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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Controle populacional</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>Bem vindo, Bebê 7 bilhões!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 14:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
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		<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o último dia 31 de outubro como a data símbolo em que a população do planeta atingiu a marca dos 7 bilhões. A magnitude do número e o fato de o último bilhão de habitantes da Terra ter sido acrescido em apenas 13 anos motivaram alguns dos tradicionais resmungos sobre uma suposta "explosão demográfica", a incapacidade de o planeta alimentar adequadamente tanta gente e a impossibilidade de se estender a todo o mundo os níveis de vida dos países industrializados. Todas estas proposições são equivocadas, mas o fato de fundamentarem a formulação de políticas públicas, tanto em âmbito nacional como internacional, além da sua aceitação entre os estratos educados das sociedades, demonstra a grande penetração e eficácia do ideário malthusiano e sua variante ambientalista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a>A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o último dia 31 de outubro como a data símbolo em que a população do planeta atingiu a marca dos 7 bilhões. A magnitude do número e o fato de o último bilhão de habitantes da Terra ter sido acrescido em apenas 13 anos motivaram alguns dos tradicionais resmungos sobre uma suposta &#8220;explosão demográfica&#8221;, a incapacidade de o planeta alimentar adequadamente tanta gente e a impossibilidade de se estender a todo o mundo os níveis de vida dos países industrializados. Todas estas proposições são equivocadas, mas o fato de fundamentarem a formulação de políticas públicas, tanto em âmbito nacional como internacional, além da sua aceitação entre os estratos educados das sociedades, demonstra a grande penetração e eficácia do ideário malthusiano e sua variante ambientalista.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Danica-May-Camacho-bebe-7-bilhoes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11748" title="Danica-May-Camacho-bebe-7-bilhoes" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Danica-May-Camacho-bebe-7-bilhoes-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<h2>A ladainha ambientalista</h2>
<p>Um número inventado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem sido comumente citado, como símbolo desses falsos dilemas: o de que seriam necessários os recursos naturais de &#8220;três Terras&#8221; para conceder a cada habitante do planeta o nível de vida de um cidadão britânico. Apesar da sua total falta de fundamentação científica, a frequência com que é citado por pessoas educadas, tanto nos países mais desenvolvidos como no setor em desenvolvimento, deixa transparecer a dimensão do desafio de reverter o pessimismo cultural prevalecente nas últimas décadas, em paralelo e em grande medida motivado pela sucessão de crises econômicas e financeiras ocorridas desde a década de 1970 e a influência do movimento ambientalista internacional. Este último, criado especificamente com uma agenda política de se contrapor ao impulso de industrialização, ao &#8220;otimismo tecnológico&#8221; e ao crescimento populacional verificados nas primeiras décadas do pós-guerra – considerados ameaças existenciais pelos mesmos círculos oligárquicos do Hemisfério Norte que, anteriormente, promoviam a eugenia e o controle demográfico, com o mesmo propósito geral de manter sob controle o desenvolvimento socioeconômico e o progresso científico-tecnológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desesperança popular</h2>
<p>Em um artigo publicado em 31 de outubro, no <em>International Herald Tribune</em> e em outros jornais de todo o mundo, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, explicitou as ambiguidades acarretadas por tais tendências. Por um lado, ele sintetizou com precisão o dilema real, ao afirmar:</p>
<blockquote><p><em>«Na medida em que o relógio da população mundial passa a marca de 7 bilhões, os alarmes estão soando. A força cada vez maior dos protestos públicos é a expressão popular de um fato óbvio: o de que as crescentes incertezas econômicas, volatilidade dos mercados e desigualdades atingiram um ponto de crise&#8230; Nestes tempos difíceis, o maior desafio enfrentado pelos governos não é um déficit de recursos: é um déficit de confiança. As pessoas estão perdendo a fé em líderes e em instituições públicas para fazer as coisas certas.»</em></p></blockquote>
<p>Por outro lado, no mesmo texto, desfiou o receituário habitual da agenda ambientalista, com as tradicionais concessões ao chamado &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221; e à alegada necessidade de se confrontarem as mudanças climáticas com uma mudança do padrão energético da economia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Falta de vontade política</h2>
<p>Em realidade, com o presente nível de conhecimento científico e tecnológico, nosso planeta tem condições de, em pouco mais de uma geração, proporcionar a uma população ainda maior que a atual e níveis de vida comparáveis aos de um cidadão europeu médio. Se tal perspectiva não está colocada na pauta política das lideranças globais, as causas não são a escassez de recursos naturais ou a fragilidade do meio ambiente, mas a ausência de vontade política e o pessimismo cultural que obscurece essa possibilidade concreta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O envelhecimento da população</h2>
<p>Em termos demográficos, o velho e surrado espectro malthusiano da &#8220;explosão populacional&#8221; foi substituído por um problema real e bem mais sério, a rápida queda das taxas de fertilidade feminina, que já colocou quase todas as nações industrializadas (com a exceção dos EUA, devido à imigração hispânica e asiática) e um número crescente de nações em desenvolvimento, entre elas o Brasil, abaixo da linha vermelha da taxa de reposição da população. O resultado é um envelhecimento da população, com graves consequências para a estrutura da força de trabalho e dos sistemas de seguridade social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Alimentos cartelizados</h2>
<p>Quanto aos alimentos, a produção mundial seria suficiente para alimentar adequadamente uma população superior à atual, se toda ela tivesse acesso a eles. O problema maior reside nas distorções que envolvem a distribuição dos alimentos, largamente controlada por grandes cartéis transnacionais que os convertem em <em>commodities</em> especulativas, o desvio de grande parte das safras para a produção de biocombustíveis e outras questões que nada têm a ver com limites físicos da produção. Segundo a Agência das Nações Unidas para a Agricultura e os Alimentos (FAO), dos 33 milhões de quilômetros quadrados de terras agricultáveis do planeta, apenas 16 milhões estão em uso. Mesmo considerando que nem todo o restante seja utilizado para a produção agropecuária, ainda há um grande potencial a ser aproveitado, por exemplo, no Cerrado brasileiro e na Savana Equatorial africana.</p>
<p>Nesse quadro, devem ser também considerados os inegáveis avanços da biotecnologia, aí incluídos os organismos geneticamente modificados – ou transgênicos – que, desafortunadamente, têm sido alvos de ativas campanhas do aparato ambientalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ainda um baixo consumo energético</h2>
<p>No campo energético, será preciso considerar uma significativa redução dos desequilíbrios registrados no consumo global de eletricidade e combustíveis, cuja média mundial em 2006, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), era de 1,80 tonelada equivalente de petróleo (TEP) por habitante por ano. Porém, enquanto os países industrializados da OCDE consumiam 4,70 TEP/hab/ano e os da antiga URSS, 3,58, a América Latina registrava 1,17, a África, 0,66, e a Ásia (sem o Japão, Coreia do Sul e China), 0,63. Tomando como referência mínima os membros da ex-URSS, salta aos olhos que os números asiáticos e africanos precisariam ser multiplicados por um fator de 4-5 e a América Latina, por um fator de 3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Limites energéticos distantes</h2>
<p>Para tanto, uma vez mais, o problema não é de recursos escassos, mas de controles e limitações políticos, em particular, as manipulações geopolíticas e a financeirização dos mercados de hidrocarbonetos e a insidiosa campanha que pretende limitar o uso de combustíveis fósseis sob o falso pretexto do seu impacto sobre a dinâmica climática. Por exemplo, as descobertas de petróleo e gás natural em jazidas ultraprofundas, na plataforma continental das Américas e da África, a nova tecnologia de gás de folhelhos e, até mesmo, a crescente aceitação da existência de hidrocarbonetos de origem inorgânica formados na parte superior do manto terrestre (e, por conseguinte, &#8220;renováveis&#8221;), abrem interessantes perspectivas para a disponibilidade desses combustíveis, afastando o temor dos limites da produção mundial.</p>
<p>Da mesma forma como no caso dos alimentos, tais perspectivas tendem a melhorar, na medida em que novas tecnologias energéticas promissoras sejam desenvolvidas, como a utilização do hidrogênio e do tório como combustíveis, a fusão nuclear e, possivelmente, a energia do vácuo quântico, que poderiam sepultar definitivamente o mito da &#8220;escassez&#8221; de energia para abastecer toda a Humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Para além da Terra</h2>
<p>Por outro lado, acima de tudo, a Humanidade precisa recuperar o sentido de futuro positivo e propósito coletivo, do qual nenhuma sociedade ou civilização pode prescindir para prosperar e que foi perdido ao longo das últimas décadas de pessimismo cultural induzido. E nada melhor do que olhar com otimismo além dos seus limites momentâneos para proporcionar o impulso necessário. Para a Humanidade como um todo, este olhar deve mirar além do planeta, recuperando a poderosa motivação que eletrizava a população mundial durante a &#8220;corrida espacial&#8221; das décadas de 1960-70. Ao considerar o espaço cósmico como área de expansão dos seus interesses, o ser humano não apenas se qualifica para aprofundar a sua capacidade de resposta aos desafios da evolução do processo civilizatório, aí incluídos os problemas no seu próprio planeta, como também para cumprir o seu destino como espécie racional e criativa.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Krafft-ehricke.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-11795" title="Krafft-ehricke" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Krafft-ehricke-279x300.jpg" alt="" width="208" height="223" /></a>Essa poderosa ideia-força foi batizada como o &#8220;Imperativo Extraterrestre&#8221; da Humanidade, pelo engenheiro alemão Krafft Ehricke, que foi um dos grandes colaboradores do programa espacial dos EUA. Como escreveu em 1957:</p>
<blockquote><p><em>«A ideia de viajar a outros corpos celestes reflete no nível mais alto a independência e agilidade da mente humana. Ela empresta uma dignidade última às façanhas técnicas e científicas do homem. Acima de tudo, ela toca a filosofia da sua própria existência. Como resultado, o conceito de viagem espacial desconsidera fronteiras nacionais, recusa-se a reconhecer as diferenças de origem histórica ou etnológica e penetra na fibra de um credo sociológico ou político tão rapidamente como na de outro&#8230; Ao se expandir pelo Universo, o homem cumpre o seu destino como um elemento da vida, dotado do poder da razão e da sabedoria da lei moral em si próprio.»</em></p></blockquote>
<p>É com esse espírito que o mundo deve saudar a chegada do &#8220;Bebê 7 bilhões&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 26, de 11 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagens</strong> ➞ <a href="http://www.materiaincognita.com.br/">http://www.materiaincognita.com.br</a>; <a href="http://www.meaus.com/">http://www.meaus.com</a><strong> </strong></p>
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		<title>Sustentabilidade, o novo disfarce do malthusianismo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seria, realmente, muito bom se esses tolos, ingênuos, politicamente corretos e/ou ignorantes, parassem com esse negócio de sustentabilidade, atribuindo essa "qualidade" a tudo aquilo que, de alguma forma necessite de um marketing adicional. Eles não sabem o quê e de quê estão falando. Provavelmente, acham que sustentabilidade é um novo tipo de moda e saem por aí repetindo isso sem saber o que o conceito realmente significa e suas verdadeiras raízes. Talvez, depois de lerem esta matéria, eles se manquem pelo fato de verificar que, no fundo, no fundo, a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável etc, tem, por trás, conceitos sinistros, malignos e anti-humanos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/harpia-8a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9613" title="harpia-8a" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/harpia-8a-300x220.jpg" alt="" width="151" height="111" /></a>Um dos grandes passos para o aprimoramento da “agenda ambiental” foi a criação da Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – a Comissão Brundtland – estabelecida pala Assembléia-Geral da ONU, em 1983. O objetivo principal da Comissão – que ficou mais conhecida pelo nome da sua principal coordenadora, a ex-primeira ministra norueguesa Gro-Harlem Brundtland – foi a consolidação do conceito de “desenvolvimento sustentável”, que se tornaria a pedra-de-toque do discurso ambientalista, a partir da publicação do relatório oficial da comissão, em 1987, denominado <em>«</em><em>Nosso Futuro Comum»</em>.</p>
<p>Em essência, o conceito não constituiu novidade, pois representa tão-somente uma retomada, sob nova roupagem, do conceito de “crescimento limitado”, definido, em anos anteriores, pelo Clube De Roma, com seus informes alarmistas sobre os “limites ao crescimento” – e então continuados pela Comissão Brundtland, e pelas teses “neofisiocráticas” do <em>«</em><em>Relatório Global 2000»</em> (ver adiante).</p>
<p>A herança malthusiana do conceito é manifesta, como se verifica na seguinte passagem de <em>«Nosso Futuro Comum»</em>:</p>
<blockquote><p><em>«O desenvolvimento sustentável é mais que crescimento. Ele exige uma mudança no teor do crescimento, a fim de torná-lo menos intensivo de matérias-primas e energia e mais equitativo em seu impacto.»</em> Em outra parte, lê-se: <em>«Padrões de vida que estejam além do mínimo básico só são sustentáveis se os padrões gerais de consumo tiverem por objetivo alcançar o desenvolvimento sustentável a longo prazo. Mesmo assim, muitos de nós vivemos acima dos meios ecológicos do mundo, como demonstra, por exemplo, o uso da energia.»</em></p></blockquote>
<p>Adiante, os autores do relatório enfatizam a importância do fator cultural para a estratégia de promoção de paradigmas malthusianos:</p>
<blockquote><p><em>«As necessidades são determinadas social e culturalmente e o desenvolvimento sustentável requer a promoção de valores que mantenham os padrões de consumo dentro dos limites das possibilidades ecológicas a que todos podem, de modo razoável, aspirar.»</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Observação: para se reduzir o consumo de forma “sustentável”, a Humanidade, mantendo os atuais níveis de desenvolvimento demográfico, teria que, de fato consumir tão menos que quase que seria o mesmo que voltar ao consumo a níveis pré-industrialização – ou então, de alguma forma, mantendo os padrões de consumo, reduzir, quantitativa e drasticamente, a própria Humanidade. Esta é uma forma &#8220;politicamente incorreta&#8221; da sustentabilidade, que ninguém comenta.<br />
</strong></p>
<p>Em outro trecho, a Comissão Brundtland<em> </em>torna ainda mais explícitos os seus pendores malthusianos e confirma a necessidade de controle populacional:</p>
<blockquote><p><em>«A cada ano aumenta o número de seres humanos, mas parece finita a quantidade de recursos naturais destinados ao sustento dessa população, à melhoria da qualidade de vida e à eliminação da pobreza generalizada.»</em> Ou: <em>«Um aumento populacional excessivo faz com que os frutos do desenvolvimento sejam repartidos por um número cada vez maior de pessoas, não permitindo que, em muitos países em desenvolvimento, os padrões de vida se elevem; é imperativo reduzir as taxas atuais de aumento populacional a fim de se atingir o desenvolvimento sustentável.»</em></p></blockquote>
<p>A segunda conferência internacional da indústria sobre o controle do meio ambiente (WICEM II), realizada em Rotterdan, Holanda, em abril/1991, enumera, como condições básicas para a adoção do desenvolvimento sustentado, também a redução do crescimento populacional e a ampla adoção do livre-comércio. Como foi sintetizado pela <em>Gazeta Mercantil</em> (14/04/1991) sobre as conclusões da conferência:</p>
<blockquote><p><em>«As mais poderosas companhias do Primeiro Mundo admitem agora, publicamente, e em conjunto, que, se os seu próprios padrões de crescimento forem imitados pelo resto do mundo, o planeta não irá resistir muito tempo.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A interferência na soberania das nações</h2>
<p>O relatório da Comissão Brundtland não oculta a vinculação dos temas ambientais à limitação das sobreanias nacionais. Em suas próprias palavras, o&#8230;</p>
<blockquote><p><em>«&#8230;conceito de soberania nacional foi basicamente alterado pela interdependência nos campos econômico, ambiental e de segurança. Os bens comuns a todos não podem ser geridos a partir de um centro nacional; o Estado-Nação não basta quando se trata de lidar com ameaças a ecossistemas que pertencem a mais de um país. Só é possível lidar com ameaças à segurança ambiental através da administração conjunta e de processos e mecanismos multilaterais.»</em></p></blockquote>
<p><em></em>Por conseguinte, o texto recomenda a criação de uma agência ambiental com poderes supranacionais, suplantando as soberanias dos diversos países e, ao mesmo tempo, alerta para as possibilidades de futuros conflitos em torno de disputas por recursos naturais ou de contencioso ambientais.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Observação: nesse contexto enquadra-se a floresta amazônica.</strong></p>
<p>Ainda citando, textualmente, o <em>«</em>Relatório Brundtland:</p>
<blockquote><p><em>«Seria mais fácil a transição para o desenvolvimento sustentável se cada agência de assistência ao desenvolvimento e o FMI passassem a contar com um escritório de alto nível, com autoridade e recursos para assegurar que todos os projetos, políticas e condições de empréstimos apóiem o desenvolvimento sustentável.»</em></p></blockquote>
<p><em> </em>De fato essa recomendação vem sendo implementada ao pé da letra por intermédio da limitação dos créditos financeiros e a imposição de políticas econômicas monetaristas, tanto aos países em desenvolvimento como aos do Leste Europeu, por intermédio das agências financeiras internacionais, como o FMI, o BIRD, o BID e outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Argumentos gerais da sustentabilidade</h2>
<p>Quando se fala em sustentabilidade, a primeira coisa que se diz é: preservar os recursos naturais do planeta (principalmente os recursos não-renováveis – insumos energéticos tais como o petróleo, gás natural e minérios em geral), assim como poluir o menos possível – a fim de garantir a sobrevivência planetária e das gerações futuras.</p>
<p>O argumento básico é o de que a maioria dos recursos naturais está com os dias contados. Isso inclui até mesmo a água (potável), como se este recurso estivesse de fato acabando. Não está, assim como os demais recursos não-renováveis, inclusive o petróleo – apesar dos pessimistas afirmarem que ele terá, no máximo, uns 30 anos de vida – o que também não é verdade.</p>
<p>Essas inverdades e exageros são combatidos por muita gente, e, de forma inquestionável, pelo estatístico dinamarquês (ex-Greenpeace), Børn Lomborg em seu livro <strong><em>«O Ambientalista Cético»</em></strong>.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Por mais que sejam economizados os recursos naturais não-renováveis, eles sempre terão de ser utilizados e, um dia, acabarão.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Responsabilidade social</h2>
<p>Paralelamente a todo esse universo, inclui-se no bojo do conceito de sustentabilidade, nos dias atuais, o que alguns chamam de “responsabilidade social”. Isso significa, em última análise, em tomadas de atitudes e ações junto às comunidades e populações que, de alguma forma, estejam, comprometidas/envolvidas com projetos econômico-industriais-comerciais, como participantes ativos, diretos ou indiretos (funcionários de fábricas, principalmente).</p>
<p>Os projetos de “responsabilidade social” constam, em sua maioria, de prover as comunidades envolvidas, assim como a níveis individuais, de pagamentos justos pela mão-de-obra e de benefícios na infraestrutura física e social das comunidades – pela disponibilidade de moradia, saneamento básico, educação, saúde e previdência social. As empresas que se “preocupam” com as responsabilidades sociais, obviamente, o fazem pressionadas pela opinião pública e, como não poderia deixar de ser, como uma forma de <em>marketing</em>, ao associar suas marcas à “responsabilidade social”, angariando simpatia popular pelo fato de parecer preocupadas com o bem-estar de seus funcionários. Pura propaganda.</p>
<p>A “responsabilidade social” se fez presente em inúmeras empresas supranacionais (ou multinacionais) em decorrência de vir a público, a nível mundial, os ecândalos referentes a certas empresas que, instaladas em países periféricos, onde a mão-de obra é barata, exploravam aquelas comunidades, oferecendo salários de fome e moradias miseráveis, deixando-as sem qualquer tipo de assistência. Exemplo emblemário foi o caso da Nike e sua fábrica na Indonésia, que provocou escândalo mundial. Assim como a Nike, inúmeras outras marcas conhecidas transferiram parte de suas unidades fabris para países pobres a fim de, explorando suas comunidades, baratear seus produtos.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Os itens classificados como de “responsabilidade social” devem e podem ser implementados. São como que uma obrigação daqueles que usam as comunidades para seus fins. Basta haver uma redução de lucros.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Externalidades</h2>
<p>Também faz parte do modismo da sustentabilidade o que se chama, em conjunto, de “externalidades”, ou seja, as providências de manutenção do meio ambiente onde são implantados os projetos econômico-industriais-comerciais – a não-poluição ambiental de uma forma geral, a reciclagem, a preservação da natureza do jeito que ela está, e também sua restauração.</p>
<p>No que diz respeito à não-poluição, a utilização de combustíveis “limpos”, ou “verdes”, não-poluentes/renováveis é a tônica (como também a utilização de veículos elétricos, a utilização da energia solar e eólica, biocombustíveis etc). Efluentes e resíduos, sejam de que tipo forem, devem ser coletados e tratados adequadamente. O que for possível reciclar, desses rejeitos – inclusive a própria água – é reciclado.</p>
<p>Os ambientalistas radicais dizem que a poluição está aumentando e que os ecossistemas naturais estão em extinção (animais a reboque) – o que Lomborg também combate em seu livro.</p>
<p>No que diz respeito à poluição do ar através do CO<sub>2</sub>, resultando no “aquecimento global antropogênico” – tão propalado pela mídia como a razão das mudanças climáticas e das grandes catástrofes climáticas mundiais – já é assunto desacreditado. Assim como o malthusianismo, que hoje se chama sustentabilidade, a expressão “aquecimento global” foi substituída por “mudanças climáticas” (como se mudanças climáticas fossem uma novidade no planeta).</p>
<p>A reciclagem é uma prática já comum, mas ainda pode ser feito muita coisa – se bem que a necessidade de reciclar seja algo extremamente discutível, pois os recursos naturais, mesmo os não-renováveis, estão longe de acabar. Além disso, o processo de coleta e processamento dos materiais recicláveis, muitas vezes, dependendo do tipo de material, são muito caros, em comparação com a utilização de materiais virgens.</p>
<p>Quanto à restauração da natureza – pelo menos em parte – deve-se reconstituir o que foi utilizado pelo homem e, ao mesmo tempo, não se expandirem mais os negócios em outras áreas, mesmo que potencialmente utilizáveis, mantendo-se o que existe de Natureza de forma intocada – através do aumento da produtividade e de novas técnicas de produção.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>As “externalidades” – reciclar, não poluir e/ou restaurar a natureza, são coisas possíveis de se fazer, além de obrigatórias. Basta haver uma redução de lucros.</strong></p>
<p>No entanto, a reposição dos recursos naturais não-renováveis utilizados não é possível de se realizar. Esses recursos poderão vir a ser reconstituídos, sim, pela própria Natureza, mas para isso são necessários, na maioria dos casos, milhões de anos – o que é o mesmo que dizer que esses recursos são finitos, na escala humana.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Zardoz.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11071" title="Zardoz" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Zardoz-300x176.jpg" alt="" width="441" height="259" /></a></p>
<h2>Origens da teoria neomalthusiana</h2>
<p>Na década de 1970 foram divulgados alguns dos mais famosos manifestos ambientalistas:</p>
<p>♦ O relatório <strong><em>«Blueprint For Survival»</em></strong> (<em>«Roteiro para a Sobrevivência»</em>) – editado pela revista inglesa <em>The Ecologist </em>(dirigida por Edward Goldsmith e patrocinada por seu irmão <em>sir</em> James Goldsmith e por <em>lord</em> Victor Rothschild;</p>
<p>♦ A <strong><em>«Carta Mansholt</em>»</strong> – redigida pelo então secretário da Comissão da Comunidade Européia, o francês Sicco Mansholt (protegido de <em>lord</em> Rothschild); e</p>
<p>♦ O relatório do Clube de Roma, <strong><em>«Limites Do Crescimento»</em></strong>. <em></em></p>
<p>Esses três documentos batem na mesma tecla: a impossibilidade de expansão contínua da sociedade industrial e da população do planeta.</p>
<p><em></em>♦ <em>«The Unfinished Agenda»</em> (<em>«A Agenda Inacabada»</em>) – patrocinado pelo Rockefeller Brothers Fund (Fundo dos Irmãos Rockefeller) – recomendava uma série de medidas que representavam uma degradação deliberada dos setores intensivos em tecnologia da economia dos EUA, com a consequente imposição de um regime de “crescimento zero”, coerente com as sugestões explícitas dos relatórios do Clube de Roma. Entre outras recomendações, a <em>«Agenda Inacabada»</em> sugeria:</p>
<p>① estabelecer a redução populacional como meta nacional;</p>
<p>② promover uma política de esterilização feminina nos países do Terceiro Mundo;</p>
<p>③ imposição de fortes restrições à imigração para os EUA, especialmente a proveniente de países pobres;</p>
<p>④ vincular a ajuda alimentícia aos países pobres a metas de redução das taxas de natalidade;</p>
<p>⑤ reduzir a intensidade energética da agricultura estadunidense;</p>
<p>⑥ eliminar a utilização de fertilizantes e pesticidas na agricultura;</p>
<p>⑦ eliminar a fissão nuclear como fonte energética; e</p>
<p>⑧ fomentar o uso de fontes energéticas de pequena escala.</p>
<p>Na conclusão é abertamente admitido que o objetivo do projeto do movimento ambientalista não é resolver o problema de recursos escassos, mas promover uma mudança de valores na Sociedade, afastando-a do compromisso com o progresso: <em></em></p>
<blockquote><p><em>«</em><em>Aqueles que vivem no ambiente comum do planeta estão agora experimentando a transição da abundância para a escassez. Os desafios imediatamente à frente não são os limites físicos ao crescimento, mas o desafio de uma grande transformação nos valores humanos.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Limits-to-Growth.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11073" title="Limits-to-Growth" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Limits-to-Growth.jpg" alt="" width="200" height="297" /></a>O Clube de Roma</h2>
<p>A criação do Clube de Roma, em 1968, que foi presidido, inicialmente, por Aurelio Peccei (até sua morte, em 1984), resultou diretamente de deliberações das conferências da OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte, e da OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. Outro de seus fundadores foi o Dr. Alexander King, o principal responsável pela elaboração das “reformas educacionais” na OCDE. Sintomaticamente, a reunião de fundação do Clube de Roma foi realizada na propriedade da família Rockefeller, em Bellagio, Itália.</p>
<p>Desde a sua fundação, o Clube de Roma tem atuado, ativamente, como principal centro de difusão da ideologia malthusiana do “crescimento zero”. Em 1972, o Clube publicou seu primeiro relatório, o célebre <em>«Limites do Crescimento»</em>, que pretendia demonstrar a impossibilidade de um crescimento econômico permanente devido à <em>«</em><em>escassez de recursos»</em>, e que <em>«</em><em>os limites de crescimento neste planeta serão alcançados em algum dia dentro dos próximos 100 anos, cujo resultado provável será um declínio súbito e incontrolável, tanto da população como da capacidade industrial»</em>. Tal conclusão foi obtida, entre outros artifícios, com a fraude malthusiana de considerar a base tecnológica fixa. Posteriormente, o truque foi admitido pelo próprio Aurelio Peccei, sob o argumento de que as nações industriais do Ocidente necessitavam de um <em>«</em><em>tratamento de choque»</em> – que era o objetivo do estudo.</p>
<p>O Clube de Roma profetizou que o petróleo acabaria em 1980: <em></em></p>
<blockquote><p><em>«Procurando um novo inimigo que nos unisse, nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço… Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana… então, o inimigo real é a humanidade, ela própria… um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou… se a gente o inventa para servir no caso.»</em></p></blockquote>
<p>Alexander King fala sobre as articulações e as <em>«reformas educacionais»</em> e à fundação do Clube de Roma:</p>
<blockquote><p><em>«</em><em>O Clube de Roma se originou de um sentimento de que o crescimento pelo crescimento não era uma boa coisa&#8230; a questão da inquietação educacional, a questão da necessidade de profundas reformas educacionais para tornar a juventude mais sintonizada com o que estava acontecendo, muito mais sintonizada com a realidade da Sociedade. As discussões levantaram a questão da destruição ambiental, a questão da alienação do indivíduo, a rejeição da autoridade e outros temas do gênero. Tudo isso surgiu ao mesmo tempo. </em>[...]<em> Na verdade, o Clube de Roma nasceu dentro do OCDE, em torno dessas preocupações»</em>.</p></blockquote>
<p>E continuando King:</p>
<blockquote><p><em>«</em><em>A Fundação Ford nos ajudou muito na OCDE, assim como a Royal Dutch Shell&#8230; O início do Clube de Roma foi aí.»</em></p></blockquote>
<p>Em 1991, Alexander King e Bertrand Schneider (então secretário-geral do Clube de Roma), declaram em <em>«A Primeira Revolução Global»</em> que:</p>
<blockquote><p><em>«Na busca</em><em> de um novo inimigo para unir-nos, chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome, e coisas do gênero, preenchiam esse papel&#8230; Todos esses perigos são causados pela intervenção humana&#8230; O inimigo real, então, é a própria humanidade.»</em></p></blockquote>
<p>Assim pensam os chamados <em>zerocrescimentistas</em>.</p>
<p>Em entrevista (1980), o então secretário-geral do Clube de Roma, Maurice Guernier, declara que, quanto aos problemas com a aceitação de suas idéias, <em>«</em><em>o grande problema é o lider nacional de um país, pois, por definição, um chefe-de-estado é altamente nacionalista </em>[...]<em> Mas o nosso problema ainda é um problema de poder. A nossa chave para o poder é o movimento ecologista, os partidos ambientalistas. O Clube de Roma começou esses partidos. </em>[...]<em> O movimento ecológico transcende fronteiras, porque englobam tanto a esquerda como a direita </em>[...]<em> As pessoas não acreditam nos políticos, mas elas acreditam nos ambientalistas. </em>[...]<em> e então os chefes-de-estado também terão que mudar as suas idéias.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O <em>«Relatório Global 2000»</em></h2>
<p><em>            </em>Este documento foi elaborado no governo Carter, coordenado por Geraldo O. Barney, e publicado no início de 1980. A principal recomendação do Relatório se referia ao papel de liderança que os EUA deveriam assumir no processo de conduzir o mundo ao pesadelo malthusiano idealizado pelo <em>establishment</em> oligárquico: <em>«As mudanças necessárias vão muito além da capacidade e responsabilidade desta ou de qualquer outra nação individual. É essencial uma era de cooperação e compromissos sem precedentes. Porém, há oportunidades – e fortes motivos – para que os EUA proporcionem a liderança entre as nações. Para esta nação, deve ser uma alta prioridade uma profunda avaliação das suas políticas externas e domésticas referentes aos assuntos de população, recursos e meio ambiente. Possuindo a maior economia do mundo, os EUA podem esperar que suas políticas tenham uma significativa influência nas tendências globais. &#8230; Cooperação adicional entre as nações é também necessária para reforçar os mecanismos internacionais para a proteção e utilização das “áreas comuns globais” – os ocaanos e a atmosfera.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/kissinger.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-11074" title="kissinger" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/kissinger.jpg" alt="" width="175" height="218" /></a>O <em>«Memorando NSSM-200»</em></h2>
<p>O Conselho de Segurança Nacional do governo dos EUA, em 1974, na nocasião em que esteve sob a orientação de Henry Kissinger, elaborou um famigerado documento: o <em>«National Security Study Memorandum 200»</em>, mais conhecido como <em>«NSSM-200»</em>, que tinha como título: <em>«Implicações do Crescimento Populacional Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos EUA»</em>. O tema central do estudo era o impacto do crescimento demográfico dos países em desenvolvimento (do Terceiro Mundo, hoje chamados de “países periféricos”) sobre a utilização de recursos naturais de interesse para a economia dos EUA.</p>
<p>Em 1975, ainda sob a orientação pessoal de Henry Kissinger, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA determinou que o crescimento populacional das nações em desenvolvimento – todas ricas em recursos naturais – constituía uma ameaça à segurança dos EUA e seus aliados (leia-se: Inglaterra). Tal política, manifestada no <em>«NSSM-200»</em>, era explícita em assinalar que a ameaça decorria da utilização dos recursos naturais, por parte daquelas nações, especialmente os recursos minerais, no atendimento de suas necessidades de bem-estar de suas crescentes populações.</p>
<p>Como recomendação, o estudo sugeriu a adoção de uma política de contenção do crescimento demográfico em 13 países-chave – dentre eles o Brasil (os demais eram: Bangladesh, Colômbia, Egito, Etiópia, Filipinas, Índia, Indonésia, México, Nigéria, Paquistão, Tailândia e Turquia) – o que foi efetivado com o apoio de agências oficiais, como a USAID &#8211; Agência para o Desenvolvimento Internacional, e “entidades privadas”, Como a IPPF &#8211; Federação Internacional de Paternidade Planejada, controlada pela família Rockefeller.</p>
<p>O <em>«NSSM-200»</em> foi o primeiro passo do governo estadunidense para “oficializar” o malthusianismo como política:</p>
<blockquote><p><em>«A fim de que as regiões orientais não atinjam um aumento populacional insuportável para nós, é urgente e necessário omitir todos os métodos que usamos no Oriente para aumentar o número de nascimentos. Devemos pôr em ação, nas referidas regiões, uma política populacional conscientemente negativa. Pela propaganda, especialmente pela imprensa, rádio, cinema, plásticos, brochuras, conferências etc, repetidas vezes sem conta, o pensamento do povo será persuadido de que é mau ter muitos filhos. Devem ser uma vez mais apontadas as despesas que os filhos requerem, maiores do que as necessárias ao adulto. Os grandes perigos à saúde que podem ocorrer à mulher na gravidez devem ser assinalados etc. Depois da propaganda, uma campanha em grande escala deve ser feita sobre os meios de prevenção. Nem o auxílio, nem a disseminação destes meios, nem o aborto devem ser punidos. Deve ser promovido o estabelecimento de clínicas de aborto por toda parte. &#8230; Quanto mais apropriado se tornar o aborto, mais o povo será levado a confiar nele. Também o médico deve obviamente ser competente para tomar essas medidas, sem que isto seja considerado ofensa à honra da profissão médica. A esterilização voluntária também deve ser promovida.» </em></p></blockquote>
<p>Essa instrução sobre a política populacional das regiões orientais ocupadas pelo nacional socialismo vem de Martin Bormann, secretário de Adolf Hitler, em 1941-1942. Após 1945, numerosos chefes nazistas foram enforcados em Nuremberg por sua política racista e genocida. Na Convenção para Prevenção e Punição do Genocídio, de 1948, este crime foi assim definido no art. II: <em>«Uma das medidas principais, que tem a intenção específica de destruir, no todo ou em parte substancial, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso como tal. &#8230; 4) sujeitar o grupo a condições de vida direcionadas a causar a destruiçãp física do grupo no todo ou em parte; 5) impor medidas direcionadas a impedir nascimentos dentro do grupo&#8230;»  </em>Grande parte das medidas de controle da natalidade já estava especificada nas políticas do <em>establishment</em> anglo-americano no começo do séc. 20; Hitler apenas a implantou na Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Eugenia nos EUA&#8230;</h2>
<p>Nos Estados Unidos, a quantidade de italianos, poloneses e judeus crescia constantemente e ameaçava, sob o ponto de vista de certas autoridades, a pureza da raça da “aristocracia” WASP (abreviatura, em inglês, de “Branco, Americano, Saxão e Protestante”). Após o assassinato do presidente Willian McKinley, a ascensão de Theodore Roosevelt à Presidência, no período de 1901 a 1909, colocou no poder um declarado representante dessa corrente. [...] Teddy Roosevelt, exigia que a elite estadunidense criasse uma <em>«&#8230;raça forte e poderosa». Em seu livro de 1914, «Race Decadence» («Decadência da Raça»), ele apresentou o seguinte ponto de vista:</em></p>
<blockquote><p><em>«Gostaria muito que os povos errados pudessem ser impedidos inteiramente de se reproduzir; e quando a natureza ruim dessa gente estiver suficientemente flagrante, isto deve ser feito. </em>[...]<em> Os criminosos devem ser esterilizados e pessoas de mente fraca proibidos de deixar descendência&#8230;» </em></p></blockquote>
<p>George Bush (pai), enquanto presidente (1989-1993), tinha um retrato de seu ídolo Teddy Roosevelt em seu gabinete. [...] Em 1969, como presidente do grupo de trabalho republicano sobre recursos naturais e população, convocou para depor notórios racistas como William Shockley e Arthur Jensen, que proclamavam que os negros eram geneticamente inferiores, e que se declarasse favorável a programas de esterilização, para que o sistema de bem-estar social encorajasse a “descendência negativa”. A família Bush pertence aos círculos do <em>establishment</em> anglo-americano que se devotam, desde o começo do século (20) ao movimento eugênico racista.</p>
<p>Em 1932, na Alemanha, a Union Banking Corporation, de Fritz Thyssen, que, de 1924 até os anos 1940, foi dirigida pelo banco de Harriman-Bush, concedeu um generoso crédito equivalente a mais de US$ 100.000 para a campanha eleitoral do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores, inclusive para a campanha de Hitler para a presidência da Alemanha.</p>
<p>Vários personagens importantes desse drama devem ser aqui apresentados: o escritório de advocacia Sullivan &amp; Cromwell, que representa, entre outros, o Banco Morgan, a família Rockefeller, o pai de Bush, Prescott Bush, o empresário ferroviário E.H. Harriman e seus sócios com os nazistas (que teve papel central nas aventuras coloniais de Teddy Roosevelt). Mais tarde o escritório produziu os contratos de negócios anglo-americanos com a Alemanha Nazista.</p>
<p>Quando, em 1919, W. Averell Harriman fundou o banco de investimentos W.A. Harriman &amp; Co., Herbert G. Walker, avô materno de Bush, foi nomeado presidente do mesmo. Em 1926, Prescott Bush ascendeu à sua vice-presidência. A partir de 1931, ele passou também a administrar as finanças pessoais dos Harrimans e a atuar como gerente da empresa. O banco passou a se chamar Brown Brothers Harriman.</p>
<p>Na realidade, o movimento Harriman-Rockefeller implantou total e decisivamente a política racista na América nos anos 20 e 30. As duras leis de cotas de imigração de 1921-24, que até hoje pouco mudaram em substância, surgiram como resultado dos esforços do <em>lobby</em> eugênico estadunidense, reunido em torno dos Harrimans e de seu escritório. As leis foram apresentadas e promovidas na segunda conferência de 1921, em Nova York, organizada por Averell Harriman. Pelos seus termos, apenas as “raças nórdicas” podiam de fato imigrar para os EUA: ingleses, escandinavos e alemães.</p>
<p>Em 1914, o escritório formou a comissão para <em>«&#8230;estudar os melhores caminhos práticos e aconselhar os métodos para acabar com os genes defeituosos do povo estadunidense».</em> O estudo concluiu que cerca de 15 milhões de estadunidenses deveriam ser esterilizados. Assumia-se como comprovado que a preguiça era uma desigualdade social e genética, baseada em predisposições naturais, e portanto, era necessário esterilizar os pobres, criminosos, doentes mentais, tuberculosos, cegos, surdos e epiléticos.</p>
<p>O relatório afirmava:</p>
<blockquote><p><em>«É considerado por algumas escolas de pesquisadores sociais que melhores escolas, igrejas, alimento e vestuário, melhor convivência e vida social remediarão quase toda a inadequação social dos indivíduos. Os estudos do comitê apontam fortemente na direção oposta. Eles provam, conclusivamente, que muita inadequação social é de uma natureza biológica profundamente enraizada e só pode ser remediada pela supressão das raças humanas que a produzem.»</em></p></blockquote>
<p>Como resultado desses esforços, em meados dos anos 1930, já havia leis de esterilização em quase todos os Estados dos EUA. Projetos do gênero foram implementados em grande estilo na Califórnia pela Fundação para a Melhoria Humana, organização depois chamada Associação para a Esterilização Voluntária. Os nazistas estudaram tais “experiências”, intensamente, antes de darem início aos seus próprios “grandes projetos”.</p>
<p>A Associação sobreviveu à 2ª GM. [...] Em 1988, a USAID fechou com a Associação (renomeada Associação para Contracepção Cirúrgica Voluntária) um contrato de cinco anos, no valor de 80 milhões de dólares, para programas de esterilização no exterior. Segundo seus relatórios, a organização acompanha programas do gênero em 58 países da Ásia, América Latina e África, e afirma ter esterilizado 2 milhões de pessoas. Suas operações no exterior são financiadas em 87% pelo Governo estadunidense. [...] No Brasil, em anos recentes, 44% das mulheres férteis foram esterilizadas, de acordo com um relatório do ex-ministro da Saúde, Alceni Guerra. Mas também, no industrializado Canadá, em 1984, 54% de todas as mulheres abaixo dos 50 anos e que usavam contraceptivos estavam esterilizadas.</p>
<p>O terreno do prédio da ONU em Nova York foi presente de John Rockefeller III. [...] O <em>lobby</em> populacional continuou seu trabalho após a 2ª GM, sem perder o ritmo. Acima de tudo, encaravam a pergunta: como, após o fim do colonialismo, poderiam assegurar que as novas nações emergentes, da África, Ásia e América Latina, não obtivessem seu lugar de direito no mundo futuro? Resposta: o <em>NSSM-200</em>.</p>
<p>O Japão, após Hiroshima e Nagasaki, era uma área experimental para “questões populacionais”: naquele ano (1948), sob controle militar estadunidense, o aborto foi legalizado, e, como resultado, a taxa de natalidade japonesa caiu maciçamente. No final dos anos 40, Rockefeller viajou várias vezes à Ásia com John Foster Dulles, tendo participado como conselheiro especial à conferência de paz estadunidense-japonesa de Los Angeles, em 1951. Em 1952, Rockefeller e Dulles fundaram o Conselho de População (Population Concil). Dulles foi presidente da Fundação Rockefeller em 1950-51, antes de ser nomeado secretário de Estado pelo presidente Dwight Eisenhower (1951-1959). Seu irmão Allen foi diretor da CIA até o governo Kennedy.</p>
<p>Frederick Osborn era secretário da Sociedade Eugênica dos EUA, e foi curador do Conselho de População, de 1952 a 1968, e seu presidente, de 1957 a 1959. A ONU também enviou um representante à cerimônia de fundação do Conselho Rockefeller. Hoje, a organização tem numerosos departamentos envolvidos no controle da natalidade, especialmente o UNFPA &#8211; Fundo para Atividades Populacionais. O Conselho de População tem estado no centro do controle do movimento mundial de controle da natalidade. [...] Um relance à carta de fundação do Conselho (que não foi publicada), revela a extensão de suas ações:</p>
<blockquote><p><em>«Pesquisa básica dos processos vivos de proliferação humana; pesquisa aplicada à eficácia das medidas de prevenção-contracepção, considerando costumes, atitudes e circunstâncias da vida das pessoas em regiões com a maior pressão de risco populacional; desenvolvimento de centros de estudo e pesquisa em questões populacionais em regiões com maior pressão populacional; atenção ao significado do trabalho coordenado em demografia, saúde pública, ciência social e outras áreas importantes para a política populacional; treinamento de pessoal de alto nível &#8230; incluindo a garantia de estipêndios para estudos externos &#8230; ; investigação dos aspectos qualitativo e quantitativo da população dos EUA, em relação a possíveis recursos materiais e culturais.»</em></p></blockquote>
<p>Os Rockefellers asseguraram para si mesmos uma influência fundamental sobre o estabelecimento da ONU, com a doação do terreno no qual foi construída a sede da entidade. Rapidamente, aumentou também o tamanho da comissão do Conselho Econômico e Social da ONU, que trabalhava intimamente com o Conselho Rockefeller. Igualmente, as outras organizações da ONU, como a UNESCO, estavam apinhadas de racistas: o primeiro diretor desta foi Sir Julian Huxley, que em 1962, defendeu publicamente o estabelecimento de um programa eugênico. Na mesma época, diretores da FAO sugeriram que fosse considerada a possibilidade de se misturarem substâncias esterililadoras aos alimentos e á água dos países em desenvolvimento.</p>
<p>Em 1959, o Conselho de População organizou uma conferência sobre população mundial em West Point, EUA, com cientistas internacionais importantes, para discutir o controle da fertilidade. Na conferência, o Dr. Pincus, criador da pílula anticoncepcional, apresentou os primeiros resultados das experiências com mulheres portorriquenhas.</p>
<p>John D. Rockefeller III organizou a chamada “Declaração dos Líderes Mundiais”, no qual 30 chefes de Estado (dentre eles a primeira-ministra indiana Indira Gandhi) declaravam a quastão populacional como importante prioridade nacional – a declaração foi apresentada no dia dos Direitos Humanos de 1967 à ONU (ao secretário-geral U Thant).</p>
<p>Em 1967 foi criado o Fundo Curador da ONU para Questões Populacionais. Hoje, transformado (dois anos após) em Fundo para Atividades Populacionais, coordena a política populacional de todas as agências da ONU pelo mundo. A UNESCO, o UNICEF, o PNUD, a FAO, a OIT, têm programas populacionais combinados com as suas “medidas especiais de ajuda”. Os escândalos de Bangladesh, onde as mulheres tinham que se submeter à esterilização em troca de alimentos do programa de ajuda da FAO, deu manchetes principais nos anos 80. Igualmente, os programas especiais de ajuda às mães visam o controle da natalidade. A OMS é outro exemplo da minuciosidade com que se lida na área de “direcionamento da fertilidade”. Com os projetos de pesquisa da OMS, o controle da natalidade foi consideravelmente intensificado. [...] Quem se recordar do <em>«Admirável Mundo Novo»</em>, novela futurista de Aldous Huxley, de 1931, estará certo.</p>
<p>Um dos parceiros mais importantes da ONU (segundo relatórios da UNFRA) nos programas de controle da natalidade é a IPPF &#8211; Federação Internacional de Paternidade Planejada. A entidade foi estabelecida em 1952 em Bombaim, Índia, quase ao mesmo tempo que o Conselho de População. [...] Na Europa, a já conhecida família Osborn estabeleceu a sede da IPPF nas salas da Sociedade Eugênica de Londres. [...] Em 1983, a IPPF ganhou um prêmio da ONU por sua obra na área do “controle populacional”, e é hoje considerada a segunda maior ONG do mundo, logo após a Cruz Vermelha Internacional, mantendo filiais em 103 países, com orçamento anual acima de 100 milhões de dólares, apenas para as atividades internacionais, dos quais mais de 40% vêm dos EUA. [...] A filial brasileira, BEMFAM &#8211; Sociedade de Bem-Estar Familiar, esteve envolvida na esterilização de 44% das mulheres brasileiras em idade fértil, segundo relatórios da USAID. [...] Na maioria dos países a IPPF goza de apoio governamental. [...] Em 1984, o Governo Alemão deu 6 milhões de marcos à seção alemã da IPPF, que lá recebe o nome enganador de Pró-Família. Ela oferece “serviços de planejamento familiar” e educação sexual em todas as cidades alemãs. [...] As gigantescas campanhas para relaxamento das leis sobre o aborto (lema: “Minha barriga me pertence.”), nos EUA e Europa, foram deslanchadas pela IPPF.</p>
<p>Patrono muito influente da IPPF foi o general William Draper, fundador do Comitê de Crise Populacional, e promotor da 3ª Conferência Eugênica, em Nova York, em 1932. [...] No Governo Eisenhower, em 1959, Draper chefiava o comitê presidencial que analisaria a influência da ajuda econômica aos países em desenvolvimento. Embora Eisenhower declarasse, no mesmo ano, que os EUA não se envolveriam em questões populacionais de outros países, o chamado “Relatório Draper” foi o primeiro documento oficial do pós-guerra que apresentou a questão populacional como um problema. Draper era de opinião de que a espécie humana necessitava de um “guarda-caça” (<em>park ranger</em>), que, de tempos em tempos, eliminaria o excesso populacional, como se faz com os animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Margaret-sanger.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11075" title="Margaret Sanger" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/Margaret-sanger-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Margaret Sanger</h2>
<p>Em 1914, Margaret Sanger fundou a antecessora da IPPF, a Liga de Paternidade Voluntária, ou Liga do Controle da Natalidade da América. A partir de 1917, passou a publicar a Revista do Controle da Natalidade, e nos anos 30, fundou o Escritório de Pesquisa Populacional, em cujo conselho diretor estava Frederick Osborn (fundador da Sociedade de Pesquisa Eugênica). Em 1942, por sugestão de Henry Pratt Fairchild (presidente da Sociedade Eugênica Americana), a Liga mudou o nome para Aliança de Planejamento Familiar da América.</p>
<p>Margaret Sanger era, abertamente, neomalthusiana e racista, e foi apoiada pelo <em>establishment</em> estadunidense tão logo seus talentos organizacionais e demagógicos foram reconhecidos. Desde 1902, Margaret frequentava o ambiente boêmio e anarquista de Greenwich Village, em Nova York, onde foi protegida por Emma Goldman, a sacerdotiza do “amor livre”. Em 1901, um dos numerosos amantes de Emma matou a tiros o presidente William McKinley.</p>
<p>Em 1914, Margaret escreveu seu primeiro panfleto intitulado <em>mulheres rebeldes</em>, no qual pontificava: <em>«Não há influência mais degeneradora da ordem social do que o casamento».</em> Sua apologia ao aborto livre resultou num processo do qual escapou fugindo para a Inglaterra, via Canadá. Na Inglaterra, tornou-se amante de Havelock Ellis, autor de mais de 50 livros sobre as mais variadas práticas sexuais, e que a introduziu no consumo da mescalina. Havelock Ellis participava dos círculos de H.G. Wells, Aldous e Julian Huxley, Bertrand Russell, John Maynard Keynes e George Bernard Shaw, e era um eugenista convicto. [...] Quando voltou aos EUA, em 1916, Margaret fundou a primeira clinica de abortos, nas vizinhanças de Nova York, onde viviam judeus e católicos pobres do Leste Europeu. [...] Desde 1925, a Liga para o Controle da Natalidade é financiada pela Fundação Rockfeller, e depois, pela Fundação Ford.</p>
<p>Margaret Sanger era amiga do escritor e agente da inteligência britânica H.G. Wells, que escreveu a introdução de seu livro (dela) <em>«Pivô da Civilização»</em> (<em>«Pivot of Civilization»</em>), publicado em 1922. Nele, ela rotula como inúteis os programas de bem-estar para os pobres, e ataca duramente a Igreja Católica. No prefácio, Wells exige a fundação de um “governo mundial”, ao qual as pessoas  deveriam subordinar a sua liberdade pessoal.</p>
<p>Sir Julian Huxley também pertenceu ao bando de amantes de Margaret Sanger. No seu livro <em>admirável mundo novo</em>, seu irmão Aldous Huxley perpetuou os sonhos dela sobre o sexo livre sem consequências e a introdução de um “Conselho de Supervisão Mundial” para o controle populacional. No enredo, o “Governo Mundial” controlava a humanidade com a droga “soma” e uma ilimitada licenciosidade sexual, por meio da total abolição da família e da punição “artística” do povo.</p>
<p>Em 1923, Margaret Sanger organizou uma conferência em Chicago sobre o tema do controle da natalidade. O objetivo estava claramente formulado no convite:</p>
<blockquote><p><em>«Os altos custos do programa de bem-estar e reabilitação são uma carga em permanente crescimento, pesando sobre todas as comunidades estadunidenses. Os membros independentes e respeitáveis da sociedade devem suportar a carga dos imperfeitos, dos criminosos e dos dependentes. Os recursos óbvios que devem ser fornecidos às  crianças em posição de usar frutiferamente a sua educação, de acordo com seus talentos, são cortados a fim de manter os fracos e desajustados. As autoridades sociais confessam sua inabilidade para extirpar as raízes desse mal. Diminuí-lo não é suficiente. Devemos impedí-lo. Por isto, apelamos aos trabalhadores sociais, doutores, servidores de saúde pública etc para participar.»</em></p></blockquote>
<p>Da agenda constavam temas como <em>«&#8230;pobreza hereditária, decadência moral, custos dos valores sociais e espirituais, custos de doenças, enfermidades, criminalidade e dependência».</em> O relatório final se intitulava: <em>«Eugenia – e Super-raça»</em>.</p>
<p>O “Plano Para a Paz” de Margaret Sanger, de 1932, propunha ainda leis de imigração estrangeiras mais duras, esterilização e separação para os menos afortunados. No <em>«baby-codex»</em> da população estadunidense, ela colocou os custos de ajuda social aos pobres no fim, e propôs o estabelecimento de clínicas de aborto. Seu “Projeto Negro”, de 1939, tinha como objetivo reduzir a população negra do Sul dos EUA e nas cidades. Para tanto, foram treinados médicos e intelectuais negros, porque Margaret compreendeu corretamente que de outra forma as campanhas para aborto e esterilização pelos brancos pareceriam simplesmente uma campanha de extermínio.</p>
<p>Margaret Sanger é também, reputada como a “mãe” da pílula, desenvolvida pelo Dr. Pincus sob comissão da Fundação Rockefeller, e primeiramente testada em portorriquenhos. Nos anos 1920, Margaret contrabandeou diafragmas para os EUA, e depois estabeleceu uma empresa para sua fabricação, com ajuda financeira das famílias Kellogg, McCormick e Roosevelt. Posteriormente, a IPPF se encarregaria da  distribuição maciça de pílulas, DIUs, preservativos etc, o que foi organizado em todos os países do mundo.</p>
<p>Sem dúvida, John Rockefeller III moldou decisivamente a política governamental estadunidense na questão demográfica. [...] Em maio de 1968, ainda no Governo Johnson, Rockefeller se tornou presidente da Comissão Estadunidense para a Divulgação e Política Populacional. [...] Sob influência dessa comissão, o presidente Nixon assinou uma longa “Mensagem ao Congresso Estadunidense” sobre a situação demográfica do país. E perguntou: <em>«Onde viverão os próximos 100 milhões de estadunidenses?»</em> À época, o país tinha uma densidade demográfica de 27 pessoas por km<sup>2</sup> (contra 221 da Alemanha atual).</p>
<p>Em 1970, foi aprovada uma lei para o estabelecimento de uma Comissão Nacional Sobre o Crescimento Demográfico e o Futuro da América, tendo como presidente ninguém menos que John D. Rockefeller III.</p>
<p>Em 1966, George Bush (pai), representante do Texas no Congresso, teve o controle da natalidade o centro de suas atividades. [...] Patrocinou uma audiência após a outra, para as quais todos os conhecidos lobistas malthusianos foram convidados, entre os quais o general Draper e Paul Ehrlich, autor do livro <em>«A Bomba Populacional» </em>(«<em>The Population Bomb»</em>), no qual propunha a esterilização em massa por meio de produtos químicos na água potável.</p>
<p>Diante da crescente pobreza mundial, o desejo ardente de Bush era trabalhar contra a “explosão demográfica” nos EUA e no exterior. A realidade estava na inundação da pobreza que se manifestou nos anos 70 nas cidades estadunidenses, e que hoje choca cada visitante do país que não se restrinja a passeios turísticos, pelas amedrontadoras e enormes quantidades de pobres, sem-tetos e dependentes da Previdência Social. [...] Em discurso, repetindo o que Margaret Sanger já dissera, Bush expressou o medo de que os programas de planejamento familiar (propostos por ele), pudessem ser compreendidos como esforços para “eliminar negros”. De fato, como resultado dos “programas”, o número de esterilizações – sobretudo forçadas entre negros e outras minorias, mas também entre brancos pobres – cresceu maciçamente.</p>
<p>O juiz Gerhard Gesell afirmou, em 1974: <em>«Nos últimos anos, cerca de 100 a 150 mil pessoas de baixa renda foram esterilizadas anualmente, nos programas de fundos federais.»</em> Há provas incontestáveis de que <em>«&#8230;um número indefinido de pobres foi impropriamente coagido a aceitar a esterilização, sob a ameaça de que vários benefícios federais da Previdência seriam retirados se elas não se submetessem à esterilização irreversível»</em>. Gesell concluiu que <em>«&#8230;a linha divisória entre planejamento familiar e eugenia está indefinida»</em>.</p>
<p>De 1970 a 1972, Bush foi embaixador estadunidense na ONU. Em seu primeiro discurso, mencionou como seus principais objetivos as políticas demográficas e ambiental. Aqui ressoa a sua posição sobre “Governo Mundial” e “Nova Ordem Mundial”: <em>«O problema demográfico não é mais assunto particular </em>[...]<em> Está bem claro que um dos principais desafios dos anos 70 será reduzir a fertilidade mundial.»</em> E ele seguiu exatamente tal política nos anos seguintes.</p>
<p>De 1973 a 1976, Bush foi embaixador estadunidense em Pequim, China (a qual foi aceita na ONU em 1971). Na ocasião, a China efetuava a mais brutal política de controle de natalidade do mundo, incluindo o aborto legal até o 9º mês – o infanticídio disseminado – a negação de rações alimentícias e similares a famílias com mais de um filho, e outras medidas. Em 1979, o regime comunista prescreveu a família de um só filho; em 1983, o controle da natalidade foi colocado na Constituição Chinesa. Em 1988, o conselho de população (de Rockefeller) elogiou a política chinesa, afirmando que seria necessário proceder ditatorialmente para se ter “sucesso” neste campo.</p>
<p>Em 1968, com a participação ativa da OTAN, e dos círculos da OCDE &#8211; Organização Para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, e o conselho de população de Rockefeller, foi fundado o Clube de Roma, sob a presidência de Aurelio Peccei. [...] O Clube de Roma defendia (além da redução drástica da humanidade), explicitamente, a abolição da soberania dos Estados Nacionais, proposta que, desde então, tem estado presente nas inciciativas internacionais sobre população e meio ambiente e, hoje, está óbvia na “Nova Ordem Mundial” de Bush.</p>
<p>O livro <em>«</em><em>Limites ao Crescimento»</em> («<em>Primeiro Relatório Ao Clube De Roma – Limits to Growth»</em>), cuja divulgação ocorreu em paralelo com a artificialmente deflagrada “crise do petróleo”, se tornou a bíblia dos partidários do crescimento zero, que ajudou a decolar o movimento ambientalista, agora com o tema: <em>«Os limites ao crescimento foram alcançados; se não limitarmos imediatamente a população, virá o apocalipse.»</em> Famosos príncipes consortes, como o Príncipe Philip da inglaterra e Bernardo da Holanda ajudam organizações como o WWF – World Wilde Fund for Nature. Tecnologia e crescimento econômico são <em>out</em>, conservação é <em>in</em>, e os aspectos amedrontadores da “explosão demográfica” e da “catástrofe ambiental” foram introduzidas em nossos lares.</p>
<p>Nesse ambiente, ocorreu a conferência mundial sobre população, em Bucareste, em 1974 – a primeira organizada em âmbito governamental. Naturalmente, após a “crise do petróleo” de 1973, o mote ideológico <em>«&#8230;nenhuma tecnologia – mas controle da natalidade – para os países em desenvolvimento&#8230;»</em> não poderia ser melhor. O Governo dos EUA estava firmemente nas mãos do <em>lobby</em> dos Rockefeller, e elaborou o esboço de um chamado “plano de ação mundial” para reduzir o crescimento da população global. A inspiração, como hoje sabemos, veio de Henry Kissinger.</p>
<p>O objetivo do “plano de ação mundial” estava delineado no <em>Memorando NSSM-200</em>. [...] Mas, ainda em Bucareste, surgiu uma oposição nas fileiras dos países em desenvolvimento, liderada pela Argélia, que viu corretamente, no plano, uma tentativa imperialista de privá-la da sua soberania e negar-lhe o desenvolvimento econômico. [...] O <em>lobby</em> malthusiano registrou a derrota e tomou providências. Sintomaticamente, no período subsequente, as melhores personalidades líderes dos países em desenvolvimento foram, uma a uma, derrubadas ou assassinadas.</p>
<p>George Bush (pai) foi, finalmente, eleito presidente de 1989 a 1993. Nesse período, o conflito Norte-Sul entrou numa nova fase: do controle da natalidade por meios econômicos e políticos, passou-se à aberta militarização do conflito. A invasão do Panamá, no final de 1989, foi uma amostra disto, o mesmo ocorrendo com a guerra contra o Iraque.</p>
<p>Hoje, a política de controle da natalidade representa uma grande ameaça à paz mundial. Se não quisermos sofrer um colapso no século 21, com uma guerra mundial e uma barbárie sem paralelo, devemos parar com as atividades do <em>lobby</em> da morte e voltar à política no sentido como a entendia e praticava o presidente francês Charles de Gaulle, que afirmou (23/04/1960):</p>
<blockquote><p><em>«Em nossos tempos, não pode haver uma verdadeira paz sem desenvolvimento. Nos países em desenvolvimenmto vivem dois bilhões de pessoas. Creio que a grande tarefa do mundo – acima e além de todas as teorias, doutrinas e governos – é ajudá-las a saírem da miséria.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Higiene racial</h2>
<p>Antes de Theodore Roosevelt (e de Gifford Pinchot), já na década de 1840, nos EUA, os grupos oligárquicos haviam criado a Sociedade Etnológica Americana (1842), e o Instituto Smithsoniano (1846), com a finalidade de promover um ideário racista e malthusiano de superioridade racial da população anglo-saxônica, a redução da população não-branca – e não-protestante – e o controle dos recursos naturais.</p>
<p>Em coerência com o “conservacionismo” (ambiental), T. Roosevelt também foi um promotor de teses de “higiene racial” – ou eugenia. Esta pseudociência foi criada no final do século 19 pelo inglês Francis Galton (primo de Charles Darwin). Seu objetivo declarado era o “melhoramento” da espécie humana:</p>
<blockquote><p><em>«&#8230;dar às raças ou linhagens de sangue mais aptas, uma melhor chance de prevalecer rapidamente sobre as menos aptas.»</em></p></blockquote>
<p>Nos EUA, o centro do movimento para o “melhoramento racial” era o Museu de História Natural de Nova York (então dirigido por Henry Fairfield Osborn). Os adeptos da eugenia nos EUA propunham, entre outras medidas, a esterilização forçada de inválidos e deficientes físicos, e a restrição da imigração de indivíduos não-brancos para o país.</p>
<p>Em 1932, Osborn, Averell Harriman, John D. Rockefeller e Andrew Carnegie (todos destacados membros do <em>establishment</em> anglo-americano) organizaram a 3ª Conferência Eugênica Internacional, em Nova York, na qual foi eleito para a presidência da federação internacional de organizaçõpes eugências, o Dr. Ernst Rüdin, o qual, anos depois, escreveria as leis raciais do regime nazista de Adolf Hitler.</p>
<p>A associação de teorias racistas com o “conservadorismo” ambiental frutificou na Alemanha nazista – o primeiro país europeu que estabeleceu um sistema policial de proteção de reservas naturais e de <em>habitats</em> silvestres, por meio de grupos especiais de tropas SS. Igualmente, os nazistas se horrorizavam com a construção de usinas hidroelétricas nos rios “sagrados”, e aprovavam várias leis sobre os direitos dos animais. Segundo a escritora inglesa Anna Branwell, os nazistas foram os primeiros ambientalistas radicais a governar um Estado, além de terem influenciado <em>«&#8230;alguns dos dogmas do ambientalismo britânico»</em>.</p>
<p>Após a 2GM, as atrocidades cometidas pelos nazistas em nome do “melhoramento racial” tornaram a eugenia altamente impopular. Assim, os oligarcas anglo-americanos que apoiavam o movimento eugênico transferiram seus esforços para o “controle demográfico” e a “conservação ambiental”. Esta reorientação foi elaborada pelos mais altos órgãos de planejamento estratégico da oligarquia britânica: o RIIA e o Pep &#8211; Planejamento Político E Econômico (criado em 1931) – com o apoio direto da Sociedade Zoológica de Londres e da Real Sociedade Geográfica.</p>
<p>Os dois “engenheiros sociais” mais profundamente envolvidos no projeto foram Julian Huxley e Max Nicholson, ambos membros do PEP britânico, e da Sociedade Eugênica (Huxley foi seu presidente de 1936 a 1944). Em 1948, ambos desempenharam papel fundamental na fundação da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, para a qual Huxley foi nomeado primeiro-secretário-geral. Na carta de fundação dessa nova entidade, Huxley coloca entre as suas finalidades a promoção da necessidade da eugenia e da proteção da vida silvestre. Para Huxley, escreveu ele:</p>
<blockquote><p><em>«A proliferação do homem deve estar em segundo lugar, depois da conservação de outras espécies.»</em></p></blockquote>
<p>No mesmo ano (1948), Huxley e Nicholson foram os mentores da criação das duas primeiras organizações ambientalistas do <em>Establishment</em> anglo-americano, a UICN – União Internacional para a Conservação da Natureza e a Conservation Foundation dos EUA. A carta de constituição da UICN foi elaborada pelo Foreign Office, do Governo Britânico, por solicitação direta de Nicholson.</p>
<p>Participando tanto da UICN quanto da Conservation Foundation (como patrocinadores) figura Frederick Fairfield Osborn (sobrinho de Henry Fairfield Osborn), o qual foi um dos pioneiros da literatura apocalíptica sobre sistemas ambientais – com a publicação do livro <em>«Our Plundered Planet»</em> (<em>«Nosso Planeta Espoliado»</em>), no qual, já em 1948, alertava para a ameaça de “destruição” do planeta pela superpopulação e pelo uso indevido dos recursos naturais.</p>
<p>Para Huxley e Nicholson, a “conservação da vida silvestre” representava elemento crucial para a implementação de um “Governo Mundial”. Para não deixar dúvidas sobre as reais intenções da UICN – União Internacional para a Conservação Da Natureza, recentemente, seu diretor David McDowell afirmou que <em>«&#8230;a anacrônica noção de que os Estados Nacionais são os únicos agentes legítimos para implementar políticas de desenvolvimento, tem que morrer»</em>. Em outra ocasião, McDowell expressou sua repulsa pela existência de fronteiras nacionais que separavam ecossistemas e dificultavam a cooperação entre os “eco-gerentes” – propondo a criação de “Parques da Paz” para reduzir as tensões históricas ao longo das fronteiras de países conflitantes.</p>
<p>Os ensinamentos evolucionistas de Darwin, sobre a “seleção natural” dos mais capacitados e o consequente direito do mais forte constituem até hoje a base “científica” do <em>lobby</em> malthusiano.</p>
<p>Henry Fairfield Osborn foi presidente da sociedade eugênica americana, e por seus serviços ao movimento engênico, Hitler o condecorou com a Medalha Goethe. Seu sobrinho Frederick Osborn ajudou a fundar a Associação de Pesquisa Eugênica, em Cold Spring Harbor. Os dois Osborn ajudaram a família Rockefeller a fundar o Conselho de População, em 1952 – da qual Frederick seria curador, e depois presidente.</p>
<p>Henry Fairfield Osborn pronunciou o discurso de abertura perante os notáveis, no qual defendeu a eugenia, afirmando a necessidade de que o homem conservasse os recursos naturais escassos (observe-se já aí a vinculação entre eugenia e a “conservação” da Natureza).</p>
<blockquote><p><em>«Cheguei à conclusão de que o excesso populacional e o subemprego devem ser vistos como irmãos gêmeos. Deste ponto de vista, até opino que os EUA está superpovoado atualmente &#8230; Na Natureza, os indivíduos menos capazes desaparecerão gradualmente, mas na civilização nós os estamos conservando nas comunidades, esperando que eles achem emprego em dias melhores. Este é outro exemplo da civilização humana indo diretamente contra a ordem da Natureza, e encorajando a sobrevivência dos menos capazes</em>.»</p></blockquote>
<p>O Dr. Alexis Carrel, colaborador do Instituto Rockefeller (e ganhador do Prêmio Nobel de 1912 em Medicina), foi um dos cientistas que desde cedo apoiaram os cientistas racistas e nazistas, oferecendo conselho e aprovação. Em seu livro <em>«</em><em>O Homem, Esse Desconhecid»</em>, publicado em 1935 (e traduzido depois para nove idiomas), Carrel propunha, no capítulo final (intitulado <em>«</em><em>Para Construir Novos Homens»</em>), a morte na câmara de gás dos doentes mentais e criminosos, em pequenas instituições de eutanásia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Frases de neomalthusianistas famosos</h2>
<p><strong>Carlos Vicente — da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”: </strong><em>«Precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo,</em> (…) <em>as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.»</em> (revista <em>Biodiversidad</em>, 04/06/2007).</p>
<p><strong>David Attenborough — diretor de </strong><em><strong>«The Optimum Population Trust»</strong></em><strong>: </strong><em>«Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.» &#8230; «Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais.»</em> (<em>The Telegraph</em>, 14/04/2009)</p>
<p><strong>David Foreman — porta-voz da ONG Earth First!: </strong><em>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</em> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18); <em>«O homem não é mais importante do que qualquer outra espécie… Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas.» </em>Citado por John Fayhee na revista <em>Backpacker</em>, setembro/1988, p. 22.</p>
<p><strong>David Graber — do U. S. National Park Services: </strong><em>«Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte por acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só resta aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.»</em></p>
<p><strong>Faye Dunaway — porta-voz de </strong><em><strong>«Mother Earth/Gaia»</strong></em><strong> na série </strong><em><strong>«Voice of the Planet»</strong></em><strong>: </strong><em>«Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!»</em></p>
<p><strong>James Lovelock — teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia: </strong><em>«Temos bocas demais para alimentar e o inverno se aproxima. Se acontecer o aumento da temperatura que eu prevejo de 6 a 8° C, a civilização poderia estar ameaçada: nós veremos uma extinção em massa das espécies; a agricultura ficará impossível em boa parte do globo. Não haverá alimentos suficientes, haverá conflitos, a humanidade concentrar-se-á em volta das regiões polares.»</em> Livro <em>«A Vingança de Gaia»</em>.</p>
<p><strong>John Holdren — assessor para Ciência do presidente Obama: </strong><em>«Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: “pois o Regime Planetário, com certeza!”»</em> (Livro: <em>«Ecoscience: Population, Resources, Environment»</em>)</p>
<p><strong>Jeremy Hsu — jornalista: </strong><em>«As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo… </em>(…) <em>Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa.»</em></p>
<p><strong>Leonardo Boff — ex-frade e teólogo da libertação: </strong><em>«A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, </em>(…) <em>a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana.»</em> (<em>Agência Adital</em>)</p>
<p><strong>Michael Oppenheimer — professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton: </strong><em>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde eles estão.»</em></p>
<p><strong>Monika Kopacz — pesquisadora e ativista: </strong><em>«Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais.»</em></p>
<p><strong>Paul Ehrlich — professor da Universidade Stanford: </strong><em>«Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.»</em><strong> </strong>No livro <em><strong>«The Population Bomb»</strong></em>, <em>Ballantine Books, </em>1968: <em>«Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas… Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional… compulsivo se os métodos voluntários fracassam.»</em></p>
<p><strong>Paul Singer — apologista da “economia solidária”: </strong><em>«O padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.»</em></p>
<p><strong>Rajendra K. Pachauri — presidente do IPCC: </strong><em>«Há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da indústria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. </em>(…) <em>Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO<sub>2</sub> baixo e uma sociedade sustentável.» «O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes, um esbanjamento enorme. Acho que </em>(…) <em>os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.»</em> (<em>The Observer</em>, 29/11/2009)</p>
<p><strong>Ross Gelbsan — ativista ambiental: </strong><em>«Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.»</em></p>
<p><strong>Stephen H. Schneider — professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford: </strong><em>«Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter.»</em></p>
<p><strong>Stewart Brand — em </strong><em><strong>«The Whole Earth Catalog»</strong></em><strong>: </strong><em>«Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra.»</em> Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.</p>
<p><strong>Ted Turner — bilionário fundador da CNN: </strong><em>«O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.»</em></p>
<p><strong>Thomas E. Lovejoy — conselheiro do Banco Mundial: </strong><em>«O planeta está no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida.»</em></p>
<p><strong>Via Campesina Internacional — </strong><em>«As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente: 1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas dereforma agrária.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Conclusão: a sustentabilidade como um disfarce malthusiano</h2>
<p>Como pode-se, de antemão, compreender, apesar das iniciativas acima descritas, não funcionaram totalmente, pois a população mundial continuou crescendo, mormente nos países periféricos, bem como o sesenvolvimento sócio-econômico, hoje em dia, engloba praticamente todas as nações do globo – exceto as de alguns países claramente falidos, como grande parte daqueles do cntinente africano. Estima-se que em finais deste século, a população mundial esteja por volta dos 11 bilhões de pessoas, quando então, segundo especialistas, haverá de se estabilizar (não se sabe, inclusive, exatamente, por quê).</p>
<p>Estabilizada ou não, como sustentar essa massa humana? Com os mecanismos/programas/ações decorrentes da noção de “sustentabilidade”, certamente. Haverá, no entanto, alguma forma de conter o consumo de bens naturais do planeta, mesmo que sejam utilizados recursos renováveis, que se pratique, ostensivamente, a reciclagem e outras providências do gênero? Resposta: não. Então qual seria (ou, qual é) a solução? A sustentabilidade, encarada, dessa vez, sob a ótica da severa diminuição da industrialização mundial e da redução drástica da polpulação do mundo.</p>
<p>Isso é o mesmo que o malthusianismo? Sim, é. É o mesmo que o ambientalismo, com suas restrições ao avanço sócio-econômico? Sim, é. A suatentabilidade, portanto, tem raízes não só na eugenia, quanto no severo controle populacional, bem como no malthusianismo (que permeia tudo isso) – e é o novo nome, talvez mais politicamente correto, do ambientalismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Solução final: a diminuição da população mundial</h2>
<p>Isso já está em curso, em especial nos países tidos pelas elites ocidentais como “perigosos” e/ou “excedentes”. E esse movimento começa na Àfrica. É claro o fomento de guerras intestinas e a manutenção da fome na maioria de seus países – assim como a completa inassistência médica no que diz respeito às doenças tropicais endêmicas e ao avanço da AIDS. A fome é mantida como, provavelmente, a mais severa e desumana forma de genocídio em África.</p>
<p>Só para se ter uma idéia, toda a fome do mundo poderia ser resolvida se fosse utilizado para isso apenas o orçamento de um mês do Pentágono. Quer dizer, só não se resolvem essas questões porque não se quer.</p>
<p>Esse é o lado negro da “sustentabilidade”. Como a redução do consumo dos recursos naturais com uma mudança radical no <em>modus vivendi</em> da população mundial desenvolvida, com o ingresso nesse mundo desenvolvido e industrializado de países em desenvolvimento que rapidamente se tornam desenvolvidos, onde o consumo impera sem que possa ser impedido – a solução para minorar e/ou retardar o fim dos recursos naturasis do planeta só pode ser a maciça redução da população mundial  – e, repito, isso já está sendo feito, abertamente, em África.</p>
<p>E fica a mídia martelando na nossa cabeça essa lenga-lenga de sustentabilidade. Hoje, tudo é sustentável: banco sustentável, casa sustentável, emprego sustentável, energia sustentável, carro sustentável etc etc. Mas o que, certamente, será a única coisa sustentável mesmo, é o extermínio quase total da raça humana. Mesmo assim, se a Humanidade constasse de uma única família de cinco pessoas, um dia os recursos naturais também acabariam, talvez a uns três ou quatro bilhões de anos, mas acabariam. A sutentabilidade, portanto, é uma falácia, um disfarce para o malthusianismo, para a eugenia e o genocídio. Nada mais sinistro.</p>
<blockquote><p><strong><span style="color: #ff0000;">Seria, realmente, muito bom se esses tolos, ingênuos, politicamente corretos e/ou ignorantes, parassem com esse negócio de sustentabilidade, atribuindo essa &#8220;qualidade&#8221; a tudo aquilo que, de alguma forma necessite de um <em>marketing</em> adicional. Eles não sabem o quê e de quê estão falando. Provavelmente, acham que sustentabilidade é um novo tipo de moda e saem por aí repetindo isso sem saber o que o conceito realmente significa e suas verdadeiras raízes. Talvez, depois de lerem esta matéria, eles se manquem pelo fato de verificar que, no fundo, no fundo, a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável etc, tem, por trás, conceitos sinistros, malignos e anti-humanos&#8230;</span></strong></p></blockquote>
<p align="right"> <strong><em>Humberto Camargo</em></strong></p>
<p align="right"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg"><img class="size-full wp-image-9606 alignright" title="harpia-23dJpegMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-23dJpegMicro.jpg" alt="" width="80" height="45" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>Imagens →</strong> <a href="http://holosgaia.blogspot.com/">http://holosgaia.blogspot.com</a> ; <a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/">http://radiocristiandad.wordpress.com</a></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><a href="http://www.answers.com/">http://www.answers.com</a></p>
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		<title>O que é uma &#8220;potência ambiental&#8221;?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 14:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, a expressão "potência ambiental" tem sido empregada de forma recorrente, por personalidades diversas, para qualificar a estatura do Brasil no cenário internacional. Embora sem uma definição clara, tem sido geralmente associada ao grande peso dos recursos renováveis na matriz energética brasileira, à riqueza da biodiversidade e à posição de destaque do País em termos de aplicação de requisitos ambientais às atividades econômicas. Seu criador parece ter sido o climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), atual coordenador de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e um dos principais promotores da agenda catastrofista de "descarbonização" da economia ao Sul do equador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/brasil5.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10695" title="brasil(5)" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/brasil5-300x200.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>Nos últimos tempos, a expressão &#8220;potência ambiental&#8221; tem sido empregada de forma recorrente, por personalidades diversas, para qualificar a estatura do Brasil no cenário internacional. Embora sem uma definição clara, tem sido geralmente associada ao grande peso dos recursos renováveis na matriz energética brasileira, à riqueza da biodiversidade e à posição de destaque do País em termos de aplicação de requisitos ambientais às atividades econômicas. Seu criador parece ter sido o climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), atual coordenador de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e um dos principais promotores da agenda catastrofista de &#8220;descarbonização&#8221; da economia ao Sul do equador.</p>
<p>Outro usuário frequente é o presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, que a repetiu no seminário Energy Summit 2011, realizado no Rio de Janeiro (RJ), na semana passada. Segundo ele, as fontes de geração de &#8220;energia limpa&#8221; e seus potenciais deverão transformar o Brasil em uma potência energética e ambiental nas próximas décadas. <em>«Minha tese pode parecer ufanista, mas tem bases reais. O Brasil tem uma situação diferenciada em relação a dois aspectos fundamentais: a questão da segurança energética e a questão ambiental. O setor elétrico tem potencial em todas as fontes de geração e encontrou um modelo que permite que essa expansão ocorra»</em> — disse ele (<em>O Estado de S. Paulo</em>, 5/08/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/usina-plataforma.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10696" title="usina-plataforma" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/usina-plataforma.jpg" alt="" width="276" height="131" /></a>As “usinas-plataforma”</span></h2>
<p>Como exemplo do potencial brasileiro de conciliar a geração de eletricidade com a preservação ambiental, Tolmasquim citou as chamadas &#8220;usinas-plataforma&#8221;, projetos hidrelétricos elaborados para a Região Amazônica em sítios praticamente isolados, cujo acesso será feito por helicópteros, para reduzir ao mínimo os impactos ambientais (o nome provém da inspiração nas plataformas oceânicas de exploração de petróleo).</p>
<p>As &#8220;usinas-plataforma&#8221; representam a mais recente concessão nacional ao ativismo ambientalista para a imposição de limitações aos projetos das usinas hidrelétricas, somando-se à redução dos reservatórios – que tem transformado as usinas em virtuais aproveitamentos &#8220;a fio d&#8217;água&#8221; – e à não inclusão de eclusas, que tem obstaculizado a navegação em importantes eixos fluviais em todo o País (neste particular, com uma preciosa ajuda de representantes do setor elétrico e autoridades federais, que teimam em não se entender para viabilizá-las).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Os verdadeiros objetivos</span></h2>
<p>A popularidade da expressão entre lideranças brasileiras de todos os setores denota uma miopia – ou relutância – em não aceitar o fato, cada vez mais evidente, de que o movimento ambientalista internacional é, predominantemente, um instrumento político a serviço de uma agenda de restrições ao desenvolvimento socioeconômico. Como demonstram várias investigações independentes, o movimento foi criado adredemente por uma facção do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano, a partir do final da década de 1950 e início da de 1960, com propósitos específicos:</p>
<blockquote><p><span style="color: #ff0000;"><strong>1) reduzir o impulso pró-industrialização prevalecente na época;</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>2) manter o controle sobre regiões ricas em recursos naturais;</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>3) limitar o crescimento demográfico; e</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>4) reduzir o &#8220;otimismo tecnológico&#8221; gerado pela conquista do espaço e outras façanhas que eletrizavam a população, em especial a juventude.</strong></span></p></blockquote>
<p>A propósito, o eixo anglo-americano também adotou alegremente a expressão. Em sua visita ao Brasil, em junho, o vice-premier britânico Nick Clegg também se referiu ao País como <em>«uma potência ambiental, sem a qual não pode haver um acordo climático significativo»</em>. Mas, também, deixou clara a intenção subreptícia de tais afagos, ao afirmar que gostaria de ver os laços entre os dois países <em>«voltarem ao século XIX, para recuperar as bases de uma relação mais sólida»</em> (<em>Notícias Terra</em>, 22/06/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Linha colonialista</span></h2>
<p>Como qualquer pessoa que tenha estudado superficialmente a História brasileira conhece a natureza de subordinação colonial que o Brasil mantinha com a Grã-Bretanha, no século XIX, as declarações de Nick Clegg assumem uma conotação bastante sugestiva.</p>
<p>Na mesma linha, o Conselho de Relações Exteriores (CFR) de Nova York, o mais influente <em>think-tank</em> do <em>establishment </em>estadunidense, publicou recentemente o estudo «Brasil Global e as Relações EUA-Brasil», que afirma: <em>«Os perfis energético e ambiental do Brasil estabeleceram o país como um importante ator internacional em dois dos desafios globais mais centrais e estreitamente interligados: a segurança energética e as mudanças climáticas.»</em></p>
<p>Parece evidente que &#8220;potência ambiental&#8221; implica um enquadramento no molde de um grande exportador de matérias-primas e uma disposição de subordinar à agenda ambientalista a utilização plena dos recursos naturais para o desenvolvimento interno soberano do País e da América do Sul, pelo processo de integração regional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">O Brasil se deixa enganar</span></h2>
<p>Desafortunadamente, muitos brasileiros se iludem com tais cantos de sereia ou se intimidam diante de pressões políticas e midiáticas motivadas por argumentos ambientalistas. O recente imbróglio envolvendo a votação do projeto de reforma do Código Florestal na Câmara dos Deputados proporcionou um exemplo didático de tal processo – e uma rara vitória dos interesses nacionais sobre a &#8220;Máfia Verde&#8221;. No futuro imediato, será crucial que esse aparato intervencionista seja neutralizado, para que o País possa se consolidar como uma verdadeira potência – mas digna do nome, promovendo um desenvolvimento socioeconômico harmonioso e duradouro e capaz de exercer uma influência positiva no cenário global.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 13, de 11 de agosto de 2011. Introduzi subtítulos na matéria para facilitar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
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<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a><strong>Imagens</strong> ➞ <a href="http://amaivos.uol.com.br/">http://amaivos.uol.com.br</a>; <a href="http://econfea.dabaiao.com.br/">http://econfea.dabaiao.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>O logro da sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 14:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os negócios devem ser “sustentáveis”; a economia deve se basear em princípios “sustentáveis”; as formas de obtenção de energia só são válidas se obedecerem às regras da “sustentabilidade ambiental”; nossos carros têm que obedecer a critérios “sustentáveis” em seus projetos; devemos morar em casas que respeitem, em sua construção, regras de “sustentabilidade”; a extração de recursos naturais tem que ser “sustentável”; devemos nos comportar de forma a garantir a “sustentabilidade global” – e assim por diante. Qualquer dia só deveremos andar nas ruas “de maneira sustentável”, ou, quem sabe, teremos, um dia, que defecar de forma, também, “sustentável” – se é que já não o fazemos assim...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/harpia-8a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9613" title="harpia-8a" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/harpia-8a-300x220.jpg" alt="" width="112" height="82" /></a><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/cidade-verde.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9626" title="cidade-verde" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/cidade-verde-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a>Todo mundo fala sobre sustentabilidade</span></h2>
<p>Os negócios devem ser “sustentáveis”; a economia deve se basear em princípios “sustentáveis”; as formas de obtenção de energia só são válidas se obedecerem às regras da “sustentabilidade ambiental”; nossos carros têm que obedecer a critérios “sustentáveis” em seus projetos; devemos morar em casas que respeitem, em sua construção, regras de “sustentabilidade”; a extração de recursos naturais tem que ser “sustentável”; devemos nos comportar de forma a garantir a “sustentabilidade global” – e assim por diante. Qualquer dia só deveremos andar nas ruas “de maneira sustentável”, ou, quem sabe, teremos, um dia, que defecar de forma, também, “sustentável” – se é que já não o fazemos assim&#8230;</p>
<p>A propósito: <em>«Sarkozy lançou o desafio de repensar Paris. Dez gabinetes de arquitectura apresentaram as suas ideias. Agora, vão ser apreciadas. Resta saber se, alguma vez, vão ser aplicadas. Sustentabilidade, corredores verdes, transportes ecológicos&#8230; todos os projectos, sem excepção, refletem a necessidade de (re)pensar o modelo de desenvolvimento das grandes metrópoles depois de Quioto.»</em> (<a href="http://hekate-hkt.blogspot.com/">http://hekate-hkt.blogspot.com</a>) Na imagem acima, o projeto de Roland Castro para a Grand Paris&#8230;</p>
<p>Assim, ainda mais com essas maluquices, acho muito pouco provável que alguém, de fato, saiba o que essa palavra significa, em cada um desses contextos – ou em qualquer outro, à escolha do freguês – muito menos até que ponto a tal “sustentabilidade” pode e/ou deve ser empregada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/coca-zero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9632" title="coca-zero" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/coca-zero.jpg" alt="" width="140" height="169" /></a>Sustentabilidade e crescimento zero</span></h2>
<p>Neste site, por várias vezes, o conceito de “sustentabilidade” é ligadado ao de &#8220;crescimento zero&#8221; – porque este me parece ser o que melhor se adapta àquilo que se chama, aleatoriamente, de sustentabilidade. E ao “crescimento econômico zero” [<strong>crescimento econômico: </strong>aumento na capacidade de fornecer às pessoas mercadorias e serviços produzidos por uma economia], deveríamos adicionar também o de “desenvolvimento econômico zero” [<strong>desenvolvimento econômico: </strong>melhoria dos padrões de vida em razão do crescimento econômico].</p>
<p>Isto tudo conduz, também, à idéia de “propagação zero da espécie”. Sim, pois pelo fato de que para haver sustentabilidade mesmo, a longo prazo, nós não deveríamos comer e não deveríamos nem procriar, pois isso aumenta ou mantém a população e aumentando ou mantendo a população há a necessidade de consumir – e isso significa crescimento e desenvolvimento econômicos. Também não deveríamos construir casas etc etc etc – ou seja, a Humanidade deveria parar ou retroceder no que diz respeito até mesmo na propagação da espécie – tudo isso porque, não sendo assim, haveria um constante consumo, crescimento, desenvolvimento, e isso significaria utilizar os recursos naturais, por menos que o fizéssemos. E se houver consumo dos recursos naturais, um dia, eles acabarão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Cedo ou tarde os recursos se extinguirão</span></h2>
<p>É uma tremenda ingenuidade achar que economizando agora garantiremos os recursos para as gerações futuras. Não garantiremos – pois pela finitude dos recursos, mormente os não-renováveis, cedo ou tarde, eles se extinguirão. E nem adianta produzir recursos ditos como “renováveis”, nem mesmo os sintéticos, pois, como na Natureza “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, mesmo produzindo recursos &#8220;renováveis&#8221; e/ou sintéticos, para sua produção haveremos de utilizar os não-renováveis como insumos, e tudo acabará no mesmo: os recursos naturais do planeta, um dia, acabarão.</p>
<p>É sabendo disso que alguns catastrofistas e ambientalistas radicais dizem que a população do planeta deveria ser reduzida para, no máximo uns 300 ou 500 milhões de pessoas, apenas – mesmo sabendo eles que, para isso, genocídios generalizados, em toda a face da Terra seriam necessários, e que, mesmo assim, também, um dia, os recursos acabarão&#8230;</p>
<p>Este conceito de finitude dos recursos é um assunto que deve ser discutido, não só a nível dos governos, mas também, diretamente, com as populações. Estas são as mais interessadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/pre-sal.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9625" title="pre-sal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/pre-sal-300x246.jpg" alt="" width="359" height="294" /></a>Até quando teremos recursos à mão?</span></h2>
<p>Até que ponto os recursos serão preservados e até quando eles durarão – realmente? Os ambientalistas radicais teimam em dizer que certos recursos (como o petróleo, por exemplo) já estão com os dias contados. Mentira. Bjørn Lomborg, em seu livro <strong><em>«O Ambientalista Cético»</em></strong> disse, sobre os recursos não-renováveis em geral, que, <span style="color: #ff0000;"><strong>a cada dia que passa, extinguindo-se as reservas conhecidas, outras serão descobertas</strong></span>. Pode até ser que as novas jazidas sejam de exploração mais cara, mas serão sempre viáveis. Ele acertou em cheio. Caso emblemático foi o do pré-sal brasileiro. Mal Lomborg disse isso em seu livro e foi descoberta a camada do pré-sal e sua riqueza petrolífera imensa. Jazidas maiores de petróleo também existem no oceano ártico, que só não são exploradas hoje por causa do gelo (por isso muita gente está com medo que os oceanos aqueçam e o gelo do oceano ártico derreta, tornando disponível, indiscriminadamente, o petróleo lá existente). Enormíssima quantidade de combustíveis fósseis existem no mundo todo capazes de, a consumos atuais, fornecer energia à Humanidade por cerca de 5.000 anos de consumo! 5.000 anos! Outro exemplo: existe urânio para uns 14.000 anos – o que praticamente eterniza a energia nuclear!</p>
<p>Resumindo: essa história de sustentabilidade é para boi dormir. Por mais que economizemos os recursos do planeta hoje e as gerações futuras idem, um dia eles acabarão, irremediavelmente. Mesmo se a Humanidade for reduzida a apenas 300 milhões de pessoas. Um dia, essas pessoas acabarão com os recursos.</p>
<p>Bem, creio que esse negócio utópico de “sustentabilidade” já deve estar entendido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/tio-sam-pobre.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9627" title="tio-sam-pobre" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/tio-sam-pobre-237x300.jpg" alt="" width="149" height="189" /></a>Mas e aí? O que fazer?</span></h2>
<p>Os “verdes” (estes, não são os marcianos; assim são chamados os <span style="text-decoration: underline;">ambientalistas radicais</span>, também designados de “<span style="text-decoration: underline;">ambientalistas profundos</span>” na mídia internacional) preconizam que não andemos mais de avião – para que não poluemos o ar e não utilizemos petróleo. Isso não só é impossível, nos dias de hoje, como seria, no mínimo, um sacrifício para a Humanidade. Ir daqui até Nova York de bicicleta seria difícil, mas não impossível. Mas como é que traríamos nossas comprinhas?&#8230;</p>
<p>Os teóricos da sustentabilidade também acham que o dinheiro tem que acabar e que devemos viver numa sociedade de escambo. Será que Tio Sam estaria disposto a tanto?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Economizar sim, mas sacrificar, não</span></h2>
<p>Aí está a diferença. Uma coisa é economizar, outra é nos sacrificar, inutilmente. A natureza deve ser preservada? Claro que sim. Devemos economizar os recuros naturais? Claro que sim – mas isso não significa que devemos nos sacrificar. Quem precisar andar de avião, que ande. Assim, sou de pleno acordo que devemos ser parcimoniosos com a Natureza, e isso inclui também poluirmos o mínimo possível. Mas nos sacrificar, não. Muito menos cometermos genocídios planetários para reduzir a população mundial para os 500 milhões preconizados pelos radicais.</p>
<p>Se os recursos naturais da Terra um dia se extinguirão, o que fazer? Resposta futurística, mas a única: devemos procurar resursos em outros planetas, em outros corpos celestes, como, por exemplo, a Lua, Marte etc&#8230; Isso não é brincadeira.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/gigante-vermelha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9634" title="gigante-vermelha" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/gigante-vermelha-300x225.jpg" alt="" width="195" height="147" /></a>Sabe-se que a vida do planeta Terra deverá ser, mais ou menos, de uns quatro ou cinco bilhões de anos. O Sol, a essa altura, estará se transformando numa “gigante vermelha” e seu diâmetro deverá ser tão grande que, certamente, chegará até aqui, engolindo a Terra. Muito antes disso nosso planeta já terá sido  tão severamente queimado que a vida aqui se extinguirá. Provavelmente, ou a Humanidade, até lá, deverá ter sito extinta, por qualquer motivo, ou deverá estar morando em outras “naves” espaciais – muito antes do nosso Sol nos derreter ou nos engolir, obviamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Teremos que buscar recursos lá fora</span></h2>
<p>Imaginemos que a Humanidade dure, digamos&#8230; mais um milhão de anos – uma fração mínima daqueles quatro ou cinco bilhões de anos. Até lá não haverá recursos naturais suficientes para sustentar a Humanidade, muito certamente. Assim, a única forma de durarmos mais algumas centenas ou milhares de anos será, sem sombra de dúvida, irmos buscar recursos fora do planeta Terra. Teremos condições tecnológicas para isso? Certamente que sim – desde que nós nos preparemos para tal necessidade. E para isso, creio que a coisa mais importante a fazer – hoje – é iniciar uma séria pesquisa científico-tecnológica rumo às viagens espaciais e coisas do gênero. Buscar recursos fora da Terra, ou nos mudarmos daqui é a única solução – antes que o Sol acabe com a gente, ou antes que algum asteróide faça o mesmo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/asteroide.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9635" title="asteroide" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/asteroide.jpg" alt="" width="268" height="217" /></a>Isso se deve porque está embutida na condição de possuirmos tecnologia espacial suficiente, o fato de conseguirmos, também, ter condições, por exemplo, de impedir que algum asteróide maluco que esteja, eventualmente, em rumo de colisão com a Terra, nos aniquile – isto é, de que consigamos desviá-lo, ou de destruí-lo, antes que ele acabe conosco. E basta ser um asteróide com uns 10 ou 20 quilômetros de diâmetro, no máximo – como o que caiu no golfo do México há uns 65 milhões de anos atrás e que foi responsável pela extinção maciça da vida no planeta, inclusive dos dinossauros.</p>
<p>Já há algumas técnicas, a princípio, possíveis para evitar o choque, mas todas a nível teórico. Há que aprimorá-las, pois a hipótese de um asteróide chocar-se com a Terra é tão mais tenebrosa e real do que a finitude dos recursos naturais deste nosso planetinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Manhattan-flood.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9652" title="Manhattan-flood" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Manhattan-flood-237x300.jpg" alt="" width="157" height="199" /></a>Os verdes são contra tudo</span></h2>
<p>Até quanto a isso os verdes são contra. Eles dizem que o virus humano estará “destruindo” os outros pobres planetinhas&#8230; Eles acham que procurar recursos é, simplesmente destruição. Eles são contra quase todas as formas de energia: a partir de combustíveis fósseis, a hidrelétrica, a termelétrica, a nuclear etc. Prover a Humanidade apenas de energias ditas como “limpas” e/ou “renováveis”, não dá. Só mesmo se a Humanidade for reduzida a uns 300 milhões de pessoas, vivendo a nível neolítico, sem países, sem governos, vivendo de agricultura de sobrevivência etc etc – como eles, ao que parece, querem.</p>
<p>A propósito, há diversas teorias dizendo que as atuais catástrofes climáticas (tsunamis, erupções vulcânicas, tornados, enchentes etc) não são naturais, mas provocadas, artificialmente, a fim de corroborar as teorias catastrofistas dos verdes. De fato, já há possibilidades tecnológicas para provocar drásticas mudanças climáticas, pelo menos locais, mas daí a imaginar que alguém pode estar mamipulando o clima acho que é um pouco demais. Será? Também dizem que no ano que vem (2012), haverá enormíssimas catástrofes climáticas – provocadas, artificialmente, claro – e que farão o trabalho sujo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Uma última consideração</span></h2>
<p>Dizem os verdes que deveremos ter uma sociedade “sustentável” a fim de garantir às gerações futuras os recursos dos quais elas necessitarão. Já vimos que, primeiro: a longo prazo, isso é impossível. Segundo: será que essas gerações futuras merecerão, será que elas serão dignas – até mesmo a níveis morais – do nosso sacrifício agora? Será que existirão? Terceiro: terão elas necessidade disso, em função do desenvolvimento científico-tecnológico? Em vez disso não seria melhor &#8211; hoje &#8211; acabar com certas &#8220;guerrinhas&#8221; e usar o dinheiro gasto nelas para erradicar a miséria no planeta? Não seria mais negócio acabar com as armas nucleares que existem por aí, do que ficar com essa lenga-lenga absolutamente ridícula de sustentabilidade, para lá e para cá? Lembremo-nos de que os artefatos nucleares podem  acabar com a nossa raça AGORA!</p>
<p>Onde é que as autoridades mundiais estão com a cabeça? Eu, realmente, não sei.</p>
<p>E não vou pautar a minha vida raciocinando em cima de hipóteses. Não tenho a menor necessidade de me mostrar politicamente correto perante ninguém. E também faço tudo para ser o menos cínico possível.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://hekate-hkt.blogspot.com/">http://hekate-hkt.blogspot.com</a>; <a href="http://www.rotadainfo.net/">http://www.rotadainfo.net</a></p>
<p><a href="http://blogdomarcelogomesfreire.wordpress.com/">http://blogdomarcelogomesfreire.wordpress.com</a>; <a href="http://wendellpimenta.blogspot.com/">http://wendellpimenta.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://luyastronomy.multiply.com/">http://luyastronomy.multiply.com</a>; <a href="http://meutecnico.com/">http://meutecnico.com</a></p>
<p><a href="http://osverdestapes.blogspot.com/">http://osverdestapes.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></p>
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		<title>Golpe contra minorias malthusianas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2011 17:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os embates sobre o Código Florestal, ensejados pela truculência do Planalto, proporcionaram a oportunidade para se desfechar outro golpe nas políticas de "correção política", promovidas por grupos tão bem organizados e articulados como os ambientalistas, como é o caso das ONGs que atuam na defesa e promoção do homossexualismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Gay-Brasil1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8829" title="Gay-Brasil1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Gay-Brasil1.jpg" alt="" width="287" height="284" /></a>Os embates sobre o  Código Florestal, ensejados pela truculência do Planalto, proporcionaram a  oportunidade para se desfechar outro golpe nas políticas de &#8220;correção política&#8221;,  promovidas por grupos tão bem organizados e articulados como os ambientalistas,  como é o caso das ONGs que atuam na defesa e promoção do homossexualismo. De  outra forma, dificilmente, haveria condições para a insurreição da bancada  religiosa da Câmara, que resultou na ordem da presidente Dilma Rousseff de  impedir a distribuição das cartilhas de orientação contra a homofobia pelo  Ministério da Educação.</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>De fato, a julgar  pelas reproduções das imagens integrantes das cartilhas, publicadas pelo jornal <em> O Globo</em> de 26 de maio, é difícil conceber alguma validade educacional ou  informativa em tal material, originalmente voltado para um público adolescente.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Mesmos grupos oligárquicos malthusianos por trás</span></h2>
<p><strong>Embora tal fato não  seja percebido por muitos, há uma relação intrínseca entre a promoção do  homossexualismo (<span style="text-decoration: underline;">não confundir com a defesa de certos direitos individuais  legítimos</span>) e o radicalismo ambientalista, pois ambos integram o caldo da  contracultura malthusiana desenvolvida ao longo do último meio século, como um  poderoso instrumento de guerra cultural contra os valores fundamentais da  civilização judaico-cristã ocidental. Não por acaso, as mesmas fundações  familiares oligárquicas do <em>establishment </em>anglo-americano proporcionam  generosos recursos financeiros a ambos os movimentos, que têm em comum o apreço  pelos preceitos malthusianos (e nada mais irônico que a promoção do casamento  homossexual seja, em última análise, contrária à ecologia e à reprodução  humana).</strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a><span style="color: #000000;">Créditos </span></strong><span style="color: #000000;">➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, Nº 02, de 27 de maio de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000000;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000000;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000000;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000000;">.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000000;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000000;"> ou para Editoria MSIa: </span><a href="http://geraldo@msia.org.br/"><span style="color: #000000;">geraldo@msia.org.br</span></a><span style="color: #000000;">.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <strong>Imagem </strong>➞ </span><a href="http://fdt-felipe.blogspot.com/">http://fdt-felipe.blogspot.com</a><a href="http://ohomossexualismo.blogspot.com/"></a><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a><br />
</span></p>
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		<title>Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/afinal-qual-e-a-dos-ambientalistas-%e2%80%93-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-preta-meria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4973" title="Harpia-preta-meria" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-preta-meria.jpg" alt="" width="100" height="71" /></a>[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR]</strong></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/carro-eletrico-sendo-carregado.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8449" title="carro-eletrico-sendo-carregado" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/carro-eletrico-sendo-carregado-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><span style="color: #000080;">A contradição dos carros elétricos</span></h2>
<p>Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e industriais, assim como os trens, sejam providas de motores elétricos. O que isso pode significar para o mundo?</p>
<p>Em primeiro lugar, os motores automotivos elétricos ainda não têm uma tecnologia adequada e firmada, eficiente e barata, mormente no que diz respeito à acumulação de energia – as baterias acumuladoras de eletricidade ainda têm que ser muito grandes e pesadas, o que dificulta sua utilização. Por isso os motores elétricos são, ainda, de baixo rendimento e/ou de pequeno alcance operacional, apenas passíveis de ser utilizados em máquinas de pequeno porte – inclusive em veículos de alcance e de velocidades reduzidas.</p>
<p>Em segundo lugar, com as atuais restrições que estão sendo impostas, ou, no mínimo, propostas, no sentido de que sejam abandonadas aquelas três formas de fornecimento de eletricidade tradicionais, de que modo se poderá, a partir de outros sistemas energéticos alternativos (propalados pela mídia e pelos ambientalistas), suprir as necessidades de transportes e de máquinas – na base de motores elétricos – em relação a uma população mundial da ordem de quase sete bilhões de pessoas?</p>
<p>Será que há uma certa contradição nisso tudo, ou é só impressão minha? Como é que, por um lado, se combatem os sistemas energéticos tradicionais – o únicos realmente viáveis, econômica e operacionalmente falando – e por outro lado lutam pela adoção maciça de máquinas e carros elétricos? De onde virá a energia para nutrir uma demanda tão grande?</p>
<p>A propósito, uma das grandes reivindicações dos ambientalistas radicais é o abandono dos alimentos transgênicos, bem como da utilização de insumos e/ou de outras substâncias industriais na agricultura. Ele se batem por alimentos ditos como “orgânicos”, sem qualquer substância agregada de origem não natural.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Aliás, não me consta que algum dia comemos alimentos não-orgânicos; será que alguém já comeu um bom bife de granito? Ou uma pizza de mármore? Ou mesmo uma farofa de areia da praia?</strong></span></p>
<p>Eles se esquecem, entretanto, que para se produzir alimentos “orgânicos” a necessidade de área para as plantações, bem como para a alimentação natural do gado é muitas vezes maior do que aquela utilizada com recursos industriais. Será que haverá condições de se nutrir uma Humanidade, de cerca de sete bilhões de pessoas com produtos orgânicos, os quais são – também – muito mais caros (por motivos óbvios) do que os tradicionais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/controle-de-natalidade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8452" title="controle-de-natalidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/controle-de-natalidade.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a><span style="color: #000080;">A redução da população mundial</span></h2>
<p>A resposta à pergunta acima é simples – e sinistra. Eliminando-se os sistemas tradicionais de fornecimento de energia, optando-se pelos sistemas “limpos”, seguros e/ou renováveis, que não conseguirão abastecer a atual carga humana planetária, o negócio é reduzir a população mundial, a fim de que esses sistemas, pouco rentáveis, e de aplicação pontual, possam dar conta do recado.</p>
<p>Não é de hoje que inúmeros ambientalistas radicais e/ou dirigentes de vários países centrais pugnam pela redução da população mundial. Desde há muito tempo, quando da criação do Clube de Roma, em 1968, que propalou a teoria malthusiana dos “limites do crescimento”, que a idéia de um “maior controle” da população mundial – principalmente no Terceiro Mundo – vem prosperando, dando base, inclusive, a que Henry Kissinger montasse o famigerado <em>«Memorando NSSM-200»</em>, como é mostrado no livro <em>«Máfia Verde»</em>:</p>
<blockquote><p><em>«Em 1975, sob orientação pessoal do ex-secretário de Estado Henry Kissinger, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA determinou que o crescimento populacional do Brasil, junto com os de outras 12 nações em desenvolvimento – todas ricas em recursos naturais – constituía uma ameaça à segurança dos EUA e seus aliados (leia-se: Inglaterra). Tal política, manifestada no “Memorando-Estudo de Segurança Nacional 200” (o NSSM-200), era explícita em assinalar que a ameaça decorria da utilização dos recursos naturais, por parte daquelas nações, especialmente os recursos minerais, no atendimento de suas necessidades de bem-estar de suas crescentes populações.»</em></p>
<p><em>Entre as recomendações do estudo, encontram-se:</em></p>
<p>①<em> que a imposição “diplomática” das políticas malthusianas nos países do Terceiro Mundo deverá ocorrer por intermédio de agências multilaterais, em vez de por intervenção direta dos EUA;</em></p>
<p>②<em> a integração do planejamento familiar com os aspectos ligados ao desenvolvimento;</em></p>
<p>③<em> a persuasão dos líderes políticos dos benefícios do planejamento familiar; e</em></p>
<p>④<em> a premiação, com ajuda econômica, daquelas nações que demonstrarem boa conduta em seus programas de planejamento familiar. </em>[...]<em> «Os EUA poderiam trabalhar neste sentido, com as organizações internacionais interessadas – p.ex. oms, unfpa, bird, unicef etc». </em></p></blockquote>
<p>O assunto, portanto, não é de hoje. O <em>«Memorando»</em> de Kissinger, no entanto, visava apenas o controle da população dos países periféricos, a fim de que eles não utilizassem seus recursos naturais, em detrimento dos EUA.</p>
<p>O controle familiar, inclusive com a esterilização maciça das mulheres (o que já ocorreu, inclusive no Brasil) já existe em diversas partes do mundo (como na China, p. ex., onde há a limitação de um filho por casal, definida por lei). Só que reduzir a população mundial não significa apenas a adoção de programas de “planejamento familiar” nos países periféricos, mas a eliminação maciça das pessoas no mundo todo, inclusive nos próprios países centrais.</p>
<p>Reduzir a população mundial significa, de alguma forma, estabelecer-se que a Terra deveria abrigar apenas cerca de 500 milhões de pessoas, e, para se chegar a isso, até meados do século 21, no mais tardar em seu final (de acordo com alguns visionários malucos), seria necessária a eliminação de bilhões de pessoas excedentes àquele número, através de outros processos que não seriam, exatamente, os de “planejamento familiar”.</p>
<p>Mesmo porque, com o atual número de habitantes no planeta um governo único mundial seria algo extremamente difícil de ser implantado e de ser mantido – mas com um planeta contendo apenas algumas centenas de milhões de pessoas, isso seria, em princípio, muito mais possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Em seguida algumas frases de ambientalistas notórios:</span></p>
<blockquote><p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="size-full wp-image-5810 alignleft" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="64" height="79" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</em></strong></span> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18)</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="size-full wp-image-5841 alignright" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="67" height="75" /></a>Ted Turner, bilionário fundador da CNN: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.»</em></strong></span></p>
<p>Rico do jeito que este cidadão é, provavelmente, conseguirá ficar entre os seus preconizados 300 milhões – mas e a população “comum” do planeta?</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg"><img class="size-full wp-image-5860 alignleft" title="Michael-Oppenheimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg" alt="" width="120" height="65" /></a>Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde eles estão.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>Sem comentários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Globalizacao2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8454" title="Globalizacao2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Globalizacao2-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a><span style="color: #000080;">Mudanças de paradigmas culturais e globalização</span></h2>
<p>Deve-se notar que a insistente globalização da economia e também, principalmente, da cultura – com a uniformização de costumes sob todos os sentidos, de senso moral, das manifestações artísticas, dos esportes de massa a níveis globais e até das religiões etc – consiste numa providência que já está sendo tomada com o intuito de homogeinizar as populações mundiais, no que diz respeito a seus desejos e modos de viver e de ver a vida, assim como de suas vontades e aspirações. Essa homogeinização é, tipicamente, algo deliberado, a fim de se chegar à civilização mundial única, com um governo mundial único. Tal tipo de “equalização” global, com a necessária mudança dos paradigmas culturais em cada nação, é também uma fase para a governança global, existindo inúmeras entidades, pertencentes ao <em>establishment</em> oligárquico que trabalham no que chamam de “engenharia social”. Dentre elas destaca-se o Instituto Tavistock de Relações Humanas, sediado em Londres, além de outros, principalmente nos EUA (Instituto Aspen, Instituto Rand, Fundação Rockefeller etc).</p>
<p>Além da homogeinização de costumes de uma forma geral, esses organismos implantam no seio das sociedades novas modas, novas necessidades, criam climas de permissividade e de tolerância em que tudo, por mais extravagante, imoral e/ou bizarro que seja passa a ser considerado normal, e também criam, no mundo, um clima de perplexidade e de decrepitude dos conceitos morais e sociais até então vigentes, assim como os demais paradigmas do que é certo e do que é errado, o que causa o descontrole emocional por parte das pessoas, fazendo-as ficar sem saber o que fazer e o que querer para si mesmas, para suas famílias e para suas comunidades, desfazendo o senso crítico das pessoas e tornando-as apáticas, fúteis, frívolas, e assim, totalmente dispostas a ouvir e a seguir quem quer que seja, seja qual for o assunto, por mais incrível que seja. As pessoas passam a se comportar como se fossem boiadas, e desta maneira, atendem e obedecem a qualquer um que se diga como um salvador. Esta é a governança mundial atuando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Que processos seriam esses?</span></h2>
<p>Os processos “paralelos” de diminuição da população planetária não são estanques – um é ligado a outro e, funcionam num contexto geral, uns combinados com outros.</p>
<p>Um dos processos “paralelos” é forçar a desindustrialização do mundo; outro seria limitar-se, drasticamente, os alimentos no planeta, ou torná-los tão caros que só uma minoria privilegiada possa ter acesso aos mesmos; outro processo seria a desintegração territorial dos países (um processo denominado “balcanização”), visando a desestruturação das sociedades e o esfacelamento das nações; outro método seria o de limitar e proibir a países “não alinhados” a utilização de sistemas eficientes de energia; outros métodos seriam a propagação de guerras, de doenças e a desassistência completa a certas parcelas da população mundial consideradas pelas elites como “débeis”, “inferiores” e/ou “perigosas”.</p>
<p>Tudo isso (e outras coisas mais) faz parte de uma espécie de “agenda” (termo cunhado pela jornalista canadense Elaine Dewar em seu livro <em>«Uma Demão de Verde»</em>) – isto é: uma série de “providências” a serem tomadas – e que já estão sendo tomadas – pelas grandes oligarquias corporatocráticas – ou cleptocráticas – mundiais que visam aquilo que se chama de “um mundo menor”, com uma “governança global” – ou seja, em outras palavras, com um “governo mundial único”&#8230;</p>
<p>Falemos, rápida e sucintamente (por não se tratarem de assuntos diretamente atinentes ao escopo do presente ensaio), sobre esses “processos paralelos”, que são considerados itens da dita “agenda”. Devo lembrar, mais uma vez, que cada uma dessas “providências” não constitui algo estanque, mas implica num relacionamento entre elas, num envolvimento recíproco, em que cada item da “agenda” se combina com outro a fim de compor o quadro geral de dominação e de diminuição populacional, com vistas à governança global.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cpmf.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8456" title="cpmf" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cpmf-300x240.jpg" alt="" width="173" height="145" /></a>ⓐ o forçamento da desindustrialização do mundo.</strong></span></p>
<p>Este é um processo claramente em andamento, não só – e principalmente – nos países do Terceiro Mundo, como também nos países centrais. Trata-se de impedir o desenvolvimento industrial das nações limitando-se a difusão de tecnologias de ponta; a limitação compulsória da utilização de tecnologias avançadas de obtenção de energia; pela escalada da má educação e da cada vez pior capacitação de profissionais; por limitar-se e impedir-se que se construam obras de infra-estrutura nos países; por limitar-se o acesso aos recursos naturais e por outras providências semelhantes. Desindustrializar significa diminuir a oferta de benefícios, inclusive de alimentação à sociedade humama, pois só a níveis industriais se consegue prover a Humanidade daquilo que ela necessita.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/FomeZero85.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8457" title="FomeZero85" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/FomeZero85-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a>ⓑ a limitação dos alimentos no planeta.</strong></span></p>
<p>Isso também está em andamento e está ligado à limitação indicada acima. Um dos meios de se limitar a oferta e a distribuição de alimentos é limitar-se e até mesmo impedir-se a produção dos mesmos, não só limitando-se as áreas de plantio e de cultivo (com a implantação de reservas ecológicas, parques nacionais e reservas indígenas, assim como criando-se áreas de preservação obrigatória e/ou de outros impedimentos, ditos como para o bem da “sustentabilidade”), bem como colocando-se empecilhos nos processos industriais. Isso tudo, aliada à proibição da utilização de transgênicos, por todos os meios possíveis, com o intuito de se limitar a produção de alimentos, vai-se, cada vez mais, fazendo com que os alimentos fiquem escassos e tenham seus preços aumentados. A fome se alastra e milhões de pessoas, simplesmente, morrem. A falta de saneamento básico completa o quadro.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/map_yugoslavia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8458" title="map_yugoslavia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/map_yugoslavia-287x300.jpg" alt="" width="206" height="216" /></a>ⓒ a “balcanização” dos países.</strong></span></p>
<p>Este processo consiste na divisão forçada dos países, mormente os grandes, em vários países menores, como no caso que aconteceu na Iugoslávia – nos Bálcãs – daí o nome, “balcanização”. Dividir os países significa enfraquecê-los e a seus povos. Dividir para conquistar.</p>
<p>Dividir os países significa dificultar o trânsito interno de tecnologias, de processos industriais, de infraestrurura, de distribuição de recursos financeiros e humanos e de outras coisas mais que são facilitadas quando os países compõem um só território com uma mesma língua etc – quando seus recursos naturais, tecnológicos e humanos podem circular livremente, ajudando a todos, e quando todos têm os mesmos objetivos políticos e socioeconômicos. Divididos, os países acabam se isolando e lutando entre si por hegemonias locais e globais, e isso, claramente, inibe o desenvolvimento das nações. Inibindo-se o desenvolvimento das nações, inibe-se o seu crescimento populacional, pois sabe-se que o crescimento populacional é, normalmente, direta e decorrentemente, proporcional à riqueza de uma nação e à existência de um clima de paz.</p>
<p>Países pequenos são mais passíveis a depender de outros, mais comumente no que diz respeito a finanças, itens alimentícios, tecnologias de ponta e fornecimento de energia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ⓓ a limitação da utilização de sistemas modernos e eficientes de obtenção de energia.</strong></span></p>
<p>Este é o principal tópico analisado no presente ensaio. Sem energia, ou com sistemas energéticos antiquados, não há progresso. Sem progresso há decréscimo populacional. Exemplo de um sistema claramente antiquado de se obter energia é o sistema eólico, na base de moinhos de vento. Há milhares de anos que a Humanidade já utiliza os moinhos para os mais variados fins, e, ultimamente, para a obtenção de eletricidade. É, obviamente, um processo antiquado e de pouco rendimento, o qual, dificilmente, poderá ter funcionalidades melhores – pelo menos a curto e médios prazos.</p>
<p>Sem sistemas eficientes de fornecimento de energia há a desindustrialização – o que também já está ocorrendo em todo o mundo, mormente nos países periféricos. Sem energia e sem indústrias os países tendem a exportar <em>commodities</em> (materiais e produtos em estado bruto, sem beneficiamento), e isso aumenta o a velocidade do processo de desindustrialização. Um avanço na desindustrialização pode levar – e isso é o objetivo do ambientalismo corporatocrático e cleptocrático – a um gradual sistema de vida pré-era industrial, onde as pessoas só têm como formas de sustento/sobrevivência a agricultura, o artesanato familiar e o escambo.</p>
<p>O empenho das elites mundiais em dificultar o acesso à energia nuclear aos países tem esse objetivo: fazer com que eles se desindustrializem, à medida que o encarecimento dos combustíveis fósseis aumenta, assim como sua disponibilidade física. Proibir o Irã, por exemplo, de continuar suas pesquisas no campo nuclear – sob o falso pretexto de que aquele país estaria querendo fabricar armas nucleares (acusação em relação a qual até mesmo o Brasil já foi questionado, e continua sendo) para acabar com Israel – é uma atitude risível, mas que visa, não só a dependência do Irã aos monopólios mundiais de petróleo, como a estagnação tecnológica e industrial daquela nação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/vaca_louca.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8459" title="vaca_louca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/vaca_louca-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>ⓔ a propagação de guerras e de doenças e a desassistência completa a certas parcelas da população mundial.</strong></span></p>
<p>Este artifício de diminuir a população mundial com base no fomento de guerras, principalmente internas (guerras civis) é plenamente conhecido – mormente nos países do Terceiro Mundo e, dentre esses, principalmente na África, pois lá encontram-se enormíssimas quantidades de recursos naturais – mal administradas. E conflitos internos tendem a se alastrar, como o que está ocorrendo no mundo árabe.</p>
<p>Guerras, como as rebeliões civis em África são de grande valia para as corporações elitistas mundiais: armas são fornecidas, indistintamente, a ambos os lados dos grupos em confronto, em troca das riquezas naturais daqueles países, como diamantes (os “diamantes de sangue”), ouro, prata, urânio etc e o fácil acesso às suas jazidas de petróleo, dentre outras coisas. Destruídos os países pelos conflitos civis, em nome de suas “reconstruções” e da implantação da “democracia”, surgem as grandes corporações construtoras, como a Haliburton, de Dick Cheney, a Bechtel etc, para “auxiliar” os países destruídos – sob o pretexto de se estar, nesses países, implantando a democracia&#8230; Os países são destruídos, direta ou indiretamente, pelos mesmos que depois os reconstroem, diretamente.</p>
<p>O fomento de doenças tem igual propósito, e este item da “agenda” é acompanhado de outro, que é o da completa desassistência nutricional, social, médica, sanitária e psicológica a essas populações, as quais são deixadas completamente entregues à própria sorte – ou seja, morrendo – sem que ninguém faça nada. E muitas vezes, quando promovem algum tipo de ajuda “humanitária”, através de ONGs, essas, ao enviar alimentos para os moradores das áreas de conflito, aproveitam (e porque não?) a ocasião para também enviar lotes de armamentos e munições para a continuação dos próprios conflitos que dizem querer acabar&#8230;</p>
<p>Organismos internacionais, tais como a ONU, com suas “forças de paz” não só não atuam como verdadeiras forças de paz, como mantêm os conflitos em determinados limites adequados. Da mesma forma a OTAN, que, muitas vezes participa dos próprios conflitos, sob a bandeira de contê-los e/ou de encerrá-los, ou ainda de “proteger a população” dos ditadores enfurecidos, mantém as disputas, também dentro dos limites adequados e, como as tropas de paz da ONU, tratando apenas de defender os estrangeiros pertencentes aos países centrais (e/ou de evacuá-los) que porventura se encontrem nas regiões de conflitos.</p>
<p>No que diz respeito aos genocídios que são assim incrementados, manipulados e mantidos nos países, principalmente nos do “continente negro”, percebe-se, claramente, o componente racista: uma óbvia atitude de exterminação da raça negra. Note-se que esses conflitos, que não passam de limpezas étnicas, acontecem também em outros lugares do mundo, como aconteceu nos Bálcãs, no Oriente, no Oriente Médio e nas Américas do Sul e Central (a chamada “legenda negra”) – cujo caso mais recente é o completo abandono em que se encontra a população haitiana, após o terremoto que destruiu a nação, o que deve ter sido altamente producente e conveniente para os racistas de plantão. O mesmo aconteceu com a população negra de Nova Orleans.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Resumo</span></h2>
<p>➊ Os métodos de obtenção de energia na base de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) não podem ser substituídos, a curto e médio prazos por outros sistemas, mormente os pertencentes às chamadas “energias limpas/renováveis” (energia eólica, solar, biomassa, etanol etc), devido aos baixos rendimentos econômicos desses métodos e à flutuabilidade de suas produções.</p>
<p>➋ Os únicos métodos de obtenção de energia viáveis, que podem, paulatinamente, ir substituindo os sistemas à base de combustíveis fósseis são os sistemas hidrelétricos e/ou o sistema nuclear. No entanto, esses métodos também apresentam inconvenientes, conforme apontados no presente ensaio – inconvenientes esses que são alvos dos ambientalistas.</p>
<p>➌ Os perigos e/ou inconvenientes relativos aos sistemas hidrelétrico e nuclear não são <span style="text-decoration: underline;">razões suficientes</span> para que os mesmos sejam abolidos, em prol dos “sistemas limpos/renováveis”.</p>
<p>➍ Uma clara contradição existente nos argumentos dos ambientalistas reside no fato de serem, por eles, incentivados projetos de automóveis, veículos de serviço e máquinas na base de eletricidade, o que redundaria em enorme demanda de energia elétrica mundial – que os métodos “limpos/renováveis” não podem atender, face as necessidades da população mundial.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5236" title="marina-silva" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>➎ Os argumentos em prol dos sistemas “limpos/renováveis” de energia são utópicos – assim como utópica é a idéia de “sustentabilidade”.</p>
<p>➏ No caso de uma obrigatoriedade do uso de “sistemas limpos/renováveis”, a curto e médios prazos, em escala mundial, a solução seria a desindustrialização das nações, o que, aliado a outros fatores e providências – algumas delas insanas, utópicas e imorais – acarretaria, forçadamente, a diminuição maciça da população mundial.</p>
<p>Daí as perguntas finais:</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>«E aí, ambientalistas? Qual é a de vocês?»</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>«Que soluções energéticas viáveis vocês têm para o planeta?»</strong></span></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3925" title="harpia-temalivre2010-direitapequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagens:</strong><a href="http://alsocab.blogspot.com/">http://alsocab.blogspot.com</a><strong>; </strong><a href="http://www.obvius.org/">http://www.obvius.org</a><strong>;</strong></p>
<p><a href="http://admb94.blogspot.com/">http://admb94.blogspot.com</a>; <a href="http://newstageeventos.blogspot.com/">http://newstageeventos.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://wacandido.blogspot.com/">http://wacandido.blogspot.com</a>; <a href="http://tkgeo.blogspot.com/">http://tkgeo.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://umplagarto.blogspot.com/">http://umplagarto.blogspot.com</a>; <a href="http://blogmanueldutra.blogspot.com/">http://blogmanueldutra.blogspot.com</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jirau: ecoterrorismo geopolítico?</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 19:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A destruição do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, que está sendo construída no rio Madeira, em Rondônia, pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, pode envolver algo mais que um mero desdobramento inesperado e exacerbado de eventuais desavenças pessoais e da insatisfação dos trabalhadores da obra. Há indícios de que o vandalismo ali ocorrido pode ter sido adredemente planejado, no âmbito de uma estratégia alheia aos interesses nacionais, que tem como um dos objetivos centrais a obstaculização do desenvolvimento socioeconômico da Região Amazônica. O movimento ambientalista-indigenista internacional é uma peça chave dessa estratégia de "guerra irregular" pelo controle de recursos, cujas consequências poderão ser o encarecimento das tarifas da energia gerada na região e a sua consolidação como uma autêntica "zona de exclusão ambiental".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a>A destruição do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, que está sendo construída no rio Madeira, em Rondônia, pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, pode envolver algo mais do que um mero desdobramento inesperado e exacerbado de eventuais desavenças pessoais e da insatisfação dos trabalhadores da obra. Há indícios de que o vandalismo ali ocorrido pode ter sido adredemente planejado, no âmbito de uma estratégia alheia aos interesses nacionais, que tem como um dos objetivos centrais a obstaculização do desenvolvimento socioeconômico da Região Amazônica. O movimento ambientalista-indigenista internacional é uma peça chave dessa estratégia de “guerra irregular” pelo controle de recursos, cujas consequências poderão ser o encarecimento das tarifas da energia gerada na região e a sua consolidação como uma autêntica “zona de exclusão ambiental”.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/revolta-em-Jirau.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7635" title="revolta-em-Jirau" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/revolta-em-Jirau-300x156.jpg" alt="" width="374" height="194" /></a></p>
<h2>Motim sem precedentes</h2>
<p>Na história dos grandes projetos de engenharia no Brasil, vários deles maiores do que Jirau, sempre houve manifestações de insatisfação com as condições de trabalho, que resultaram em protestos, paralisações e até mesmo incidentes esporádicos. Mas, embora esse fator não possa ser subestimado, dificilmente, ele seria suficiente para deflagrar um frenesi de destruição que, além de visar alojamentos, veículos e equipamentos, poderia ter redundado em ferimentos graves e até mortes.</p>
<p>De fato, não há precedentes de um motim como o que ocorreu em Rondônia, nos dias 15 e 17 de março – fato por si só suficiente para levantar suspeitas. A escala e os alvos da destruição no canteiro também sugerem premeditação e uma intenção de paralisar a obra. Um grupo de baderneiros agrupado por acaso poderia até provocar alguns danos, mas encontraria grandes dificuldades para devastar um acampamento para 22 mil pessoas, equivalente a uma pequena cidade. E é pouco crível que, pelo mero “efeito de manada”, um grande número de trabalhadores, por maior que fosse o seu grau de insatisfação, se dispusesse a incendiar em massa alojamentos, pertences pessoais e meios de transporte, ainda mais em um local distanciado de centros urbanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rebelião orquestrada</h2>
<p>Segundo a revista <em>Isto é</em> (<em>«Revolta na Floresta»</em>, 21/03/2011), a Polícia local recebeu relatos da presença de homens encapuzados que teriam participado do motim, mas não seriam funcionários das empresas responsáveis pela obra. Uma credenciada fonte de inteligência, profunda conhecedora da região, observou ao <em>Alerta</em> que a informação é coerente com a necessidade de planejamento e disposição prévia dos meios necessários a uma ação daquele porte, como a estocagem de galões de combustível em locais específicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O contexto</h2>
<p>O motim em Jirau ocorreu em momento no qual se verifica uma guinada crucial na correlação de forças políticas envolvidas nos embates que se travam em torno das políticas ambiental e indigenista no Brasil. Após duas décadas de uma avassaladora ingerência do movimento ambientalista-indigenista nessas áreas, representantes dos setores produtivos e de outros segmentos da sociedade começam a se articular para enquadrar a definição das políticas setoriais na moldura dos interesses maiores do País, além de demonstrar uma percepção crescente sobre a orientação externa daqueles movimentos. A tendência se reflete, em especial, no empenho de colocar o Congresso Nacional no centro do processo decisório, por meio dos projetos de lei sobre a reforma do Código Florestal (1876/99) e a submissão ao crivo do Congresso de futuras demarcações de terras indígenas (4791/09).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/Aldorebelo.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-7632" title="Aldorebelo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/Aldorebelo-210x300.jpg" alt="" width="106" height="152" /></a>Denúncias de Aldo Rebelo</h2>
<p>Uma das personalidades públicas que têm enfatizado o direcionamento estrangeiro do ambientalismo-indigenismo no Brasil é o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do primeiro projeto de lei e coautor do segundo. Em repetidas ocasiões, o parlamentar tem chamado a atenção para o fato de que a agenda das organizações não-governamentais (ONGs) ambientalistas e indigenistas que operam no País, algumas meras filiais de entidades internacionais, não reflete preocupações reais com o meio ambiente, mas uma agenda política estabelecida no Hemisfério Norte, com propósitos opostos aos interesses brasileiros de explorar adequadamente os recursos nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>ONGs cerram fileiras contra nossas hidrelétricas</h2>
<p>A percepção desse processo de erosão da sua hegemonia, até há pouco inconteste, levou o aparato ambientalista-indigenista a cerrar fileiras em torno da oposição aos projetos de infraestrutura emblemáticos em curso na Região Amazônica, como as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio e, especialmente, Belo Monte, no rio Xingu.</p>
<p>Essa “mudança de fase”, que contempla uma escalada de ações mais radicais, pode ser antevista em julho de 2010, quando 300 indígenas de 11 etnias, paramentados para guerra e liderados por <em>cintas-largas</em> e <em>araras</em>, invadiram o canteiro de obras da hidrelétrica de Dardanelos, em Arupuanã (MT) e fizeram mais de 100 reféns entre os trabalhadores das empreiteiras. Os indígenas ocuparam o local por três dias e só saíram depois da promessa de autoridades federais, quanto ao cumprimento das compensações ambientais do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>USAID é contra nosso desenvolvimento</h2>
<p>Uma manifestação dos interesses externos por trás do ambientalismo-indigenismo foi a chamada Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica (ABCI, na sigla em inglês), lançada em 2005 pela Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), para coordenar as ações de diversos grupos ambientalistas e indigenistas nacionais e estrangeiros, provendo-os dos recursos e instrumentos de “governança ambiental” para o controle efetivo da região. No documento base da ABCI, encontra-se o argumento de que os enormes e desconhecidos recursos da Bacia Amazônica <em>«podem servir como uma base sólida para o desenvolvimento regional, mas são ameaçados por usos não sustentáveis associados com a agricultura, pecuária, exploração madeireira, mineração, exploração de petróleo e pesca. Essas ameaças, por sua vez, são intensificadas por outras forças, como o crescimento populacional, o desenvolvimento infraestrutural, a expansão dos mercados de commodities»</em> (<em>Alerta Científico e Ambiental</em>, 16/07/2007).</p>
<p>Como se percebe, todo tipo de atividades econômicas que ultrapassem o nível da mera subsistência ou atividades extrativas rudimentares é elevado á condição de “ameaças” ao meio ambiente – e, portanto, precisariam ser controladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/wwf.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7636" title="wwf" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/wwf-222x300.jpg" alt="" width="148" height="201" /></a>As ONGs de sempre em franca atuação contra o Brasil</h2>
<p>A iniciativa da USAID se soma às intensas atividades de ONGs como o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Survival International, Conservation International, The Nature Conservancy, Amigos da Terra (Friends of the Earth-FoE), Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA) e outras, amplamente financiadas pela própria USAID e agências governamentais do Canadá, Reino Unido, Holanda e outros países europeus, além de fundações familiares do <em>establishment</em> oligárquico do Hemisfério Norte, principalmente, o seu componente anglo-americano.</p>
<p>Entre as ONGs brasileiras que integram a campanha, destacam-se também o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e outros apêndices do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), ONG chave do <em>establishment</em> anglo-americano para influenciar os chamados movimentos sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Iniciativas contra os países em desenvolvimento</h2>
<p>Além dos projetos em si próprios, o aparato ambientalista tem investido contra a decisão estratégica do governo brasileiro de participar diretamente do financiamento deles, por intermédio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em março de 2009, um grupo de ONGs encabeçada pela FoE divulgou um manifesto endereçado a bancos privados que participaram do financiamento aos projetos das usinas de Jirau e Santo Antônio, alegando a sua condição de signatários dos “Princípios do Equador”. Os “Princípios”, assinados em 2003 por 60 bancos internacionais, impõem condicionantes “socioambientais” aos financiamentos de obras de infraestrutura de valor superior a 10 milhões de dólares, mas apenas em países em desenvolvimento.</p>
<p>Como o BNDES não é signatário dos “Princípios”, os Amigos da Terra exigiram que o Banco Mundial cancelasse um financiamento de 1,3 bilhão de dólares ao banco brasileiro, alegando haver <em>«fortes indícios de que o novo empréstimo será destinado a garantir capital para o financiamento de grandes projetos de infraestrutura»</em>.</p>
<p>Com a decisão de construção das duas usinas, o aparato internacional voltou as suas baterias contra Belo Monte, que passou a ser considerado o <em>nec plus ultra</em> para os mentores da agenda “verde-indígena”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/oTerrorismo_TioSam.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7637" title="oTerrorismo_TioSam" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/oTerrorismo_TioSam-248x300.jpg" alt="" width="248" height="300" /></a>Mais ameaças contra os bancos de financiamento</h2>
<p>Em novembro de 2010, uma coalizão de ONGs integrada pelo Greenpeace, FoE, Movimento Xingu Vivo para Sempre, International Rivers Network, ISA e outras, enviou notificações extrajudiciais a dez bancos e fundos de investimentos envolvidos no financiamento da hidrelétrica, pressionando-os a abandonar o projeto. As notificações afirmavam que havia um grande risco para os bancos, pois poderiam ser responsabilizados “solidariamente” por todos os eventuais danos ambientais eventualmente acarretados pelo empreendimento.</p>
<p>Nos primeiros meses de 2011, na medida em que aumenta a resistência ao radicalismo ambientalista-indigenista, este aparato intervencionista ampliou os seus esforços, com ruidosos protestos públicos, campanhas midiáticas e até mesmo atos terroristas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Terrorismo ambientalista</h2>
<p>Na madrugada de 27 de janeiro, horas após o anúncio da liberação da Licença de Instalação do canteiro de obras de Belo Monte pelo IBAMA, dois homens atiraram três coquetéis <em>molotov</em> contra o prédio da Eletronorte em Altamira (PA), em uma ação evidentemente planejada com antecedência. Apesar de não ter causado danos maiores, o ataque evidencia a possibilidade de uma escalada nas ações contra Belo Monte e outros projetos de infraestrutura na região, introduzindo no País a modalidade do “ecoterrorismo” – até agora quase desconhecida por aqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/documentario-amazonia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7639" title="documentario-amazonia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/documentario-amazonia-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a>Filme, de alemães, contra Belo Monte – e seus patrocinadores</h2>
<p>Outra das “armas” da campanha é o documentário <em>«Um Outro Mundo é Possível &#8211; Luta Pela Amazônia»</em>, do cineasta alemão Martin Kessler, que tem percorrido o País promovendo lançamentos do filme, no qual retrata a construção da usina como uma espécie de crime contra indígenas e ribeirinhos. As exibições têm sido acompanhadas de debates com a participação de uma comitiva de ambientalistas alemães e a distribuição de panfletos e livros exaltando o indigenismo e criticando a energia nuclear.</p>
<p>A ficha técnica do documentário lista como patrocinadores e apoiadores: Fundação Heinrich-Böll (do Partido Verde alemão); Fundação Rosa-Luxemburgo; Sindicato dos Metalúrgicos da Alemanha (IG Metall); Sindicato dos Metalúrgicos de Barcarena (SIMEB); Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); Conselho Indigenista Missionário (CIMI); e Movimento Xingu Vivo para Sempre.</p>
<p>No lançamento do filme, no Rio de Janeiro (RJ), Kessler afirmou de forma categórica que é preciso deter os projetos hidrelétricos na Amazônia, <em>«custe o que custar»</em>. Outro debatedor alemão foi mais longe, enfatizando a necessidade de se neutralizar <em>«essa coisa chamada BNDES»</em>.</p>
<p>Em entrevista à Agência Lusa, em 6 de fevereiro, Kessler afirmou:</p>
<blockquote><p><em>«O governo brasileiro atua no sentido de fazer megainfraestruturas e colocar grandes aglomerações de população na Amazônia. Isso vai destruir a floresta. O Brasil precisa trilhar outro caminho.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/Ecoterrorismo-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7643" title="Ecoterrorismo (1)" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/04/Ecoterrorismo-1-288x300.jpg" alt="" width="288" height="300" /></a>Suspeitas de ecoterrorismo em Jirau</h2>
<p>Nesse ambiente de radicalização e confrontação ostensiva, os acontecimentos no canteiro de Jirau devem ser tomados como potenciais prenúncios de problemas semelhantes para Belo Monte. A se confirmarem as suspeitas sobre a sua origem, estaríamos diante de um autêntico caso de “ecoterrorismo geopolítico”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Impactos econômicos do motim</h2>
<p>Além dos prejuízos financeiros e do atraso imposto ao cronograma da obra, a repetição de ações como o motim em Jirau contra outros projetos energéticos poderá ter sérias consequências econômicas, pois será difícil evitar a transferência dos aumentos de custos decorrentes dos atrasos de construção às tarifas finais da eletricidade gerada. Isto aumentaria ainda mais os custos para os consumidores, já penalizados por tarifas situadas entre as mais altas do mundo (atrás apenas das alemãs e japonesas) – resultado inevitável de um sistema cuja reestruturação levou em conta, preponderantemente, a consolidação do conceito de energia como uma <em>commodity</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Hidrovias também são alvo dos ambientalistas</h2>
<p>Diga-se de passagem que a mesma orientação básica é responsável pela resistência do setor elétrico em levar em conta a necessidade de considerar os usos múltiplos dos rios, especialmente a navegação, refletida na insistência em incluir a construção de eclusas nos projetos hidrelétricos (igualmente combatidas ferrenhamente pelos ambientalistas).</p>
<p>Por todo o exposto, é fundamental que o episódio de Jirau seja rigorosamente apurado e esclarecido, para o que será imprescindível que as autoridades federais assumam a liderança das investigações.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>MSIa –</strong> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong>MSIa –</strong> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong>, Vol. II, Nº 45, de 25 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7481" title="seta-laranja-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagens: </strong><a href="http://alter-latina.com/">http://alter-latina.com</a>; <a href="http://www.viradapaulista.com.br/">http://www.viradapaulista.com.br</a>;</p>
<p><a href="http://jaguarando.wordpress.com/">http://jaguarando.wordpress.com</a>; <a href="http://deidaodope.blogspot.com/">http://deidaodope.blogspot.com</a>; <a href="http://pagina13.org.br/">http://pagina13.org.br</a> ; <a href="http://www.figueiredista.blogspot.com/">http://www.figueiredista.blogspot.com/</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O inacreditável &#8220;esverdeamento&#8221; da Campanha da Fraternidade</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema "Fraternidade e a Vida no Planeta". Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/cnbb-campanha-da-fraternidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6985" title="cnbb-campanha-da-fraternidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/cnbb-campanha-da-fraternidade-298x300.jpg" alt="" width="223" height="224" /></a>A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema &#8220;Fraternidade e a Vida no Planeta&#8221;. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Apontamentos “bíblicos”&#8230;</h2>
<p>Para orientar os trabalhos da campanha, a CNBB está distribuindo em todas as dioceses do País um texto-base que, se excluídas as considerações de cunho teológico-religioso (<em>«Apontamentos Bíblicos Sobre a Preservação da Natureza»</em>), é indistinguível das publicações catastrofistas das grandes ONGs ambientalistas integrantes da campanha aquecimentista. Na apresentação, lê-se:</p>
<p><em>«Este ano, a CNBB propõe que todas as pessoas de boa vontade olhem para a natureza e percebam como as mãos humanas estão contribuindo para o fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, com sérias ameaças para a vida em geral, e a vida humana em especial, sobretudo a dos mais pobres e vulneráveis.»</em> (&#8230;)</p>
<p>Em 135 páginas quase inacreditáveis, o documento reproduz sem maiores contestações toda a pletora de argumentos que têm sido manipulados para justificar a agenda de limitações do uso de combustíveis fósseis, além de oferecer como alternativa o habitual receituário “verde” de restrições tecnológicas, cuja aplicação plena implicaria em um virtual retrocesso civilizatório.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma das fontes: o Clube de Roma!</h2>
<p>Como fontes para os seus argumentos, os autores recorrem à “autoridade” de entidades como o desacreditado Clube de Roma, criticado por dignitários da própria Igreja Católica como promotor da insana agenda malthusiana dos “limites ao crescimento”, e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão das Nações Unidas que tem sido crescentemente contestado em sua pretensão de representar um inexistente “consenso científico” sobre as questões climáticas. Por ironia, as políticas promovidas pelo Clube de Roma têm sido grandemente responsáveis pela crise demográfica acarretada pela brutal queda das taxas de fertilidade femininas abaixo do nível de mera reprodução da população – problema que afeta, principalmente, os países industrializados, mas que já atinge também as nações em desenvolvimento.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A velha falta de certezas científicas</h2>
<p>Vale enfatizar que, ao contrário do que os aquecimentistas afirmam com certeza dogmática, não existe qualquer evidência científica que permita diferenciar as variações climáticas ocorridas nos últimos dois séculos dentro das oscilações muito mais amplas e rápidas verificadas, por exemplo, ao longo do período geológico conhecido como Holoceno, os últimos 12 mil anos, no qual toda a Civilização tem existido. Ou seja, simplesmente não é possível atribuir as mudanças climáticas recentes às ações humanas – pelo que a hipótese do aquecimento global antropogênico é reprovada no teste do método científico (aliás, a própria expressão mudanças climáticas é redundante, pois o clima está sempre em mudança).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Até a Igreja se equiparando a um WWF e a um Greenpeace!</h2>
<p>Se um tal documento tivesse sido produzido por um Greenpeace ou um WWF, nem valeria a pena respondê-lo. Entretanto, tratando-se de uma iniciativa que pretende representar o magistério da Igreja sobre questões referentes ao bem-estar da sociedade, não se pode ignorá-lo. Embora uma contestação factual do texto requeira muito mais espaço do que o disponível aqui, alguns poucos exemplos são suficientes para demonstrar o nível de desorientação dos seus autores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nada de viagens aéreas, hem!</h2>
<p>Uma das propostas do documento para orientar as ações individuais para <em>«a diminuição das emissões de gases de efeito estufa»</em> é uma lista de iniciativas promovida pela ONG inglesa 10:10 Global, dirigida pela cineasta Franny Armstrong. Entre várias sugestões que qualquer pessoa sensata deve adotar para reduzir o consumo e o custo da energia doméstica (como desligar a televisão quando não estiver sendo assistida), a lista inclui disparates como a renúncia ao uso do papel e às viagens aéreas e a preferência por alimentos orgânicos produzidos localmente (geralmente, de custo inacessível à maioria das famílias de menor poder aquisitivo).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/sem-pressao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6988" title="sem-pressao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/sem-pressao-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a>Outra afinidade da CNBB: o infame filme <em>«Sem Pressão»</em></h2>
<p>Franny Armstrong ganhou certa notoriedade em 2009, com a divulgação do filme-catástrofe <em>«A Era da Estupidez»</em>, no qual pinta um mundo de meados do século devastado pelas mudanças climáticas provocadas pelo homem. Entretanto, em outubro de 2010, ela provocou um escândalo internacional com a exibição de um filmete de propaganda intitulado <em>«Sem pressão»</em> (<em>«No Pressure»</em>) <strong>[assistir neste site]</strong>, no qual estudantes secundários, funcionários de uma empresa e até um esportista eram explodidos em meio a jorros de sangue, por se recusarem a participar da campanha da ONG contra o carbono. A enorme repercussão negativa do fato levou a maioria das grandes empresas que patrocinavam a campanha a retirar-se dela.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB também é contra as hidrelétricas<br class="spacer_" /></h2>
<p>No tocante às fontes de energia, o trecho seguinte sintetiza a visão dos autores:</p>
<p>(&#8230;) <em>«É preocupante o direcionamento que as recentes decisões do governo estão conferindo à questão das fontes energéticas em nosso país. Hoje a Região Amazônica é palco de grandes projetos hidrelétricos, como as usinas Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, Belo Monte e Tapajós, no Pará, além de muitas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) espalhadas pelo país e os acenos de expansão da matriz energética atômica. E, em meio às dificuldades mundiais de contenção das emissões de CO<sub>2</sub>, o governo praticamente ignora o potencial oferecido pelo nosso imenso território para a implementação e expansão da energia solar e da eólica&#8230; A lógica desses projetos energéticos está na contramão das medidas necessárias para diminuir ou conter o aquecimento global e impedir que a desestabilização do clima coloque em risco as condições de vida do planeta.» </em>(&#8230;)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energia-eolica.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6991" title="energia-eolica" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energia-eolica-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Energia solar, eólica!&#8230; Rsrsrs</h2>
<p>Convenientemente, os autores não esclarecem que as únicas formas tecnológica e economicamente viáveis de geração de eletricidade para abastecer sociedades urbanizadas e industrializadas são as usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares, que respondem por cerca de 98% da eletricidade gerada no planeta. Devido à sua reduzida densidade energética e custo elevado, as chamadas fontes “alternativas” – solar, eólica, geotérmica, biomassa etc – são apropriadas apenas para abastecimentos locais ou pontuais. Qualquer sugestão em contrário não passa de desinformação ou desorientação ideologicamente motivada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB: até contra o nosso pré-sal!</h2>
<p>Outra passagem investe contra a exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal da costa brasileira:</p>
<p>(&#8230;) <em>«A exploração do pré-sal não é a maravilha apresentada pelas propagandas governamentais, pois além de dispendiosa e de incorrer em riscos de graves acidentes ambientais, trata-se da energia que mais emite gases de efeito estufa, a combustão de derivados de petróleo.» </em>(&#8230;)</p>
<p>Em uma reles frase de efeito, os autores depreciam a relevância de uma das maiores descobertas da exploração de hidrocarbonetos das últimas décadas em todo o mundo, fruto exclusivo da qualificação dos técnicos da Petrobras – quase como se a façanha, saudada internacionalmente, representasse um crime de lesa-humanidade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB: também contra a energia nuclear&#8230;</h2>
<p>E, logo adiante, voltam a atacar a tecnologia nuclear:</p>
<p>(&#8230;) <em>«A sociedade precisa se opor firmemente a iniciativas de expansão da matriz atômica, porque os seus resíduos permanecessem </em>(sic)<em> ativos por longos anos; seria um problema que legaríamos par muitas gerações futuras.»</em></p>
<p>Curiosamente, os autores do libelo deixam de lado o fato de que o Vaticano é membro fundador da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão que tem entre as suas atribuições precípuas o desenvolvimento da energia nuclear para fins pacíficos em todo o mundo. Nas palavras de Dom Giampaolo Crepaldi, arcebispo de Trieste e secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz do Vaticano, <em>«a energia nuclear é um direito inalienável para o desenvolvimento econômico e social»</em> – como afirmou aos participantes de uma conferência internacional promovida pela Sociedade de Gerenciamento de Instalações Nucleares (Sogin), órgão do governo italiano, em Trieste, em julho de 2010.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/direito-dos-animais.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-6992" title="direito-dos-animais" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/direito-dos-animais-243x300.gif" alt="" width="153" height="190" /></a>Direitos do meio ambiente? Que direitos?</h2>
<p>Os redatores da CNBB, provavelmente, se surpreenderiam ao ouvir as demais considerações de Dom Crepaldi, que ressaltou que a Santa Sé tem <em>«afirmado repetidamente a necessidade de utilizar, a favor do desenvolvimento dos países pobres, os recursos energéticos que derivam da aplicação dos tratados de desarmamento nuclear»</em>. Igualmente, ele enfatizou que a Doutrina Social da Igreja insere a energia nuclear no âmbito da <em>«responsabilidade comum da humanidade de construir o próprio progresso futuro, no respeito, não como se diz com frequência, aos “direitos do ambiente”, uma vez que o ambiente, naturalisticamente entendido, não tem direitos, mas sim aos direitos dos homens, inclusos os pobres de hoje e de amanhã e as gerações vindouras»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB também contra os transgênicos!<br class="spacer_" /></h2>
<p>Em outro trecho, o documento ataca toda a agricultura moderna, rotulada de forma simplista como “agronegócio”:</p>
<p>(&#8230;) <em>«Podemos também questionar a qualidade dos seus produtos, cuja produção exige necessariamente a introdução de elementos químicos, além das sementes geneticamente modificadas. Os fertilizantes se constituem em um capítulo à parte, pois os excessos de fósforo e nitrogênio despejados nas terras acabam afetando as águas e a própria atmosfera. Diante disso, deveríamos favorecer a alternativa que é a pequena produção camponesa, privilegiando a compra de produtos orgânicos e os produzidos na região, para poupar o dispêndio de energia que resulta em emissões.» </em>(&#8230;)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB é contra o próprio Vaticano – uma nova igreja?</h2>
<p>Ademais da insultuosa sugestão de que famílias pobres deem preferência a alimentos “orgânicos” de preços geralmente elevados, uma vez mais, os autores deixam implícita uma preferência por um idílico e bucólico mundo rural, de população, urbanização e industrialização reduzidas. E ainda ignoram ou fingem ignorar o vivo interesse do Vaticano pelos avanços da biotecnologia, demonstrado pela realização da Semana de Estudos sobre os Organismos Geneticamente Modificados, promovida pela Pontifícia Academia de Ciências, em dezembro de 2010. Apesar de a Santa Sé esclarecer que não tem uma posição oficial sobre o tema, as discussões do evento foram sintetizadas em um documento chamado <em>«As Plantas Transgênicas Para a Segurança Alimentar no Contexto do Desenvolvimento»</em>, o qual estabelece:</p>
<p><em>«Em conformidade com as recentes descobertas científicas, existe um imperativo moral de estender os benefícios desta tecnologia (os transgênicos) às populações pobres e vulneráveis que desejarem, em uma escala maior e em condições que aumentem seu nível de vida, melhorem a sua saúde e protejam o meio ambiente.» </em>(<em>Zenit.org</em>, 02/12/2010)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A tentativa de equiparar o ambientalismo radical aos dogmas cristãos!</h2>
<p>Em termos estritamente teológicos, o aspecto mais surpreendente do documento é a tentativa de justificar a agenda ambientalista segundo os cânones do magistério cristão, em especial, com uma coleção de citações de documentos eclesiásticos e declarações de autores cristãos e papas (inclusive os dois últimos), retiradas dos seus contextos gerais para fazer parecer que a doutrina cristã apoia o radicalismo “verde”. Assim, o que fazem os autores é promover uma autêntica idolatria da natureza que remete ao paganismo pré-cristão, como já advertiu ninguém menos que o próprio papa Bento XVI, que rotulou a ideologia malthusiana-ambientalista como um “neopaganismo”.</p>
<p>Em sua mensagem no Dia Mundial da Paz, em 2010, o Pontífice dedicou especial atenção à questão ambiental, ressaltando que o respeito à natureza está estreitamente relacionado ao respeito à pessoa humana. Na oportunidade, Bento XVI contestou as tendências filosóficas que chegam a considerar o ser humano como uma ameaça ao meio ambiente e, inclusive, propugnam o controle populacional como medida de proteção ambiental.</p>
<p><em>«Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos»</em>, afirmou.</p>
<p>Deste modo, <em>«chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitária da “dignidade” de todos os seres vivos. Este falso “igualitarismo” integra &#8220;um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem»</em>, concluiu o Pontífice. (<em>Zenit.org</em>, 15/12/2009)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6426" title="diabo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo-180x300.jpg" alt="" width="92" height="152" /></a>Qual é a da CNBB?</h2>
<p>Os redatores da CNBB podem ter sido motivados pelo que percebem como a melhor das intenções, o empenho em colocar a Igreja na vanguarda das discussões sobre temas que consideram “os sinais dos tempos” (ainda que com uma ótica um tanto desfocada). Porém, como se depreende do dito popular de que o caminho para o inferno está pavimentado de boas intenções, pelo menos nesse caso, o resultado de tais esforços é uma descabida promoção dos princípios misantrópicos e anticristãos que impregnam a ideologia e a agenda do movimento ambientalista internacional.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 38, de 04 de fevereiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://jeisiam.blogspot.com/">http://jeisiam.blogspot.com</a>; <a href="http://bloglaurabotelho.blogspot.com/">http://bloglaurabotelho.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://sinantropica.blogspot.com/">http://sinantropica.blogspot.com</a>; <a href="http://aldoadv.wordpress.com/">http://aldoadv.wordpress.com</a>; e</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com">http://blogdoambientalismo.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O pensamento dos catastrofistas e outras personalidades</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 17:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="300" height="58" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/ameacaglobaltvcontacto.files_.wordpress.com_.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2212" title="ameacaglobal(tvcontacto.files.wordpress.com)" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/ameacaglobaltvcontacto.files_.wordpress.com_-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" /></a>Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.</strong></p>
<p><strong>Ao mesmo tempo em que essa concepção pode ser considerada, no mínimo, imoral, algumas dessas pessoas parecem atribuir ao homem super-poderes,  como o de ser capaz de controlar as mudanças climáticas que ora se verificam. Isso é, não só uma grande ingenuidade, como também uma pretensão infantil – e revela o quanto eles não sabem sobre mudanças climáticas, ou o que é pior, recusam-se a saber. Estes são os verdadeiros negadores.</strong></p>
<p><strong>Por outro lado, alguns deles não se acanham em confessar que muitas das colocações catastrofistas difundidas por entidades ligadas ao monitoramento climático, como o IPCC, exageram, ou, simplesmente, mentem, cinicamente, com o intuito de amedrontar a humanidade, com fins políticos de preservar os recursos naturais do globo para, unicamente, beneficiar os países centrais, os quais se acham com o direito de manter seus atuais níveis de conforto, em detrimento dos países pobres, que, segundo eles, não têm mais o direito de se desenvolver.</strong></p>
<p><strong>Alguns comentários são tão absurdos e impensáveis que se duvida terem sido concebidos por pessoas, mentalmente, sãs. Felizmente, algumas previsões pessimistas já foram descartadas, pois, simplesmente, não aconteceram, dentro do universo temporal imaginado. Mesmo assim, esses inimigos da humanidade, ou loucos – ou, simplesmente, vendidos – continuam com suas ladainhas, negando-se a admitir que estão errados, mesmo sem nenhuma cobertura científica séria a respaldar suas afirmações.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="41" height="29" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5801" title="Evo_Morales" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg" alt="" width="98" height="82" /></a>Evo Morales, presidente da Bolívia:</strong></p>
<p><em>«Se as nações ricas desistirem de Kyoto seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra.»</em> (COP-16, Cancún, dez/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2859" title="SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2-300x213.jpg" alt="" width="151" height="107" /></a>Cineasta James Cameron, diretor de <em>«Avatar»</em>:</strong></p>
<p><em>«Se isto continua, nós teremos extinguido 70 % das espécies do planeta pelo fim do século.»</em> (Silicon Valley, out/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/HugoChavez.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5802" title="HugoChavez" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/HugoChavez.jpg" alt="" width="120" height="74" /></a>Hugo Chávez, presidente da Venezuela:</strong></p>
<p><em>«Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima”.»</em> (COP-16, Cancún, dez/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/eric_schmidt.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5803" title="eric_schmidt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/eric_schmidt-209x300.jpg" alt="" width="99" height="143" /></a>Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminal:</strong></p>
<p><em>«Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.»</em> <em>«Concordo</em> ‒ acrescentou James Cameron ‒ <em>criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta.» </em>(Sillicon Valley, out/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5804" title="Osama_bin_Laden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg" alt="" width="116" height="94" /></a>Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico:</strong></p>
<p><em>«O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande </em>[...] <em>maior do que as vítimas de guerra&#8230; O aquecimento está destruindo a capacidade do povo muçulmano de se alimentar com seus próprios produtos agrícolas. Esta é uma questão de vida ou morte.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="110" height="72" /></a>John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa:</strong></p>
<p><em>«O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” (global climate disruption) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos”</strong></p>
<p>No Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), em Bremenhaven, patrocinados pela Comissão Européia, 200 cientistas debateram como novo pânico “a acidificação dos oceanos”. <em>«Os oceanos acidificam-se muito mais rápido do que nunca na história da Terra&#8230; O gás estufa CO<sub>2</sub> não somente causa o aquecimento global mas, também, está acidificando cada vez mais os oceanos.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/CharlesManson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5806" title="CharlesManson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/CharlesManson.jpg" alt="" width="133" height="86" /></a>Charles Manson, em 1987:</strong></p>
<p><em>«Eu estou trabalhando para salvar o meu ar, minha água, minhas árvores e os meus animais selvagens, e eu estou tentando acabar com a sociedade. Por que você não diz a eles que as calotas polares estão derretendo porque vocês estão produzindo tanto calor com essa máquina&#8230;. Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria me sentido melhor, eu teria me sentido como se eu tivesse realmente a oferecer algo à sociedade&#8230;. a verdade é que o planeta Terra está morrendo.»</em> «Today Show», MSNBC – veja no Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5807" title="Carlos-Walter-Porto-Gonçalves" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg" alt="" width="123" height="90" /></a>Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a <em>Jornal Sem Terra</em> (do MST):</strong></p>
<p><em>«A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica&#8230; Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/GuyMcPherson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5808" title="GuyMcPherson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/GuyMcPherson.jpg" alt="" width="128" height="78" /></a>Guy R. McPherson, professor de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona:</strong></p>
<p><em>«A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidamos já com a economia industrial.»</em> O prof. McPherson ganhou notoriedade anunciando “o fim do mundo” (<a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/p/alarmando.html">veja vídeo</a>). Em 2009, ele abandonou a carreira para se preparar para o “colapso” e vive do leite e ovos de pequenos animais numa comunidade rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Marinasilva1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5868" title="Marinasilva1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Marinasilva1-234x300.jpg" alt="" width="88" height="113" /></a>Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:</strong></p>
<p><em>«Chico </em>(Mendes) <em>talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. </em>(&#8230;) <em>ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis&#8230;»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="109" height="71" /></a>John Holdren, assessor de Obama para Ciência:</strong></p>
<p><em>«As informações sobre mudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Frente de Libertação da Terra, SP, junho/2010:</strong></p>
<p><em>«Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.»</em> (após atentado que queimou loja da Land Rover)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/JeremyHsu.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5809" title="JeremyHsu" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/JeremyHsu.png" alt="" width="116" height="72" /></a>Jornalista Jeremy Hsu:</strong></p>
<p><em>«As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo&#8230; </em>(&#8230;) <em>Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="79" height="99" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!:</strong></p>
<p><em>«O homem não é mais importante do que qualquer outra espécie&#8230; Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas.» </em>Citado por John Fayhee na revista <em>Backpacker</em>, setembro/1988, p. 22.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/IPCC.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5811" title="IPCC" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/IPCC.jpg" alt="" width="240" height="119" /></a>IPCC e a “desertificação” da Amazônia:</strong></p>
<p><em>«O IPCC </em>(&#8230;) <em>conclui, com 80 % de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana </em>(&#8230;) <em>A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.» </em>(<em>Agência Brasil</em>, 06/04/2007)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Segunda-sem-carne.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5812" title="Segunda-sem-carne" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Segunda-sem-carne.jpg" alt="" width="197" height="99" /></a>Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”</strong></p>
<p><em>«A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.»</em></p>
<p><em>«A justificativa, segundo a secretaria, é de que a dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.»</em> (<em>Folha de S. Paulo</em>, 20/09/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5814" title="RajendraPachauri" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg" alt="" width="114" height="77" /></a>Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas &#8211; IPCC:</strong></p>
<p><em>«O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes, um esbanjamento enorme. Acho que </em>(&#8230;) <em>os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.»</em> (<em>The Observer</em>, 29/11/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Obama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5815" title="Obama" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Obama.jpg" alt="" width="80" height="91" /></a>Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/2006:</strong></p>
<p><em>«Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e os padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/DavidViner.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5816" title="DavidViner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/DavidViner.jpg" alt="" width="127" height="67" /></a>Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000:</strong></p>
<p><em>«Em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve.» </em>(<em>The Mail</em>, 10/01/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/climate-justice.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5817" title="climate-justice" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/climate-justice.jpg" alt="" width="132" height="81" /></a>“Climate justice now!”</strong></p>
<p><em>«Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas, para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento da dívida histórica ecológica devida pelo Norte.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Via-campesina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5818" title="Via-campesina" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Via-campesina.jpg" alt="" width="130" height="74" /></a>Via Campesina Internacional:</strong></p>
<p><em>«As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente: 1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas dereforma agrária.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Singer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5819" title="Paul_Singer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Singer.jpg" alt="" width="98" height="100" /></a>Paul Singer, apologista da “economia solidária”:</strong></p>
<p><em>«O padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos_Vicente.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5820" title="Carlos_Vicente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos_Vicente.jpg" alt="" width="92" height="82" /></a>Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:</strong></p>
<p><em>«Precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo,</em> (&#8230;) <em>as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.»</em> (revista <em>Biodiversidad</em>, 04/06/2007)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Suprema-Mestra-Ching-Hai.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5821" title="Suprema-Mestra-Ching-Hai" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Suprema-Mestra-Ching-Hai.jpg" alt="" width="139" height="77" /></a>Supre</strong><strong>ma Mestra Ching Hai, “vinda do Himalaia”:</strong></p>
<p><em>«Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles</em> [os políticos] <em>não consertarem, será o fim em quatro ou cinco anos. </em>(&#8230;) <em>Eles precisam ser vegetarianos </em>(&#8230;) <em>proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta </em>(&#8230;) <em>o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia </em>(carma) <em>e comover a misericórdia do Céu.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ross-Gelbspan.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5822" title="Ross-Gelbspan" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ross-Gelbspan.jpg" alt="" width="125" height="82" /></a>Ross Gelbsan, ativista ambiental:</strong></p>
<p><em>«Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Leonardo_Boff_1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5823" title="Leonardo_Boff_1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Leonardo_Boff_1.jpg" alt="" width="121" height="97" /></a>Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:</strong></p>
<p><em>«A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, </em>(&#8230;) <em>a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40 % de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana.»</em> (<em>Agência Adital</em>)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5801" title="Evo_Morales" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg" alt="" width="112" height="94" /></a>Evo Morales, presidente da Bolívia:</strong></p>
<p><em>«Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista.»</em> (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/George-Monbiot-2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5824" title="George-Monbiot-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/George-Monbiot-2.jpg" alt="" width="126" height="89" /></a>George Monbiot, ambientalista do <em>The Guardian</em>, Londres:</strong></p>
<p><em>«Eu poucas vezes me senti tão sozinho. Diante da crise </em>[Climategate]<em>, eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo.</em> (&#8230;) <em>Não há modo de salvá-lo. Phil Jones </em>[chefe da Climatic Research Unit] <em>tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>George Monbiot (II), ambientalista do <em>The Guardian</em>, Londres:</strong></p>
<p><em>«Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. </em>(&#8230;) <em>Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71 % para 57 % em apenas 18 meses. Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais (44 %) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41 %).»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Johnathon-Porrit.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5825" title="Johnathon-Porrit" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Johnathon-Porrit.jpg" alt="" width="119" height="81" /></a>Jonathon Porrit, decano dos “gurus verdes” no Reino Unido:</strong></p>
<p><em>«Precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa. Falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.» (Expresso</em>, Portugal, 06/12/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hans-Joachim-Schellnhuber.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5826" title="Hans-Joachim-Schellnhuber" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hans-Joachim-Schellnhuber.jpg" alt="" width="130" height="88" /></a>Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro-chefe do governo alemão para proteção climática:</strong></p>
<p><em>«Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO<sub>2</sub> entre 2010 e 2050 </em>(…) <em>Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota </em>(…) <em>cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano </em>(…) <em>As cifras parecem gigantescas </em>(…) <em>se os alemães não mudam seus hábitos, o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático.» </em>(<em>Der Spiegel</em>, 09/04/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5827" title="Paul_Ralph_Ehrlich" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich.jpg" alt="" width="85" height="91" /></a>Paul Ehrlich, no livro <em>«The Population Bomb»</em>, <em>Ballantine Books, </em>1968:</strong></p>
<p><em>«Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas&#8230; Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional… compulsivo se os métodos voluntários fracassam.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Club-of-Rome.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5828" title="Club-of-Rome" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Club-of-Rome.jpg" alt="" width="170" height="85" /></a>Clube de Roma – profetizou que o petróleo acabaria em 1980:</strong></p>
<p><em>«Procurando um novo inimigo que nos unisse, nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço&#8230; Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana&#8230; então, o inimigo real é a humanidade, ela própria&#8230; um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou… se a gente o inventa para servir no caso.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="77" height="97" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!:</strong></p>
<p><em>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</em> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stedile.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5829" title="Stedile" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stedile.jpg" alt="" width="122" height="83" /></a>João Pedro Stédile, líder do MST:</strong></p>
<p><em>«Os problemas são tão grandes que a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. </em>(&#8230;) <em>Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer um desequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano. Um grande problema é a falta de acesso à água potável para a maioria dos seres humanos. Setenta por cento da água potável do planeta é utilizada para irrigar o agronegócio e só 30 % é destinada aos animais e às pessoas.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5831" title="JAPAN-FRANCE-POLITICS" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali.jpg" alt="" width="108" height="75" /></a>Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:</strong></p>
<p><em>«A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente&#8230; </em>[Para nos preservarmos das pandemias] <em>é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas.»</em> (Blog <em>Conversation avec Jacques Attali</em>)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothy-E-Wirth.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5832" title="Timothy-E-Wirth" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothy-E-Wirth.jpg" alt="" width="115" height="71" /></a>Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da United Nations Foundation:</strong></p>
<p><em>«Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jeffery-Sachs.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5833" title="Jefferey Sachs" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jeffery-Sachs.jpg" alt="" width="107" height="74" /></a>Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:</strong></p>
<p><em>«Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento público. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Attenborough.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5835" title="NETHERLANDS NATURE AWARD" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Attenborough.jpg" alt="" width="115" height="79" /></a>David Attenborough, diretor de <em>«The Optimum Population Trust»</em>:</strong></p>
<p><em>«Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.»</em></p>
<p><em>«Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais.»</em> (<em>The Telegraph</em>, 14/04/2009)</p>
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<p><strong>Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro <em>«Respect for Nature»</em>:</strong></p>
<p><em>«Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do </em><em>Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso “Feliz libertação”!»</em> (<em>Princeton Univ Press</em>, 1989, pg. 115)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Maurice_F_Strong.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5836" title="Maurice_F_Strong" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Maurice_F_Strong.jpg" alt="" width="87" height="85" /></a>Maurice Strong, secretário-geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92 (Rio 92):</strong></p>
<p><em>«Não é que a única esperança para o planeta consista no colapso das civilizações industriais. Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stewart-Brand.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5837" title="Stewart-Brand" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stewart-Brand.jpg" alt="" width="118" height="77" /></a>Stewart Brand, em <em>«The Whole Earth Catalog»</em>:</strong></p>
<p><em>«Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra.»</em> Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Faye-Dunaway.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5838" title="Faye-Dunaway" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Faye-Dunaway.jpg" alt="" width="109" height="78" /></a>Faye Dunaway, porta-voz de <em>«Mother Earth/Gaia»</em> na série <em>«Voice of the Planet»</em>:</strong></p>
<p><em>«Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5804" title="Osama_bin_Laden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg" alt="" width="108" height="88" /></a>Osama bin Laden:</strong></p>
<p><em>«A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações; </em>(&#8230;) <em>as estatísticas falam da morte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento, especialmente na África.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Zapatero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5839" title="Zapatero" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Zapatero.jpg" alt="" width="121" height="91" /></a>Premiê socialista espanhol na ONU <em>«luta contra a mudança climática»</em>:</strong></p>
<p><em>«O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego pero de 20 %, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos &#8220;muito mais devastadores para as gerações vindouras&#8221; e que &#8220;a saída da crise passa pelo crescimento sustentável&#8221;.»</em> (<em>El País</em>, Madri, 25/09/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gordon_Brown.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5840" title="Gordon_Brown" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gordon_Brown.jpg" alt="" width="118" height="86" /></a>Premiê socialista britânico Gordon Brown:</strong></p>
<p>«Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada.» (Foro das principais economias sobre Energia e Clima).</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5814" title="RajendraPachauri" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg" alt="" width="118" height="79" /></a>Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da indústria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. </em>(…) <em>Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO<sub>2</sub> baixo e uma sociedade sustentável.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5841" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="89" height="99" /></a>Ted Turner, bilhonário, fundador da CNN:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Christine-Stewart.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5842" title="Christine-Stewart" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Christine-Stewart.jpg" alt="" width="84" height="100" /></a>Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:</strong></p>
<p><em>«Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais&#8230; a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Suzuki.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5843" title="David-Suzuki" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Suzuki.jpg" alt="" width="148" height="88" /></a>David Suzuki, líder contra os políticos que não aderem ao alarmismo climático:</strong></p>
<p><em>«Eu gostaria de desafiar vocês a fazer um bom esforço para ver se há uma via legal para meter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barbara-Stocking.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5844" title="Barbara-Stocking" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barbara-Stocking.jpg" alt="" width="131" height="96" /></a>Barbara Stocking, executiva-chefe da OXFAM, na Gra-Bretanha:</strong></p>
<p><em>«Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptar à mudança climática não é sequer o 1 % do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro </em>[2009]<em>.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Emma-Brindal.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5845" title="Emma-Brindal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Emma-Brindal.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a>Emma Brindal, coordenadora da “Campanha pela Justiça Climática” da ONG Friends of the Earth:</strong></p>
<p><em>«A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frei-Betto.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5846" title="Frei-Betto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frei-Betto.jpg" alt="" width="143" height="96" /></a>Frei Betto: frade dominicano, teólogo da libertação:</strong></p>
<p><em>«A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. </em>(&#8230;) <em>Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.»</em> (<em>«Desafios da Educação Popular»</em>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Filme <em>«</em></strong><strong><em>A Era da Estupidez»</em> reedita falsidades de Al Gore:</strong></p>
<p><em>«Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político.»</em> O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público já saturado de mensagens catastrofistas sobre o clima e exposto nos últimos anos a filmes como o documentário <em>«Uma Verdade Inconveniente»</em>. (<em>Folha de S.Paulo</em>, 21/09/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barack-Hussein-Obama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5847" title="Barack-Hussein-Obama" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barack-Hussein-Obama.jpg" alt="" width="146" height="86" /></a>Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:</strong></p>
<p><em>«Os EUA – e o mundo – enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática. </em>(&#8230;) <em>A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões.»</em> (discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro/2008)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5848" title="Thomas_E_Lovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg" alt="" width="99" height="105" /></a>Thomas E. Lovejoy, conselheiro do BIRD &#8211; Banco Mundial:</strong></p>
<p><em>«O planeta está no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Thomas-Houghton.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5849" title="John-Thomas-Houghton" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Thomas-Houghton.jpg" alt="" width="121" height="75" /></a>John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:</strong></p>
<p><em>«Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_F_Kennedy_Jr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5850" title="Robert_F_Kennedy_Jr" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_F_Kennedy_Jr.jpg" alt="" width="118" height="73" /></a>Robert F. Kennedy, Jr.:</strong></p>
<p><em>«Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana do que Osama bin Laden e sua rede terrorista.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="118" height="77" /></a>John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:</strong></p>
<p><em>«Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: &#8220;pois o Regime Planetário, com certeza!&#8221;»</em> (Livro: <em>«Ecoscience: Population, Resources, Environment»</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Noel-J-Brown.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5851" title="Noel-J-Brown" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Noel-J-Brown.jpg" alt="" width="120" height="87" /></a>Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:</strong></p>
<p><em>«Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pela crescida dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e a quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Graber.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5852" title="David-Graber" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Graber.jpg" alt="" width="121" height="71" /></a>David Graber, do U. S. National Park Services:</strong></p>
<p><em>«Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte por acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só resta aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5853" title="Paul_Ralph_Ehrlich_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich_2.jpg" alt="" width="96" height="91" /></a>Paul Ehrlich, professor da Universidade Stanford:</strong></p>
<p><em>«Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5807" title="Carlos-Walter-Porto-Gonçalves" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg" alt="" width="117" height="86" /></a>Carlos Walter Porto-Gonçalves</strong></p>
<p><em>«A questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária </em>(&#8230;) <em>O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica </em>(&#8230;) <em>O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Al_Gore.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5854" title="Al_Gore" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Al_Gore.jpg" alt="" width="121" height="97" /></a>Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista</strong></p>
<p><em>«Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários “pontos de virada” que poderiam – num período brevíssimo de 10 anos –</em> tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.» (discurso na New York University Law School, 18/09/06)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5841" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="96" height="107" /></a>Ted Turner, bilionário fundador da CNN:</strong></p>
<p><em>«O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stephen-H-Schneider.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5855" title="Stephen-H-Schneider" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stephen-H-Schneider.jpg" alt="" width="146" height="73" /></a>Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:</strong></p>
<p><em>«Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="83" height="104" /></a>David Foreman, co-fundador de Earth First!:</strong></p>
<p><em>«Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James-Hansen.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5856" title="James-Hansen" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James-Hansen.jpg" alt="" width="140" height="78" /></a>James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:</strong></p>
<p><em>«Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza.»</em> Hansen acusava-os de espalhar, ativamente, a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry-Reid.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5857" title="Harry-Reid" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry-Reid.jpg" alt="" width="148" height="84" /></a>Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:</strong></p>
<p><em>«O carvão nos deixa doentes. O petróleo nos deixa doentes. É o aquecimento global. Está arruinando nosso país. Está arruinando nosso mundo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Monika-Kopacz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5858" title="Monika-Kopacz" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Monika-Kopacz.jpg" alt="" width="103" height="92" /></a>Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:</strong></p>
<p><em>«Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Louis-Proyect.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5859" title="Louis-Proyect" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Louis-Proyect.jpg" alt="" width="144" height="91" /></a>Louis Proyect da Universidade de Columbia:</strong></p>
<p><em>«A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada </em>(…) <em>Um mundo socialista daria uma prioridade enorme às fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5860" title="Michael-Oppenheimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg" alt="" width="143" height="78" /></a>Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:</strong></p>
<p><em>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/james-lovelock.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5861" title="james-lovelock" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/james-lovelock-300x200.jpg" alt="" width="144" height="96" /></a>James Lovelock, teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia:</strong></p>
<p><em>«Temos bocas de mais para alimentar e o inverno se aproxima. Se acontecer o aumento da temperatura que eu prevejo de 6 a 8° C, a civilização poderia estar ameaçada: nós veremos uma extinção em massa das espécies; a agricultura ficará impossível em boa parte do globo. Não haverá alimentos suficientes, haverá conflitos, a humanidade concentrar-se-á em volta das regiões polares.»</em> Livro <em>«A Vingança de Gaia»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose-Bove.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5862" title="Jose-Bove" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose-Bove.jpg" alt="" width="157" height="82" /></a>José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:</strong></p>
<p><em>«A ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram </em>(&#8230;) <em>com o aquecimento climático que se acelera. </em>(&#8230;) <em>Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.» </em>(<em>Le Monde</em>, 23/06/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Science-Daily.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5863" title="Science-Daily" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Science-Daily.jpg" alt="" width="200" height="68" /></a>Science Daily: derretimento da Antártida submergirá Washington D.C., New York, Florida e Califórnia</strong></p>
<p><em>«A catastrófica ascensão do nível do mar, atingirá quase 6,3 metros em locais comoWashington D.C., disseram cientistas, submergindo-os largamente. Muitas áreas costeiras seriam devastadas. Boa parte da Florida desapareceria segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon. </em>(&#8230;) <em>Haverá muita água adicional, especialmente em áreas altamente povoadas como Washington, D.C., New York City, e a costa da Califórnia.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5864" title="Jacques-Attali-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali-2.jpg" alt="" width="152" height="96" /></a>Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:</strong></p>
<p><em>«A transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter, em curto prazo, consequências mortais para a espécie humana: liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.»</em> (Blog <em>Conversation avec Jacques Attali</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Rowan-Williams.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5865" title="Rowan-Williams" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Rowan-Williams.jpg" alt="" width="105" height="103" /></a>Rowan Williams, arcebispo anglicano de Cantuária:</strong></p>
<p><em>«Nós devemos apoiar a coerção do governo para adotar acordos internacionais e limitar a velocidade nas estradas se nós queremos que a economia global não entre em colapso e milhões, bilhões de pessoas não morram.»</em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="150" height="29" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«Verde: a cor nova do comunismo»</em></strong>, sob o título <em><strong>«Arautos e Profecias do Ambientalismo Neo-Comunista»</strong></em>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><strong>;</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Raízes anti-humanas do movimento ambientalista</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="300" height="39" /></a>Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O novo socialismo</h2>
<p><strong> </strong>Em todo o mundo, os marxistas estão se juntando ao movimento ambientalista. Algo que não é nada surpreendente, diga-se de passagem: o ambientalismo também é uma utopia coerciva – tão impossível de ser atingida quanto o socialismo e tão destrutiva quanto, em seu processo de implementação.</p>
<p>Um século atrás, o socialismo havia vencido. Embora Marx já estivesse morto e Lênin ainda fosse apenas um escrevinhador frustrado, a doutrina de ambos era a vitoriosa, simplesmente porque ela controlava algo mais importante do que governos: ela detinha o monopólio das virtudes morais. O socialismo representava, diziam eles, a fraternidade dos homens na forma econômica. Essa era a maneira mais aveludada de levar as pessoas para o <em>gulag</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ambientalismo: vida primitiva</h2>
<p>Atualmente estamos enfrentando uma ideologia tão impiedosa, cruel e messiânica quanto o marxismo. E assim como o socialismo de 100 anos atrás, a atual ideologia também é detentora de todas as virtudes morais. Não se trata de uma fraternidade dos homens, já que vivemos em tempos pós-cristianismo; trata-se da fraternidade dos bichos e das árvores. Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença básica entre ambos: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos; já o ambientalismo é saudoso do ímpio, desabitado e tedioso Jardim do Éden.</p>
<p>Se essas pessoas fossem apenas cultistas excêntricos, do tipo que compram acres e acres de matas inóspitas para lá viverem como primitivos, não estaríamos ameaçados. O problema é que eles querem utilizar o Estado, e até mesmo um Estado mundial, para atingir seus objetivos e nos obrigar a viver exatamente o estilo de vida que cultuam.</p>
<p>Como Marx e Lênin, eles são herdeiros de Jean Jacques Rousseau. Os cantos de glória proferidos por Rousseau ao estatismo, ao igualitarismo e à democracia totalitária moldaram a esquerda por mais de 200 anos. Tendo sido um idólatra da natureza e exaltador do primitivo, ele foi também o pai do ambientalismo.</p>
<p>Durante o Reino do Terror, os rousseaunianos constituíram aquilo que Isabel Paterson chamou de <em>«humanitários com guilhotinas»</em>. Hoje estamos lidando com coisa pior: arvoritários com pistolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A religião antiga</h2>
<p><strong> </strong>Os antigos pagãos viam deuses na natureza selvagem, nos animais e no estado. O ambientalismo moderno compartilha dessa crença, e acrescenta – cortesia daquela influência que mistura elementos hindus, californianos e da Nova Era – um ódio à humanidade e às religiões ocidentais que colocam o homem como o centro da criação. O ambientalismo também possui raízes no deísmo – o ateísmo prático do Iluminismo – o qual negava a Encarnação e pregava venerações à natureza.</p>
<p>A ordem natural é superior à humanidade – escreveu o ecologista John Muir há mais de um século – pois a Natureza <em>«nunca perde sua grandeza e nunca se deprava»</em>, e o homem é sempre e em todo lugar uma <em>«influência maligna e destruidora»</em>. Portanto, concluiu o odiento Muir, jacarés e outros predadores deveriam ser <em>«abençoados hoje e sempre com suas bocas cheias de homens gritando aterrorizados enquanto são saboreados como uma iguaria fina»</em>.</p>
<p>O cristianismo – acrescenta o ecologista Lynn White, Jr. – <em>«carrega o imenso fardo da culpa»</em> de violar a natureza. O cristianismo trouxe todos os malefícios ao mundo ao dar a luz ao capitalismo e à Revolução Industrial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/monkeywrench.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-5483" title="monkeywrench" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/monkeywrench.gif" alt="" width="180" height="172" /></a>“Mãe Gaia”</h2>
<p>Já que devemos pensar na natureza como sendo Deus, diz William McKibben, autor do best-seller <em>«End of Nature»</em>, todos os <em>«fenômenos feitos pelo homem»</em> são diabólicos. Devemos manter a terra como <em>«a Natureza concebeu»</em>. Para punir a profanação do homem, o ecologista Edward Abbey, em seu influente livro <em>«The Monkey-Wrench Gang»</em><em> </em>(<em>«A Gangue da Chave-Inglesa»</em>)<em>,</em> exortou que atos terroristas anti-humanos fossem empreendidos em larga escala. E o grupo de maior crescimento no combate pela libertação da terra da opressão humana, o EarthFirst! [uma ONG – n/Edit.], utiliza uma chave-inglesa como símbolo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/TWS_logo_2c.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5484" title="TWS_logo_2c" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/TWS_logo_2c-300x208.jpg" alt="" width="152" height="105" /></a>Ecoterrorismo</h2>
<p>Fundada por David Foreman, antigo lobista-chefe da Wilderness Society, o EarthFirst! é um movimento ecoterrorista que pratica a “ecodefesa” e a “ecotagem” (mistura de ecologia com sabotagem), cujos atos vão desde a colocação estratégica de ferrões em árvores (que mutilam os madeireiros), passando pelo vandalismo dos maquinários utilizados para construir estradas até a destruição de pistas de pouso rurais. Um de seus objetivos proclamados é reduzir a população mundial em módicos 90% – e o grupo já chegou a aclamar a AIDS como sendo de valioso auxílio para seus objetivos.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/sierra-club-logo2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5491" title="sierra-club-logo2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/sierra-club-logo2-204x300.jpg" alt="" width="99" height="146" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-3645" title="friends-of-earth" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth-233x300.gif" alt="" width="113" height="146" /></a>Em 1990, Foreman ficou preso durante alguns meses após ter tentado explodir torres de transmissão de alta tensão (utilizando, tenho certeza, explosivos ambientalmente saudáveis). Porém, seu exemplo é poderoso, mesmo entre os supostos não-radicais. Um dos principais ambientalistas da década de 1990, David Brower – fundador de várias organizações ambientais, como o Sierra Club e o Friends of the Earth (ambas ativas até hoje) – defendia que ruralistas fossem baleados com armas de tranquilizante. <em>«O sofrimento humano é muito menos importante do que o sofrimento do planeta»</em>.</p>
<p>Embora a dizimação da humanidade seja um processo longo e demorado, qualquer ato nessa direção ajuda – e muito. É possível fazer algo benéfico para a Terra como seu último ato de vida. Como observou o <em>Washington Times</em>, uma edição do jornal do EarthFirst! conclamava todos os doentes terminais a fazerem algo de bom para o planeta. <em>«Você está terminalmente doente? Alguma doença debilitante?»</em>, perguntava o jornal. <em>«Então não morra se lamuriando; morra detonando! Pratique uma missão eco-kamikaze»</em>.</p>
<p>As possibilidades para os doentes terminais são ilimitadas. Represas estão implorando para ser esfrangalhadas, assim como também as indústrias poluidoras, as matrizes das grandes corporações petrolíferas, as lojas e armazéns de casacos de pele, as fábricas de papel&#8230; Para aqueles com impulsos suicidas, essa pode ser a solução para seus sonhos&#8230; Não pule de uma ponte, exploda uma ponte. Quem disse que dessa vida nada se leva?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A natureza sem ilusões</h2>
<p><strong> </strong>Ron James, um líder verde inglês, disse que o nível adequado de desenvolvimento econômico é aquele que ocorreu <em>«entre a queda do Império Romano e a ascensão de Carlos Magno»</em>. <em>«A única maneira de vivermos em harmonia com a Natureza é vivendo em um nível de subsistência» –</em> como fazem os animais.</p>
<p>Durante a maior parte da história, a atitude normal dos humanos em relação à natureza foi bem expressa pelos peregrinos, que temiam a <em>«horrenda, desoladora e imensa vastidão da natureza, repleta de bestas e homens selvagens»</em>. Apenas uma sociedade livre, que conseguiu domar a natureza ao longo de várias gerações, nos permite ter uma visão diferente da dos peregrinos.</p>
<p><em>«Para nós, que vivemos sob um céu temperado e na era de Henry Ford»</em> – escreveu Aldous Huxley – <em>«a adoração da Natureza vem de maneira absolutamente natural»</em>. Porém, a natureza é <em>«um inimigo contra quem sempre se está em guerra, um inimigo invencível, indomado, indomável, inconquistável e incessantemente ativo»</em> – <em>«há que se respeitá-lo, talvez; deve-se ter um temor salutar em relação a ele; e deve-se sempre dar continuidade à luta interminável»</em>. Acrescentou Albert J. Nock: <em>«Vejo a natureza apenas como um inimigo: um inimigo altamente respeitável, mas um inimigo»</em>. Poucos de nós poderíamos sobreviver na vasta imensidão selvagem e desconhecida de uma floresta por muito tempo. A natureza não é amigável ao homem. Nunca foi. Por isso ela deve ser domada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ambientalistas tomam <em>whisky</em> 12 anos&#8230;</h2>
<p>No início da década de 1990, visitei uma área de exploração e corte de madeira na região norte de Califórnia. Não encontrei ambientalistas por lá. Como comprovam os estudos do próprio Sierra Club, ambientalistas são tipos de classe alta, gente chique que mora em regiões como Manhattan e Malibu, rodeadas de todos os confortos que apenas o capitalismo pode dar. Ambientalistas não moram no meio de árvores e madeiras. Quem mora, não tem nenhuma ilusão quanto à bondade da deusa Gaia. Madeireiros bem sabem que a própria existência da humanidade depende da subjugação da natureza, a qual deve ser constantemente domesticada e adaptada aos nossos conformes. Se algum dia pararmos de fazer isso, as selvas irão reivindicar e retomar nossas cidades.</p>
<p>Esses madeireiros, que formavam um conjunto de 30.000 famílias trabalhadoras, foram dizimados pelas regulamentações governamentais implantadas naquela época, regulamentações essas que proibiam a exploração e o corte de madeiras em milhões de acres apenas para que 1.500 corujas-pintadas não fossem perturbadas, para que elas pudessem continuar vivendo o mesmo estilo de vida com o qual haviam se acostumado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A prioridade tem  que ser sempre o homem</h2>
<p>E se você acha que acabar com a vida de 30.000 famílias em troca da tranquilidade de 1.500 corujas (uma razão de 20 famílias humanas por coruja) é algo um tanto excessivo, isso apenas mostra o quão inculto e não ambientalmente esclarecido você é.</p>
<p>Nota: se as corujas-pintadas de fato estivessem “em perigo” e os ambientalistas realmente quisessem salvá-las, então eles poderiam simplesmente comprar algumas terras para criar seus próprios santuários. Porém, utilizar dinheiro próprio é algo que, de alguma forma, nunca teve apelo entre essa gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/nazi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5496" title="nazi" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/nazi.jpg" alt="" width="186" height="292" /></a>Os nazistas foram pioneiros&#8230;</h2>
<p><strong> </strong>Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (“Nazi” vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje – graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro «<em>Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis» «</em>(<em>Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas»</em>) – sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.</p>
<p>Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger <em>«a natureza e seus animais»</em>, especialmente as plantas e os animais <em>«ameaçados»</em>. Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou <em>«deportar para um campo de concentração»</em> qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei. Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo – que seria utilizado como isca – quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor <em>Simplissimus</em> publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.</p>
<p>Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua <em>«alienação da natureza»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Eles odiavam até mesmo o pão branco</h2>
<p><em>«Em 1935, o führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado» </em>– diz Proctor. Denunciando o pão branco como sendo um <em>«produto químico»</em>, Wagner relacionou a “questão do pão” a uma <em>«ampla necessidade de retornarmos a uma dieta com menos carne e gordura, mais frutas e vegetais, e mais pão integral»</em>. Em 1935, Wagner criou o Comitê do Pão Integral do Reich, cujo objetivo era pressionar as padarias a não mais produzir pão branco; e Goebbels criou cartazes propagandísticos relacionando o arianismo ao pão integral. Em 1935, apenas 1% das padarias alemãs vendia alimentos naturais. Já em 1943, esse percentual era de 23%.</p>
<p>Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano) era <em>«inútil e perigoso»</em>. Ele proibiu sua comercialização.</p>
<p>Os nazistas financiaram várias pesquisas sobre os perigos ambientais da radiação de fundo (radiação fraca existente em todo planeta terra), do chumbo, do asbesto e do mercúrio. Fizeram campanha contra os corantes alimentares e os conservantes, e exigiram mais uso de <em>«farmacêuticos orgânicos, cosméticos orgânicos, fertilizantes orgânicos e alimentos orgânicos»</em>. Os jornais do governo apontavam a carne vermelha e os conservantes químicos como os culpados pelo câncer.</p>
<p>Bebidas alcoólicas eram diligentemente desestimuladas, e havia severas penalidades para quem fosse pego dirigindo embriagado. A polícia, pela primeira vez, ganhou poderes para fazer testes sanguíneos obrigatórios para conferir o nível de álcool no sangue das pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/pink-hitler.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5498" title="pink-hitler" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/pink-hitler-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Hitler, vegetariano fanático</h2>
<p>Hitler, um vegetariano fanático e entusiasta dos alimentos naturais, era também um abstêmio. Heinrich Himmler compartilhava do ódio de Hitler por álcool, e ordenou que a SS promovesse a produção de sucos de frutas e água mineral como substitutos.</p>
<p>Entretanto, o principal ódio de Hitler era dirigido ao cigarro, e ele não tolerava que absolutamente ninguém fumasse em sua presença. Quando o Estado da Saxônia criou o Instituto para a Luta contra o Tabaco na Universidade de Jena em 1942, ele doou 100.000 RM (Reichsmark) de seu próprio dinheiro. Ele também proibiu o fumo nos trens e ônibus das cidades.</p>
<p>Os nazistas acreditavam apenas em parto natural, obstetrícia e amamentação, e as mulheres que amamentassem seus filhos, ao invés de utilizarem <em>«fórmulas artificiais»</em>, recebiam subsídios do Estado. Já em meados da década de 1930, os nazistas haviam proibido partos assistidos por médicos. Apenas parteiras podiam realizar o serviço.</p>
<p>Os nazistas também promoviam a fitoterapia, e as fazendas da SS em Dachau foram rotuladas como<em> «o maior instituto de pesquisa de plantas medicinais da Europa».</em></p>
<p>Não é de se estranhar que nossos eco-esquerdistas possuam aquele brilho faiscante em seus olhos. De agora em diante, vou checar se eles usam braçadeiras também.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Lew Rockwell, 09/07/2010</em></strong></p>
<p>Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, é editor do <em>website</em> LewRockwell.com, e autor dos livros <em>«Speaking of Liberty»</em> e <em>«The Left, the Right, and the State»</em>.</p>
<p>Artigo publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. Tradução: <strong>Leandro Augusto Gomes Roque.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner.png"><img class="alignright size-medium wp-image-5431" title="msm-banner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/msm-banner-300x39.png" alt="" width="147" height="19" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="size-medium wp-image-5164 aligncenter" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>, em 09/07/2010. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar sua leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> ; <a href="http://ilumine.thedharmabum.org/">http://ilumine.thedharmabum.org</a>; <a href="http://www.conservationsystem.org/">http://www.conservationsystem.org</a>; <a href="http://wemakeitnews.com/">http://wemakeitnews.com</a>; <a href="http://www.supergreenme.com/">http://www.supergreenme.com</a>; <a href="http://revistagalileu.globo.com/">http://revistagalileu.globo.com</a>; <a href="http://diekarambolage.wordpress.com/">http://diekarambolage.wordpress.com</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
</div>
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		<title>Argumentos contra o ambientalismo radical</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 19:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fácil apelo popular do ambientalismo, com o discurso de uma alegada “proteção” da Natureza contra os excessos das atividades humanas, o converte em um dos mais influentes fatores indutores da crise civilizatória em curso, ao lado da hegemonia conferida aos “mercados” na determinação das políticas econômicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/swamp4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5362" title="swamp4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/swamp4-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a>O fácil apelo popular do ambientalismo, com o discurso de uma alegada “proteção” da Natureza contra os excessos das atividades humanas, o converte em um dos mais influentes fatores indutores da crise civilizatória em curso, ao lado da hegemonia conferida aos “mercados” na determinação das políticas econômicas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Inversão de valores</h2>
<p>Em seu cerne, a ideologia ambientalista, baseada no conceito do biocentrismo, considera o ser humano como apenas mais uma entre as milhões de espécies da biosfera terrestre, ou seja, o rebaixa a nível dos demais seres vivos e lhe nega qualquer primazia de um papel protagonista no presente estágio da evolução universal. Com isso, numa insidiosa inversão de valores, o ambientalismo transforma o meio-ambiente em uma entidade de direito próprio e condiciona o progresso e o bem-estar das comunidades humanas a um conjunto de requisitos para a “proteção” do mesmo, geralmente definidos com escasso rigor científico, quando deveria dar-se o contrário.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A lei malthusiana</h2>
<p>O corolário do ambientalismo fundamentalista é a falaciosa idéia – cientificamente insustentável e moralmente inaceitável – que está no centro da agenda ambientalista: a de que as limitações de recursos naturais e da “capacidade de suporte” do planeta impediriam a plena extensão dos benefícios da sociedade industrial a todos os povos e países do mundo. Essa mudança (induzida) de paradigma cultural contraria não apenas os ensinamentos e preceitos éticos, como também o próprio conhecimento científico – o que faz do ambientalismo uma ideologia obscurantista, anti-civilizatória e, ironicamente, anti-natural.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Críticas anti-humanas</h2>
<p>Uma das críticas dos ambientalistas ao procedimento e à utilização da Natureza pelo homem, é voltada para a origem religiosa de seu comportamento. A idéia (judaico-cristã) de que o homem deve desempenhar um papel de “coadjuvante” no processo da “criação”, representa um verdadeiro anátema para os ideólogos ambientalistas. O historiador estadunidense Lynn White Jr., numa reunião da Associação Americana para o Progresso da Ciência (dezembro/1966), escreveu: <em>«</em><em>O que o cristianismo disse às pessoas sobre as relações delas com o meio-ambiente?</em> [...] <em>&#8230;insistiu em que é a vontade de Deus que o homem explore a Natureza para seus próprios fins&#8230;</em> [...] &#8230;<em>o cristianismo possibilitou a exploração da Natureza com um espírito de indiferença com os sentimentos</em> [sic] <em>dos objetos naturais&#8230; </em>[...] <em>&#8230;que mais Ciência e mais Tecnologia não irão livrar-nos da presente crise ecológica, até que encontremos uma nova religião&#8230; Nós continuaremos a ter uma crise ecológica cada vez pior, enquanto não rejeitarmos o axioma cristão de que a Natureza não tem qualquer razão para existir, exceto a de servir ao homem.</em><em>»</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2>Sobre a “explosão demográfica”</h2>
<p>UNESCO, junho/1989, Congresso Internacional Sobre a Paz no Espírito dos Homens – <em>«&#8230;As razões da destruição maciça dos meios naturais pelo homem devem ser buscadas em várias direções: a ignorância ecológica, que caracterizou a maior parte de história da humanidade – pois o próprio conceito de ecossistema não é anterior a 1935 – &#8230;a influência das grandes religiões monoteístas, que pregam a superioridade do homem sobre a Natureza&#8230; a ausência de uma ética frente à Natureza; enfim, a explosão demográfica.»</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2>Rio-92 e a “libertação das espécies”</h2>
<p>Rio-92, secretário-geral da ONU, Boutros Boutros-Ghali: <em>«&#8230;o espírito do Rio deve criar um novo comportamento do cidadão&#8230; o homem deve amar também o mundo e, por extensão, as flores, os pássaros, as árvores&#8230; todo o ambiente natural que nós destruímos regularmente.</em><em> </em>[...] <em>&#8230;deve-se agora concluir um contrato ético e político com a Natureza&#8230;» </em></p>
<p>Declaração de Morelia (New York, 1991), assinada por 41 ambientalistas, cientistas e ativistas políticos e intelectuais de 20 países e, posteriormente, endossado por quase 900 participantes da Rio-92: <em>«&#8230;a década final do século 20 será caracterizada por movimentos de libertação entre as espécies, de modo que algum dia possamos atingir uma igualdade genuína entre todas as coisas vivas»</em>. Publicada no <em>New York Times</em> (10/10/1991) foi subscrita por alguns destacados indivíduos que têm se empenhado em revestir as causas ambientalistas de uma roupagem científica.</p>
<p>Entre eles: o físico F. Sherwood Rauland (que recebeu o Prêmio Nobel de Física de 1997 por suas pesquisas sobre o “buraco” na camada de ozônio); o físico Amory B. Lovins (um dos maiores propagandistas das “energias alternativas” e criador do conceito de “capitalismo ecológico”; o biólogo Thomas Lovejoy (bem conhecido dos brasileiros por suas teses alarmistas sobre a “devastação” da Amazônia); e o agrônomo Lester Brown (fundador e presidente do Worldwatch Institute, um dos mais influentes centros ambientalistas dos EUA).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/hipotese-gaia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5361" title="hipotese-gaia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/hipotese-gaia-300x267.jpg" alt="" width="300" height="267" /></a>Hipótese Gaia: o planeta é um bicho vivo&#8230;</h2>
<p>Não menos permeada pelo desprezo ao ser-humano é a chamada Hipótese Gaia, reoria pseudo-científica elaborada pelo biólogo inglês James Lovelock e sua colega estadunidense Lynn Margullis. Batizada com o nome de uma deusa grega que representava a Terra, a Hipótese Gaia determina que o nosso planeta é um ser vivo de direito próprio e presciente, dotado de mecanismos de auto-regulagem das condições físico-químicas favoráveis à sobrevivência dos organismos da biosfera, inclusive o homem. Assim, este último teria que se adaptar aos desígnios do super-organismo, condicionando as suas aspirações de progresso aos rígidos limites impostos por Gaia, sob o risco de ser implacavelmente eliminado como se fosse um vírus letal.</p>
<p>O próprio Lovelock explica: <em>«Gaia é a Mãe-Terra. Gaia é imortal; ela é a eterna fonte da vida. Ela não precisa se reproduzir, porque é imortal. Ela é, certamente, a mãe de todos nós, inclusive de Jesus&#8230; Gaia não é uma mãe tolerante. Ela é rígida e inflexível, implacável na destruição de quem quer que transgrida suas regras. O seu objetivo inconsciente é manter um mundo adaptado à vida. Se nós, homens, prejudicarmos esse objetivo, seremos eliminados sem piedade.» </em></p>
<p>Com o seu exótico coquetel de pseudo-ciência e misticismo, a Hipótese Gaia tem amealhado um numeroso séquito de fiéis, inclusive no meio científico. Desafortunadamente – mas talvez significativamente – ela tem influenciado, em especial, cientistas atmosféricos que defendem a tese do “aquecimento global” antropogênico (segundo o qual as elevações de temperatura observadas desde 1870 se devem à queima de combustíveis fósseis e outras atividades humanas).</p>
<p>Quanto ao seu substrato “ético-filosófico”, tanto a Hipótese Gaia, em particular, como o ambientalismo em geral, representam uma tentativa de ressacralização da Natureza – e uma consequente dessacralização do ser humano. Trata-se de uma espécie de retorno ao conceito panteísta pré-cristão de que Deus está em todas as coisas, ou à heresia de Pelágio (século 14), segundo a qual a Natureza seria suficiente para a “salvação” do homem. Alguns ambientalistas mais entusiasmados vêem no culto à Gaia o esboço de uma religião universal, que transcenda todos os povos e culturas. Na visão dos adeptos de Gaia, o ser humano deveria comportar-se como uma versão pós-moderna do “nobre selvagem”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um equilíbrio que nunca existiu</h2>
<p>Como um axioma do princípio biocêntrico, o discurso ambientalista se sustenta em um equivocado conceito de “equilíbrio” com a Natureza, o qual não tem qualquer correspondência com o mundo real. Até mesmo autores com formação científica têm incorrido nesse erro. P. ex., no parágrafo introdutório do livro <em>«SOS Planeta Terra – O Efeito Estufa»</em>, o físico José Goldemberg afirma: <em>«</em><em>O Planeta Terra está ameaçado. O Édem original</em> [sic] <em>no qual viveram nossos antepassados distantes – em equilíbrio com a Natureza – já não existe mais, a não ser em regiões isoladas e protegidas</em><em>»</em><em>. </em></p>
<p>Na mesma linha vai um “clássico” do ambientalismo, o livro-manifesto <em>«</em><em>Uma Terra Somente</em><em>»</em>, de Barbara Ward e René Dubos, adotado como texto oficioso da Conferência de Estocolmo (1972), o primeiro grande conclave internacional planejado para introduzir o ambientalismo no cenário político mundial. Nem a economista Ward, nem o biólogo Dubos eram alheios aos rigores da metodologia científica, mas a mensagem do livro pode ser apreciada no seguinte trecho: <em>«Em resumo, os dois mundos do homem: a biosfera, que herdou, e a tecnosfera, que criou, estão desiquilibrados e de fato potencialmente em profundo conflito. E o homem está no meio. Esta é a conjuntura da história em que nos encontramos: a porta do futuro abrindo-se para uma crise mais brusca, mais global, mais inevitável e mais desconcertante do que qualquer outra já defrontada pela espécie humana, que tomará forma decisiva no lapso de vida das crianças que já nasceram.» </em></p>
<p>Ora, desde o surgimento das primeiras formas de vida, há mais de 4 bilhões de anos (a Terra tem 4,7 bilhões de anos), jamais houve qualquer condição que pudesse ser considerada como equilíbrio. Ao contrário, a história biológico-geológica da Terra é marcada por um processo de evolução caracterizado por uma sucessão de níveis crescentes de organização de energia, matéria e informação, o qual tem se acelerado ao longo do tempo geológico. Desde a sua entrada em cena, os seres vivos assumiam um papel cada vez mais ativo na transformação contínua do meio físico, ou seja, na imposição de níveis superiores de organização à matéria inerte, os quais, por sua vez, favoreciam o aparecimento de espécies mais evolídas. O homem e seus recursos técnicos representam, por assim dizer, a culminância desse processo evolutivo, num estágio qualitativamente – ou ontologicamente – superior. Como afirmou o paleontólogo francês Jean-Michel Dutuit, o homem é a evolução tornada consciente de si mesma.</p>
<p>Todo esse processo, portanto, tem mantido o planeta distante de qualquer condição “estática”, que só existe em meio à matéria inerte ou às ilusórias formulações de ambientalistas que desconhecem os fatos científicos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O conceito de “noosfera”</h2>
<p>Vladimir Ivanovich Vernadski (1863-1945), com o desenvolvimento da bio-geoquímica, [...] foi o primeiro a estabelecer em termos qualitativos e quantitativos os fluxos energéticos e as migrações de elementos químicos proporcionados pelos seres vivos na biosfera. Com a aceleração desses “fluxos biogênicos”, ao longo do tempo geológico, ele considerava que os seres vivos se transformaram, gradativamente, nos maiores agentes geológicos em ação no planeta.</p>
<p>Embora não tenha sido o criador do termo “biosfera” (já usado no final do século 19 pelo geólogo austríaco Eduard Suess), Vernadski foi o primeiro a conceituá-lo, cientificamente, como a região do planeta diretamente influenciada pela matéria viva, compreendendo a atmosfera até uma altitude de 30 km, toda a hidrosfera e a crosta terrestre até uma profundidade de cerca de 3 km (mas atualmente, microorganismos já foram encontrados, tanto em altitudes como a profundidades superiores).</p>
<p>Como consequência natural de seu trabalho, Vernadski desenvolveu o conceito de “noosfera” – ou esfera da razão – uma nova etapa do desenvolvimento da biosfera, caracterizada pela emergência do homem e das sociedades construídas por ele. Com a noosfera, a razão criativa humana se torna cada vez mais a força orientadora e dominante na expansão e no desenvolvimento da biosfera, inclusive na sua eventual extensão para fora da Terra. Vernadski não criou o termo “noosfera” (introduzido pelos franceses Edouard Le Roy e Teilhard de Chardin – eles próprios influenciados por conferências proferidas por Vernadski em Paris, no início da década de 1920) – mas emprestou ao termo uma conceituação científica e profunda.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Vernadsky.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5363" title="Vernadsky" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Vernadsky.jpg" alt="" width="178" height="240" /></a>O pensamento de Vernadski</h2>
<p>Para Vernadski, o advento da noosfera representa uma seqüência lógica da evolução da biosfera. Segunso ele: <em>«&#8230;o processo evolucionário adquire um significado geológico especial, porque ele criou uma nova força geológica: o pensamento científico da humanidade social. Hoje, presenciamos a sua entrada manifesta na história geológica do nosso planeta. Durante os milênios recentes, observa-se um intenso crescimento da influência da matéria viva de uma espécie</em> (a humanidade civilizada) <em>sobre as mudanças das condições da biosfera. Sob a ação do pensamento científico e do trabalho humano, a biosfera passa a um novo estado – a “noosfera”.»</em></p>
<p>Ao contrário da imagem pessimista que considera o ser humano como o produto acidental de um processo evolucionário baseado em uma seqüência de eventos casuais, Vernadski afirma, enfaticamente, que <em>«&#8230;ele é uma manifestação inevitável de um grande processo natural que tem persistido de forma regular por pelo menos dois bilhões de anos»</em>. Portanto, assinala que <em>«&#8230;a explosão de pensamento científico no século 20 foi preparada por toda a história da biosfera e tem as mais profundas raízes na sua estrutura. Ela não pode cessar ou reverter. Ela apenas pode tornar-se mais lenta em seu ritmo. A noosfera, ou seja, a biosfera retrabalhada pelo pensamento científico e preparada pelo processo que ocorreu durante milhões de anos, talvez bilhões de anos, e que criou o </em><em>homo sapiens faber</em><em> não é um fenômeno geológico efêmero e transitório. Os processos preparados durante bilhões de anos não podem ser transitórios, não podem cessar. Ocorre que a biosfera se transformará (de um jeito ou de outro, cedo ou tarde) na noosfera – ou seja, na história dos povos que a povoam, os eventos ocorrerão necessariamente para essa transformação e não se oporão a ela.» </em></p>
<p>Vernadski listou as condições que considerava fundamentais para a consolidação da nova etapa evolutiva do planeta:</p>
<p>① A ocupação de todo o planeta pela espécie humana;</p>
<p>② Uma drástica transformação dos meios de comunicação e intercâmbio entre os países;</p>
<p>③ Uma intensificação das relações, inclusive políticas, entre todos os países do planeta;</p>
<p>④ A prevalência das atividades geológicas de origem antropogência sobre os demais processos biológicos que ocorrem na biosfera;</p>
<p>⑤ A expansão da biosfera e das atividades humanas no espaço cósmico;</p>
<p>⑥ A exploração de novas e poderosas fontes de energia (inclusive a nuclear, à qual atribuía grandes prespectivas);</p>
<p>⑦ A igualdade dos povos de todas as raças e religiões;</p>
<p>⑧ Um aumento do papel dos indivíduos na resolução dos problemas de política interna e externa dos países (certamente, referindo-se à cidadania em geral);</p>
<p>⑨ A liberdade do pensamento e das pesquisas científicas, sem restrições religiosas, filosóficas ou políticas, e a formação de condições favoráveis a um pensamento científico livre no sistema público e social;</p>
<p>⑩ O progresso do bem-estar dos indivíduos, aí incluída a possibilidade real de superação das vicissitudes da desnutrição, fome, pobreza, além da redução do impacto das doenças;</p>
<p>⑪ Uma transformação racional da natureza original da Terra, para torná-la capaz de satisfazer a todas as necessidades materiais, estéticas e espirituais de uma Humanidade que cresce rapidamente; e</p>
<p>⑫ A eliminação das gueras da vida da sociedade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O ambientalismo radical quer parar o mundo</h2>
<p>A primazia hierárquica atribuída ao Homem no mundo natural contrasta com a pobreza conceitual do enfoque biocêntrico do ambientalismo, e, ao mesmo tempo, evidencia a sua absoluta inadequação para o enfrentamento dos problemas reais com que se defronta a Humanidade.</p>
<p>Na concepção condizente com a natureza humana, empreendimentos como os grandes projetos de infra-estrutura, antes de serem vistos como fontes de impactos ambientais, devem ser considerados fatores cruciais para o desenvolvimento da biosfera-noosfera a níveis mais altos de organização – e, conseqüentemente, de bem-estar e progresso para a sociedade. No momento atual, assolado por uma crise civilizatória que ameaça interromper e, até mesmo, reverter esse processo evolutivo, tais empreendimentos são fundamentais para proporcionar uma elevação dos níveis de organização e de desenvolvimento das regiões mais atrasadas do planeta.</p>
<p>É evidente que tais empreitadas necessitam de (e elas mesmas ajudarão a definir, em um processo de retro-alimentação positiva) – uma nova configuração da ordem mundial, bastante diferente da presente ordem neo-colonial, da qual o ambientalismo-indigenismo representa um importante instrumento de definição. [...] &#8230;será fundamental que a ideologia ambientalista-indigenista seja retirada do seu presente pedestal de influência sociopolítica.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3237" title="Mafiaverde2pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafiaverde2pequeno.jpg" alt="" width="45" height="72" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Capax Dei</strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria é decorrente de vários trechos extraídos dos textos dos livros <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em> e <em><strong>«Máfia Verde 2 – Ambientalismo – Novo Colonialismo</strong></em>, que foram montados para a elaboração do presente post. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"></a></strong><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://www.espada.eti.br/">http://www.espada.eti.br</a>; <a href="http://revistagalileu.globo.com/">http://revistagalileu.globo.com</a> ; <a href="http://www.esacademic.com/">http://www.esacademic.com</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>E os bichos? Também não &#8220;destroem&#8221; a Natureza?</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 16:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-cinza-transparente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4970" title="Harpia-cinza-transparente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-cinza-transparente-300x212.jpg" alt="" width="149" height="105" /></a>De vez em quando, um comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (<a href="mailto:hdoria@ig.com.br">hdoria@ig.com.br</a>), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.</p>
<p>Eis, em seguida, o comentário do Sr. Helton (sem nenhuma correção), que foi feito em relação ao post <strong><strong><a href="../wwf-quer-%e2%80%9cdecapitar%e2%80%9d-ferrovia-oeste-leste/">WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste</a></strong></strong> , o que, aliás, não me parece ter muito a ver. Em seguida, minha réplica. Depois desta, continuo minha argumentação, aprimorando-a.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a><em><strong>Me desculpe, mas esse papo de que utilizar não é destruir é papo furado.  Do ponto de vista de quem será extinto, utilizar e destruir são  sinônimos. É claro que precisamos investir no desenvolvimento socio  econômico, mas é mas direto e barato exaurir os recursos naturais, ou  destruí-los, do que buscar formas de convivência. Esse pensamento de que  o desenvolvimento do ser humano acima de tudo é o que está destruindo o  planeta. Um dia o desenvolvimento do homem vai nos destruir ou nos  obrigar a nos mudarmos para um outro lugar (marte?) para recomeçar o  processo de destruição, oops, de utilização de recursos naturais e  desenvolvimento. A propósito, o nome do seu site é uma ironia, né?</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a>Sr. Helton:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/elefante-comendo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4967" title="elefante-comendo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/elefante-comendo-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a> Utilizar não é, simplesmente, destruir, continuo afirmando.  Infelizmente, se o termo “destruir” for levado ao pé da letra, todos os  animais do planeta, não só o ser humano, tembém destroem a Natureza. O  Sr. Já pensou nisso? O Sr. já viu os estragos que uma manada de  elefantes faz nas selvas onde vivem? O senhor já percebeu o quanto as  baleias comem do fito e do zoopllâncton dos mares, que são, em última  análise, o que mantém o equilíbrio climático do planeta? O Sr. já  percebeu o estrago que os felinos fazem nos rebanhos de herbívoros do  planeta? O Sr. já atentou para a destruição que simples bactérias fazem  no mundo? Se for assim, Sr. Helton, todos os animais seriam prejudiciais  ao planeta, certo?</p>
<p>E por que culpar apenas o homem? Se nós não utilizarmos os recursos  naturais, como iríamos viver? Se não fizéssemos isso, certamente não  estaríamos aqui hoje.<br />
O lance está em utilizar os recursos naturais, coisa inevitável, de  forma adequada e o mais parcimoniosamente possível, e, sempre que  possível, usando recursos renováveis, claro. Mas por enquanto, isso  ainda não é possível, mas chegaremos lá. Confie na Ciência, Sr. Helton.</p>
<p>O problema da utilização dos recursos naturais não é a extinção dos  mesmos, Sr. Helton. Trata-se apenas de uma questão geopolítica  demanutenção do poder, de controle sobre os tais recursos, coisa que os  países centrais querem, a todo custo, a fim de preservar suas  megalômanas formas de viver.</p>
<p>Se o título do meu site é uma ironia ou não, isso é uma questão de ponto  de vista. Para quem torce contra a espécie humana, pode ser. O fato é  que este site está provocando uma boa discussão sobre o assunto, e  talvez seja um dos poucos sites especializados, pelo menos que eu saiba,  sobre esse assunto de ambientalismo.</p>
<p>Obrigado pelo contato e procure ler os demais posts deste meu site a fim  de que o Sr. possa saber, mais criteriosamente, e sem paixões  ecológicas, saber como é que a banda toca nessa área e neste nosso  mundo.<br />
Saúde, vida longa e sabedoria.<br />
Husc</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a>Continuando minha argumentação:</p>
<p>Essa história de que o ser humano é, simplesmente, um bicho como qualquer outro bicho, é, simplesmente, equivocada, anti-ética e imoral. O homem é produto da Natureza, sim, e suas obras são tão naturais quanto qualquer tipo de obra feita pela Natureza, pois foi ela que criou o Homem do jeito que criou e o dotou de raciocínio suficiente para permitir que ele faça o que faz. Assim, as obras do Homem são, perfeitamente, naturais. E não vai aqui nenhum tipo de conotação religiosa, divina, ou coisa que o valha.</p>
<p>O planeta Terra sempre conviveu com transformações realizadas em decorrência da vida animal e vegetal que aqui se produziram, e essas transformações incluem as que o Homem está impondo ao planeta. A diferença entre o Homem e os outros animais está em que o Homem <strong>produz e constrói coisas</strong>, o que não ocorre, de maneira geral, com os animais.</p>
<p>Será que alguém, só para citar um exemplo, já viu um elefante replantar as árvores que comeu? Um só elefante come cerca de 100 kg de vegetais por dia! Dá para se imaginar o estrago que uma manada faz. Ah! O elefante é uma animal irracional, e o homem não é. Então <strong>existe</strong> uma diferença.</p>
<p>A argumentação de que os animais são irracionais, justamente, portanto, justifica a diferença existente entre o Homem e os outros animais. <strong>O Homem é um ser racional.</strong> E baseado nisso, não há como comparar o Homem com nenhum outro animal.</p>
<p>Acontece que o atual estágio de desenvolvimento científico da Humanidade ainda faz com que utilizemos os recursos de forma inadequada, em decorrência, justamente, de nossas deficiências tecnológicas, bem como pela incompetência e egoísmo de certos grupos elitistas que governam o mundo, no que diz respeito à distribuição de renda – em outras palavras: devido à pobreza.</p>
<p>Para quem é rico, pensar em ecologia e em preservar o meio ambiente pode ser lógico, mas para quem vive na miséria, tendo que queimar lenha para não morrer de frio e para esquentar sua comida, ecologia é um luxo.</p>
<p>No entanto, <strong>em termos proporcionais</strong>, a pobreza, aos poucos está sendo erradicada no mundo, embora, em números absolutos ainda existam muitas pessoas na miséria. E a miséria é o que causa destruição.</p>
<p><em><strong>Do ponto de vista de quem será extinto,</strong></em>&#8230; como diz o Sr. Helton. Como é que, e, baseado em quê, ele afirma que seremos extintos? Só se for daqui a 4 bilhões de anos, quando o Sol se tornar uma “gigante vermelha”, cujo diâmetro, provavelmente, atingirá a órbita da Terra e, aí, sim, nosso planeta será destruído, e não só a espécie humana&#8230; Não há nenhuma razão sensata e baseada em nenhuma teoria científica digna de crédito, que diga que seremos extintos antes disso. E, conforme o Sr. Helton afirmou, daqui a 4 bilhões de anos, certamente, já estaremos muito longe daqui, pois até o planeta Marte não poderá comportar o tipo de vida biológica que temos&#8230; Essa idéia de que seremos extintos é absolutamente sem sentido e ridícula, fruto da idéia de catastrofistas de quinta categoria que continuam afirmando essas coisas em claro desafio à inteligência humana, ou à ingenuidade científica da maioria das pessoas.</p>
<p>Sim, o ambientalismo radical, fundamentalista e catastrofista se dirige, justamente, aos ignorantes e ingênuos, que acreditam na mídia e nos filmes apocalípticos como sendo uma verdade absoluta. Essas pessoas não se dão ao trabalho de tentar averiguar o que está por trás das campanhas ambientalistas. Confiam na mídia. Só que a mídia não está do nosso lado.</p>
<p><strong>Bem, e quanto ao título deste post, por que os ambientalistas também não implicam com a destruição que os outros bichos fazem na natureza? Se eles são iguais aos seres humanos, dizer que eles são irracionais, não cola.</strong></p>
<p>Este site, justamente, tenta mostrar o que realmente ocorre no mundo do ambientalismo e serve também para demonstrar que nem todo mundo está indo na onda desses malucos ativistas ambientais, os quais, na maioria da vezes, são massa de manobra das elites “centrais”, ou são, claramente mal intencionados.</p>
<p>Meu site não é uma ironia. Apenas mostra o ambientalismo de jeito que realmente ele é. Que outro nome poderia ter?<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagem:</strong> colunas.epoca.globo.com</p>
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		<title>Ambientalismo internacional &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ambientalismo-internacional/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ambientalismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4876" title="ambientalismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ambientalismo-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além de impedir a conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.</p>
<p>Insidiosas ações do mesmo aparato são contra o avanço científico-tecnológico da energia nuclear para dins pacíficos em nosso país, bem como contra os principais empreendimentos de infra-estrutura do Amazônia-Cerrado, principalmente os hidroviários, cuja óbvia motivação geopolítica é impedir que se replique na América do Sul o surgimento de um exitoso e poderoso “cinturão verde”, potencialmente apto a transformar-se no “celeiro do mundo” no século 21.</p>
<p>Em todos esses casos, as “boas intenções” ou o “romantismo” que caracterizam as, aparentemente nobres, intenções do movimento ambientalista internacional, cedem vez a uma verdadeira sabotagem das prespectivas de progresso de uma sociedade, modificando suas expectativas de vida, de conforto e de progresso, cuja conseqüência última pode caminhar para um genocídio em potencial. O ambientalismo se caracteriza, assim, por uma gigantesca operação de lavagem cerebral [→ ver, em breve, neste site o post sobre Mudança de Paradigma Cultural].</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Principais alvos</h2>
<p>É contra as prespectivas progressistas, mormente de países como o Brasil, que os estrategistas britânicos implementam as diretrizes da sua geopolítica. O objetivo primário é obstaculizar o desenvolvimento dos <em>hinterlands</em> continentais, principalmente quando por meio de ligações ferroviárias intercontinentais. Em particular, interessa-lhes, p. ex., bloquear quaisquer ligações terrestres entre a Europa e a Ásia. Segundo a estratégia britânica, a função das ferrovias deveria ser a de apenas ligar os centros produtores de matérias-primas aos portos, para posterior transporte marítimo, terreno em que a supremacia britânica, até a 2GM (Segunda Guerra Mundial), era então absoluta.</p>
<p>Atualmente, as maquinações geopolíticas do eixo anglo-americano se mostram, p. ex., na virulenta campanha encetada por ONGs ligadas ao <em>establishment</em> oligárquico, encabeçado pelo WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature, da Casa de Windsor, contra os projetos de hidrovias brasileiras – na tentativa de obstaculizar a implementação de tais artérias, cruciais para o desenvolvimento do interior do subcontinente.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ewga-amazonia.png"><img class="alignleft size-full wp-image-4875" title="ewga-amazonia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ewga-amazonia.png" alt="" width="212" height="79" /></a>Outro exemplo no Brasil é a iniciativa do Grupo de Trabalho Europeu sobre a Amazônia (EWGA &#8211; European Working Group on the Amazon) – na coordenação da chamada “Iniciativa do Escudo das Guianas” (“Guyana Shield Initiative”), cujo objetivo é utilizar esta vasta unidade geológica localizada em Roraima e adjacências, como base para o estabelecimento de um grande programa internacional de “proteção ambiental” em toda a região abarcada por ela, e que inclui os estados brasileiros do Amapá, Roraima e parte do Amazonas, além da Guiana Francesa, o Suriname, a Guiana e parte da Venezuela. O projeto retoma a velha intenção da oligarquia anglo-americana de controlar a chamada “Ilha da Guiana”, delimitada pelos rios Orenoco, Negro, Amazonas e o canal do Cassiquiare –  região de grande importância geo-estratégica, e dotada de vastos recursos minerais e biológicos.</p>
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<h2>A OTAN como braço armado</h2>
<p>Na Europa, através da NATO (sigla em inglês da OTAN), utilizada como uma espécie de “força policial global”, deu-se a campanha do Kosovo, contra a Iugoslávia, em 1999. Os recorrentes ataques ao Iraque são também mobilizações so mesmo aparato – cujo alcance seus idealizadores pretendem expandir para o Leste, para atingir países da antiga União Soviética, no Cáucaso e na Ásia Central. O objetivo declarado de tais iniciativas é o controle das ricas reservas de matérias-primas e de recursos energéticos da região — dentro da estratégia geral do <em>establishment</em> oligárguico – para assegurar o controle desses recursos em escala global, mantendo-os como “reservas de valor”.</p>
<p>Outro objetivo é o de estabelecer um bloqueio (ou controle) da “Ponte Terrestre Eurasiática” – o grande programa da China para a construção de uma moderna infraestrutura de transportes e de telecomunicações entre a Ásia e a Europa – a “Nova Rota da Seda” como é conhecida na China, o maior programa do gênero no mundo, e, talvez, o melhor vetor para proporcionar a reconstrução da economia mundial.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agendaambiental.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4878" title="agendaambiental" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agendaambiental.jpg" alt="" width="156" height="121" /></a>Uma governança mundial, através de uma “agenda ambiental”</h2>
<p>Não é muito fácil seguir os tentáculos do movimento até a sua cabeça – representada pela cúpula da oligarquia internacional agrupada ao redor do chamado Clube das Ilhas – que tem a Monarquia Britânica como <em>primus inter pares</em> – leia-se: as oligarquias anglo-americanas, basicamente. Ao fundo, está a idéia de que os Estados Nacionais devem “compartilhar” as suas soberanias em benefício de uma estrutura de um “Governo Mundial”, apta a controlar os problemas de uma presumida “Agenda Global”, dentre os quais os referentes ao meio ambiente e às comunidades indígenas – ou seja, uma “Agenda Ambiental”.</p>
<p>O que se esconde por trás de cada um dos ítens da “Agenda Ambiental”, de mãos dadas com as chamadas políticas de “direitos humanos” e dos “direitos indígenas”, não tem nada a ver com qualquer preocupação legítima em relação à proteção do meio ambiente ou às populações indígenas. Estas são novas roupagens que os “engenheiros sociais” do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano usam como armas políticas para demolir as instituições dos Estados Nacionais soberanos, e substituí-los (ou suplantá-los) por um sistema oligárquico néo-feudal – no qual uma minoria de indivíduos dotada de privilégios auto-concedidos, “pastoreie” e explore uma maioria populacional, submersa na ignorância e na pobreza. Ou seja: uma “nova ordem mundial” malthusiana, dominada por um “Governo Mundial” – imperando sobre um sistema de “soberanias limitadas”.</p>
<p>Assim, o objetivo da ofensiva ambientalista é inviabilizar a capacidade das nações de manter, não apenas o crescimento e a prosperidade de suas populações, mas até mesmo de sustentar suas populações atuais. Em suma – retirando do ambientalismo o seu popular véu de romantismo – o que surge é o rosto fascista do genocídio e do despovoamento.</p>
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<h2>As mudanças dos paradigmas culturais</h2>
<p>Também no campo científico, tais “mudanças de paradigmas culturais”, acima mencionadas, tiveram impacto devastador. Com elas, os critérios de veracidade baseados nos princípios da Razão humana, que devem orientar a verdadeira atividade científica, foram substituídos pela chamada “busca do consenso” – na linha da “correção política”, mais palatável para as fundações oligárquicas que financiam e controlam grande parte da pesquisa científica – e, igualmente, o movimento ambientalista.</p>
<p>Outro exemplo da manipulação pseudocientífica que cerca o ambientalismo, é o chamado “aquecimento global”. Até 1975, poucos discutiam a sério tal possibilidade, pois as oscilações verificadas no registro de temperaturas eram, corretamente, consideradas variações naturais que têm ocorrido em toda a história geológica do planeta. Entretanto, em outubro daquele ano (1975), tal percepção começou a mudar com a realização, em Washington, USA, do seminário A Atmosfera: Ameaçada e Ameaçadora. Sintomaticamente, o evento não foi organizado por nenhum especialista no assunto, mas pela antropóloga Margaret Mead, uma das mais experimentadas “aprendizes de feiticeira” dos EUA – juntamente com seu ex-marido Gregory Bateson. Mead desempenhou papel de grande importância na criação do movimento ambientalista.</p>
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<h2>As decisões são políticas, e não técnicas</h2>
<p>O relatório oficial do evento adverte: <em>«A Dra. Mead enfatizou que a conferência foi baseada no pressuposto de que decisões políticas de tremendo alcance serão tomadas – com cientistas provendo elementos de julgamento ou não </em>[...]<em> Uma decisão dos formuladores de políticas, no sentido de não agir na ausência de informações ou de conhecimento científico, é uma decisão política por si mesma – e para os cientistas, não há possibilidade de inação, exceto a de deixarem de ser cientistas.»</em> Assim a “sinceridade” da Dra, Mead explica as campanhas alarmistas contra os clorofluorcarbonos (CFCs), acusados de destruir a camada de ozônio, além dos combustíveis fósseis e de várias outras substâncias utilizadas pelas indústrias, todas colocadas no seu <em>index</em>, sem qualquer fundamentação científica.</p>
<p>Assim, com seus métodos de “engenharia social”, o <em>establishment</em> oligárquico foi capaz de desviar o curso do otimismo cultural do pós-guerra e das prespectivas de conquistas científicas – tais como as aplicações pacíficas da energia nuclear – transformando-a num mar de pessimismo, num movimento de massas mobilizadas contra o progresso e a civilização.</p>
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<h2>As finalidades do movimento ambientalista internacional</h2>
<p>A instrumentalização do ambientalismo como uma eficiente arma política do arsenal oligárquico tem tríplice finalidade:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/joker_batman-pm1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4879" title="joker_batman-pm1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/joker_batman-pm1-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a>① A disseminação do irracionalismo e do “pessimismo cultural” entre a população em geral, fazendo com que as pessoas educadas aceitem, sem questionamento, a subordinação das políticas de promoção do ben-estar e do desenvolvimento da sociedade em geral, a requisitos – geralmente injustificados – de “proteção do meio ambiente”. Um subproduto desse impulso é a formação de uma imagem negativa da Ciência e da Tecnologia, que passam a ser consideradas “inimigas do meio ambiente”. Como afirma, explicitamente, o ex-vice-presidente dos USA, Al Gore, um dos campeões do ambientalismo – em seu livro <em>«Earth in the Balance»</em> (<em>«Terra na Balança</em>»), a intenção é colocar o meio ambiente no centro da organização da sociedade humana.</p>
<p>② A manipulação de argumentos de “proteção ambiental” para justificar o estabelecimento de estruturas legislativas de “Governo Mundial”, baseadas no argumento de que os problemas ambientais não reconhecem fronteiras políticas. Nesse particular, a aprovação do chamado Protocolo de Montreal para a Proteção da Camada de Ozônio – sem a menor justificativa científica – estabeleceu poderoso precedente para iniciativas posteriores, como a Convenção de Mudanças Climáticas, que pretende coibir, drasticamente, o uso de combustíveis fósseis sob o falacioso argumento de que estes contribuem para agravar o aquecimento global. Através da Convenção de Mudanças Climáticas ( e suas atualizações, como o chamado Protocolo de Kyoto), os mentores da “Agenda Ambientalista” pretendem criar um obstáculo quase intransponível ao desenvolvimento em escala mundial, já que <sup>3</sup>/<sub>4</sub> partes da energia consumida no planeta provêm de combustíveis fósseis.</p>
<p>③ A manipulação direta de argumentos ambientais e étnicos (estes, indigenistas e quilombolistas), para obstaculizar projetos de desenvolvimento, particularmente nos setores de infra-estrutura – como é o caso da campanha contra as hidrovias brasileiras.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4880" title="uicn1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1-300x137.jpg" alt="" width="149" height="68" /></a>Surgem a UICN e o WWF</h2>
<p>Em 1961, Julian Huxley e Max Nicholson, juntamente com um grupo de notáveis da oligarquia britânica, fundaram o que viria a compor, juntamente com a UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza, o “Estado Maior” do movimento ambientalista: o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature (Fundo Mundial para a Vida Selvagem), atualmente chamado Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature), mas ainda utilizando a mesma sigla WWF.<a href="../wp-content/uploads/2010/10/wwf_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4881" title="wwf_logo" src="../wp-content/uploads/2010/10/wwf_logo.jpg" alt="" width="187" height="209" /></a></p>
<p>Entre os fundadores do WWF destacaram-se: o pintor e conservacionista Sir Peter Scott (a quem é atribuída a “paternidade” da organização); o Príncipe Philip (consorte da Rainha Elisabeth II); Lord Solly Zuckerman (principal consultor científico do governo britânico); marechal Lord Alan Brooke (ex-chefe do Estado Maior do Reino Unido); e Sir Frank Chapell (ex-comandante-geral do Exército britânico).</p>
<p>O WWF foi entidade fundamental para assegurar a predominância das empresas da Comunidade Britânica de Nações sobre os recursos naturais africanos – com seu controle sobre grande parte da vasta rede de parques e reservas naturais que retalharam a maioria dos países do continente africano. Desde a sua fundação, o WWF tem sido encabeçado pelo príncipe Philip.</p>
<p>A partir do WWF, os estrategistas oligárquicos dirigiram a criação, orientação e financiamento do aparato internacional de ONGs ambientalistas. Em 1969, o WWF fundou o seu ramo “indigenista” – a Survival International – que teve papel fundamental para a criação da imensa reserva indígena ianomâmi no Brasil e Venezuela.</p>
<p>A partir do WWF e da UICN (que constituem o “estado-maior” do movimento ambientalista internacional), emanaram as diretrizes que orientam a atuação das organizações do sistema das Nações Unidas, envolvidas com o meio ambiente: PNUMA &#8211; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; PNUD &#8211; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; OMM &#8211; Organização Meteorológica Mundial; a UNESCO; e outras fundações e corporações financiadoras do movimento ambientalista internacional, e da pletora de ONGs que constituem as “tropas de choque” do mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Início prático do movimento: década de 1960</h2>
<p>Em meados da década de 1960, o cenário estava pronto para a deflagração do movimento ambientalista de massas . A partir das determinações do Instituto Tavistock de Relações Humanas (entidade inglesa, um dos principais organismos manipuladores das mudanças de paradigmas culturais), da UICN e do WWF, as diretrizes do movimento foram discutidas e estabelecidas numa série de reuniões promovidas na Europa sob os auspícios da OCDE &#8211; Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, e da OTAN &#8211; Organização do Tratado do Atlântico Norte. Cabe observar que este era o mesmo aparato em cujo âmbito estavam sendo discutidas as “reformas educacionais” que acabariam com os currículos clássicos em quase todo o mundo.</p>
<p>As principais conclusões de uma dessas conferências – realizada em maio/1967, em Deauville, França, com o engenhoso título de Conferência Sobre o Desequilíbrio e a Colaboração Tecnológica Transatlântica (dentre os principais participantes do evento, destacava-se Zbigniew Brzezinski, então funcionário do Conselho de Planejamento Político do Departamento de Estado dos USA) – foram:</p>
<p>① Quanto ao progresso científico – tal como definido pelo domínio sucessivo do homem sobre as leis universais – deveria ceder lugar a uma visão do homem como que reduzido a uma parte da Natureza, cujas leis seriam “imutáveis e icognoscíveis”.</p>
<p>② Sistemas de governo baseados nos paradigmas industriais então predominantes, não mais funcionariam nessa “nova era” pós industrial.</p>
<p>③ Os Estados Nacionais se desagregariam, na medida em que o homem criasse novas maneiras mais “empáticas” de se relacionar com os seus semelhantes.</p>
<p>④ a promoção da contracultura do rock, drogas e a “libertação sexual”, em um período pouco superior a uma geração, a transformaria na cultura global dominante, o que significaria o fim da civilização ocidental judaico-cristã, encerrando o que se considerava a “Era de Peixes” e abrindo a “Era de Aquário”.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/brzezinski2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4882" title="brzezinski2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/brzezinski2-300x221.jpg" alt="" width="184" height="135" /></a>Os pensamentos de Zbigniew Brzezinski e de Aurelio Peccei</h2>
<p>Em 1968, Zbigniew Brzezinski (um dos fundadores da Comissão Trilateral, imagem à esquerda) publicou o livro <em>«The Technetronic Age»</em> (<em>«A Era Tecnetrônica»</em>), no qual argumentava que a “Nova Era” (Era de Aquário) lançará as bases para uma ditadura benevolente por parte de uma elite “globalizada”. A sociedade – afirma ele – caracterizar-se-á por uma <em>«revolução da informação»</em>, pela cibernética, e pela substituição da <em>«orientação para as conquistas»</em> (ou seja, um sentido de propósito para a sociedade), por um <em>«enfoque de entretenimento»</em>, baseado em <em>«espetáculos»</em> (esportes de massa e televisão) que forneçam um narcótico para as massas crescentemente sem propósito&#8230; Segundo ele, novas formas de controle social poderiam ser necessárias para limitar o exercício indiscriminado, pelo indivíduo, de suas novas capacidades.</p>
<p>As declarações de Zbigniew Brzezinski de que <em>«&#8230;existe já difundido o consenso de que é desejável um planejamento funcional como o único meio de se enfrentar as diversas ameaças ecológicas&#8230;»</em><em> </em>foram enfatizadas no livro <em>«The Chasm Ahead»</em> (<em>«O Abismo à Frente</em>») escrito por Aurelio Peccei (industrial italiano que foi presidente do principal <em>think-tank</em> da OTAN, o Comitê Econômico Do Instituto Atlântico, imagem à direita). Peccei logo depois iria criar o Clube De Roma, em 1968. Segundo Peccei, a “Nova Era” está entre nós, portanto isso requererá mudanças dramáticas na maneira como o homem governa a si próprio, bem como a sua relação com a Natureza. O que se necessita é uma nova forma de “gerenciamento de crises” e planejamento.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2714" title="Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx-300x234.jpg" alt="" width="239" height="187" /></a>Em outro livro, <em>«The Human Quality»</em> («<em>A Qualidade Humana»</em>), Peccei repete os argumentos do Príncipe Philip – fundador do WWF &#8211; World Wilde Fund For Nature – ao afirmar que <em>«&#8230;o homem tem uma opinião muito elevada sobre si mesmo – e que o homem é parte da Natureza e é apenas um animal que, por sua arrogância, coloca a Natureza em perigo, e portanto, deve aceitar a sua subserviência em relação à Natureza»</em>.</p>
<p>Mais tarde, em <em>«Cem Páginas Para o Futuro»</em>, Peccei dirá: <em>«Será que foi então um impulso de criatividade, ou um momento de desvario que a Natureza produziu sua última grande espécie, que chamamos homo sapiens? Será ele a sua obra-prima, ou, pelo contrário, um refugo que escapou às triagens da seleção imediata e que foi, provisoriamente, admitido no turbilhão da vida? E acabará esta por eliminá-lo, se ele for de encontro a muitas outras espécies, ou se enfraquecer biologicamente? São questões que se tornam cada vez mais controvertidas.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O ambientalismo conquista os governos e criam-se novas ONGs</h2>
<p>Na virada dos anos 1960-70, já com suas diretrizes básicas estabelecidas, os mentores do ambientalismo partiram para a sua institucionalização nas políticas de governo, e na sua transformação num movimento de massas. Em 1969 foi aprovada a NEPA &#8211; Lei de Política Ambiental Nacional, no Congresso dos EUA, da qual resultou a criação da EPA &#8211; Agência de Proteção Ambiental – o primeiro organismo governamental ambiental do mundo, com poderes restritivos.</p>
<p>Em paralelo à aprovação da NEPA, o <em>establishment</em> oligárquico estadunidense, com a família Rockefeller à frente, ensejou e financiou a criação de várias ONGs, especificamente dedicadas a invocar a nova legislação em uma série de ações legais contra setores avançados da indústria estadunidense, e, dentre elas, destacam-se a NRDC &#8211; Natural Resources Defence Council, e o EDF &#8211; Environmental Defense Fund.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O DDT, a primeira vítima</h2>
<p>A primeira vítima do esquema foi o DDT, alvo das investidas judiciais do NRDC e do EDF, e cujo banimento pela EPA, em abril/1972, definiria o padrão das campanhas ambientalistas que se seguiriam – através de acusações cientificamente infundadas, propaganda alarmista disseminada pela mídia, e intromissão em decisões políticas por parte dos órgãos regulamentadores pertinentes. Anos depois, o administrador da EPA, William Ruckelshaus, o responsável pelo banimento do DDT, admitiu que sua decisão tinha sido eminentemente “política”.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/AspenLogo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4884" title="AspenLogo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/AspenLogo.jpg" alt="" width="169" height="61" /></a>O Instituto Aspen</h2>
<p>Personagem-chave para o esquema ambientalista foi o magnata do petróleo Robert O. Anderson, presidente da Atlantic Oil Corporation e do Instituto Aspen de Estudos Humanísticos. Este instituto se transformou talvez na mais importante plataforma de lançamento para a popularização da ideologia “verde”. Participavam de seu Conselho Diretor indivíduos que desempenharam papéis cruciais na “mudança de paradigma cultural”, induzida pela oligarquia anglo-americana: o ex-secretário de Defesa dos USA e posteriormente presidente do BIRD, Robert MacNamara; a antropóloga Margaret Mead, e outros.</p>
<p>O sucessor de Robert O. Anderson (em 1969) no Instituto Aspen, foi Joseph Slater (ex-diretor da Fundação Ford). Slater trabalhou nos bastidores da ONU para que a entidade promovesse uma conferência internacional sobre o meio ambiente, o que foi aprovado em 1970 – mas apenas depois de superar uma forte oposição dos representantes dos países subdesenvolvidos, que já suspeitavam de que as preocupações ambientais poderiam implicar em obstáculos aos seu desenvolvimento econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Conferência de Estocolmo</h2>
<p>A Conferência das Nações Unidas para o Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, em junho/1972, introduziu a temática ambiental no cenário das relações internacionais, abrindo caminho para a elaboração de uma série de tratados internacionais, os quais se tornariam uma das marcas registradas do impulso ambientalista. Um dos países mais ativos em oposição ao esquema apresentado foi, precisamente, o Brasil, que, em Estocolmo, chegou a referir-se, oficialmente, à <em>«filosofia calvinista que inspira os países desenvolvidos»</em>. O secretário-geral da Conferência foi o empresário canadense Maurice Strong, também membro do Instituto Aspen. Maurice Strong seria também o secretário-geral da chamada Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/pnuma.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4885" title="pnuma" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/pnuma.gif" alt="" width="173" height="153" /></a>Como resultado (embora oficioso) da Conferência de Estocolmo, foi publicado o livro «<em>Uma Terra Somente»</em> (da escritora inglesa Barbara Ward – do IIEA &#8211; Instituto Internacional para Assuntos Ambientais, de Londres, depois nomeado IIED &#8211; Instituto Internacional para o Meio Ambiente – que atuava em estreita coordenação com o Instituto Aspen; e o biólogo estadunidense René Dubos, da Universidade Rockefeller) A mensagem do livro pode ser sintetizada no seguinte trecho: <em>«Em resumo, os dois mundos do homem: a biosfera, que herdou, e a tecnosfera, que criou, estão desequilibrados, e de fato, potencialmente, em profundo conflito. E o homem está no meio. Esta é a conjuntura da História em que nos encontramos: a porta do futuro abrindo-se para uma crise mais brusca, mais global, mais inevitável e mais desconcertante do que qualquer outra já defrontada pela espécie humana, que tomará forma decisiva dentro do lapso de vida das crianças que já nasceram.» </em>— Um resultado direto da Conferência de Estocolmo foi a criação do PNUMA<a href="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a> &#8211; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, cujo primeiro diretor foi, justamente, Maurice Strong.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong></p>
<p><strong>[continua no próxmo post]</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é um extrato realizado a partir do livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em seus vários capítulos, quando é tratado, de alguma forma, o tema do movimento ambientalista internacional. Assim, muitas partes da presente matéria poderão ser mais ou menos desconectadas, mas procurei “costurá-las” a fim de um melhor entendimento por parte do leitor. Eventualmente, introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura, bem como para organizar o texto.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>O livro a ler é:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> (Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Ambientalismo internacional &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente»  (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a>Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a <em>«destruição do meio ambiente»</em> (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.</p>
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<p><a href="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-3645" title="friends-of-earth" src="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth-233x300.gif" alt="" width="118" height="152" /></a></p>
<h2>O petróleo financia as ONGs ambientalistas!</h2>
<p>Com outra doação de US$ 200.000, Anderson garantiu a criação dos Amigos da Terra (Friends of the Earth), uma das primeiras entre as milhares de ONGs que viriam a formar as “tropas de choque” do movimento ambientalista. Vários dos principais fundadores dos Amigos da Terra foram recrutados entre os quadros dos Federalistas Mundiais e dos Cidadãos Planetários – estes últimos criados no pós-guerra como centros de difusão do “governo mundial”, por ideólogos oligarcas tais como Bertrand Russell, H. G. Wells e Robert Hutchins (reitor da Universidade de Chicago), este um fanático do “crescimento zero”.</p>
<p>A difusão da ideologia ambientalista na Europa foi amplamente financiada pela Shell, dirigida a partir da Sociedade Européia de Cultura de Amsterdan, outra criação de Julian Huxley. A Sociedade organizou o “Projeto Europa-2000”, de cujas recomendações foi estabelecido, no início dos anos 1970, o Instituto para a Política Européia de Meio Ambiente.</p>
<p>Este, juntamente com o IIED &#8211; Instituto Internacional para o Meio Ambiente e organizações coligadas dos EUA, como o Instituto Aspen e as fundações Ford e Rockefeller, têm sido as mais ativas instituições envolvidas na elaboração da “agenda verde global”. Esse esforço foi a contrapartida européia para a realização da Conferência de Estocolmo, em junho/1972.</p>
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<h2>Três manifestos ambientalistas históricos</h2>
<p>Além da Conferência de Estocolmo, também foram divulgados em 1972, três famosos manifestos ambientalistas:</p>
<p>① O relatório <em>«Blueprint For Survival»</em> (<em>«Roteiro Para a Sobrevivência»</em>) – editado pela revista inglesa <em>The Ecologist</em> (dirigida por Edward Goldsmith e patrocinada por seu irmão <em>sir</em> James Goldsmith e por <em>lord</em> Victor Rothschild;</p>
<p>② A <em>«Carta Mansholt»</em> – redigida pelo então secretário da Comissão da Comunidade Européia, o francês Sicco Mansholt (protegido de <em>lord</em> Rothschild); e</p>
<p>③ O relatório do Clube de Roma, <em>«Limites Do Crescimento»</em>. — Os três documentos batem na mesma tecla: a impossibilidade de expansão contínua da sociedade industrial e da população do planeta.</p>
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<h2>Uma agenda para acabar com a civilização&#8230;</h2>
<p><em>«The Unfinished Agenda»</em> («<em>A Agenda Inacabada»</em>) – documento de 1977, patrocinado pelo Rockefeller Brothers Fund (Fundo dos Irmãos Rockefeller) – recomendava uma série de medidas que representavam uma degradação deliberada dos setores intensivos em tecnologia da economia dos EUA, com a conseqüente imposição de um regime de “crescimento zero”, coerente com as sugestões explícitas dos relatórios do Clube de Roma. Entre outras recomendações, a <em>«Agenda Inacabada»</em> sugeria:</p>
<p>① Estabelecer a redução populacional como meta nacional;</p>
<p>② Promover uma política de esterilização feminina nos países do Terceiro Mundo;</p>
<p>③ Imposição de fortes restrições à imigração para os EUA, especialmente a proveniente de países pobres;</p>
<p>④ Vincular a ajuda alimentícia aos países pobres a metas de redução das taxas de natalidade;</p>
<p>⑤ Reduzir a intensidade energética da agricultura estadunidense;</p>
<p>⑥ Eliminar a utilização de fertilizantes e pesticidas na agricultura;</p>
<p>⑦ Eliminar a fissão nuclear como fonte energética; e</p>
<p>⑧ Fomentar o uso de fontes energéticas de pequena escala.</p>
<p>Na conclusão é abertamente admitido que o objetivo do projeto do movimento ambientalista não é resolver o problema de recursos escassos, mas promover uma mudança de valores na Sociedade, afastando-a do compromisso com o progresso: <em>«</em><em>Aqueles que vivem no ambiente comum do planeta estão agora experimentando a transição da abundância para a escassez. Os desafios imediatamente à frente não são os limites físicos ao crescimento, mas o desafio de uma grande transformação nos valores humanos.»</em></p>
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<h2><a href="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4891" title="sicco-mansholt" src="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt-214x300.jpg" alt="" width="142" height="200" /></a>Mitterrand: sugestão de renúncia à nossa soberania!</h2>
<p>Sicco Mansholt (imagem à direita), tornou-se um dos principais líderes intelectuais do “ambientalismo” europeu, tendo sido também um dos incentivadores da criação do Clube de Roma, em 1968. As idéias de Mansholt foram largamente adotadas pelas lideranças da Internacional Socialista. François Mitterrand endossou a <em>«Carta Mansholt»</em>, o que evidencia que ele e seu chanceler Michel Rocard não tenham cometido um mero deslize diplomático, ao exigirem do Brasil, na Conferência de Haia, em março/1989, a <em>«renúncia a parcelas de soberania»</em> para facilitar a solução de problemas ambientais. Tal preceito constitui elemento fundamental da estratégia da oligarquia européia, e de seus títeres na Internacional Socialista.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4892" title="ObamaCFR" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg" alt="" width="154" height="118" /></a>O CFR e a Comissão Trilateral na área</h2>
<p>A ascensão de Jimmy Carter à Presidência dos USA, em 1977, representou a consolidação política de todas as diretrizes oligárquicas no país mais poderoso do mundo, e resultou de um projeto gestado, diretamente, no interior do CFR &#8211; Council for Foreign Relations e da Comissão Trilateral.</p>
<p>A intenção do CFR na agenda ambiental ficou explícita com o artigo do diplomata George Kennan, intitulado <em>«Para Evitar um Desastre Mundial» </em>(publicado em abril/1970 na revista da organização: <em>Foreign Affairs</em>). Kennan, um dos mais importantes estrategistas do <em>establishment</em> estadunidense, enfatiza três pontos:</p>
<p>① a crise ambiental representa uma ameaça global tão grande que ameaça a vida na Terra;</p>
<p>② A crise deveria ser controlada por uma parceria entre governos e o empresariado, operando sob a supeervisão de uma super-agência ambiental mundial;</p>
<p>③ Parte dos recursos necessários para esse esforço deveriam provir dos orçamentos de defesa nacional.<a href="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4051" title="bibliotecapleyades.net-round_table" src="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table-300x282.jpg" alt="" width="125" height="118" /></a></p>
<p>Em 1973, simultaneamente com a criação da Comissão Trilateral, foi criada uma força-tarefa, o “Projeto dos Anos 80”, organizada pelo CFR, com o objetivo de elaborar diretrizes de governo nos campos estratégico, econômico e social, visando a promoção de uma <em>«desintegração controlada da economia mundial»</em>. Entre seus organizadores estavam Zbigniew Brzezinski, Cyrus Vance e outros indivíduos que, posteriormente, ocuparam importantes cargos no Governo de Jimmy Carter.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4895" title="rio92" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg" alt="" width="145" height="145" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4896" title="agenda21" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21-133x300.jpg" alt="" width="133" height="300" /></a>A década de 1990, a Rio-92 e a Agenda 21</h2>
<p>Se a década de 1970 foi a da popularização do ambientalismo, a de 1990 ficaria marcada pela elevação do mesmo ao plano superior da formulação de políticas públicas e das relações internacionais.</p>
<p>Elemento crucial para o processo de formulação de políticas públicas do ambientalismo foi a realização da <em>Rio-92</em>, chamada “Cúpula da Terra”, no Rio de Janeiro, em junho de 1992 – da qual resultaram convenções (Protocolo de Montreal para a Proteção da Camada de Ozônio; a Convenção Quadro de Mudanças Climáticas; Convenção Sobre Diversidade Biológica etc) e a chamada “Agenda 21”, um enorme conjunto de diretrizes destinado a introduzir o elemento ambiental, principalmente o conceito de “desenvolvimento sustentado”, em, praticamente, todos os ramos das atividades humanas.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2021" title="Elaine-Dewar-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif" alt="" width="110" height="124" /></a>Elaine Dewar reage</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar sobre a Rio-92: <em>«Propagandeada como a “maior cúpula do mundo”, a conferência do Rio era publicamente descrita como uma negociação global para reconciliar a necessidade de proteção ambiental com a necessidade de crescimento econômico. Os bem-informados entendiam que havia outros objetivos bem mais profundos. Estes, envolviam a transferência de poderes regulamentadores nacionais para vastas autoridades regionais; a abertura de todas as economias nacionais fechadas a interesses multinacionais; o reforço de estruturas de tomada de decisões muito acima e muito abaixo do alcance de democracias nacionais recém-estabelecidas; e, acima de tudo, a integração dos impérios soviético e chinês no sistema de mercado global. Eu não havia ouvido ninguém usar qualquer nome para esta agenda bastante grande, de modo que, mais tarde, eu mesma a batizei – a “Agenda de Governança Global”.» </em></p>
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<h2>Rio-92: V<sub>0</sub> da “nova ordem mundial”</h2>
<p>A chamada Rio-92 já está cumprindo o seu objetivo primário de provocar uma mudança nos chamados “paradigmas culturais”. Nas escolas, as crianças não falam senão da proteção à Natureza e da maldade intrínseca às atividades humanas. [...] Não é acidental, porque o propósito da Rio-92 – organizada para ser o mais importante advento do nosso século, a conferência que para alguns inauguraria a “nova ordem mundial” do presidente George Bush – era estabelecer princípios que constituem essencialmente um ataque aos valores cristãos mais fundamentais, colocando as preocupações com a Natureza <em>per se</em> em plano idêntico, senão superior, àquelas com o homem e sua luta para reproduzir e ampliar as bases da civilização, que foram a força motriz das descobertas marítimas e a própria alma da evangelização.</p>
<p>A verdade sobre o tema central que se tentará impor à Rio-92 (em palestra de Lorenzo Carrasco em 18/05/1992): na realidade a chamada “agenda ambiental” das oligarquias do “governo mundial” não é nenhuma novidade – apenas utiliza o velho conceito malthusiano de que os recursos naturais são finitos, como também é limitada a população que deles pode usufruir. Por conseguinte, a estratégia delas (das oligarquias) exigiria, fundamentalmente, o controle do crescimento populacional dos países subdesenvolvidos, assim como impedir o seu desenvolvimento científico-tecnológico-econômico.</p>
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<h2>“Desenvolvimento sustentável”: mais para os ricos, menos para os pobres</h2>
<p>São esses os propósitos escondidos pela pomposa denominação de “desenvolvimento sustentado” – que pressupõe que os limitados recursos naturais do planeta e a igualmente restrita capacidade de sustentação da biosfera, não permitem a expansão dos benefpicios da sociedade industrial moderna a todos os povos do planeta, o que não só é cientificamente incorreto, mas também moralmente inaceitável. [...] os promotores desse “desenvolvimento” propõem agora uma divisão das restrições ao desenvolvimento econômico, a qual, se levada às últimas conseqüências, significará um virtual congelamento do progresso da civilização em nível muito inferior ao possível, e exigido pela dignidade humana. Repetindo: este é o tema central da Rio-92.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4900" title="protocolodemontreal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal-300x207.jpg" alt="" width="211" height="145" /></a>Protocolo de Montreal</h2>
<p>Este, que vinha sendo negociado desde 1987, determinou o precedente para os grandes tratados ambientais internacionais. Pelos seus termos, toda uma família de produtos supostamente deletérios para a camada de ozônio (CFCs, halons etc) tiveram seus usos suprimidos até 2010. O <em>Protocolo</em> foi implementado a despeito das objeções de grande parte da comunidade científica e das advertências de que o custo da substituição dos produtos banidos chegaria à casa de centenas de bilhões de dólares em todo o mundo.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-4901" title="aquecimentoglobal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal-282x300.gif" alt="" width="196" height="210" /></a>A convenção Quadro de Mudanças Climáticas</h2>
<p>Esta prometia efeitos ainda piores. Seu objetivo era o de restringir a utilização de combustíveis fósseis – sob o pretexto de combater o chamado “aquecimento global”. A meta prevista era obter até 2010 uma redução dos níveis de emissões dos “gazes de efeito estufa”, principalmente o gás carbônico, aos níveis vigentes em 1990. Em escala global isso implica em um virtual congelamento da utilização de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), que respondem por <sup>3</sup>/<sub>4</sub> da produção mundial de energia, com um impacto conseqüente nos planos de desenvolvimento de cada país.</p>
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<h2>MDL – “mecanismos de desenvolvimento limpo”</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2016" title="maurice_strong_hires" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires-292x300.jpg" alt="" width="148" height="152" /></a>Idealizado por Maurice Strong (à esquerda, que presidiu a Rio-92), tem como objetivo a “comercialização” de direitos de emissão de “gazes de efeito estufa”. Assim, os planejadores da agenda ambiental pretendiam estabelecer um sistema de “cotas de emissões” para cada país. Por meio dos MDLs, os países interessados poderiam negociar a compra ou a venda de “cotas” segundo seus interesses momentâneos – o que, na prática, significaria a mercantilização do direito ao desenvolvimento.</p>
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<h2>Novamente Elaine Dewar adverte</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar: <em>«Ao final de 1991, eu havia me tornado altamente cética sobre os motivos dos participantes do circuito (ambientalista). Eu havia chegado à conclusão de que a poluição transfronteiriça estava sendo usada como um instrumento de mercado para vender aos que ainda tinham dúvidas, a necessidade de adoção de níveis de governança regionais e globais. O “pense globalmente, aja localmente”, era apenas outro slogan propagandístico. </em>[...]<em> Por volta do ano 2000, haveria poucas entidades nacionais independentes capazes de defender as comunidades locais dos leviatãs internacionais. As comunidades locais competiriam entre si pelos favores dos grandes interesses</em> (vide a venda de “cotas” – MDLs – de Maurice Strong). <em>Aqueles de nós que vivêssemos nas periferias brutais dessas novas potências mundiais se veriam agradecidos por comercializar com qualquer um, a qualquer preço.»</em></p>
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<h2>Uma obstaculização completa ao desenvolvimento</h2>
<p>Como as outras duas principais fontes energéticas que se seguem em importância aos combustíveis fósseis – a hidroelétrica e a nuclear – se encontram, igualmente, na alça-de-mira dos ambientalistas, não é difícil perceber que a plena implementação da “Agenda Verde” implicará num obstáculo quase intransponível para as prespectivas de progresso dos países que ainda lutam para atingir um nível de desenvolvimento pleno.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4903" title="biodiversidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade-300x211.jpg" alt="" width="213" height="150" /></a>A Convenção sobre Diversidade Biológica</h2>
<p>Esta, parte do pressuposto de que as atividades humanas estão destruindo a biodiversidade que a Natureza levou bilhões de anos para desenvolver, e estabelece um marco legal para a proteção dos ecossistemas julgados ameaçados. A sua interpretação e aplicação irrestritas tem o potencial de obstaculizar um grande número de atividades econômicas. [...] Com todo esse aparato legal, que vem sendo constantemente ampliado com novas iniciativas, o fator ambiental da estratégia hegemônica da oligarquia adquire uma relevância crucial para a determinação do futuro imediato de nossa civilização.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4906" title="marina1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1-225x300.jpg" alt="" width="140" height="187" /></a>Estrutura do movimento ambientalista internacional</h2>
<p>Organizado hierarquicamente, a partir dos círculos mais elevados do <em>establishment</em> oligárquico, reunido no chamado Clube das Ilhas – pode ser dividido em três escalões:</p>
<p>① <strong>“Estado-maior”</strong> – diretamente ligado à cúpula do <em>establishment</em>, onde são elaboradas as diretrizes gerais do movimento: UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza e o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature – que recebem apoio financeiro direto do Clube 1001 e de outras fontes oligárquicas.</p>
<p>② <strong>“Comando operacional e logístico”</strong> – onde as diretrizes são transformadas em ações, envolvendo tanto governos nacionais como ONGs:</p>
<p>ⓐ entidades da ONU, tais como o PNUMA, PNUD, UNESCO, Organização Meteorológica Mundial etc;</p>
<p>ⓑ o Clube de Roma, coordenando atividades de uma série de organizações internacionais encarregadas da difusão da ideologia malthusiana dos “limites do crescimento”;</p>
