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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Créditos de carbono</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>Taxas &#8220;verdes&#8221; para os transportes aéreo e marítimo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto "Fundo Verde" (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Uma demonstração das mais preocupantes de que o interesse principal das negociações climáticas está no aspecto financeiro é a imposição de taxações às emissões de carbono dos transportes aéreo e marítimo, alegadamente, para prover recursos para o natimorto &#8220;Fundo Verde&#8221; (e, evidentemente, ajudar a sobrevida do mercado de créditos de carbono). As primeiras já deverão entrar em vigor no âmbito da UE, a partir de janeiro próximo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12294" title="aviao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/12/aviao-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p>Para o setor marítimo, as perspectivas podem ser avaliadas pelo fato de 90% do comércio internacional ser transportado por navios, cuja contribuição para as emissões globais é estimada em 3-4%.</p>
<p>A pedido do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, um grupo de financistas elaborou um estudo que define o setor de transportes mundial como importante fonte de receita para &#8220;combater a mudança do clima&#8221;, e estima que, a um preço de 25 dólares por tonelada de carbono emitido pelos navios, seria possível gerar uma receita de 25 bilhões de dólares anuais. As ONGs WWF e Oxfam, por sua vez, defendem que pelo menos 10 bilhões desse montante poderiam ser destinados ao &#8220;Fundo Verde&#8221; (<em>Valor Econômico</em>, 8/12/2011).</p>
<p>Para referência, logo após o final da conferência de Durban, as cotações do carbono no mercado europeu caíram aos níveis mais baixos de sua história, pouco acima de 6 dólares por tonelada, talvez, pelo fato de os mercadores de carbono não compartilharem do otimismo das declarações oficiais sobre o evento.</p>
<p>Seja como for, se tal proposta vingar, poderá ter um profundo impacto negativo na economia dos países exportadores, como o Brasil. Um exemplo pode ser visto no preço do frete Brasil-China pago pela Vale (que tem frota própria), 22 dólares por tonelada transportada, dos quais 12-15 dólares representam o valor do combustível. A possível taxação das emissões poderia prejudicar ainda mais a margem de lucro dos exportadores, impactando negativamente as balanças comerciais – perspectiva nada agradável em tempos de crise global.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 31, de 16 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Imagem</strong> ➞ http://pousadadacmradanielecarreiro.blogspot.com</p>
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		<title>Bertha Becker: «Amazônia precisa é de uma economia.»</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/bertha-becker-amazonia-precisa-e-de-uma-economia/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/bertha-becker-amazonia-precisa-e-de-uma-economia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 01:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental. A afirmativa foi feita pela geógrafa Berta Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário "A Gestão da Amazônia", realizado na Universidade de São Paulo (USP).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/amazonia-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7429" title="amazonia-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/amazonia-1-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a>«A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental.» </em>A afirmativa foi feita pela geógrafa Berta Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário &#8220;A Gestão da Amazônia&#8221;, realizado na Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Amazônia já é verde</h2>
<p>Becker, que é uma das maiores especialistas em assuntos amazônicos, criticou a ênfase no combate ao carbono nas abordagens sobre a região e defendeu o estabelecimento de um forte setor produtivo: <em>«Na Amazônia não há uma base econômica organizada, não existem praticamente cadeias produtivas&#8230; A verdade precisa ser dita: neste sentido, a Amazônia não mudou nada.»</em> (Valor Econômico, 17/03/2011)</p>
<p>Para ela, crítica do conceito de “economia verde”, <em>«a Amazônia já é verde. O que ela precisa é de uma economia».</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Basta pagar para não haver desmatamento?</h2>
<p>A geógrafa também teceu críticas à implantação do mecanismo de Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação (REDD) na região, afirmando que tal iniciativa é um retrocesso para o desenvolvimento: <em>«O nosso problema é fazer um esforço para o desenvolvimento da região. E aí vou pegar REDD para não desmatar?&#8230; Com REDD não ataco a causa do desmatamento. É um balde de água fria no estímulo deste desenvolvimento novo.»</em></p>
<p>O mecanismo REDD, um dos carros chefe do aparato ambientalista internacional para países como o Brasil, contempla compensações financeiras para evitar o desmatamento, alegadamente, para combater as emissões de carbono que seriam responsáveis pelo aquecimento global. Evidentemente, a perspectiva de receber recursos financeiros do exterior tem funcionado para alguns como um atrativo maior do que a preocupação com as emissões. No seminário, o superintendente geral da Fundação Amazônia Sustentável, Virgilio Viana, se manifestou: <em>«A valoração de serviços ambientais é a melhor oportunidade da história da Amazônia. Temos que colocar dinheiro na floresta.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/credito-de-carbono.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7431" title="credito-de-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/credito-de-carbono.jpg" alt="" width="229" height="150" /></a>Eles pagam para continuar poluindo&#8230;</h2>
<p>Em última análise, o REDD implica em um pagamento a terceiros para que os países industrializados possam manter as suas cotas de emissões (leia-se consumo de combustíveis fósseis); ou seja, aceita-se dinheiro em troca do subdesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E nós não nos desenvolvemos</h2>
<p>Como afirmou Becher, aceitar dinheiro para inibir o aproveitamento econômico produtivo da região é um erro, pois a Amazônia precisa de muito mais do que de programas de combate a emissões: <em>«A floresta é riquíssima. E esta riqueza está sendo negligenciada em função da ênfase no mercado de carbono. O mais importante é mudar o padrão de desenvolvimento da região. E não ser pago para não desmatar.»</em></p>
<p>Outro convidado presente no evento a manifestar críticas no mesmo tom de Becker foi Ricardo Abramovay, professor titular do departamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP. O pesquisador criticou a extrema carência de infraestrutura que da Amazônia, ressaltando que somente 12% dos domicílios têm acesso a saneamento básico e o acesso à água potável e à eletricidade são escassos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Não há investimentos na Amazônia</h2>
<p>Por fim, Abramovay e Becker questionaram a falta de investimentos em ciência na região, cujos institutos de pesquisa vivem em extrema precariedade de recursos. Segundo Bertha, o fato de o país possuir um grande mercado interno é prova de que podemos desenvolver competitividade em setores estratégicos para a região, como a indústria de fármacos.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 44, de 18 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/seta-branca.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4981" title="seta-branca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/seta-branca.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://viaje-turismo.com/">http://viaje-turismo.com</a>; <a href="http://www.jornaldotocantins.com.br/">http://www.jornaldotocantins.com.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"> <img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Carta aberta: a verdade sobre a mudança climática</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/carta-aberta-a-verdade-sobre-a-mudanca-climatica/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/carta-aberta-a-verdade-sobre-a-mudanca-climatica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
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		<category><![CDATA[Dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática», geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem: «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="toolbar-articlebody">
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2286" title="msm-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-medio.jpg" alt="" width="200" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7122" title="CO2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/CO2-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a>Na «Carta Aberta aos Deputados e Senadores dos EUA: A Verdade Sobre a Mudança Climática»</em>, geofísicos, meteorologistas, engenheiros e ecologistas contestam o alarmismo dos ecofascistas, e citam estudos que refutam cada uma das asseverações desta turba, e garantem:<em> «os trabalhos referenciados fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2».</em></p>
<p>«8 de fevereiro de 2011<br />
«Aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA: «Em resposta a <sup>«</sup>A Importância da Ciência no Tratamento das Mudanças Climáticas<sup>&#8220;</sup>, <em>«Em 28 de janeiro de 2011, dezoito cientistas enviaram uma carta aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, instando-os a </em><em><sup>«</sup>deitar um renovado olhar sobre as mudanças climáticas<sup>»</sup>.</em></p>
<p><em>«O objetivo deles, aparentemente, é denegrir a visão dos cientistas que discordam da afirmação deles segundo a qual o aumento contínuo do ritmo de produção de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) pela queima de carvão, gás e petróleo vai provocar uma série de cataclismos ligados às mudanças climáticas. </em></p>
<p><em>«Nós, abaixo assinados, em total desacordo com eles gostaríamos aproveitar esta oportunidade para expor brevemente nosso lado da questão. </em></p>
<p><em>«Os dezoito alarmistas do clima (assim nos referimos a eles, não pejorativamente, mas simplesmente porque eles se vêem como <sup>«</sup>soando o alarme<sup>»</sup> sobre muitas questões climáticas) afirmam que os povos do mundo <sup>«</sup>precisam se preparar para inundações maciças geradas por tempestades extremas do tipo que está sendo experimentado com freqüência cada vez maior<sup>»</sup>, bem como para os <sup>«</sup>impactos diretos na saúde provocados pelas ondas de calor<sup>»</sup> e pelas <sup>«</sup>doenças infecciosas sensíveis ao clima<sup>»</sup>, além de uma série de outros fenômenos devastadores. </em></p>
<p><em>«E eles dizem que <sup>«</sup>nenhum resultado de pesquisa produziu prova alguma que desafie a compreensão científica global do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup> – compreensão essa que é entendida como sendo o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra.</em></p>
<p><em>«Diante destas declarações, no entanto, nós constituímos uma grande exceção. </em></p>
<p><em>«São os dezoito alarmistas os que parecem não ter consciência <sup>«</sup>do que está acontecendo com o clima do nosso planeta<sup>»</sup>, bem como do vasto acúmulo de pesquisas que fundamenta esse conhecimento. </em></p>
<p><em>«Por exemplo, uma longa lista das reivindicações e de outras que os alarmistas do clima fazem frequentemente pode ser encontrada no site do Centro para o Estudo de Dióxido de Carbono e Mudanças Globais </em>(veja <a href="http://www.co2science.org/education/reports/prudentpath/prudentpath.php">Carbon Dioxide and Earth&#8217;s Future: Pursuing the Prudent Path</a>).</p>
<p><em>«Esse relatório apresenta uma refutação ponto por ponto de todas as reivindicações do “grupo dos dezoito”, citando em cada caso investigações científicas </em><em>peer-reviewed sobre os efeitos reais das alterações climáticas nas várias décadas passadas.</em></p>
<p><em>«Se o “grupo dos dezoito” invoca a ignorância dessa informação, devido à sua recente postagem, então nós chamamos a atenção para um relatório maior e mais abrangente publicado em 2009:</em> <a href="http://www.nipccreport.org/reports/2009/2009report.html">Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC)</a>. <em>Esse documento foi postado há mais de um ano na sua totalidade em </em>www.nipccreport.org.</p>
<p><em>«Estas são apenas duas coletâneas recentes da investigação científica, entre muitas que poderíamos citar. Será que os 678 estudos científicos referenciados no documento de</em> <a href="http://www.co2science.org/">CO2 Science</a><em>, ou os milhares de estudos citados no relatório NIPCC, fornecem provas tiradas do mundo real (em oposição aos modelos teóricos de previsões climáticas) para os aumentos forçados nos números sobre o aquecimento global e sobre a gravidade das enchentes em todo o mundo? Não.</em><br />
<em> </em></p>
<p><em>«Sobre o número global e a severidade das secas? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Sobre o número e a gravidade dos furacões e outras tempestades? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Será que eles fornecem alguma prova tirada do mundo real de que os mares da Terra estão inundando as planícies costeiras em todo o globo? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um aumento da mortalidade humana? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A extinção de plantas e animais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Um declínio da produtividade vegetativa? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Mais freqüentes e mais mortíferos embranquecimentos dos corais? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«A vida marinha se desintegra em oceanos acidificados? Não.<br />
</em></p>
<p><em>«Muito pelo contrário, esses relatórios fornecem provas empíricas de que estes fenômenos não estão acontecendo. </em></p>
<p><em>«E em muitas destes setores, os trabalhos referenciados no relatório fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO<sub>2</sub>. </em></p>
<p><em>«À luz da profusão de observações sobre o funcionamento do mundo real, mostrando que o modesto aquecimento da segunda metade do século 20 trouxe pouco ou nenhum efeito negativo, e, mais ainda, a evidência crescente dos efeitos positivos, achamos incompreensível que os dezoito alarmistas do clima possam sugerir algo tão distante da verdade quanto a alegação de que nenhuma pesquisa forneceu qualquer prova que desafie o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra e com a meteorologia. </em><br />
<em><br />
«Mas não assuma nossa palavra só por causa dela. Leia os dois relatórios. E, em seguida, forme sua própria opinião sobre o assunto. Não se deixe intimidar por falsas alegações de “consenso científico” ou “prova contundente”. Esses não são argumentos científicos e eles pura e simplesmente não são verdadeiros. Como os dezoito alarmistas do clima, nós pedimos ao Sr. que deite um olhar renovado sobre as mudanças climáticas. Nós acreditamos que o Sr. perceberá que elas não são a horrenda ameaça ambiental que eles e outros pretendem ser, e que eles exageram constantemente os efeitos negativos do aquecimento global sobre a economia dos EUA, a segurança nacional e a saúde pública, sendo que esses efeitos podem ser catalogados entre pequenos e negligenciáveis.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Assinado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Syun-Ichi Akasofu</em></strong>, University of Alaska<sup>1</sup><br />
<strong><em>Scott Armstrong</em></strong>, University of Pennsylvania<br />
<strong><em>James Barrante</em></strong>, Southern Connecticut State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>John Boring</em></strong>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<strong><em>Roger Cohen</em></strong>, American Physical Society Fellow<br />
<strong><em>David Douglass</em></strong>, University of Rochester<br />
<strong><em>Don Easterbrook</em></strong>, Western Washington University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Robert Essenhigh</em></strong>, The Ohio State University<sup>1</sup><br />
<strong><em>Neil Frank</em></strong>, Former Director National Hurricane Center<br />
<strong><em>Martin Fricke</em></strong>, Senior Fellow, American Physical Society<br />
<strong><em>Lee Gerhard</em></strong>, University of Kansas<sup>1</sup><strong><br />
<em>Ulrich Gerlach</em></strong>, The Ohio State University<br />
<em><strong>Victor Goldschmidt</strong></em>, Purdue University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Guillermo Gonzalez</strong></em>, Grove City College<br />
<em><strong>Laurence Gould</strong></em>, University of Hartford<br />
<em><strong>Bill Gray</strong></em>, Colorado State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Will Happer</strong></em>, Princeton University<sup>2</sup><br />
<em><strong>Howard Hayden</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>Craig Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>Sherwood Idso</strong></em>, USDA, U.S. Water Conservation Laboratory<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Keen</strong></em>, University of Colorado<sup>1</sup><br />
<em><strong>Doral Kemper</strong></em>, USDA, Agricultural Research Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Hugh Kendrick</strong></em>, Office of Nuclear Reactor Programs, DOE<sup>1</sup><br />
<em><strong>Edward Krug</strong></em>, University of Illinois<sup>1</sup><br />
<em><strong>Richard Lindzen</strong></em>, Massachusetts Institute of Technology<sup>2</sup><br />
<em><strong>Anthony Lupo</strong></em>, University of Missouri<br />
<em><strong>Patrick Michaels</strong></em>, Cato Institute<br />
<em><strong>Donald Nielsen</strong></em>, University of California, Davis<sup>1</sup><br />
<em><strong>Al Pekarek</strong></em>, St. Cloud State University<br />
<em><strong>John Rhoads</strong></em>, Midwestern State University<sup>1</sup><br />
<em><strong>Nicola Scafetta</strong></em>, Duke University<br />
<em><strong>Gary Sharp</strong></em>, Center for Climate/Ocean Resources Study<br />
<em><strong>S. Fred Singer</strong></em>, University of Virginia<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roy Spencer</strong></em>, University of Alabama<br />
<em><strong>George Taylor</strong></em>, Past President, American Association of State Climatologists<br />
<em><strong>Frank Tipler</strong></em>, Tulane University<br />
<em><strong>James Wanliss</strong></em>, Presbyterian College<br />
<em><strong>Leonard Weinstein</strong></em>, National Institute of Aerospace Senior Research Fellow<br />
<em><strong>Samuel Werner</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce West</strong></em>, American Physical Society Fellow<br />
<em><strong>Thomas Wolfram</strong></em>, University of Missouri<sup>1</sup><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Endossado por:</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Rodney Armstrong</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Richard Becherer</strong></em>, University of Connecticut<sup>1</sup><br />
<em><strong>E. Calvin Beisner</strong></em>, The Cornwall Alliance for the Stewardship of Creation<br />
<em><strong>Edwin Berry</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Joseph Bevelacqua</strong></em>, Bevelacqua Resources<br />
<em><strong>Carmen Catanese</strong></em>, American Physical Society Member<br />
<em><strong>Roy Clark</strong></em>, Ventura Photonics<br />
<em><strong>John Coleman</strong></em>, Meteorologist KUSI TV<br />
<em><strong>Darrell Connelly</strong></em>, Geophysicist<br />
<em><strong>Joseph D&#8217;Aleo</strong></em>, Certified Consulting Meteorologist<br />
<em><strong>Terry Donze</strong></em>, Geophysicist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Mike Dubrasich</strong></em>, Western Institute for Study of the Environment<br />
<em><strong>John Dunn</strong></em>, American Council on Science and Health of NYC<br />
<em><strong>Dick Flygare</strong></em>, Engineer<br />
<em><strong>Michael Fox</strong></em>, Nuclear industry/scientist<br />
<em><strong>Gordon Fulks</strong></em>, Gordon Fulks and Associates<br />
<em><strong>Steve Goreham</strong></em>, Climate Science Coalition of America<br />
<em><strong>Ken Haapala</strong></em>, Science &amp; Environmental Policy Project<br />
<em><strong>Martin Hertzberg</strong></em>, Bureau of Mines<sup>1</sup><br />
<em><strong>Art Horn</strong></em>, Meteorologist<br />
<em><strong>Keith Idso</strong></em>, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change<br />
<em><strong>John Kimberly</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>Jay Lehr</strong></em>, The Heartland Institute<br />
<em><strong>Robert Lerine</strong></em>, Industrial and Defense Research and Engineering<sup>1</sup><br />
<em><strong>Peter Link</strong></em>, Geologist<br />
<em><strong>James Macdonald</strong></em>, Chief Meteorologist for the Travelers Weather Service<sup>1</sup><br />
<em><strong>Roger Matson</strong></em>, Society of Independent Professional Earth Scientists<br />
<em><strong>Tony Pann</strong></em>, Meteorologist WBAL TV<br />
<em><strong>Ned Rasor</strong></em>, Consulting Physicist<br />
<em><strong>James Rogers</strong></em>, Geologist<sup>1</sup><br />
<em><strong>Norman Rogers</strong></em>, National Association of Scholars<br />
<em><strong>Rene Rogers</strong></em>, Litton Electron Devices<sup>1</sup><br />
<em><strong>Bruce Schwoegler</strong></em>, MySky Communications, Inc.<br />
<em><strong>Thomas Sheahen</strong></em>, Western Technology Incorporated<br />
<em><strong>James Spann</strong></em>, Chief Meteorologist, ABC 33/40 &#8211; Birmingham<br />
<em><strong>Andrew Spurlock</strong></em>, Starfire Engineering and Technologies, Inc.<br />
<em><strong>Leighton Steward</strong></em>, PlantsNeedCO2.org<br />
<em><strong>Soames Summerhays</strong></em>, Summerhays Films, Inc.<br />
<em><strong>Charles Touhill</strong></em>, Consulting Environmental Engineer<br />
<em><strong>David Wojick</strong></em>, Climatechangedebate.org<br />
<em><strong>Bob Zybach</strong></em>, Ecologist</p>
<p>1 &#8211; Emérito ou aposentado<br />
2 &#8211; Membro da National Academy of Sciences</p>
<p style="text-align: right;"><strong>08 de fevereiro de 2011</strong></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2287" title="msm-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/msm-pequeno.jpg" alt="" width="100" height="22" /></a></p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«MSM &#8211; Mídia Sem Máscara»</em></strong>, em 19/02/2011.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>e maiores informações, no endereço: <a href="http://www.midiasemmascara.org/">http://www.midiasemmascara.org/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.nskamericas.com/">http://www.nskamericas.com</a> <strong> </strong></p>
</div>
<div><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></div>
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		<title>Energias &#8220;limpas&#8221; enfrentam turbulências na Europa</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 15:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto o município e o estado do Rio de Janeiro criam, respectivamente, uma Subsecretaria de Mudanças Climáticas e uma Secretaria de Economia Verde, na Europa, as iniciativas energéticas baseadas no falacioso conceito da “descarbonização” se veem às voltas com sérios problemas, originados pela crescente percepção dos seus altos custos e reduzida eficiência em comparação com as fontes tradicionais. Ironicamente, os questionamentos e mudanças de rumo mais drásticos têm ocorrido nos dois países europeus mais empenhados na difusão do movimento ambientalista, a Holanda e o Reino Unido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energias-renovaveis.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7104" title="energias-renovaveis" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energias-renovaveis-281x300.jpg" alt="" width="281" height="300" /></a>Enquanto o município e o estado do Rio de Janeiro criam, respectivamente, uma Subsecretaria de Mudanças Climáticas e uma Secretaria de Economia Verde, na Europa, as iniciativas energéticas baseadas no falacioso conceito da “descarbonização” se veem às voltas com sérios problemas, originados pela crescente percepção dos seus altos custos e reduzida eficiência em comparação com as fontes tradicionais. Ironicamente, os questionamentos e mudanças de rumo mais drásticos têm ocorrido nos dois países europeus mais empenhados na difusão do movimento ambientalista, a Holanda e o Reino Unido.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Guinada holandesa: os altos custos das energias eólicas e solar</span></h2>
<p>Na Holanda, o governo decidiu não apenas rever para baixo as metas anteriores para a geração de energia renovável, como também cortar drasticamente os subsídios para investimentos em energia eólica e solar e – heresia das heresias – autorizar a construção da segunda usina nuclear do país (The Register, 10/02/2011).</p>
<p>A motivação da guinada holandesa é elementar: os altos custos das energias eólica e solar, favorecidas nas ruidosas campanhas de ONGs ambientalistas como o Greenpeace e a Friends of the Earth International, que têm sede no país. Assim, a Holanda se torna o primeiro país a abandonar oficialmente a meta da União Europeia (UE) de gerar 20% da sua energia com fontes renováveis, até 2020. Segundo o jornal <em>Financial Times Deutschland</em> (9/02/2011), os subsídios para tais fontes serão reduzidos de 4 bilhões de euros para 1,5 bilhão.</p>
<p>Quanto ao renovado interesse pela energia nuclear, ele é uma decorrência natural do abandono da oposição anterior à construção de novas usinas, decisão tomada em 2007. A Holanda tem um reator nuclear em operação, a central de Borssele, inaugurada em 1973, com potência de 485 megawatts. Devido às pressões ambientalistas, a unidade deveria ter sido fechada em 2003, mas, em 2006, decidiu-se estender a sua operação até 2034.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/David-Cameron-001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7107" title="David-Cameron-001" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/David-Cameron-001-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a><span style="color: #000080;">Inglaterra com a mesma postura</span></h2>
<p>No Reino Unido, o governo conservador de David Cameron se encontra cada vez mais encalacrado com o contraste entre a sua proposta de transformar o país no líder da “descarbonização” no continente e a realidade dos custos estratosféricos e a reduzida eficiência das fontes energéticas alternativas. E, em uma demonstração de virtual esquizofrenia, o governo britânico insiste em aumentar a meta de geração renovável da UE para 30%, quando o atual número de 20% se mostra cada vez mais irreal.</p>
<p>Mais realista, o comissário de Energia da UE, Günther Oettinger, afirmou que tal medida implicaria em uma desindustrialização no bloco: «Se formos sozinhos para os 30%, a única coisa que teremos será um processo mais rápido de desindustrialização na Europa. Eu acho que precisamos de indústrias na Europa, precisamos de indústrias no Reino Unido, e indústrias significam emissões de CO2.»</p>
<p>Segundo ele, a Europa deve adotar metas mais altas apenas se outras economias importantes estiverem dispostas a fazê-lo. Como tal possibilidade é mais remota que a de o Greenpeace apoiar a energia nuclear, a meta “oficial” de 20% será mantida – e é uma questão de tempo até que seja também abandonada, na medida em que os prejuízos causados pelo alarmismo climático se mostrem superiores aos ganhos financeiros e outros, proporcionados pelo mercado de créditos de carbono e toda autêntica indústria estabelecida em torno do “aquecimentismo”.</p>
<p>Como temos relatado, o próprio governo britânico está reconsiderando os pesados incentivos fiscais concedidos nos últimos anos à geração eólica e solar, como anunciou o Departamento de Energia e Mudanças Climáticas, em uma decisão que está causando grande polêmica entre os investidores naquelas fontes. E os motivos não são apenas econômicos: grande parte da oposição a novos projetos eólicos provém de organizações de comunidades onde já existem fazendas de aerogeradores em funcionamento ou há projetos para instalá-los. Como afirmou recentemente o secretário de Energia e Mudanças Climáticas, Charles Hendry: <em>«O governo acredita que a energia eólica tem uma importante contribuição a fazer, tanto para a nossa segurança energética como os nossos objetivos de baixo carbono, mas ela não deve ser imposta a comunidades que não estejam dispostas a recebê-la, fora de um processo democrático amplo e adequado. Essas mudanças irão responder ao déficit democrático na energia eólica.»</em> (<em>Click Green News</em>, 11/02/2011).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Confirmação inglesa</span></h2>
<p>Na mesma entrevista, o secretário deu uma pista importante sobre a mudança de percepção pública em relação aos temas climáticos, a qual deveria ser devidamente anotada por quem de direito:</p>
<p><em>«A recente pesquisa Ipsos Mori/Universidade de Cardiff sobre as percepções públicas sobre as mudanças climáticas mostrou que um terço dos britânicos pensam que a ciência das mudanças climáticas tem sido exagerada. Para os tomadores de decisões, comprometidos em fazer deste o governo mais verde de todos os tempos, isso representa um desafio significativo, de modo que o primeiro passo que precisamos dar é entender as razões dessa visão. Há dois grupos distintos de pessoas nessa categoria: aqueles que não acreditam, genuinamente, que o corpo majoritário de opinião científica está correto; e os que não gostam de aspectos particulares da resposta às mudanças climáticas, que acreditam que as soluções são piores do que os problemas que estão procurando resolver.»</em></p>
<p><em>«O governo reconhece que a atitude provocativa não tem funcionado. Como secretário de Energia e Mudanças Climáticas, Ed Miliband </em>[governo Gordon Brown] <em>comparava os que se opunham às fazendas eólicas a pessoas que atravessam cruzamentos com faixas de pedestres sem parar para olhar. Mas esses rótulos produziram apenas uma oposição mais firme e uma falta de consentimento popular para projetos eólicos locais. Isso não pode funcionar a longo prazo e é necessária uma nova abordagem.»</em></p>
<p>Como se dizia antigamente, humildade e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. No caso das consequências socioeconômicas do alarmismo climático, podemos complementar afirmando que, um choque de realidade, também não.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_-300x19.png" alt="" width="300" height="19" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 40, de 17 de fevereiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://greatsiff.blogspot.com/">http://greatsiff.blogspot.com</a>; <a href="http://www.youngfabians.org.uk/">http://www.youngfabians.org.uk</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Greenpeace investe contra pré-sal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 01:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definitivamente, a descoberta das reservas de hidrocarbonetos na chamada camada pré-sal da costa brasileira não agradou nem um pouco ao aparato ambientalista internacional e seus prepostos locais. Desde o anúncio da descoberta, em 2008, ambientalistas, tanto de organizações não-governamentais (ONGs) como de órgãos governamentais (entre eles o então ministro do Meio Ambiente Carlos Minc), têm feito fila para fazer “advertências” e críticas sobre a nova fronteira exploratória de petróleo e gás natural, que foi a maior descoberta do gênero no mundo, em mais de duas décadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a>Definitivamente, a descoberta das reservas de hidrocarbonetos na chamada camada pré-sal da costa brasileira não agradou nem um pouco ao aparato ambientalista internacional e seus prepostos locais. Desde o anúncio da descoberta, em 2008, ambientalistas, tanto de organizações não-governamentais (ONGs) como de órgãos governamentais (entre eles o então ministro do Meio Ambiente Carlos Minc), têm feito fila para fazer “advertências” e críticas sobre a nova fronteira exploratória de petróleo e gás natural, que foi a maior descoberta do gênero no mundo, em mais de duas décadas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Campanha contra o pré-sal é apoiada pela CNBB</h2>
<p>Uma das críticas, que começaram a ser feitas antes mesmo da realização dos exames de laboratório necessários para consubstanciá-las, é a de que o petróleo do pré-sal tem níveis de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) superiores aos habituais, o que exigiria pesados investimentos em tecnologias de captura e sequestro de carbono (CCS, na sigla em inglês), para evitar que as emissões de tais gases contribuíssem para agravar o suposto aquecimento global. Em várias entrevistas, o então ministro Minc se referiu ao assunto.</p>
<p>Apesar da leviandade de tais afirmativas, a Petrobras, o governo e a opinião pública sensata devem se precaver, porque a investida dos ambientalistas contra a exploração do pré-sal deverá intensificar-se. Uma demonstração disto é a crítica feita no texto-base da Campanha da Fraternidade 2011 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo tema principal é nada menos que o aquecimento global alegadamente agravado pelas atividades humanas (<em>MSIa Informa</em>, 4/02/2011).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/greenpeace-pre-sal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7033" title="greenpeace-pre-sal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/greenpeace-pre-sal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Campanha suja do Greenpeace</h2>
<p>Na mesma linha, não poderia faltar o indefectível Greenpeace, que, embora tenha demorado semanas a se manifestar sobre o colossal vazamento em uma plataforma de exploração da empresa britânica BP no Golfo do México, em abril de 2010, se apressou em associá-lo à exploração do pré-sal. Em agosto, ativistas da ONG fizeram uma manifestação em frente ao prédio onde se situa o escritório da BP em São Paulo (SP), emporcalhando a calçada com um líquido escuro simulando petróleo e exibindo cartazes onde se liam os dizeres: <em>«BP Hoje, Pré-sal Amanhã»</em>.</p>
<p>Em novembro, o Greenpeace divulgou um relatório em que o pré-sal é citado como ameaça. Intitulado &#8220;Mar, Petróleo e Biodiversidade – a Geografia do Conflito&#8221;, o documento adverte que parte das áreas do litoral brasileiro que deveriam ser consideradas prioritárias para a conservação já estão concedidas à exploração petrolífera. Em uma entrevista publicada no jornal <em>O Estado de S. Paulo</em> de 26 de janeiro último, o diretor-executivo do Greenpeace Brasil, Marcelo Furtado, justifica:</p>
<p><em>«Projeções mostram que as emissões do pré-sal podem ser iguais ou maiores do que o desmatamento da Amazônia inteira. E nas contas de emissões que o Brasil tem apresentado não estão computadas as emissões do pré-sal. A meta de redução de emissões que o País apresentou em Copenhague e reiterou em Cancún não leva em conta as emissões do pré-sal.»</em></p>
<p>Questionado pela jornalista Karina Ninni sobre a divergência de interpretações entre a agenda restritiva dos ambientalistas e a percepção do público em geral sobre o significado da exploração do pré-sal para o País, Furtado saiu-se com esta:</p>
<p><em>«Se essa é a percepção, o desafio que temos é não só o de brindar a sociedade brasileira com as informações que conseguimos, mas saber de que maneira a gente pode melhorar o fornecimento de informação estratégica para a sociedade, para que ela atue como um firme contrapeso às decisões que o País está tomando. Isso não é só em relação ao governo, também em relação às empresas. Se a gente está imaginando um Brasil maior e mais poderoso, agora que ele está mais integrado ao mundo global e mais rico – as empresas brasileiras estão se tornando grandes multinacionais, veja a Vale, a Petrobrás – precisamos de uma sociedade mais forte e bem informada.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Manipulação da opinião pública</h2>
<p>Vale ressaltar a intenção explícita de manipular a opinião pública, <em>«para que ela atue como um firme contrapeso às decisões que o País está tomando»</em>.</p>
<p>Como sempre, a agenda ambientalista contra o desenvolvimento e o progresso é explícita. O que é preciso é uma ampliação da conscientização sobre a inviabilidade de se continuarem a fazer concessões irracionais, infundadas e desnecessárias ao alarmismo “verde”. O preço para toda a sociedade brasileira, e não apenas para a Petrobras e as empresas envolvidas na exploração do pré-sal, poderá ser muito alto.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 39, de 10 de fevereiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://noticias.r7.com/">http://noticias.r7.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O inacreditável &#8220;esverdeamento&#8221; da Campanha da Fraternidade</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema "Fraternidade e a Vida no Planeta". Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/cnbb-campanha-da-fraternidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6985" title="cnbb-campanha-da-fraternidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/cnbb-campanha-da-fraternidade-298x300.jpg" alt="" width="223" height="224" /></a>A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema &#8220;Fraternidade e a Vida no Planeta&#8221;. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Apontamentos “bíblicos”&#8230;</h2>
<p>Para orientar os trabalhos da campanha, a CNBB está distribuindo em todas as dioceses do País um texto-base que, se excluídas as considerações de cunho teológico-religioso (<em>«Apontamentos Bíblicos Sobre a Preservação da Natureza»</em>), é indistinguível das publicações catastrofistas das grandes ONGs ambientalistas integrantes da campanha aquecimentista. Na apresentação, lê-se:</p>
<p><em>«Este ano, a CNBB propõe que todas as pessoas de boa vontade olhem para a natureza e percebam como as mãos humanas estão contribuindo para o fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, com sérias ameaças para a vida em geral, e a vida humana em especial, sobretudo a dos mais pobres e vulneráveis.»</em> (&#8230;)</p>
<p>Em 135 páginas quase inacreditáveis, o documento reproduz sem maiores contestações toda a pletora de argumentos que têm sido manipulados para justificar a agenda de limitações do uso de combustíveis fósseis, além de oferecer como alternativa o habitual receituário “verde” de restrições tecnológicas, cuja aplicação plena implicaria em um virtual retrocesso civilizatório.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma das fontes: o Clube de Roma!</h2>
<p>Como fontes para os seus argumentos, os autores recorrem à “autoridade” de entidades como o desacreditado Clube de Roma, criticado por dignitários da própria Igreja Católica como promotor da insana agenda malthusiana dos “limites ao crescimento”, e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão das Nações Unidas que tem sido crescentemente contestado em sua pretensão de representar um inexistente “consenso científico” sobre as questões climáticas. Por ironia, as políticas promovidas pelo Clube de Roma têm sido grandemente responsáveis pela crise demográfica acarretada pela brutal queda das taxas de fertilidade femininas abaixo do nível de mera reprodução da população – problema que afeta, principalmente, os países industrializados, mas que já atinge também as nações em desenvolvimento.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A velha falta de certezas científicas</h2>
<p>Vale enfatizar que, ao contrário do que os aquecimentistas afirmam com certeza dogmática, não existe qualquer evidência científica que permita diferenciar as variações climáticas ocorridas nos últimos dois séculos dentro das oscilações muito mais amplas e rápidas verificadas, por exemplo, ao longo do período geológico conhecido como Holoceno, os últimos 12 mil anos, no qual toda a Civilização tem existido. Ou seja, simplesmente não é possível atribuir as mudanças climáticas recentes às ações humanas – pelo que a hipótese do aquecimento global antropogênico é reprovada no teste do método científico (aliás, a própria expressão mudanças climáticas é redundante, pois o clima está sempre em mudança).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Até a Igreja se equiparando a um WWF e a um Greenpeace!</h2>
<p>Se um tal documento tivesse sido produzido por um Greenpeace ou um WWF, nem valeria a pena respondê-lo. Entretanto, tratando-se de uma iniciativa que pretende representar o magistério da Igreja sobre questões referentes ao bem-estar da sociedade, não se pode ignorá-lo. Embora uma contestação factual do texto requeira muito mais espaço do que o disponível aqui, alguns poucos exemplos são suficientes para demonstrar o nível de desorientação dos seus autores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nada de viagens aéreas, hem!</h2>
<p>Uma das propostas do documento para orientar as ações individuais para <em>«a diminuição das emissões de gases de efeito estufa»</em> é uma lista de iniciativas promovida pela ONG inglesa 10:10 Global, dirigida pela cineasta Franny Armstrong. Entre várias sugestões que qualquer pessoa sensata deve adotar para reduzir o consumo e o custo da energia doméstica (como desligar a televisão quando não estiver sendo assistida), a lista inclui disparates como a renúncia ao uso do papel e às viagens aéreas e a preferência por alimentos orgânicos produzidos localmente (geralmente, de custo inacessível à maioria das famílias de menor poder aquisitivo).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/sem-pressao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6988" title="sem-pressao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/sem-pressao-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a>Outra afinidade da CNBB: o infame filme <em>«Sem Pressão»</em></h2>
<p>Franny Armstrong ganhou certa notoriedade em 2009, com a divulgação do filme-catástrofe <em>«A Era da Estupidez»</em>, no qual pinta um mundo de meados do século devastado pelas mudanças climáticas provocadas pelo homem. Entretanto, em outubro de 2010, ela provocou um escândalo internacional com a exibição de um filmete de propaganda intitulado <em>«Sem pressão»</em> (<em>«No Pressure»</em>) <strong>[assistir neste site]</strong>, no qual estudantes secundários, funcionários de uma empresa e até um esportista eram explodidos em meio a jorros de sangue, por se recusarem a participar da campanha da ONG contra o carbono. A enorme repercussão negativa do fato levou a maioria das grandes empresas que patrocinavam a campanha a retirar-se dela.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB também é contra as hidrelétricas<br class="spacer_" /></h2>
<p>No tocante às fontes de energia, o trecho seguinte sintetiza a visão dos autores:</p>
<p>(&#8230;) <em>«É preocupante o direcionamento que as recentes decisões do governo estão conferindo à questão das fontes energéticas em nosso país. Hoje a Região Amazônica é palco de grandes projetos hidrelétricos, como as usinas Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, Belo Monte e Tapajós, no Pará, além de muitas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) espalhadas pelo país e os acenos de expansão da matriz energética atômica. E, em meio às dificuldades mundiais de contenção das emissões de CO<sub>2</sub>, o governo praticamente ignora o potencial oferecido pelo nosso imenso território para a implementação e expansão da energia solar e da eólica&#8230; A lógica desses projetos energéticos está na contramão das medidas necessárias para diminuir ou conter o aquecimento global e impedir que a desestabilização do clima coloque em risco as condições de vida do planeta.» </em>(&#8230;)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energia-eolica.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6991" title="energia-eolica" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/energia-eolica-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Energia solar, eólica!&#8230; Rsrsrs</h2>
