Oligarquias internacionais: os donos do mundo

Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc. Mas esses tubarões já não estão totalmente incógnitos. A literatura mundial (e também a brasileira) já está fazendo com que eles sejam conhecidos. A Skull & Bones, o Clube Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR, dentre os principais grupos que compõem as grandes oligarquias internacionais, já estão sendo conhecidos, com o intuito de ser combatidos. Veja nesta matéria o que significa tudo isso.
Oligarquias internacionais: os verdadeiros donos do mundo
Tudo o que acontece no Mundo é determinado previamente por um grupo de pessoas (físicas e jurídicas) que se reúnem em grupos – como cartéis – uma ou duas vezes por ano (às vezes mais), a fim de discutirem, em todas as áreas das relações humanas, entre povos e/ou países, o que deverá ser implementado, ampliado, reduzido ou descartado no planeta, em todos os níveis – moral, social, econômico-financeiro, tecnológico-científico, institucional e/ou militares.
Em suma, esses grupos definem tudo o que deverá acontecer no Mundo, a curto, médio e longo prazos, e isso se faz há muito tempo, tendo se acirrado tal situação após o advento da “queda do Muro de Berlin”, com a derrocada da ex-União Soviética – causando assim, o surgimento da potência hegemônica planetária – os EUA e seus aliados europeus. Estes, normalmente, são liderados pelo Reino Unido (Inglaterra), e os Estados Unidos, como poder hegemônico global atual, parece controlar todo mundo.
A história é antiga. Minha mãe trabalhou por mais de 25 anos como secretária particular de um grande político do Rio de Janeiro, dono de jornal, e que foi governador de Estado por duas vezes. Ele dizia que nada do que se vê é verdade, e que «uma vez por ano, se reúnem numa cobertura, em Nova York, “12 judeus” que discutem e definem os destinos do Mundo».
Teoria da conspiração
O nobre governador, ainda emprenhado da crença da “conspiração judaica de dominação mundial”, estava apenas meio-correto e, certamente, ainda muito longe de toda a verdade, que era – e é – muito mais dramática ainda. Na realidade, não se trata de apenas “12 judeus”, como ele dizia, mas muito mais do que isso: judeus, protestantes, católicos, mulçumanos etc – gente influente em seus países, de todas as nacionalidades, raças e credos que, no entanto, têm algo em comum: o desejo de poder, de dominação mundial. E este poder é obtido através do dinheiro, o qual, por sua vez, é conseguido através da exploração financeira e econômica das pessoas do Mundo, os cidadãos dos países, inclusive dos seus próprios países, mas, primordialmente, dos países desprotegidos e pobres do Terceiro Mundo.
Esses indivíduos, que representam influentes famílias dinásticas e oligarcas da Europa e dos EUA, e/ou poderosas empresas multinacionais, assim como representam, através de suas pessoas, nações inteiras (como reis, príncipes, presidentes eleitos, ditadores etc), visam, exclusivamente, o controle hegemônico do Mundo, independentemente das fronteiras de seus próprios países. É como se eles não pertencessem a país nenhum, pois exploram, inclusive – e também – as populações e instituições de seus próprios países natais.
Forças ocultas…
Estes grupos são o que costumamos chamar, genericamente, de oligarquias internacionais ou supra-nacionais. São lideradas, no âmbito das Américas, pelos EUA, e na Europa, pela Inglaterra. E são aquilo que costumamos apelidar de “forças ocultas” – expressão pela primeira vez publicamente usada, creio eu, pelo então presidente da República Jânio Quadros, ao indicar os motivos pelos quais estaria renunciando: pela atuação das tais “forças ocultas”, contra as quais ele não tinha condições de combater e que, segundo ele, deveriam estar dominando o Brasil. Jânio Quadros, pelo menos que eu saiba, nunca revelou quais eram essas tais “forças ocultas”, nem se elas seriam de âmbito nacional ou internacional. Sim, porque também a nível nacional existem certas oligarquias dominantes, muitas delas oligarquias familiares, comandadas pelos velhos “caciques” que todos nós conhecemos, mas também oligarquias empresariais, ou melhor, os cartéis empresariais, a começar pelos dos bancos, grupos da construção civil, os das mineradoras, dos fabricantes de papéis, das editoras, de montadoras de automóveis, de agências seguradoras etc.
