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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Aquecimento Global</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 18:56:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>OCDE embarca no trem da &#8220;economia verde&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ocde-embarca-no-trem-da-economia-verde/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/ocde-embarca-no-trem-da-economia-verde/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 12:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[    Entre as grandes instituições multilaterais, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) era uma das poucas que ainda não havia embarcado plenamente no comboio do ambientalismo, elevado à condição de diretriz fundamental de organização das sociedades e economias. Agora, não mais. Na semana passada, a entidade que representa as economias mais industrializadas do mundo se uniu em grande estilo ao comboio da "economia verde", com a divulgação de um relatório alarmista sobre as perspectivas ambientais do planeta em meados do século, caso não sejam tomadas medidas preventivas imediatas - evidentemente, baseadas em "soluções de mercado".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<blockquote><p><strong>Entre as grandes instituições multilaterais, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) era uma das poucas que ainda não havia embarcado plenamente no comboio do ambientalismo, elevado à condição de diretriz fundamental de organização das sociedades e economias. Agora, não mais. Na semana passada, a entidade que representa as economias mais industrializadas do mundo se uniu em grande estilo ao comboio da &#8220;economia verde&#8221;, com a divulgação de um relatório alarmista sobre as perspectivas ambientais do planeta em meados do século, caso não sejam tomadas medidas preventivas imediatas &#8211; evidentemente, baseadas em &#8220;soluções de mercado&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Embora tenha passado algo despercebido, em meio aos preparativos para a conferência Rio+20, o relatório, divulgado em 15 de março e intitulado <strong>«Panorama Ambiental Até 2050: as Consequências da Inação»</strong>, foi anunciado com as habituais manchetes bombásticas, como a do sítio G1: <strong>«Mundo Entra em Colapso se Ritmo de Crescimento Continuar, Afirma OCDE»</strong>. Ou o da revista <em>Business Week</em>: <strong>«OCDE Prevê Panorama “Horrível” para Ambiente Global em 2050»</strong>.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/04/ocde.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-13018" title="ocde" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/04/ocde-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p>Com efeito, o boletim de imprensa da OCDE transmite um tom de alarme e urgência:</p>
<blockquote><p><em>«Embora os países lutem contra os desafios imediatos das finanças públicas esgarçadas e o desemprego elevado, eles não devem negligenciar o longo prazo. Ações imediatas precisam ser efetuadas, para se evitar danos irreversíveis ao meio ambiente.»</em></p>
<p><em>«Fontes de crescimento mais verdes podem ajudar, hoje, os governos a enfrentar esses desafios prementes. O esverdeamento da agricultura, do abastecimento de água e energia e das indústrias será crítico, por volta de 2050, para que se possam atender às necessidades de mais de 9 bilhões de pessoas»</em> — disse o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría.</p></blockquote>
<p>Para os autores do documento, o &#8220;esverdeamento&#8221; da economia está diretamente vinculado – como não poderia deixar de ser – à redução das emissões de carbono provenientes do uso de combustíveis fósseis. Fazendo eco de prognósticos divulgados anteriormente por outras agências, eles afirmam que, em 2050, a demanda energética mundial será 80% superior à atual, com as economias emergentes respondendo pela maior parte do crescimento. Admitindo que 85% dessa demanda seria suprida por petróleo, gás natural e carvão mineral (índice superior aos atuais 82%), eles afirmam que isto poderia acarretar <em>«um aumento de 50% nas emissões globais de gases de efeito estufa e uma piora na poluição do ar»</em>.</p>
<p>A menção à poluição atmosférica sinaliza uma reorientação da agenda de politização da questão climática em âmbito internacional, até agora, predominantemente enfocada nas supostas influências do aumento das concentrações de carbono sobre as temperaturas, o nível do mar e outros impactos. Em função do crescente descrédito dessa variante do discurso catastrofista e, não menos, de alguns dos seus principais porta-vozes internacionais, o aparato &#8220;aquecimentista&#8221; parece estar ampliando o escopo de sua pauta, na tentativa de sustentar esta lucrativa máquina de centenas de bilhões de dólares.</p>
<p>De fato, o documento dá um grande destaque à poluição atmosférica urbana, afirmando que ela está a caminho de se tornar <em>«a maior causa ambiental de mortalidade mundial, em 2050, à frente da água suja e da falta de saneamento»</em>.</p>
<p>O mais curioso é que as deficiências de água e saneamento básico, que constituem de longe o maior problema ambiental do planeta, raramente sejam mencionadas em documentos ambientalistas e, agora, a OCDE lhes confere o devido destaque – mas, apenas para ressaltar a dimensão da ameaça da poluição atmosférica urbana, atribuída ao uso crescente de combustíveis fósseis! Efetivamente, não se tratam de amadores.</p>
<p>O documento lista uma série de urgentes desafios, como a perda global de biodiversidade e a crescente demanda de água, todos acompanhados por sombrias projeções e consequências para a população mundial, principalmente, nas economias emergentes e nos países menos desenvolvidos. Felizmente para a Humanidade, os operosos autores do relatório da OCDE colocam toda a sua presciência e visão de longo prazo para oferecer uma alternativa:</p>
<blockquote><p><em>«Para se evitar o sombrio futuro pintado por &#8220;Panorama ambiental até 2050&#8243;, o relatório recomenda um coquetel </em>[sic]<em> de soluções políticas: usar impostos ambientais e esquemas de comércio de emissões, para tornar a poluição mais custosa do que as alternativas mais verdes; valorar e precificar os ativos naturais e serviços dos ecossistemas, como o ar limpo, água e biodiversidade, atribuindo-lhes o seu verdadeiro valor; remover subsídios ambientalmente prejudiciais aos combustíveis fósseis ou esquemas de irrigação perdulários; e incentivar as inovações verdes, encarecendo os modos de produção e consumo poluentes e, ao mesmo tempo, proporcionando apoio público à pesquisa e desenvolvimento básicos»</em> [para as "inovações verdes" - n.e.].</p></blockquote>
<p>Como se percebe, a intenção é manter a insana agenda de &#8220;descarbonização&#8221; da economia mundial, sem oferecer alternativas tecnológicas efetivamente mais avançadas, mas apenas o batido receituário das &#8220;soluções de mercado&#8221;, o que asseguraria uma vasta expansão do mercado de créditos de carbono (e, sem dúvida, a próxima grande bolha especulativa no caminho da reconstrução da economia mundial). Ademais, a adoção em larga escala de semelhante &#8220;coquetel&#8221; implicaria em um poderoso obstáculo ao desenvolvimento das economias emergentes, em especial, as asiáticas – o que, evidentemente, não incorreria no desagrado dos membros da OCDE, alguns dos quais bastante desconfortáveis com a transferência do centro de gravidade geoeconômico do planeta para a Bacia do Pacífico. Não obstante, é difícil que se possa &#8220;esverdear&#8221; uma economia global que se encontra seriamente ameaçada de &#8220;entrar no vermelho&#8221;, caso não seja revertida a sua tendência atual.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></em></strong></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 42, de 23 de março de 2012.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong>Imagem</strong> ➞ <a href="http://jornaldigital.com/">http://jornaldigital.com</a></p>
<p><strong></strong><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Movimento Gota d&#8217;Água: inocência ou má-fé?</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 20:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assisti ao Globo News em Pauta, nesta semana, onde um representante do Movimento Gota D’Água, um ilustre e desconhecido ator/diretor de cinema chamado Sergio Marone, se apresentou defendendo a paralisação da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Fiquei abismado com o desconhecimento do assunto por parte do dito senhor. Ele disse não ser especialista no assunto – e isso só bastaria para ele se abster de tecer qualquer tipo de comentário sobre o tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23cJpegMini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9605" title="harpia-23cJpegMini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23cJpegMini.jpg" alt="" width="100" height="55" /></a></p>
<blockquote><p><strong>Esta é uma carta que enviei ao Movimento Gota D&#8217;Água, via e-mail.</strong></p>
<p><strong>Senhores:</strong></p>
<p><strong>Assisti ao Globo News em Pauta, nesta semana, onde um representante do Movimento Gota D’Água, um ilustre e desconhecido ator/diretor de cinema chamado Sergio Marone, se apresentou defendendo a paralisação da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Fiquei abismado com o desconhecimento do assunto por parte do dito senhor. Ele disse não ser especialista no assunto – e isso só bastaria para ele se abster de tecer qualquer tipo de comentário sobre o tema.</strong></p></blockquote>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/Sergio-Marone.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12660" title="Sergio-Marone" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/Sergio-Marone.jpg" alt="" width="271" height="186" /></a></p>
<p>Belo Monte, além de ser assunto que já vem sendo discutido há mais de 30 anos – e a decisão do Governo foi pela sua construção – tanto que sua obra já está em andamento – assim como o programa energético brasileiro, não são assuntos para ser debatidos, muito menos confrontados, por um artistazinho de cinema. Esse moço, para variar, é um inocente útil, assim como seu site, que só auxiliam aqueles que desejam ver interrompido o crescimento socioeconômico do Brasil.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/artistas-do-movimento-gota-dagua.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12658" title="artistas-do-movimento-gota-dagua" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/artistas-do-movimento-gota-dagua-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<h2>O ambientalismo mundial e nacional</h2>
<p>O movimento ambientalista mundial, liderado por ONGs provenientes de países do hemisfério norte, principalmente, os Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Canadá etc, tenta, através de uma falsa defesa do meio ambiente e de populações marginais, principalmente do Terceiro Mundo, fazer com que esses países pobres tenham interrompidos seus desenvolvimentos, a fim de  que eles não consumam os recursos naturais ainda restantes no planeta. Os países do Norte acham que os recursos naturais do mundo pertencem a eles, a fim de que continuem mantendo seus atuais níveis de consumo de conforto.</p>
<p>O Movimento Gota D’Água deveria, portanto, se inteirar melhor desse movimento ambientalista mundial, que já tem grandes raizes no Brasil, a fim de reciclar suas críticas, verdadeiramente infantis, que são feitas às providências que o Governo brasileiro vem tomando com vistas a melhorar o nível de vida de nossa população.</p>
<p>Felizmente, entretanto, o movimento ambientalista, principalmente o que concerne ao aquecimento global já é tema de quinta categoria no mundo e já não mais atrai a atenção, não só da população, como da mídia em geral, pelas mancadas que já deu e por suas falácias e mentiras já bastante desgastadas. Aliás, a pouca atenção da mídia mundial para esse tema foi comentada no programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Rio+20 não vai dar em nada</h2>
<p>Os &#8220;globais&#8221; também são otimistas quanto a Rio+20. Eu não sou. Ela vai ser liderada por um chinês, e todo mundo sabe que a China está pouco se lixando para gases-estufa, ambientalismos e coisas do gênero. Se a Rio-92, que era dirigida por Maurice Strong, um ambientalista fanático, não deu certo, o que se pode esperar da Rio+20? E não só por isso. Esse negócio de sustentabilidade já era. Todo mundo sabe que &#8220;ser sustentável&#8221; nada mais é do que uma estratégia de marketing politicamente correta, a fim de se obter a simpatia popular – como os &#8220;globais&#8221; fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>É fácil ser ambientalista quando já se tem tudo&#8230;</h2>
<p>É muito fácil reivindicar a proteção do meio ambiente quando já se tem um nível de desenvolvimento de primeiro mundo. É o caso dos países do norte, que, já tendo um ótimo nível de vida e de conforto, agora reivindicam a paralização do progresso dos países periféricos, como o Brasil. E tudo, repito, para que nós não utilizemos nossos recursos naturais a fim de deixá-los para os países centrais.</p>
<blockquote><p><strong>O difícil é convencer as populações pobres do mundo de que elas não podem se desenvolver mais além das miseráveis condições socioeconômicas que já possuem.</strong></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Da mesma maneira, é muito fácil para o senhor Marone (e para os demais artistas que fazem parte do Movimento Gota D’Água) ser contra a construção da usina de Belo Monte quando, certamente, deve morar numa zona nobre do Rio de Janeiro ou de São Paulo; quando, certamente, possui um ou dois carros, sendo um deles um 4&#215;4 queimando óleo diesel, naturalmente; quando, provavelmente, viaja para a Europa ou para os Estados Unidos, pelo menos uma ou duas vezes por ano para cada uma daquelas regiões, e/ou outras mais&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Assim é fácil ser contra Belo Monte, a qual, se não for construída, em nada alterará o modo de vida do senhor Marone e de seus amiguinhos – esquecendo, aquele senhor, de que 20 milhões de brasileiros daquela região sequer têm energia elétrica para ligar uma geladeira.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;">Aliás, o senhor Marone poderia se mudar para o interior do Pará, já que é tão ambientalista assim, pois lá, sem energia elétrica, estaria contribuindo para a ecologia planetária. Duvido é que ele dispense uma 4&#215;4 (à diesel, naturalmente), para poder andar por lá, no meio daquele mato&#8230; KKKKK</span></p>
<p><span style="color: #000080;">E também, claro, ele teria um gerador – movimentado através de óleo diesel, obviamente.</span></p></blockquote>
<p>Tenho a impressão de que o Governo brasileiro prefere contrariar o senhor Marone e seus pares, que ficarão “indignados” com a obra de Belo Monte, e ajudar aqueles 20 milhões de pessoas da região central do Brasil.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/artistas-belo-monte.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12659" title="artistas-belo-monte" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/artistas-belo-monte-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<h2>A pele de bonzinho vende&#8230;</h2>
<p>A impressão que a atitude do senhor Marone dá é a seguinte: hoje em dia está na moda ser a favor da falácia da sustentabilidade a fim de agregá-la como fatos de <em>marketing</em> – para que as pessoas tenham simpatia para com as empresas que se dizem “sustentáveis”. Tudo mentira, elas não têm nada de sustentáveis.</p>
<p>O mesmo se dá com a iniciativa dos artistas do Movimento Gota D’Água. A maioria deles – ilustres desconhecidos – tenta, através da iniciativa de ser contra Belo Monte, aparecer para o público com uma imagem de bonzinhos e assim se promover. Sim, porque do contrário, continuarão a ser desconhecidos completos, a não ser por algumas raras exceções.</p>
<blockquote><p><span style="color: #000080;"><strong>Uma dessas exceções é a senhora Maitê Proença, uma grande entendida de energia, certamente, como outros entendidos do Gota d’Água no referido assunto&#8230; E ela, que já viajou o mundo inteiro – de avião, certamente – poderia tê-lo feito de charrete, não é verdade? Para economizar energia e não contribuir para as emissões de CO<sub>2</sub> dos aviões que utilizou&#8230; E deveria ter atravessado os mares que atravessou num barquinho a remo&#8230;</strong></span></p></blockquote>
<p>Tolas exceções. O senhor Marone, aliás, comentou sobre alguns trabalhos que realizou, uns dois filmes, não mais do que isso. Nunca ouvi falar de nenhum deles, muito menos ouvi antes falar do senhor Marone. De fato, ele e seus filmes necessitam de uma propagandazinha&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quem fala demais acaba dando bom-dia a cavalo&#8230;</h2>
<p>Assim, artistas não devem se meter onde não são chamados, principalmente artistas estrangeiros. Estes, deveriam se preocupar é com seus próprios países, que não andam nada bem. E nada de se meter com os assuntos do Brasil.</p>
<p>E como se não bastasse, o senhor Marone, mui sapientemente, sugeriu que houvesse mudanças no programa energético brasileiro, sugerindo que Belo Monte fosse substituída por sistemas eólicos e/ou solares – assim como as demais usinas hidrelétricas que estão para ser construídas. Será que o senhor Marone sabe que os sitemas eólico e solar podem custar até 10 vezes mais do que um sistema tradicional (para o mesmo fornecimento de energia), e com rendimentos de apenas 20% em relação aos sistemas convencionais?</p>
<p>Claro, nós somos um país rico, não é, senhor Marone? Podemos, então, optar por sistemas 10 vezes mais caros e 5 vezes menos eficientes, não é? Problema nenhum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Que técnicos?</h2>
<p>Aliás, gostaria de saber que <em>técnicos</em> foram aqueles nos quais o senhor Marone se baseou para dar um ar sério e técnico a seu depoimento? Quem são eles? Pelo que o senhor Marone <em>leu</em>, não sei se eles sabem tanto assim sobre energia&#8230; Ou se sabem&#8230;</p>
<p>Não nos esqueçamos que a Ciência, hoje, está cada vez mais politizada. Muitos cientistas se vendem (aos interesses estrangeiros) a fim de garantir seus investimentos em pesquisas – e para garantir seus empregos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A ONG Amazon Watch</h2>
<p>Só mais uma coisinha: foi falada, no programa, alguma coisa sobre a ONG Amazon Watch (além de sobre o Greenpeace e outras ONGs estrangeiras), e seu exemplo serve para mostrar como a coisa das ONGs funciona. Vejam o seguinte texto do livro «Máfia Verde», que o pessoal do Gota D’Água deveria ler, a fim de não continuarem a falar bobagens.</p>
<p><em>«A </em><em>Fundação W. Alton Jones é u</em><em>ma das mais poderosas</em><em> fundações estadunidenses. Seu balanço de 1999 revelou ativos superiores a 426 milhões de dólares, tendo feito doações da ordem de 58 milhões de dólares. Seus “ecodólares” têm sido fundamentais para a movimentação das campanhas anti-hidrovias na América do Sul, principalmente contra a hidrovia Paraná-Paraguai, para a qual doou diretamente mais de 1,1 milhão de dólares. Seus principais recepto­res foram as ONGs Internacional Rivers Network, Coalizão Rios Vivos, ICV, ECOA, Sobrevivencia, Ecotrópica, EDF e Wetlands for the Americas.»</em></p>
<p><em>«Adicionalmente, fez as seguintes doações para programas “ambientais” destinados ao Brasil: 100 mil dólares para a Fundação Brasileira para o Desen­volvimento Suatentável, presidida por Israel Klabin; 275 mil dólares para o Amazon Conservation Team; <strong>204 mil dólares para a Amazon Watch</strong>; 100 mil dólares para a Fundação Vitória Amazônica; 80 mil dólares para o Instituto de Advogados para um Planeta Verde; 48 mil dólares para a SOS Amazônia; 684 mil dólares para o World Resources Institute (inclui outros países); 239 mil dólares para a Rainforest Alliance (inclui outros países); 100 mil dólares para a Universidade de Maryland; 184 mil dólares para a Universidade de Washington.»</em></p>
<p>É para essa gente que o Movimento Gota d’Água está trabalhando?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Minha sugestão é a seguinte:</h2>
<p>Tenho um site intitulado  <a href="../">http://blogdoambientalismo.com</a> . Esse site já tem uns dois anos e tem uma procura mensal por parte de mais de 12.000 pessoas, tendo já alcançado, inclusive, a classificação número 3 no <em>rankind</em> de sites do Google. Já publiquei quase 600 artigos sobre ambientalismo, governança mundial, sustentabilidade, indigenismo, ONGs etc etc etc.</p>
<p>O pessoal do Gota D&#8217;Água deveria dar uma olhada no meu site. Talvez eles aprendam alguma coisa, caso queiram, obviamente. Talvez consigam entender como é que a banda toca nesse mundo do ambientalismo. E se entenderem, verão como iniciativas dessas, do tipo das do Movimento Gota D’Água são, não só tolas, ingênuas (ou compradas), como nocivas ao Brasil. Eles sentirão vergonha.</p>
<p>E vergonha senti eu, quando vi no programa acima mencionado, as coisas que o senhor Marone falou a as propostas de seu Movimento. Vergonha e pena dessas pessoas, que não sabem de nada, mas acham que sabem. E como se não tivessem mais o que fazer, ainda se metem onde não são chamados. Imagine a pretensão dessa gente: fazer um movimento global no Brasil a fim de que seja “repensado” o programa energético brasileiro! Isso é uma piada!</p>
<p>Aliás, quem sustenta e financia o Movimento Gota d’Água? Boa pergunta, não é? Eu digo quem sustenta meu site. Eu mesmo, solitariamente, com meu salário e meu tempo.</p>
<p>Saudações e juízo, minha gente!</p>
<p>Husc<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9606" title="harpia-23dJpegMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg" alt="" width="80" height="45" /></a></p>
<p><strong>Imagens → </strong><a href="http://ofuxico.terra.com.br/">http://ofuxico.terra.com.br</a> ; <a href="http://www.novidadedahora.com.br/">http://www.novidadedahora.com.br</a> ; <a href="http://epocanegocios.globo.com/">http://epocanegocios.globo.com</a></p>
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		<title>&#8220;Dentistas&#8221; e &#8220;doutores&#8221; polemizam sobre mudanças climáticas</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/dentistas-e-doutores-polemizam-sobre-mudancas-climaticas/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[    Em qualquer discussão ou debate, quando um dos participantes recorre ao argumento da autoridade, seja hierárquica ou de qualificações acadêmicas, para tentar se impor aos opositores, a provável motivação de tal atitude é a falta de argumentos convincentes. Esta constatação, que todos já presenciaram em várias oportunidades, não tem estado ausente nos debates sobre as mudanças climáticas. De fato, é frequente entre os defensores da hipótese "antropogênica" do aquecimento global, que costumam recorrer ao argumento da autoridade em face da absoluta inexistência de evidências físicas que comprovem a sua hipótese.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="245" height="51" /></a></p>