<p>ⓒ Instituto Tavistock, responsável pelos programas de “engenharia social”, para tornar o ambientalismo socialmente aceitável;</p>
<p>ⓓ organizações “de inteligência” – como o World Resources Institute e o Worldwatch Institute;</p>
<p>ⓔ o aparato de financiamento dos programas, das ONGs e da formação dos quadros especializados necessários, integrado por agências de ajuda internacional de governos como os dos USA, Grã-Bretanha, Canadá etc, e de findações familiares e uma rede de empresas “fita azul” do Establishment.</p>
<p>③ <strong>“Tropas de choque”</strong> – representadas pelas ONGs de “ação direta”. Estas, por sua vez, podem ser divididas entre um seleto grupo de “organizações respeitáveis” – dirigidas por “cidadãos acima de qualquer suspeita” (Nature Conservancy, Environmental Defense Fund, Conservation International, Nature Resources Defense Council etc); e as organizações radicais, como o Greenpeace, Amigos da Terra etc, que geralmente protagonizam ações de grande impacto. Entre esses níveis de radicalismo, chega-se a organizações proto-terroristas e abertamente terroristas.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4908" title="thomaslovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy-239x300.jpg" alt="" width="157" height="196" /></a>O alarmista Thomas Lovejoy (WWF)</h2>
<p>Juntamente com o biólogo Norman Myers, Thomas Lovejoy (do WWF) tornou-se o maior propagandista de um dos temas preferidos do alarmismo ambientalista, a extinção das espécies. A partir da publicação do livro de Myers, «<em>The Sinking Ark</em><em>»</em> («<em>A Arca Que Está Afundando</em><em>»</em>), em 1979, ambos começaram a difundir a tese – infundada – de que a ação humana estaria causando a extinção de até 100 espécies de organismos por dia, principalmente nas grandes floresras tropicais. Embora absurda e contestada por um grande número de cientistas, em pouco tempo, tal cifra passou a aparecer com destaque cada vez maior na prolífica literatura “eco-alarmista”.</p>
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<h2><em>Debt-for-nature swaps</em> &#8211; idéia de Lovejoy</h2>
<p>Em 1987, Thomas Lovejoy apresentou a proposta do mecanismo de troca de “dívida por natureza” (<em>debt-for-nature swaps</em>), pelo qual os países subdesenvolvidos poderiam abater parcelas de suas dívidas externas para utilizar tais recursos em programas de proteção ambiental – evidentemente, supervisionados e executados por ONGs internacionais. Recebida com entusiasmo entre as redes ambientalistas brasileiras, a proposta praticamente não chegou a ser implementada no país, mas volta-e-meia insiste em reaparecer.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4909" title="panda1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>Este é o WWF que ninguém conhece</h2>
<p>Em entrevista divulgada em abril/1983, Lovejoy falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista: <em>«Quero esclarecer uma coisa agora mesmo: algumas pessoas têm circulado histórias maldosas de que o WWF está tentando parar todo o investimento no setor em desenvolvimento, que não queremos nenhuma indústria, e que tudo em que estamos interessados são plantas e animais. Isso é uma mentira»</em> &#8230; – Perguntando se o WWF não coloca os animaizinhos e plantas exóticas contra o desenvolvimento industrial e de exploração de recursos naturais em certas áreas, Lovejoy respondeu: <em><strong>«Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que eu sou? Você sabe realmente quem eu sou? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da</strong> </em>[seguradora]<em> <strong>Metropolitan Life. Você sabe quem é realmente Russell Train</strong> (na época presidente do WWF-USA e ex-alto funcionário da NATO)? <strong>Quem diabos, você pensa que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim – ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos&#8230; O maior problema são esses malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convém. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias&#8230; Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar as pessoas e vamos ter que ajustar isso. Será um ajuste doloroso, sem dúvida. Não, o problema real é esse nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais ele leva.» </strong></em>E continuando: <em><strong>«Antes de tudo, precisamos ter certo controle sobre os ministros de planejamento nesses países, especialmente os países maiores.</strong> </em>[...]<em> <strong>Talvez seja possível quebrar alguns setores nacionais, como o petróleo no México, porque é ineficiente e requer muito capital.» </strong></em>{grifos do Editor deste site}<em><strong>.<br />
</strong></em></p>
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<h2>Novamente a pressão francesa sobre a soberania brasileirae a ação das ONGs</h2>
<p>Em fevereiro-março/1989, em Haia, Holanda, ocorreram duas conferências internacionais sobre o meio ambiente, às quais compareceram os chefes de Estado de 23 países. Na ocasião, O presidente francês François Mitterrand e seu chanceler Michel Rocard, afirmaram, explicitamente, que países como o Brasil deveriam abrir mão de “parcelas de soberania” sobre ecossistemas como a floresta amazônica, para facilitar a sua preservação como um “patrimônio da humanidade”.</p>
<p>Nesse período, manifestações “populares” contra a suposta insensibilidade ambiental do Brasil ocorreram em vários países. [...] Simultaneamente a esses protestos contra a “devastação da Amazônia” houve a publicação de importante editorial da revista <em>The Economist</em> sobre a Amazônia – o que se constituiu, a par das ações de rua, apenas uma das pontas visíveis de uma bem articulada campanha que insistia em levantar a velha bandeira de que <em>«a imensa riqueza da floresta amazônica deveria ser explorada em benefício da humanidade»</em>. Participando diretamente da ação estavam ONGs, como a Friends of the Earth, Survival International (a qual se propunha a sabotar todos os fluxos financeiros internacionais destinados a projetos na Amazônia – até que o governo brasileiro reconhecesse os <em>«legítimos direitos dos indígenas»</em>), Greenpeace, Oxfam, Forest Peoples Support Group e outras.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4911" title="obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09-300x200.jpg" alt="" width="210" height="140" /></a>A rodovia BR-364 prejudicada</h2>
<p>Ao mesmo tempo, o governo de George Bush (pai), sob instigação da promeira-ministra britânica Margaret Thatcher, e trazendo a tiracolo o presidente francês François Mitterrand, apressaram-se em surgir como “campeões do meio ambiente”, denotando a crescente relevância temática ambiental nas relaçoes internacionais e o maldisfarçado intento de obstaculizar as aspirações de  desenvolvimento das nações do Sul. O próprio Bush pressionou diretamente o governo do Japão para impedir a concessão ao Brasil de um financiamento para a conclusão da pavimentação da rodovia BR-364, no trecho que liga o Acre ao Peru, permitindo o acesso rodoviário aos portos deste país. Thatcher, por sua vez, apoiou uma série de esforços para vincular o pagamento da dívida externa de países como o Brasil, à venda de recursos naturais destes.</p>
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<h2>Nobres preocupações estrangeiras com o Brasil!</h2>
<p>Durante todo o ano de 1989, o Brasil recebeu visitas de várias delegações estrangeiras, principalmente dos EUA, inclusive com a presença do vice-primeiro ministro holandês Rudolf Koorte, que vieram professar <em>in loco</em> suas preocupações com o meio ambiente brasileiro, e aproveitando a oportunidade para promover a “menina dos olhos” da campanha ambientalista internacional – as conversões de “dívida por natureza”. A despeito de contar com vários aliados aqui mesmo no Brasil, essa proposta não foi adiante naquele momento.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4912" title="africa-cartoon" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon-228x300.jpg" alt="" width="313" height="412" /></a>“Africanização”,&#8230; também do Brasil?</h2>
<p>O predomínio britânico se tornou evidente no sistema de parques naturais, que, à época da independência, já representavam mais de 20% do território das antigas colônias britânicas na África. Os diretores dos parques, chefes de polícia dos mesmos, e suas juntas diretoras, continuaram nas mãos dos súditos britânicos. [...] Um grande número desses parques, e em alguns casos todo o sistema, foi colocado sob o comando de ONGs, manejadas por juntas internacionais ou por procuradores, sem supervisão alguma por parte dos governos locais. Hoje em dia, os sistemas de parques do Quênia, Tanzânia, Congo, são administrados por entidades privadas. Chegou-se ao extremo de, por exemplo, na Tanzânia, cerca de 40 % do seu território estar contido no sistema de parques naturais, administrado pela ONG Parques Naturais da Tanzânia.</p>
<p>O tamanho total desses parques e complexos é surpreendente: 8,2 % da superfície total da África subsaariana. Muito mais surpreendente é que grande parte dos parques e reservas naturais está situada nas fronteiras nacionais. (obs: essas fronteiras dos Estados africanos foram desenhadas arbitrariamente pelas potências européias em suas conferências imperiais).</p>
<p>A situação dos parques naturais em tais regiões visa o genocídio e à desestabilização contínua da África. Por outro lado, os parques fizeram estragos na economia e ecologia africanas. A rede de parques diminuiu o fluxo de energia de todo o sistema ecológico, o que fez proliferar parasitas e enfermidades. Essa degradação do ambiente humano ajudou a criar as condições pelas quais as novas enfermidades (AIDS) se generalizaram entre a população esgotada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os parques têm vários objetivos geopolíticos:</h2>
<p>① eliminar grandes extensões de terra para fins econômicos produtivos; a criação dos parques é a maior operação de expulsão conhecida desde que a horda de mongóis de Gengis-Khan assolou a Ásia Central no século 13. Como disse um especialista britânico: <em>«</em><em>Quando os britânicos desejam expulsar o povo de uma região, sua tendência é converter a mesma em um parque selvagem, o que lhe dá a sua razão de ser»</em>;</p>
<p>② enquanto impedem o aproveitamento desses territórios, as reservas se situam com freqüência sobre jazidas de recursos estratégicos. Exemplo: os parques das zonas fronteiriças do Níger, estão sobre uma jazida de urânio;</p>
<p>③ o fato dos parques serem administrados por organismos supranacionais, como o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature, é um ataque à soberania nacional. A pretexto de combater caçadores furtivos, a administração inclui muitas vezes forças paramilitares. Outros parques são administrados por outros organismos internacionais, como o PNUD, a FAO &#8211; Organização para a Alimentação e Agricultura, da ONU, ou a UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza;</p>
<p>④ os parques são refúgio e zonas de treinamento de tropas dos grupos guerrilheiros mais diversos. Vários estão localizados nas fronteiras dos países, e funcionam como “zonas militarizadas”. Exemplo: o WWF administrava o programa de gorilas no Parque Virunga, enquanto a FPR &#8211; Frente Patriótica de Ruanda usava o mesmo para entrar em Ruanda. Sem exagero, podemos afirmar que, sem as zonas de refúgio que a rede de parques que a família real britânica oferece, as prolongadas guerras civis e fronteiriças que afligem a África, desde os<a href="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a> anos 1970, teriam sido impossíveis.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é um extrato realizado a partir do livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em seus vários capítulos, quando é tratado, de alguma forma, o tema do movimento ambientalista internacional. Assim, muitas partes da presente matéria poderão ser mais ou menos desconectadas, mas procurei “costurá-las” a fim de um melhor entendimento por parte do leitor. Eventualmente, introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura, bem como para organizar o texto. Imagens: Google &#8211; Imagens.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Observação:</strong> o segundo volume da série “Máfia Verde” (<em><strong>«Máfia Verde 2 &#8211; Ambientalismo, Novo Colonialismo»</strong></em>) também fala muita coisa sobre o movimento ambientalista internacional, matérias que serão, oportunamente, inseridas neste site.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> dos editores (Capax Dei Editora); e <strong><em>«Uma Demão de Verde»</em></strong>, da jornalista canadense Elaine Dewar (também editado pela Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Fundação Rockefeller</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 23:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a en­tidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do establishment anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3323" title="Vampire-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg" alt="" width="54" height="54" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/rockefeller_foundation_tech.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4735" title="rockefeller_foundation_tech" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/rockefeller_foundation_tech.jpg" alt="" width="150" height="152" /></a>Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a en­tidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do <em>establishment</em> anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.</p>
<p>Já nas primeiras décadas do século 20, envolveu-se ativamente na promo­ção do movimento eugênico, financiando instituições dedicadas à “higiene racial” em vários países.</p>
<p>No pós-guerra, ao mesmo tempo em que apoiava os programas de pesquisas agrícolas que resultaram na “Revolução Verde”, deu um grande impulso ao movimento de controle de população.</p>
<p>Durante a década de 1970, juntamente com outras fundações do aparato Rockefeller, foi instrumental para a “decolagem” do movimento ambientalista, tanto nos EUA como em outros países</p>
<p>Em 1986, a Fundação estabeleceu o seu próprio <em>Programa Ambiental Global</em>, para financiar programas nas áreas de conservação de energia, desenvolvi­mento sustentado e uso de recursos naturais.</p>
<p>Em 1990, foi criado um ambici­oso programa de formação de “lideranças ambientais, denominado <em>Lideranças para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento</em> (LEAD, na sigla em inglês).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><br />
</a></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2463" title="alertaem rede-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg" alt="" width="100" height="53" /></a><a href="../wp-content/uploads/2010/09/david_rockefeller5.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4748" title="david_rockefeller5" src="../wp-content/uploads/2010/09/david_rockefeller5-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A Fundação Rockefeller</h2>
<p>A Fundação Rockefeller tem sido uma instituição crucial no processo de desenvolvimento dos programas de “engenharia social” que desembocaram na criação do movimento ambientalista. Desde a sua criação, em 1913, tem participado diretamente da estruturação e do financiamento, inicialmente, do movimento eugênico e, quando este caiu em descrédito após as atrocidades nazistas, dos movimentos de controle populacional e ambientalista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O malthusianismo logo de cara</h2>
<p>A Fundação Rockefeller e as demais fundações da família Rockefeller participaram diretamente da criação do Clube de Roma, em 1968 – uma das instituições-chaves do movimento ambientalista internacional. Na década de 70, os Rockefeller patrocinaram amplamente o projeto <em>A Agenda Inacabada</em> (<em>The Unfinished Agenda</em>) – estudo que determinou as principais diretrizes de ação que seriam seguidas pelos ambientalistas e que orientaria a elaboração do relatório <em>«Global 2.000»</em>, do governo Carter, iniciativa que consolidaria o malthusianismo como diretriz fundamental da política exterior dos Estados Unidos.</p>
<p>Em 1990, a Fundação Rockefeller criou o programa LEAD &#8211; Leadership for Environmental and Development (Programa de Lideranças em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), <em>«para cultivar uma rede de talentosos profissionais de diversas disciplinas e setores, comprometidos com o desenvolvimento sustentável»</em>. Durante dois anos, os bolsistas, criteriosamente escolhidos pelo LEAD, passam por intenso treinamento <em>«multidisciplinar e multisetorial para diagnosticar e resolver problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável a nível regional, nacional e internacional»</em>. Desde 1992, mais de 500 profissionais já foram treinados no Brasil, Canadá, China, Comunidade de Estados Independentes (ex-União Soviética), Europa, Índia, Indonésia, México, Nigéria, Paquistão e África do Sul.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ação de base no Brasil</h2>
<p>No Brasil, o LEAD foi fundado em meados de 1991 e, segundo a <em>Gazeta Mercantil</em> (11/06/91), <em>«a Fundação Rockefeller pretende investir no Brasil US$ 5 milhões nos próximos cinco anos na formação de líderes na área ambiental, com a finalidade de preparar formadores de opinião capazes de ter uma visão ampla dos problemas ambientais e de suas implicações econômicas»</em>. Na ocasião, All Binger, diretor internacional do LEAD, declarou com surpreendente franqueza: <em>«Esperamos que, em dez anos, muitos dos bolsistas estejam atuando como ministros de meio ambiente e desenvolvimento, reitores de universidades e presidentes de empresas»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Brasileiros?</h2>
<p>A filial brasileira do LEAD chama-se Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças (ABDL) e tem na Universidade de São Paulo, que aderiu ao programa, seu principal celeiro de recrutamento. O Comitê Diretivo Nacional da ABDL tem José Goldemberg como presidente e Henrique Rattner como Diretor Nacional do Programa. Entre os membros do Comitê Diretivo encontram-se Israel Klabin (presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável), Enéas Salati, Eduardo Martins (atual secretário de Meio Ambiente do ministério de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, ex-presidente do IBAMA, ex-dirigente do WWF-Brasil), Maria Teresa Jorge Pádua (FUNATURA) e outros. José Goldemberg, um dos ex-ministros notáveis do governo Fernando Collor de Mello, que criou a Reserva Ianomâmi, vem a ser também membro da diretoria internacional do LEAD.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Financiando as ONGs</h2>
<p>A Fundação Rockefeller tem sido muito pródiga com essa sua criatura, para a qual já desembolsou mais de US$ 20 milhões. Sua filial brasileira recebeu ano passado US$ 570.000 e, em anos anteriores, outras quantias igualmente polpudas. O enlace do LEAD com a matriz do aparato ambientalista internacional, dirigida por famílias aristocráticas britânicas e agregados, é estabelecido por meio de Sir Shridath Ramphal, que ocupa a presidência do Comitê Internacional do programa. Sir Ramphal integra o mais alto escalão do aparato: ex-Secretário Geral da Comunidade Britânica de 1975 a 1990, é também o atual presidente da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).</p>
<p>A mais recente contribuição da Fundação Rockefeller para a campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná estabeleceu-se por intermédio do LEAD, quando três dirigentes de sua filial brasileira integraram o grupo dos 11 magníficos que escreveram o citado libelo <em>«Relatório de Uma Análise Independente»</em>. São eles: Israel Klabin, Henrique Rattner e Enéas Salati.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2465" title="alertaem rede-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg" alt="" width="70" height="37" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Nilder Costa</strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>a primeira parte deste post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>,  em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs  ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.</p>
<p>Apresento em seguida um trecho da matéria <em><strong>«Os Donos Invisíveis do   Movimento Ambientalista»</strong></em> (publicado em 31/08/1997 no site Alerta em   Rede, da autoria de Nilder Costa).</p>
<p>Eventualmente, introduzo subtítulos no texto para facilitar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>O livro a ler é:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> (Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/carta-aberta-de-eliane-sinhasique-para-renato-aragao-o-didi/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 14:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Controle populacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-médio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1909" title="Amazonia-e-olho-médio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-médio.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/crianca-esperanca-blog-o-sorriso-do-gato.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4545" title="crianca-esperanca-blog-o-sorriso-do-gato" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/crianca-esperanca-blog-o-sorriso-do-gato-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a>Querido Didi,</em></p>
<p><em>Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para  enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas  crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do  lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências)&#8230;</em></p>
<p><em>Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente,  você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante  de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma  resposta.</em></p>
<p><em>Não foi por “algum” motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por  você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha  altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses  motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma  criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de  investimentos em sua formação.</em></p>
<p><em>Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço  muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas,  comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as  despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as  salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei  a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família.  Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Muito pelo contrário,  faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e  muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.</em></p>
<p><em>Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso  suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo  brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos  embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para  o sustento e sobrevivência da minha família.</em></p>
<p><em>Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública,  através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola  pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos  merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que  nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de  tantos outros problemas sociais.</em></p>
<p><em>O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa  dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a  subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por  isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito  mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um  presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois  centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20  (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?  Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?</em></p>
<p><em>Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne  adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de  matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser  endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele  é ‘o cara’. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os  recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele  faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país,  sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que  acontece…</em></p>
<p><em>No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade  para cima de mim dizendo que as crianças precisam da “minha” doação, que a  “minha” doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor  da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para  alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por  10 dias.</em></p>
<p><em>Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu  não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço  doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva  mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se  ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha  família.</em></p>
<p><em>Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo  que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e  eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você  acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá  entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação  brasileira.<br />
 Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para  ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só  escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar  os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto  pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também,  fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de  ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e  habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a  educação e utilizar melhor os recursos.</em></p>
<p><em>Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do  Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando… Eliane  Sinhasique – Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.</em></p>
<p><em>P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei  obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.</em></p>
<p><strong>E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?<br />
 MELHOROU  ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?<br />
 BRASILEIROS PATRIOTAS  (e feitos de idiotas) DIVULGUEM ESSA REVOLTA. <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1910" title="Amazonia-e-olho-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="29" /></a></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Eliane Sinhasique</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada em 30/08/09,  no blog <strong>“O Sorriso do Gato”</strong>, que pode ser acessado em <a href="http://osorrisodogato.wordpress.com">http://osorrisodogato.wordpress.com</a>.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a><strong>Imagem:</strong> do mesmo blog.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
</div>
</div>
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		<title>Criança Esperança &#8211; bom ou ruim?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ntes de mais nada, um lembrete: nada que parta da ONU é bom para ninguém, exceto para os EUA e seus países aliados. E aliados não significa, necessariamente, apenas pertencer à ONU; significa pertencer ao roll ultra limitado de nações que agem para a dominação mundial em estreita conivência mútua. Assim, reportar-se à UNESCO como um álibi positivo para qualquer tipo de iniciativa aparentemente nobre é, antes de tudo, uma temeridade – e uma grande ingenuidade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/harpia-temalivre2010-direitamedia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2750" title="harpia-temalivre2010-direitamedia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/harpia-temalivre2010-direitamedia.jpg" alt="" width="80" height="52" /></a>Antes de mais nada, um lembrete: nada que parta da ONU é bom para ninguém, exceto para os EUA e seus países aliados. A ONU é criação dos Estados Unidos. O próprio terreno onde está instalada, em Nova York, foi cedido pela família Rockefeller. Praticamente toda a manutenção financeira da ONU é feita pelos Estados Unidos. O orçamento anual da ONU é tão pequeno, que corresponde a apenas 32 dias do orçamento do Pentágono. Os Estados Unidos, assim, não obedecem à ONU, embora procurem agir de forma a não contrariar suas resoluções, apenas para parecerem politicamente corretos. No entanto, se os Estados Unidos tiverem que fazer determinada coisa, mesmo que a ONU condene, eles farão &#8211; sentindo-se, apenas, levemente incomodados com isso. O poder de veto da ONU é uma falácia. Conversa para boi dormir. Ser aliado dos EUA não significa, necessariamente, apenas pertencer à ONU; significa pertencer ao <em>roll</em> ultra limitado de nações que agem para a dominação mundial em estreita conivência mútua.</p>
<p>Assim, reportar-se à UNESCO como um álibi positivo para qualquer tipo de iniciativa aparentemente nobre é, antes de tudo, uma temeridade – e uma grande ingenuidade, e significa que se estará, antes de tudo, obedecendo as diretrizes imperialistas dos EUA. Dizer que o dinheiro do “Criança Esperança” é depositado, diretamente, em conta da UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) – que não precisa deste dinheiro, pois ela é mantida – repito – quase que integralmente, pelos EUA – é como se passássemos um atestado de burrice a nós mesmos, pois isso apenas faz aumentar o “caixa” da UNESCO. E alguém já viu a prestação de contas desse dinheiro? Claro que não, pois ninguém sequer sabe, de fato, o quanto foi arrecadado&#8230; E até por isso mesmo, prestar contas não adianta nada.</p>
<p>Paralelamente, temos a Rede Globo. Devo lembrar também, que altos executivos daquela entidade já foram altos diretores, por exemplo, do WWF, ONG ambientalista que pugna pelo subdesenvolvimento do Terceiro Mundo, conforme pode ser, fácil e claramente, demonstrado em vários artigos deste blog. O WWF é uma entidade que considero inimiga da nação brasileira. E teve (ou tem, não sei bem), diretores brasileiros, das Organizações Roberto Marinho&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/eunanet-net-crianca-esperanca.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4567" title="eunanet-net-crianca-esperanca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/eunanet-net-crianca-esperanca-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></a>Os mundos da UNESCO e da Rede Globo</h2>
<p>Apenas para ilustrar, apresento a seguir trechos do livro <strong>«A Máfia Verde &#8211; O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong>, da Capax Dei Editora/MSIa:</p>
<p><em>«A partir do WWF e da UICN (que constituem o “estado-maior” do movimento ambientalista internacional), emanaram as diretrizes que orientam a atuação das organizações do sistema das Nações Unidas, envolvidas com o meio ambiente: PNUMA &#8211; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; PNUD &#8211; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; OMM &#8211; Organização Meteorológica Mundial; UNESCO &#8211; </em><em>Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. O</em><em>utras fundações e corporações financiadoras do movimento ambientalista internacional, e da pletora de ONGs constituem as “tropas de choque” do mesmo.»</em></p>
<p><em>«Em 1996, o WWF anunciou que seu capítulo brasileiro seria “autô­nomo”, contando com um orçamento anual de 5 milhões dólares. Como ocorre com a organização internacional, a diretoria do WWF-Brasil era constituída na época por uma constelação de representantes do establishment. Entre eles, destacavam-se: presidente: José Roberto Marinho (Organizações Globo); vice-presidentes: Mario Augusto Frering (CAEMI) e Paulo Nogueira Neto (ex-presidente da SEMA); diretores: José Pedra de Oliveira Costa (atual secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente), Joseph Safra (Banco Safra) e Roberto Paulo Cezar de Andrade (BRASCAN).»</em></p>
<p>E sobre eugenia e controle populacional:</p>
<p><em>«Em 1967 foi criado o Fundo Curador da ONU para Questões Populacionais. Hoje, transformado (2 anos após) em Fundo para Atividades Populacionais, coordena a política populacional de todas as agências da ONU pelo mundo. A UNESCO, o UNICEF, o PNUD, a FAO, a OIT, têm programas populacionais combinados com as suas “medidas especiais de ajuda”. Os escândalos de Bangladesh, onde as mulheres tinham que se submeter à esterilização em troca de alimentos do programa de ajuda da FAO, deu manchetes principais nos anos 1980. Igualmente, os programas especiais de ajuda às mães visam o controle da natalidade.»</em></p>
<p>Tem mais:</p>
<p><em>«O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e a Orga­nização Meteorológica Mundial (OMM) atuam em estreita coordenação com a cúpula ambientalista na UICN-WWF. O PNUMA, criado em 1972, após a Conferência de Estocolmo, é sediado em Nairobi, Quênia. Juntamente com a UICN e o World Resources Institute, elaborou uma Estratégia Global de Biodiversidade, que inspira os programas ambientais de muitas nações. Seu Centro Mundial de Vigilância da Conservação, baseado em Cambridge, Inglaterra, e apoiado pela UICN e o WWF, funciona como uma coordenação de inteligência para o movimento ambientalista. O PNUD, criado para fomentar programas de desenvolvimento, tem ampliado crescentemente os requisitos ambientais destes últimos. A UNESCO resultou diretamente da iniciativa do <em>establishment</em> britânico para a criação do movimento ambientalista no pós-guerra, em substituição ao movimento eugênico. A organização define a proteção ambiental como um dos seus objetivos principais e financia uma vasta rede de grupos ambientalistas. Por sua vez, a OMM tem funcionado como o principal centro de difusão do alarmismo referente ao chamado aquecimento global, por intermédio do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).»</em></p>
<p>E ainda, no livro <strong>«Máfia Verde 2 &#8211; Ambientalismo, Novo Colonialismo»</strong>:</p>
<p><em>«Não por coincidência, o vice-presidente das Organizações Globo, José Roberto Marinho, era, na ocasião, o presidente do WWF-Brasil – e, atualmente, é membro do seu Conselho Diretor.»</em></p>
<p>A propósito, sugiro que o prezado Visitante Desconhecido leia o post, publicado neste blog, indicado a seguir, para sentir o verdadeiro sentido “democrático” de liberdade de expressão do WWF, o que é incompatível com alguns de seus dirigentes que pertencem, justamente, ao mundo da Imprensa, e que, ao contrário, deveriam – mas dizem que fazem isso – defender a liberdade de expressão: <strong> </strong><strong><a href="../msia-impoe-contundente-derrota-juridica-ao-wwf/">MSIa vence guerra jurídica contra o WWF</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os “nobres” objetivos do Criança Esperança</h2>
<p>Então, o que esperar do projeto “Criança Esperança”? Se não bastassem esses “antecedentes”, vamos analisar as iniciativas do “Criança Esperança”.</p>
<p>A principal argumentação do projeto (que chamarei, doravante de CE), é a de tirar as crianças das ruas, principalmente por causa da violência urbana e o tráfico de drogas – e obrigá-las a estudar. Concordo em parte com essas prermissas. No entanto&#8230;</p>
<p>(1) Não há nada que consiga tirar, completamente, as crianças das ruas, mormente no que diz respeito às populações mais pobres, porque, simplesmente, os pais não podem trancar seus filhos dentro de barracos o dia inteiro;</p>
<p>(2) As crianças que “trabalham” para o tráfico de drogas e contribuem para a violência urbana não são as mesmas que são contempladas com o CE; e</p>
<p>(3) O CE não privilegia o estudo sério.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E a educação realmente séria?</h2>
<p>As duas primeiras afirmativas são óbvias. Passemos à terceira. Eu, pelo menos, nunca vi nenhum projeto do CE dando ênfase, de forma concreta, ao estudo infanto-juvenil. Estudo, para mim, significa a Matemática, a Biologia, a Física, a Química, a História, a Geografia, e o Português, só para citar as principais matérias. Alguns dirão: <em>«Mas Oh! O CE obriga as crianças a estudar de manhã e, só na parte da tarde elas se dedicarão aos projetos do CE!»</em></p>
<p>Pura ilusão – Ou pura farsa, enganação? Sim, o CE obriga às crianças a estudar de manhã, tudo bem, mas que criança consegue prestar atenção às aulas das supracitadas matérias com a atenção voltada para, dali a poucas horas, se dedicar aos “projetos” do CE, os quais, ao que parece, são pura diversão? E de tarde? Cadê os deveres de casa? A que horas as crianças farão os deveres de casa e estudar para as provas? De tarde, o que seria o ideal, não podem mais, devido aos “projetos” do CE. Farão eles os seus deveres de noite? Duvido! Cansadas e com sono, elas vão dormir – e isso, se trouxeram algum dever para fazer em casa! E para piorar o assunto, até há pouco tempo ainda havia a famigerada “aprovação automática” – pois claro, quem é que conseguia aprender alguma coisa dentro desse esquema? E dentro de um esquema que, ao que parece, tenta afastar as crianças do verdadeiro estudo, oferecendo-lhes “projetos” que não têm nada a ver com o saber, com o conhecimento – com um verdadeiro preparo para a luta pela vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/crianca-esperanca-soudapaz-org.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4553" title="crianca-esperanca-soudapaz-org" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/crianca-esperanca-soudapaz-org-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Os “projetos” do Criança Esperança</h2>
<p>Pois que, pelo menos que eu saiba, os “projetos” do CE são do seguinte tipo:</p>
<p>(a) “aulas” de tocar tambor, violino, oboé, berimbau, tamborim e outros instrumentos (como se fosse fácil ganhar dinheiro entrando para uma orquestra ou mesmo formando  uma banda de tambores); de estudo, de Português, nada.</p>
<p>(b) “aulas” de malabarismo, trapézio, de palhaço, e de outras atividades circenses (como se houvessem muitos circos no Brasil); de estudo, de Matemática, nada.</p>
<p>(c) “aulas” de capoeira, danças folclóricas etc (como se isso fosse fundamental para as crianças, no futuro, arrumar empregos decentes); de estudo, de Física, nada.</p>
<p>(d) “aulas” de natação, de salto à distância, cama elástica, corrida etc (tudo bem, o esporte é importante), mas de estudo, de Química, nada.</p>
<p>(e) “aulas” de canto, corais e coisas afins (tudo bem, a música é uma grande forma de arte), mas de estudo, de História, nada.</p>
<p>(f) “aulas” de artes plásticas, pinturas, borrações e montagens de gosto discutível (quem é que ganha dinheiro com arte no Brasil?), e de estudo, de Geografia, nada.</p>
<p>(g) “aulas” de literatura, com livros intensamente ilustrados, para crianças quase que débeis mentais (com historinhas ridículas e absolutamente dispensáveis – pois, claro, as crianças praticamente não sabem ler, são analfabetos funcionais, os livros não passam de histórias em quadrinhos), e de estudo, de Literatura (séria, realmente instrutiva, e que faça, de verdade, incutir nas crianças o hábito da leitura), nada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As crianças são afastadas do verdadeiro e necessário estudo</h2>
<p>Eu poderia dar uma série de outros exemplos, mas o CE é isso: atividades absolutamente irrelevantes, que só afastam as crianças do verdadeiro estudo. E isso tudo eu sei porque vejo as propagandas do CE na televisão. Se há, de fato, atividades instrutivas e que sejam, realmente, úteis para as crianças, eu nunca vi.</p>
<p>Por que o CE não investe o dinheiro que arrecada (que ninguém sabe o quanto é – repito), em reformar escolas, pagar melhor os professores, construir laboratórios de Ciências, Biologia, de Física e de Química? Por que o CE não monta bibliotecas decentes nas escolas? Porque o CE não financia cursos vestibulares para os alunos que não podem pagar os que existem por aí? Por que o CE não auxilia os alunos a aprender matérias que realmente vão fazer diferença em suas vidas futuras, ao invés de gastar o tempo das crianças fazendo-as tocar tambor e brincar de trapezistas? Pelo menos, é isso o que eu vejo nos projetos do CE – repito.</p>
<p>A impressão que dá é que o CE não quer a educação das crianças – e aí, eu fico muito desconfiado das verdadeiras intenções do CE, visto que é uma iniciativa da UNESCO, juntamente com a Rede Globo – pelos motivos apresentados nos primeiros parágrafos desta matéria.</p>
<p>Quero deixar claro que não sou contra muitos desses programas do CE, mas também acho que privilegiar o verdadeiro estudo é que seria a função do CE. Mas pelo que eu vejo, não é.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Artistas ingênuos como garotos-propaganda do Criança Esperança</h2>
<p>E o pior é que uma multidão de artistas, os quais, certamente, não sabem como é que, realmente, a banda toca neste nosso mundinho, ficam, entre sorrisos demonstrativos de fraternidade e bondade, fazendo propaganda para a doação de dinheiro para o CE. Tolos? Não todos. Ingênuos, a maioria – porque, simplesmente, eles não sabem com quem estão lidando. No dia em que eles virem – se virem – a maioria esmagadora da população brasileira bestializada, infantilizada, sem capacidade crítica, conduzidos ao matadouro como uma boiada, dirão: <em>«Eu contribuí para isso!» </em>Mas aí, será tarde.</p>
<p>Bem, se não foram, nem tolos, nem ingênuos, por acaso estarão sendo obrigados a fazer o papel de garotos e garotas-propaganda, a fim de manter seus empregos? Pode até ser que sim, mas acredito mais – mesmo – na tolice e na ingenuidade dessa gente. Gente, inclusive, que se acha, narcisisticamente, o máximo da cultura no Brasil, o que é compartilhado pela maioria esmagadora da população brasileira – e usam essa falácia para tentar convencer o público. Mas será que é isso mesmo? Provavelmente, sim.</p>
<p>Outro dia eu vi, na televisão, o Ziraldo dizer, mais ou menos assim: <em>«95% da humanidade é débil mental; o que os salva são os outros 5%».</em> Então eu pergundo: a qual dessas duas partes da humanidade é dirigido o Criança Esperança? Tenho a impressão de que não é difícil responder. Como também, ao que parece, não é difícil imaginar que, provavelmente, o Criança Esperança não é feito para alterar aquela proporção&#8230;<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3925" title="harpia-temalivre2010-direitapequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são: </strong><strong>«A Máfia Verde &#8211; O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial» e </strong><strong>«Máfia Verde 2 &#8211; Ambientalismo, Novo Colonialismo»</strong>, ambos da Capax Dei Editora.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens: </strong>eunanet.net; e soudapaz.org<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a>.</p>
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		<title>O Clube Bilderberg &#8211; Objetivos</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós­-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regi­ões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conheci­mento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/blogtok.com-bilderberg-olho.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3569" title="blogtok.com-bilderberg-olho" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/blogtok.com-bilderberg-olho.bmp" alt="" width="263" height="263" /></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a>«O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós­-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regi­ões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conheci­mento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada»</em> (de Willian Shannon, em «Plans to Destroy America Are Exposed!», 2002).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O objetivo final</h2>
<p>O objetivo final do Grupo Bilderberg é o con­trole de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Agem como se fossem deuses na Terra. Entre seus planos pretendem estabelecer:</p>
<p>(1) Um único governo planetário com um único mercado globalizado, com um único exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial.</p>
<p>(2) Uma Igreja universal que canalizará as pessoas para os desejos da Nova Ordem Mundial. As outras religiões serão todas destruídas.</p>
<p>(3) Serviços internacionais completarão a des­truição de qualquer identidade nacional por meio da subversão a partir de dentro. Só será permitido que floresçam os valores uni­versais.</p>
<p>(4) O controle de toda a humanidade através de meios de manipulação mental. Esse plano está descrito no livro «Technotronic Era» [«Era Tecnotrônica»], de Zbigniew Brzezinski, membro do Clube. Na Nova Ordem Mundial não haverá classe média, só ser­vidores e governantes.</p>
<p>(5) Uma sociedade pós-industrial de “crescimento zero” [l ver artigos na categoria “Sustentabilidade”, neste blog], que acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceção para as indústrias dos computadores e servi­ços). As indústrias canadenses e americanas que permanecerem serão exportadas para países pobres como Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua etc, em que existe mão-de-obra barata [leia-se: mão-de-obra escrava]. Tornar-se-á realidade, então, um dos principais objetivos do NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte). O <em>crescimento zero</em> é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há progresso, o que torna muito mais difícil a repressão.</p>
<p>(6) A redução populacional das grandes cidades, segundo a experiência realizada no Cambodja por Pol Pot. Os planos genocidas de Pot foram projetados nos Estados Unidos por uma das instituições irmãs do Bilderberg, o Clube de Roma.</p>
<p>(7) A eliminação de quatro bilhões de pessoas – aquelas que Henry Kissinger e David Rockefeller chamam, caçoando, de «estômagos inservíveis» – por meio das guerras, da fome e de enfermidades. Isto sucederá até o ano 2050. <em>«Dos dois bilhões de habitantes rema­nescentes, 500 milhões serão chineses e japoneses, que se salvarão graças à sua capacidade característica de obedecer à autoridade» – é o que afirma John Coleman em seu livro </em>«Conspirator’s Hierarchy: The Story of the Committee of 300» [→ ver artigos neste blog]. John Coleman é um fun­cionário da inteligência aposentado que descobriu um relatório do Comitê dos 300 recomendando a Cyrus Vance <em>«como realizar o genocídio»</em>. Segundo a pesquisa de Coleman, o relatório foi intitu­lado «Global 2000 Report», <em>«aprovado pelo presidente Carter, em nome do Governo americano e referendado por Edwin Muskie, secretário de Estado»</em>. Segundo esse relatório, <em>«a população dos Estados Unidos estará reduzida a 100 milhões até o ano 2050»</em>.</p>
<p>(8) Crises artificiais para manter as pessoas num perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão a população para evitar que as pessoas decidam o seu pró­prio destino, até o extremo em que elas <em>«terão demasiadas pos­sibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala geral»</em> (John Coleman).</p>
<p>(9) Um controle férreo sobre a educação com o propósito de destruí-la. Uma das razões da existência da União Européia (e da futura União Americana e Asiática) é o controle da educação para “cordeirizar” as pessoas. Ainda que nos pareça incrível, esses esforços já estão dando “bons frutos”. A juventude de hoje ignora por completo a história, as liberdades individuais e o significado do próprio conceito de liberdade. Para os adeptos da globalização é muito mais fácil lutar contra oponentes sem princípios.</p>
<p>(10) O controle da política internacional e interna dos Estados Unidos (já realizado através do governo de Bush), Canadá (con­trolado pela Inglaterra) e Europa (através da União Européia).</p>
<p>(11) Uma ONU mais poderosa, e que se converta, finalmente, num Governo Mundial. Uma das medidas que conduzirão a isto é a criação do imposto direto sobre o “cidadão mundial”.</p>
<p>(12) A extensão do NAFTA para todo o hemisfério ocidental, como prelúdio da criação de uma União Americana similar à União Européia.</p>
<p>(13) Uma corte internacional de justiça com um sistema jurí­dico único. E&#8230;</p>
<p>(14) Um estado de bem-estar socialista onde serão recompen­sados os escravos obedientes e exterminados os não-conformistas.</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a>Observação do Editor deste blog</h2>
<p>Em seguida, no livro de Daniel Estulin, «A Verdadeira História do Club Bilderberg», o autor apresenta alguns exemplos da atuação do Grupo Bilderberg em episódios políticos ocorridos no mundo, para mostrar a extensão e o poder do Grupo. Reitero a sugestão, junto ao prezado Visitante Desconhecido no sentido de adquirir o livro a fim de conhecer todos os detalhes das operações realizadas pelo Grupo Bilderberg, por ser isso fundamental para que se possa, de fato, entender como esta organização atua, visto que, por motivos óbvios, não há como reproduzir neste blog, na íntegra, as palavras de Daniel Estulin.</p>
