Energias “limpas” enfrentam turbulências na Europa
Enquanto o município e o estado do Rio de Janeiro criam, respectivamente, uma Subsecretaria de Mudanças Climáticas e uma Secretaria de Economia Verde, na Europa, as iniciativas energéticas baseadas no falacioso conceito da “descarbonização” se veem às voltas com sérios problemas, originados pela crescente percepção dos seus altos custos e reduzida eficiência em comparação com as fontes tradicionais. Ironicamente, os questionamentos e mudanças de rumo mais drásticos têm ocorrido nos dois países europeus mais empenhados na difusão do movimento ambientalista, a Holanda e o Reino Unido.
O inacreditável “esverdeamento” da Campanha da Fraternidade
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.
Chuvas de verão: onde está o “Princípio da Precaução”?
A devastação causada pelas chuvas deste verão integra uma longa lista de acontecimentos semelhantes e corre o risco de logo ser esquecida, até repetir-se nos anos vindouros. Porém, ela deveria ensejar uma reflexão sobre as distorções de percepção com que autoridades e grande parte do público avaliam as interações entre as atividades humanas e o meio ambiente.
Câmara rejeita lei “aquecimentista”
No último dia 1º. de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas emissoras de gases de efeito estufa. O Projeto de Lei Complementar 73/07, de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que poderia ser aplicado em diversas áreas.
Sob o sol de Cancún
Como era esperado, a 16ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de “soluções de mercado” para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais promissores).
Molion – reflexões sobre o efeito-estufa
O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.
O pensamento dos catastrofistas e outras personalidades
Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.
Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista
Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.
“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16
A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.
O debate do clima não merece editoriais apocalípticos
É uma falácia que os últimos 11 anos foram os 14 mais quentes já registrados. Trata-se de um absurdo científico, considerando que o planeta já experimentou no passado fases de temperatura incrivelmente mais elevadas.
Novo documentário expõe farsas do filme de Al Gore
Talvez o mais importante, o filme expõe o impacto humano que as medidas “verdes” recomendadas tiveram no passado e poderão ter no futuro. McAleer e McElhinney relatam como a proibição do DDT (um produto químico que impunha controle das populações de mosquitos para deter a propagação da malária) levou a mortes desnecessárias de milhões de crianças em países do terceiro mundo.
A mãe de todas as fraudes
Por uma ironia providencial, a documentação colhida pelos hackers veio à tona na mesma semana em que um outro grupo de acadêmicos aquecimentistas, mais honesto, admitia francamente que, para desgraça da sua causa sacrossanta, a temperatura do planeta tinha permanecido estável nos últimos dez anos.
Geologia e tecnologia adiam “pico do petróleo” – e enterram aquecimento global antropogênico
Nos últimos anos, o alarmismo generalizado que tem caracterizado as discussões sobre os recursos energéticos e o meio ambiente colocou em destaque duas teses bastante controvertidas, mas de grande influência sobre a percepção geral de tais temas e, principalmente, a formulação de políticas a eles referentes. Uma delas é o “Pico do petróleo” (Peak Oil, em inglês), segundo a qual a produção mundial de petróleo estaria prestes a atingir um cume (ou, segundo alguns, já teria atingido), a partir do qual só tenderia a diminuir, exatamente num momento em que a demanda mundial aumenta, devido ao deslanche das economias emergentes. A outra é o aquecimento global supostamente causado pelas atividades humanas (ou antropogênico), especialmente, as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes da queima de combustíveis fósseis.
Escândalo abala Mecanismos de Desenvolvimento Limpo
Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.
Dois reveses para o “aquecimentismo”
O radicalismo ambientalista relacionado às mudanças climáticas sofreu dois duros golpes nos últimos dias. O primeiro foi a divulgação de um novo e razoavelmente sóbrio guia sobre o assunto pela venerável Royal Society britânica, em substituição a um documento anterior que enfatizava a suposta responsabilidade humana no fenômeno. O segundo foi a maciça reação contrária a um estarrecedor vídeo de propaganda de uma ONG britânica que promove a redução das emissões de carbono.
O clima tem influência no desenvolvimento dos países?
Muito se tem discutido sobre os motivos do subdesenvolvimento do Brasil e de outros pasíses de mesma latitude. Há, evidentemente, inúmeros fatores a determinar o nosso atraso econômico, cultural e social – e o clima é um desses fatores. As outras razões talvez, ainda possam ser discutidos no presente site, mas não nesse post.
O carvão e o “aquecimento global”
Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta.
O brado vulcânico da natureza
Os monumentais distúrbios causados pela erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Europa, com reflexos em todo o mundo, deveriam proporcionar sérias reflexões sobre a atitude correta que a Humanidade precisa tomar diante dos fenômenos e transformações do mundo natural, em especial, quanto à definição dos que merecem realmente ações coordenadas em escala global e a melhor resposta a eles.
Aquecimento Global: países não cumprirão metas
Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e sobretudo pela vontade de atingir as metas.
Fraude do aquecimento global discutida em SP
A despeito da consolidação de uma verdadeira indústria em torno do controvertido tema do aquecimento global antropogênico, nas últimas duas décadas, uma janela de oportunidade está se abrindo para reconduzir o assunto ao campo da ciência não engajada e do bom senso. A avaliação é do geólogo Geraldo Luís Lino, membro do conselho editorial deste boletim e autor do livro «A Fraude do Aquecimento Global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial».