Taxas “verdes” para os transportes aéreo e marítimo
Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto “Fundo Verde” (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.
Bertha Becker: «Amazônia precisa é de uma economia.»
A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental. A afirmativa foi feita pela geógrafa Berta Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário “A Gestão da Amazônia”, realizado na Universidade de São Paulo (USP).
Carta aberta: a verdade sobre a mudança climática
Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática», geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem: «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».
Energias “limpas” enfrentam turbulências na Europa
Enquanto o município e o estado do Rio de Janeiro criam, respectivamente, uma Subsecretaria de Mudanças Climáticas e uma Secretaria de Economia Verde, na Europa, as iniciativas energéticas baseadas no falacioso conceito da “descarbonização” se veem às voltas com sérios problemas, originados pela crescente percepção dos seus altos custos e reduzida eficiência em comparação com as fontes tradicionais. Ironicamente, os questionamentos e mudanças de rumo mais drásticos têm ocorrido nos dois países europeus mais empenhados na difusão do movimento ambientalista, a Holanda e o Reino Unido.
Greenpeace investe contra pré-sal
Definitivamente, a descoberta das reservas de hidrocarbonetos na chamada camada pré-sal da costa brasileira não agradou nem um pouco ao aparato ambientalista internacional e seus prepostos locais. Desde o anúncio da descoberta, em 2008, ambientalistas, tanto de organizações não-governamentais (ONGs) como de órgãos governamentais (entre eles o então ministro do Meio Ambiente Carlos Minc), têm feito fila para fazer “advertências” e críticas sobre a nova fronteira exploratória de petróleo e gás natural, que foi a maior descoberta do gênero no mundo, em mais de duas décadas.
O inacreditável “esverdeamento” da Campanha da Fraternidade
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.
Chuvas de verão: onde está o “Princípio da Precaução”?
A devastação causada pelas chuvas deste verão integra uma longa lista de acontecimentos semelhantes e corre o risco de logo ser esquecida, até repetir-se nos anos vindouros. Porém, ela deveria ensejar uma reflexão sobre as distorções de percepção com que autoridades e grande parte do público avaliam as interações entre as atividades humanas e o meio ambiente.
A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes
O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1007 e 1008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas. A nota divulgada pelo MME afirma que, “seguindo a tendência mundial em termos de energia sustentável, a regulamentação tem como objetivo incentivar a exploração de outras tecnologias que proporcionem um horizonte mais favorável e seguro aos recursos energéticos utilizados em território nacional, para fins de iluminação em geral”.
Sobre a catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro e a doutrina do choque
Ontem, 15/01/2011, em reunião na casa de um amigo meu, conheci um engenheiro geotécnico, com quem conversei sobre a catástrofe ocorrida na semana passada na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Ele, inclusive, está trabalhando na região através de sua firma de consultoria – que é especializada na matéria atinente a deslizamentos de encostas etc. Minha curiosidade era saber, de um especialista, a opinião de quem seria a culpa por tal acontecimento. Antes, ele explicou, tecnicamente, o processo dos deslizamentos, que classificou como sendo «absolutamente normais» – dadas as condições pluviométricas que forçaram os fatos. É assim mesmo o que ocorre em todo o planeta.
Câmara rejeita lei “aquecimentista”
No último dia 1º. de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas emissoras de gases de efeito estufa. O Projeto de Lei Complementar 73/07, de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que poderia ser aplicado em diversas áreas.
Sob o sol de Cancún
Como era esperado, a 16ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de “soluções de mercado” para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais promissores).
Molion – reflexões sobre o efeito-estufa
O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.
Molion: a química do buraco na camada de ozônio em debate
Este post é da autoria do Professor Luis Carlos Baldicero Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL), e que trata, numa abordagem técnica, a problemática do “buraco” na camada de ozônio. Agradecemos ao professor Molion esta preciosa colaboração para estre site.
Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista
Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.
Escândalo abala Mecanismos de Desenvolvimento Limpo
Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.
Ambientalismo internacional – Parte 2
Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente» (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.
O carvão e o “aquecimento global”
Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta.
Aquecimento Global: países não cumprirão metas
Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e sobretudo pela vontade de atingir as metas.
Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»
Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.
James Cameron, o “exterminador” da Amazônia
Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.