James Hansen: carvão reduz aquecimento global

Fiel às contradições que constituem a marca registrada dos adeptos da infundada hipótese do aquecimento global antropogênico, ou causado pelas atividades humanas, um dos sumos sacerdotes desta casta pseudocientífica, o físico James Hansen, do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) dos EUA, acaba de produzir uma nova “pérola”. Segundo ele, a comprovada ausência de um aumento das temperaturas atmosféricas, nos últimos 15-20 anos, se deve ao crescente consumo de carvão para a geração elétrica em todo o mundo.

Para quem se interessa por emergências globais – verdadeiras

Na edição de 9 de março de 2012, este boletim publicou uma nota com um título quase idêntico ao desta. Na ocasião, comentamos criticamente o contraste entre a politização dos fenômenos climáticos e os vastos recursos humanos e financeiros que têm sido desperdiçados para “combater” a imaginária ameaça do aquecimento global antropogênico, e a escassa atenção concedida a ameaças bem mais sérias e com potencial para provocar desastres de grande magnitude, como impactos de corpos celestes contra o planeta. Na semana anterior, a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) dos EUA havia anunciado a passagem do asteróide 2012 DA14 pela Terra, prevista para 15 de fevereiro último, à astronomicamente insignificante distância de 27 mil quilômetros.

Onde foi parar o aquecimento global?

A revista alemã Der Spiegel, o mais importante semanário do país, sempre foi uma das principais divulgadoras europeias dos cenários alarmistas sobre as mudanças climáticas. Por isso, quando o seu editor de Ciências escreve um artigo sobre a perplexidade de alguns cientistas diante da falta de correspondência entre os prognósticos dos modelos climáticos e os fatos observados no mundo real, convém prestar atenção.

COP-18: mudanças climáticas não são mais prioridade

Um empate em zero a zero. Para o ex-ministro do Meio Ambiente e Florestas da Índia, N.R. Krishnan, a analogia futebolística representa o cenário mais provável para o desfecho da 18ª. Conferência das Partes (COP-18) da Convenção Quadro sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (UNFCCC), que começa na próxima segunda-feira 26, em Doha, Catar. Em um artigo publicado em 22 de novembro, no jornalThe Hindu, apropriadamente intitulado “As mudanças climáticas não são mais prioridade”, ele considera que as expectativas sobre a conferência são reduzidas, principalmente, pelo fato de os EUA e a União Europeia (UE) estarem concentrados na recuperação de suas economias.

“Aquecimentistas” aumentam alarmismo para COP-18

Como tem sido uma constante, nos períodos imediatamente anteriores às conferências climáticas das Nações Unidas, conhecidas pela sigla “COP”, o conjunto internacional de interesses que promove a agenda da “descarbonização” da matriz energética mundial sempre se empenha em divulgar novos relatórios, destacando um suposto agravamento dos problemas climáticos globais e, claro, a urgência da tomada de decisões para o avanço da agenda proposta. A semana que antecede a COP-18, em Doha, Catar (26 de novembro a 7 de dezembro), não poderia ser exceção, com duas contribuições de peso ao esforço, vindas do Banco Mundial e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) – que, como esperado, receberam grande destaque na mídia mundial.

Sandy: “É a Natureza, estúpido!”

A capa da revista Bloomberg Business Week de 1º. de novembro não deixa aos leitores margem a dúvidas, estampando em letras garrafais o título da matéria principal da edição: «É o Aquecimento Global, Estúpido!» O tema, claro, não poderia ser outro, senão a catastrófica passagem do furacão (ou supertempestade) Sandy pelo Caribe e a Costa Leste dos EUA, causando mais de 180 mortes, mais de 250 mil desabrigados e prejuízos superiores a 30 bilhões de dólares, na Jamaica, Haiti, República Dominicana, Cuba, Bahamas, Porto Rico e EUA.

São bons os ventos para a energia eólica no Brasil?

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da UFAL, e que já foi entrevistado aqui, envia este artigo em que questiona as vantagens da energia eólica. E olha que não se trata nem da morte de passarinhos pela instalação dos gigantes aerogeradores, mas pela enorme distância entre capacidade instalada e a quantidade de energia de fato capaz de ser produzida, aliada à seu alto custo de instalação. “Não que não devamos utilizar fontes alternativas, particularmente de energias renováveis e limpas. É a maneira falaciosa como essas soluções são “vendidas” à Sociedade”, escreve o professor.

