Aprovada reforma do Código Florestal

Após muitas idas e vindas, a Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 1876/99, que versa sobre a reforma do Código Florestal. Por 13 votos a 5, o texto principal do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi aprovado pela Comissão Especial que tem analisado a reforma da legislação ambiental. A matéria vai agora para votação em plenário em data ainda a ser marcada.

A implementação do indigenismo no Brasil

A manipulação das comunidades indígenas para apoiar a penetração de suas empresas na América do Sul tem sido uma prática do establishment oligárquico, pelo menos desde a Segunda Guerra Mundial. Nas últimas décadas, entretanto, a oligarquia ampliou, consideravelmente, o seu leque de ações neste campo, lançando as bases ideológicas para promover a autodeterminação e a posterior independência dos povos indígenas, fomentando uma espécie de “nacionalismo étnico”, em oposição ao Estado Nacional soberano. A instituição pioneira nestes esforços foi o CMI – Conselho Mundial de Igrejas.

WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste

No domingo 25 de abril, um grupo de ONGs capitaneadas pelo WWF promoveu um “abraço simbólico” em torno da Lagoa Encantada, em Ilhéus (BA), para protestar contra a criação de um porto privado da empresa Bahia Mineração na Ponta do Tulha, no mesmo município. A alegação dos “verdes” é a de que o empreendimento prevê o desmatamento de uma área de Mata Atlântica preservada equivalente a meio Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e que espécies endêmicas, como o macaco-prego-do-peito-amarelo, estariam ameaçadas de extinção.

Histórico da batalha de Belo Monte

Este post, de 15/04/2010, publicado no boletim eletrônico do MSIa é anterior ao leilão da usina de Belo Monte, que já se realizou, tendo saído vencedor o Governo Brasileiro, com a adjudicação da obra ao consórcio de empresas que executarão a obra. De qualquer forma o artigo é pertinente para dar uma idéia dos precedentes relativos a este episódio de Belo Monte, que terminou com a vitória brasileira frente os interesses oligárquicos estrangeiros envolvidos.

Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Senador pede CPI e ABONG quer debate público sobre a atuação de ONGs

Este post revela a resistência, por parte das ONGs (representada pela ABONG – Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) que infestam o Brasil, mormente na Amazônia (onde alguns estimam existir de 100 mil a 200 mil ONGs – o que eu, particularmente, acho um número muito elevado), de demonstrar suas verdadeiras intenções e a origem de seus recursos, apelando sempre para uma “audiência pública” (onde as ONGs controlam o público, obviamente) para resolver esse tipo de questão. Uma CPI é o instrumento adequado, justamente, para essas coisas nebulosas que prejudicam a nação brasileira e que necessitam de uma investigação séria e profunda – o que as ONGs não querem, evidentemente.

Associação Amazônia: a curiosa ONG do Sr. Clark

Pivô e principal denunciada pela primeira CPI das ONGs no Senado, que se encerrou em 2002, a Associação Amazônia até hoje nunca foi punida, apesar de o relatório final da comissão pedir seu indiciamento a oito órgãos públicos.

Deputado acusa ONG (Associação Amazônia) de aumentar área ocupada

Presidente da Assembléia Legislativa de Roraima diz que associação aumentou área supostamente grilada em 28 mil hectares desde o fim da CPI. O deputado Mecias de Jesus (PR), acusa a ONG Associação Amazônia de aumentar a área supostamente grilada no sul do Estado. Segundo ele, a área passou de 172 mil hectares para mais de 200 mil – cerca de 2 mil quilômetros quadrados. Ele foi uma das testemunhas ouvidas pela primeira CPI das ONGs do Senado, que, em 2002, pediu o indiciamento da Associação Amazônia por todo tipo de acusação. «Eles ocuparam aquilo ali de forma ilegal, fizeram documentos falsos e foram invadindo», disse Mecias ao Congresso em Foco.

Deputados condenam afirmações de que a Amazônia não pertence aos brasileiros

Os deputados Erci de Moraes e Chico Guerra do PPS e PSDB respectivamente condenaram nesta terça-feira, 27, na Assembléia Legislativa (ALE-RR) as afirmações de pessoas dos Estados Unidos e da Inglaterra, de que a Amazônia não pertence aos brasileiros e sim a todos os países. Na visão dos parlamentares os brasileiros precisam defender a Amazônia que nos últimos anos vem sendo alvo de intromissão por parte de estrangeiros.

ECOA – Ecologia e Ação

Fundada em 1989 por Alcides Farias, tem sede em Campo Grande (MS). Representa a Coalizão Rios Vivos no Brasil, sendo responsável pela Secretaria Executiva da Coalizão.

EWGA – European Working Group on the Amazon (Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia)

Grupo ad hoc integrado por inúmeras ONGs ambientalistas e repre­sentantes de vários governos de países amazônicos, entre os quais o Brasil, para a coordenação de ações na Amazônia.

IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia

Ver, neste blog, o post referente ao Woods Hole Research Center, que será publicado brevemente, e que fala sobre o IPAM. Nesse ínterim, outras informações poderão ser acrescentadas no presente post.

Opinião: O Brasil tem florestas demais?

O Brasil é muito criticado por desmatar a Amazônia e, com isso, contribuir para gerar diversas catástrofes ambientais. Mas há alguns fatos importantes a considerar. Há oito mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas mundiais já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram e muito, conforme revela o estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.

Desmatamento relativo dos EUA é maior que o do Brasil

A Academia Nacional de Ciências dos EUA acaba de publicar um interessante estudo sobre a perda bruta de cobertura florestal (inglês: Gross Forest Cover Loss – ou GFCL), ocorrida entre 2000 e 2005, nos sete países que possuem mais de um milhão de km2 de florestas: Rússia, Brasil, Canadá, China, Indonésia, República do Congo e os EUA. Juntos, a cobertura florestal desses países compreendem pouco mais de 32 milhões de km2, quase 60% do total da área florestal mundial.

James Cameron, o “exterminador” da Amazônia

Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.

Surge a tão esperada Amazônia industrial

Felizmente o Brasil está começando a reagir – de forma prática – contra o obscurantismo geopolítico representado pelo ambientalismo alienígena radical. A inauguração da IMMA e a recente licitação para a construção da Usina de Belo Monte, no rio Xingu, mormente esta última, constituiram a maior e mais espetacular vitória do Brasil, nos últimos 30 anos, no sentido de levar à Amazônia o desenvolvimento socioeconômico que a população daquela região tanto merece.

Fórum Internacional de Sustentabilidade, um “Titanic” na Amazônia

O Fórum Internacional de Sustentabilidade foi mais uma tentativa de manter acesa a chama aquecimentista por parte das oligarquias internacionais, que têm no ambientalismo sua forma mais popular de ação – embora disfarçada – de implementar políticas restritivas ao crescimento econômico do mundo como um todo, mas, principalmente, o dos países hoje ditos como “periféricos”.

NASA: a Amazônia não vai “secar”

Pouco a pouco a credibilidade do IPCC vai declinando, pois seus dados, há muito discutíveis, vêm sendo desmascarados por cientistas não comprometidos com o jogo geopolítico implementado pelas oligarquias internacionais através do ambientalismo aquecimentista.

Sobre o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia

Este post mostra as posibilidades de exploração da Amazônia, o processo de industrialização daquela região, os empecilhos levados a cabo por potências estrangeiras através de ONGs e discorre sobre a necessidade dos brasileiros empreenderem a exploração sustentável daquela área, tendo como ponto de partida a construção da usina de Belo Monte e o incremento do transporte hidroviário, dentre outras providências.

USAID faz parceria verde com índios na Amazônia

Mais uma vez o governo dos EUA, através da USAID, usa o aquecimento global, via “créditos de carbono” para firmar seus interesses no Brasil. Este artifício, que está na moda como uma das “soluções” para a “salvação do planeta”, foi instituído, na verdade, para obstaculizar o desenvolvimento sócio-econômico dos países “periféricos” – e permitindo que os países “centrais” paguem para continuar a poluir e manter seu atual status megalômano de consumo e conforto.