<p><strong>Em qualquer discussão ou debate, quando um dos participantes recorre ao argumento da autoridade, seja hierárquica ou de qualificações acadêmicas, para tentar se impor aos opositores, a provável motivação de tal atitude é a falta de argumentos convincentes. Esta constatação, que todos já presenciaram em várias oportunidades, não tem estado ausente nos debates sobre as mudanças climáticas. De fato, é frequente entre os defensores da hipótese &#8220;antropogênica&#8221; do aquecimento global – que costumam recorrer ao argumento da autoridade em face da absoluta inexistência de evidências físicas que comprovem a sua hipótese.</strong></p></blockquote>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/medo-2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12568" title="medo-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2012/02/medo-2-300x257.gif" alt="" width="300" height="257" /></a></p>
<h2>Críticas ao alarmismo irritam ambientalistas</h2>
<p>Recentemente, o <em>Wall Street</em> <em>Journal</em> foi o palco para mais uma dessas manifestações de cientistas &#8220;aquecimentistas&#8221;, irritados com o espaço conferido pelo jornal a um artigo de cientistas críticos do alarmismo climático. Publicado em 27 de janeiro, com o título <strong>«Não Há Necessidade de Pânico Sobre o Aquecimento Global»</strong>, o artigo foi assinado por 16 cientistas e engenheiros de renome internacional, entre eles, Richard Lindzen (MIT), Nir Shaviv (Universidade Hebraica de Jerusalém), Antonio Zichichi (presidente da Federação Mundial de Cientistas de Genebra), Henk Tennekes (ex-diretor do Serviço Meteorológico Real Holandês) e Claude Allegre (ex-diretor do Instituto de Estudos da Terra da Universidade de Paris).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A falta de argumentos científicos</h2>
<p>Já no subtítulo do texto, os signatários sintetizam o &#8220;recado&#8221; do mesmo: <em>«não existem argumentos científicos convincentes para ações drásticas para &#8220;descarbonizar&#8221; a economia mundial»</em>. A mensagem prossegue, contundente:</p>
<blockquote><p>(&#8230;) <em>«A afirmativa, frequentemente repetida, de que quase todos os cientistas exigem que alguma coisa dramática seja feita para deter o aquecimento global não é verdadeira. De fato, um número grande e crescente de destacados cientistas e engenheiros não concorda com que sejam necessárias ações drásticas sobre o aquecimento global.»</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«A falta de aquecimento durante mais de uma década&#8230; sugere que os modelos de computadores têm exagerado, largamente, o montante de aquecimento adicional que pode ser causado pelo CO<sub>2</sub>. Confrontados com este embaraço, aqueles que promovem o alarmismo têm reorientado as suas batidas de tambor, do aquecimento para os extremos climáticos, para estabelecer que qualquer coisa incomum que ocorra em nosso clima caótico seja atribuída ao CO<sub>2</sub>.»</em></p></blockquote>
<h2>Indo contra interesses</h2>
<p>O artigo, escrito em um tom pouco comum entre cientistas, não deixa margem a dúvidas sobre a natureza do catastrofismo climático e os seus beneficiários:</p>
<blockquote><p><em>«Essa não é a maneira em que se espera que a ciência funcione, mas já vimos isto antes &#8211; por exemplo, no assustador período em que Trofim Lysenko sequestrou a Biologia na União Soviética. Os biólogos soviéticos que revelavam a sua crença nos genes, que Lysenko afirmava ser uma ficção burguesa, foram demitidos dos seus postos. Muitos foram enviados ao gulag e alguns foram condenados à morte.»</em></p>
<p><em>«O alarmismo sobre o clima produz grandes benefícios para muitos, proporcionando financiamento governamental para pesquisas acadêmicas e uma razão para o crescimento de burocracias governamentais. O alarmismo também oferece uma desculpa para que os governos aumentem os impostos, os subsídios financiados pelos contribuintes para os negócios que entendem funcionar o sistema político e um incentivo para grandes doações a entidades sem fins lucrativos que prometem salvar o planeta. Lysenko e sua equipe viviam muito bem e defendiam ferozmente o seu dogma e os privilégios que ele lhes proporcionava.»</em></p></blockquote>
<h2>O congelamento do progresso</h2>
<p>A comparação das práticas agressivas dos &#8220;aquecimentistas&#8221; com os métodos fascistas de Lysenko é mais que oportuna, principalmente, porque, em vez de um atraso de meio século nas ciências biológicas em um país, se a agenda da &#8220;descarbonização&#8221; da economia for mantida e aprofundada, o resultado poderá ser um virtual congelamento do progresso socioeconômico da maior parte da Humanidade, dado o peso dos combustíveis fósseis na matriz energética global e a inexistência de alternativas em grande escala a eles.</p>
<p>O artigo conclui, afirmando que medidas racionais para proteger e melhorar o nosso ambiente devem ser apoiadas, <em>«mas não faz qualquer sentido apoiar dispendiosos programas que desviam recursos das necessidades reais e se baseiam em afirmativas alarmistas, mas insustentáveis, sobre evidências &#8220;incontestáveis&#8221;»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cinismo alarmista</h2>
<p>A réplica &#8220;aquecimentista&#8221; não tardou. Em 1º. de fevereiro, o <em>Journal</em> publicou outro artigo, desta feita, assinado por 33 cientistas engajados na promoção do alarmismo climático, alguns deles bem conhecidos dos que acompanham o assunto, como Kevin Trenberth, Michael Oppenheimer, Ken Caldeira, o notório Michael Mann (autor do fraudulento gráfico do &#8220;taco de hóquei&#8221;) e outros. O pretensioso título «Consulte Cientistas Climáticos Para Opiniões Sobre o Clima» e os inacreditavelmente arrogantes e cínicos dois primeiros parágrafos dão uma ideia do que o leitor poderia esperar do texto:</p>
<blockquote><p><em>«Vocês consultam o seu dentista a respeito da sua condição cardíaca? Na ciência, como em qualquer área, as reputações são baseadas no conhecimento e na experiência em um campo e no trabalho publicado e revisado por pares. Se vocês precisam de uma cirurgia, você irá querer um especialista altamente experiente no campo, que tenha feito um grande número das operações propostas.»</em></p>
<p><em>«Vocês publicaram <strong>&#8220;Não Há Necessidade de Pânico Sobre o Aquecimento Global&#8221;</strong>, sobre as mudanças climáticas, </em>[escrito]<em> pelo equivalente, na ciência climática, a dentistas praticando cardiologia. Embora destaques em seus próprios campos, a maioria desses autores não têm experiência na ciência climática. Os poucos autores que têm tal experiência são conhecidos por ter visões extremadas que estão fora de tom com quase todos os outros especialistas climáticos. Isto ocorre em quase todos os outros campos científicos. Por exemplo, há um especialista em retrovírus que não aceita que o HIV cause a AIDS. E é instrutivo recordar que alguns poucos cientistas continuam a afirmar que fumar não causa câncer, muito depois que isto se tornou ciência consolidada.»</em></p></blockquote>
<h2>Oportunismo alarmista</h2>
<p>A conclusão é uma impressionante mescla de falácias com soberba, que demonstra o nível assustador de oportunismo e desonestidade em que mergulhou uma parte considerável da comunidade científica na área climática:</p>
<blockquote><p><em>«As pesquisas mostram que mais de 97% dos cientistas que estão publicando ativamente na área concordam em que as mudanças climáticas são reais e causadas pelo homem. Seria um ato de inconsequência para qualquer líder político, desconsiderar o peso das evidências e ignorar os enormes riscos acarretados claramente pelas mudanças climáticas. Ademais, existem evidências bastante claras de que investir na transição para uma economia de baixo carbono não apenas permitirá que o mundo evite os riscos das mudanças climáticas, mas possa, também, impulsionar décadas de crescimento econômico. Exatamente o que o doutor ordenou.»</em></p></blockquote>
<h2>Evidências não existem</h2>
<p>Tais palavras falam por si mesmas. De qualquer maneira, a única coisa que faltou na diatribe dos &#8220;doutores&#8221; foi o principal: as evidências de que as mudanças climáticas ocorridas desde a Revolução Industrial do século XVIII sejam anômalas, em relação às ocorridas anteriormente. O motivo da ausência é elementar: elas não existem. E o fato de que isto não tenha sido comentado pelos &#8220;doutores&#8221; não se deve à ignorância – mas à desonestidade. Neste caso, os &#8220;dentistas&#8221; estão cobertos de razão.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></em></strong></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 37, de 09 de fevereiro de 2012.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
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		<title>Taxas &#8220;verdes&#8221; para os transportes aéreo e marítimo</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/taxas-verdes-para-os-transportes-aereo-e-maritimo/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto "Fundo Verde" (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto &#8220;Fundo Verde&#8221; (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12294" title="aviao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p>Para o setor marítimo, as perspectivas podem ser avaliadas pelo fato de 90% do comércio internacional ser transportado por navios, cuja contribuição para as emissões globais é estimada em 3-4%.</p>
<p>A pedido do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, um grupo de financistas elaborou um estudo que define o setor de transportes mundial como importante fonte de receita para &#8220;combater a mudança do clima&#8221;, e estima que, a um preço de 25 dólares por tonelada de carbono emitido pelos navios, seria possível gerar uma receita de 25 bilhões de dólares anuais. As ONGs WWF e Oxfam, por sua vez, defendem que pelo menos 10 bilhões desse montante poderiam ser destinados ao &#8220;Fundo Verde&#8221; (<em>Valor Econômico</em>, 8/12/2011).</p>
<p>Para referência, logo após o final da conferência de Durban, as cotações do carbono no mercado europeu caíram aos níveis mais baixos de sua história, pouco acima de 6 dólares por tonelada, talvez, pelo fato de os mercadores de carbono não compartilharem do otimismo das declarações oficiais sobre o evento.</p>
<p>Seja como for, se tal proposta vingar, poderá ter um profundo impacto negativo na economia dos países exportadores, como o Brasil. Um exemplo pode ser visto no preço do frete Brasil-China pago pela Vale (que tem frota própria), 22 dólares por tonelada transportada, dos quais 12-15 dólares representam o valor do combustível. A possível taxação das emissões poderia prejudicar ainda mais a margem de lucro dos exportadores, impactando negativamente as balanças comerciais – perspectiva nada agradável em tempos de crise global.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 31, de 16 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Imagem</strong> ➞ http://pousadadacmradanielecarreiro.blogspot.com</p>
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		<title>É hora de mudar a agenda ambiental global</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/e-hora-de-mudar-a-agenda-ambiental-global/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desfecho da Conferência de Durban, a COP-17, reforça a percepção que se tem diante dos demais aspectos da crise global, referente ao abismo que separa as agendas políticas prevalecentes na maior parte do planeta dos fatos do mundo real, que influenciam o cotidiano e as aspirações e necessidades da grande maioria das sociedades. De fato, ao se observar o enorme empenho colocado na preservação da irracional agenda de "descarbonização" da economia mundial, com uma sobrevida comercial ao Protocolo de Kyoto e o estabelecimento de uma "declaração de boas intenções", que prevê a adoção global de cotas de emissões de carbono para 2020, só se pode lamentar a profunda perda de contato com a realidade por parte de setores que deveriam liderar as sociedades na busca de uma superação da crise global.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<p><strong>O desfecho da Conferência de Durban, a COP-17, reforça a percepção que se tem diante dos demais aspectos da crise global, referente ao abismo que separa as agendas políticas prevalecentes na maior parte do planeta dos fatos do mundo real, que influenciam o cotidiano e as aspirações e necessidades da grande maioria das sociedades. De fato, ao se observar o enorme empenho colocado na preservação da irracional agenda de &#8220;descarbonização&#8221; da economia mundial, com uma sobrevida comercial ao Protocolo de Kyoto e o estabelecimento de uma &#8220;declaração de boas intenções&#8221;, que prevê a adoção global de cotas de emissões de carbono para 2020, só se pode lamentar a profunda perda de contato com a realidade por parte de setores que deveriam liderar as sociedades na busca de uma superação da crise global.</strong></p>
<p>Descontando-se as declarações triunfalistas provenientes dos círculos oficiais, fica a impressão de que a grande façanha da conferência foi mesmo a preservação da máquina &#8220;aquecimentista&#8221;, o que concederá uma sobrevida ao multibilionário mercado de créditos de carbono e a toda a vasta rede de serviços e negociações relacionados à redução das emissões de carbono, inclusive, nos campos político e diplomático.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/credito-de-carbono.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12253" title="credito-de-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/credito-de-carbono-300x225.jpg" alt="" width="353" height="264" /></a></p>
<h2>Brasil fazendo média</h2>
<p>Para o Brasil, a COP-17 representava um campo de provas para a conferência Rio+20 sobre o desenvolvimento sustentado, em junho de 2012 e, por isso, a preocupação em fazer boa figura e mostrar &#8220;liderança&#8221; nas discussões da agenda foi predominante na participação nacional. O problema maior é que a agenda ambiental é profundamente equivocada e precisa ser urgentemente reorientada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saneamento básico não se discute</h2>
<p>Em Durban, assim como na grande maioria dos conclaves internacionais convocados para discutir temas ambientais, estiveram ausentes as discussões sobre as verdadeiras emergências globais, entre as quais as deficiências das infraestruturas de saneamento e energia, as mais afetadas pela distorção das prioridades ocasionada pelo alarmismo climático. Em pleno século XXI, menos da metade da Humanidade tem acesso a sistemas de saneamento e quase dois bilhões de pessoas ainda não dispoem de eletricidade, uma comodidade em uso comercial há mais de um século. Em grande parte da África, América Latina, Caribe e Ásia, as necessidades básicas ainda são providas pelo uso de esterco e lenha, os combustíveis mais primitivos conhecidos pelo <em>Homo sapiens</em>.</p>
<p>Como os combustíveis fósseis respondem por mais de 80% da energia primária e cerca de dois terços da eletricidade gerada no planeta, não há como se ampliar a oferta de energia a todos esses povos sem uma considerável ampliação do seu uso, pelo menos, enquanto tecnologias mais avançadas não estiverem disponíveis em grande escala.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Energia alternativa inviável</h2>
<p>Quanto às fontes &#8220;alternativas&#8221; (em especial, solar e eólica), favoritas do aparato ambientalista e de políticos sintonizados com as teses &#8220;politicamente corretas&#8221; prevalecentes, a experiência da Europa e dos EUA tem demonstrado que a sua viabilidade econômica é questionável até mesmo com fortes subsídios, fato de que os brasileiros deveriam tomar nota, diante das expectativas exageradas com que elas têm sido aqui acolhidas. A propósito, os consumidores de eletricidade domésticos serão proximamente penalizados com um aumento de 0,4% em suas contas, em favor da expansão da geração eólica.</p>
<p>Tudo isso mostra que é mais do que hora de se reorientar a agenda ambiental para os problemas reais e os desafios da extensão dos níveis de desenvolvimento proporcionados pela ciência e a tecnologia atuais a todos os povos do planeta. Para tanto, efetivamente, a conferência Rio+20 poderá ser decisiva, se seus planejadores os incorporarem à pauta, em lugar de limitá-la às discussões estéreis sobre impactos ambientais inexistentes ou exagerados das ações humanas e à consequente agenda de restrições ao desenvolvimento e ao progresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A pior poluição é a miséria</h2>
<p>O Brasil tem todas as credenciais para encabeçar essa reorientação, a começar pela percepção correta de que a diplomacia nacional tinha da agenda ambientalista internacional, quando ela começou a ser implementada, no início da década de 1970. Na época, diplomatas como Araújo Castro e outros denunciavam publicamente o ambientalismo como um instrumento de potências hegemônicas interessadas no que qualificavam como o &#8220;congelamento do poder mundial&#8221;. Naquele momento, as insidiosas sugestões contrárias à industrialização e à modernização das economias em desenvolvimento, em nome da proteção ambiental, eram rechaçadas com a máxima de que a pior poluição é a da miséria – cuja validade não se alterou desde então.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Brasil no rumo errado</h2>
<p>Na década de 1990, com o advento da &#8220;Nova Ordem Mundial&#8221; e o predomínio da &#8220;globalização&#8221;, a orientação do Itamaraty mudou, para se acomodar às pressões internacionais que apontavam o País como o &#8220;vilão ambiental número um&#8221;, em um empenho que levou à realização da conferência Rio-92 e à adoção de uma draconiana legislação ambiental, que tem sido um enorme entrave para toda sorte de atividades produtivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Brasil no rumo certo?</h2>
<p>Felizmente, vem ganhando força uma reação contra essa ingerência abusiva do aparato ambientalista nos processos decisórios internos, como se observa na discussão da reforma do Código Florestal e no crescente questionamento aos abusos na demarcação de terras indígenas. Porém, essa tendência ainda não se fez acompanhar no plano diplomático, no qual ainda prevalece a crença de que um &#8220;bom comportamento&#8221; na área ambiental é positivo para o prestígio internacional do País. De fato, nada mais equivocado, pois tal atitude tem permitido que pressões externas se imponham aos legítimos e maiores interesses da sociedade nacional.</p>
<p>Por outro lado, o aprofundamento da crise econômico-financeira mundial e a necessidade de retomada de um projeto nacional de desenvolvimento, com ênfase na expansão e modernização da infraestrutura física do País e no aprofundamento do processo de integração física com os países vizinhos, tornam urgente uma mudança nessa conduta.</p>
<p>Assim, em lugar da suicida agenda da &#8220;descarbonização&#8221; da economia e suas variantes – mais baseadas em dogmas e ideologias que no entendimento do mundo real – o Brasil deve aproveitar a conferência do Rio de Janeiro para ressaltar a necessidade da reorientação da bússola ambiental global, para apontá-la para as necessidades reais do pleno desenvolvimento de toda a Humanidade. O <em>Homo sapiens</em> ainda não pode influenciar o clima em escala global, mas tem condições de proporcionar alimentação, infraestrutura e as demais oportunidades para que todos os habitantes do planeta possam desenvolver os seus potenciais inatos. Este é o desafio que deve ser discutido no Rio.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"> <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
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<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 31, de 16 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
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		<title>De Durban ao Rio: o esgotamento da agenda ambiental</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/de-durban-ao-rio-o-esgotamento-da-agenda-ambiental/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo da presidente Dilma Rousseff está colocando grandes expectativas na realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho de 2012. Por conta dela, considerada o maior evento internacional do mandato da presidente, o Palácio do Planalto e o Itamaraty estão tomando todas as precauções para não criar atritos e contenciosos na área ambiental, que possam prejudicar a pretendida posição de "potência ambiental" que alguns pretendem atribuir ao País. Tal inclinação tem se refletido, entre outros exemplos, no endurecimento de certas posições do governo em relação à reforma do Código Florestal que está sendo discutida no Congresso, sendo a conferência citada frequentemente como justificativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<p><strong>O governo da presidente Dilma Rousseff está colocando grandes expectativas na realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho de 2012. Por conta dela, considerada o maior evento internacional do mandato da presidente, o Palácio do Planalto e o Itamaraty estão tomando todas as precauções para não criar atritos e contenciosos na área ambiental, que possam prejudicar a pretendida posição de &#8220;potência ambiental&#8221; que alguns pretendem atribuir ao País. Tal inclinação tem se refletido, entre outros exemplos, no endurecimento de certas posições do governo em relação à reforma do Código Florestal que está sendo discutida no Congresso, sendo a conferência citada frequentemente como justificativa.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/rio-20.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11866" title="rio-20" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/rio-20-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a></p>
<p>Talvez, devido ao entusiasmo com a perspectiva da exposição internacional, os altos funcionários encarregados da agenda ambiental não estejam percebendo com nitidez certas tendências que já se manifestam no cenário global, com grande potencial para reorientar o tratamento dos temas ambientais para um rumo mais consentâneo com o mundo real e as necessidades fundamentais das sociedades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E depois de Kyoto?</h2>
<p>A discussão dos temas climáticos é um exemplo relevante. Em dezembro, será realizada em Durban, África do Sul, a 17<sup>a</sup> Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP-17), cujo desfecho deverá influenciar sobremaneira os resultados da Rio+20, pelo papel central exercido pela agenda climática nas políticas ambientais, em âmbito nacional e internacional. A questão central a ser discutida é: que tipo de arranjo jurídico referente às emissões de carbono poderá substituir o Protocolo de Kyoto, que se encerra em 2012? Com as já anunciadas posições negativas de países chave para o processo, como os EUA, que não aderiram ao protocolo, e a Rússia e o Japão, que não pretendem renovar a sua vinculação a ele, a grande preocupação dos círculos internacionais que têm promovido a agenda do aquecimento global supostamente causado pelo homem é encontrar uma forma de justificar a sua preservação pós-Kyoto – e, com ela, as lucrativas operações financeiras baseadas no comércio de créditos de carbono, sequestro de carbono e outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/goldemberg.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11868" title="goldemberg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/goldemberg-242x300.jpg" alt="" width="124" height="154" /></a>Goldemberg ataca novamente</h2>
<p>Em um revelador artigo, publicado em 14 de novembro no sítio da revista <em>Eco21</em>, o físico e ex-secretário do Meio Ambiente José Goldemberg sintetiza as preocupações dos círculos &#8220;aquecimentistas&#8221; em relação à COP-17:</p>
<blockquote><p><em>«Hoje, a China é o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo e os países não industrializados já são responsáveis por mais da metade delas. Dentro de dez anos, provavelmente, as emissões desse grupo de países atingirão 70% do total, invertendo a situação que existia 20 anos atrás.»</em></p>
<p><em>«A forma Basic</em> [Brasil, África do Sul, Índia e China] <em>de fazê-lo é iniciar uma negociação séria com os atuais signatários do Protocolo de Kyoto, para sua inclusão na lista dos países que aceitam metas quantitativas; ou seja, adotar um processo de graduação. No Protocolo de Kyoto, China, Índia, Brasil e África do Sul são tratados exatamente como países pequenos que contribuem muito pouco para as emissões. Não é realista insistir nessa ilusão.»</em></p></blockquote>
<p>No artigo, Goldemberg explicita a natureza de certas pressões que o aparato ambientalista internacional têm feito contra o Brasil, jogando, precisamente, com a percepção de certos setores oficiais nacionais, que veem na agenda ambiental um elemento relevante para a almejada elevação do <em>status</em> internacional do País:</p>
<blockquote><p><em>«Em particular no caso do Brasil, não é sem tempo que o Itamaraty decida como e onde quer ficar. Por um lado, o país aspira ser um dos grandes no cenário mundial e conseguir lugar de membro permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, com as responsabilidades que isso implica. Por outro, alinha-se com países que não têm realmente como enfrentar o problema das mudanças climáticas e são dependentes de doações dos países ricos para tal. Esse é, no fundo, um comportamento bipolar, que na prática só favoreceu até agora a China, que, protegida pelo Protocolo de Kyoto, se tornou o maior emissor mundial.»</em></p>
<p><em>«Sem novas propostas criativas, a Conferência de Durban vai fracassar, comprometendo o sucesso da Rio+20.»</em></p></blockquote>
<h2>Goldemberg e as ONGs estrangeiras</h2>
<p>Goldemberg é um veterano ativista do aparato &#8220;verde&#8221; no Brasil, tendo vínculos com algumas das principais organizações internacionais que integram o movimento, como o World Resources Institute (WRI), Leadership for Environment and Development (LEAD), Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD), Greenpeace e outras. Portanto, ele não fala como pessoa física, mas como um importante <em>insider</em> que conhece muito bem os humores do ambientalismo internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sacação risível</h2>
<p>Outra manifestação dessas preocupações foi a divulgação do recente relatório anual da Agência Internacional de Energia (AIE), o qual subiu dois tons no alarmismo que geralmente orienta a pauta climática da entidade, ao afirmar que o mundo teria apenas cinco anos para evitar impactos &#8220;irreversíveis&#8221; no clima global, alegadamente causados pelo uso crescente de combustíveis fósseis.</p>
<p>Por outro lado, aumenta rapidamente a percepção dos exageros alarmistas sobre o clima, em especial, na América do Norte e na Europa, onde as pesquisas de opinião mostram que o número de crentes na hipótese infundada do aquecimento global antropogênico diminui a olhos vistos. Uma das causas é o alto custo das chamadas energias &#8220;alternativas&#8221;, como a eólica, solar e outras, que está levando sucessivos governos, principalmente europeus, a retirar os pesados subsídios necessários para torná-las competitivas com as fontes tradicionais, situação que tem se agravado com a crise financeira em curso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Chega de ambientalismo inconsequente</h2>
<p>O Brasil precisa acautelar-se, para, entre outras coisas, não se tornar o destino das indústrias &#8220;de baixo carbono&#8221; que estão sendo desativadas no Hemisfério Norte, pois, cá como lá, a geração eólica e solar implica em pesados óbices quando se tenta estendê-las além do papel de fontes complementares que lhes cabe, sendo inviáveis para a geração elétrica de base (que só pode ser atendida por usinas hidrelétricas, termelétricas ou nucleares).</p>
<p>Da mesma forma, o País já fez demasiadas concessões ao alarmismo inconsequente do ambientalismo militante e sua agenda dirigida do exterior. Em um futuro muito próximo, as lideranças nacionais de todas as áreas, a começar pela política, terão que encarar este fato com a seriedade exigida pelos desdobramentos da crise global e as transformações em curso na ordem de poder mundial. O Brasil tem todas as condições de ser um dos protagonistas dessa dinâmica – como já vem sendo de várias formas – mas, definitivamente, não como uma risível &#8220;potência ambiental&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 27, de 18 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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		<title>Negócios &#8220;climáticos&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/negocios-climaticos/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 23:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem "ambientalmente amigável" diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Em todo o mundo, os setores empresariais têm incorporado os preceitos ambientais em suas estratégias de negócios. Muitas vezes, como resultado de uma efetiva conscientização sobre a necessidade de compatibilização das atividades econômicas com requisitos racionais de proteção do meio ambiente ou do próprio desenvolvimento dos processos produtivos. Outras, visando o aproveitamento das oportunidades de negócios criadas por imposições da legislação ambiental ou pelas inclinações ambientais da sociedade. Ou, ainda, pela necessidade de apresentar uma imagem &#8220;ambientalmente amigável&#8221; diante de autoridades, clientes, parceiros e da opinião pública em geral. Por tais motivos, compreensivelmente, é pouco comum que empresários, individualmente ou por intermédio de suas entidades representativas, manifestem qualquer contestação ao ambientalismo, mesmo quando suas atividades sejam prejudicadas por medidas ou ações baseadas em interpretações radicais, legais ou não, dos princípios ambientais. O Brasil não é exceção à regra.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/crdito-carbono.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11590" title="crdito-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/crdito-carbono-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Um exemplo relevante é a atitude frente ao crucial tema das mudanças climáticas, hoje o carro-chefe do ambientalismo internacional, que tem servido como rótulo para um número rapidamente crescente de negócios, sem grandes considerações para com a validade científica das iniciativas adotadas. Não é frequente, por exemplo, uma posição crítica como a da Secovi-SP, o sindicato paulista das empresas imobiliárias, que se opôs publicamente à chamada &#8220;Lei dos Telhados Brancos&#8221;, em discussão na Câmara Municipal de São Paulo (SP), inclusive, na audiência pública realizada em 10 de outubro último (<em>MSIa Informa</em>, 14/10/2011). Na grande maioria das vezes, o que se observa é um esforço de acomodação à percepção geral dos fatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Guerra contra o CO<sub>2</sub></h2>
<p>Em 2009, um grupo de empresas privadas e públicas criou a organização Empresas Pelo Clima (EPC), que conta atualmente com 39 membros. Dentre os objetivos declarados da iniciativa, está a implementação de um sistema de limitação e comércio de emissões de carbono (<em>cap-and-trade</em>) similar ao existente na União Europeia (UE). No último dia 20 de outubro, a EPC promoveu um seminário para debater propostas que visam a reduzir as emissões de carbono dos setores produtivos brasileiros, discutindo propostas de políticas públicas e a formulação de um marco regulatório sobre o clima. Na ocasião, Mario Monzoni, coordenador de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVCes), deixou clara a motivação da iniciativa:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Mario_monzoni.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11591" title="Mario_monzoni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Mario_monzoni.jpg" alt="" width="200" height="177" /></a></p>
<blockquote><p><em>«Ter acesso aos mercados é questão vital para as empresas e elas começam a ser questionadas sobre quanto de carbono estão embarcando nos postos ou quanto de carbono estão colocando na cadeia de suprimento de seus compradores&#8230; A questão ambiental começa a dialogar muito estreitamente com competitividade.»</em> (<em>Valor Econômico</em>, 20/10/2011)</p></blockquote>
<h2>Licença para poluir</h2>
<p>No evento, realizado em São Paulo (SP), foram defendidas duas estratégias de redução de emissões: o estabelecimento de políticas de comando e controle e a redução por meio de instrumentos econômicos. A segunda opção se refere tanto ao repasse aos consumidores dos custos de programas de redução de emissões, quanto à implementação de um mercado de emissões, como o europeu.«Uma empresa tem direito de poluir x. Se precisa emitir mais do que aquilo, tem que ir ao mercado e comprar licenças» — explicou Monzoni.</p>
<p>Tais propostas se integram no contexto da agenda dos setores empresariais interessados no mercado de carbono em face das perspectivas – duvidosas – da 18ª. Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP-18), que se realizará em Durban, África do Sul, em dezembro. Com os sinais de que a renovação do Protocolo de Kyoto no próximo ano é bastante improvável, as empresas reunidas na EPC pretendem garantir um mercado nacional para os créditos de carbono. Em referência às incertezas quanto ao Protocolo, Monzoni afirmou: <em>«Estamos em um momento em que as coisas não estão claras&#8230; Mas, independentemente dos destinos do Protocolo de Kyoto, o Brasil tem uma lei.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desindustrialização em curso</h2>
<p>Monzoni se referia à legislação nacional, aprovada em 2010, que estabelece limites para a redução das emissões brasileiras até 2020. Mas o fato é que, sem um arcabouço jurídico internacional que estabeleça cotas de emissões para cada país, o mercado de créditos de carbono, majoritariamente baseado no esquema da UE (o chamado Emissions Trade System), tende a &#8220;desaquecer&#8221; de forma considerável e, dificilmente, o Brasil poderá sustentar por si mesmo negócios de grande vulto.</p>
<p>Em outra demonstração de que o mercado de créditos de carbono tem escassa consistência econômica e só se viabiliza por meio de medidas impositivas, a Academia de Ciências dos EUA acaba de divulgar mais um estudo &#8220;científico&#8221;, propondo a imposição de um imposto sobre as emissões de carbono no início das cadeias produtivas, como forma de provocar um &#8220;efeito cascata&#8221; de tributação progressiva das atividades produtivas, desde a extração de energia e das matérias-primas até o consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Novo imposto à vista</h2>
<p>Em paralelo ao evento, foi divulgado nos EUA um estudo &#8220;científico&#8221;, intitulado e publicado nos anais das Academias de Ciências dos Estados Unidos, que propõe um imposto sobre as emissões de carbono no início das cadeias de suprimentos., de modo a tornar a captação <em>«em prol do meio ambiente»</em> mais eficiente.</p>
<p>Intitulado The supply Chain of CO<sub>2</sub> Emissions (A cadeia de Suprimentos das Emissões de CO<sub>2</sub>), o documento analisou a matriz de emissões de 112 países e 58 setores industriais, e afirma que 67% das emissões globais de carbono seriam tributáveis, se a regulação das emissões ocorresse no ponto de extração dos combustíveis fósseis. Além disto, propõe que a concentração geográfica em um restrito número de países envolvidos na extração e refino/beneficiamento de combustíveis fósseis possibilita a simplificação da regulação das emissões, por meio da tributação &#8220;na boca do poço&#8221;, &#8220;na porta da mina&#8221; ou na usina de refino – reduzindo as possibilidades de se evitar os limites e as tributações das emissões de carbono pelos setores produtivos (<em>Ecopolítica</em>, 9/10/2011).</p>
<p>Não por acaso, entre os autores do documento está Ken Caldeira, cientista atmosférico do Instituto Carnegie de Ciência (EUA) e um dos mais entusiasmados proponentes de esquemas mirabolantes para combater o suposto aquecimento global causado pelo homem, como os chamados projetos de geoengenharia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Insistência na culpa humana</h2>
<p>Um senão: toda essa estrutura de negócios envolvendo questões climáticas depende da percepção geral de que as atividades humanas estariam influenciando negativamente o clima global e, principalmente, da existência de um marco jurídico internacional de restrições das emissões de carbono (papel exercido, atualmente, pelo Protocolo de Kyoto, que expirará em 2012). O grande problema é que a crise econômico-financeira global está colocando em evidência os altos custos de tais esquemas de &#8220;descarbonização&#8221; da economia, ao mesmo tempo em que aumentam os questionamentos aos cenários alarmistas referentes ao clima, cujos exageros são cada vez mais evidentes. Tudo isso coloca sérias interrogantes sobre os negócios &#8220;climáticos&#8221; e, por conseguinte, as empresas deveriam prestar muita atenção na mudança de direção dos ventos.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 24, de 26 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
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		<title>Conferência &#8220;Collor + 20&#8243;?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 12:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
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		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas décadas depois da conferência Rio-92, que consolidou as diretrizes ambientalistas na agenda política internacional, o Brasil volta a sediar outro evento semelhante e, não menos, apresta-se a uma questionável posição de "liderança" de um processo que, a todas as luzes, necessita de uma urgente revisão, por conta dos seus inegáveis desvios e excessos. Em 1992, o governo de Fernando Collor de Mello manteve a submissão passiva e acrítica do Brasil à agenda ambientalista-indigenista internacional, aprofundando uma tendência que teve início com seu antecessor, José Sarney, e seria consolidada nos de seus sucessores, até o presente. Agora, estamos diante do risco de que a gestão da presidente Dilma Rousseff assuma novos compromissos lesivos aos interesses do País, na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que se realizará no Rio de Janeiro, em junho de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Duas décadas depois da conferência Rio-92 – que consolidou as diretrizes ambientalistas na agenda política internacional – o Brasil volta a sediar outro evento semelhante e, não menos, apresta-se a uma questionável posição de &#8220;liderança&#8221; de um processo que, a todas as luzes, necessita de uma urgente revisão, por conta dos seus inegáveis desvios e excessos. Em 1992, o governo de Fernando Collor de Mello manteve a submissão passiva e acrítica do Brasil à agenda ambientalista-indigenista internacional, aprofundando uma tendência que teve início com seu antecessor, José Sarney, e seria consolidada nos de seus sucessores, até o presente. Agora, estamos diante do risco de que a gestão da presidente Dilma Rousseff assuma novos compromissos lesivos aos interesses do País, na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que se realizará no Rio de Janeiro, em junho de 2012.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Rio-mais-20.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11507" title="Rio-mais-20" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Rio-mais-20-300x145.jpg" alt="" width="300" height="145" /></a></p>
<h2>Potência ambiental?</h2>
<p>De fato, observa-se um visível empenho do governo em &#8220;fazer bonito&#8221; no evento, já considerado como a principal reunião internacional do mandato de Dilma. Para tanto, setores governamentais, ambientalistas e entidades representativas da sociedade estão mobilizados para que o País possa não apenas cumprir seu papel de anfitrião, mas também apresentar uma pauta de propostas que o credencie ao papel de &#8220;potência ambiental&#8221;, na duvidosa expressão que vem sendo empregada por certas lideranças para qualificar tal pretensão.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Bandeira-Nacional.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11541" title="Bandeira-Nacional" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Bandeira-Nacional-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<h2>Uma nova “Agenda 21 + 20”?</h2>
<p>Um exemplo dessas atividades é o trabalho da Subcomissão Especial da Rio+20, criada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, sintetizado em um documento enviado ao Ministério das Relações Exteriores e à Casa Civil da Presidência da República, com sugestões para a <em>«construção da agenda temática»</em> para a conferência. A leitura do documento, que elege a &#8220;governança&#8221; e a &#8220;economia verde&#8221; como os principais temas norteadores da agenda para a conferência (<a href="http://alfredosirkis.blogspot.com/" target="_blank">AlfredoSirkis.blogspot.com</a>, 11/10/2011), demonstra que os legisladores brasileiros se mostram completamente alheios aos acontecimentos no mundo real, no tocante ao crescente questionamento das agendas &#8220;verdes&#8221; em vários países, a começar pelas metas de &#8220;descarbonização&#8221; na União Europeia (UE), que se mostram cada vez mais inviáveis e prejudiciais à economia continental. Como o bloco europeu já começa a recuar do papel de porta-estandarte das restrições ao consumo de combustíveis fósseis e questionar os investimentos nas dispendiosas fontes energéticas &#8220;alternativas&#8221; – principalmente, eólica e solar – que só se sustentam com pesados subsídios governamentais, a preservação da insana agenda &#8220;descarbonizadora&#8221;, uma das preocupações centrais da proposta da subcomissão, se mostrará cada vez mais difícil.</p>
<p>O documento, que teve como um dos redatores o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), mostra uma preocupação explícita com a renovação do <em>«poder de enforcement» </em>(sic) da agenda ambientalista, que se encontra ameaçado pelo encerramento do Protocolo de Kyoto, a partir de 2012, sem o qual não haverá mais um respaldo legal para a imposição de limites de emissões de carbono em âmbito internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desenvolvimento “sustentável” em quê?</h2>
<p>Além disso, perpassa por todo o texto a preocupação em promover a assim chamada &#8220;economia verde&#8221;, com a promoção de uma nova metodologia de medição das riquezas nacionais, o &#8220;PIB Verde&#8221;. A idéia é &#8220;precificar&#8221; os recursos naturais dos países, a título de reconhecer os &#8220;serviços ambientais&#8221; prestados ao homem pelo meio ambiente.</p>
<p>Outra proposta é a criação de &#8220;Metas de Desenvolvimento Sustentável (MDS)&#8221;, que envolveriam a promoção de &#8220;energias limpas&#8221;, a preservação e &#8220;recomposição de florestas e biodiversidade&#8221;, a geração de empregos &#8220;verdes&#8221; e a imposição de padrões de consumo &#8220;sustentáveis&#8221;. AS MDS seriam monitoradas por uma Organização Mundial do Desenvolvimento Sustentável (OMDS), uma ampliação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), para cuja sede os autores sugerem o Rio de Janeiro. Além de tal função fiscalizadora, a nova agência teria o papel de <em>«coordenar um esforço mundial de pesquisa de fontes de energia descarbonizantes»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Uma sugestão das mais esdrúxulas é:</h2>
<blockquote><p><em>«Adotar uma métrica unificada para dar mais transparência às metas obrigatórias e objetivos nacionais voluntários no que diz respeito à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e de um &#8220;termômetro-símbolo&#8221;, de grande visibilidade, que vá indicando, diariamente, a concentração de GEE na atmosfera e sua aproximação do limite de 450 ppm [partes por milhão].»</em></p></blockquote>
<p>A formulação denota que os ilustres parlamentares não fizeram adequadamente o seu &#8220;dever de casa&#8221; ou não tiveram qualquer assessoria científica séria para o seu trabalho. Caso contrário, saberiam que não há qualquer motivo cientificamente fundamentado para qualquer limite para o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera, cujas concentrações já foram muito maiores do que as registradas nos últimos séculos, sem que isto tivesse implicado em qualquer perturbação maior na dinâmica climática do planeta. Portanto, a insistência na fixação de tal limite não terá qualquer influência no clima, mas produzirá grandes impactos nas políticas nacionais voltadas para o desenvolvimento socioeconômico, devido ao fato de o petróleo, carvão mineral e gás natural responderem por mais de 80% da energia consumida no planeta – não sendo necessário qualquer conhecimento científico para antecipar as consequências da imposição de uma agenda restritiva do seu consumo em escala mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sobre os cacos de Kyoto&#8230;</h2>