<p>No livro, o autor apresenta e mostra, detalhadamente, a atuação do pessoal do Bilderberg nos seguintes episódios:</p>
<p>♦ A Guerra das Malvinas;</p>
<p>♦ A humilhação de Ronald Reagan por parte do Clube;</p>
<p>♦ O assassinato de Aldo Moro (Itália);</p>
<p>♦ O assassinato de Ali Bhutto (Paquistão);</p>
<p>♦ A deposição do xá do Irã e o aiatolá Khomeini;</p>
<p>♦ O episódio Watergate e a Nova Ordem Mundial;</p>
<p>♦ A criação de Bill Clinton.</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></h2>
<h2>Outros exemplos da atuação do Clube Bilderberg</h2>
<p>♦ O Bilderberg propôs e decidiu estabelecer relações formais com a China, antes que Nixon o fizesse.</p>
<p>♦ Num encontro em Saltsjöbaden, Suécia, em 1973, o Clube consentiu num aumento de 12 dólares no preço do barril de petróleo, um aumento de 350% sobre o preço anterior. A intenção era criar um caos econômico nos Estados Unidos e na Europa oci­dental para tornar esses países mais receptivos.</p>
<p>♦ Em 1983, o Clube conseguiu o compromisso secreto por parte do ultraconservador presidente Reagan de transferir 50 bilhões de dólares, dinheiro dos contribuintes americanos, aos países comunistas e do Terceiro Mundo através dos seus canais preferenciais, o FMI e o BIRD. Esse compromisso foi realizado e conhecido como Plano Brady.</p>
<p>♦ O Bilderberg decidiu também depor Margareth Thatcher como primeira-ministra britânica porque ela havia se oposto a submeter a soberania da Inglaterra ao superestado europeu pla­nejado pelo Clube. E, com incredulidade, assistimos a como seu próprio partido a aniquilou em favor de um de seus cachorrinhos de madame, John Major.</p>
<p>♦ Em 1985 foi ordenado aos membros do Clube Bilderberg que apoiassem completamente a Iniciativa Estratégica de Defesa (Guerra das Galáxias), antes inclusive da mesma vir a ser a política oficial do governo americano – pelo fato de que proporcionaria aos “donos do mundo” um potencial de lucros sem limites.</p>
<p>♦ Em seu encontro de 1990 em Glen Cove, Nova York, foi decidido que deveriam ser aumentados os impostos para pagar a dívida aos banqueiros internacionais. O Bilderberg ordenou a George Bush que incrementasse os impostos a partir daquele ano, e assistiu a como o presidente assinava a previsão orçamentária, com a subida dos impostos, a qual o faria perder as eleições.</p>
<p>♦ Na reunião de 1992, o Grupo debateu a possibilidade de <em>«condicionar o público para que fosse aceita a idéia de um exército da ONU, que poderia, utilizando a força, impor sua vontade nas questões internas de qualquer Estado»</em>.</p>
<p>♦ A venda multimilionária da companhia de eletricidade Ontario Hydro (cujo proprietário era o governo do Canadá), foi discutida pela primeira vez na reunião do Bilderberg em King City, Toronto, em 1996. Pouco tempo depois, Ontario Hydro foi dividida em cinco empresas independentes e privatizada.</p>
<p>♦ Durante e depois da conferência Bilderberg de 1996, deci­diu-se reeleger Bill Clinton como presidente dos Estados Unidos porque ele seria uma marionete mais útil que Bob Dole. Este último havia sido também investigado por financiamento ilícito da campanha eleitoral.</p>
<p>♦ Em relação a Kosovo, os membros do Clube Bilderberg decidiram a formação de um Estado albanês independente e o desmembramento da Iugoslávia (com a entrega de sua província mais setentrional à Hungria) para criar um novo mapa que assegurasse a continuidade do conflito. A reconstrução estimada em bilhões de dólares correria a cargo dos impostos ocidentais.</p>
<p>♦ Indiscrições sobre o encontro de 2004 revelam que a Guerra do Iraque foi adiada até março de 2003. Todos os jornais do mundo esperavam o ataque no verão de 2002.</p>
<p>♦ A OTAN deu carta branca à Rússia para bombardear a Tchetchênia em 1999, como informado em 1998.</p>
<p>♦ Em 1999, Kenneth Clarke, membro do Parlamento; Martin S. Feldstein, presidente do Conselho Nacional de Investigação Econômica; Stanley Fisher, subdiretor do Fundo Monetário Internacional (FMI); Ottmar Issing, membro do comitê execu­tivo do Banco Central Europeu; e Jean-Claude Trichet, diretor do Banco da França – debateram sobre a “dolarização”, como passo posterior à moeda única européia.</p>
<p>♦ Foi planejada a formação de um bloco asiático sob a lide­rança do Japão. Seriam estabelecidos uma moeda única, o livre comércio e uma união política semelhante à União Européia.</p>
<p>♦ Foi planejada a formação de uma União Americana seme­lhante à União Européia.</p>
<p>♦ Planificou-se a divisão do Canadá para 1997, mas a ines­perada investigação do periódico <em>Toronto Star</em>, o jornal mais importante do Canadá, durante o encontro de 1996 em King City, obrigou os adeptos da globalização a adiar o plano para 2007.</p>
<p>♦ O Clube sancionou economicamente a Áustria por reali­zar eleições democráticas nas quais resultou vencedor o Partido Nacionalista de Jorg Haider.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O Clube Bilderberg pode ser desmascarado?</h2>
<p>Thomas Jefferson, um dos fundadores da democracia americana, tinha a seguinte definição: <em>«Certos atos de tirania podem ser atribuídos à circunstância acidental de um dia; mas toda uma série de opressões que se iniciaram num período definido e que se mantiveram inalteradas com todos os ministros [presidentes] existentes demonstram demasiado claramente que existe um plano sistemático e deliberado para reduzir-nos à escra­vidão»</em>.</p>
<p>Essa estratégia corporativa em sua forma global é expressa nas pala­vras que pronunciou David Rockefeller no encontro do Bilderberg em junho de 1991 em Baden-Baden, Alemanha: <em>«A soberania supranacional de uma elite intelectual e financeira é absoluta­mente preferível à autodeterminação nacional praticada durante os séculos passados»</em>.</p>
<p><em>«Tal estrutura funciona mediante os mesmos mecanismos financeiros e comunicativos que colocaram Tony Blair e George Bush no poder, dando-Ihes a maioria de votos. As corporações transnacionais realizaram uma publicidade muito poderosa e financiaram esses líderes políticos, para assegurar-se da servidão dos Estados. Os governos já não podem governar para o interesse comum sem infringir as novas leis de comércio e investimentos de capitais que só beneficiam às corpo rações transnacionais»</em> – é isso que se lê em «Why is There a War in Afghanistan?», de John McMurtry, no fórum sobre como o Canadá deveria responder ao terrorismo e à guerra, 09/12/2001.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Por que não reagimos?</h2>
<p>O que me surpreende mais é: por que os demais [países e líderes nacionais] não vêem esse perigo? Deverá ser pelo fato de que o conhecimento implicaria uma responsabilidade e clamaria por uma resposta decisiva? Se formos conscientes de que, de fato, existe um poder muito mais pode­roso que a Presidência eleita democraticamente, uma autoridade “moral” mais poderosa do que o papa, mais onipotente que Deus, um poder invisível que controla o aparato militar mundial e os sis­temas de inteligência, que controla o sistema de propaganda mais eficiente da história&#8230; – devemos concluir, forçosamente, que a demo­cracia é, no melhor dos casos, uma ilusão e, no pior, o prelúdio de uma ditadura que se conhecerá como Nova Ordem Mundial e que nos conduzirá a uma escravidão total.</p>
<p>Michael Thomas, um banqueiro de investimentos de Wall Street que obteve fama mundial como escritor e como o analista mais incisivo do período Reagan-Bush, disse numa ocasião: <em>«Se os bilderbergers parecem agora mais discretos que nunca, é, entre outras razões, porque suas propostas, levadas a cabo pelas agências que estão a seu serviço, como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, causaram mais devastação nos últimos anos do que todos os desastres da Segunda Guerra Mundial juntos»</em>.</p>
<p><em>«O resultado funesto&#8230; </em>— escreve o ex-jornalista da BBC Tony Gosling — <em>&#8230;é uma visão da democracia ocidental subvertida, em que as pessoas que tomam decisões se põem de acordo não para coi­sas que são importantes para as pessoas comuns – justiça social, interesse comum e qualidade de vida – mas sim para reforçar a austeridade econômica e conseguir ainda maiores ganhos para a elite empresarial e política.»</em></p>
<p>Com toda a evidência nas mãos, a maioria ainda crê que já se <em>«tem problemas pessoais demais para incomodarmo-nos com teorias conspirativas»</em>. Isto é exatamente o que Tavistock perseguia.</p>
<p>Encurralados pelo caos, reagimos como fez Nixon quando ficou isolado, confuso e depois destruído pelos planejadores da globalização. Desmoralizadas e confusas, com pouca auto-estima, com um futuro incerto, as pessoas estão muito mais inclinadas a aceitar o surgimento repentino de um “messias”, uma Nova Ordem que prometa a eliminação das drogas, da pornografia, da prostituição infantil, do crime, das guerras, da fome e do sofrimento, e que garanta uma sociedade bem ordenada em que as pessoas vivam em harmonia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Um duro impasse</h2>
<p>O problema é que essa nova “harmonia” devorará nossas liberdades, os direitos humanos, nosso pensamento independente e sua própria existência. “Harmonia” significará uma sociedade de bem-estar que nos converterá em números dentro do enorme sis­tema burocrático da Nova Ordem Mundial. Os não-conformistas, como eu mesmo, seremos varridos com um simples toque numa tecla de computador, internados num dos mais de 600 campos de concentração que já estão em pleno funcionamento na atua­lidade nos Estados Unidos, a não ser que as pessoas do mundo livre (ou o que resta dele) – a “resistência leal” – se levantem para defender os ideais nacionais, em vez de deixá-los nas mãos dos governos, dos representantes da Comissão Européia, das Nações Unidas e da realeza, que já nos traíram.</p>
<p>Esses elegantes e sempre finos membros das famílias reais européias, suas damas educadas e seus galhardos cavaleiros, que trocaram seus trajes reais por terno e gravata, são, na verdade, completamente impiedosos. Utilizarão o sofrimento das nações e suas riquezas para proteger suas privilegiadas formas de vida.</p>
<p>Essas fortunas da aristocracia estão <em>«relacionadas e entrelaçadas de forma inextricável com o tráfego de drogas, ouro, diamantes e armas, com os bancos, o comércio e a indústria, com o petróleo, com os meios de comunicação e a indústria de entretenimento»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/codenamejumper.files_.wordpress.com-estultin.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3571" title="codenamejumper.files.wordpress.com-estultin" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/codenamejumper.files_.wordpress.com-estultin-300x200.jpg" alt="" width="307" height="204" /></a>Como podemos verificar esses fatos?</h2>
<p>É virtualmente impos­sível penetrar no Clube Bilderberg. Algumas das provas não estão ao nosso alcance porque a informação sai diretamente dos arqui­vos da inteligência e só uma minoria privilegiada pode vê-los. Não espere nunca que os meios de comunicação mencionem a conspiração nos telejornais da noite. A imprensa está completa­mente sob o controle das senhoras virtuosas e dos cavalheiros que dedicam a maior parte de seu tempo a empresas filantrópicas. A maioria das pessoas crê – como não se pode encontrar uma motivação atrás das coisas que descrevi, como nada disto aparece nos noticiários – que deve tratar-se de mais uma das muitas teorias de conspiração a serem desprezadas, frequentemente ridicularizadas e por fim rejeitadas.</p>
<p>As pessoas querem provas definitivas e isso é o mais difícil de conseguir. Isto é o que o Instituto Tavistock fez com a raça humana. A Nova Ordem Mundial neutralizou a única ameaça real que as “massas sujas” – quer dizer, nós – poderíamos opor a seus planos. Este livro pode ser uma exceção. Seu objetivo é tirar a máscara da Nova Ordem Mundial para mostrá-la como ela é realmente. Neste livro há muitos documentos e fontes que podem verificar, pelo menos, uma parte dos fatos e que deixarão o leitor inteligente perguntando-se se, por trás, não haverá mais coisas além do que se vê à primeira vista.</p>
<p>As informações que se seguem são fruto de muitos anos de investi­gações, de milhares de documentos e fontes consultados. Algumas pessoas incrivelmente corajosas arriscaram sua vida (e outros morreram tentando) para ter acesso a uma parte deste material em que se detalha o terrível futuro que nos espera.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel Estulin</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é a última parte da matéria dedicada ao Clube Bilderberg, e consta do livro de Daniel Estulin <strong>«A verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, o qual, para quem crê nas teorias conspiratórias (as quais, infelizmente, existem mesmo), é literatura obrigatória. Introduzi subtítulos no texto para facilitar a leitura, assim como eliminei algumas partes do texto original não fundamentais para este blog, mas que deverão ser observadas pelo prezado Visitante Desconhecido quando da leitura integral do livro.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros que tratam do mesmo assunto podem ser encontrados na página de “LIVROS”, deste blog.</strong></p>
<p><strong>Images:</strong> blogtok.com; e codenamejumper.files.wordpress.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>Os donos invisíveis do movimento ambientalista</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status  de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2463" title="alertaem rede-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-medio.jpg" alt="" width="100" height="53" /></a>Como tantos outros artigos, este, da autoria de Nilder Costa, trata de mostrar quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu <em>status</em> de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente. Incluí subtítulos no texto para facilitar a leitura. Eis a matéria.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<h2>Os donos invisíveis do movimento ambientalista</h2>
<div id="article_body">Certamente as Organizações Não-Governamentais jamais teriam a indiscutível projeção e influência que desfrutam atualmente na opinião pública mundial não fora o decisivo financiamento que receberam – e recebem – de grandes fundações norte-americanas que, por serem, nominalmente, filantrópicas, recebem generosas isenções fiscais do governo estadunidense. As doações destas fundações multimilionárias têm se revelado crucial para as ONGs, principalmente no crítico período que se segue à sua instalação, quando recebem uma espécie de “capital inicial” para deslancharem suas atividades.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/ambientebrasil.com_.br-hidrovias.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3143" title="ambientebrasil.com.br-hidrovias" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/ambientebrasil.com_.br-hidrovias-300x276.jpg" alt="" width="372" height="342" /></a><strong>Hidrovias brasileiras naturais</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A idéia é obstaculizar os projetos de infraestrutura na América Latina</h2>
<p>Como já expusemos em profundidade no relatório «A Grande Hidrovia», um dos principais projetos do aparato internacional ambientalista e de direitos humanos, que tem nas ONGs seus principais operativos, é evitar a todo custo que seja viabilizada a consecução da maior rede de integração física da América do Sul, a hidrovia que vai do delta do Rio Orinoco ao Rio da Prata, que significaria o desenvolvimento do interior do sub-continente e que, por várias razões estratégicas, inclusive comerciais, não é desejado que se concretize.</p>
<p>Para tanto, criaram-se obstáculos formidáveis nos dois pontos críticos da Grande Hidrovia: a Reserva Ianomâmi (Brasil e Venezuela), na interligação das bacias Orinoco-Amazonas, e o mito da intocabilidade do Pantanal, na interligação das bacias Amazonas-Prata. Assim, a intensa e renovada campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná deve ser analisada sob um ângulo estratégico bem mais amplo e que, historicamente, iniciou-se em meados do século passado com a geopolítica britânica do Prata, que culminou com a Guerra do Paraguai.</p>
<p>O que descreveremos a seguir é um estudo sobre como três das maiores destas Fundações &#8211; especificamente, a Fundação Rockefeller, a Fundação W. Alton Jones e a Fundação C. S. Mott &#8211; canalizaram recursos e suporte a dezenas de ONGs brasileiras e internacionais para impedir a implantação da Hidrovia Paraguai-Paraná que, uma vez concluída, induziria os nacionais sul-americanos, principalmente nós, brasileiros, a se perguntar: por que não estendê-la até à Bacia Amazônica? O estudo gira em torno do livro «O Projeto de Navegação da Hidrovia Paraguai-Paraná: Relatório de Uma Análise Independente», libelo contra a hidrovia lançado no último dia 20 de agosto, simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos. Ao final, apresentamos um esquema simplificado destas operações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Fundação Rockefeller</h2>
<p>A Fundação Rockefeller tem sido uma instituição crucial no processo de desenvolvimento dos programas de “engenharia social” que desembocaram na criação do movimento ambientalista. Desde a sua criação, em 1913, tem participado diretamente da estruturação e do financiamento, inicialmente, do movimento eugênico e, quando este caiu em descrédito após as atrocidades nazistas, dos movimentos de controle populacional e ambientalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O malthusianismo logo de cara</h2>
<p>A Fundação Rockefeller e as demais fundações da família Rockefeller participaram diretamente da criação do Clube de Roma, em 1968 – uma das instituições-chaves do movimento ambientalista internacional. Na década de 70, os Rockefeller patrocinaram amplamente o projeto A Agenda Inacabada (The Unfinished Agenda) – estudo que determinou as principais diretrizes de ação que seriam seguidas pelos ambientalistas e que orientaria a elaboração do relatório «Global 2.000», do governo Carter, iniciativa que consolidaria o malthusianismo como diretriz fundamental da política exterior dos Estados Unidos.</p>
<p>Em 1990, a Fundação Rockefeller criou o programa LEAD &#8211; Leadership for Environmental and Development (Programa de Lideranças em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), <em>«para cultivar uma rede de talentosos profissionais de diversas disciplinas e setores, comprometidos com o desenvolvimento sustentável»</em>. Durante dois anos, os bolsistas, criteriosamente escolhidos pelo LEAD, passam por intenso treinamento <em>«multidisciplinar e multisetorial para diagnosticar e resolver problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável a nível regional, nacional e internacional»</em>. Desde 1992, mais de 500 profissionais já foram treinados no Brasil, Canadá, China, Comunidade de Estados Independentes (ex-União Soviética), Europa, Índia, Indonésia, México, Nigéria, Paquistão e África do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ação de base no Brasil</h2>
<p>No Brasil, o LEAD foi fundado em meados de 1991 e, segundo a Gazeta Mercantil (11/06/91), <em>«a Fundação Rockefeller pretende investir no Brasil US$ 5 milhões nos próximos cinco anos na formação de líderes na área ambiental, com a finalidade de preparar formadores de opinião capazes de ter uma visão ampla dos problemas ambientais e de suas implicações econômicas»</em>. Na ocasião, All Binger, diretor internacional do LEAD, declarou com surpreendente franqueza: <em>«Esperamos que, em dez anos, muitos dos bolsistas estejam atuando como ministros de meio ambiente e desenvolvimento, reitores de universidades e presidentes de empresas»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Brasileiros?</h2>
<p>A filial brasileira do LEAD chama-se Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças (ABDL) e tem na Universidade de São Paulo, que aderiu ao programa, seu principal celeiro de recrutamento. O Comitê Diretivo Nacional da ABDL tem José Goldemberg como presidente e Henrique Rattner como Diretor Nacional do Programa. Entre os membros do Comitê Diretivo encontram-se Israel Klabin (presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável), Enéas Salati, Eduardo Martins (atual secretário de Meio Ambiente do ministério de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, ex-presidente do IBAMA, ex-dirigente do WWF-Brasil), Maria Teresa Jorge Pádua (FUNATURA) e outros. José Goldemberg, um dos ex-ministros notáveis do governo Fernando Collor de Mello, que criou a Reserva Ianomâmi, vem a ser também membro da diretoria internacional do LEAD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Financiando as ONGs</h2>
<p>A Fundação Rockefeller tem sido muito pródiga com essa sua criatura, para a qual já desembolsou mais de US$ 20 milhões. Sua filial brasileira recebeu ano passado US$ 570.000 e, em anos anteriores, outras quantias igualmente polpudas. O enlace do LEAD com a matriz do aparato ambientalista internacional, dirigida por famílias aristocráticas britânicas e agregados, é estabelecido por meio de <em>Sir</em> Shridath Ramphal, que ocupa a presidência do Comitê Internacional do programa. <em>Sir</em> Ramphal integra o mais alto escalão do aparato: ex-Secretário Geral da Comunidade Britânica de 1975 a 1990, é também o atual presidente da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).</p>
<p>A mais recente contribuição da Fundação Rockefeller para a campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná estabeleceu-se por intermédio do LEAD, quando três dirigentes de sua filial brasileira integraram o grupo dos 11 magníficos que escreveram o citado libelo «Relatório de Uma Análise Independente». São eles: Israel Klabin, Henrique Rattner e Enéas Salati.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Fundação W. Alton Jones</h2>
<p>O envolvimento da Fundação W. Alton Jones nos esforços internacionais contra a Hidrovia Paraguai-Paraná ficou mais evidente a partir de 1994, ano que marcou o início da campanha mundial comandada pelo WWF contra a Hidrovia e que culminou com a realização de um grande evento internacional, ocorrido em dezembro deste ano no Memorial Latino-Americano, em São Paulo, quando foi formalizada a criação da ONG Rios Vivos – tropa de choque que reúne militantes de 300 OGNs internacionais. Neste ano, a W. Alton Jones financiou a Wetlands for the Americas para publicar em português o primeiro libelo mais amplo contra a hidrovia, intitulado «Hidrovia: uma Análise Ambiental Inicial da Via Fluvial Paraguai-Paraná», cujos argumentos, alegadamente científicos, embasaram a campanha. O lançamento foi saudado pelo <em>Financial Times</em>, secular porta-voz dos interesses do <em>establishment</em> britânico, reafirmando a tese de que a Hidrovia não poderia ser construída porque <em>«secaria o Pantanal»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Mais financiamentos de ONGs e o fundamentalismo ambiental</h2>
<p>Ainda em 1994, a W. Alton Jones soltou mais US$ 34.000 para e Ecotrópica, ONG sediada em Cuiabá e dirigida por Adalberto Eberhard, bem como US$ 62.000 para a International Rivers Network, que passou a coordenar as ações contra a hidrovia por intermédio de seu agente Glenn Switkes. Switkes notabilizou-se pela coordenação da campanha no Equador contra a exploração petrolífera em vastas áreas amazônicas, mobilizando dezenas de ONGs e organizações indígenas. Isto ocorreu no período 1992-1994, quando ainda pertencia à Rainforest Action Network, em cuja diretoria assenta-se Mike Roselle, também fundador e diretor do grupo ecoterrorista Earth First!, responsável por inúmeros atos de sabotagem contra instalações e equipamentos industriais nos Estados Unidos. Foi da Eco-Fucker Hit List!, publicada pela Earth First!, que o terrorista Theodore Kaczynski, até então conhecido pela alcunha “Unabomber”, escolheu as duas últimas vítimas de seus ataques. Kaczynski assassinou três pessoas e feriu várias outras em atentados a bomba, cometidos em nome de uma ideologia ambientalista radical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os financiamentos não param</h2>
<p>Em 1995 e 1996, a W. Alton Jones destinou mais US$ 259.00 para a campanha, sendo os beneficiários a International Rivers Network, a Ecologia e Ação (de Campo Grande, MS, dirigida por Alcides Faria), o Instituto Centro e Vida (Cuiabá, dirigida por Sérgio Henrique Guimarães), a Rios Vivos (coalizão), a Sobrevivência (ONG paraguaia) e a Environmental Defense Fund (EDF), uma das responsáveis pelo lançamento do Relatório de Uma Análise Independente. Entre 1994 e 1996, a W. Alton Jones deu US$ 704.000 para a campanha contra a Hidrovia. Ainda em 1994, a W. Alton Jones concedeu mais US$ 100.000 para a Fundação para o Desenvolvimento Sustentável, de Israel Klabin, a título de manter a biodiversidade na Amazônia. Sob a mesma rubrica, a W. Alton Jones repassou mais US$ 100.000 para a Fundação Vitória Amazônica, ONG envolvida em um rumoroso escândalo de R$ 19 milhões que lhe foram repassados pelo Tesouro Nacional e que foram aplicados, segundo seu presidente Cláudio Nina, na realização de uma grande exposição nos Estados Unidos sobre produtos “não madeiráveis”, cuja exploração evita corte de árvores. Além deste montante, a Fundação W. Alton Jones cofinanciou a elaboração e publicação do citado «Relatório de Uma Análise Independente».</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Fundação C. S. Mott</h2>
<p>Este C. S. vem de Charles Stewart Mott, bilionário norte-americano falecido em 1973. Em 1990, os ativos da Fundação ultrapassaram 929 milhões de dólares. Apesar de tradicionalmente canalizar a maior parte de suas contribuições para organizações educacionais e comunitárias, a Fundação C. S. Mott tem sido bastante generosa com o movimentos ambientalista internacional. Somente em 1990, deu, entre outros, US$ 450 mil para os Amigos da Terra (Friends of the Earth), US$ 100 mil para o National Wildlife Federation, US$ 115 mil para a Natural Resources Defense Council, US$ 130.000 para a The Nature Conservancy, US$ 545 mil para o World Resources Institute e US$ 115.000 para o Environemntal Defense Fund, o EDF. A família Mott mantém ainda o C. S. Mott Fund e o Ruth Mott Fund, igualmente generosos com o movimento ambientalista internacional. A Fundação C. S. Mott tem também contribuído para a revista Rios Vivos, publicada em espanhol e português pela coalizão Rios Vivos, e foi a outra cofinanciadora do Relatório de Uma Análise Independente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O CEBRAC e o EDF</h2>
<p>O Centro Brasileiro de Referência a Apoio Cultural (CEBRAC), de Brasília, apareceu como co-patrocinador, juntamente com o EDF, do lançamento do «Relatório de Uma Análise Independente».</p>
<p>O CEBRAC foi fundado em 1986 e é encabeçado por Maurício Galinkin, um dos mais antigos articuladores contra a Hidrovia Paraguai-Paraná. O CEBRAC possui vínculos com a ONG holandesa Both Ends, que recebe a maior parte de seus ingressos do governo da Holanda (ministérios de Relações Exteriores, da Agricultura e da Habitação), bem como da filial do WWF neste país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O WWF por trás</h2>
<p>Em 1994, o CEBRAC foi comissionado pelo WWF para engrossar a campanha contra a Hidrovia e em setembro deste ano Maurício Galinkin lançou o panfleto «Quem paga a conta?» – onde tenta demonstrar, sem sucesso, que o projeto é economicamente inviável. Em outubro de mesmo ano, o panfleto foi lançado em inglês, na cidade de Gland, Suíça, sede mundial do WWF. Na ocasião, Leonardo Lacerda, diretor do WWF para a América Latina, disse que <em>«o projeto </em>[da Hidrovia Paraguai-Paraná] <em> não deve ser levado adiante»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ainda as teorias malthusianas</h2>
<p>Galinkin utiliza o mesmo método falacioso empregado no livro «Limites ao Crescimento», do Clube de Roma, convertido em manual de referência para todos os ambientalistas, de fazer extrapolações lineares para analisar efeitos a longo prazo de fenômenos que, por sua natureza, são necessariamente não-lineares. Esta técnica é a base de sustentação dos teóricos ambientalistas para estabelecer conceitos enganosos como o da “capacidade de carregamento da Terra” ou o do “desenvolvimento sustentável”, de onde derivam suas campanhas para o controle populacional e limite do crescimento econômico, uma vez que não consideram – por ignorância ou má fé – que os novos avanços científicos e tecnológicos, simplesmente, jogam no lixo qualquer projeção baseada em parâmetros que já perderam a validade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O EDF</h2>
<p>Já as ações do Environmental Defense Fund (EDF), têm sido descritas com freqüência, no Alerta Científico e Ambiental, por seu envolvimento na formação do Instituto Socioambiental, autor de ação judicial contra a Hidrovia Araguaia-Tocantins. Apenas para relembrar que trata-se de uma ONG jurídica, criada especialmente para viabilizar o absurdo banimento do DDT, produto que trouxe enormes benefícios para a Humanidade e salvou milhões de vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os efeitos multiplicadores das obras de infra-estrutura</h2>
<p>É fato inconteste que o transporte, a infra-estrutura urbana, energia, grandes obras hidráulicas e comunicações têm sido fatores decisivos para o desenvolvimento econômico. São exatamente os efeitos multiplicadores das grandes obras de infra-estrutura, como a Hidrovia Paraguai-Paraná, de característica não-linear e geralmente incomensuráveis, o que os donos do aparato ambientalista internacional mais temem e querem impedir. Sabem eles que tais empreendimentos não agregam à economia um produto propriamente dito mas algo muito mais importante: agregam eficiência e produtividade aos setores da economia que produzem bens para a sociedade; criam novos mercados onde não existiam, viabilizam novas fronteiras agrícolas ou a exploração econômica de recursos naturais, possibilitam o surgimento de novas cidades, são um fator importante para a integração e ocupação territorial e têm um papel fundamental para a logística da defesa nacional. Por conseguinte, a decisão de sua implantação deve obedecer a diretrizes de um planejamento estratégico da Nação, necessariamente de longo prazo, e não a análises tipo custo-benefício, que são critérios auxiliares – mas jamais decisórios – feitos por incompetentes.</p>
<p>Problemas ambientais existem e devem ser solucionados, pois afetam a vida humana. Entretanto, o fato dos ambientalistas tratarem de forma secundária os verdadeiros problemas ambientais, como o tratamento de esgotos e a poluição atmosférica das grandes cidades, demonstra uma clara e consciente inversão de valores, pelo que deveriam ser chamados de “desindustrialistas” e não de ambientalistas.</p>
</div>
<div style="text-align: right;"><em><strong>Nilder Costa</strong></em></div>
<div style="text-align: left;">
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2465" title="alertaem rede-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg" alt="" width="70" height="37" /></a></p>
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<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<div style="text-align: left;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong>Créditos:</strong>Este post é texto publicado, em 31/08/1997, no site <strong>Alerta em Rede</strong>, que divulga matérias oriundas da Capax Dei Editora e do Movimento Solidariedade Íbero-americana. Introduzi subtítulos no texto para facilitar a leitura.</div>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>O livro a ler é: <strong>«A Hora das Hidrovias – Estradas para o Futuro do Brasil»</strong>, de <strong> </strong>Geraldo Luís Lino e outros<strong> </strong>(Capax Dei Editora Ltda., RJ).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
</div>
<div style="text-align: left;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> ambientebrasil.com.br</div>
<div style="text-align: left;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></div>
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		<title>Ambientalismo mal-intencionado</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 13:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/harpia-temalivre2010-direitamedia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2750" title="harpia-temalivre2010-direitamedia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/harpia-temalivre2010-direitamedia.jpg" alt="" width="80" height="52" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/Vampire2xxx1br2.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-grande.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3650" title="Vampire-grande" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-grande-300x288.jpg" alt="" width="153" height="147" /></a>O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade. As riquezas naturais do planeta estão longe de estar acabando. Ainda é difundido o fato de que quem cresceu, cresceu, e quem se desenvolveu, já o fez, de modo que os países em desenvolvimento devem permanecer no estágio atual de seu desenvolvimento sócio-econômico, a fim de preservar os recursos naturais do mundo para aqueles que já se desenvolveram. Essa é uma idéia oriunda do malthusianismo que deve ser combatida. Ou seja: quem ainda não se desenvolveu completamente, dane-se!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os objetivos</h2>
<p>A idéia de um governo mundial único. H. G. Wells, Bertrand Russel e outros já preconizavam essa utopia. No entanto, com o advento da derrocada da antiga União Soviética, o assunto voltou à baila no seio de nações que se julgam no direito de governar a Terra – pelo fato de não mais haver uma bi-polaridade de poder no planeta. As ONGs, quase todas de origem estrangeira, pululam nos países, mormente nos do Terceiro mundo, tendo como metas o ambientalismo radical (com a criação de reservas ecológicas e parques florestais imensos), e o indigenismo (com a criação das reservas indígenas igualmente enormes). Nesses locais são &#8220;guardadas&#8221; as riquezas dos países, impedindo-os de usufruir das mesmas e, assim, limitando drasticamente o seu desenvolvimento sócio-econômico. Essas oligarquias internacionais estrangeiras são como que vampiros do mundo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O domínio mundial</h2>
<p>Agora, só há uma nação preponderante, os EUA, com a qual é aliada, na Europa, principalmente, a Grã-Bretanha, apesar de, agora, a China estar despontando como, talvez, uma séria concorrente aos EUA. E parece que a China está se aliando com a Rússia, o que pode voltar a criar um duplo poder no mundo. No entanto, a idéia de um governo mundial único ainda existe. Dizem até alguns escritores, que aquilo que se pretende, a governança mundial, se dará através dos músculos dos EUA e do cérebro da Grã-Bretanha. A oportunidade é clara e óbvia, e isso requer também um poder militar único, provavelmente centrado na ONU.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os grupos oligárquicos internacionais</h2>
<p>Diversas famílias, as chamadas “dinastias familiares”, principalmente norte-americanas e européias, há muito lutam por isso através de conluios secretos e do controle de meios de comunicação de massa – como, por exemplo, a família Rockefeller (que controla as três maiores redes de TV norte-americanas), ou a família dos Bush, que almejam a implantação de um governo mundial único e, pior, a adoção de uma religião também única – a protestante universal.</p>
<p>Essas famílias poderosas – que incluem as casas reais européias (não necessariamente as apenas britânicas, como alguns afirmam), assim como os grandes bancos internacionais, os grandes cartéis industriais e comerciais do mundo etc – reunem-se, rotineiramente, em grupos seletos, para decidir os rumos do planeta, em todas as áreas: econômica, comercial, social, moral etc. Desses grupos, os principais são o chamado Comitê dos 300, o Clube Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR &#8211; Council on Foreign Relations, e a Skull &amp; Bones. Esses grupos são, sucintamente, chamados de <em>establishment</em>. Exitem outros grupos, mas estes são os mais importantes e, de certa forma, traçam as diretrizes que os outros grupos menores seguem.</p>
<p>Esses grupos tratam, em última análise, de implementar o controle de todo o planeta. E dentre as entidades que trabalham para o Establishment podemos citar algumas ONGs muito conhecidas de todos: o WWF (Fundo Mundial para a Vida Selvagem), a UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza), o Greenpeace, a Cultural Survival, os Amigos da Terra etc, e a própria ONU, através de seus organismos, tais como o PNUMA, o PNUD, a UNESCO, o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) e outros. E isso tudo respaldado pelo FMI, pelo BIRD (Banco Mundial), BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), e militarmente “protegido” pelas “Forças de Paz” da ONU e da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) – que tratam de manter os conflitos mundiais (muitas vezes gerados por aqueles mesmos grupos de oligarcas) em rigorosos limites pré-determinados. Este é o esquema de dominação mundial montado pelas elites internacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Vassalagem mundial</h2>
<p>Ora, agora que o poder desses grupos é único, acima até de seus próprios governos nacionais (cujos presidentes, ministros e chefes militares saem todos, praticamente, das hostes dessas organizações), como é que deve ser tratado o resto do Mundo, segundo eles? Resposta: como vassalos, evidentemente – melhor, como escravos&#8230; Mas não só como vassalos políticos e/ou econômicos. O “resto do mundo” a que me refiro é, basicamente, o Terceiro Mundo – os chamados, de forma politicamente correta, de “países em desenvolvimento”, ou “países emergentes”. E em sendo “países em desenvolvimento”, estão crescendo, estão se desenvolvendo, e suas populações estão aumentando. No entanto, deve ser ressaltado que, embora grande parte dos esforços de dominação sejam dirigidos aos países do Terceiro Mundo, essas organizações também incidem sobre seus próprios países de origem. Mas a população dos países industrializados tende a se estabilizar, e, em muitos casos, está até diminuindo – enquanto que a população terceiro-mundista está crescendo a índices preocupantes para as elites dominantes do mundo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O processo malthusiano</h2>
<p>Assim, com base na falaciosa e equivocada teoria malthusiana (teoria essa que diz, ingenuamente, que a população humana cresce em progressão geométrica e os recursos disponíveis, em progressão aritmética – o que já está provado não ser verdade), os atuais “donos do mundo” acham que nós, o resto, estamos nos desenvolvendo demais, procriando demais, e consumindo os recursos naturais que eles acham que pertencem a eles,&#8230; demais.</p>
<p>Ora, eles não se intitulam os “donos do mundo”? Como é que vão permitir, impunemente, que nós, para crescermos – como eles cresceram – consumamos nossos recursos naturais, mesmo que de forma racional? A hipótese de que nós nos desenvolvamos e cheguemos ao nível de conforto dos países industrializados do norte, para eles é inadmissível, intolerável, inimaginável. E não será permitida.</p>
<p>Então, eles resolveram “controlar” o nosso crescimento, e também o de seus próprios países, diga-se de passagem – mas num grau muito mais tolerável. O controle do nosso desenvolvimento demográfico natural, tecnológico, econômico, científico e social serve para – repito – nós não venhamos a continuar consumindo “descontroladamente” os recursos naturais do planeta – que eles dizem, em primeiro lugar, que pertencem ao mundo (e isso quer dizer que pertencem a eles).  Em segundo lugar, o controle serve como pretexto para sustentar teorias inverídicas, sem nenhum respaldo científico, que afirmam que tais recursos são escassos, que estão acabando, que haverá, num futuro breve, guerras pela água, por exemplo, e que logo, logo, estaremos atolados no lixo, e outras falácias do gênero.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A preservação ambiental</h2>
<p>Só que os recursos naturais, ditos “não renováveis” do planeta não estão acabando. Isso não só é uma falácia, como é uma mentira mesmo. Ainda temos petróleo, carvão e gás natural, por milhares de anos e a água é praticamente inesgotável. É tudo uma questão de crescimento econômico das nações e, por conseguinte, de dinheiro para pagar os recursos que se julguem necessários para a o devido consumo e para a preservação ambiental. Só para exemplificar, alguns países do Oriente Médio já estão promovendo a dessalinização da água do mar para atender suas necessidades através de usinas industriais de dessalinização. O custo dessas usinas é pouco maior do que o da potabilização da água doce – mesmo para quem tem água doce em abundância.</p>
<p>E para se ter uma idéia de quão pequeno é a questão da água no mundo, basta dizer que, para prover toda a água potável de que o planeta necessita, isso seria conseguido com uma estação gigante de dessalinização da água do mar, construída, por exemplo, no deserto do Saara. A área dessa usina fictícia ocuparia, incluindo o seu sitema de captação de energia solar (energia essa a rendimentos de hoje, de cerca de 20% apenas), cerca de 0,27% de toda a área do Saara. Da mesma forma, todo o lixo dos EUA produzido em todo o século 21 poderia ser disposto em uma área quadrada de menos de 30 km de lado, com 30 metros de profundidade, o que não representa nada para aquele país.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ainda há recursos naturais em abundância</h2>
<p>Para os amantes das florestas, um dado importante: hoje, há mais florestas no mundo do que na década de 1950! Não estamos destruindo nossas florestas – mormente a Amazônia – na velocidade que muitos ambientalistas fanáticos afirmam. Exemplos assim são inúmeros, e não posso aqui dar mostras de tudo, nem apresentar as razões pelas quais afirmo todas essas coisas. Mas existe literatura a respeito. Assim, repetindo: não estamos esgotando os recursos naturais do planeta.</p>
<p>Aliás, é bom que se saiba que: quem não tem dinheiro sequer para comer não pensa em preservação ambiental. Para que uma comunidade (ou uma nação) se preocupe com a preservação ambiental é necessário, antes de tudo, que ela alcance um desenvolvimento econômico e social que permita isso. Melhor explicando, a preservação ambiental é uma espécie de&#8230; luxo!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O mundo está cada vez melhor</h2>
<p>Em segundo lugar, a vida no mundo e o estado do planeta, apesar do crescimento humano, está cada vez melhor. A cada dia, por exemplo, menos pessoas passam fome – em relação ao número de pessoas pobres no planeta. Em termos absolutos, como a população mundial aumenta, mormente no Terceiro Mundo, há, de fato, mais pessoas passando fome, porém, a proporção de pessoas miseráveis e famintas vem diminuindo aceleradamente, mesmo no Terceiro Mundo.</p>
<p>Hoje, em todo o mundo, inclusive nos países “em desenvolvimento”, vivemos mais, comemos mais e melhor, temos melhor saúde, moramos melhor, temos mais tempo livre para o lazer, somos mais bem educados, temos melhor e maior quantidade de cultura à nossa disposição, nos comunicamos com maior facilidade – enfim, essa idéia que nossos avós têm de que “no tempo deles” a vida era melhor, é totalmente equivocada.</p>
<p>Para se entender melhor: imagine-se duas sociedades, a primeira com 1 milhão de habitantes, e a segunda de 2 milhões; a primeira tem 500.000 famintos, e a segunda, 750.000. Qual das duas sociedades é a melhor? A primeira, que tem menos famintos? Errado. É a segunda, que, embora tenha mais famintos em temos absolutos, proporcionalmente tem menos famintos do que a primeira. Assim é o mundo atual: muito menos miséria em termos proporcionais – e se assim continuar, um dia teremos uma quantidade tão ínfima de famintos – se é que eles existirão – que o problema será considerado, praticamente, inexistente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Estamos cada vez poluindo menos</h2>
<p>Em terceiro lugar, não estamos poluindo o planeta de forma a acarretar a morte do meio ambiente. A poluição – entenda-se bem – proporcionalmente ao crescimento populacional, também está diminuindo. A cada dia surgem novas formas de geração de energia menos poluentes e de melhores rendimentos. Paulatinamente, as grandes cidades vão construindo redes de esgotos e de captação de lixo mais abrangentes e mais eficientes. A própria população mundial, cada vez mais bem educada, polui cada vez menos. A tecnologia, sempre em evolução, cria novas máquinas de rendimentos melhores, poupando, cada vez mais, os insumos energéticos que as fazem funcionar.</p>
<p>As formas de energia ditas como “alternativas” estão igualmente evoluindo tecnicamente, e a cada dia aproximam-se mais dos rendimentos e custos das formas tradicionais de fornecimento de energia à base de carvão, petróleo e gás natural. Novas formas de energia são cada vez mais utilizadas em todo o mundo. Na França, cerca de 75 a 80% de toda a energia consumida no país é nuclear.</p>
<p>Bem, podemos então dizer que o mundo está indo muito bem, obrigado. Não. Não está. Ainda há muitos problemas, mormente nos países do Terceiro Mundo, justamente porque eles ainda são pobres. Mas estão deixando de ser. Ainda há muita miséria e fome. Ainda poluimos descontroladamente. Ainda utilizamos recursos naturais à esmo, sem critério. Ainda há muito trabalho a fazer, mas o caminho que a Humanidade está tomando está correto.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A solução é o crescimento econômico</h2>
<p>Precisamos crescer mais. É necessário que nasçam mais e mais pessoas para povoar as imensas áreas devolutas que existem em todos os países e para promover o consumo. Uma área devoluta, que não pertence a ninguém é, justamente, a que é explorada sem critério – como o alto-mar, por exemplo. É a exploração destrutiva e predatória que aí se instala, por não haver lei que controle sua exploração. Este é o nó da questão. No nosso caso, no Brasil, o que não falta é terra devoluta. E é onde se encontram as queimadas, na orla da Amazônia, por exemplo, em terras que não são de ninguém.</p>
<p>Fechando tudo isso, e mostrando por que foi dito tudo isso, voltamos ao início da matéria, quando apresentamos as elites dominantes tentanto inibir o crescimento mundial, mormente o desenvolvimento industrial, tecnológico, social e demográfico dos países do Terceiro Mundo. Trata-se da manutenção do poder geopolítico no mundo. Os países industrializados – e suas oligarquias dominantes – não só não querem abrir mão de seu atual nível de conforto, como querem se apoderar dos recursos naturais e energéticos existentes no resto do planeta, porque isso lhes garante o poder no mundo. E dizendo que nós crescemos demais, que consumimos demais, e que não temos competência para administrar nossos recursos, eles criam uma idéia mundial favorável a uma eventual intervenção nos países pobres, mas ainda ricos em recursos naturais, a fim de&#8230; &#8220;preservar&#8221; o planeta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O ambientalismo como arma geopolítica</h2>
<p>E a arma que essas elites estão utilizando para incrementar essa política de domínio mundial – e também como pretexto para a conscientização de todo o mundo para a conservação de recursos é o ambientalismo. As florestas estão sendo destruídas&#8230; Os rios estão secando&#8230; As geleiras estão derretendo&#8230; O aquecimento global é culpa do homem&#8230; O nível dos oceanos vai aumentar seis metros nos próximos 100 anos&#8230; 40.000 espécies de animais são extintas por ano (ou por dia?)&#8230; etc etc.</p>
<p>Nada disso é verdade. Nada disso tem respaldo científico. O IPCC (órgão da ONU, de cunho político, evidentemente) falsifica dados, deturpa estatísticas e divulga informações completamente improváveis – de cunho meramente geopolítico, dados esses que ambientalistas tolos, cínicos ou fanáticos (como Al Gore) aproveitam em suas campanhas catastrofistas falaciosas. Tudo isso tem, portanto, um único significado: a manutenção do poder no mundo, com completo controle dos recursos naturais do planeta e, se possível, com um governo mundial único – dirigido por aquelas supracitadas elites! E o resto do mundo – nós – seremos mantidos como uma boiada num curral, em uma total e completa miséria, sem a menor esperança de que tenhamos alguma possibilidade de melhorar de vida.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> não identificada a sua autoria.</p>
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