com.br; fimdostempos.net e outros sites, para obter o texto em pauta e outros relacionados.
Imagem: 2.bp.blogspot.com
o qe podemos fazer pra lutar contra tudo issu? terrorismo? pirataria? perseguir e degolar esta oligarquia ferida qe qer a volta de uma monarquia absoluta?ainda bem qe nao estarei vivo, e se tiver, estarei vivo pra nao ver issu….
Sr. Guilherme:
Antes, desculpe-me em demorar a responder. Administrar um blog parece fácil, mas não é.
O que fazer? Faça como eu: bote a boca no trombone! É pouco? Mas o Sr. estará fazendo a sua parte, e não se comportando como o resto da boiada, que segue, de cabeça baixa, para a própria desgraça. É o holocausto moderno…
Frase de Ziraldo: “95% da humanidade é débil mental; quem os salva são os restantes 5%”. Em que grupo o Sr. prefere se enquadrar? Se nos 5%, aja, lute, mostre para os outros como é que a banda toca.
O que faz essa oligarquia megalômana e genocida prosperar é, justamente, ser desconhecida do grande público. A Imprensa não vai falar do CFR, da Comissão Trilateral, do Grupo Bilderberg, muito menos do Comitê dos 300 ou da Skull & Bones, pois esses grupos são, justamente, os que dominam – completamente – a imprensa, escrita, falada e televisada, e por isso, agem nas sombras. Leia os outros posts deste meu blog a respeito.
E quer saber de uma coisa? Prefiro a monarquia, pois os reis são, provavelmente, os únicos tipos de governantes que amam seus países – e por isso os defendem. Vide a Rainha da Inglatgerra. Pergunte se o povo inglês quer acabar com a monarquia…
Crie um blog, Sr. Guilherme, e pode contar comigo, se quiser.
Saúde, vida longa e sabedoria.
Husc