<p>Convenientemente, os autores não esclarecem que as únicas formas tecnológica e economicamente viáveis de geração de eletricidade para abastecer sociedades urbanizadas e industrializadas são as usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares, que respondem por cerca de 98% da eletricidade gerada no planeta. Devido à sua reduzida densidade energética e custo elevado, as chamadas fontes “alternativas” – solar, eólica, geotérmica, biomassa etc – são apropriadas apenas para abastecimentos locais ou pontuais. Qualquer sugestão em contrário não passa de desinformação ou desorientação ideologicamente motivada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB: até contra o nosso pré-sal!</h2>
<p>Outra passagem investe contra a exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal da costa brasileira:</p>
<p>(&#8230;) <em>«A exploração do pré-sal não é a maravilha apresentada pelas propagandas governamentais, pois além de dispendiosa e de incorrer em riscos de graves acidentes ambientais, trata-se da energia que mais emite gases de efeito estufa, a combustão de derivados de petróleo.» </em>(&#8230;)</p>
<p>Em uma reles frase de efeito, os autores depreciam a relevância de uma das maiores descobertas da exploração de hidrocarbonetos das últimas décadas em todo o mundo, fruto exclusivo da qualificação dos técnicos da Petrobras – quase como se a façanha, saudada internacionalmente, representasse um crime de lesa-humanidade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB: também contra a energia nuclear&#8230;</h2>
<p>E, logo adiante, voltam a atacar a tecnologia nuclear:</p>
<p>(&#8230;) <em>«A sociedade precisa se opor firmemente a iniciativas de expansão da matriz atômica, porque os seus resíduos permanecessem </em>(sic)<em> ativos por longos anos; seria um problema que legaríamos par muitas gerações futuras.»</em></p>
<p>Curiosamente, os autores do libelo deixam de lado o fato de que o Vaticano é membro fundador da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão que tem entre as suas atribuições precípuas o desenvolvimento da energia nuclear para fins pacíficos em todo o mundo. Nas palavras de Dom Giampaolo Crepaldi, arcebispo de Trieste e secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz do Vaticano, <em>«a energia nuclear é um direito inalienável para o desenvolvimento econômico e social»</em> – como afirmou aos participantes de uma conferência internacional promovida pela Sociedade de Gerenciamento de Instalações Nucleares (Sogin), órgão do governo italiano, em Trieste, em julho de 2010.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/direito-dos-animais.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-6992" title="direito-dos-animais" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/direito-dos-animais-243x300.gif" alt="" width="153" height="190" /></a>Direitos do meio ambiente? Que direitos?</h2>
<p>Os redatores da CNBB, provavelmente, se surpreenderiam ao ouvir as demais considerações de Dom Crepaldi, que ressaltou que a Santa Sé tem <em>«afirmado repetidamente a necessidade de utilizar, a favor do desenvolvimento dos países pobres, os recursos energéticos que derivam da aplicação dos tratados de desarmamento nuclear»</em>. Igualmente, ele enfatizou que a Doutrina Social da Igreja insere a energia nuclear no âmbito da <em>«responsabilidade comum da humanidade de construir o próprio progresso futuro, no respeito, não como se diz com frequência, aos “direitos do ambiente”, uma vez que o ambiente, naturalisticamente entendido, não tem direitos, mas sim aos direitos dos homens, inclusos os pobres de hoje e de amanhã e as gerações vindouras»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB também contra os transgênicos!<br class="spacer_" /></h2>
<p>Em outro trecho, o documento ataca toda a agricultura moderna, rotulada de forma simplista como “agronegócio”:</p>
<p>(&#8230;) <em>«Podemos também questionar a qualidade dos seus produtos, cuja produção exige necessariamente a introdução de elementos químicos, além das sementes geneticamente modificadas. Os fertilizantes se constituem em um capítulo à parte, pois os excessos de fósforo e nitrogênio despejados nas terras acabam afetando as águas e a própria atmosfera. Diante disso, deveríamos favorecer a alternativa que é a pequena produção camponesa, privilegiando a compra de produtos orgânicos e os produzidos na região, para poupar o dispêndio de energia que resulta em emissões.» </em>(&#8230;)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>CNBB é contra o próprio Vaticano – uma nova igreja?</h2>
<p>Ademais da insultuosa sugestão de que famílias pobres deem preferência a alimentos “orgânicos” de preços geralmente elevados, uma vez mais, os autores deixam implícita uma preferência por um idílico e bucólico mundo rural, de população, urbanização e industrialização reduzidas. E ainda ignoram ou fingem ignorar o vivo interesse do Vaticano pelos avanços da biotecnologia, demonstrado pela realização da Semana de Estudos sobre os Organismos Geneticamente Modificados, promovida pela Pontifícia Academia de Ciências, em dezembro de 2010. Apesar de a Santa Sé esclarecer que não tem uma posição oficial sobre o tema, as discussões do evento foram sintetizadas em um documento chamado <em>«As Plantas Transgênicas Para a Segurança Alimentar no Contexto do Desenvolvimento»</em>, o qual estabelece:</p>
<p><em>«Em conformidade com as recentes descobertas científicas, existe um imperativo moral de estender os benefícios desta tecnologia (os transgênicos) às populações pobres e vulneráveis que desejarem, em uma escala maior e em condições que aumentem seu nível de vida, melhorem a sua saúde e protejam o meio ambiente.» </em>(<em>Zenit.org</em>, 02/12/2010)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A tentativa de equiparar o ambientalismo radical aos dogmas cristãos!</h2>
<p>Em termos estritamente teológicos, o aspecto mais surpreendente do documento é a tentativa de justificar a agenda ambientalista segundo os cânones do magistério cristão, em especial, com uma coleção de citações de documentos eclesiásticos e declarações de autores cristãos e papas (inclusive os dois últimos), retiradas dos seus contextos gerais para fazer parecer que a doutrina cristã apoia o radicalismo “verde”. Assim, o que fazem os autores é promover uma autêntica idolatria da natureza que remete ao paganismo pré-cristão, como já advertiu ninguém menos que o próprio papa Bento XVI, que rotulou a ideologia malthusiana-ambientalista como um “neopaganismo”.</p>
<p>Em sua mensagem no Dia Mundial da Paz, em 2010, o Pontífice dedicou especial atenção à questão ambiental, ressaltando que o respeito à natureza está estreitamente relacionado ao respeito à pessoa humana. Na oportunidade, Bento XVI contestou as tendências filosóficas que chegam a considerar o ser humano como uma ameaça ao meio ambiente e, inclusive, propugnam o controle populacional como medida de proteção ambiental.</p>
<p><em>«Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos»</em>, afirmou.</p>
<p>Deste modo, <em>«chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitária da “dignidade” de todos os seres vivos. Este falso “igualitarismo” integra &#8220;um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem»</em>, concluiu o Pontífice. (<em>Zenit.org</em>, 15/12/2009)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6426" title="diabo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo-180x300.jpg" alt="" width="92" height="152" /></a>Qual é a da CNBB?</h2>
<p>Os redatores da CNBB podem ter sido motivados pelo que percebem como a melhor das intenções, o empenho em colocar a Igreja na vanguarda das discussões sobre temas que consideram “os sinais dos tempos” (ainda que com uma ótica um tanto desfocada). Porém, como se depreende do dito popular de que o caminho para o inferno está pavimentado de boas intenções, pelo menos nesse caso, o resultado de tais esforços é uma descabida promoção dos princípios misantrópicos e anticristãos que impregnam a ideologia e a agenda do movimento ambientalista internacional.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 38, de 04 de fevereiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens:</strong> <a href="http://jeisiam.blogspot.com/">http://jeisiam.blogspot.com</a>; <a href="http://bloglaurabotelho.blogspot.com/">http://bloglaurabotelho.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://sinantropica.blogspot.com/">http://sinantropica.blogspot.com</a>; <a href="http://aldoadv.wordpress.com/">http://aldoadv.wordpress.com</a>; e</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com">http://blogdoambientalismo.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Chuvas de verão: onde está o &#8220;Princípio da Precaução&#8221;?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 20:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A devastação causada pelas chuvas deste verão integra uma longa lista de acontecimentos semelhantes e corre o risco de logo ser esquecida, até repetir-se nos anos vindouros. Porém, ela deveria ensejar uma reflexão sobre as distorções de percepção com que autoridades e grande parte do público avaliam as interações entre as atividades humanas e o meio ambiente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Catastrofe-no-rio.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6602" title="Catastrofe-no-rio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Catastrofe-no-rio-285x300.jpg" alt="" width="242" height="254" /></a>A devastação causada pelas chuvas deste verão integra uma longa lista de acontecimentos semelhantes e corre o risco de logo ser esquecida, até repetir-se nos anos vindouros. Porém, ela deveria ensejar uma reflexão sobre as distorções de percepção com que autoridades e grande parte do público avaliam as interações entre as atividades humanas e o meio ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Urbanização descontrolada é problema ambiental</h2>
<p>Em uma recente pesquisa efetuada pelo IBOPE para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 27 % dos entrevistados apontaram o aquecimento global (supostamente agravado/causado pelo homem) como o principal problema ambiental que influencia a qualidade de vida, bem à frente dos 18 % que optaram pelo tratamento de água e esgoto e dos 8 % que escolheram o tratamento do lixo. As opções não incluíam problemas de urbanização descontrolada, como a ocupação irregular de encostas e calhas dos cursos d’água – causas diretas de tragédias como a que atingiu a Região Serrana do Rio de Janeiro.</p>
<p>De fato, a agenda ambientalista passa ao largo desses problemas, ao contrário das ruidosas campanhas contra a proposta de revisão e ajuste do Código Florestal à realidade das atividades rurais praticadas há décadas no País, das que têm retardado ou inviabilizado numerosos projetos de infraestrutura energética e viária ou das que promovem uma infundada, desnecessária e inviável “descarbonização” da economia. Esta, sob o ilusório pretexto de neutralizar mudanças climáticas que ocorrem há milhões de anos, com amplitude e rapidez bem maiores que as verificadas desde a Revolução Industrial – razão pela qual, simplesmente, não há evidências científicas concretas que permitam identificar nelas qualquer influência humana em escala planetária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O currículo escolar está errado</h2>
<p>A despeito de tal interferência ser uma teoria sustentada apenas por modelos matemáticos (mas promovida por uma ativa conjugação de interesses ideológicos, acadêmicos, políticos e econômicos restritos), este pseudoproblema mobiliza uma singular parceria entre governos e sociedade.</p>
<p>O Governo Federal se dispõe a liderar uma agenda mundial de “descarbonização”, comprometendo-se unilateralmente com metas de cortes de emissões de carbono medidas em casas decimais. Estados e municípios planejam e aprovam políticas próprias de “mudanças climáticas” (a do município do Rio de Janeiro será apresentada em 25 de janeiro próximo). Entidades empresariais se envolvem, acriticamente, em um esforço que contraria princípios basilares de racionalidade econômica. E o empenho em influenciar a percepção pública do tema se converteu numa virtual doutrinação, que tem início nos livros-texto do ensino fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/contencao-de-encosta.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6604" title="contencao-de-encosta" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/contencao-de-encosta-300x225.jpg" alt="" width="252" height="189" /></a>Não sefaz nada quanto aos desastres naturais?</h2>
<p>Em paralelo, o País se vê obrigado a admitir à coordenação da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres, da qual foi um dos signatários em 2005, que praticamente nada foi feito até agora para implementar um plano nacional de resposta a desastres naturais. Enquanto se elaboram planos detalhados para um hipotético aquecimento atmosférico nas próximas décadas, não há qualquer esforço de definição e implementação de uma estratégia de defesa civil coordenada entre os diversos âmbitos federativos, para dar resposta a problemas reais e prementes, nem, tampouco, para enfrentar o inadiável dilema do crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/semsaida.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6605" title="semsaida" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/semsaida-300x225.jpg" alt="" width="194" height="145" /></a>Cadê o “princípio da precaução”?</h2>
<p>Por ironia, um dos pilares da ideologia ambientalista é o chamado “Princípio da Precaução”, o qual determina que, se uma atividade representa ameaça ao meio ambiente ou à saúde, medidas de precaução devem ser tomadas, mesmo se as relações de causa e efeito não forem estabelecidas cientificamente. E, ao contrário das ilações teóricas sobre os impactos humanos no clima global, as respostas mecânicas dos solos e rochas às intervenções humanas e a dinâmica dos cursos d’água são amplamente dominadas pela Geologia, Geotecnia e Hidrologia, permitindo estabelecer com precisão as áreas de risco para ocupação, como encostas e planícies fluviais. Sem falar na capacidade de a Meteorologia antecipar em pelo menos 24 horas a ocorrência de chuvas pesadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Bons exemplos no próprio Rio de Janeiro</h2>
<p>Se houvesse uma preocupação efetiva com os reais problemas ambientais, em nenhuma área o conceito de prevenção implícito no “Princípio da Precaução” deveria ser mais aplicado do que na ordenação do uso do solo, em especial, o urbano. Aí, tanto em termos de vidas humanas como em custos materiais, são mais que evidentes as vantagens das restrições à ocupação de áreas de risco e da realização de obras e serviços de drenagem, contenção e outros, cuja relação custo/benefício os favorece amplamente diante dos elevados custos do socorro, assistência e reconstrução de áreas atingidas por grandes desastres. No Rio de Janeiro, as obras de contenção e estabilização de encostas realizadas desde 1966 pela Fundação Geo-Rio (antigo Instituto de Geotécnica, criado após as chuvas de 1965), certamente, salvaram centenas ou milhares de vidas. E o saldo teria sido maior se tivesse havido a vontade política de se impedir a expansão da ocupação das áreas de risco da cidade – providência indiscutivelmente mais útil do que estabelecer cotas municipais de cortes de carbono&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/saneamento-basico.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6606" title="saneamento-basico" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/saneamento-basico-300x196.jpg" alt="" width="227" height="148" /></a>Problemas reais não são alvo dos ambientalistas</h2>
<p>Em suma, urge uma mudança de mentalidade quanto às prioridades das agendas ambiental e urbana. E, não obstante a equivocada percepção prevalecente sobre as questões climáticas, uma fração da mobilização criada ao redor delas seria suficiente para se começar a encarar a sério desafios como as deficiências de saneamento, habitação, transportes eficientes e acessíveis, disposição do lixo e outros referentes à ocupação racional do solo. Problemas reais, que não existem apenas em modelos teóricos e influenciam diretamente o cotidiano, o bem-estar e a sobrevivência física dos brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Demagogia e desconhecimento</h2>
<p>Em tempo: a despeito da sua cota de sofrimento humano, não estamos diante da “maior tragédia climática” do Brasil. Primeiro, por não se tratar de um fenômeno climático, mas meteorológico (a diferença é a escala de tempo; clima é uma tendência de longo prazo). Segundo, porque as maiores catástrofes nacionais foram as secas que assolaram o Nordeste em 1877-79 e 1915, deixarando centenas de milhares de mortos.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 37, de 21 de janeiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><em>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens: </strong><a href="http://www.derradeirasgracas.com/">http://www.derradeirasgracas.com</a><strong>;</strong><a href="http://www.mamengenharia.com.br/">http://www.mamengenharia.com.br</a><strong>;</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="http://biorege.weblog.com.pt/">http://biorege.weblog.com.pt</a><strong>; </strong><a href="http://www.atarde.com.br/">http://www.atarde.com.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 20:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1007 e 1008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas. A nota divulgada pelo MME afirma que, "seguindo a tendência mundial em termos de energia sustentável, a regulamentação tem como objetivo incentivar a exploração de outras tecnologias que proporcionem um horizonte mais favorável e seguro aos recursos energéticos utilizados em território nacional, para fins de iluminação em geral". ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/lampada.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6475" title="lampada" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/lampada-300x300.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Rio, 13/jan/11 &#8211; <em>O Diário Oficial da União</em> de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1007 e 1008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas. A nota divulgada pelo MME afirma que, <em>«seguindo a tendência mundial em termos de energia sustentável, a regulamentação tem como objetivo incentivar a exploração de outras tecnologias que proporcionem um horizonte mais favorável e seguro aos recursos energéticos utilizados em território nacional, para fins de iluminação em geral».</em></p>
<p>O texto diz ainda que são comercializadas anualmente no País cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes, que deverão ser, paulatinamente, substituídas <em>«por lâmpadas mais eficientes, como LFC</em> (lâmpada fluorescente compacta), <em>fluorescente tubular, halógena, ou mesmo LED </em>(diodos emissores de luz) <em>que, ao ganharem escala, deverão ter seus preços reduzidos para o consumidor final».</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Novo manancial de lucros</h2>
<p>De fato, o banimento das incandescentes, tecnologia consagrada por mais de um século de excelentes serviços prestados à Civilização, é uma tendência internacional motivada pelas concessões generalizadas que os governos nacionais têm feito ao movimento ambientalista internacional e a sua enorme influência sobre a opinião pública mundial. Não obstante, como tem sido um fato recorrente em quase todas as propostas ambientalistas, além de tal troca ser muito menos vantajosa tecnicamente do que querem fazer crer os seus proponentes, ela tem em sua origem uma aliança oportunista entre ambientalistas em busca de novas campanhas que justifiquem a sua existência, grandes empresas à procura de novas oportunidades de lucros, tecnocratas ávidos de impor novas regulamentações à sociedade e lideranças políticas interessadas em cativar potenciais eleitores com atitudes “politicamente corretas”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O negócio é pagar mais <em>royalties</em></h2>
<p>Desafortunadamente, as lâmpadas incandescentes se juntam a uma lista de produtos que os ambientalistas e seus mentores conseguiram retirar de circulação ou restringir drasticamente a sua produção e usos, por motivos meramente políticos, que nada tinham a ver com os fatos científicos observados. Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público, as grandes empresas transnacionais que os produziam inicialmente não apenas não se opuseram às campanhas espúrias dos ambientalistas em favor do seu banimento, mas acabaram por incentivá-las, para introduzir no mercado novos produtos substitutos – devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Lampadas-philips.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6477" title="Lampadas-philips" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Lampadas-philips-255x300.jpg" alt="" width="166" height="196" /></a>Aliança entre o Greenpeace e a Philips &#8211; mais lucros</h2>
<p>Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre o Greenpeace e a gigante elétrica Philips, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal <em>Elsevier</em>.</p>
<p>Segundo Wynia, a Philips estava (e continua) engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante promover as fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais e, portanto, garantem maior lucratividade. O fato de que as fábricas de fluorescentes e LEDs da Phillips se encontram na China ampliam ainda mais os ganhos, uma vez que muitas fábricas de incandescentes se localizam na Europa e América Latina.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Lâmpadas incandescentes causam catástrofes! Rsrsrs</h2>
<p>Em 2007, o Greenpeace foi recrutado para promover a associação das lâmpadas incandescentes ao discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, por meio do argumento da suposta ineficiência energética das incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa. Assim, a ONG deflagrou, primeiramente na Holanda (também seu país sede), uma exitosa campanha contra as incandescentes, intitulada &#8220;Salvem a Terra, proíbam as incandescentes&#8221;, que resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento daquele país, a qual determina a retirada das incandescentes do mercado holandês até 2012.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Campanha financiada pela Philips&#8230;</h2>
