Os donos invisíveis do movimento ambientalista
Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.
Ambientalismo mal-intencionado
O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.
Bento XVI adverte contra o novo ecopanteísmo
Muito se tem propalado, no mundo do ambientalismo, da pouca importância que o ser humano tem para o meio ambiente. Concepções absolutamente imorais pregam que o Homem significa, no mundo, o mesmo que qualquer animal, e isso pode igualá-lo até a uma barata. Este tipo de concepção é um dos focos do ambientalismo radical, onde até se pensa que a eliminação do homem da face da Terra seria a melhor coisa a acontecer para o planeta.
Malthusianismo no centro da crise global
O malthusianismo (a falsa crença de que a população cresce em proporção geométrica e que os recursos necessários crescem em proporção aritmética – e por isso é necessário uma grande redução na população mundial) está sempre presente quando se fala de ambientalismo. Travestida de “controle da natalidade”, de “planejamento familiar” e de outras formas de contenção do crescimento populacional, essa política traz embutida uma faceta sinistra da eugenia, do aprimoramento racial e, consequentemente, do racismo.
A fraude do aquecimento global – Parte 3
História (quase) secreta do aquecimento global. Primeiras revelações, o falso “desenvolvimento suatentável”, as regras malthusianas, o “buraco” na camada de ozônio etc. As três décadas que se seguiram à 2GM representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvimento socioeconômico para toda a Humanidade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, especialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativamente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contribuía para disseminar um intenso otimismo cultural: a “Revolução Verde” dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nuclear, a corrida espacial e outras.
Por que a ciência politizada é perigosa
O texto apresentado neste post é o «Apêndice I» do livro de Crichton, no qual ele faz uma severa advertência quanto à interferência da política na Ciência, através da utilização desta para fins escusos e que podem colocar a Humanidade em sérios riscos, como já aconteceu várias vezes na História – e ele dá exemplos disso. Hoje, é o movimento ambientalista internacional, que usa a Ciência de maneira quase que chantagiosa para respaldar idéias totalitárias sob um véu de salvação do planeta, o que, para os ingênuos e desinformados só pode ser algo provido de razão. Mas não é. Eis o texto de Michael Crichton. Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.
A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo
O desenvolvimento sustentável é uma falácia, mais do que uma utopia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”, “controle da natalidade”, ou “planejamento familiar”. Como explicar isso para a sociedade?
A farsa do desenvolvimento sustentável – o mundo hoje
Neste post apresentaremos considerações modernas preliminares sobre o desenvolvimento sustentável indicadas por Bjørn Lomborg em seu livro «O Ambientalista Cético». Como se verá, as idéias do malthusianismo continuam presentes – mas são falsas – pois o desenvolvimento humano continua fazendo com que mais e mais recursos estejam à disposição da Humanidade por muitos séculos à frente.
A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo moderno
Como justificar que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente, tecnologicamente etc, com, inclusive, cortes populacionais? Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.
A farsa do desenvolvimento sustentável – crescimento zero
O desenvolvimento sustentável é uma falácia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”. Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.
Ameaças globais
O ambientalismo radical, juntamente com o indigenismo, é uma das maiores ameaças globais, pois, através de reivindicações aparentemente nobres, lança os alicerces do controle do desenvolvimento das nações, mormente as do Terceiro Mundo, visando um governo mundial. O ambientalismo e o indigenismo agem através de ONGs que atuam em todo o mundo. Quase todas as ONGs poderosas são de origem anglo-americana, canadense, belga etc, contando com grandes investimentos por parte de seus países de origem, assim como de empresas transnacionais e de grandes oligarquias dinásticas familiares.
Molion: desmistificando o aquecimento global
Luiz Carlos Baldicero Molion mostra, a partir de conceitos tecnicamente comprovados, de que a tese catastrofista do aquecimento global antrópico (ou antropogênico) não é, cientificamente admissível. Os fatores que determinam as mudanças climáticas a curto, médio e longo prazos são inúmeros, e uma eventual interferência do Homem no clima do mundo devido às suas atividades é, de longe, um dos menores efeitos. Por outro lado, os organismos internacionais, liderados pelo IPCC (órgão da ONU) não dispõem de dados científicos nem de conhecimentos suficientes para afirmar que o aquecimento global é de origem antrópica.