O carvão e o “aquecimento global”

Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta. Mesmo que esperado há algum tempo, o impacto simbólico do fato não é trivial, como comenta Fatih Birol, da AIE: «À medida que a China ultrapassa os Estados Unidos [...]

Aquecimento Global: países não cumprirão metas

Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e sobretudo pela vontade de atingir as metas.

Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»

Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.

James Cameron, o “exterminador” da Amazônia

Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.

O neoprotecionismo é verde

Esta matéria apresenta o jogo financeiro, geopolítico e econômico que está por trás, não só da “crise” ambiental global provocada pelos oligarcas do Hemisfério Norte, como também pelas soluções que pretendem tomar, mormente em relação aos países do Terceiro Mundo. Criam-se emergências e depois surgem os “salvadores da situação”, vendendo, obviamente as soluções – “pacotões” tecnológicos ou financeiros – com o intuito de “auxiliar” os mais vulneráveis. Esse á um jogo antigo.

USAID faz parceria verde com índios na Amazônia

Mais uma vez o governo dos EUA, através da USAID, usa o aquecimento global, via “créditos de carbono” para firmar seus interesses no Brasil. Este artifício, que está na moda como uma das “soluções” para a “salvação do planeta”, foi instituído, na verdade, para obstaculizar o desenvolvimento sócio-econômico dos países “periféricos” – e permitindo que os países “centrais” paguem para continuar a poluir e manter seu atual status megalômano de consumo e conforto.

Copenhague – Climagate e convescote

A conferência climática de Copenhague há muito vem sendo anunciada como um fracasso total. A farsa do aquecimento global antropogênico já é do conhecimento de todo mundo, e mais do que sabida como uma manobra das oligarquias mundiais no sentido de inibir o crescimento sócio-econômico, principalmente, dos países do Terceiro Mundo, chamados hoje, pejorativamente, de “periferia”. Este artigo, oriundo do boletim eletrônico do Movimento de Solidariedade Íbero-americana é de antes da conferência (nº 54, de 10/12/2009) e, brevemente, postaremos um artigo sobre o “depois” da conferência. Nele, é relatado o escândalo que ficou sendo chamado de “climagate”. “Convescote” quer dizer “piquenique”.

Sequestro de carbono – chega de insânia aquecimentista

Este é um artigo (na íntegra) publicado na revista eletrônica do MSIa – Movimento Solidariedade Íberoamericana, de 19/08/2009 (número 33), publicado antes da reunião de Copenhague. Os créditos de carbono, que já estão sendo negociados em “bolsas” especificamente criadas para esse fim, não passam de, por um lado, pelos que emitem dióxido de carbono, uma permissão para continuar poluindo, pagando para isso, e os que vendem esses créditos, são os países que evitam a utilização de combustíveis fósseis e, assim, têm limitadas, drasticamente, suas possibilidades de crescimento, pois, ou não usam essa forma de energia, ou usam outra de custo infinitamente superior ao do petróleo, carvão e gás natural. A negociação dos chamados “créditos de carbono” é, pois, uma imposição derivada do poderio econômico das nações industrializadas, as ditas nações “centrais”, e uma forma de inibir o desenvolvimento das chamadas, pejorativamente, nações “periféricas” – e, dentre estas últimas, está o Brasil, que, ingenuamente, está alimentando esse tipo de transação espúria. E o ambientalismo internacional, obviamente, está por trás disso tudo.