<p>Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo <em>lobby</em> junto aos seus pares da União Europeia (EU), no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore, <em>«Uma Verdade Inconveniente»</em>. Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.</p>
<p>Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Cadê as vantagens?</h2>
<p>Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Economia porca</h2>
<p>Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.</p>
<p>Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/efeito-estroboscopico.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6480" title="efeito-estroboscopico" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/efeito-estroboscopico.jpg" alt="" width="276" height="185" /></a>O efeito estroboscópico é prejudicial aos olhos</h2>
<p>Ademais, as LFCs possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação.</p>
<p>Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nova Zelândia já voltou atrás</h2>
<p>O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: <em>«Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes. A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer.»</em> (www.parliament.nz)</p>
<p>Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, Nº 36, de 13 de janeiro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens: </strong><a href="http://maisindaia.com.br/">http://maisindaia.com.br</a><strong>;</strong><a href="http://aveiro-aveiro.olx.pt/">http://aveiro-aveiro.olx.pt</a><strong>;</strong><a href="http://www.cybercollege.com/">http://www.cybercollege.com</a><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro e a doutrina do choque</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/sobre-a-catastrofe-na-regiao-serrana-do-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 17:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento básico]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, 15/01/2011, em reunião na casa de um amigo meu, conheci um engenheiro geotécnico, com quem conversei sobre a catástrofe ocorrida na semana passada na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Ele, inclusive, está trabalhando na região através de sua firma de consultoria – que é especializada na matéria atinente a deslizamentos de encostas etc. Minha curiosidade era saber, de um especialista, a opinião de quem seria a culpa por tal acontecimento. Antes, ele explicou, tecnicamente, o processo dos deslizamentos, que classificou como sendo «absolutamente normais» – dadas as condições pluviométricas que forçaram os fatos. É assim mesmo o que ocorre em todo o planeta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6009" title="50040azul-preto-brilhante3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3-294x300.jpg" alt="" width="147" height="150" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/chuva-rio-2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6419" title="chuva-rio-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/chuva-rio-2.jpg" alt="" width="229" height="239" /></a><strong>Ontem, 15/01/2011, em reunião na casa de um amigo meu, conheci um engenheiro geotécnico, com quem conversei sobre a catástrofe ocorrida na semana passada na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Ele, inclusive, está trabalhando na região através de sua firma de consultoria – que é especializada na matéria atinente a deslizamentos de encostas etc.</strong></p>
<p><strong>Minha curiosidade era saber, de um especialista, a opinião de quem seria a culpa por tal acontecimento. Antes, ele explicou, tecnicamente, o processo dos deslizamentos, que classificou como sendo <em>«absolutamente normais» –</em> dadas as condições pluviométricas que forçaram os fatos. É assim mesmo o que ocorre em todo o planeta. As águas modificam o relevo, movendo de lá para cá parcelas de terra e de cobertura vegetal, levando tudo para o interior dos vales, percorrendo os talvegues rochosos abaixo, como tem sido feito desde todo o sempre. O fenômeno em si, portanto, é perfeitamente natural.</strong></p>
<p><strong>O problema, segundo ele, é <em>«quando as avalanches encontram seres humanos no caminho. Aí, carregam tudo junto, sob uma força avassaladora&#8230;»</em> Isso parece bastante óbvio, não é? Pois não parece.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O processo da culpa</h2>
<p>A primeira coisa que vem à cabeça de todo mundo é: «Quem é o culpado pela catástrofe?» Quase sempre a Natureza é a culpada. «Uma fatalidade!» – dizem. O Homem tem a mania de atribuir a culpa pelos males da Humanidade, sempre, a outros, nunca a ele mesmo. Exemplo clássico é a invenção do diabo. Sempre bonzinho e ingênuo, as maldades do mundo nunca são atribuídas ao Homem, mas ao diabo&#8230; Com a Natureza acontece a mesma coisa. É sempre ela a culpada de tudo, nunca o Homem.</p>
<p>Só que, no caso, a Natureza não é a (pelo menos única) culpada, já que – repetindo – esses processos são absolutamente naturais e comuns em todo o mundo e perfeitamente conhecidos de todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/chuva-rio-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6418" title="chuva-rio-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/chuva-rio-1-300x175.jpg" alt="" width="298" height="173" /></a>De quem é então a culpa pela catástrofe?</h2>
<p>Das pessoas – principalmente, do Poder Público.</p>
<p>Muitos indivíduos, por completa ignorância, podem até não saber dos riscos que correm construindo e morando em áreas perigosas – podemos admitir. Mas o Poder Público sabe. O Poder Público peca em:</p>
<p>① Defender e sustentar um sistema politico-econômico que privilegia a exclusão. Em prol de uma péssima distribuição de renda, criam-se pessoas completamente excluídas dos benefícios da sociedade – e são, justamente, em sua maioria, essas pessoas que são obrigadas a construir suas frágeis moradias em áreas que ninguém quer por serem sujeitas a grandes riscos. Se a sociedade, através do Poder Público privilegia um sistema econômico que cria excluídos, tem que tomar conta desses excluídos. No caso específico, o Poder Público teria que prover essas pessoas de moradias que fossem construídas em locais seguros. E num país do tamanho do Brasil isso não seria, provavelmente, um grande problema.</p>
<p>② No caso de construções feitas, não por pobres, mas por pessoas “não excluídas” – mansões de veraneio, moradias comuns e caras, hotéis, pousadas etc – que também foram atingidas pelos deslizamentos na serra no Rio de Janeiro, a culpa também é do Poder Público. Também pode ser que essas pessoas sejam suficientemente ignorantes para não perceber os riscos que estarão correndo. Muitas percebem e, no caso, a culpa é delas também, pois sabem dos riscos mas&#8230; arriscam.</p>
<p>③ Assim, pessoas de todas as classem conseguem o &#8220;habite-se&#8221; para suas construções? Conseguem. Conseguem permissões para construir? Conseguem. Ou nem solicitam esses documentos. Constroem na marra. E compram os fiscais, quando estes aparecem. E aí recaímos novamente na culpabilidade – ou cumplicidade – das próprias pessoas e do Poder Público. A corrupção, ativa e/ou passiva colabora para que sejam permitidas construções de habitações e outras mais em locais de risco. E nesse caso, com &#8220;habite-se&#8221; ou não, as construções erigidas, em locais perigosos, ou proibidos de se construir, pelas pessoas mais ricas ou mais pobres, entram novamente nessa categoria de culpabilidade: a das próprias pessoas (posteriormente vitimadas) e do Poder Público que, de uma forma ou de outra, permite que sejam feitas construções em áreas de risco. Se o Poder Público não quiser, ninguém constrói em áreas de risco. Questão de vontade política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Obras sem apelo político-eleitoreiro</h2>
<p>Assim como não existe manutenção (atribuição do Poder Público Executivo) de nada no Brasil, também não se constrói nada que não venha a ter grande repercussão político-eleitoral. Construir presídios não dá voto. Construir cortinas de contenção de encostas não dá voto, mormente se as pessoas ameaçadas, em sua maioria, forem pobres&#8230; Limpar um valão ou canalizá-lo, não dá voto, a não ser votos locais, insuficientes para a quantidade de dinheiro dispendida na obra. Questão de custo-benefício. E assim por diante.</p>
<p>Sim, este é um indicador. Obras de saneamento básico e de contenção de encostas são muito, muito caras. E só costumam servir a um número reduzido de pessoas as quais se beneficiam, diretamente, dessas obras. E se essas pessoas foram pobres, aí mesmo é que não serão beneficiadas. O políticos (que pertencem ao Poder Público Legislativo), que elaboram os Orçamentos anuais e Pluri-Anuais para o Poder Executivo, só privilegiam obras de abrangência eleitoreira geral, quase nunca local.</p>
<p>A não execução de obras de contenção de encostas, de moradias seguras e de infraestrutura geral são responsáveis pela tragédia que testemunhamos. E a culpa é do Poder Público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/zonaverde_10.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6420" title="zonaverde_10" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/zonaverde_10-300x158.jpg" alt="" width="409" height="215" /></a>As “zonas verdes”</h2>
<p>Assim, temos, em todas as periferias das cidades, regiões completamente abandonadas pelo Poder Público, não só quanto aos projetos de infraestrutura quanto de educação, de saúde e de segurança pública.</p>
<p>Criam-se nas grandes cidades as chamadas “zonas verdes”, onde, só nelas, de uma maneira geral, os serviços públicos funcionam a contento. Fora dali, nas periferias – nas “zonas vermelhas” – o abandono é completo. Os moradores dessas regiões ficam largados à própria sorte.</p>
<p>Atualmente, a propósito, está sendo criada uma “zona verde” no que diz respeito à segurança pública e à criminalidade. São as UPPs, que estão “limpando” as favelas das partes mais nobres do Rio de Janeiro e, literalmente, “empurrando” os bandidos para os subúrbios cariocas, para a Baixada Fluminense e para as cidades vizinhas. Vamos ver no que é que vai dar isso, brevemente.</p>
<p>No que diz respeito às obras de infraestrututa, na serra fluminense, nós já estamos cansados de ver no que é que dá. Será que, dessa vez, o Poder Público vai se mancar e fazer alguma coisa – por ter sido essa catástrofe considerada uma das maiores dos últimos 120 anos, em todo o planeta? Assim mesmo, duvido!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/aquecimento-gobal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6425" title="aquecimento-gobal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/aquecimento-gobal-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a>E o aquecimento global, não leva nada?</h2>
<p>Bem, agora só falta colocar a culpa da catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro no aquecimento global, claro! Hoje em dia está na moda culpar o aquecimento global por tudo de ruim – ou até de menos ruim – que acontece no mundo.</p>
<p>Se acontece uma catástrofe ambiental ou climática, é o aquecimento global; se desaba um prédio, é o aquecimento global; se aparece um novo vírus, é o aquecimento global; se as crianças têm rendimento baixo nas escolas, é o aquecimento global; se surge um novo ditador num país tropical, é o aquecimento global; se cai muita neve no Hemisfério Norte (como no início deste inverno por lá), é o aquecimento global; se não cai, também é; se uma plataforma de petróleo explode causando estragos ambientais, é o aquecimento global; tsunamis, furacões, vulcões que entram em erupção, e até as manchas solares, são decorrentes do aquecimento global (essas últimas decorrentes do aquecimento global solar, claro)&#8230; E assim por diante&#8230; Rsrsrs</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6426" title="diabo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/diabo-180x300.jpg" alt="" width="126" height="211" /></a>O aquecimento global tornou-se o grande demônio do planeta e está deixando o diabo com ciúmes e, pior, ele está sendo tido como bonzinho, face ao vilão aquecimentista&#8230; Tenho certeza de que nos próximos dias alguém estará dizendo: «Viu? Tudo é culpa do aquecimento global!» ONGs se movimentarão apresentando estatísticas sem validade científica; ambientalistas darão entrevistas ameaçadoras; o IPCC se pronunciará, corroborando a possibilidade da ocorrência de mais e piores catástrofes do gênero; políticos solicitarão mais verbas para a redução das emissões de carbono; e Al Gore ficará rindo que nem uma hiena&#8230;</p>
<p>Só que culpar o aquecimento global, que os alarmistas e catastrofistas dizem ser antropogênico (ou antrópico, acarretado pelas emissões de gases-estufa oriundos das atividades humanas) culpará o próprio homem, pois, segundo os ditos “especialistas” é o homem a causa de tudo. E aí, como é que fica? Rsrsrs. Vão culpar o homem, afinal?</p>
<p>Palavras do Presidente Barack Hussein Obama, então senador, em 03/04/2006:</p>
<p><em>«Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e em padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.»</em></p>
<p>Se o presidente dos EUA pensa desse modo&#8230;<em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/doutrina-do-choque.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4833" title="doutrina-do-choque" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/doutrina-do-choque-212x300.jpg" alt="" width="176" height="250" /></a>A “doutrina do choque”</h2>
<p>Como se isso tudo não bastasse, vamos agora entrar numa nova etapa no que diz respeito às consequências da catástrofe, mais uma vez comandada pelo Poder Público. Trata-se da “reconstrução”. Com base no sofrimento das pessoas e no estado de choque em que se encontra a sociedade pela calamidade, serviços de “emergência” serão contratados baseados na Lei 8666, em seu artigo 24, inciso IV, onde é dispensada a licitação:</p>
<p><em>«IV - nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens, públicos ou particulares, e somente para os bens necessários ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa e para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência da emergência ou calamidade, vedada a prorrogação dos respectivos contratos;»</em></p>
<p>Empresas e pessoas se beneficiarão com as dispensas de licitações. É assim em todo o mundo. Aconselho o prezado Visitante Desconhecido a ler o livro de Naomi Klein, <em>«A Doutrina do Choque &#8211; A Ascensão do Capitalismo de Desastre»</em>, para a completa compreensão desse artifício político-econômico. Nele é mostrado o que aconteceu na ocasião do <em>tsunami</em> na Ásia, na região de Nova Orleans assolada pelo furacão Katrina, na região do Iraque (cuja catástrofe está sendo levada a cabo através da destruição da civilização iraquiana) para depois ser “reconstruído” pelas grandes empresas construtoras transnacionais etc etc.</p>
<p>Pois é assim que o mundo funciona. Corrupção, hipocrisia e sofrimento – tudo embaçado pelo disfarce do “politicamente correto”.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>O Editor</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6009" title="50040azul-preto-brilhante3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3-294x300.jpg" alt="" width="38" height="38" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> texto do Editor deste site.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>O livro a ler é:</strong> <strong>Klein</strong>, Naomi — <em><strong>«A Doutrina do Choque – A Ascensão do Capitalismo de Desastre»</strong> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Editora Nova Fronteira S.A., 2008.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagens: </strong><a href="http://gcmbasecity.blogspot.com/">http://gcmbasecity.blogspot.com/</a>; <a href="http://www.valoronline.com.br/">http://www.valoronline.com.br</a>; <a href="http://www.cinepop.com.br/">http://www.cinepop.com.br</a>;</p>
<p><a href="http://alunosda8serieaquecimentoglobal.zip.net/">ttp://alunosda8serieaquecimentoglobal.zip.net/</a>; <a href="http://marinakz.blogspot.com/">http://marinakz.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a></p>
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		<title>Câmara rejeita lei &#8220;aquecimentista&#8221;</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/camara-rejeita-lei-aquecimentista/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 18:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 1º. de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas emissoras de gases de efeito estufa. O Projeto de Lei Complementar 73/07, de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que poderia ser aplicado em diversas áreas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/bomba-de-gasolina.png"><img class="alignright size-medium wp-image-6002" title="bomba-de-gasolina" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/bomba-de-gasolina-300x281.png" alt="" width="300" height="281" /></a>No último dia        1º de dezembro, a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados        rejeitou um projeto de lei que previa a taxação de atividades econômicas        emissoras de gases de efeito estufa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um novo imposto “verde”</h2>
<p>O Projeto de Lei Complementar 73/07,        de autoria dos deputados Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly        (PSDB-PR) propunha a criação de um imposto no âmbito da União, denominado        Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), que poderia ser        aplicado em diversas áreas.</p>
<p>O destaque        seria o CIDE-Combustíveis, a ser aplicada na importação e comercialização        de petróleo e derivados, gás natural e álcool. Além disso, era proposta        também a redução em 30% da tributação sobre os produtos que tivessem        &#8220;menor emissão&#8221; de gases de efeito estufa total no seu processo        produtivo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Objetivo: dificultar a atividade produtiva</h2>
<p>O deputado        Luiz Alberto (PT-BA), relator do projeto, recomendou a sua rejeição,        alegando que não faz sentido taxar o setor produtivo com uma lei destinada        a reduzir as emissões de carbono, uma vez que, segundo ele, 75 % dos gases        emitidos pelo Brasil são resultantes de grandes queimadas florestais e de        mudanças no solo (<em>Agência Câmara</em>, 03/12/2010).</p>
<p>O parlamentar        poderia ter alegado, ainda, que reduzir a margem de lucro de atividades        produtivas no País, com base em uma teoria não demonstrada        cientificamente, seria, de fato, um grave desserviço à economia        nacional.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Ibero-americana </strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 33, de 10              de dezembro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.dietadoimpostao.com.br/">http://www.dietadoimpostao.com.br</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Sob o sol de Cancún</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 16:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Como era esperado, a 16ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de "soluções de mercado" para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais promissores).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6090" title="cop16" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/cop16-300x264.jpg" alt="" width="152" height="134" /></a>Como era        esperado, a 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças        Climáticas (COP-16), que se realiza em Cancun, está se revelando uma        tentativa quase desesperada do aparato de interesses que tem promovido as        mudanças climáticas como tema central da formulação de políticas públicas        nacionais e internacionais, bem como de uma indústria de “soluções de        mercado” para o suposto problema (a qual já experimentou dias mais        promissores).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A política aquecimentista já era!</h2>
<p>Não obstante, as evidências sugerem que, mesmo com a ajuda        dos ensolarados dias de dezembro no balneário mexicano, dificilmente, o        impulso “aquecimentista” retomará os seus momentos de glória de até há bem        pouco tempo atrás, quando a causa climática motivava entidades tão        diversas como a Academia de Hollywood e o Comitê Nobel e transformava        hipócritas políticos como Al Gore em estadistas de estatura mundial. Sem        falar nas inúmeras oportunidades de negócios “ambientalmente corretos”        envolvendo a “descarbonização” da economia, como os mercados de créditos        de carbono, energias alternativas e muitas outras atividades, em sua        maioria de pouca relevância para a economia real e as verdadeiras        necessidades das populações de quase todos os países.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Aquecimentismo: assunto falido</h2>
<p>Entretanto, o        fiasco da COP-15 em Copenhague, juntamente com os escândalos dos e-mails        trocados por alguns dos principais cientistas promotores do aquecimento        global antropogênico (″<em>Climagate</em>″) e das informações falsas divulgadas no        último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas        (IPCC), provocaram um abalo aparentemente irreparável no “aquecimentismo”,        que está se mostrando na irrelevância das discussões em Cancún. O próprio        número de participantes do evento, pouco superior a um terço dos que        viajaram à capital dinamarquesa há um ano, é indicativo do desgaste da        agenda alarmista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Créditos de carbono também estão em baixa</h2>
<p>Para reforçar        a tendência de “desaquecimento”, a contundente derrota sofrida pelo        Partido Democrata nas eleições de novembro último sepulta definitivamente        qualquer possibilidade de aprovação pelo Congresso dos EUA de esquemas de        limitação de emissões de carbono. Uma demonstração disso foi a decisão        anunciada pela liderança do Partido Republicano na Câmara dos Deputados,        de encerrar as atividades do Comitê Seleto sobre Independência Energética        e Aquecimento Global, criado em 2007 pelos Democratas. Com isso, as        perspectivas do mercado de créditos de carbono nos EUA se tornam bastante        restritas, como se depreende pelo encerramento deste tipo de negócios na        Bolsa Climática de Chicago, que deverá ocorrer até o final do        mês.</p>
