O pitaco da Pitanga

Com a aprovação do projeto de lei do Código Florestal, na Câmara dos Deputados, era mais que esperada a pronta reação do aparato ambientalista-indigenista internacional, que se engajou imediatamente em uma ativa campanha para pressionar a presidente Dilma Rousseff a vetar, pelo menos em parte, o texto aprovado. A ponta de lança da campanha é o movimento Veta, Dilma, que prolifera nas chamadas redes sociais, com forte apoio de ONGs ambientalistas, como o Greenpeace, e dos indefectíveis representantes da classe artística, em especial, do elenco da Rede Globo de Televisão.

Europa murcha expectativas para Rio+20

A União Europeia (UE) está enfrentando grandes dificuldades para concretizar a sua agenda para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), a ser realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 20-22 de junho próximos. Segundo Karl Falkenberg, chefe da Direção Ambiental da Comissão Europeia, o bloco está receoso com tais dificuldades, mas pretende seguir sendo um “parceiro ambicioso” na conferência, nos debates sobre a adoção de novos acordos internacionais sobre preservação ambiental (Euractiv.com, 25/04/2012).

Código Florestal, o dia seguinte

A aprovação do projeto de reforma do Código Florestal, pela Câmara dos Deputados, demonstrou, uma vez mais, que o movimento ambientalista não tem qualquer representatividade democrática, tendo que recorrer a canais de pressão autocráticos, com forte apoio externo, para impor os seus desígnios ao processo político nacional.

Jirau: “ecoterrorismo geopolítico” em ação – outra vez

A repetição dos atos de sabotagem no canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, pouco mais de um ano após ações semelhantes, em março de 2011, deixa pouca margem a dúvidas de que não se tratam de atos de vandalismo comuns. O que o País enfrenta é uma bem articulada estratégia de sabotagem de projetos de infraestrutura na Amazônia brasileira, por detrás da qual encontram-se setores radicais do movimento ambientalista-indigenista internacional. Por conseguinte, os mentores e autores da violência devem ser procurados entre integrantes dos chamados movimentos sociais diretamente influenciados pelas redes operacionais do aparato ambientalista-indigenista, que, possivelmente, infiltraram elementos nos canteiros de obras, como trabalhadores, para ficar à espera de uma oportunidade para perpetrar tais ações.

Greenpeace e FHC, de mãos dadas pelo “desenvolvimento zero”

Entre os dias 22 e 24 do corrente, teve lugar em Manaus (AM) a terceira edição do Fórum Mundial de Sustentabilidade (FMS). O evento, dedicado a delinear a agenda das grandes organizações ambientalistas para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), reuniu a tradicional mescla de nomes ilustres do ambientalismo internacional e palestrantes nacionais. Entre estes, o destaque ficou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que se dispôs a ser o primeiro signatário de uma campanha do Greenpeace para proibir totalmente o desmatamento no País.

OCDE embarca no trem da “economia verde”

Entre as grandes instituições multilaterais, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) era uma das poucas que ainda não havia embarcado plenamente no comboio do ambientalismo, elevado à condição de diretriz fundamental de organização das sociedades e economias. Agora, não mais. Na semana passada, a entidade que representa as economias mais industrializadas do mundo se uniu em grande estilo ao comboio da “economia verde”, com a divulgação de um relatório alarmista sobre as perspectivas ambientais do planeta em meados do século, caso não sejam tomadas medidas preventivas imediatas – evidentemente, baseadas em “soluções de mercado”.

A morte como solução ecológica

Graças à atuação de órgãos como a Unesco e a ONU, logo o controle populacional será consenso entre milhões de pessoas, que irão trabalhar, de forma “ecologicamente correta”, para sua própria destruição. Bomba populacional Em 1968, Paul R. Ehrlich deixou militantes de esquerda e direita horrorizados com o livro «Population Bomb». Os de esquerda o acusavam [...]

Batalha do Código Florestal: desfecho indefinido – por enquanto

O adiamento da votação final do projeto de reforma do Código Florestal pode acabar sendo a saída para se evitar um choque frontal entre a Presidência da República e o Congresso Nacional, em um momento que o País se prepara para sediar a conferência Rio+20. Embora a presidente Dilma Rousseff tenha confrontado a maquinaria ambientalista radical que obstaculiza o avanço de grandes projetos de infraestrutura contemplados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ela ainda não parece disposta a contrariar frontalmente a agenda ambientalista global, abrindo a guarda para certas pressões do aparato ambientalista-indigenista internacional.

Para quem aprecia potenciais emergências globais (sérias)

Duas notícias que receberam escassa divulgação na mídia mundial denotam os efeitos da equivocada percepção que tem orientado a seleção dos temas dignos de serem tratados como potenciais emergências globais, cujo enfrentamento efetivo exige ativos esforços cooperativos em escala internacional. O contraste não poderia ser maior, por exemplo, entre a politização dos fenômenos climáticos e os vastos recursos humanos e financeiros que têm sido desperdiçados para “combater” a imaginária ameaça do aquecimento global antropogênico, e a escassa atenção concedida a ameaças bem mais reais e imediatas, que, se concretizadas, poderão provocar impactos de magnitude comparável aos de filmes-catástrofe hollywoodianos.

Mais divergências sobre a Rio+20

Conforme se aproxima a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, as divergências quanto aos objetivos do evento vão ganhando relevo. Até mesmo as definições de expressões rotineiras na linguagem ambientalista estão servindo como combustível para discussões. Um exemplo desses desencontros pode ser visto durante a visita ao Brasil do secretário-geral da conferência, Sha Zukang, cujas diferenças de posições com a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira ficaram evidenciadas.

