Molion: a química do buraco na camada de ozônio em debate
Este post é da autoria do Professor Luis Carlos Baldicero Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL), e que trata, numa abordagem técnica, a problemática do “buraco” na camada de ozônio. Agradecemos ao professor Molion esta preciosa colaboração para estre site.
Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista
Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.
Argumentos contra o ambientalismo radical
O fácil apelo popular do ambientalismo, com o discurso de uma alegada “proteção” da Natureza contra os excessos das atividades humanas, o converte em um dos mais influentes fatores indutores da crise civilizatória em curso, ao lado da hegemonia conferida aos “mercados” na determinação das políticas econômicas.
Escândalo abala Mecanismos de Desenvolvimento Limpo
Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.
Ambientalismo internacional – Parte 1
A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.
Ambientalismo internacional – Parte 2
Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente» (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.
Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»
Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.
Civilização em crise – Parte 2
«Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural E Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, em palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.
A fraude do aquecimento global – Parte 3
História (quase) secreta do aquecimento global. Primeiras revelações, o falso “desenvolvimento suatentável”, as regras malthusianas, o “buraco” na camada de ozônio etc. As três décadas que se seguiram à 2GM representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvimento socioeconômico para toda a Humanidade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, especialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativamente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contribuía para disseminar um intenso otimismo cultural: a “Revolução Verde” dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nuclear, a corrida espacial e outras.
Ameaças globais
O ambientalismo radical, juntamente com o indigenismo, é uma das maiores ameaças globais, pois, através de reivindicações aparentemente nobres, lança os alicerces do controle do desenvolvimento das nações, mormente as do Terceiro Mundo, visando um governo mundial. O ambientalismo e o indigenismo agem através de ONGs que atuam em todo o mundo. Quase todas as ONGs poderosas são de origem anglo-americana, canadense, belga etc, contando com grandes investimentos por parte de seus países de origem, assim como de empresas transnacionais e de grandes oligarquias dinásticas familiares.
Molion – cientista que não se curva aos ambientalistas radicais
Este artigo é uma homenagem ao cientista brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion (cujo curriculum segue abaixo), que não se deixa levar pelas teses do terrorismo climático difundidas pelo ambientalismo radical, cuja maior ênfase é dada ao aquecimenmto global. Não quero dizer com isso que não esteja acontecendo um aquecimento do planeta. Como Molion afirma, isso é cíclico, ou não, pois depende de inúmeros fatores e não, exclusivamente, das emissões de CO2 antropogênicas (produzidas pelo homem). O eventual aquecimento global, no entanto, está sendo utilizado como pretexto para se tentar inibir o desenvolvimento sócio-econômico dos países mormente do Terceiro Mundo, com afirmações catastrofistas sem nenhum fundamento científico, numa atitude – como Molion diz (e muitos outros autores) – «neocolonialista», coisa de fundo geopolítico e malthusiano. Parabéns, Molion!
Molion: desmistificando o aquecimento global
Luiz Carlos Baldicero Molion mostra, a partir de conceitos tecnicamente comprovados, de que a tese catastrofista do aquecimento global antrópico (ou antropogênico) não é, cientificamente admissível. Os fatores que determinam as mudanças climáticas a curto, médio e longo prazos são inúmeros, e uma eventual interferência do Homem no clima do mundo devido às suas atividades é, de longe, um dos menores efeitos. Por outro lado, os organismos internacionais, liderados pelo IPCC (órgão da ONU) não dispõem de dados científicos nem de conhecimentos suficientes para afirmar que o aquecimento global é de origem antrópica.