<p>Sem os EUA (e        o Canadá, cujo Senado também rejeitou uma iniciativa semelhante), o        mercado internacional de créditos de carbono tende a diminuir        consideravelmente de importância, uma vez que a União Europeia, cujo        Esquema de Comércio de Emissões (ETS, em inglês) tem concentrado a grande        maioria dessas operações, dificilmente, terá condições de sustentar uma        expansão deles, em especial, em meio à atual crise econômico-financeira        que afeta os países do bloco.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/energia-solar.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6101" title="energia-solar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/energia-solar-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Fontes alternativas de energia ainda são inviáveis</h2>
<p>Em paralelo,        as limitações cada vez mais evidentes das energias ditas “alternativas” na        Europa, onde as indústrias de energia solar e eólica estão demonstrando a        sua inviabilidade econômica, somente se sustentando com pesados subsídios        (crescentemente impopulares numa recessão), também têm contribuído        sobremaneira para injetar uma necessária dose de realismo nas discussões        sobre políticas energéticas e ambientais.</p>
<p>Em Cancún,        até agora, o principal tema das discussões foi o ilusório e        multibilionário fundo de ajuda às economias em desenvolvimento, para que        estas últimas possam investir na &#8220;descarbonização&#8221; das suas matrizes        energéticas (alguns delirantes falam em 100 bilhões de dólares anuais). Ou        seja, agora, a questão se resume ao dinheiro sonante &#8211; que, na falta de        melhores pretextos, justifica a manutenção da impressionante máquina        &#8220;aquecimentista&#8221;. Afinal, além de especulação financeira, visibilidade        midiática, arreglos políticos e outras vantagens, ela assegura        regularmente privilégios como usufruir de duas semanas em centros        turísticos como o concorrido balneário mexicano.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Ibero-americana</em> </strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><br />
</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong>MSIa INFORMA</strong>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 32, de 3              de dezembro de 2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://www.ecodebate.com.br/">http://www.ecodebate.com.br</a><strong>; </strong><a href="http://www.juscelinodourado.com.br/">http://www.juscelinodourado.com.br</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Molion &#8211; reflexões sobre o efeito-estufa</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/reflexoes-sobre-o-efeito-estufa/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 11:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
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		<description><![CDATA[O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3730" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png" alt="" width="132" height="68" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-5783" title="efeito-estufa" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa-273x300.gif" alt="" width="171" height="188" /></a>O fenômeno do efeito-estufa, como descrito nos livros de Meteorologia, é questionável e desafia as leis da Termodinâmica! Pelo menos, não é descrito nos livros de Física.</p>
<p>A versão clássica o compara com o que ocorre nas casas de vegetação (estufa de plantas = <em>greenhouse</em>), nas quais a radiação solar atravessa os painéis de vidro e aquece o chão e o ar interno. A radiação infravermelha térmica (IV), emitida dentro da casa de vegetação, não consegue passar pelo vidro, que a absorve por ser opaco a ela (vidro é um filtro IV e absorve comprimentos de onda superiores a 2,8 µm) e a impede de escapar para o ambiente exterior à casa de vegetação. Esse seria o fenômeno responsável pelo aumento de sua temperatura.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Efeitos na Terra</h2>
<p>Em princípio, ocorreria a mesma coisa na atmosfera terrestre. A radiação solar atravessa as camadas da atmosfera, parte dela (30 %) é refletida de volta para o espaço exterior por nuvens, moléculas do ar e pela própria superfície terrestre – que constituem o albedo planetário – e boa parte é absorvida pela superfície terrestre, que se aquece. Esta, por sua vez,  emite radiação IV que seria absorvida por gases constituintes minoritários da atmosfera, como vapor d’água, gás carbônico (CO<sub>2</sub>) e metano (CH<sub>4</sub>), os chamados gases de efeito-estufa (GEE), que atuariam de forma semelhante ao vidro. Os GEE emitiriam a radiação IV absorvida em todas as direções, inclusive de volta à superfície. Essa seria a explicação para o ar adjacente à superfície ser mais quente que as camadas superiores da atmosfera. Em princípio, quanto maior a concentração dos GEE, maior seria a absorção da radiação emitida pela superfície e mais quente ficaria o planeta. Ou seja, maior injeção de CO<sub>2</sub> e CH<sub>4</sub> na atmosfera tenderia a intensificar o efeito-estufa, teoricamente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>História e experiências</h2>
<p>A primeira vez que o fenômeno da “casa de vegetação aquecida” foi mencionado na literatura foi por Joseph Fourier (o mesmo da Matemática) em 1826. Depois, em 1859, John Tyndall descobriu que gases, como vapor d&#8217;água e CO<sub>2</sub> e CH<sub>4</sub>, absorviam radiação IV. Em 1896, Svante Arrhenius (da Química) afirmou que, segundo seus cálculos, a temperatura global aumentaria de 5° C a 6° C se a concentração de CO<sub>2</sub> dobrasse. Arrhenius nem calculadora tinha e o IPCC precisou de complexos modelos de clima, que rodam em supercomputadores, e gastaram-se bilhões de dólares para chegar ao mesmo número de Arrhenius.</p>
<p>Entretanto, em 1909, Robert W. Wood construiu dois modelos de casa de vegetação, uma de vidro e outra de quartzo (que não absorve a radiação IV), e demonstrou que a temperatura final das duas era a mesma. Ou seja, a casa de vegetação se mantinha aquecida não por causa da propriedade do vidro absorver radiação IV, e sim porque o ar, aquecido e menos denso, ficava confinado dentro da casa de vegetação e não conseguia se misturar ou subir (convecção), dando lugar a ar mais frio, proveniente de outras camadas atmosféricas, conforme ocorre na atmosfera livre. Portanto, a absorção pelos GEE não seria o mecanismo principal para aquecer o ar próximo à superfície.O assunto, porém, foi deixado de lado porque o clima era muito frio naquela época.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Outras influências</h2>
<p>Foi só em 1938 que um técnico em máquinas a vapor da British Electric, Guy S. Callendar, escreveu um trabalho, associando o aumento de temperatura entre 1925 e 1937 à emissão de CO<sub>2</sub> proveniente do aumento de geração de energia por termelétricas. Na época, ele foi amplamente refutado pelos “papas” da Climatologia, mas não desistiu.</p>
<p>Ora, sabe-se hoje que o aumento da temperatura entre 1925-1946 foi devido ao aumento da atividade solar, maior transparência da atmosfera e aquecimento dos oceanos, portanto, natural!</p>
<p>Em 1956, Charles Keeling modificou um cromatógrafo a gás para medir CO<sub>2</sub> utilizando um comprimento de onda de radiação IV que é absorvido pelo CO<sub>2</sub>, e passou a medir a concentração de CO<sub>2</sub> por absorção e não por análises químicas como era feito até então. Keeling se associou a Callendar para tirar proveito de seu invento. Porém, ninguém se importou muito, porque ocorreu em resfriamento global entre 1947-1976, embora a concentração de CO<sub>2</sub> estivesse crescendo rapidamente devido ao aumento da atividade industrial pós-guerra.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5788" title="efeito-estufa2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/efeito-estufa2-300x238.jpg" alt="" width="261" height="208" /></a>O início da histeria global</h2>
<p>A partir de 1977, o clima começou a se aquecer novamente e, em 1988, James Hansen (astrônomo, não meteorologista), GISS/NASA, deu um depoimento no Congresso Americano afirmando que o aquecimento era devido ao aumento de CO<sub>2</sub>, liberado pelo homem por meio da queima de combustíveis fósseis: petróleo, carvão mineral e gás natural. Nesse mesmo ano, foi criado o IPCC, e daí a histeria global se instalou!</p>
<p>Como pode ser percebido, o efeito-estufa nunca foi comprovado ou teve sua existência demonstrada. Ao contrário, há 100 anos, Robert W. Wood já demonstrara que seu conceito é falso! Porém, uma mentira repetida inúmeras vezes, torna-se verdade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Afirmações questionáveis</h2>
<p>Ao medir a emissão de IV pela Terra para o espaço exterior com sensores a bordo de plataformas espaciais, encontra-se uma temperatura equivalente de corpo negro igual a 255 K (18° C negativos) pela Lei de Stefan-Boltzmann. A temperatura média do ar à superfície é cerca de 288 K (15° C). Aí, é dito que <em>«o efeito-estufa aumenta de 33° C (diferença entre 288 e 255) a temperatura na Terra e, se ele não existisse, a temperatura de superfície seria 18°C negativos»</em>!</p>
<p>Essa afirmação é falsa.  Se não existisse atmosfera, não existiriam nuvens, que são responsáveis pela metade do albedo planetário. Portanto, a ausência de nuvens permitiria maior entrada de radiação solar e a temperatura da superfície seria 5º C negativos (e não 18° C negativos) – temperatura normalmente alcançada quando da ocorrência de uma era glacial.</p>
<p>O processo de absorção e emissão de IV pelos GEE, que é o fundamento do efeito-estufa, também é questionável. A Lei de Kirchhoff afirma que a absorvidade de um corpo é igual à sua emissividade num dado comprimento de onda, mas só é válida para corpos em equilíbrio térmico (radiação de cavidade) – condição não satisfeita pelos gases atmosféricos que estão sempre se aquecendo ou se resfriando.Ou seja, o fato de o CO<sub>2</sub> ser bom absorvedor não garante que ele seja bom emissor num dado comprimento de onda.</p>
<p>Os GEE absorvem radiação IV seletivamente, em algumas poucas faixas ou bandas de comprimento de onda, por meio de rotação, vibração e mistas de rotação-vibração de suas moléculas.  Uma molécula de GEE, ao rodar ou vibrar, devido à absorção da radiação IV seletiva, dissipa a energia absorvida na forma de calor ao interagir com outras moléculas vizinhas (contato, atrito), aumentando a temperatura das moléculas de ar adjacentes e não “re-irradia” IV. Ou seja, a radiação IV absorvida pelos GEE é transformada em energia mecânica e, por atrito, em calor!</p>
<p>Em adição, se o CO<sub>2</sub> for tratado como corpo negro, como ele absorve eficientemente radiação IV em 15 microns, sua emissão, que é máxima nesse comprimento de onda, corresponderia a uma temperatura de aproximadamente 193 K (80° C negativos) decorrente da Lei de Wien. Um corpo frio (CO<sub>2</sub> no ar) aqueceria um corpo quente (superfície)? Certamente, isso fere as leis da Termodinâmica, porque o calor não flui do frio para o quente! Existem cerca de 2.700 moléculas de outros gases [Nitrogênio (N<sub>2 </sub>= 78 %) + Oxigênio (O<sub>2</sub> = 21 %) + Argônio (Ar = 0,9 %) = 99,9 %] para cada molécula de CO<sub>2</sub> (0,038 %). Isso constitui a mistura gasosa denominada “ar” e suas moléculas (matéria) são aquecidas termodinamicamente quando se fornece calor a elas, a velha lei dos gases perfeitos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Razão provável</h2>
<p>É mais aceitável, portanto, que as temperaturas próximas da superfície sejam mais elevadas devido ao contato do ar com a superfície quente (condução, “chapa quente”). Quando o ar se aquece, sua densidade diminui, a tal ponto que se o empuxo, ao qual fica submetido, superar seu peso (1,29 kg por m<sup>3</sup>), o ar é forçado a subir (convecção = transporte de calor por meio do transporte vertical da massa de ar) e é reposto por ar mais frio que vem de seu entorno. Enquanto isso não acontece, o ar fica aquecido próximo à superfície, como se estivesse confinado.</p>
<p>Portanto, o efeito atmosférico mais relevante para o aquecimento do ar próximo à superfície parece ser a condução de calor e posterior convecção. Adicionalmente, o ar é aquecido por liberação de calor latente, ou seja, o calor liberado para a atmosfera quando o vapor d’água se liquefaz formando nuvens e chuva, e por um pequeno percentual de absorção direta de radiação solar.</p>
<p>A emissão de radiação IV teria um papel secundário no controle da temperatura do ar próximo à superfície. E a emissão de radiação IV em direção à superfície seria proveniente não dos GEE primeiramente, e sim da massa molecular que compõe a camada de ar como um todo. A camada de ar (matéria) absorveria calor pelos diversos processos descritos e, ao se aquecer, emitiria IV em todas as direções, como qualquer corpo material. Portanto, os GEE, em particular o CO<sub>2</sub>, como são constituintes minoritários, com muito pouca massa molecular presente na mistura gasosa denominada “ar”, dariam muito pouca contribuição a essa massa gasosa atmosférica total e, consequentemente, a sua emissão.</p>
<p>Em outras palavras, se os GEE não existissem, a temperatura à superfície atingiria valores semelhantes aos que ocorrem atualmente. Portanto, se a concentração de CO<sub>2</sub> dobrar devido às emissões antrópicas, o aumento de sua massa molecular seria ínfimo, de 0,038 % para 0,076 %, e sua contribuição para a temperatura desprezível, impossível de ser detectada com a instrumentação disponível atualmente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/nuvens.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5786" title="nuvens" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/nuvens-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Influência das nuvens</h2>
<p>Nos trópicos, a temperatura do ar próximo à superfície depende basicamente da cobertura de nuvens e da chuva. O ciclo hidrológico é o “termostato” da superfície. Quando o tempo está nublado e chuvoso, a temperatura é baixa. Isso porque, a cobertura de nuvens funciona como um guarda-sol, refletindo radiação solar de volta para o espaço exterior em sua parte superior. Simultaneamente, a evaporação da água da chuva rouba calor da superfície e refrigera o ar.</p>
<p>Quando não há nuvens e chuva, acontece o contrário, entra mais radiação solar no sistema, aquece a superfície e, como não existe água para evaporar, o calor do sol é usado quase que exclusivamente para aquecer o ar (calor sensível). Em adição, se o ar estiver úmido logo após uma chuva de verão, a sensação térmica é intensificada, pois a alta umidade do ar dificulta a transpiração da pele, que é o mecanismo fisiológico que regula a temperatura dos seres humanos.</p>
<p>Durante o período seco, tem-se ar descente sobre a região, que provoca alta pressão atmosférica, céu claro, e dificulta a ascensão do ar aquecido, reduzindo a cobertura de nuvens. Isso faz com que a superfície e o ar em contato atinjam temperaturas altas. Numa cidade em que, devido à impermeabilização do solo, não há água da chuva para evaporar, todo calor do sol é usado para aquecer o ar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Falsa impressão</h2>
<p>Como as cidades cresceram e a população se aglomerou nelas, a impressão que a população metropolitana tem é a de que o mundo está se aquecendo. Um termômetro, instalado numa cidade, corrobora com essa percepção, pois passa a medir temperaturas cada vez mais elevadas com o crescimento da área urbanizada com o tempo, o chamado “efeito de ilha de calor urbana”. Ou seja, a sensação térmica sentida pelo ser humano advém de condições atmosféricas locais e não globais.</p>
<p>Não se conhece a metodologia com a qual as séries de “temperatura média global” utilizadas pelo IPCC foram calculadas. É mantida em segredo! Mas, se elas o foram utilizando-se termômetros “selecionados a dedo”, particularmente os instalados nos grandes centros urbanos, onde se localizam as séries temporais mais longas, e dados  contaminados pelo efeito de ilha de calor urbana, não é surpresa que a década de 2000 tenha sido considerada a “mais quente” dos últimos 750 anos!</p>
<p>Na realidade, não há como calcular “uma temperatura média global” e a adotá-la como medida da variabilidade climática global. Uma medida mais adequada dessa variabilidade seria a estimativa da variação temporal do calor armazenado nos oceanos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Afirmações sem embasamento científico</h2>
<p>Concluindo, o efeito-estufa, como descrito na literatura, nunca foi demonstrado e é difícil aceitar que o processo de absorção/emissão pelos GEE, em particular o CO<sub>2</sub>, seja o principal causador de temperaturas altas próximas à superfície. A emissão de radiação IV atmosférica é proveniente da massa de ar total (matéria), para a qual a contribuição do CO<sub>2</sub> é muito pequena quando comparada com as massas de N<sub>2</sub> e de O<sub>2</sub>, e o aumento de sua concentração teria um efeito desprezível na massa de ar e em sua temperatura.</p>
<p>Frases como <em>«temos que impedir que a temperatura aumente mais de 2° C, mantendo a concentração de CO<sub>2</sub> abaixo de 460 ppmv»</em>, não têm sentido físico algum. Tal cálculo é proveniente de uma grande simplificação da equação de absorção radiativa dos GEE, “ajustada” para reproduzir o aumento de temperatura com a variação da concentração de CO<sub>2</sub> observadas. E essa equação não tem base científica alguma!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O CO<sub>2</sub> não controla o clima global</h2>
<p>Portanto, a redução das emissões de carbono para a atmosfera não terá efeito algum sobre a tendência do clima, pois o CO<sub>2</sub> não controla o clima global. E a tendência para os próximos 20 anos é de um resfriamento global, mesmo que a concentração de CO<sub>2</sub> continue a aumentar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Não há crise climática</h2>
<p>Considerando que 80 % da matriz energética global dependem dos combustíveis fósseis, a imposição da redução das emissões de carbono por meio de mecanismos como o Protocolo de Kyoto, na realidade, afetará o desenvolvimento dos países pobres, particularmente o Brasil, aumentando as desigualdades sociais no planeta. Não há “crise climática” e sim uma vislumbrada crise energética para os países industrializados e estes, preocupados com sua “segurança energética”, não querem dividir o que resta dos combustíveis fósseis com os outros países subdesenvolvidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p>Callendar, G.S., 1938. The artificial production of Carbon Dioxide and its influence on climate. Quart. Jour. Roy. Met. Soc. 64, p: 223-240.</p>
<p>Callendar, G. S., 1949. Can Carbon Dioxide Influence Climate? Weather 4, 310–314.</p>
<p>Fleagle, R.G. e J.A.Businger, 1980. An Introduction to Atmospheric Physics. Academic Press, p.432, New York, NY.</p>
<p>Wood, R.W., 1909. Note on the theory of the greenhouse effect, Philosophical Magazine, vol 17, p.319-320, ou em  <a href="http://sci.tech-archive.net/pdf/Archive/sci.physics/2008-04/msg00498.pdf">http://sci.tech-archive.net/pdf/Archive/sci.physics/2008-04/msg00498.pdf</a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luiz Carlos Baldicero Molion, PhD</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL)</strong></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="84" height="63" /></a>Créditos:</strong> Esta matéria é da autoria do professor Luis Carlos Baldicero Molion, do  Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas,  Maceió (AL), e foi enviado por ele, por e-mail, diretamente  para este site, pelo que agradeço esta preciosa colaboração. Introduzi  subtítulos no texto, assim como alterei sua formatação, para facilitar e  incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://educar.sc.usp.br/">http://educar.sc.usp.br</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="31" height="20" /></a>; <a href="http://pattybazza.blogspot.com/">http://pattybazza.blogspot.com</a>; <a href="http://www.flickr.com/">http://www.flickr.com</a></p>
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		<title>Molion: a química do buraco na camada de ozônio em debate</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/a-quimica-do-buraco-na-camada-de-ozonio-em-debate/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 23:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Camada de ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é da autoria do Professor Luis Carlos Baldicero Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL), e que trata, numa abordagem técnica, a problemática do “buraco” na camada de ozônio. Agradecemos ao professor Molion esta preciosa colaboração para estre site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/globo_oculos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5762" title="globo_oculos" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/globo_oculos-300x218.jpg" alt="" width="215" height="156" /></a></p>
<p><strong>Este post é da autoria do professor Luis Carlos Baldicero Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL), e que trata, numa abordagem técnica, a problemática do “buraco” na camada de ozônio.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="41" height="26" /></a></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3730" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png" alt="" width="130" height="68" /></a></p>