Funai contra-ataca para reaver hegemonia

No último dia 9 de janeiro, o Diário Oficial da União (DOU) publicou a Instrução Normativa N°1 da Fundação Nacional do Índio (Funai). Trata-se de um instrumento jurídico que define as atribuições da agência em relação ao licenciamento de empreendimentos, públicos ou privados, que tenham impacto potencial ou efetivo em terras indígenas. O problema é que, como o diabo mora nos detalhes, a redação da iniciativa da Funai inclui algumas sutilezas que abrem margem para uma ampliação de suas competências, estendendo-se à concessão de licenças ambientais para empreendimentos em terras indígenas, ao conferir uma definição extremamente elástica do que seriam tais “terras indígenas”.

Indígenas têm 13% do território nacional – mas indigenistas querem mais

O censo de 2010 registrou a existência de quase 818 mil brasileiros classificados como indígenas. Destes, 315 mil habitam áreas urbanas; para os demais 503 mil, foram demarcadas reservas com uma extensão de cerca de 1,1 milhão de quilômetros quadrados, equivalente a 13% do território nacional. Esta área é maior que toda a Região Sudeste, a mais populosa do País, onde vivem mais de 75 milhões de pessoas. Mas, ao que parece, o aparato indigenista internacional, que faz da defesa irrestrita dos silvícolas um insidioso instrumento político contrário à modernização da sociedade brasileira como um todo (indígenas inclusive), não está satisfeito.

Código Florestal: quem pagará a conta dos “incentivos” à preservação?

Os contribuintes brasileiros poderão ter que pagar a conta da preservação das áreas protegidas nas propriedades rurais, se prevalecer uma proposta feita durante as discussões sobre a reforma do Código Florestal no Senado. No último dia 15 de setembro, em um debate promovido pelas Comissões de Agricultura, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente do Senado, especialistas defenderam a proposta de criar um imposto para custear a bonificação de produtores rurais que se submeterem às restrições impostas pela legislação ambiental.

Aldo Rebelo: “Miriam Leitão, por que mentir?”

“O artigo “Código do Erro”, assinado por Miriam Leitão, expressa a pilhéria de Charles Dana de que o “jornalista separa o joio do trigo, e publica o joio”. Miriam é tida como jornalista bem informada, mas seu texto sobre o Código Florestal é uma sucessão de inverdades e erros carregados de má-fé e piores intenções.

Votação do Código Florestal provoca reação ambientalista

Em 6 de dezembro, foi aprovado no plenário do Senado o projeto do novo Código Florestal (PLC 30/2010), substitutivo de autoria dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) para o texto do então deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), aprovado pela Câmara dos Deputados em maio deste ano. Aprovado por 59 votos a favor e 8 contra, o novo texto do Código desencadeou uma série de críticas por parte das ONGs ambientalistas, sendo alvo, inclusive, de uma reportagem de um dos mais influentes jornais britânicos, evidenciando que a aprovação do Código fere interesses para além das fronteiras brasileiras.

Código Florestal tem boa largada no Senado

A tramitação no Senado do projeto de reforma do Código Florestal, aprovado na Câmara dos Deputados em maio último, teve uma largada positiva, com a divulgação do parecer do relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Alta, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), em 31 de agosto. O parecer deverá ser votado no próximo dia 14 de setembro e, em seguida, serão apresentados os pareceres da Comissão de Ciência e Tecnologia, cujo relator é também Luiz Henrique, e Meio Ambiente, a cargo de Tião Viana (PT-AC).

Código Florestal: não se pode servir a dois senhores

A aprovação do projeto de reforma do Código Florestal na Câmara dos Deputados representou um passo crucial para que o Estado brasileiro possa recuperar plenamente a sua soberania em relação à determinação da política ambiental, no sentido de retirá-la das mãos do movimento ambientalista internacional e reinseri-la no marco dos interesses maiores da sociedade brasileira.

Índio recebe multa de R$ 2,6 milhões por porte de quelônios

A draconiana legislação ambiental faz mais uma vítima: trata-se do índio Clóvis Rufino, da etnia marubo, que recebeu uma multa de R$ 2,6 milhões do Ibama. A penalidade foi aplicada pelo hediondo crime de estar na posse de quelônios, ovos de tracaiá e duas antas, provenientes de uma aldeia marubo, na região do Vale do Javari, na cidade de Atalaia do Norte (a 1.136 km de Manaus). Apesar de Rufino ter alegado que os animais se destinavam à alimentação de indígenas enfermos de sua aldeia, desabituados a se alimentarem dos animais que, tradicionalmente, compõem a dieta da maioria dos brasileiros, agentes do Ibama e da Funai, do alto da rigorosa observância do cumprimento da lei, interceptaram Rufino e deram mais uma demonstração do surrealismo das leis ambientais em vigor no País.

Lista malthusiana de desafios ambientais do PNUMA ignora reais emergências ambientais

Na campanha obstinada por converter a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) em um novo marco político de alcance global para a sustentação de uma agenda cada vez mais questionada, o aparato ambientalista internacional divulgou mais um manifesto. O documento, intitulado Foresight Report (Relatório de prognósticos), foi divulgado em 24 de fevereiro e integra uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), entidade que o aparato ambientalista pretende converter em uma agência ambiental mundial.

Os belos e Belo Monte

Pois estimados leitores cá estamos, dependendo de onde estamos. Se estivermos em São Paulo, por exemplo, podemos aproveitar das maravilhas da Balada Literária, a criação do Marcelino Freire, para mostrar que evento de literatura pode, sim, pode, ser muito legal, ter altíssima qualidade, e, ora vejam, ser grátis. Basta querer que todo mundo que queira entrar entre, não é mesmo?

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