“Cartilha climática” é desserviço à Ciência e desperdício de dinheiro público

As autoridades científicas do governo brasileiro acabam de dar mais uma demonstração de que o alarmismo climático se mantém com excelente saúde e perspectivas de uma prolongada permanência no País, com poucos riscos de que a sua posição hegemônica se veja ameaçada pelos críticos do chamado aquecimento global antropogênico (AGA). No último dia 3 de outubro, como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012, a Rede CLIMA e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC) lançaram um livreto para “apresentar, em linguagem acessível, a fundamentação científica das mudanças climáticas, embasada no conhecimento mais atualizado existente sobre o assunto. (INPE Notícias, 3/10/2012).

Al Gore abandona investimentos “verdes” – mas continua estrela

Al Gore pode não ter conseguido chegar à Casa Branca, devido às escandalosas fraudes ocorridas nas eleições presidenciais de 2000 e à decisão da Suprema Corte, que concedeu, por um único voto, a vitória ao seu rival George W. Bush. Porém, o ex-vice-presidente estadunidense não tem do que se queixar, pois tem se dedicado a uma autêntica cruzada global contra as emissões de carbono que, além do Oscar de melhor documentário e do Prêmio Nobel da Paz de 2007, lhe rendeu uma multimilionária conta bancária e uma projeção internacional que chega a ofuscar a do seu colega de governo Bill Clinton. Entre outras iniciativas, Gore fundou a empresa Generation Investment, para promover investimentos em “tecnologias verdes”.

As mudanças climáticas e o Holocausto

Na medida em que os cenários alarmistas sobre as mudanças climáticas têm sido crescentemente contestados e a opinião pública dos países industrializados se mostra cada vez mais descrente deles, os promotores do “aquecimentismo” passam a apelar para recursos dos mais estapafúrdios, em seu empenho de sustentar a agenda da redução do uso de combustíveis fósseis e toda a pletora de atividades correlatas. Um deles, que parece estar ganhando corpo, é a equiparação dos críticos da hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) com os negadores do Holocausto perpetrado pelos nazistas, na II Guerra Mundial, contra judeus, ciganos e deficientes físicos. A nova palavra de ordem deverá ser trombeteada ao mundo durante a Rio Climate Challenge (Rio Clima), encontro de legisladores, acadêmicos e ativistas ambientais, que ocorrerá no Rio de Janeiro (RJ), entre 14 e 17 de junho, em paralelo com a conferência Rio+20.

O pitaco da Pitanga

Com a aprovação do projeto de lei do Código Florestal, na Câmara dos Deputados, era mais que esperada a pronta reação do aparato ambientalista-indigenista internacional, que se engajou imediatamente em uma ativa campanha para pressionar a presidente Dilma Rousseff a vetar, pelo menos em parte, o texto aprovado. A ponta de lança da campanha é o movimento Veta, Dilma, que prolifera nas chamadas redes sociais, com forte apoio de ONGs ambientalistas, como o Greenpeace, e dos indefectíveis representantes da classe artística, em especial, do elenco da Rede Globo de Televisão.

OCDE embarca no trem da “economia verde”

Entre as grandes instituições multilaterais, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) era uma das poucas que ainda não havia embarcado plenamente no comboio do ambientalismo, elevado à condição de diretriz fundamental de organização das sociedades e economias. Agora, não mais. Na semana passada, a entidade que representa as economias mais industrializadas do mundo se uniu em grande estilo ao comboio da “economia verde”, com a divulgação de um relatório alarmista sobre as perspectivas ambientais do planeta em meados do século, caso não sejam tomadas medidas preventivas imediatas – evidentemente, baseadas em “soluções de mercado”.

Movimento Gota d’Água: inocência ou má-fé?

Assisti ao Globo News em Pauta, nesta semana, onde um representante do Movimento Gota D’Água, um ilustre e desconhecido ator/diretor de cinema chamado Sergio Marone, se apresentou defendendo a paralisação da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Fiquei abismado com o desconhecimento do assunto por parte do dito senhor. Ele disse não ser especialista no assunto – e isso só bastaria para ele se abster de tecer qualquer tipo de comentário sobre o tema.

“Dentistas” e “doutores” polemizam sobre mudanças climáticas

Em qualquer discussão ou debate, quando um dos participantes recorre ao argumento da autoridade, seja hierárquica ou de qualificações acadêmicas, para tentar se impor aos opositores, a provável motivação de tal atitude é a falta de argumentos convincentes. Esta constatação, que todos já presenciaram em várias oportunidades, não tem estado ausente nos debates sobre as mudanças climáticas. De fato, é frequente entre os defensores da hipótese “antropogênica” do aquecimento global, que costumam recorrer ao argumento da autoridade em face da absoluta inexistência de evidências físicas que comprovem a sua hipótese.

Taxas “verdes” para os transportes aéreo e marítimo

Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto “Fundo Verde” (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.

É hora de mudar a agenda ambiental global

O desfecho da Conferência de Durban, a COP-17, reforça a percepção que se tem diante dos demais aspectos da crise global, referente ao abismo que separa as agendas políticas prevalecentes na maior parte do planeta dos fatos do mundo real, que influenciam o cotidiano e as aspirações e necessidades da grande maioria das sociedades. De fato, ao se observar o enorme empenho colocado na preservação da irracional agenda de “descarbonização” da economia mundial, com uma sobrevida comercial ao Protocolo de Kyoto e o estabelecimento de uma “declaração de boas intenções”, que prevê a adoção global de cotas de emissões de carbono para 2020, só se pode lamentar a profunda perda de contato com a realidade por parte de setores que deveriam liderar as sociedades na busca de uma superação da crise global.

De Durban ao Rio: o esgotamento da agenda ambiental

O governo da presidente Dilma Rousseff está colocando grandes expectativas na realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho de 2012. Por conta dela, considerada o maior evento internacional do mandato da presidente, o Palácio do Planalto e o Itamaraty estão tomando todas as precauções para não criar atritos e contenciosos na área ambiental, que possam prejudicar a pretendida posição de “potência ambiental” que alguns pretendem atribuir ao País. Tal inclinação tem se refletido, entre outros exemplos, no endurecimento de certas posições do governo em relação à reforma do Código Florestal que está sendo discutida no Congresso, sendo a conferência citada frequentemente como justificativa.

Negócios “climáticos”

Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem “ambientalmente amigável” diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.

Conferência “Collor + 20″?

Duas décadas depois da conferência Rio-92, que consolidou as diretrizes ambientalistas na agenda política internacional, o Brasil volta a sediar outro evento semelhante e, não menos, apresta-se a uma questionável posição de “liderança” de um processo que, a todas as luzes, necessita de uma urgente revisão, por conta dos seus inegáveis desvios e excessos. Em 1992, o governo de Fernando Collor de Mello manteve a submissão passiva e acrítica do Brasil à agenda ambientalista-indigenista internacional, aprofundando uma tendência que teve início com seu antecessor, José Sarney, e seria consolidada nos de seus sucessores, até o presente. Agora, estamos diante do risco de que a gestão da presidente Dilma Rousseff assuma novos compromissos lesivos aos interesses do País, na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que se realizará no Rio de Janeiro, em junho de 2012.

A vaca ecologicamente correta e o Carnaval brasileiro

Aqui está a coitada da vaquinha ecologicamente correta. Essa turma “eco-ambientalóide assim meio de esquerda tom verde sustentável”, é ruim que só! Pobrezinha da vaca! Que maldade. Enfiaram-lhe um tubo no fiofó e os flatos vão para o reservatório rosa-medonho . Se ao menos, pintassem ela de verde, nem precisaria ser de verde sustentável, poderia até ser verde limão, abacate, manga espada,…qualquer um, desde que seja uma fruta, é isso aí, fruta! Tem que ser! Fruta é natureba! A tinta deveria ser à base de capim-não gordura, é óbvio, com aprovação do IBAMA e certificado do Greenpeace, e não faria mal nenhum aos animais. Provavelmente mais um produto Natura.

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