<p>Para coroar o trabalho, os autores sugerem ao governo a criação de um &#8220;G-Clima&#8221;, um grupo informal a ser composto pelos 20-30 principais países emissores e algumas nações ditas &#8220;vulneráveis&#8221; às mudanças climáticas, com o propósito de atuar como uma &#8220;instância facilitadora&#8221; da conferência climática COP-18, prevista para dezembro de 2012, na qual o aparato ambientalista internacional tentará recolher os cacos do Protocolo de Kyoto e seguir adiante com a agenda das limitações de emissões (caso, até lá, os efeitos da crise sistêmica global não a tenham enterrado definitivamente).</p>
<p>Em uma demonstração de que o Governo Federal se mostra afinado com tal agenda foi a participação nos trabalhos da subcomissão do assessor especial do Ministério do Meio Ambiente, Fernando Lyrio, que declarou que o governo brasileiro poderá propor na Rio+20 a definição de requisitos ambientais e sociais para a concessão de empréstimos em todo o mundo. Segundo ele:</p>
<blockquote><p><em>«O Brasil tem uma espécie de protocolo que orienta os bancos estatais a dar financiamento somente com algumas condicionalidades. Existe uma discussão no Ministério da Fazenda, como parte desse processo, que defende a expansão dessa iniciativa em caráter global, ou seja, que todo o sistema financeiro internacional, na sua concessão de empréstimo e financiamentos, inclua essa variável social e ambiental como requisito.»</em> (<em>Agência Câmara</em>, 6/10/2011)</p></blockquote>
<h2>Interesses nacionais</h2>
<p>Como este boletim observou na edição de 19 de maio último, Dilma e seus assessores deveriam atentar para as dramáticas mudanças ocorridas no cenário mundial desde o início da década de 1990. A extrema penetração da ideologia ambientalista na formulação de políticas públicas é um dos principais fatores da crise sistêmica global em curso, em especial, devido ao seu impacto nas políticas de desenvolvimento de países como o Brasil. Por sua crescente estatura no cenário mundial, o Brasil é um dos países-chave para a reconfiguração da ordem de poder global que estamos vivenciando. Este fator, não percebido por todos, confere ao País uma grande responsabilidade na delineação das diretrizes que deverão orientar a formulação de políticas de alcance global, no futuro imediato. Por isso, a atual presidente tem plenas condições de se afastar do exemplo do seu tíbio e infausto antecessor de 1992 (que, por ironia, preside hoje a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado), adotando para as questões ambientais uma atitude mais racional e resoluta, que coloque os interesses da sociedade brasileira acima dos interesses restritos – e pouco louváveis – dos ambientalistas transnacionais.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 23, de 20 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
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		<title>A vaca ecologicamente correta e o Carnaval brasileiro</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/a-vaca-ecologicamente-correta-e-o-carnaval-brasileiro/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/a-vaca-ecologicamente-correta-e-o-carnaval-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 14:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui está a coitada da vaquinha ecologicamente correta. Essa turma "eco-ambientalóide assim meio de esquerda tom verde sustentável", é ruim que só! Pobrezinha da vaca! Que maldade. Enfiaram-lhe um tubo no fiofó e os flatos vão para o reservatório rosa-medonho . Se ao menos, pintassem ela de verde, nem precisaria ser de verde sustentável, poderia até ser verde limão, abacate, manga espada,...qualquer um, desde que seja uma fruta, é isso aí, fruta! Tem que ser! Fruta é natureba! A tinta deveria ser à base de capim-não gordura, é óbvio, com aprovação do IBAMA e certificado do Greenpeace, e não faria mal nenhum aos animais. Provavelmente mais um produto Natura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><a name="5861173732968880551"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-m%C3%A9dio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1909" title="Amazonia-e-olho-médio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-m%C3%A9dio.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a><strong>Caros leitores,</strong></div>
<div id="post-body-5861173732968880551">
<h3 id="post-body-5861173732968880551"></h3>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/vaca.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11460" title="vaca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/vaca-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
</div>
<div id="post-body-5861173732968880551">Aqui está a coitada da vaquinha ecologicamente correta. Essa turma &#8220;eco-ambientalóide assim meio de esquerda, tom verde sustentável&#8221;, é ruim que só! Pobrezinha da vaca! Que maldade. Enfiaram-lhe um tubo no fiofó e os flatos vão para o reservatório rosa-medonho . Se ao menos, pintassem ela de verde, nem precisaria ser de verde sustentável, poderia até ser verde limão, abacate, manga espada,&#8230;qualquer um, desde que seja uma fruta, é isso aí, fruta! Tem que ser! Fruta é natureba! A tinta deveria ser, naturébamente hiper-biodegradável, à base de capim-não gordura (gordura? Que horror!), com o certificado do Greenpeace e não faria mal nenhum aos animais. Provavelmente mais um produto<em> Natura </em>[1]. Maravilha, o nosso gado seria o primeiro do mundo totalmente verde!Bom, aí já ficaria bem melhor. Verde e Rosa afinal, é a cor da minha Escola de Samba, a Majestosa Mangueira e a nossa vaquinha e suas amiguinhas poderiam até aparecer no Carnaval da &#8220;Grobo&#8221; caso o Enredo fosse por exemplo: &#8220;Brasil Potência Ambiental&#8221; ou qualquer besteira semelhante.Não sei se a Mangueira ia topar mas, uma coisa eu garanto, patrocínio e gringo desfilando não ia faltar!!! Bill Clinton, James Cameron na Comissão de Frente, fantasiados de índio. Schwarzenegger, o Exterminador do Nosso Futuro, Diretor da Bateria, ele parece levar o maior jeito. Al Gore, de Mestre Sala e Sheila Juruna de Porta-Bandeira, que tal? E mais ainda: a ala do IPCC (Instituto de Propaganda do Caos Climático), a ala do Botos do Greenpeace, dos Pandas Verdes, dos indigenistas Gringo quer Apito, dos Ongueiros ambientalóides, dos Filhos da Mãe -Terra, das &#8220;Raposas&#8221; da Serra do Sol, da engaNação Yanomami, das Barragens Nunca Mais, da XING-<strong>USA </strong>para Sempre, índio a dar com pau, índio gringo branco-azedo, índio índio e tudo mais que vocês imaginarem e é claro, as pobres vaquinhas ecologicamente corretas.</p>
<p>Só tem uma coisa, já que sou eu que estou escrevendo, posso ditar as regras:<br />
Os participantes que não pertencessem a Escola, desfilariam obrigatoriamente com o mesmo equipamento das vaquinhas, afinal não são eles os Super-Ecologicamente-Corretos? O grau de flatulência humana, por baixo e por cima (arrotos) durante o carnaval brasileiro é altíssimo e isto é um crime contra a &#8220;Sagrada Mãe-Terra&#8221;. O IPCC já provou que o carnaval do Brasil, aumenta em média 0,00000000000000000000000000000000000000002012 graus Célsius a temperatura da terra todos os anos.</p>
<p>O governo brasileiro, que se orgulha tanto de sermos uma &#8220;Potência Ambiental&#8221; e &#8220;Referência Mundial na Luta contra o Aquecimento Global&#8221;, está extremamente preocupado com este dado. Acabar com o nosso carnaval, é impossível!!! A medida cogitada seria a distribuição gratuita para os milhões e milhões de foliões do &#8220;Kit Carnaval&#8221;, uma adaptação do equipamento das vacas. Distribuição de Kits é um dos fortes deste governo.</p>
<p>Tudo isso por causa do &#8220;Terrível Metano&#8221;, um dos &#8220;Gases da Morte&#8221; que juntamente com o Vilão-Mor o &#8220;CO<strong>2</strong>&#8221; nos levarão ao &#8220;Auto-Holocausto Final&#8221;! 2012 se aproxima e pode ser este o fim da humanidade! A &#8220;Mãe Terra&#8221; (mãe do Leonardo Boff, minha não) se vingará e por causa do nosso &#8220;Pecado Original&#8221;, apenas por termos nascido, se transformará numa imensa e &#8220;Quentíssima Câmara de Gás&#8221;! Só tá faltando o &#8220;Anti-Cristo&#8221;, um novo Super-Hitler!<br />
Candidato é o que não falta!</p>
</div>
<blockquote>
<div>[1] Sobre a <em>Natura </em>e um dos seus donos, o Sr. Guilherme Leal, vice da candidata &#8220;verde&#8221; à presidência da República Marina Silva (nas eleições de 2010): é bom que saibam sobre as acusações de biopirataria feitas pelo MPF (Ministério Público Federal), e a multa de R$ 21 milhões aplicada à <em>Natura</em> do Sr. Guilherme Leal. Basta entrar no buscador do Google. Ver <a href="http://www.google.com.br/search?source=ig&amp;hl=pt-BR&amp;rlz=&amp;q=natura+guilherme+leal+biopirataria&amp;oq=natura+guilherme+leal+biopirataria&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;gs_sm=s&amp;gs_upl=1143l17065l0l18886l34l34l0l26l26l0l380l1953l0.1.0.5l6l0">aqui</a>. São centenas de notícias de jornais, sites e blogs.</div>
</blockquote>
<div>
<div style="text-align: right;"><em><strong>Maurício Porto</strong></em></div>
</div>
<div>
<div style="text-align: right;"><strong>Blog Terrorismo Climático</strong></div>
</div>
<div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><br />
</a></div>
</div>
<blockquote>
<div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></div>
<p><strong>Créditos:</strong> este texto é matéria publicada em 21 de outubro de 2011, da autoria de Maurício Porto, que edita um blog intitulado: &#8220;Terrorismo Climático&#8221;, cujo endereço eletrônico é apresentado abaixo. Para outros assuntos ligados ao tema, consultar o referido blog.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagem: </strong><a href="http://terrorismoclimatico.blogspot.com/">http://terrorismoclimatico.blogspot.com</a></p>
</div>
</blockquote>
</div>
</div>
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		<title>Ciência reprova &#8220;telhados brancos&#8221; em SP</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ciencia-reprova-telhados-brancos-em-sp/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/ciencia-reprova-telhados-brancos-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 14:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por iniciativa do vereador Antonio Goulart (PSD-SP), a Câmara Municipal de São Paulo promoveu um debate sobre o tema "Telhados brancos: problema ou solução?", para discutir o projeto de lei de sua autoria que propõe a pintura de branco de tetos e telhados na cidade, para ajudar a combater os efeitos do aquecimento global. Embora o projeto tenha sido aprovado em primeira votação, em novembro de 2010, as manifestações contrárias de cientistas e pesquisadores, que apontavam a falta de base científica para a iniciativa, levou Goulart a promover o debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Por iniciativa do vereador Antonio Goulart (PSD-SP), a Câmara Municipal de São Paulo promoveu um debate sobre o tema &#8220;Telhados brancos: problema ou solução?&#8221;, para discutir o projeto de lei de sua autoria que propõe a pintura de branco de tetos e telhados na cidade, para ajudar a combater os efeitos do aquecimento global. Embora o projeto tenha sido aprovado em primeira votação, em novembro de 2010, as manifestações contrárias de cientistas e pesquisadores, que apontavam a falta de base científica para a iniciativa, levou Goulart a promover o debate.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Iniciativa inútil</h2>
<p>No evento, realizado na segunda-feira 10 de outubro, no auditório da Câmara, a mensagem da ciência foi inequívoca: a medida proposta pelo projeto não terá qualquer influência sobre o clima, nem na escala urbana e, muito menos, na global. Mesmo os apoiadores da iniciativa, como o engenheiro iraniano-estadunidense Hashem Akbari, que a vem propondo em âmbito internacional, não conseguiu apresentar dados reais que comprovassem a sua utilidade, sendo contestado pela maioria dos debatedores.</p>
<p>A mesma reprovação ao projeto foi feita por representantes do Instituto de Engenharia e do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis de São Paulo (Secovi), que participaram da sessão de abertura do evento.</p>
<p>O debate demonstrou, uma vez mais, a falta de argumentos sólidos para justificar as propostas e políticas baseadas na suposta influência humana sobre as mudanças climáticas, tema que provocou algumas intervenções mais acaloradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sem graça&#8230;</h2>
<p>Diante das críticas que recebeu, Akbari, também apresentado como Prêmio Nobel da Paz de 2007, por ser integrante do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), viu-se obrigado a mudar o discurso. <em>«Não uso a palavra pintar. Sempre promovo a ideia, encorajo as pessoas a buscar cores leves. Isso não vai ter aumento de custo e podemos economizar 1 dólar por metro quadrado em ar condicionado. Não quero que isso aconteça em 15 dias. Isso não vai acontecer da noite para o dia. E não estou fazendo uma proposta a partir do nada»</em> – disse ele (<em>G1 SP</em>, 10/10/2011).</p>
<p>Para justificar a proposta, ele afirmou que, segundo seus cálculos, a pintura de uma superfície de 10 metros quadrados com cores claras permitiria a &#8220;neutralização&#8221; dos efeitos da emissão de até 10 toneladas de dióxido de carbono por ano.</p>
<p>Akbari, que coordena a iniciativa denominada &#8220;100 Cool Cities&#8221;, com a qual pretende reduzir as temperaturas de grandes cidades e reduzir o aquecimento global, disse também que gostaria que São Paulo se juntasse ao projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Críticas acadêmicas</h2>
<p>Por sua vez, dois professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) criticaram enfaticamente o projeto de lei. <em>«A cidade de São Paulo já é em grande parte branca. Sugiro que o projeto não vá adiante porque não é interessante para a cidade»</em> – afirmou o professor Silvio Soares de Macedo.</p>
<p>Para Fábio Mariz Gonçalves, a proposta é &#8220;elitista&#8221; e um de seus primeiros efeitos será promover um aumento do número de acidentes por quedas de lajes.</p>
<blockquote><p><strong><em>«Essa proposta de lei é absolutamente patética se colocada diante da cidade que eu conheço. Mais de 70% de São Paulo é feita sem lei, é feita sem dinheiro, por autoconstrução. Uma parte da nossa população não tem janela no quarto. O teto pinga e a casa é mal construída. Se aprovarmos uma lei como essa, demandaria cuidado e rigor técnico enorme em troca de uma pequena contribuição. Estamos falando de um custo que nossa sociedade não tem condições de bancar. Se pedir para a população gastar R$ 40 para pintar de forma ordinária um barraco mal feito, ela não tem os R$ 40. Essa é uma discussão absolutamente elitista»</em></strong> – disparou.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Telhado-branco.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11413" title="Telhado-branco" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Telhado-branco-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a></p>
<p>O Dr. Antonio Jaschke Machado, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), demonstrou, com dados observados em anos de pesquisas, que a capacidade de reflexão da radiação solar das cidades, que, supostamente, seria ampliada com o seu &#8220;embranquecimento&#8221;, depende muito mais da geometria urbana do que da coloração das suas superfícies. Ademais, afirmou, um levantamento de dez anos da nebulosidade de São Paulo demonstrou que em menos de 10% do tempo a cidade tem um céu sem nuvens, e a maior parte deste período ocorre durante o inverno, quando a insolação se faz mais necessária.</p>
<p>Os três pesquisadores pediram a suspensão do projeto de lei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Polêmicas&#8230;</h2>
<p>Em sua exposição, o Dr. Ricardo Augusto Felício, professor de Climatologia do Departamento de Geografia da USP, demonstrou de forma categórica a incapacidade física de as ações humanas influenciarem o clima em escala global, apontando a influência de interesses políticos e econômicos na formulação de políticas públicas sobre as questões climáticas.</p>
<p>O comentário provocou uma irritada reação de Akbari, que interpelou o professor da USP, dizendo-se pessoalmente ofendido pela insinuação de que ele tinha interesses financeiros escusos nas propostas que tem feito.</p>
<p>Outro debatedor que se mostrou incomodado foi o Dr. Vanderlei Moacyr John, professor da Escola Politécnica da USP, que iniciou sua exposição com uma preleção sobre a existência de uma &#8220;hierarquia na ciência&#8221;, segundo a qual as opiniões de certos cientistas, como os <em>«céticos que afirmam que o aquecimento global não existe»</em>, não teriam o mesmo peso que as dos <em>«milhares de cientistas que afirmam o contrário»</em>. Quanto aos telhados, o engenheiro, que tem um pós-doutorado pelo Instituto Real de Tecnologia da Suécia e é sócio fundador do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), não apresentou qualquer argumento em favor da medida, admitindo que a mera pintura não resolveria o problema. Sua proposta foi a de que se deveria promover os métodos de construção sustentável com incentivos fiscais e legislação seletiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Teses alarmistas não se sustentam</h2>
<p>Falando em seguida, o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial do <em>MSIa Informa</em>, cumprimentou a iniciativa do vereador Goulart, afirmando que se tratava de uma rara oportunidade de que os críticos dos cenários climáticos catastrofistas fossem ouvidos. Segundo ele, toda vez que isto acontece, fica evidente que as teses alarmistas não se sustentam em evidências científicas concretas, apenas em projeções de modelos matemáticos rodados em supercomputadores.</p>
<p>Respondendo diretamente às diatribes de Moacyr John, Lino afirmou que o conceito de &#8220;consenso numérico&#8221; é alheio à ciência, que se baseia em <em>«uma convergência permanente de hipóteses e fatos observados no mundo real»</em>. Ademais, enfatizou, a palavra &#8220;cético&#8221; teve o seu significado distorcido pelos defensores das teses alarmistas, pois <em>«todo cientista que se preza e honra os seus compromissos com a ciência e a sociedade deve ser um cético permanente»</em>, pois a ciência avança com o questionamento permanente do conhecimento existente em um dado momento.</p>
<p>Usando observações que comprovam as dramáticas e rápidas variações de temperaturas e níveis do mar ocorridas durante o período Quaternário, nos últimos 800 mil anos, Lino demonstrou que a natureza não precisa das emissões de carbono da Humanidade para provocá-las e, por conseguinte, a hipótese do &#8220;aquecimento global antropogênico&#8221; não passa no teste do método científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Oposição fundamentalista</h2>
<p>Ao final, Goulart afirmou que pretende usar os resultados do debate para repensar o texto do projeto de lei:</p>
<blockquote><p>«Nós vamos, com o conteúdo desse debate, procurar melhorar o projeto.»</p></blockquote>
<p>Não obstante, será difícil levá-lo adiante, mesmo modificado, em função da oposição maciça e fundamentada dos representantes da academia e das entidades de engenharia e construção civil.</p>
<p>A repercussão do debate paulistano poderá influenciar propostas semelhantes, que estão sendo consideradas em outras cidades brasileiras. Se a ciência tiver a mesma oportunidade de se manifestar, os &#8220;telhados brancos&#8221; já foram reprovados.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Alerta em Rede</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 22, de 14 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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		<title>Congresso discute visões opostas sobre mudanças climáticas</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/congresso-discute-visoes-opostas-sobre-mudancas-climaticas/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 20:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Desindustrialização]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rio+20]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Na terça-feira 20, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR), promoveu um debate sobre a influência do aquecimento global na agricultura mundial e na Amazônia brasileira. Os debatedores convidados foram o agrônomo Judson Ferreira Valentim, diretor regional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre, o climatologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<p>O Congresso Nacional realizou, esta semana, duas audiências públicas para a discussão das mudanças climáticas, cada uma dedicada a uma das duas visões opostas sobre o tema, como um fenômeno natural ou induzido pelas atividades humanas.</p>
<p><strong>Na terça-feira 20, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR), promoveu um debate sobre a influência do aquecimento global na agricultura mundial e na Amazônia brasileira. Os debatedores convidados foram o agrônomo Judson Ferreira Valentim, diretor regional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre, o climatologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Preocupações da Embrapa</h2>
<p>No evento, Valentim expôs as pesquisas da Embrapa que visam a antecipar os eventuais efeitos das mudanças climáticas nas décadas vindouras, com base nos cenários do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas, órgão que encabeça a visão prevalecente de que as alterações climáticas ocorridas no período industrial são causadas pela ação humana. Mesmo sem se comprometer com tais cenários ou, mesmo, a vertente “antropogênica”, ele lembrou que a Embrapa é uma empresa do Estado e, como tal, executa políticas determinadas pelo Estado brasileiro, cabendo ao Congresso atuar para influenciar tais políticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/molion.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11258" title="molion" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/molion-232x300.jpg" alt="" width="120" height="156" /></a>As críticas do prof. Molion</h2>
<p>Em sua exposição, Molion, que é um dos mais ativos críticos brasileiros das teses “aquecimentistas”, criticou severamente o uso dos cenários do IPCC, que, segundo ele, não têm qualquer relevância científica, apesar de estarem contribuindo para alarmar os produtores agrícolas brasileiros. Alguns dos cenários preveem quedas drásticas em certas safras e, até mesmo, a inviabilização de algumas delas em certos estados do País. Para ele, os modelos matemáticos usados pelo IPCC são representantes perfeitos da máxima da informática “lixo para dentro, lixo para fora”, e não deveriam, de modo algum, ser usados para orientar políticas públicas.</p>
<p>Baseado em sua experiência de 42 anos de estudos climáticos e com um farto uso de evidências observadas no mundo real, Molion demonstrou cabalmente que as variações naturais do sistema climático superam por larga margem qualquer eventual influência humana na escala global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Geraldo-Lino.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11257" title="Geraldo-Lino" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Geraldo-Lino-200x300.jpg" alt="" width="126" height="188" /></a>Aquecimento antropogênico não se confirma</h2>