<h2>A química do “buraco” na camada de ozônio em debate</h2>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Molina e Molina (1987) desenvolveram uma teoria extremamente complexa, chamada <em>“dimer chemistry”</em>, ou “química heterogênea”, na tentativa de explicar a destruição do ozônio pelos compostos de clorofluorcarbono (CFC), gases utilizados em refrigeração. A teoria requer temperatura ambiental muito baixa, inferior a –78° C, que ocorre na estratosfera da Antártida, algumas poucas semanas do ano, notadamente no final de setembro e início de outubro. Exige, também, cristais de gelo, que seriam provenientes da formação de nuvens estratosféricas polares, compostas essencialmente de ácido nítrico, ao invés de água como ocorre nas nuvens comuns. E, finalmente, exige luz solar, que só está presente após o nascer do Sol na Antártida, tipicamente após dia 20 de setembro. Ocorrendo simultaneamente, essas condições dariam início a uma série de reações que quebrariam as moléculas de CFC, liberando átomos de cloro que, por sua vez,  destruiriam as moléculas de ozônio. Sua formulação química é a seguinte:</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>(1)  ClONO<sub>2</sub> + HCl → Cl<sub>2</sub> + HNO<sub>3</sub> , em presença de gelo de nuvens estratosféricas ácidas</p>
<p>(2)  Cl<sub>2</sub> + hν → 2Cl  , em presença de luz (hν = radiação ultravioleta)</p>
<p>(3)  Cl + O<sub>3</sub> → ClO + O<sub>2</sub></p>
<p>(4)  ClO + ClO + M → Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> + M , em presença de um “terceiro” corpo (M)</p>
<p>(5)  Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> + hν → Cl + ClOO</p>
<p>(6)  ClOO+ M → Cl + O<sub>2</sub> + M</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>resultando na conversão de duas moléculas de ozônio (O<sub>3 </sub>) em três moléculas de oxigênio molecular (O<sub>2</sub>) e, assim, diminuindo a concentração de O<sub>3</sub> na estratosfera.</p>
<p>Analisando a seqüência de reações acima, percebe-se que o cloro (Cl) não é proveniente de moléculas de CFC, mas sim de outros dois componentes, ClONO<sub>2</sub> e HCl. Gelo é necessário para começar a reação (Equação 1) e só é encontrado com temperaturas inferiores a –78°C e em altitudes entre 12 km e 20 km. Em adição, a formação de Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> requer a presença de uma terceira substância (corpo M) e de radiação ultravioleta (hν), sem os quais o cloro não ficaria livre.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A Equação 5 parece ser crucial para o processo de destruição catalítica de O<sub>3</sub>. Essa equação mostra que a UV quebraria a molécula de peróxido de cloro (Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> ou ClOOCl), liberando o átomo de cloro e, em seguida (Equação 6), a colisão do ClOO com um terceiro corpo (M) liberaria mais um átomo de cloro e formaria oxigênio molecular sem destruir M.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A teoria e a realidade</h2>
<p>A questão que se coloca é se esse processo químico teórico ocorreria nas condições naturais da estratosfera polar, já que é difícil de ser verificado em laboratório, devido à dificuldade em se retirarem as contribuições de impurezas sem assinatura espectral, como Cl<sub>2</sub>, Cl<sub>2</sub>O, Cl<sub>2</sub>O<sub>3</sub> e O<sub>3</sub> que, normalmente, estão presentes quando ClOOCl é gerado. De acordo com Eberstein (1990), a Equação 5 dificilmente ocorreria, pois o caminho mais fácil (de menor energia) da fotodissociação do peróxido de cloro seria formação de dois radicais ClO. Uma segunda possibilidade seria a formação de Cl<sub>2</sub>O e O, isto é,</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>(1)  Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub>+ H → ClO + ClO  ou</p>
<p>(2)  Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub>+ hν → Cl<sub>2</sub>O + O</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Lawrence e colegas (1990) também tentaram reproduzir o processo químico em laboratório sem sucesso e concluíram que, se a fotodissociação realmente existir, sua taxa de produção quântica seria muito pequena, inferior a 5 x 10<sup>-4</sup> s<sup>-1</sup>, e irrelevante para a destruição do ozônio estratosférico.</p>
<p>Recentemente, Pope e colegas (2007) mostraram em laboratório que, para as condições representativas do vórtice circumpolar (altitude 20 km, ângulo zenital solar 86°, e perfis de O<sub>3</sub> e temperatura medidos em março de 2000), as taxas de fotodissociação do peróxido de cloro foram inferiores, de um fator 6,  às publicadas pelo Jet Propulsion Lab (JPL/NASA). Em sua Tabela 4, vê-se que a taxa de fotodissociação é 1,48 x 10<sup>-4</sup> s<sup>-1</sup> comparada a 9,17 x 10<sup>-4</sup> s<sup>-1</sup> do JPL/NASA, para comprimentos de onda (ultravioleta) em torno de 300 nm.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Questionando os modelos atuais</h2>
<p>Essa grande discrepância, afirmaram, permite questionar os modelos atuais de destruição do ozônio estratosférico. O mecanismo de fotodissociação parece não explicar a maior parte das perdas de ozônio e a formação do buraco de ozônio na Antártida. A NOAA tem relatado que o buraco começa a se formar antes do nascer do Sol na Antártica, ou seja, na ausência completa de radiação UV, sem a qual a fotodissociação do peróxido de cloro e, portanto, a liberação do cloro no processo de Molina e Molina (1987), não ocorreria.</p>
<p>Em 2002, o buraco se fechou no dia 26 de setembro, isto é, logo após o nascer do sol, ou seja, com pouca exposição da estratosfera antártica à UV. Os resultados, obtidos por Pope e colaboradores (2007), confirmaram a conclusão de Lawrence e colegas, obtida em 1990. Note-se que os artigos de Eberstein e Lawrence e colaboradores foram publicados dois anos antes da realização da UNCED (ECO 92), no Rio de Janeiro, Brasil, e cinco anos antes de Mário J. Molina e F. Sherwood Rowland terem recebido o Premio Nobel de Química pelo hipotético e não-comprovado mecanismo de destruição do ozônio estratosférico.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Explicação mais simples</h2>
<p>Lu e colaboradores (2008) afirmam ter encontrado um mecanismo mais simples para explicar a formação do buraco, entretanto, sem descartar os CFCs como fonte do cloro. Os halogênios teriam suas moléculas dissociadas por raios cósmicos galácticos (RCG), que são partículas eletricamente carregadas, com intensidade máxima de seu fluxo nos pólos devido ao efeito do campo magnético terrestre, e taxa de ionização máxima em altitudes em que o buraco se localiza.</p>
<p>Ora, o Sol está, atualmente, com a menor atividade dos últimos 60 anos, e os dados da sonda espacial Ulysses já confirmaram isso. O vento solar – um gás carregado de prótons (plasma) que emana do Sol em todas as direções (heliosfera) – estava mais frio e sua pressão 20 % mais baixa e o campo magnético solar, próximo à sonda, 36 % mais fraco (NASA, 2008).</p>
<p>O campo magnético solar é um escudo protetor tal que, quando enfraquece, o fluxo de RCG que entra no planeta se intensifica. Uma das consequências seria a destruição do O<sub>3</sub> e a formação do buraco. Lu previu, obviamente, que as maiores perdas de ozônio, e os maiores buracos, deveriam se formar em setembro de 2008 e em 2019, baseando-se no ciclo de manchas solares, cujo período é de 11 anos aproximadamente. Mas, a teoria de Lu não funcionou, pois o buraco de 2006 foi maior que o de 2008.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Outra teoria</h2>
<p>Uma possível explicação da formação do buraco seria a dinâmica singular da atmosfera antártica. O ozônio é formado principalmente na região tropical, onde o fluxo de UV é intenso durante o ano, e transportado para latitudes polares pelos ventos estratosféricos. Durante o inverno, forma-se o vórtice circumpolar – um “anel” de ventos fortes em torno do continente – que isola a Antártida e não permite a entrada do ozônio na região e, é claro, impediria, também, a entrada dos CFC, se estivessem presentes àquela altitude.</p>
<p>Por sua vez, a fonte principal de cloro e de fluor parece ser, dentre outros vulcões ativos na Antártica, o Monte Erebus, cujas três crateras estão a 4 km de altura e emitem, de acordo com Kyle e colaboradores (1990), cerca de 1.200 toneladas por dia (60 vezes mais que o homem) de gás clorídrico (HCl)  e cerca de 500 toneladas por dia de gás fluorídrico (HF) para a atmosfera antártica isolada pelo vórtice circumpolar. Ou seja, o vórtice, ao isolar o continente, não permitiria a entrada do O<sub>3</sub> nem a saída dos halogênios, que são provenientes de fontes naturais e não dos CFC produzidos pelo homem. Seria possível os halogênios destruirem o ozônio sem UV?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Influência solar</h2>
<p>Em adição, um fato desconhecido pela grande maioria, inclusive dos formuladores de políticas públicas, é que Sol tem um ciclo de cerca de 90 a 100 anos – o Ciclo de Gleissberg – que atingiu um máximo em 1957/58, e estará em seu mínimo entre 2008 e 2030. Em 1957/58, quando começou a ser medida globalmente, a concentração de ozônio atingiu o máximo, já que o fluxo de radiação UV solar também era máximo.</p>
<p>A atividade solar começou a decair, reduzindo a concentração de O<sub>3</sub> que chegará a um mínimo juntamente com o Sol. Mas, voltará atingir outro máximo, semelhante ao de 1957/58, quando ocorrer o novo máximo do Ciclo de Gleissberg, em 2050/60.</p>
<p>Esse fato científico foi usado para eliminar os CFC. Embora eliminados, a concentração de ozônio estratosférico continua a diminuir. Portanto, a variabilidade da concentração de O<sub>3</sub> e a formação do buraco são naturais e não causadas pelos CFC.</p>
<p>O único “crime” dos CFC é o de serem de domínio público, dispensando o pagamento de direitos de propriedade (<em>royalties</em>).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p>Eberstein, I. J. (1990). Photodissociation of Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> in the spring Antarctic lower stratosphere. Geophys. Res. Letters 17 (6):721-724.</p>
<p>Kyle, P.R., K. Meeker and D. Finnegan, 1990. Emission rates of sulfur dioxide, trace gases and metals from Mt.  Erebus, Antartica.  Geophys. Res. Letters 17 (12):2.125-2.128.</p>
<p>Lawrence, W.G., K.C. Clemitshaw and V.A. Apkarian, 1990. On the relevance of OClO photodissociation to the destruction of stratospheric ozone. J. Geophys. Research 95 (D11):18.591-18.595.</p>
<p>Molina, L.T. and M.J. Molina, 1987. Production of Cl<sub>2</sub>O<sub>2</sub> from self-reaction of the ClO radical. Jour. Phys. Chem. 91: 433-436.</p>
<p>NASA, 2008. Ulysses Reveals Global Solar Wind Plasma Output at 50-Year Low, disponível em http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2008-178, acesso em  24 de setembro de 2008.</p>
<p>Pope, F. D., J.C. Hansen, K.D. Bayes, R. R. Friedl, and S. P. Sander, 2007. Ultraviolet absorption spectrum of chlorine peroxide, ClOOCl.  J. Phys.Chem. 111 (20): 4.322-4.332.</p>
<p>Qing-Bin Lu, Physical Review Letters, 2008 (submitted). Disponível em  www.theozonehole.com/waterloo.htm</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luiz Carlos Baldicero Molion, PhD<br />
</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL)</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="78" height="58" /></a>Créditos:</strong> este post foi enviado pelo professor Molion, por e-mail, diretamente para este site, pelo que agradeço esta preciosa colaboração. Introduzi subtítulos no texto, assim como alterei sua formatação, para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://projetojogolimpo.blogspot.com/">http://projetojogolimpo.blogspot.com</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="31" height="20" /></a></p>
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		<title>Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo aquecimentista</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/cientistas-e-vozes-realistas-recusam-alarmismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 13:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="300" height="58" /></a></h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/aquecimento-global1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5689" title="aquecimento-global1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/aquecimento-global1-300x229.jpg" alt="" width="152" height="116" /></a>Este post apresenta frases, opiniões e/ou comentários de vários cientistas e outras personalidades importantes, que não concordam com a tese pseudo-científica (o chamado “consenso”) catastrofista do aquecimento global.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Friedrich-Karl_Ewert.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5593" title="Friedrich-Karl_Ewert" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Friedrich-Karl_Ewert.jpg" alt="" width="103" height="107" /></a>Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07/09/10, Bonn:</strong></p>
<p><em>«O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles lêem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global, a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas.»</em></p>
<p><em>«Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais, o CO<sub>2</sub> antropogênico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>John Zyrkowski, presidente da Lean Techniques, LLC:</strong></p>
<p>Zyrkowski escreveu o livro <em>«É o Sol e Não seu 4 x 4. O CO<sub>2</sub> Não Vai Destruir a Terra»</em> – defendendo que os relatórios do IPCC estão, irremediavelmente, distorcidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Roger_Pielke_Jr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5594" title="Roger_Pielke_Jr" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Roger_Pielke_Jr.jpg" alt="" width="143" height="103" /></a>Roger Pielke Jr, professor de Meio Ambiente, Univ. de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010:</strong></p>
<p><em>«Nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Denis_Rancourt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5595" title="Denis_Rancourt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Denis_Rancourt.jpg" alt="" width="114" height="107" /></a>Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona alarmismo climático:</strong></p>
<p><em>«O movimento da mudança climática antropogênica não é mais do que um “fenômeno social corrupto”&#8230; É mais um fenômeno psicológico social e nada mais do que isso.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Claude_Allegre.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5598" title="FRANCE-FORUM-CITE DE LA REUSSITE-ALLEGRE" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Claude_Allegre.jpg" alt="" width="121" height="133" /></a>Prof. Claude Allègre, ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França:</strong></p>
<p><em>«As proclamações dos fanáticos dos gases-estufa consistem em denunciar a participação do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_Christy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5601" title="John_Christy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_Christy.jpg" alt="" width="123" height="117" /></a>Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:</strong></p>
<p><em>«Ouço dizer, frequentemente, que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu sou um cientista e penso, como muitos outros, que isso absolutamente não é verdadeiro.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Anderson_C_R_Soares.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5603" title="Anderson_C_R_Soares" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Anderson_C_R_Soares.jpg" alt="" width="122" height="125" /></a>Geólogo Anderson C. R. Soares:</strong></p>
<p><em>«A política dos chamados ambientalistas, desconhecedoras da Geologia é, na verdade, uma política de suicídio coletivo. Geologicamente falando, as emissões de CO<sub>2</sub> não constituem problema, mas uma solução para uma vida melhor aqui na Terra.»</em> (<em>«Aquecimento Global &#8211; Realidade e Fantasia»</em>).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jairam_Ramesh.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5604" title="Jairam_Ramesh" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jairam_Ramesh.jpg" alt="" width="127" height="143" /></a>Jairam Ramesh, ministro do Meio Ambiente da Índia:</strong></p>
<p><em>«Não há evidência cientifica conclusiva para relacionar o aquecimento global com o que está acontecendo nos glaciares do Himalaia.»</em></p>
<p>O ministro acrescentou que alguns glaciares estão diminuindo num nível <em>«historicamente não alarmante»</em> e contradisse o relatório do IPCC de 2007, segundo o qual eles <em>«poderiam desaparecer completamente pelo ano 2035, se não antes»</em>. (<em>The Guardian</em>, 09/11/09).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Carta aberta de 100 cientistas ao secretário-geral da ONU, 14/12/2007:</strong></p>
<p><em>«É impossível deter as alterações climáticas&#8230; O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO<sub>2</sub> de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. </em>(&#8230;) <em>As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas&#8230; Tentar impedir o clima de se alterar é fútil.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/William_Gray.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5605" title="William_Gray" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/William_Gray.jpg" alt="" width="121" height="107" /></a>William Gray, meteorologista, pioneiro em furacões:</strong></p>
<p><em>«Eu já lhe disse cem vezes: o aquecimento global é uma farsa! Esse pânico vai fazer seu percurso. Dentro de 15-20 anos, nós vamos olhar para trás e ver que era uma farsa.»</em> (Ken Kayes Storm Center, 02/04/09).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry_Flaherty.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5606" title="Harry_Flaherty" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry_Flaherty.jpg" alt="" width="145" height="134" /></a>Harry Flaherty, chefe do Nunavut Wildlife Management Board, Canadá:</strong></p>
<p><em>«Nós não estamos vendo efeitos negativos sobre a população de ursos polares provocados pela chamada “mudança climática” ou pela contração do gelo. Os ursos polares são muito espertos&#8230; se adaptaram às mudanças climáticas durante muitos milhares de anos. Quando ouvimos falar que os ursos polares estão em vias de extinção, nós sorrimos para nós mesmos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_M_Inhofe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5607" title="James_M_Inhofe" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_M_Inhofe.jpg" alt="" width="103" height="105" /></a>Senador James M. Inhofe, discursando no Senado dos EUA:</strong></p>
<p><em>«</em><em>Com toda a histeria, todo o medo, toda a ciência trapaceira, poderia ser o aquecimento global o maior embuste jamais perpetrado nos cidadãos americanos? Seguramente, parece isso.»</em> (28/07/03).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kelvin_Kemm.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5608" title="Kelvin_Kemm" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kelvin_Kemm.jpg" alt="" width="149" height="116" /></a>Kelvin Kemm, físico nuclear sul-africano e diretor de Stratek Business:</strong></p>
<p><em>«A conferência do clima de Copenhague continuará a suprimir a verdade científica, e tentando travar o desenvolvimento econômico africano?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Lord Monckton: <em>«Climategate: “Verdes” Pegos Com a Mão na Botija»</em>:</strong></p>
<p><em>«Verdes Pegos Com a Mão na Botija.»</em> – escrito de Lord Monckton of Brenchley. <a href="http://scienceandpublicpolicy.org/images/stories/papers/originals/Monckton-Caught%20Green-Handed%20Climategate%20Scandal.pdf">Veja  o texto integral em PDF</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Lloyd.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5613" title="Philip_Lloyd" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Lloyd.jpg" alt="" width="136" height="130" /></a>Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, co-coordenador do IPCC:</strong></p>
<p><em>«O volume de CO<sub>2</sub> que nós produzimos é insignificante em termos de circulação natural entre ar, água e solo… Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses Sumários distorceram a ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Will_Happer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5614" title="Will_Happer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Will_Happer.jpg" alt="" width="114" height="134" /></a>Dr. Will Happer, professor de Física na Universidade de Princeton:</strong></p>
<p><em>«Estou convencido de que o alarme corrente pelo CO<sub>2</sub> está errado… Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão baseados em boa ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nir_Shaviv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5616" title="Nir_Shaviv" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nir_Shaviv.jpg" alt="" width="132" height="91" /></a>Prof. Nir Shaviv, Instituto de Física Racah da Universidade Hebréia de Jerusalém:</strong></p>
<p><em>«Não há evidências diretas que liguem o aquecimento global no século 20 com gases-estufa antropogênicos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gerald_Warner.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5617" title="Gerald_Warner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gerald_Warner.jpg" alt="" width="139" height="149" /></a>Colunista Gerald Warner, azedamento do “Climagate” e perigos em Copenhague:</strong></p>
<p><em>«A este ritmo, Copenhague vai se transformar numa convenção de comédia com o mundo real rindo desses mentirosos. Agora é a hora de montar a resistência maciça ao tiranetes e atingi-los onde dói: no bolso. Aprofundando o caso, pode haver em muitos países processos criminais das pessoas que falsificaram dados para obter financiamentos e impor restrições fiscais potencialmente desastrosas para o mundo, em decorrência de uma fraude maciça. Há um mundo novo lá fora, Al</em> [Gore]<em>,</em> <em>e, como você deve ter notado, o clima é muito frio mesmo.»</em> (<em>The Telegraph</em>, 26/11/2009).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5618" title="Bob_Carter_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_2.jpg" alt="" width="123" height="139" /></a>Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Há um problema com o aquecimento global: parou em 1998!»</em></p>