Esses cartéis, a nível nacional, existem, analogamente, a nível internacional, e muitos dos dirigentes de nossas maiores oligarquias locais freqüentam as reuniões dos grupos oligárquicos internacionais, como por exemplo o Sr. Israel Klabin (da indústria de papel), e o falecido Sr. Roberto Marinho (da indústria das comunicações), o qual, certamente, já deve ter sido substituído por um de seus filhos nas ditas reuniões internacionais.
Quem são os grupos oligárquicos internacionais
Até algum tempo atrás, essas oligarquias internacionais, que se reuniam (como ainda se reúnem) em certos grupos mais ou menos distintos, mantinham suas reuniões, assim como seus participantes, em completo sigilo. Muitos poucos indivíduos, além dos participantes, sabiam da existência de suas reuniões, onde e quando – mas algumas pessoas furaram esse bloqueio, através de cansativas e perigosas investigações, ou por ouvirem falar, por terem sabido de qualquer indício ou suspeita no que diz respeito a essas reuniões, e assim souberam de coisas, tirando suas próprias conclusões, com base em dados concretos, ou não, e acabaram revelando esses segredos a mais alguém.
No entanto, nos últimos anos, uma série de indivíduos, quase todos da imprensa, voltaram-se para a investigação séria e mais cautelosa sobre essas entidades secretas, e alguns deles chegaram a fatos concretos, baseados em provas, quando não de suas próprias presenças nessas reuniões. Assim, há diversos livros, mormente nos EUA sobre esses grupos fechados e suas reuniões secretas, que se realizam, não sempre em um único local, mas em vários locais diferentes a cada encontro, em diversas partes do Mundo.
Os “clubes” oligárquicos
Ultimamente foi publicado no Brasil, encontrando-se o mesmo nas livrarias, atualmente, o livro «A Verdadeira História Do Clube Bilderberg», de autoria do jornalista Daniel Estulin. Este jornalista, partindo de fontes consideradas secretas, mas fidedignas, às quais teve acesso, e a depoimentos de pessoas que conheciam e até mesmo freqüentavam as reuniões dos grupos oligárquicos tratados no livro, e também utilizando como fontes outros livros similares já publicados anteriormente – organizou um fantástico dossiê sobre o chamado Clube Bilderberg, o qual, ao que parece, é uma espécie de lider dentre os outros grupos afins, dos quais pode-se destacar o grupo intitulado Comissão Trilateral e outro, o CFR – Council on Foreign Relations.
Há outros grupos similares, ou “clubes” de menor destaque, cujos membros intercambiam-se entre eles e os três maiores, de acordo com seus interesses imediatos e particulares. Outro grupo que merece ser destacado é o chamado Skull and Bones, o qual, ao que parece, é estritamente norte-americano, decorrente dos “luminares dinásticos da Universidade norte-americana de Yale, e é formado por indivíduos previamente escolhidos, que fazem parte da elite de Yale – e de cuja organização fizeram parte vários dos ex-presidentes dos EUA, e o atual George W. Bush, assim como tinha sido o seu pai, George Bush. (Skull and Bones).
Os grupos Bilderberg, CFR e Comissão Trilateral, por outro lado, são formados por componentes de vários países (como já foi mencionado acima), muitos deles dirigentes e ex-dirigentes de várias nações (EUA, Inglaterra, Canadá, França, Holanda, Japão etc), como também – e principalmente – de representantes das mais destacadas instituições financeiras do Mundo (Banco Central Americano, BIRD – Banco Mundial, BID, FMI etc), e também das mais poderosas empresas comerciais mundiais (Standard Oil, Ford, Coca-Cola, Pepsi-Cola, laboratórios internacionais etc); e também por elementos que representam os maiores e mais poderosos clãs familiares dos EUA e da Europa e também da Ásia, mormente os do Japão.
São, de fato, grupos – a que chamamos oligárquicos (palavra que vem de – Aurélio – “oligarquia”: «governo de poucas pessoas, pertencentes ao mesmo partido, classe ou família; preponderância de uma facção ou de um grupo na direção dos negócios públicos»). Com o intuito de se melhor compreender a atuação desses grupos, vamos falar de cada um deles de per si, cada um, entretanto, em seu próprio artigo.
Os objetivos dos grupos oligárquicos
Os objetivos dessas oligarquias já puderam ser observados, de uma forma geral, em seus próprios verbetes. No entanto, não custa, para fins didáticos, ordená-los adequadamente, para que o prezado leitor desconhecido tenha uma visão melhor e mais clara das mesmas – com um todo – indepedentemente das características peculiares e particulares de cada uma dessas “organizações”. Deve-se notar que os objetivos de todas elas são mais ou menos os mesmos, com pequenas variantes politicamente adequadas, certas nuances, mas, no fundo, no fundo, todos seus participantes querem a mesma coisa: poder – domínio e controle do Mundo, quer seja parcialmente, quer seja totalmente. Esses desejos oligárquicos podem ser enumerados, ou classificados, da seguinte maneira:
⇒ O domínio político-econômico-militar e ideológico do Mundo – através de um “governo mundial”;
⇒ A limitação do uso e o controle das reservas naturais do planeta, para seu próprio consumo; e
⇒ A hegemonia de uma raça, supostamente superior – a anglo-saxônica-protestante – da qual se julgam parte. Esses pontos também serão analisados em artigos específicos neste blog.
Os meios para conseguir os objetivos
⇒ A “globalização da economia” – os poderosos agentes econômicos se aglutinando em cartéis planetários (os maiores grupos comprando os menores) e se espalhando por todo o Mundo;
⇒ A desmilitarização dos países – de todos os países. Após uma longa e bem articulada campanha gerneralizada mundial e local contra os militares (taxando-os de ditadores em potencial), as forças armadas (como inúteis e caras) – e até contra a polícia, desmoralizando-a – extinguí-las aos poucos, até sua eliminação total, inclusive com o completo desarmamento do cidadão civil – deixando armados (armas leves) apenas determinados e mínimos corpos para-militares comandados por civis, para manter a ordem local. O poderio militar pesado passaria, então, a ser exercido pela ONU, pela NATO e/ou por organismos internacionais similares, através de suas “forças de paz” – comandadas pelo “governo mundial”;
⇒ O desenvolvimento da filosofia malthusiana de controle e diminuição da população no Mundo, através do incentivo ao aborto, à homossexualidade, e à esterilização em massa – mormente nos paíes do Terceiro Mundo, que são os que mais crescem demograficamente, e onde ainda se situam as maiores reservas naturais disponíveis em grande escala no planeta – para que estes países não as utilizem, em prol dos grandes oligarcas internacionais e de suas nações imperialistas.
O papel do ambientalismo e do indigenismo
⇒ levar as nações do Terceiro Mundo, e outras, mormente as de grandes áreas territoriais, à sua “balcanização”, com a sua sub-divisão em vários países menores e mais fáceis de manejar, assim como sugerindo ao Mundo que esses países não têm condições de admistrar seus recursos naturais de forma “sustentável”, e com isso forçando a criação de imensas reservas biológicas, administradas por organismos internacionais (normalmente ONGs), vinculados ao “governo mundial” – ou mesmo com a intervenção das “forças de paz” em áreas de grande interesse internacional (como a Amazônia, por exemplo);
⇒ à “balcanização” dos mesmos países, com o incremento de discórdias entre nações vizinhas, visando a não-integração continental e/ou sub-continental, e, contribuindo para isso, fomentando o racismo separatista entre grupos étnicos dentro dos próprios países, visando a sua subdivisão em reservas indígenas e étnicas, sem o acesso às mesmas por parte das nações onde elas se encontrem, mas administradas pelas ONGs subordinadas ao “governo mundial”. Estas ONGs, que são as únicas que podem adentrar a tais reservas (biológicas ou indigenistas) farão, assim, a extração clandestina e criminosa dos recursos naturais dos países, recaindo a culpa por tal tráfico (quando são apanhados em flagrante), em última instância, nos próprios governos dos países vítimas, e não nas ONGs clandestinas que operam essas reservas, escravizam os índios e as exploram economicamente.
Mudanças de paradigmas culturais
Induzir os países-alvo das oligarquias imperialistas à sua miséria cultural e moral, através do que se costuma chamar de “mudança de paradigma cultural”. Isso quer dizer uma mudança radical na maneira das pessoas verem o Mundo e as pessoas, com total desprezo aos conceitos morais e éticos decorrentes do desenvolvimento da Civilização Ocidental, e com a total desmoralização do próprio ser-humano, com sua conseqüente perda de amor-próprio e auto-estima. Com a derrubada dos mais elementares conceitos de ética e de moral, o cidadão passa a aceitar qualquer coisa como efeito da “modernidade”, inclusive até, a aceitar que seu próprio país não tenha condições de se auto-gerir, pois campanhas de desmoralização dos políticos, da polícia e das forças armadas são constantes, ao passo que propagandas subliminares e até mesmo ostensivas, valorizam conceitos imorais e pessoas amorais que, antes, eram motivo de severas críticas. Essas campanhas são projetadas, com o intuito de “amolecer” as populações-alvo, de torná-las dóceis a qualquer tipo de mudança, mesmo que para pior (porque as pessoas passam a achar que o pior é que é o certo, e, por isso, passa a ser o melhor para elas) – campanhas essas que são engendradas pelas oligarquias internacionais imperialistas, através de entidades especializadas em “mudanças de paradigmas culturais”, cuja mais conhecida é o Instituto Tavistock de Relações Humanas, de origem inglesa, e que atua em todo o Mundo.
Uma rede que se fecha aos poucos
Como se pode prever, desde o fenômeno da globalização, passando pela total desmilitarização das nações, a eliminação das fronteiras nacionais dos Estados hoje constituídos pode ser percebida, claramente, nas entre-linhas deste global e ambicioso projeto engendrado pelas grandes oligarquias mundiais. O ambientalismo radical, em conjunto com o indigenismo doentio, são pedras fundamentais no processo, e podem, em conjunto, constituir-se numa das maiores ameaças de toda a História aos Estados Nacionais menos protegidos e mais ricos em recursos naturais. E, com a campanha de difamação dos países, no sentido de mostrar ao Mundo que essas nações não são capazes de tomar conta de suas riquezas – inclusive disso convencendo, através de mentiras e de estatísticas forjadas e distorcidas, os seus próprios habitantes, o que poderá causar o próprio consentimento de suas populações em eventuais intervenções internacionais em suas pátrias, como se isso fosse bom para elas.![]()
Os livros a ler são: «A Verdadeira História do Grupo Bilderberg», de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil, SP); «A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro», de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda, SP); e «O Governo Secreto», de Jim Marrs (Madras Editora Ltda, SP).
Obs: na página deste blog sobre livros há outros títulos que também falam do mesmo assunto e variações.

Especuladores sempre irao existir o que nao pode existir e sempre existe no BRAZIL e em qualquer lugar do mundo é privada com caixa dois e ambiguidade sem tremer , na base, e assumir um cargo so ao inves de 2 corruptos… tucano ligado a maluf e mera conhecidencia. mais quem sou eu pra falar de denuncia… sou so um economista. ($futuro) empresario.
enquanto isso to na rede pegando onda e curtindo um bob no hawaii
!!!
Igor:
Boa sorte!
Husc
É mais fácil olhar o rabo dos outros…
Enfrentamos as super produções, com o super consumo.
A última coisa que queremos é a sustentabilidade das pessoas.
Afinal; quem lavaria as nossas privadas?
Rogério:
Obrigado pelo contato.
“Quem lavaria nossas privadas?” – cuidado com essas especulações. Normalmente elas têm fundo racista. Essa expressão implica em que haja uma certa parcela da população limitada – ou destinada – a tais atividades… A luta de classes é uma forma politicamente correta de nomear o racismo. Que tipo de gente o Sr. acha que deveria lavar nossas privadas? Como o Sr. sustenta essa teoria ou essa sua hipótese?
Saúde, prosperidade e sabedoria.
Husc