<p>Por sua vez, Geraldo Luís Lino, que é autor do livro <em>«</em><em>A Fraude do Aquecimento Global: Como Um Fenômeno Natural Foi Convertido Numa Falsa Emergência Mundial»</em> (<em>Capax Dei</em>, 2009), demonstrou que a hipótese do aquecimento global antropogênico é <em>«reprovada no teste do método científico»</em>, pois não se sustenta em evidências físicas do mundo real. Entre outras, mostrou que as mudanças constituem o estado natural do clima, tendo produzido temperaturas e níveis do mar bem mais altos e bem mais baixos que os atuais, além de taxas de variação igualmente muito superiores às observadas desde a Revolução Industrial do século XVIII.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Outras prioridades</h2>
<p>Ademais, afirmou, o discurso catastrofista contribui para distorcer a percepção das verdadeiras emergências mundiais, como as consequências das deficiências de infraestrutura de saneamento básico e geração de eletricidade, que afetam grande parte da população mundial, e das prioridades nas quais o Brasil deveriam se concentrar. Criticando o recém estabelecido “Fundo do Clima” do Ministério do Meio Ambiente, ele disse que, em vez de se preocupar com projetos inócuos como uma rede de monitoramento de gases de efeito estufa na agricultura, prioridades mais relevantes seriam a disponibilidade de um satélite meteorológico próprio, um maior número de radares meteorológicos e um sistema efetivo de alertas de fenômenos meteorológicos intensos, que está sendo implementado de forma improvisada, após as enchentes que abalaram a Região Serrana do Rio de Janeiro, no início do ano.</p>
<p>Nos debates, os deputados Quartiero, Valdir Colatto (PMDB-SC) e Edio Lopes (PMDB-RR) enfatizaram a importância de que a discussão de tais críticas à visão alarmista prevalecente sobre o assunto seja aprofundada no Congresso, lamentando que seus colegas favoráveis às teses ambientalistas não tenham aparecido para debater publicamente. Colatto afirmou que o tema ganha ainda mais relevância em função da realização da conferência Rio+20, no Rio de Janeiro (RJ), em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Na contramão, as ações do governo</h2>
<p>No dia seguinte, a audiência foi na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, onde o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Eduardo Delgado Assad, apresentou as principais ações do Governo Federal para efetivar a Política Nacional sobre Mudanças do Clima (Lei 12.187/09). Entre elas, destacou a redução do desmatamento da Amazônia, a diminuição da emissão de gases de efeito estufa e o início da execução de diversos planos setoriais entre as principais ações já efetivadas (<em>Agência Câmara</em>, 22/09/2011).</p>
<p>Assad informou que alguns planos setoriais já estão prontos ou em fase de revisão, como o que prevê o controle do desmatamento na Amazônia Legal e no Cerrado; o de baixa emissão de carbono na agricultura; e o de siderurgia. Ele ressaltou que o plano setorial na área de recursos hídricos, aprovado nesta semana pela Casa Civil, contempla a ocorrência de enchentes, secas e ações vinculadas à erosão costeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/industrias.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11259" title="industrias" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/industrias-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Mais restrições às indústrias</h2>
<p>No caso da indústria, disse ele, o governo ainda avalia como estabelecer as metas de redução da emissão de gases, pois há divergências nesse debate: para alguns, a indústria poderá perder competitividade se for obrigada a seguir metas de redução de emissões. Para outros, a redução das emissões tornará a indústria <em>«competitiva no médio prazo»</em>, pois ela se alinharia à “economia verde”.</p>
<p>Assad admitiu que, sem o estabelecimento de metas para a indústria, será difícil aplicar os recursos do Fundo Nacional de Mudanças Climáticas (FNMC), o “Fundo do Clima”, recém regulamentado (<em>Alerta Científico &amp; Ambiental</em>, 8/09/2011). Segundo ele, serão selecionados 70 projetos para receber recursos do fundo, que começou a operar com R$ 230 milhões. Até agora, já foram apresentados 170 projetos para análise.</p>
<p>Pelo teor das declarações do secretário, percebe-se que os técnicos do MMA que depositam tantas esperanças na “economia verde” não acompanham ou ignoram o desempenho de iniciativas do gênero nos EUA e na Europa, em especial, no Reino Unido, como temos acompanhado neste boletim. Por isso, é realmente fundamental que o Congresso se abra para uma ampla discussão do assunto, sem a qual o País tende a repetir os erros cometidos naqueles países do Hemisfério Norte – e experimentar prejuízos similares.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 19, de 22 de setembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://www.criacionismo.com.br/">http://www.criacionismo.com.br</a>; <a href="http://www.reebd.org/">http://www.reebd.org</a>;</p>
<p><a href="http://www.revistapremierbusiness.com.br/">http://www.revistapremierbusiness.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>VIDEOS &#8211; MOLION: FENÔMENOS CLIMATOLÓGICOS E OS GRANDES CENTROS URBANOS</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/videos-prof-molion-fenomenos-climatologicos-e-os-grandes-centros-urbanos/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/videos-prof-molion-fenomenos-climatologicos-e-os-grandes-centros-urbanos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 15:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post são apresentados quatro videos do Professor, da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Baldicero Molion, no Seminário Fenômenos Climatológicos e os Grandes Centros Urbanos, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, MG (27-28/10/2010), postados no YouTube pela Conecta BH, em dezembro de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Luiz-Carlos-Molion-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1912" title="Luiz-Carlos-Molion-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Luiz-Carlos-Molion-2-300x225.jpg" alt="" width="154" height="115" /></a>Neste post são apresentados quatro videos do Professor, da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Baldicero Molion, no Seminário Fenômenos Climatológicos e os Grandes Centros Urbanos, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, MG (27-28/10/2010), postados no YouTube pela Conecta BH, em dezembro de 2010.</p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZiuDo1_ct1g?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZiuDo1_ct1g?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K1fXSB0rwJg?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K1fXSB0rwJg?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dz0TExUgGUI?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dz0TExUgGUI?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="375"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/muAdYHXkQmQ?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/muAdYHXkQmQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9606" title="harpia-23dJpegMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg" alt="" width="80" height="45" /></a></p>
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		<title>Thomas Lovejoy “strikes again”</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 18:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Há décadas, o biólogo estadunidense Thomas Lovejoy é um dos influentes integrantes das campanhas do movimento ambientalista internacional na Amazônia brasileira. Entre as suas contribuições, foi o idealizador da esdrúxula proposta de trocas de “dívida-por-natureza” (debt-for-nature swaps), que permitiria o abatimento de parcelas das dívidas externas de países dotados de grandes áreas florestais em troca de compromissos com a preservação destas. Embora não tenha proliferado, a proposta foi o embrião dos dispositivos financeiros que, atualmente, seduzem governos – como o brasileiro – para aderir a mecanismos compensatórios semelhantes, sob pretexto do combate ao aquecimento global.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></p>
<p><strong>Há décadas, o biólogo estadunidense Thomas Lovejoy é um dos influentes integrantes das campanhas do movimento ambientalista internacional na Amazônia brasileira. Entre as suas contribuições, foi o idealizador da esdrúxula proposta de trocas de “dívida-por-natureza” (<em>debt-for-nature swaps</em>), que permitiria o abatimento de parcelas das dívidas externas de países dotados de grandes áreas florestais em troca de compromissos com a preservação destas. Embora não tenha proliferado, a proposta foi o embrião dos dispositivos financeiros que, atualmente, seduzem governos – como o brasileiro – para aderir a mecanismos compensatórios semelhantes, sob pretexto do combate ao aquecimento global.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Thomas-Lovejoy.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10867" title="Thomas-Lovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Thomas-Lovejoy-300x168.jpg" alt="" width="374" height="209" /></a></p>
<h2> Presença suspeita</h2>
<p>Recentemente, Lovejoy foi um dos especialistas consultados para a elaboração do relatório «<em>Brasil Global e Relações EUA-Brasil»</em>, recém publicado pelo Conselho de Relações Exteriores (CFR), um dos mais influentes órgãos deliberativos do <em>establishment </em>estadunidense, que convida o Brasil a investir no molde de uma “potência ambiental” e grande exportador de matérias-primas e energia (<em>MSIa Informa</em>, 11/08/2011).</p>
<p>Em 16 de agosto, a <em>Folha de S. Paulo</em> publicou uma entrevista com ele, que está de férias no País. Mas, aparentemente, sua visita tem outras finalidades, pois coincide com uma intensa mobilização do aparato ambientalista para tentar influenciar a votação do projeto de reforma do Código Florestal, atualmente em tramitação no Senado. Não por acaso, a entrevista à<em> </em><em>Folha</em> foi orientada para a ideia de que o Código não precisa de mudanças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Continua o alarmismo</h2>
<p>Fiel ao alarmismo que tem caracterizado a sua militância “verde”, ele sugere que a devastação na Amazônia pode estar chegando a um limite irreversível. Em suas palavras:</p>
<blockquote><p><em>«O Banco Mundial pôs 1 milhão de dólares num estudo que projeta pela primeira vez os efeitos de mudança do clima, queimada e desmatamento juntos. Os resultados sugerem que poderia haver um ponto de inflexão em 20% de desmatamento [da floresta original]. Estamos bem perto, 18%. Isso significa que áreas do sul e sudeste da mata vão começar a secar e se transformar em cerrado. É como jogar uma roleta de dieback </em>[colapso]<em> na Amazônia.»</em></p></blockquote>
<p>Segundo ele, tal limite poderia ser atingido em pouco tempo:</p>
<blockquote><p><em>«Não fiz cálculos, mas não tomaria muito tempo. Pode ser cinco anos, se continuar assim. Claro que [a devastação] traz implicações para os padrões de chuva, incluindo as áreas agroindustriais de Mato Grosso e mais ao sul, até o norte da Argentina.»</em></p></blockquote>
<p>Questionado pela jornalista Anna Virginia Balloussier, sobre a rigidez da legislação ambiental brasileira, comparada à dos EUA, onde <em>«sequer estão na mesa criar coisas como a reserva legal»</em>, Lovejoy saiu-se com a seguinte:</p>
<blockquote><p><em>«Só estou tentando pensar no que faz sentido para o Brasil, não necessariamente no que faz sentido o Brasil fazer para o resto do mundo. O atual Código Florestal é um dos mais visionários [sic] do planeta. Nos EUA, temos de pagar o preço de não ter tido essa visão há muito tempo. E também não temos florestas tropicais, mais sensíveis.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Recados ambientalistas</h2>
<p>Outra pergunta, sobre a avaliação da atitude da presidente Dilma Rousseff no debate, lhe proporcionou transmitir diretamente o “recado” do aparato ambientalista:</p>
<blockquote><p><em>«Até agora, parece muito prático, sério. Como ela vai responder a qualquer que seja o Código Florestal será, claro, um grande teste. Mas ter deixado claro que o governo Dilma não aprovaria a anistia [aos desmatadores] é um sinal bem positivo. O que é perigoso, na lei, é a ideia de dar o poder de demarcar as reservas legais aos Estados. Se você vai administrar a Amazônia como sistema, precisa ser consistente.»</em></p></blockquote>
<p>Da mesma forma, ele assim respondeu à pergunta sobre se o Brasil é capaz de cuidar sozinho da Amazônia:</p>
<blockquote><p><em>«O BNDES tem de ser cuidadoso com os projetos de infraestrutura, pois há todos os outros países [amazônicos]. O Brasil não deveria segurar a responsabilidade sozinho. A Amazônia é um elemento-chave no funcionamento do mundo. É do interesse de outros países ajudar o Brasil.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Chantagem ambientalista</h2>
<p>Como se percebe, é a mesma surrada agenda do ambientalismo desde a década de 1980: na época, a “soberania restrita” sobre a Amazônia; hoje, “responsabilidades compartilhadas”, com apoio externo em troca de que o País abra mão de desenvolver e modernizar a economia amazônica.</p>
<p>Para concluir, não poderia faltar uma menção ao aquecimento global:</p>
<p><em>Folha</em> — <em>«Parte da comunidade científica minimiza o papel do homem no aquecimento global. O que o sr. acha?»</em></p>
<p>Lovejoy — <em>«Não há quase nenhum cientista com credibilidade que acredite nisso. Nos últimos 10 mil anos, a história climática do planeta foi bem estável. Agora, nós o estamos mudando. Está claro que 2ºC a mais é muito para a Terra.»</em></p>
<p>Como sabe qualquer pessoa com um conhecimento perfunctório da história climática do Holoceno, os últimos 12 mil anos em que a Civilização tem existido, grande parte deste período tem experimentado temperaturas mais elevadas que as atuais. O mesmo ocorreu com os níveis do mar, que chegaram a ser 3-4 metros superiores aos atuais, há 5000-6000 anos, no chamado Holoceno Médio.</p>
<p>Em suma, mesmo “de férias”, convém prestar (muita) atenção à movimentação de Lovejoy.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quem é Thomas Lovejoy</h2>
<p>Thomas E. Lovejoy III é um veterano integrante do movimento ambientalista internacional, sendo um dos seus mais graduados especialistas em assuntos referentes à Amazônia, região onde tem trabalhado desde a década de 1960. Seu currículo inclui importantes posições em diversas áreas do aparato ambientalista. Entre outras, foi diretor do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) nos EUA, diretor do Instituto Smithsoniano e conselheiro do Departamento de Estado para assuntos de biodiversidade e meio ambiente. Atualmente, é assessor da Presidência do Banco Mundial e da Presidência da Universidade das Nações Unidas, presidente do Centro Heinz para a Ciência, Economia e Meio Ambiente (ligado à influente Fundação Heinz) e professor da Universidade George Mason.</p>
<p>O seu verbete na <em>Wikipedia</em> informa, também, que ele foi o introdutor da expressão “diversidade biológica”, na década de 1980. Da mesma forma, ele criou o conceito das “ilhas” de biodiversidade, que ficaram conhecidas como “ilhas de Lovejoy”. Segundo ele, suas observações na Amazônia revelaram que, quando o desmatamento da floresta deixava pequenas parcelas com a vegetação original, estas áreas diminutas perdiam a sua biodiversidade, com a fuga das aves e morte das árvores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Alarmista, como sempre</h2>
<p>O verbete também menciona, sem dar detalhes, uma citação sua sobre o impacto das ações humanas na biodiversidade:</p>
<blockquote><p><em>«Centenas de milhares de espécies perecerão, e esta redução de 10-20% da biota terrestre ocorrerá em mais ou menos a metade do período de uma vida humana&#8230; Esta redução da diversidade biológica do planeta é o assunto mais fundamental do nosso tempo.»</em></p></blockquote>
<p>Como se pode perceber, as ideias de Lovejoy têm representado importantes ferramentas de trabalho para o ambientalismo e suas campanhas intervencionistas, em especial, no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Afirmações sem base científica, para variar&#8230;</h2>
<p>Quanto à precisão científica delas, é outra história. A falta de fundamentação para o catastrofismo de Lovejoy <em>et alii</em> fica evidenciada, por exemplo, em seus prognósticos sobre a extinção de espécies. Um dos poucos que se deram ao trabalho de verificar a origem desses valores foram o economista Julian Simon e o cientista político Aaron Wildavsky. Na década de 1980, depois de levantar muitas referências retroativas, eles chegaram a Lovejoy e seu colega Norman Myers. O primeiro, então no WWF, era citado no relatório Global 2000, divulgado em 1977 pelo governo dos EUA, afirmando que, <em>«das 3-10 milhões de espécies hoje presentes na Terra, pelo menos 500.000-600.000 serão extintas durante as próximas duas décadas»</em>.</p>
<p>Em um artigo conjunto publicado no livro <em>The Resourceful Earth</em> (1984), editado por Simon e Herman Kahn, Simon e Wildavsky observam:</p>
<blockquote><p><em>«A base para qualquer projeção para o futuro útil deve ser um conjunto de dados coletados em situações que englobem as condições esperadas, ou que possam ser racionalmente extrapolados para as condições esperadas. Porém, nenhuma das referências de Lovejoy contém qualquer conjunto de dados cientificamente relevante. A única fonte publicada mencionada para a sua tabela principal é um livro de Norman Myers, ‹The Sinking Ark›, escrito sob os auspícios de um comitê do qual Lovejoy é um dos três membros. Os textos de Myers e Lovejoy, que não são independentes, parecem ser a única fonte básica de todos os amplamente discutidos prognósticos sobre extinções de espécies.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Incrível suposição</h2>
<p>No livro de Myers, encontra-se a seguinte observação: <em>«Suponhamos que&#8230; a quarta parte final deste século presencie a eliminação de um milhão de espécies – uma perspectiva longe de ser improvável. Isto se traduziria&#8230; numa taxa de extinção média&#8230; superior a 100 espécies por dia.»</em></p>
<p>Aí está, sem rodeios, a origem dos números escabrosos que têm sido repetidos como mantras desde então: nada mais, nada menos que simples suposições, sem qualquer valor científico real, como demonstraram Simon e Wildavsky.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Abrindo o jogo</h2>
<p>Em uma entrevista publicada em 1983, Lovejoy falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista:</p>
<p>Lovejoy — <em>«Eu quero esclarecer uma coisa agora mesmo: algumas pessoas têm circulado histórias maldosas de que o WWF está tentando parar todo o investimento no setor em desenvolvimento, que não queremos nenhuma indústria, que tudo em que estamos interessados são em plantas e animais. Isto é uma mentira&#8230;»</em></p>
<p>Pergunta — <em>«Mas o WWF não se coloca ao lado dos animaizinhos e plantas exóticas, contra o desenvolvimento industrial e de exploração de recursos naturais em certas áreas?»</em></p>
<p>Lovejoy:</p>
<blockquote><p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>«Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que eu sou? Você sabe realmente quem sou eu? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da</em> [seguradora] <em>Metropolitan Life. Você sabe quem é realmente Russell Train</em> [na época, presidente do WWF-EUA e ex-alto funcionário da OTAN]<em>? Quem, diabos, você pensa que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim – ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos&#8230; O maior problema são esses malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convêm. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias&#8230; Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar as pessoas e vamos ter que ajustar isso. Será um ajuste doloroso, sem dúvida. Não, o problema real é este nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais ele leva.»</em></span></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Arrogância e desprezo pelo Brasil</h2>
<blockquote><p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>«Os brasileiros – e eu sei disto de uma experiência de 17 anos – pensam que podem desenvolver a Amazônia, que podem tornar-se uma superpotência. Vivem de peito estufado com isso. Portanto, você tem que ser cuidadoso. Você pode ganhá-los com pouco. Deixe-os desenvolver a bauxita e outras coisas, mas restruture os planos para reduzir a escala dos projetos de desenvolvimento energético alegando razões ambientais. Eles não podem conseguir dinheiro agora. Então, fazemos com que alguns bancos amigos digam a eles que eles podem conseguir dinheiro para o que estamos sugerindo. Então, alguns de nossos amigos no ministério de planejamento vêm e dizem que isto é uma boa idéia.»</em></span></strong> (<em>Club of Life White Paper</em>, <em>International Bankers&#8217; Real Agenda: Global Depopulation</em>, New York, February 1983)</p></blockquote>
<p>Atualmente, Lovejoy é mais cuidadoso com suas palavras (ele já chegou a negar a autoria da entrevista), mas o seu empenho na “guerra irregular” que o aparato ambientalista internacional move contra o Brasil continua sendo o mesmo.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p align="right"><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 15, de 25 de agosto de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9606" title="harpia-23dJpegMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg" alt="" width="80" height="45" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://bionarede.blogspot.com/">http://bionarede.blogspot.com</a><strong> </strong></p>
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		<title>&#8220;Potência verde&#8221; avança com o REDD&#8230; mas rateia com a infraestrutura</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/potencia-verde-avanca-com-o-redd-mas-rateia-com-a-infraestrutura/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 14:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, o documento-síntese para a preparação da estratégia nacional para a consolidação do esquema de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, conhecido pela sigla REDD. O documento reúne as conclusões de uma série de consultas realizadas pelo MMA no segundo semestre de 2010, referentes às políticas públicas federais, iniciativas estaduais e princípios e critérios socioamentais propostos pelo movimento ambientalista, além de princípios operacionais para o funcionamento do mecanismo (IPAM, 5/08/2011).