<p><em>«Desde o início dos anos 1990, jornais e revistas do mundo trazem rios de cartas e artigos alarmistas sobre uma hipotética mudança climática causada pelo homem. Esses artigos estão trufados de termos como “se”, “poderia”, “pode”, “provavelmente”, “tal vez”, “previsto”, “projetado”, “modelado” – e outros, que pressupõem uma fantasia profunda, ou uma ignorância de fatos e princípios científicos vizinha do absurdo.»</em></p>
<p><em>«O problema não é a mudança climática, mas o sofisticado “lavado de cérebro” que está sendo feito sobre o público, burocratas e políticos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Andrei_Kapitsa.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5619" title="Andrei_Kapitsa" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Andrei_Kapitsa.jpg" alt="" width="147" height="137" /></a>Prof Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok:</strong></p>
<p><em>«Os teorizadores de Kyoto puseram a charrete diante dos cavalos. É o aquecimento global que eleva os níveis de CO<sub>2</sub> na atmosfera, e não o contrário&#8230; Grande número de documentos críticos submetidos à Conferência da ONU de 1995 em Madri sumiu sem deixar rastro. Resultado: só ficou um lado, a discussão sofreu um pesado viés e a ONU declarou que o aquecimento global era um fato científico.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5620" title="Henrik_Svensmark" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark.jpg" alt="" width="153" height="127" /></a>Prof. Henrik Svensmark, Universidade Técnica de Copenhague, Dinamarca:</strong></p>
<p><em>«Na verdade o aquecimento global parou e está começando um arrefecimento. Nenhum modelo de clima previu esse arrefecimento da Terra ‒ muito pelo contrário. Isto significa que as projeções de clima futuro não são dignas de confiança.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Don_J_Easterbrook.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5624" title="Don_J_Easterbrook" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Don_J_Easterbrook.jpg" alt="" width="128" height="139" /></a>Don J. Easterbrook, geólogo na Universidade de Washington Ocidental, Bellingham, EUA:</strong></p>
<p><em>«Uma analise das tendências de aquecimento e arrefecimento ao longo dos últimos 400 anos mostra uma “correlação quase exata” entre todas as alterações climáticas conhecidas do período e a transmissão de energia solar à Terra e, ao mesmo tempo, que não tiveram nenhuma relação com o CO<sub>2</sub>.</em> (&#8230;) <em>É praticamente um fato estrepitoso que estamos diante da perspectiva de 30 anos de esfriamento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Michaels.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5625" title="Patrick_Michaels" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Michaels.jpg" alt="" width="108" height="116" /></a>Prof. Patrick Michaels, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Virginia:</strong></p>
<p><em>«Quem diz que o CO<sub>2</sub> é o responsável da maior parte do aquecimento do século 20, não viu as cifras as mais elementares.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5626" title="Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Prof__Vaclav_Klaus_em_Innsbruck.jpg" alt="" width="121" height="110" /></a>Prof. Vaclav Klaus, presidente da República Checa:</strong></p>
<p>Pergunta: <em>«O Sr. não acredita que nós estamos arruinando nosso planeta?»</em></p>
<p>Resposta: <em>«Talvez só o Sr. Al Gore possa dizer algo a respeito disso. Porque uma pessoa sã não consegue.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gilberto_Camara.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5627" title="Gilberto_Camara" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gilberto_Camara.jpg" alt="" width="102" height="112" /></a>Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE):</strong></p>
<p><em>«Esse número de 20%</em> [das emissões de CO<sub>2</sub> do planeta por conta do desmatamento] <em>divulgado pelo G8 é um número “chutado”, que está rodando pelo mundo. E a ciência brasileira até agora não se deu ao trabalho de checar esse dado.</em> (&#8230;) <em>O G8 deve estar equivocado e ter se baseado em dados fracos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>R. Austin e W. Happer, professores de Física em Princeton; L. Gould, em Hartford; R. Lindzen (MIT) etc:</strong></p>
<p><em>«O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_S_Gee.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5628" title="David_S_Gee" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_S_Gee.jpg" alt="" width="108" height="126" /></a>Prof. David S. Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia:</strong></p>
<p><em>«Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ivar_Giaever.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5629" title="Ivar_Giaever" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ivar_Giaever.jpg" alt="" width="118" height="113" /></a>Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973:</strong></p>
<p><em>«Eu não acredito no aquecimento global&#8230; ele transformou-se numa nova religião.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Plimer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5630" title="Ian_Plimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Plimer.jpg" alt="" width="102" height="120" /></a>Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global antrópico </em>[ligado ao homem] <em>é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a população urbana que perdeu a fé no cristianismo. O relatório do IPCC é sua bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frederick_Singer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5631" title="Frederick_Singer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frederick_Singer.jpg" alt="" width="161" height="116" /></a>Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC:</strong></p>
<p><em>«O CO<sub>2</sub> é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nós chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico que eles consideram, intrinsecamente, mau.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5632" title="Philip_Stott_02" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott_02.jpg" alt="" width="149" height="105" /></a>Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: anti-carro, anti-crescimento e por cima de tudo, anti o grande Satã que é os Estados Unidos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Lord_Lawson_of_Blaby.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5633" title="_CRO0021.jpg Lord Lawson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Lord_Lawson_of_Blaby.jpg" alt="" width="112" height="112" /></a>Lord Lawson of Blaby, ex-Chancellor of the Exchequer e ex-secretário de Energia da Grã-Bretanha:</strong></p>
<p><em>«A esquerda ficou fortemente desorientada pelo fracasso manifesto do socialismo e, mais ainda, do comunismo como ele foi implantado. Em consequência, eles tiveram que encontrar outra via para canalizar seu anti-capitalismo.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Moore.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5634" title="Patrick_Moore" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Moore.jpg" alt="" width="117" height="100" /></a>Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace:</strong></p>
<p><em>«A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a “lingua verde” de um jeito muito inteligente – para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização do que com ecologia ou ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Habibullo_I_Abdussamatov.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5636" title="Habibullo_I_Abdussamatov" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Habibullo_I_Abdussamatov.jpg" alt="" width="120" height="116" /></a>Dr. Habibullo Abdussamatov, chefe de pesquisas espaciais do Observatório Pulkovo de São Petersburgo:</strong></p>
<p><em>«Os alarmistas do aquecimento global confundiram causa e efeito. Na medida que a radiação solar aquece a Terra, CO<sub>2</sub> é liberado na atmosfera pelos oceanos do mundo.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Deming.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5637" title="David_Deming" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Deming.jpg" alt="" width="111" height="125" /></a>Prof. David Deming, geofísico e professor assistente de Artes e Ciências da Universidade de Oklahom:</strong></p>
<p><em>«Hoje há uma distorção acachapante na mídia no que se refere ao aquecimento global.Nos últimos dois anos, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. Cada desastre natural que acontece agora é ligado ao aquecimento global sem se importar quão tênue ou impossível é essa conexão. O resultado disso é que o público está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais.»</em></p>
<p>(O Prof. Deming foi punido por autoridades universitárias comprometidas com o alarmismo por causa desta e de outras declarações semelhantes).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Frank.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5638" title="Patrick_Frank" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Patrick_Frank.jpg" alt="" width="112" height="119" /></a>Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos:</strong></p>
<p><em>«Não há base científica garantida alguma para asseverar que o aquecimento é causado por gases-estufa produzidos pelo homem porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joao_Corte-Real.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5639" title="Joao_Corte-Real" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joao_Corte-Real.jpg" alt="" width="122" height="117" /></a>Dr. João Corte-Real, catedrático em meteorologia da Universidade de Évora:</strong></p>
<p><em>«Não vai haver qualquer catástrofe, e se estivermos, de fato, a viver uma alteração climática à escala planetária (&#8230;) saberemos encontrar soluções para enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano – é uma forma primitiva de apresentar as questões.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5640" title="Philip_Stott" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Stott.jpg" alt="" width="116" height="120" /></a>Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:</strong></p>
<p><em>«A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo consequências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte, na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Yuri_A_Izrael.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5641" title="Yuri_A_Izrael" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Yuri_A_Izrael.jpg" alt="" width="92" height="108" /></a>Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Não há prova de uma relação entre a atividade humana e o aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nigel_Calder.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5642" title="Nigel_Calder" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nigel_Calder.jpg" alt="" width="159" height="104" /></a>Nigel Calder, ex-diretor de “New Scientist”:</strong></p>
<p><em>«Os princípios mais elementares do jornalismo parecem ter sido abandonados.»</em></p>
<p><em>«Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. Se o trabalho deles é jogado na lixeira perdem o emprego!»</em></p>
<p><em>«Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas porque existem ainda, infelizmente, diretores desabusados que pedem: <sup>«</sup>você sabe, aquilo que você disse há cinco anos, bem, agora é muito pior! Os mares podem crescer talvez 2,50 m na próxima terça-feira<sup>»</sup> – e coisas do gênero.»</em></p>
<p>«Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista.»</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose_Joaquim_Delgado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5643" title="José Delgado Domingos" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose_Joaquim_Delgado.jpg" alt="" width="132" height="137" /></a>Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa:</strong></p>
<p><em>«Tornar prioritário o combate às emissões de CO<sub>2</sub> , invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de soluções altamente centralizadoras e perversas.</em> (&#8230;) <em>Atualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Tom_Victor_Segalstad.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5644" title="Tom_Victor_Segalstad" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Tom_Victor_Segalstad.jpg" alt="" width="104" height="112" /></a>Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidad:</strong></p>
<p><em>«É a procura de um mítico naufrágio em CO<sub>2</sub> para explicar um incomensurável tempo de existência do CO<sub>2</sub> para caber num hipotético modelo de computador do CO<sub>2</sub> que leva a mostrar que a queima de uma quantidade impossível de combustível fóssil está esquentando a atmosfera.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kiminori_Itoh_01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5645" title="Kiminori_Itoh_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Kiminori_Itoh_01.jpg" alt="" width="114" height="112" /></a>Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história&#8230; Quando o público perceber a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Reiter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5646" title="Paul_Reiter" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Reiter.jpg" alt="" width="138" height="92" /></a>Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:</strong></p>
<p><em>«Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5647" title="Harrison_Hagan_Jack_Schmitt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt.jpg" alt="" width="136" height="136" /></a>Dr. Harrison “Jack” Schmitt, geólogo e ex-astronauta:</strong></p>
<p><em>«É ridículo falar de “consenso” em torno da idéia de que os humanos estão causando um “aquecimento global”, quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. “Consenso” apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ronnie_Walter_Cunnigham.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5649" title="Ronnie_Walter_Cunnigham" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ronnie_Walter_Cunnigham.jpg" alt="" width="120" height="129" /></a>Ronnie Walter Cunningham, físico e ex-astronauta:</strong></p>
<p><em>«A NASA deveria estar na linha de frente colhendo provas científicas e desmontando a atual histeria do “aquecimento global antropogênico”. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global ou, pior ainda, da ciência politizada.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evaristo_Eduardo_de_Miranda.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5650" title="Evaristo_Eduardo_de_Miranda" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evaristo_Eduardo_de_Miranda.jpg" alt="" width="127" height="132" /></a>Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:</strong></p>
<p><em>«O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável. </em>(&#8230;) <em>Outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Vaclav_Klauss.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5651" title="Vaclav_Klauss" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Vaclav_Klauss.jpg" alt="" width="122" height="119" /></a>Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa:</strong></p>
<p><em>«Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida, eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje em dia é o ambientalismo – não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade por uma espécie de planificação central que agora é chamada de global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5652" title="Henrik_Svensmark_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Henrik_Svensmark_2.jpg" alt="" width="92" height="116" /></a>Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca:</strong></p>
<p><em>«Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura deve-se exclusivamente ao CO<sub>2</sub> não tem justificação científica. É pura conjectura.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Freeman_Dyson.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5653" title="Freeman_Dyson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Freeman_Dyson.jpg" alt="" width="148" height="151" /></a>Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:</strong></p>
<p><em>«O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista sentar-se num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador, do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos&#8230;»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nils_Axel_Morner.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5654" title="Nils_Axel_Morner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Nils_Axel_Morner.jpg" alt="" width="130" height="129" /></a>Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar:</strong></p>
<p><em>«O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Martin_Keeley.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5655" title="Martin_Keeley" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Martin_Keeley.jpg" alt="" width="122" height="109" /></a>Martin Keeley, professor de Geologia do Petróleo no University College de Londres:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazer cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Bellamy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5656" title="David_Bellamy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Bellamy.jpg" alt="" width="147" height="96" /></a>Prof. David Bellamy, naturalista:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global – pelo menos na última visão de pesadelo moderno – é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5657" title="Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harrison_Hagan_Jack_Schmitt_01.jpg" alt="" width="122" height="129" /></a>Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA:</strong></p>
<p><em>«O “medo do aquecimento global” está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_Essenhigh.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5658" title="Robert_Essenhigh" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_Essenhigh.jpg" alt="" width="129" height="125" /></a>Robert Essenhigh, PhD, professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University:</strong></p>
<p><em>«Certamente, podemos tentar o controle e freio da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou só nesta posição. Mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência ou apenas política?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Universidade do Colorado:</strong></p>
<p><em>«A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU&#8230; A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio&#8230; tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “mudança climática.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Clark.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5659" title="Ian_Clark" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ian_Clark.jpg" alt="" width="121" height="141" /></a>Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:</strong></p>
<p><em>«Não podemos dizer que o CO<sub>2</sub> vá dirigir as mudanças climáticas – certamente nunca o fez no passado.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Takeda_Kunihiko.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5660" title="Takeda_Kunihiko" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Takeda_Kunihiko.jpg" alt="" width="132" height="144" /></a>Dr. Takeda Kunihiko, vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Universidade de Chubu, Japão:</strong></p>
<p><em>«As emissões de CO<sub>2</sub> não causam absolutamente qualquer problema… Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo… A alguns pagam para dizer o contrário! O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no carro e os países em desenvolvimento a andar descalços.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Miklos_Zagoni.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5662" title="Miklos_Zagoni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Miklos_Zagoni.jpg" alt="" width="130" height="108" /></a>Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global, que abandonou a defesa do protocolo de Kyoto:</strong></p>
<p><em>«O instrumento regulador da natureza é o vapor d’água: mais CO<sub>2</sub> diminui a umidade no ar, mantendo a proporção geral dos “gases-estufa” nas condições de equilíbrio necessárias.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothty_Ball.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5663" title="Timothty_Ball" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothty_Ball.jpg" alt="" width="126" height="126" /></a>Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:</strong></p>
<p><em>«O CO<sub>2</sub> não é um gás poluente. Ele tem consequências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. </em>(&#8230; ) <em>Eles, os especialistas, têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Pal_Brekke.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5664" title="Pal_Brekke" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Pal_Brekke.jpg" alt="" width="120" height="135" /></a>Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:</strong></p>
<p><em>«Quem pretende que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas faz uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_A_Peden.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5665" title="James_A_Peden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James_A_Peden.jpg" alt="" width="143" height="127" /></a>James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburgh:</strong></p>
<p><em>«Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar, computadorizados, com os quais a gente pode construir o que bem entende.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_S_Theon_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5666" title="John_S_Theon_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John_S_Theon_01.jpg" alt="" width="134" height="114" /></a>Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA:</strong></p>
