Brasil: nova ofensiva por direitos humanos e aborto
Não é a primeira vez que se exercem sobre o Brasil os mecanismos intervencionistas encastelados na Organização das Nações Unidas (ONU); o que parece novidade é o fato de a pressão ser exercida, simultaneamente, em dois campos aparentemente contraditórios: os direitos humanos, entendidos de uma maneira ad hoc, e a legalização do aborto.
A morte como solução ecológica
Graças à atuação de órgãos como a Unesco e a ONU, logo o controle populacional será consenso entre milhões de pessoas, que irão trabalhar, de forma “ecologicamente correta”, para sua própria destruição. Bomba populacional Em 1968, Paul R. Ehrlich deixou militantes de esquerda e direita horrorizados com o livro «Population Bomb». Os de esquerda o acusavam [...]
Bem vindo, Bebê 7 bilhões!
A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o último dia 31 de outubro como a data símbolo em que a população do planeta atingiu a marca dos 7 bilhões. A magnitude do número e o fato de o último bilhão de habitantes da Terra ter sido acrescido em apenas 13 anos motivaram alguns dos tradicionais resmungos sobre uma suposta “explosão demográfica”, a incapacidade de o planeta alimentar adequadamente tanta gente e a impossibilidade de se estender a todo o mundo os níveis de vida dos países industrializados. Todas estas proposições são equivocadas, mas o fato de fundamentarem a formulação de políticas públicas, tanto em âmbito nacional como internacional, além da sua aceitação entre os estratos educados das sociedades, demonstra a grande penetração e eficácia do ideário malthusiano e sua variante ambientalista.
Sustentabilidade, o novo disfarce do malthusianismo
Seria, realmente, muito bom se esses tolos, ingênuos, politicamente corretos e/ou ignorantes, parassem com esse negócio de sustentabilidade, atribuindo essa “qualidade” a tudo aquilo que, de alguma forma necessite de um marketing adicional. Eles não sabem o quê e de quê estão falando. Provavelmente, acham que sustentabilidade é um novo tipo de moda e saem por aí repetindo isso sem saber o que o conceito realmente significa e suas verdadeiras raízes. Talvez, depois de lerem esta matéria, eles se manquem pelo fato de verificar que, no fundo, no fundo, a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável etc, tem, por trás, conceitos sinistros, malignos e anti-humanos…
O que é uma “potência ambiental”?
Nos últimos tempos, a expressão “potência ambiental” tem sido empregada de forma recorrente, por personalidades diversas, para qualificar a estatura do Brasil no cenário internacional. Embora sem uma definição clara, tem sido geralmente associada ao grande peso dos recursos renováveis na matriz energética brasileira, à riqueza da biodiversidade e à posição de destaque do País em termos de aplicação de requisitos ambientais às atividades econômicas. Seu criador parece ter sido o climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), atual coordenador de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e um dos principais promotores da agenda catastrofista de “descarbonização” da economia ao Sul do equador.
O logro da sustentabilidade
Os negócios devem ser “sustentáveis”; a economia deve se basear em princípios “sustentáveis”; as formas de obtenção de energia só são válidas se obedecerem às regras da “sustentabilidade ambiental”; nossos carros têm que obedecer a critérios “sustentáveis” em seus projetos; devemos morar em casas que respeitem, em sua construção, regras de “sustentabilidade”; a extração de recursos naturais tem que ser “sustentável”; devemos nos comportar de forma a garantir a “sustentabilidade global” – e assim por diante. Qualquer dia só deveremos andar nas ruas “de maneira sustentável”, ou, quem sabe, teremos, um dia, que defecar de forma, também, “sustentável” – se é que já não o fazemos assim…
Golpe contra minorias malthusianas
Os embates sobre o Código Florestal, ensejados pela truculência do Planalto, proporcionaram a oportunidade para se desfechar outro golpe nas políticas de “correção política”, promovidas por grupos tão bem organizados e articulados como os ambientalistas, como é o caso das ONGs que atuam na defesa e promoção do homossexualismo.
Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2
[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]
Jirau: ecoterrorismo geopolítico?
A destruição do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, que está sendo construída no rio Madeira, em Rondônia, pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, pode envolver algo mais que um mero desdobramento inesperado e exacerbado de eventuais desavenças pessoais e da insatisfação dos trabalhadores da obra. Há indícios de que o vandalismo ali ocorrido pode ter sido adredemente planejado, no âmbito de uma estratégia alheia aos interesses nacionais, que tem como um dos objetivos centrais a obstaculização do desenvolvimento socioeconômico da Região Amazônica. O movimento ambientalista-indigenista internacional é uma peça chave dessa estratégia de “guerra irregular” pelo controle de recursos, cujas consequências poderão ser o encarecimento das tarifas da energia gerada na região e a sua consolidação como uma autêntica “zona de exclusão ambiental”.
O inacreditável “esverdeamento” da Campanha da Fraternidade
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.
O pensamento dos catastrofistas e outras personalidades
Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.
Raízes anti-humanas do movimento ambientalista
Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.
Argumentos contra o ambientalismo radical
O fácil apelo popular do ambientalismo, com o discurso de uma alegada “proteção” da Natureza contra os excessos das atividades humanas, o converte em um dos mais influentes fatores indutores da crise civilizatória em curso, ao lado da hegemonia conferida aos “mercados” na determinação das políticas econômicas.
E os bichos? Também não “destroem” a Natureza?
De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.
Ambientalismo internacional – Parte 1
A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.
Ambientalismo internacional – Parte 2
Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente» (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.
Fundação Rockefeller
Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a entidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do establishment anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.
Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi
Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)…
Criança Esperança – bom ou ruim?
ntes de mais nada, um lembrete: nada que parta da ONU é bom para ninguém, exceto para os EUA e seus países aliados. E aliados não significa, necessariamente, apenas pertencer à ONU; significa pertencer ao roll ultra limitado de nações que agem para a dominação mundial em estreita conivência mútua. Assim, reportar-se à UNESCO como um álibi positivo para qualquer tipo de iniciativa aparentemente nobre é, antes de tudo, uma temeridade – e uma grande ingenuidade.