Enquanto as considerações com a agenda ambientalista ocupam lugar de destaque na pauta política brasileira, a incomparavelmente mais relevante expansão e modernização da infraestrutura física continua deixando a desejar. As deficiências do setor se mostram, em especial, na insuficiência de investimentos, que foram de apenas 2,32% do PIB ao longo da última década, inferiores ao mínimo considerado necessário para evitar a deterioração dos sistemas, de 2%, e bem abaixo dos investimentos de outras economias emergentes, como a China (13,4%), Índia (6%), Tailândia (15%), Vietnã (11%) e Chile (6,2%) (O Estado de S. Paulo, 2/08/2011).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><span style="color: #003300;">&#8220;Potência verde&#8221; avança com o REDD&#8230;</span></h1>
<p>O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, o documento-síntese para a preparação da estratégia nacional para a consolidação do esquema de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, conhecido pela sigla REDD. O documento reúne as conclusões de uma série de consultas realizadas pelo MMA no segundo semestre de 2010, referentes às políticas públicas federais, iniciativas estaduais e princípios e critérios socioamentais propostos pelo movimento ambientalista, além de princípios operacionais para o funcionamento do mecanismo (<em>IPAM</em>, 5/08/2011).</p>
<p>O mecanismo, que prevê compensações financeiras para o desmatamento evitado, incluindo-o na contabilidade das emissões de gases de efeito estufa, foi proposto originalmente por ambientalistas estadunidenses e brasileiros, na reunião da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-9), realizada em Milão, Itália, em 2003. Evidentemente, a compensação financeira para evitar o desmatamento representa uma interessante convergência de interesses para as partes envolvidas na agenda ambientalista internacional: governos e entidades privadas do Hemisfério Norte interessados em dificultar a expansão e modernização das atividades econômicas na Região Amazônica, operadores dos mercados de créditos de carbono e ONGs ambientalistas crescentemente envolvidas nas operações financeiras baseadas em temas ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;">ONGs na área</span></h2>
<p>A ONG mais envolvida com o esquema REDD é o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), filial brasileira do Woods Hole Research Center (WHRC) criada em 1995, que tem atuado como um importante conduto das propostas e iniciativas de algumas das principais ONGs ambientalistas dos EUA para a Amazônia brasileira. Seu vice-presidente é o antropólogo Stephan Schwartzman, diretor do Environmental Defense Fund (EDF) e veterano de mais de três décadas de campanhas ambientalistas e indigenistas na Amazônia. No seu conselho diretor também têm assento a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva e dois dos principais promotores da agenda climática catastrofista no País, o climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o físico Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Por sua vez, o WHRC foi fundado pelo biólogo George M. Woodwell, membro fundador do EDF e de outras importantes ONGs estadunidenses do alto escalão do aparato ambientalista. Woodwell é um dos principais articuladores da agenda ambientalista, desde a década de 1960, tendo participado ativamente da campanha que resultou no banimento do DDT nos EUA e das discussões que resultaram na criação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas.</p>
<p>Diante de semelhante &#8221;pedigree&#8221; de seus idealizadores, o esquema REDD promete ser apenas mais um dispositivo a serviço da agenda ambientalista, com escasso valor real para os interesses maiores da sociedade brasileira.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<h1><span style="color: #003300;">&#8230;mas rateia com a infraestrutura</span></h1>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a>Enquanto as considerações com a agenda ambientalista ocupam lugar de destaque na pauta política brasileira, a incomparavelmente mais relevante expansão e modernização da infraestrutura física continua deixando a desejar. As deficiências do setor se mostram, em especial, na insuficiência de investimentos, que foram de apenas 2,32% do PIB ao longo da última década, inferiores ao mínimo considerado necessário para evitar a deterioração dos sistemas, de 2%, e bem abaixo dos investimentos de outras economias emergentes, como a China (13,4%), Índia (6%), Tailândia (15%), Vietnã (11%) e Chile (6,2%) (O Estado de S. Paulo, 2/08/2011).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Claudio-Frischtak.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10611" title="Claudio-Frischtak" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Claudio-Frischtak-300x235.jpg" alt="" width="151" height="118" /></a>Para o economista Cláudio Frischtak, da InterB Consultoria, na prática, o País está reduzindo a sua malha logística, em vez de ampliá-la. Autor de um estudo sobre o assunto, ele mostra que, entre 2001 e 2010, foram investidos apenas R$ 543,3 bilhões no setor. Ademais, os investimentos são bastante desiguais: do montante investido no período estudado, 57% foram aplicados em geração de energia e telecomunicações, 12,5% em saneamento e menos de 10%, em transportes. Destes, que somaram R$ 166 bilhões, 69% foram aplicados no modal rodoviário, deixando as ferrovias, metrô, hidrovias, portos e aeroportos com apenas 31% dos investimentos setoriais.</p>
<p><em>«Hoje temos um país rodoviário e, mesmo com a concentração dos recursos, as estradas estão mal, as ferrovias são limitadas e o investimento em hidrovias é residual»</em> — diz Frischtak.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/navio-no-porto.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10612" title="navio-no-porto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/navio-no-porto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Corrida tecnológica</span></h2>
<p>O economista adverte que a permanência desse quadro deixa o Brasil em uma situação delicada em relação às demais economias emergentes:</p>
<blockquote><p><em>«Nossos competidores se reposicionam continuamente. Estão investindo mais, não só em infraestrutura, mas em educação e tecnologia, e nós não estamos acompanhando. Para alcançar os níveis atuais dos asiáticos, temos de investir entre 4% e 6% do PIB em infraestrutura durante 20 anos. Isso para chegar onde estão hoje e não onde estarão quando chegarmos lá. Para convergir com eles, precisamos de 5% a 7%.»</em></p></blockquote>
<p>Uma constatação evidente é que a lacuna a ser preenchida não poderá depender, majoritariamente, de investimentos privados, o que implica na retomada das ações do Estado no setor. Isto implica em uma reversão da tendência instalada no País a partir da década de 1990, quando desestatização e privatização passaram a ser consideradas símbolos quase exclusivos de modernização e eficiência (mesmo quando boa parte das privatizações foi financiada com recursos públicos, via BNDES). A força motriz do impulso era – e continua sendo – o conceito de mercantilização da infraestrutura, considerada predominantemente como fonte de lucros e arrecadação tributária, em vez de um fator de promoção do interesse público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #003300;">Desinteresse</span></h2>
<p>Por conta disso, o Brasil tem hoje uma das tarifas de eletricidade mais altas do mundo, apesar de a maior parte da geração ser feita por usinas hidrelétricas construídas há décadas e devidamente amortizadas. Outro exemplo é o abandono da malha ferroviária privatizada, da qual dois terços encontram-se inoperantes, enquanto a criação de novas linhas fica restrita ao interesse – ou o desinteresse − dos agentes privados.</p>
<p>Para superar esse impasse, as lideranças nacionais de todos os setores terão, acima de tudo, que deixar de lado preconceitos ideológicos que estão se mostrando disfuncionais diante da evolução dos acontecimentos mundiais, para que o Estado possa atuar em sintonia com a iniciativa privada, em um empenho que coloque os interesses maiores da sociedade no centro da formulação de políticas públicas. O Estado brasileiro precisa recuperar a iniciativa para o planejamento e os investimentos em infraestrutura, em parceria com a iniciativa privada ou, se necessário, isoladamente. O fracasso em se promover essa harmonia de interesses, certamente, custará muito caro ao País.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6767" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é composto de duas matérias sequenciais apresentadas no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 13, de 11 de agosto de 2011. Seus títulos são, respectivamente, <em><strong>«&#8221;Potência Verde&#8221; Avança com REDD&#8230;»</strong></em> e <em><strong>«&#8230; Mas Rateia com a Infraestrutura»</strong></em>. Introduzi subtítulos nos textos para facilitar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do <strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
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<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a><strong>Imagens</strong> ➞ <a href="http://www.valoronline.com.br/">http://www.valoronline.com.br</a> ; <a href="http://www.fabiobelau.com/">http://www.fabiobelau.com</a><strong> </strong></p>
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		<title>Telhados brancos, benefícios obscuros</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 14:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo de cientistas e pesquisadores paulistas está encabeçando uma reação à chamada "Lei dos Telhados Brancos", a qual determina que todos os tetos e telhados da cidade sejam pintados de branco, para ajudar a combater o aquecimento global. A lei já foi aprovada em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo, em dezembro de 2010, e se aprovada em definitivo e sancionada pela Prefeitura, obrigará todos os proprietários de imóveis a cumprir as suas determinações em até 180 dias após a sua data de efetivação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Telhado-brancos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9974" title="Telhado-brancos" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/07/Telhado-brancos-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a>Um grupo de cientistas e pesquisadores paulistas está encabeçando uma reação à chamada &#8220;Lei dos Telhados Brancos&#8221;, a qual determina que todos os tetos e telhados da cidade sejam pintados de branco, para ajudar a combater o aquecimento global. A lei já foi aprovada em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo, em dezembro de 2010, e se aprovada em definitivo e sancionada pela Prefeitura, obrigará todos os proprietários de imóveis a cumprir as suas determinações em até 180 dias após a sua data de efetivação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Mais uma vez a falta de fundamentação científica</span></h2>
<p>Coordenado pelo Dr. Ricardo Augusto Felício, professor de Climatologia do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), e pelo Dr. Antonio Jaschke Machado, professor de Climatologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), o grupo está divulgando uma carta aberta intitulada <em>«Telhados Brancos, Benefícios Obscuros»</em>, na qual demonstram a total falta de fundamentação científica para a iniciativa e alertam a população paulistana para a necessidade de uma mobilização contra o projeto de lei.</p>
<p>Já publicado em vários sítios, o documento afirma que a implementação do projeto de lei, de autoria do vereador Antonio Goulart (PMDB), <em>«não proporcionará qualquer vantagem para a sociedade em geral, apenas ônus para a quase totalidade dela – e lucros e receitas questionáveis para uns poucos»</em>. Assim afirma o texto:</p>
<blockquote><p><em>«O problema principal é que tais justificativas não têm qualquer base científica e a forma como o projeto foi discutido e aprovado em primeira instância, sem uma ampla discussão envolvendo a comunidade científica e técnica, que poderia aportar subsídios relevantes a ela, denota a forma superficial com que as questões ambientais têm sido apresentadas à sociedade em geral, criando um contexto em que poucos questionam as reais motivações de tais medidas.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Equívoco técnico</span></h2>
<p>Os autores ressaltam que um único fato elementar já seria suficiente para inviabilizar a proposta, caso a sua motivação tivesse realmente uma base científica:</p>
<blockquote><p><em>«Os telhados constituem apenas uma fração reduzida das construções. Em uma cidade altamente verticalizada como São Paulo, as superfícies combinadas de todas as paredes externas, muros, calçadas etc superam em muito as áreas dos telhados. Como o Sol &#8220;passeia&#8221; pelo céu durante todo o dia, todas essas superfícies são atingidas pelos seus raios, em ângulos que variam com as horas do dia e as estações do ano; desta maneira, todas elas permanecem durante todo o período de insolação transformando as ondas curtas da luz do Sol em ondas longas que geram calor.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Alguém vai ganhar dinheiro&#8230;</span></h2>
<p>Para os autores, <em>«os únicos beneficiários de uma lei tão esdrúxula seriam os fabricantes de tintas e, eventualmente, a Prefeitura, caso se decidissem aplicar multas aos proprietários que não pintassem seus telhados no prazo estabelecido ou, posteriormente, deixassem de manter devidamente limpos os seus telhados»</em>.</p>
<p>Por isso, concluem:</p>
<blockquote><p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>«A população de São Paulo precisa estar atenta e se mobilizar para impedir a sua aprovação – inclusive, para evitar que iniciativas semelhantes sejam adotadas em outras cidades e estados do País.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>O texto completo do documento pode ser consultado, entre outros, no sítio <a href="http://www.fakeclimate.com/beta/" target="_blank">Fake Climate.com</a>.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_-300x19.png" alt="" width="300" height="19" /></a></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7483" title="seta-verde-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-verde-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos </strong>→<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 08, de 07 de julho de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>→<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>→<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #003300;">http://www.alerta.inf.br/</span></a> e <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">http://www.msia.org.br/</span></a>.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Mensagens e sugestões </strong>→<strong> </strong>favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #003300;">msia@msia.org.br</span></a> ou para Editoria MSIa: <span style="color: #003300;">geraldo@msia.org.br</span>.</span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> → loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/"><span style="color: #003300;">www.capaxdei.com.br</span></a>; e-mail : <span style="color: #003300;">capaxdeieditora@gmail.com</span></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></strong></span><span style="color: #003300;"><strong>Imagem </strong>→<strong> <a href="http://www.ambienteenergia.com.br/"><span style="color: #003300;">http://www.ambienteenergia.com.br</span></a></strong></span></p>
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		<title>&#8220;Um fracasso generalizado do método científico&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/um-fracasso-generalizado-do-metodo-cientifico/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 21:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos fatores mais relevantes e menos percebidos da presente crise global é o crescente abandono do método científico que a Humanidade levou milênios para desenvolver, trocado por um enfoque míope e limitado de "ciência por consenso", cujo impacto na formulação das políticas públicas de ciências e tecnologias tem sido devastador. De fato, ao vincular a "corrente principal" das atividades científicas a agendas determinadas política e ideologicamente – como no caso exemplar dos estudos climáticos – essa tendência acaba criando um processo autoalimentado de supressão de quaisquer evidências que contrariem dogmas estabelecidos e "consensualmente" aceitos pela mainstream.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cientistas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8542" title="cientistas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cientistas-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a>Um dos fatores mais  relevantes e menos percebidos da presente crise global é o crescente abandono do  método científico que a Humanidade levou milênios para desenvolver, trocado por  um enfoque míope e limitado de &#8220;ciência por consenso&#8221;, cujo impacto na  formulação das políticas públicas de ciências e tecnologias tem sido devastador.  De fato, ao vincular a &#8220;corrente principal&#8221; das atividades científicas a agendas  determinadas política e ideologicamente – como no caso exemplar dos estudos  climáticos – essa tendência acaba criando um processo autoalimentado de  supressão de quaisquer evidências que contrariem dogmas estabelecidos e  &#8220;consensualmente&#8221; aceitos pela <em>mainstream</em>. Com perturbadora frequência,  linhas de pesquisa que oferecem perspectivas promissoras para o entendimento de  fenômenos de grande relevância para o futuro da Humanidade têm sido,  deliberadamente, descartadas como irrelevantes ou exóticas e, portanto, não  merecendo a atenção de cientistas &#8220;sérios&#8221;, autoridades e público, recursos para  pesquisas, divulgação e os demais requisitos para que o conhecimento científico  possa cumprir o seu papel de força motriz do progresso das sociedades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Cientistas proscritos</span></h2>
<p>Assim, não admira  que poucos cientistas insistam em nadar contra a corrente e prosseguir em tais  áreas, lutando contra o descrédito de colegas e do público, não raro beirando o  desprezo, falta de verbas, equipamentos e tempo, e passem a se reunir quase em  pequenas confrarias, para trocar ideias e informações com seus pares igualmente  obstinados.</p>
<p>Dois encontros  internacionais recentes abordaram duas dessas áreas &#8220;proscritas&#8221;: a 16ª  Conferência Internacional Sobre Fusão a Frio (ICCF16), em Chennai, Índia  (6-11/02/2011) e o simpósio sobre Fenômenos Sismoeletromagnéticos e Precursores  de Terremotos, realizado durante a Assembleia Geral de 2011 da União Europeia de  Geociências, em Viena, Áustria (7-8/04/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Assuntos polêmicos e enigmáticos</span></h2>
<p>A &#8220;fusão a frio&#8221;,  também chamada de &#8220;reações nucleares assistidas quimicamente&#8221; (CANR, em inglês) ou  &#8220;reações nucleares de baixa energia&#8221; (LENR, em inglês), foi apresentada ao mundo  em 1989, quando os eletroquímicos Martin Fleischmann e Stanley Pons, da  Universidade de Utah, anunciaram ter detectado excesso de calor e partículas  nucleares em experiências envolvendo a eletrólise de água pesada em contato com  uma superfície de paládio. Posteriormente, dificuldades com a repetição da  experiência e dos resultados, além de um relatório desfavorável do Departamento  de Energia dos EUA, levaram ao descrédito em relação ao fenômeno, embora  cientistas de vários países e até mesmo instituições governamentais (como o  Departamento de Pesquisas da Marinha dos EUA) tenham continuado as pesquisas, em  perfil mais baixo. Desde então, as pesquisas motivaram a realização de 16  conferências internacionais sobre o tema, sendo a de Chennai a mais recente.</p>
<p>A ICCF16 se  realizou sob o impacto do anúncio de uma experiência ocorrida semanas antes, na  Itália, quando os físicos Sergio Focardi e Andrea Rossi, da Universidade de  Bologna, demonstraram publicamente um dispositivo de 10 kilowatts capaz de gerar  um excesso de energia térmica dez vezes maior. No evento, do qual participaram  cerca de 500 pessoas, entre pesquisadores de vários países e professores e  estudantes indianos, foram relatados os avanços obtidos em pesquisas realizadas  na Itália, Japão, Rússia e EUA.</p>
<p>Na abertura,  Mustansir Barma, diretor do Instituto Tata de Pesquisa Fundamental (TIFR), o  principal centro de pesquisas básicas indiano, admitiu que os fenômenos  observados na área ainda constituem um enigma científico, pois ainda não se sabe  como a matéria condensada deflagra as reações nucleares observadas. Ou, em  outras palavras, como é possível que reações químicas na escala de  elétrons-volts (eV) possam ocasionar reações nucleares na escala de MeV, um  milhão de vezes maior?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Fracasso do método científico?</span></h2>
<p>Em seu discurso,  que foi lido na conferência devido à sua ausência forçada, o vice-chanceler de  Pesquisas da Universidade de Missouri, Robert Duncan, enfatizou que a deplorável  situação que envolve as pesquisas na área se deve a <em>«um fracasso generalizado do  método científico»</em>. Ele recordou os primeiros passos de duas tecnologias que  hoje têm enorme importância, os dispositivos eletrônicos no estado sólido  (transistores, circuitos integrados etc.) e os supercondutores em altas  temperaturas. Problemas idênticos aos ocorridos com a &#8220;fusão a frio&#8221;, como as  dificuldades de repetibilidade das experiências, prejudicaram o desenvolvimento  comercial de ambas as tecnologias, hoje consagradas.</p>
<p>No evento, a  maioria dos pesquisadores se mostrou otimista com a perspectiva de que a  exploração comercial do fenômeno, para a geração de energia, poderá ocorrer em  uma ou duas décadas (<em>Infinite Energy</em>, março/abril/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/terremoto.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-8545" title="terremoto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/terremoto.bmp" alt="" /></a><span style="color: #000080;">Antecipando  terremotos</span></h2>
<p>A despeito da  importância do tema, o simpósio Fenômenos Sismoeletromagnéticos e Precursores de  Terremotos, realizado menos de um mês após o grande terremoto que devastou o  Nordeste do Japão, recebeu escassa atenção dos participantes da reunião anual da  União Europeia de Geociências. Não obstante, os trabalhos apresentados  permitiram avaliar os importantes progressos que têm sido feitos em vários  países, no entendimento dos terremotos como fenômenos não somente geológicos,  mas inseridos em um contexto extraterrestre, no qual podem ser influenciados por  fenômenos como as radiações solares. Em especial, pesquisadores como os  italianos Píer Francesco Biagi e Tommaso Maggipinto, o japonês Masashi Hayakawa,  o russo Sergey Pulinets, o francês Michel Parrot, o estadunidense Friedemann  Freund e outros, têm se dedicado a estudar os sinais precursores dos grandes  terremotos, como se manifestam no campo geomagnético, na ionosfera e na própria  atividade solar.</p>
<p>Michael Parrot, do  Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) francês, apresentou os  resultados preliminares de uma série de levantamentos feitos a partir do  satélite francês Demeter, que ficou seis anos em órbita coletando dados sobre  áreas sísmicas do globo terrestre. Suas palavras sintetizam a situação  geral:</p>
<p><em>«Estudos recentes&#8230;  mostraram que sinais atmosféricos precursores foram observados ao nível do solo  e no espaço, em vários eventos sísmicos recentes. A grande pergunta que se  discute na comunidade científica é se esses sinais ocorrem de maneira  sistemática antes dos grandes terremotos. Para responder a essa pergunta,  começamos a estudar as anomalias atmosféricas durante os grandes  terremotos.</em></p>
<p><em>«Nosso enfoque se  baseia na integração de vários parâmetros físicos e ambientais (radiação térmica  infravermelha, concentração de elétrons na ionosfera, atividade de radônio,  temperatura do ar e sismicidade), que se encontram relacionados com os  terremotos&#8230; Nossos primeiros resultados sugerem o aparecimento de anomalias  atmosféricas sistemática próximo à zona do epicentro, de um a cinco dias dos  grandes terremotos, o que poderia explicar-se por um processo comum entre os  parâmetros físicos observados e o processo de preparação do sismo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Investimentos são justificáveis</span></h2>
<p>As apresentações e  discussões ocorridas no evento deixam claro que o prognóstico de grandes  terremotos, em um futuro próximo, já deixou de ser especulação, para se tornar  uma possibilidade concreta. Vários pesquisadores ressaltaram a necessidade de  estabelecimento de um sistema global de coleta de dados, inclusive, com sensores  montados em satélites exclusivos (como os que russos, britânicos e chineses se  preparam para lançar), para proporcionar uma visão abrangente das interações  entre a Terra, seu campo magnético e o Sol. Ainda que, como vários debatedores  ressaltaram, devido à complexidade dos fenômenos envolvidos, dificilmente, se  chegará a níveis de acertos próximos a 100%, a possibilidade de que milhares e,  potencialmente, milhões de vidas possam vir a ser salvas com a antecipação de  sismos de grande magnitude que possam afetar grandes centros populacionais,  justifica todos os recursos que forem investidos nesse mais que promissor campo  do conhecimento.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_3.svg_.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, Nº 01, de 19 de maio de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ </span>loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
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		<title>Mundo real contraria discurso &#8220;aquecimentista&#8221; outra vez</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/mundo-real-contraria-discurso-aquecimentista-outra-vez/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 13:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[A despeito da popularidade do discurso sensacionalista sobre as questões climáticas, que atribui às atividades humanas o aumento das temperaturas atmosféricas observado desde o século 19, a cada momento o mundo real se encarrega de contestar as afirmativas alarmistas dos porta-vozes do “aquecimentismo” – tendência convertida numa virtual indústria autossustentável. Vale a pena rever algumas delas, dadas a conhecer nos últimos dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a>A despeito da  popularidade do discurso sensacionalista sobre as questões climáticas, que  atribui às atividades humanas o aumento das temperaturas atmosféricas observado  desde o século 19, a cada momento o mundo real se encarrega de contestar as  afirmativas alarmistas dos porta-vozes do “aquecimentismo” – tendência  convertida numa virtual indústria autossustentável. Vale a pena rever algumas  delas, dadas a conhecer nos últimos dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/baleias-jubarte-a-saltar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8104" title="baleias-jubarte-a-saltar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/baleias-jubarte-a-saltar-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Recorde de baleias e  <em>krill</em></h2>
<p>Em 27 de abril, a  Universidade Duke (EUA) divulgou um boletim de imprensa sobre os resultados de  uma expedição realizada por uma equipe de cientistas da universidade ao litoral  da Península Antártica, no outono de 2009. Na expedição, que durou seis semanas,  os pesquisadores observaram a maior concentração de baleias corcundas e de <em>krill</em> (pequenos crustáceos que se alimentam  basicamente do fitoplâncton e,  por sua vez, constituem a base alimentícia de  baleias, pinguins, focas e  aves marinhas)  em mais de duas décadas de estudos na região.</p>
<p><em>«Uma agregação de  baleias e de krill tão incrivelmente densa como essa nunca havia sido vista  antes nessa área, nesta época do ano»</em> — disse o biólogo marinho Douglas Nowacek.</p>
<p>Nowacek e seus  colegas observaram, apenas na baía Guilhermina, uma concentração superior a  cinco baleias por quilômetro quadrado, a mais alta já registrada, o mesmo  ocorrendo com a concentração de <em>krill</em>. A equipe de Duke retornou no ano  seguinte e observou números similares.</p>
<p>A fauna marinha da  Antártida tem sido frequentemente citada nos relatos alarmistas, como sendo  bastante ameaçada pelas mudanças climáticas induzidas pelo homem. E, em uma  clara evidência de que não é “politicamente correto” fazer tais observações sem  citar o problema (assim como, na era soviética, qualquer obra científica tinha  que fazer pelo menos uma citação de Marx, Engels, Lênin ou Stálin), o boletim de  imprensa de Duke paga o seu tributo ao “aquecimentismo”, nas palavras do outro  coordenador do projeto, Ari S. Friedlaender:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><em>«A ausência de gelo  marinho é uma boa notícia para as baleias, a curto prazo, proporcionando a elas  um verdadeiro festim, na medida em que, toda noite, o krill migra verticalmente  para a superfície da baía. Mas também é má notícia a longo prazo, para ambas as  espécies e tudo mais que vive no Oceano Sul e depende do krill.»</em></span></p></blockquote>
<p>Apesar de que,  possivelmente, o Dr. Friedlaender não esteja disponível nesse longo prazo, para  ser cobrado pelo seu prognóstico, as baleias e os demais comensais que se  alimentam dos pequenos crustáceos antárticos deverão se beneficiar das ligeiras  elevações das temperaturas atmosféricas e oceânicas, como têm feito há milhões  de anos, nos períodos anteriormente chamados “ótimos climáticos” – antes que a  Climatologia fosse convertida num instrumento político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cadê o  “fitopânico”?</h2>
<p>Em 29 de julho de  2010, jornais do mundo inteiro estamparam em suas seções de ciências manchetes  sobre a mais recente “ameaça” atribuída ao aquecimento global: a diminuição das  concentrações do fitoplâncton marinho. No Brasil, <em>O Globo</em> reproduziu em  quase meia página um artigo do inglês <em>The Independent</em> intitulado «AT ragédia Invisível dos Mares», com esta grave advertência:</p>
<blockquote><p><em>«As plantas  microscópicas que alimentam toda a vida marinha estão morrendo em ritmo  drástico, segundo um estudo inédito conduzido pela Universidade de Dalhousie, no  Canadá, e publicado esta semana na revista Nature. A população oceânica  de fitoplânctons, como estes seres são conhecidos, caiu cerca de 40% durante o  século passado. Para os pesquisadores, a mudança está relacionada com o  aquecimento global e as crescentes temperaturas da superfície do mar&#8230; Se este  índice for confirmado por outros estudos, poderá representar, de acordo com  cientistas, um impacto maior do que a destruição de florestas tropicais e  recifes de coral.»</em></p></blockquote>
<p>Na edição de 5 de  agosto seguinte deste boletim, fizemos o seguinte comentário a  respeito:</p>
<blockquote><p><em>«O que denota  a própria publicação do estudo é exatamente a grande distorção do processo  científico que tem marcado o AGA</em> [aquecimento global antropogênico]<em>. Para  começar, trata-se de parte de uma tese de doutorado que ainda não foi sequer  defendida e, portanto, precisaria ser devidamente avaliado antes de ser  trombeteado ao mundo da maneira como foi, por um boletim de imprensa da  universidade&#8230; Ademais, não é preciso ser biólogo marinho ou oceanógrafo para  se intuir que uma redução tão drástica em um período tão reduzido – que ainda  precisa ser confirmada por outros estudos – não poderia ser atribuída a uma  única causa, menos ainda aos poucos décimos de grau centígrado em que as  temperaturas oceânicas variaram no século passado. Por conseguinte, será preciso  aguardar para ver se o estudo representará uma contribuição legítima para a  ciência ou se se trata de mais uma tentativa de pegar carona no comboio do  AGA.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Resposta à altura</h2>
<p>Pois bem. No seu  recém volume 472, publicado em 14 de abril, a mesma <em>Nature</em> traz uma  comunicação dos biólogos Ryan R. Rykaczewski e John P. Dunne, do Laboratório de  Dinâmica de Fluidos Geofísicos da Organização Nacional de Oceanos e Atmosfera  dos EUA, que simplesmente coloca por terra os relatos alarmistas do estudo  anterior. Vejamos a constatação dos cientistas estadunidenses (para facilitar a  compreensão dos leitores, dividimos o parágrafo do texto original):</p>
<blockquote><p><em>«Comunicação breve  (abril de 2011), em resposta a D.G. Boyce, M.R. Lewis e B. Worm, Nature  466, 591-596 (2010):</em></p>
<p><em>«O fitoplâncton  representa aproximadamente 50% da produção primária global, formam a base  trófica </em>[alimentícia - n.e.]<em> de quase todos os ecossistemas marinhos, é  fundamental para a transferência de energia trófica e tem um papel chave na  regulagem do clima, sequestro de carbono e produção de oxigênio. Boyce et al.  compilaram um índice de clorofila, combinando medições de clorofila in situ e medições em profundidade com discos de Secchi </em>[instrumento utilizado desde  a segunda metade do século XIX, para medições indiretas da densidade da massa de  fitoplâncton, a partir da transparência da água - n.e.]<em>, abrangendo um período  superior a 100 anos, e mostraram um decréscimo na biomassa de fitoplâncton  marinho, de aproximadamente 1% da mediana global por ano, ao longo do século  passado.</em></p>
<p><em>«Entretanto, oito  décadas de coletas de biomassa de fitoplâncton no Atlântico Norte, efetuadas  pela pesquisa Registro Contínuo de Plâncton (CPR, na sigla em inglês), mostram  um aumento em um índice de clorofila (Índice de Cor de Fitoplâncton), tanto na  bacia Nordeste como na Noroeste do Atlântico, e outras séries de longo prazo&#8230; Também indicam um aumento da biomassa de fitoplâncton, nos últimos 20-50 anos.  Estas observações, que não foram discutidas por Boyce et al., não estão de  acordo com as suas conclusões e ilustram a importância de se usarem observações  consistentes nas estimativas de tendências de longo  prazo.»</em></p></blockquote>
<p>Em outro trecho, os  autores afirmam:</p>
<blockquote><p><em>«Um exame mais  detalhado mostra que mudanças na metodologia de amostragem influenciadas pela  passagem do tempo, combinadas com uma tendência consistente na relação entre as  medições in situ e as derivadas dos índices de transparência [feitas com  o disco de Secchi - n.e.], geram uma tendência espúria ["a spurious  trend", no original] nas estimativas de síntese do fitoplâncton usadas por  Boyce et al. Os nossos resultados indicam que muito do declínio secular descrito  por Boyce et al., se não todo ele, pode ser atribuído a essa tendência temporal  do método de amostragem, e não a um decréscimo global da biomassa de  fitoplâncton.»</em></p></blockquote>
<p>Nestes dois  pequenos trechos da comunicação, uma aula de ciência real, demonstrando a  importância e a superioridade das observações do mundo real sobre formulações  teóricas induzidas pela ânsia de se tirar proveito das vantagens oferecidas pelo  alarmismo climático inconsequente. Desta feita, porém, não houve manchetes  garrafais na imprensa mundial e a notícia ficou restrita aos meios científicos e  aos blogs que se dedicam aos assuntos climáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E  cadê os “refugiados climáticos”?</h2>
<p>Em 2005, o Programa  das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) divulgou um prognóstico  alarmista, afirmando que, até 2010, as mudanças climáticas provocariam uma  tsunami de “refugiados climáticos”, estimada em até 50 milhões de pessoas. Na  ocasião, um estudo realizado em conjunto com a Universidade das Nações Unidas  informou ao mundo:</p>
<blockquote><p><em>«Em meio a previsões  de que, em 2010, o mundo precisará lidar com até 50 milhões de pessoas fugindo  aos efeitos de uma arrastada deterioração ambiental, especialistas da  Universidade das Nações Unidas dizem que a comunidade internacional precisa, com  urgência, definir, reconhecer e estender apoio a essa nova categoria de  “refugiados”&#8230; Problemas tais como a elevação do nível do mar, expansão dos  desertos e inundações catastróficas induzidas pelo tempo, já têm contribuído  para grandes migrações permanentes e, eventualmente, poderão deslocar centenas  de milhões de pessoas.» </em>(<em>Spiegel Online</em>, 18/04/2011)</p></blockquote>
<p>Pois 2010 chegou e  passou, e ninguém soube de qualquer onda de refugiados deslocados de suas terras  por motivos climáticos. Da mesma forma, ninguém se preocupou em cobrar do PNUMA  mais um prognóstico alarmista desfeito, até que, em 11 de abril último, o  escritor e blogueiro australiano Gavin Atkins, no blog <em>Asian Correspondent.com</em>,  resolveu bancar o inconveninente. Embora não seja cientista, Atkins utilizou o  fundamento do método científico, a convergência de hipóteses e fatos, para  avaliar a validade do prognóstico, nos países citados como ameaçados pelo PNUMA.  Vejamos os resultados da sua pesquisa, baseada nos censos populacionais dos  referidos países:</p>
<ul>
<li>Bahamas: segundo  o censo de 2010, registrou um aumento populacional de 50.047 pessoas desde  2000;</li>
<li>Santa Lúcia:  aumento de 5% na população, entre 2001 e 2010;</li>
<li>Seychelles: a  população passou de 81.755, em 2002, para 88.311, em 2010;</li>
<li>Ilhas Salomão: a  população aumentou em 100 mil pessoas ao longo da década, ultrapassando a marca  de meio milhão de habitantes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PNUMA em “saia justa”</h2>
<p>Diante da rápida  repercussão do artigo de Atkins, um constrangido PNUMA foi obrigado a renegar o  prognóstico anterior e retirou de seu sítio o “mapa de refugiados” que o  acompanhava. Um embaraçado porta-voz do órgão limitou-se a responder ao  jornalista Axel Bojanowski, da <em>Spiegel Online</em> (18/04/2011): <em>«Não é uma previsão  do PNUMA»</em>. Segundo ele, o mapa havia sido elaborado para um jornal, <em>«baseado em  diversas fontes»</em>, e foi retirado do sítio, <em>«porque estava causando confusão e  fazendo alguns jornalistas pensarem que o PNUMA era a fonte desses  prognósticos»</em>.</p>
<p>Mais um mito  climático recebe o destino merecido: a cesta de lixo. Esses fatos recorrentes  reforçam a expectativa de que, num futuro próximo, todo o edifício de interesses  erigido em torno do catastrofismo climático não resista ao embate da realidade;  então, seus escombros poderão ser encaminhados ao destino conveniente, o  depósito de entulho dos modismos pseudocientíficos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. II, Nº 50, de 29 de abril de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagem:</strong> </span><a href="http://territorioanimal.wordpress.com/"><span style="color: #000080;">http://territorioanimal.wordpress.com</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a></p>
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		<title>&#8220;Imperativo Extraterrestre&#8221; para antecipar terremotos</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 19:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das principais façanhas do movimento ambientalista foi a disseminação de uma visão intrinsecamente pessimista sobre as perspectivas de modernização econômica oferecidas pelos processos de industrialização, implementados no pós-guerra por um grande número de países em desenvolvimento. Este fato não foi casual, pois era uma das finalidades para as quais o ambientalismo, como ideologia e linha de ação política, foi criado por círculos do establishment oligárquico anglo-americano, na década de 1960, como demonstrado por numerosas evidências de domínio público.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/terremoto.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7656" title="terremoto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/terremoto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Uma das principais façanhas do movimento ambientalista foi a disseminação de uma visão intrinsecamente pessimista sobre as perspectivas de modernização econômica oferecidas pelos processos de industrialização, implementados no pós-guerra por um grande número de países em desenvolvimento. Este fato não foi casual, pois era uma das finalidades para as quais o ambientalismo, como ideologia e linha de ação política, foi criado por círculos do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano, na década de 1960, como demonstrado por numerosas evidências de domínio público. Por isso, desde os seus primórdios, o movimento tem colocado na alça de mira uma série de produtos, tecnologias e projetos de infraestrutura de grande importância para o bem-estar geral das sociedades, entre os quais a energia nuclear, que, nas décadas de 1960-70, era vista como uma das tecnologias mais promissoras para assegurar a eletrificação em larga escala, inclusive, nos países em desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Catastrofismo climático</h2>
<p>Outro resultado do ambientalismo foi a imposição de um enfoque alarmista sobre as questões climáticas, com a promoção do maldenominado aquecimento global antropogênico, cuja meta principal é a imposição de inviáveis e injustificáveis restrições ao uso dos combustíveis fósseis – atualmente, responsáveis por mais de 80% da energia primária gerada no planeta. Com isto, além de desviar o foco das reais emergências globais, como as insuficientes infra-estruturas de saneamento básico e energética para grande parte da Humanidade, o catastrofismo climático resultante tem distorcido enormemente o próprio conhecimento da dinâmica climática, que tem sido prejudicado pela insistência em atribuir ao dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) o papel de fator principal na variação das temperaturas atmosféricas e oceânicas – hipótese oriunda apenas de modelos matemáticos e que não se sustenta em evidências observadas no mundo real.</p>
<p>Com essa obsessão, o catastrofismo climático tem contribuído ativamente para a ossificação da visão reducionista na prática científica, a concepção de que os fenômenos e sistemas complexos podem ser entendidos pela sua redução a subsistemas menores – depois reunidos como peças de um quebracabeças. O problema é que este enfoque, eficiente em aplicações tecnológicas e até no estudo de alguns fenômenos mais simples, é totalmente ineficaz no caso de fenômenos complexos, como o clima e a dinâmica tectônica do planeta, cujo entendimento mais preciso é cada vez mais premente para a Humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Indícios climáticos desprezados</h2>
<p>Por conta disso, linhas de pesquisa que se mostram bastante promissoras, como a influência de fenômenos extraterrestres – radiação cósmica, atividade solar etc – nos processos climáticos e geológicos da Terra têm sido subestimadas e até desprezadas pelo grosso da comunidade científica e, consequentemente, contado com recursos humanos e financeiros incomparavelmente inferiores aos dedicados a demonstrar a influência humana no clima do planeta.</p>
<p>Há tempos, têm-se observado uma série de fenômenos que antecedem terremotos de grande magnitude. Entre eles, o comportamento estranho de certos animais, variações bruscas nos níveis da água em poços e lagos, inchamentos do terreno, névoa ou nuvens baixas, luminosidade sobre áreas montanhosas, anomalias magnéticas, emissões eletromagnéticas de baixa frequência, anomalias de temperatura e até mesmo variações na densidade do plasma na ionosfera. A questão é: como correlacionar todos esses fenômenos com os abalos e encontrar uma causa comum para todos eles?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Há outras explicações</h2>
<p>Como a empreitada desafia a corrente principal das ciências geológicas, que considera os terremotos como fenômenos estritamente mecânicos, decorrentes de liberações súbitas das tensões acumuladas pela deformação das rochas da crosta terrestre, não são muitos os cientistas que se atrevem a trilhar outros caminhos na busca de explicações. Tudo indica que a tarefa requer o abandono do reducionismo prevalecente, para englobar a dinâmica geofísica do planeta em um cenário mais abrangente, que inclua certos fenômenos do espaço exterior. Certas correlações (ou co-variâncias) têm sido observadas entre a atividade solar e as ocorrências de terremotos de certas magnitudes, sugerindo que, de alguma forma, mudanças no ambiente Sol-Terra que afetam o campo magnético do planeta podem deflagrar terremotos em áreas sismicamente ativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Reações eletromagnéticas</h2>
<p>Um cientista que tem estudado o assunto é o Dr. Friedemann T. Freund, do Departamento de Física da Universidade de San José e do Centro de Pesquisas Ames da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA). Desde a década de 1980, Freund tem se empenhado em demonstrar que as rochas da crosta, quando submetidas às tensões, passam a atuar como fontes de íons positivos que, ao chegar à superfície, provocam campos elétricos da ordem de centenas ou milhares de volts por centímetro, suficientes para explicar vários dos fenômenos de origem eletromagnética que costumam preceder os terremotos, inclusive o comportamento exótico de certos animais. A intensidade desses campos pode ser suficiente para atrair elétrons da ionosfera, fazendo com que ela se aproxime da superfície terrestre. Como a atividade solar afeta diretamente a ionosfera, ela pode também influenciar indiretamente o “circuito” ionosfera-crosta, contribuindo para deflagrar certos sismos.</p>
<p>Pesquisadores de Taiwan, que monitoraram uma série de terremotos com magnitude 6,0 na Escala Richter ou superior, observaram consideráveis variações nos volumes de elétrons da ionosfera, em períodos de um a seis dias antes dos sismos. Tanto os EUA como a França já colocaram em órbita satélites equipados para monitorar os fenômenos eletromagnéticos e térmicos associados aos terremotos. Recentemente, o Reino Unido e a Rússia anunciaram a intenção de colocar em órbita dois satélites especificamente para essa finalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Entendimento “cósmico-holístico”</h2>
<p>Todas essas iniciativas se beneficiariam enormemente de uma fração dos recursos humanos e financeiros que têm sido desperdiçados com o inexistente aquecimento global antropogênico.</p>
<p>O entendimento “cósmico-holístico” dos fenômenos geotectônicos se enquadra no contexto do que o que o engenheiro alemão Krafft Ehricke, um dos pioneiros do programa espacial dos EUA, chamava o <em>«Imperativo Extraterrestre»</em> – a missão humana de conquistar o Cosmos. Segundo ele, <em>«ao se expandir pelo Universo, o homem cumpre o seu destino como um elemento da vida, dotado do poder da razão e da sabedoria da lei moral em si próprio»</em>.</p>
<p>Essa visão otimista, compartilhada naquele período por grande parte da Humanidade e, em grande medida, neutralizada posteriormente pelo pessimismo intrínseco da contracultura e do ambientalismo, é o que se precisa recuperar, como requisito básico para a superação da presente crise global.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 44, de 18 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7481" title="seta-laranja-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://ubeblog.com/">http://ubeblog.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>ONU busca apoio de Hollywood contra críticos do &#8220;aquecimentismo&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/onu-busca-apoio-de-hollywood-contra-criticos-do-aquecimentismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 16:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tem sido observado por muitos comentaristas, a visão alarmista sobre os fenômenos climáticos ainda prevalecente entre a opinião pública mundial tem sido bastante influenciada pelos filmes-catástrofe de Hollywood, entre os quais a peça de ficção estrelada pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore, Uma verdade inconveniente, premiada com o Oscar de melhor documentário de 2007. Este fato acaba de ser evidenciado por ninguém menos que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/Al-Gore-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7311" title="Al-Gore-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/Al-Gore-2-300x187.jpg" alt="" width="251" height="156" /></a>Como tem sido observado por muitos comentaristas, a visão alarmista sobre os fenômenos climáticos, ainda prevalecente entre a opinião pública mundial, tem sido bastante influenciada pelos filmes-catástrofe de Hollywood, entre os quais a peça de ficção estrelada pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore, Uma verdade inconveniente, premiada com o Oscar de melhor documentário de 2007. Este fato acaba de ser evidenciado por ninguém menos que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/terra-quente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7312" title="terra-quente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/terra-quente-300x224.jpg" alt="" width="185" height="138" /></a><span style="color: #000080;">Apoio hollywoodiano</span><br class="spacer_" /></h2>
<p>Em meio aos intensos e decisivos eventos que têm incendiado o mundo árabe, o secretário conseguiu uma brecha na sua pesada agenda de compromissos para uma visita à capital do cinema estadunidense. O objetivo: conseguir o apoio dos empresários da indústria cinematográfica para uma contraofensiva diante dos cada vez mais vocais críticos da hipótese do aquecimento global antropogênico. A oportunidade foi proporcionada por um evento promovido pela Iniciativa de Projeção de Comunidades Criativas (Creative Community Outreach Initiative – CCOI), órgão da ONU criado em 2009, para realizar campanhas de propaganda sobre temas de interesse da organização, principalmente, com filmes e documentários.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/fada-sininho-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7315" title="fada-sininho-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/fada-sininho-2-300x225.jpg" alt="" width="207" height="155" /></a><span style="color: #000080;">Fada Sininho, embaixadora do verde!</span></h2>
<p>Em outubro de 2009, a CCOI nomeou a fada Sininho (Tinker Bell), personagem do célebre conto de fadas Peter Pan, como <em>«embaixadora de honra do verde»</em>, para despertar a consciência pública para a conferência climática COP-15, que se realizaria em dezembro daquele ano, em breve em Copenhague (a julgar pelo fiasco da conferência, os poderes mágicos da simpática personagem não foram suficientes).</p>
<p>Em Hollywood, Ban conclamou os cerca de 400 empresários e executivos presentes a se engajarem ainda mais na campanha climática, transmitindo em seus filmes mensagens fortes sobre as consequências da alegada influência humana no clima – inundações, incêndios, secas etc. Segundo ele, somente Hollywood pode <em>«vender»</em> tais ideias aos críticos do aquecimento global antropogênico.<br />
<em>«Animem essas histórias!&#8230; Deem vida a elas! Juntos, podemos ter o impacto de um “blockbuster” no mundo!» </em>— enfatizou o secretário.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/climagate2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7316" title="climagate2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/climagate2-300x224.jpg" alt="" width="311" height="233" /></a><span style="color: #000080;">Hollywood cética</span></h2>
<p>Segundo ele, <em>«muitos acreditam que temos dois ou três planetas, mas não temos. Este é o planeta que temos que preservar, e é a chave para as gerações futuras»</em>.</p>
<p>Entretanto, para surpresa de muitos, a audiência não se mostrou muito receptiva ao apelo dramático de Ban. Um vice-presidente da Disney afirmou que o evento lhe pareceu ser apenas um <em>«primeiro passo»</em> no sentido de se desenvolver um meio de promover o assunto de forma economicamente viável e palatável ao grande público, sem apelar à pregação. Outro executivo chegou a comentar <em>«a melhor mensagem a respeito das mudanças climáticas é, de longe, a trazida pelos negadores do aquecimento global»</em> (<em>Financial Post.com</em>, 27/02/2011).</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 42, de 03 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens:</strong> </span><a href="http://g1.globo.com/"><span style="color: #000080;">http://g1.globo.com</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://dnpb.blogspot.com/"><span style="color: #000080;">http://dnpb.blogspot.com</span></a><span style="color: #000080;">;</span></p>
<p><a href="http://www.portalibahia.com.br/"><span style="color: #000080;">http://www.portalibahia.com.br</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://fimdostempos.net/"><span style="color: #000080;">http://fimdostempos.net</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9622" title="harpia-1bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-1bMicro.jpg" alt="" width="60" height="48" /></a></p>
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		<title>Carta aberta: a verdade sobre a mudança climática</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/carta-aberta-a-verdade-sobre-a-mudanca-climatica/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática», geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem: «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2286" title="msm-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg" alt="" width="200" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7122" title="CO2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a>Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática»</em>, geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem:<em> «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».</em></p>
<p>«8 de fevereiro de 2011<br />
«Aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA: «Em resposta a <sup>«</sup>A Importância da Ciência no Tratamento das Mudanças Climáticas<sup>&#8220;</sup>, <em>«Em 28 de janeiro de 2011, dezoito cientistas enviaram uma carta aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, instando-os a </em><em><sup>«</sup>deitar um renovado olhar sobre as mudanças climáticas<sup>»</sup>.</em></p>
<p><em>«O objetivo deles, aparentemente, é denegrir a visão dos cientistas que discordam da afirmação deles segundo a qual o aumento contínuo do ritmo de produção de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) pela queima de carvão, gás e petróleo vai provocar uma série de cataclismos ligados às mudanças climáticas. </em></p>
<p><em>«Nós, abaixo assinados, em total desacordo com eles gostaríamos aproveitar esta oportunidade para expor brevemente nosso lado da questão. </em></p>
<p><em>«Os dezoito alarmistas do clima (assim nos referimos a eles, não pejorativamente, mas simplesmente porque eles se vêem como <sup>«</sup>soando o alarme<sup>»</sup> sobre muitas questões climáticas) afirmam que os povos do mundo <sup>«</sup>precisam se preparar para inundações maciças geradas por tempestades extremas do tipo que está sendo experimentado com freqüência cada vez maior<sup>»</sup>, bem como para os <sup>«</sup>impactos diretos na saúde provocados pelas ondas de calor<sup>»</sup> e pelas <sup>«</sup>doenças infecciosas sensíveis ao clima<sup>»</sup>, além de uma série de outros fenômenos devastadores. </em></p>
<p><em>«E eles dizem que <sup>«</sup>nenhum resultado de pesquisa produziu prova alguma que desafie a compreensão científica global do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup> – compreensão essa que é entendida como sendo o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra.</em></p>
<p><em>«Diante destas declarações, no entanto, nós constituímos uma grande exceção. </em></p>
<p><em>«São os dezoito alarmistas os que parecem não ter consciência <sup>«</sup>do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup>, bem como do vasto acúmulo de pesquisas que fundamenta esse conhecimento. </em></p>
<p><em>«Por exemplo, uma longa lista das reivindicações e de outras que os alarmistas do clima fazem frequentemente pode ser encontrada no site do Centro para o Estudo de Dióxido de Carbono e Mudanças Globais </em>(veja <a href="http://www.co2science.org/education/reports/prudentpath/prudentpath.php">Carbon Dioxide and Earth&#8217;s Future: Pursuing the Prudent Path</a>).</p>
<p><em>«Esse relatório apresenta uma refutação ponto por ponto de todas as reivindicações do “grupo dos dezoito”, citando em cada caso investigações científicas </em><em>peer-reviewed sobre os efeitos reais das alterações climáticas nas várias décadas passadas.</em></p>
<p><em>«Se o “grupo dos dezoito” invoca a ignorância dessa informação, devido à sua recente postagem, então nós chamamos a atenção para um relatório maior e mais abrangente publicado em 2009:</em> <a href="http://www.nipccreport.org/reports/2009/2009report.html">Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC)</a>. <em>Esse documento foi postado há mais de um ano na sua totalidade em </em>www.nipccreport.org.</p>
<p><em>«Estas são apenas duas coletâneas recentes da investigação científica, entre muitas que poderíamos citar. Será que os 678 estudos científicos referenciados no documento de</em> <a href="http://www.co2science.org/">CO2 Science</a><em>, ou os milhares de estudos citados no relatório NIPCC, fornecem provas tiradas do mundo real (em oposição aos modelos teóricos de previsões climáticas) para os aumentos forçados nos números sobre o aquecimento global e sobre a gravidade das enchentes em todo o mundo? Não.</em><br />
<em> </em></p>
<p><em>«Sobre o número global e a severidade das secas? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Sobre o número e a gravidade dos furacões e outras tempestades? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Será que eles fornecem alguma prova tirada do mundo real de que os mares da Terra estão inundando as planícies costeiras em todo o globo? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um aumento da mortalidade humana? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A extinção de plantas e animais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um declínio da produtividade vegetativa? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Mais freqüentes e mais mortíferos embranquecimentos dos corais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A vida marinha se desintegra em oceanos acidificados? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Muito pelo contrário, esses relatórios fornecem provas empíricas de que estes fenômenos não estão acontecendo. </em></p>
<p><em>«E em muitas destes setores, os trabalhos referenciados no relatório fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO<sub>2</sub>. </em></p>
<p><em>«À luz da profusão de observações sobre o funcionamento do mundo real, mostrando que o modesto aquecimento da segunda metade do século 20 trouxe pouco ou nenhum efeito negativo, e, mais ainda, a evidência crescente dos efeitos positivos, achamos incompreensível que os dezoito alarmistas do clima possam sugerir algo tão distante da verdade quanto a alegação de que nenhuma pesquisa forneceu qualquer prova que desafie o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra e com a meteorologia. </em><br />
<em><br />
«Mas não assuma nossa palavra só por causa dela. Leia os dois relatórios. E, em seguida, forme sua própria opinião sobre o assunto. Não se deixe intimidar por falsas alegações de “consenso científico” ou “prova contundente”. Esses não são argumentos científicos e eles pura e simplesmente não são verdadeiros. Como os dezoito alarmistas do clima, nós pedimos ao Sr. que deite um olhar renovado sobre as mudanças climáticas. Nós acreditamos que o Sr. perceberá que elas não são a horrenda ameaça ambiental que eles e outros pretendem ser, e que eles exageram constantemente os efeitos negativos do aquecimento global sobre a economia dos EUA, a segurança nacional e a saúde pública, sendo que esses efeitos podem ser catalogados entre pequenos e negligenciáveis.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Assinado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Syun-Ichi Akasofu</em></strong>, University of Alaska<sup>1</sup><br />
<strong><em>Scott Armstrong</em></strong>, University of Pennsylvania<br />
<strong><em>James Barrante</em></strong>, Southern Connecticut State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>John Boring</em></strong>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<strong><em>Roger Cohen</em></strong>, American Physical Society Fellow<br />
<strong><em>David Douglass</em></strong>, University of Rochester<br />
<strong><em>Don Easterbrook</em></strong>, Western Washington University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Robert Essenhigh</em></strong>, The Ohio State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Neil Frank</em></strong>, Former Director National Hurricane Center<br />
<strong><em>Martin Fricke</em></strong>, Senior Fellow, American Physical Society<br />
<strong><em>Lee Gerhard</em></strong>, University of Kansas<sup>1</sup><strong><br />
<em>Ulrich Gerlach</em></strong>, The Ohio State University<br />
<em><strong>Victor Goldschmidt</strong></em>, Purdue University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Guillermo Gonzalez</strong></em>, Grove City College<br />
<em><strong>Laurence Gould</strong></em>, University of Hartford<br />
<em><strong>Bill Gray</strong></em>, Colorado State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Will Happer</strong></em>, Princeton University<sup>2</sup><br />
<em><strong>Howard Hayden</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>Craig Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>Sherwood Idso</strong></em>, USDA, U.S. Water Conservation Laboratory<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Keen</strong></em>, University of Colorado<sup>1</sup><br />
<em><strong>Doral Kemper</strong></em>, USDA, Agricultural Research Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Hugh Kendrick</strong></em>, Office of Nuclear Reactor Programs, DOE<sup>1</sup><br />
<em><strong>Edward Krug</strong></em>, University of Illinois<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Lindzen</strong></em>, Massachusetts Institute of Technology<sup>2</sup><br />
<em><strong>Anthony Lupo</strong></em>, University of Missouri<br />
<em><strong>Patrick Michaels</strong></em>, Cato Institute<br />
<em><strong>Donald Nielsen</strong></em>, University of California, Davis<sup>1</sup><br />
<em><strong>Al Pekarek</strong></em>, St. Cloud State University<br />
<em><strong>John Rhoads</strong></em>, Midwestern State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Nicola Scafetta</strong></em>, Duke University<br />
<em><strong>Gary Sharp</strong></em>, Center for Climate/Ocean Resources Study<br />
<em><strong>S. Fred Singer</strong></em>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roy Spencer</strong></em>, University of Alabama<br />
<em><strong>George Taylor</strong></em>, Past President, American Association of State Climatologists<br />
<em><strong>Frank Tipler</strong></em>, Tulane University<br />
<em><strong>James Wanliss</strong></em>, Presbyterian College<br />
<em><strong>Leonard Weinstein</strong></em>, National Institute of Aerospace Senior Research Fellow<br />
<em><strong>Samuel Werner</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce West</strong></em>, American Physical Society Fellow<br />
<em><strong>Thomas Wolfram</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Endossado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Rodney Armstrong</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Richard Becherer</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>E. Calvin Beisner</strong></em>, The Cornwall Alliance for the Stewardship of Creation<br />
<em><strong>Edwin Berry</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Joseph Bevelacqua</strong></em>, Bevelacqua Resources<br />
<em><strong>Carmen Catanese</strong></em>, American Physical Society Member<br />
<em><strong>Roy Clark</strong></em>, Ventura Photonics<br />
<em><strong>John Coleman</strong></em>, Meteorologist KUSI TV<br />
<em><strong>Darrell Connelly</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Joseph D&#8217;Aleo</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Terry Donze</strong></em>, Geophysicist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Mike Dubrasich</strong></em>, Western Institute for Study of the Environment<br />
<em><strong>John Dunn</strong></em>, American Council on Science and Health of NYC<br />
<em><strong>Dick Flygare</strong></em>, Engineer<br />
<em><strong>Michael Fox</strong></em>, Nuclear industry/scientist<br />
<em><strong>Gordon Fulks</strong></em>, Gordon Fulks and Associates<br />
<em><strong>Steve Goreham</strong></em>, Climate Science Coalition of America<br />
<em><strong>Ken Haapala</strong></em>, Science &amp; Environmental Policy Project<br />
<em><strong>Martin Hertzberg</strong></em>, Bureau of Mines<sup>1</sup><br />
<em><strong>Art Horn</strong></em>, Meteorologist<br />
<em><strong>Keith Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>John Kimberly</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>Jay Lehr</strong></em>, The Heartland Institute<br />
<em><strong>Robert Lerine</strong></em>, Industrial and Defense Research and Engineering<sup>1</sup><br />
<em><strong>Peter Link</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>James Macdonald</strong></em>, Chief Meteorologist for the Travelers Weather Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roger Matson</strong></em>, Society of Independent Professional Earth Scientists<br />
<em><strong>Tony Pann</strong></em>, Meteorologist WBAL TV<br />
<em><strong>Ned Rasor</strong></em>, Consulting Physicist<br />
<em><strong>James Rogers</strong></em>, Geologist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Norman Rogers</strong></em>, National Association of Scholars<br />
<em><strong>Rene Rogers</strong></em>, Litton Electron Devices<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce Schwoegler</strong></em>, MySky Communications, Inc.<br />
<em><strong>Thomas Sheahen</strong></em>, Western Technology Incorporated<br />
<em><strong>James Spann</strong></em>, Chief Meteorologist, ABC 33/40 &#8211; Birmingham<br />
<em><strong>Andrew Spurlock</strong></em>, Starfire Engineering and Technologies, Inc.<br />
<em><strong>Leighton Steward</strong></em>, PlantsNeedCO2.org<br />
<em><strong>Soames Summerhays</strong></em>, Summerhays Films, Inc.<br />
<em><strong>Charles Touhill</strong></em>, Consulting Environmental Engineer<br />
<em><strong>David Wojick</strong></em>, Climatechangedebate.org<br />
<em><strong>Bob Zybach</strong></em>, Ecologist</p>
<p>1 &#8211; Emérito ou aposentado<br />
2 &#8211; Membro da National Academy of Sciences</p>
<p style="text-align: right;"><strong>08 de fevereiro de 2011</strong></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2287" title="msm-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg" alt="" width="100" height="22" /></a></p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>, em 19/02/2011.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>e maiores informações, no endereço: <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.nskamericas.com/">http://www.nskamericas.com</a> <strong> </strong></p>
</div>
<div><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></div>
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