<p><em>«Não se justifica, racionalmente, utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hajo_Smit.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5667" title="Hajo_Smit" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hajo_Smit.jpg" alt="" width="116" height="160" /></a>Hajo Smit , meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Gore incitou-me a </em>[realizar] <em>uma investigação científica profunda que me levou, rápida e solidamente, para o campo dos céticos… Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Guy_LeBlanc_Smith.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5668" title="Guy_LeBlanc_Smith" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Guy_LeBlanc_Smith.jpg" alt="" width="109" height="119" /></a>Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) está provocando a mudança climática, ou que só o CO<sub>2</sub> feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos, coletivamente, dessa ilusão enganosa?»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Eduardo_Tonni.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5669" title="Eduardo_Tonni" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Eduardo_Tonni.jpg" alt="" width="81" height="109" /></a>Eduardo Tonni, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata, Argentina:</strong></p>
<p><em>«O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no fato de que é algo que gera fundos </em>[para investigação]. (&#8230;) <em>Se alguém disser que a mudança global é provocado por efeitos naturais, ficará sentado a ver navios. </em>(&#8230;) <em>Lamentavelmente, trata-se de mais um produto de mercado.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Geoffrey_G_Duffy_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5670" title="Geoffrey_G_Duffy_01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Geoffrey_G_Duffy_01.jpg" alt="" width="92" height="132" /></a>Geoffrey G. Duffy, professor da Universidade de Auckland, Nova Zelândia:</strong></p>
<p><em>«Ainda que o nível do gás carbônico (CO<sub>2</sub>) dobrasse ou triplicasse, isso, virtualmente, teria pouco impacto, posto que o vapor d’água e a água condensada em partículas nas nuvens dominam a cena em todo o mundo – e assim será sempre.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jarl_R_Ahlbeck.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5671" title="Jarl_R_Ahlbeck" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jarl_R_Ahlbeck.jpg" alt="" width="115" height="125" /></a>Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia:</strong></p>
<p><em>«Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joanne_Simpson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5672" title="Joanne_Simpson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Joanne_Simpson.jpg" alt="" width="133" height="118" /></a>Dra. Joanne Simpson , cientista da [Física da] Atmosfera:</strong></p>
<p><em>«Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento </em>[para investigação]<em>, falo com toda a franqueza: como cientista, continuo cética.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arthur_V__Douglas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5674" title="Arthur_V__Douglas" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arthur_V__Douglas.jpg" alt="" width="153" height="120" /></a>Dr. Arthur Douglas, ex-presidente do Atmospheric Sciences Department da Universidade de Creighton:</strong></p>
<p><em>«Qualquer que seja o clima, não está sendo causado pelo aquecimento global. Se está acontecendo alguma coisa é que tal vez esteja começando um período de arrefecimento.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5675" title="Bob_Carter_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Bob_Carter_21.jpg" alt="" width="120" height="136" /></a>Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália:</strong></p>
<p><em>«Ao longo dos últimos anos vêm sendo registrados sinais climáticos mais frios do que o habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="177" height="133" /></a>Luiz Carlos Baldicero Molion, professor de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas:</strong></p>
<p><em>«Quando digo que, muito provavelmente, estamos num processo de resfriamento, faço por meio de dados. </em>(&#8230;)<em> Já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. </em>(&#8230;) <em>Inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora, </em>(&#8230;) <em>&#8230;um terrorismo climático como é esse aquecimento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Victor_Manuel_Velasco_Herrera.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5676" title="Victor_Manuel_Velasco_Herrera" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Victor_Manuel_Velasco_Herrera.jpg" alt="" width="131" height="124" /></a>Victor M. Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade Autônoma do México:</strong></p>
<p><em>«Os modelos e previsões do IPCC da ONU não são corretos porque eles só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados e cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Kenyon_Chapman.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5677" title="Philip_Kenyon_Chapman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Philip_Kenyon_Chapman.jpg" alt="" width="123" height="151" /></a>Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico do M.I.T.:</strong></p>
<p><em>«Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre o que nós deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, nós estivéssemos enfrentando um esfriamento global.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stanley_B_Goldenberg-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5678" title="Stanley_B_Goldenberg-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stanley_B_Goldenberg-2.jpg" alt="" width="101" height="130" /></a>Stanley B. Goldenberg, especialista em furacões da National Oceanic and Atmospheric Administration:</strong></p>
<p>«Há uma mentira triunfante que está sendo espalhada pela mídia e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem.»</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arun_D_Ahluwalia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5679" title="Arun_D_Ahluwalia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Arun_D_Ahluwalia.jpg" alt="" width="149" height="127" /></a>Dr. Arun Ahluwalia, geólogo da Universidade de Punjab, diretor do International Year of the Planet:</strong></p>
<p><em>«Atualmente, o IPCC virou um circuito fechado: não ouve os outros&#8230; Não tem abertura mental. Estou deveras surpreso pelo fato de o Prêmio Nobel da Paz ter sido outorgado </em>[a Al Gore e ao IPCC] <em>com base em conclusões cientificamente incorretas.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="150" height="29" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«Verde: a cor nova do comunismo»</em></strong>, sob o título <em><strong>«Cientistas e vozes realistas recusam alarmismo»</strong></em>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><a href="http://vivopelavida.com.br/">http://vivopelavida.com.br</a><strong>;</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Escândalo abala Mecanismos de Desenvolvimento Limpo</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 15:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Camada de ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de carbono]]></category>
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		<description><![CDATA[Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a></p>
<p>Um novo episódio está contribuindo para desmoralizar ainda mais a campanha ambientalista e os negócios estabelecidos em torno do chamado aquecimento global antropogênico. Uma investigação em curso demonstrou que empresas asiáticas estão deliberadamente aumentando a produção de hidrofluorcabonos (HFCs), tidos como potentes gases de efeito estufa, com o objetivo de ampliar suas receitas advindas do mercado de créditos de carbono.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/creditos-de-carbono.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5081" title="creditos-de-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/creditos-de-carbono-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>MDL: para medir os “créditos de carbono”</h2>
<p>O novo escândalo refere-se ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da Organização das Nações Unidas (MDL/ONU). Este sistema, criado no âmbito do Protocolo de Kyoto (1997) e administrado pela ONU, foi desenvolvido com o fim de permitir a governos e empresas dos países industrializados comprarem “créditos de carbono”, que permitam continuar a emitir grandes volumes de gases de efeito estufa além das metas traçadas.</p>
<p>Esses “créditos” são adquiridos de empresas de países em desenvolvimento que reduzem as suas próprias emissões de gases poluentes ou implementam projetos de compensação de emissões (plantio de árvores e outros), devidamente credenciadas junto aos esquemas de MDL. A intermediação dos créditos é feita por empresas de corretagem especializadas, que retiram polpudas comissões de tais operações, assim como ocorre com qualquer outra operação de intermediação financeira.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Tudo começou no Protocolo de Montreal, 1988</h2>
<p>Segundo estimativas do próprio setor, o mercado global de créditos do MDL/ONU deverá movimentar este ano cerca de 17 bilhões de dólares. Deste montante, mais da metade se refere à redução da emissão de HFCs, produtos criados para substituir os clorofluorcarbonos (CFCs), cuja produção e comercialização foram banidas pelo Protocolo de Montreal (1988), devido à sua alegada (mas jamais comprovada) agressividade para a camada de ozônio estratosférico, no que foi uma das maiores vitórias do ambientalismo internacional e serviu de modelo para as pretendidas restrições ao uso de combustíveis fósseis.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>China trapaceando?</h2>
<p>Em uma reunião do conselho executivo do MDL/ONU, na última semana, declarou-se que cinco plantas químicas chinesas estão bloqueadas no acesso ao financiamento do mercado de créditos carbono, até que sejam esclarecidas as suspeitas de que tais empresas estejam explorando brechas na legislação para lucrar mais de forma ilícita (AP, 28/08/2010).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/globalwarming.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5082" title="globalwarming" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/globalwarming-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a>O esquema explora o fato de que, na produção do gás HFC-22 (utilizado em <em>sprays</em> e aparelhos de ar condicionado e refrigeradores em geral), produz-se o HFC-23 como um subproduto resultante do processo. Entretanto, o HFC-23 é considerado perigoso ao meio ambiente e várias plantas químicas chinesas receberam financiamento, nos termos do MDL/ONU, para destruir o HFC-23 produzido. Porém, como os produtores recebem em média 100 mil dólares por tonelada de HFC-23 destruído, alguns deles têm ampliado deliberadamente a produção de HFC-22 para gerar mais do subproduto a ser destruído.</p>
<p>Assim, em vez de funcionar como um mecanismo de redução de emissões de gases de efeito estufa, o MDL/ONU tem proporcionado brechas que incentivam empresas a produzirem mais desses gases para obter mais créditos de carbono para destruí-los.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>MDLs/créditos de carbono suspensos</h2>
<p>Apesar de não condenar oficialmente o mecanismo que permitiu tal esquema de inflação artificial do volume de créditos de carbono, o conselho executivo do MDL/ONU decidiu suspendê-lo, mesmo para os projetos já aprovados. Dentre as medidas tomadas para tentar controlar os danos, foi estabelecida uma moratória até 2012 na concessão de novos créditos de carbono do MDL e a exigência de verificação de dados técnicos e comerciais de fábricas nos últimos dez anos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>BIRD não quer abrir mão</h2>
<p>Entretanto, uma das reações mais interessantes foi a Banco Mundial, um dos maiores financiadores do mecanismo. Antes mesmo da divulgação dos resultados da investigação sobre as irregularidades, o banco saiu em defesa dos projetos de HFC-23 e desconsiderou as acusações e questionamentos, afirmando que <em>«a metodologia de incineração do HFC-23 não deveria ser suspensa»</em>, e que uma possível revisão <em>«deverá se apoiar nos conselhos da indústria e dos especialistas do setor»</em>. O fato curioso é que a instituição investiu em dois dos maiores projetos de incineração de HFC-23 da China (um dos quais foi suspenso pela ONU), fornecendo cerca de 1 bilhão de dólares para 130 milhões de créditos (UOL, 31/08/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Europa na berlinda</h2>
<p>Todavia, o estrago está feito. A comissária para o Clima da Comissão Europeia, Connie Hedegaard, declarou: <em>«Pedi aos meus serviços que preparem novas restrições para o uso dos créditos ligados aos gases industriais após 2012.»</em> Ela defende ainda uma <em>«ampla revisão»</em> do MDL. A expectativa é que novas regras poderão ser propostas na conferência climática de Cancun, no México, em dezembro próximo, e submetida ao Parlamento Europeu. Caso tal previsão se concretize, as consequências serão graves, uma vez que o bloco europeu é o principal promotor do mercado mundial de carbono.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/topo_carbono09.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5080" title="topo_carbono09" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/topo_carbono09-300x142.jpg" alt="" width="300" height="142" /></a>Os MDLs/créditos de carbono atendem, afinal, a que tipo de interesses?</h2>
<p>De resto, fica mais um grande golpe contra a credibilidade dos mecanismos de suporte da “indústria aquecimentista”. Apesar dos esforços para promover um “controle de danos”, fica patente cada vez mais patente que tal estrutura montada em âmbito global visa ao atendimento dos múltiplos interesses consolidados em torno da fraude científica do aquecimento global antropogênico.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico do <strong>MSIa – Movimento Solidariedade Íbero-americana</strong>, Volume II, N<sup>o</sup> 20, de 03/09/2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagem:</strong> camiloaparecido.blog.terra.com.br; valeapena-verde-novo.blogspot.com; e  fornocarvao.com.br<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Ambientalismo internacional &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/ambientalismo-internacional-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente»  (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a>Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a <em>«destruição do meio ambiente»</em> (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-3645" title="friends-of-earth" src="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth-233x300.gif" alt="" width="118" height="152" /></a></p>
<h2>O petróleo financia as ONGs ambientalistas!</h2>
<p>Com outra doação de US$ 200.000, Anderson garantiu a criação dos Amigos da Terra (Friends of the Earth), uma das primeiras entre as milhares de ONGs que viriam a formar as “tropas de choque” do movimento ambientalista. Vários dos principais fundadores dos Amigos da Terra foram recrutados entre os quadros dos Federalistas Mundiais e dos Cidadãos Planetários – estes últimos criados no pós-guerra como centros de difusão do “governo mundial”, por ideólogos oligarcas tais como Bertrand Russell, H. G. Wells e Robert Hutchins (reitor da Universidade de Chicago), este um fanático do “crescimento zero”.</p>
<p>A difusão da ideologia ambientalista na Europa foi amplamente financiada pela Shell, dirigida a partir da Sociedade Européia de Cultura de Amsterdan, outra criação de Julian Huxley. A Sociedade organizou o “Projeto Europa-2000”, de cujas recomendações foi estabelecido, no início dos anos 1970, o Instituto para a Política Européia de Meio Ambiente.</p>
<p>Este, juntamente com o IIED &#8211; Instituto Internacional para o Meio Ambiente e organizações coligadas dos EUA, como o Instituto Aspen e as fundações Ford e Rockefeller, têm sido as mais ativas instituições envolvidas na elaboração da “agenda verde global”. Esse esforço foi a contrapartida européia para a realização da Conferência de Estocolmo, em junho/1972.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Três manifestos ambientalistas históricos</h2>
<p>Além da Conferência de Estocolmo, também foram divulgados em 1972, três famosos manifestos ambientalistas:</p>
<p>① O relatório <em>«Blueprint For Survival»</em> (<em>«Roteiro Para a Sobrevivência»</em>) – editado pela revista inglesa <em>The Ecologist</em> (dirigida por Edward Goldsmith e patrocinada por seu irmão <em>sir</em> James Goldsmith e por <em>lord</em> Victor Rothschild;</p>
<p>② A <em>«Carta Mansholt»</em> – redigida pelo então secretário da Comissão da Comunidade Européia, o francês Sicco Mansholt (protegido de <em>lord</em> Rothschild); e</p>
<p>③ O relatório do Clube de Roma, <em>«Limites Do Crescimento»</em>. — Os três documentos batem na mesma tecla: a impossibilidade de expansão contínua da sociedade industrial e da população do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Uma agenda para acabar com a civilização&#8230;</h2>
<p><em>«The Unfinished Agenda»</em> («<em>A Agenda Inacabada»</em>) – documento de 1977, patrocinado pelo Rockefeller Brothers Fund (Fundo dos Irmãos Rockefeller) – recomendava uma série de medidas que representavam uma degradação deliberada dos setores intensivos em tecnologia da economia dos EUA, com a conseqüente imposição de um regime de “crescimento zero”, coerente com as sugestões explícitas dos relatórios do Clube de Roma. Entre outras recomendações, a <em>«Agenda Inacabada»</em> sugeria:</p>
<p>① Estabelecer a redução populacional como meta nacional;</p>
<p>② Promover uma política de esterilização feminina nos países do Terceiro Mundo;</p>
<p>③ Imposição de fortes restrições à imigração para os EUA, especialmente a proveniente de países pobres;</p>
<p>④ Vincular a ajuda alimentícia aos países pobres a metas de redução das taxas de natalidade;</p>
<p>⑤ Reduzir a intensidade energética da agricultura estadunidense;</p>
<p>⑥ Eliminar a utilização de fertilizantes e pesticidas na agricultura;</p>
<p>⑦ Eliminar a fissão nuclear como fonte energética; e</p>
<p>⑧ Fomentar o uso de fontes energéticas de pequena escala.</p>
<p>Na conclusão é abertamente admitido que o objetivo do projeto do movimento ambientalista não é resolver o problema de recursos escassos, mas promover uma mudança de valores na Sociedade, afastando-a do compromisso com o progresso: <em>«</em><em>Aqueles que vivem no ambiente comum do planeta estão agora experimentando a transição da abundância para a escassez. Os desafios imediatamente à frente não são os limites físicos ao crescimento, mas o desafio de uma grande transformação nos valores humanos.»</em></p>
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<h2><a href="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4891" title="sicco-mansholt" src="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt-214x300.jpg" alt="" width="142" height="200" /></a>Mitterrand: sugestão de renúncia à nossa soberania!</h2>
<p>Sicco Mansholt (imagem à direita), tornou-se um dos principais líderes intelectuais do “ambientalismo” europeu, tendo sido também um dos incentivadores da criação do Clube de Roma, em 1968. As idéias de Mansholt foram largamente adotadas pelas lideranças da Internacional Socialista. François Mitterrand endossou a <em>«Carta Mansholt»</em>, o que evidencia que ele e seu chanceler Michel Rocard não tenham cometido um mero deslize diplomático, ao exigirem do Brasil, na Conferência de Haia, em março/1989, a <em>«renúncia a parcelas de soberania»</em> para facilitar a solução de problemas ambientais. Tal preceito constitui elemento fundamental da estratégia da oligarquia européia, e de seus títeres na Internacional Socialista.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4892" title="ObamaCFR" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg" alt="" width="154" height="118" /></a>O CFR e a Comissão Trilateral na área</h2>
<p>A ascensão de Jimmy Carter à Presidência dos USA, em 1977, representou a consolidação política de todas as diretrizes oligárquicas no país mais poderoso do mundo, e resultou de um projeto gestado, diretamente, no interior do CFR &#8211; Council for Foreign Relations e da Comissão Trilateral.</p>
<p>A intenção do CFR na agenda ambiental ficou explícita com o artigo do diplomata George Kennan, intitulado <em>«Para Evitar um Desastre Mundial» </em>(publicado em abril/1970 na revista da organização: <em>Foreign Affairs</em>). Kennan, um dos mais importantes estrategistas do <em>establishment</em> estadunidense, enfatiza três pontos:</p>
<p>① a crise ambiental representa uma ameaça global tão grande que ameaça a vida na Terra;</p>
<p>② A crise deveria ser controlada por uma parceria entre governos e o empresariado, operando sob a supeervisão de uma super-agência ambiental mundial;</p>
<p>③ Parte dos recursos necessários para esse esforço deveriam provir dos orçamentos de defesa nacional.<a href="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4051" title="bibliotecapleyades.net-round_table" src="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table-300x282.jpg" alt="" width="125" height="118" /></a></p>
<p>Em 1973, simultaneamente com a criação da Comissão Trilateral, foi criada uma força-tarefa, o “Projeto dos Anos 80”, organizada pelo CFR, com o objetivo de elaborar diretrizes de governo nos campos estratégico, econômico e social, visando a promoção de uma <em>«desintegração controlada da economia mundial»</em>. Entre seus organizadores estavam Zbigniew Brzezinski, Cyrus Vance e outros indivíduos que, posteriormente, ocuparam importantes cargos no Governo de Jimmy Carter.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4895" title="rio92" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg" alt="" width="145" height="145" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4896" title="agenda21" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21-133x300.jpg" alt="" width="133" height="300" /></a>A década de 1990, a Rio-92 e a Agenda 21</h2>
<p>Se a década de 1970 foi a da popularização do ambientalismo, a de 1990 ficaria marcada pela elevação do mesmo ao plano superior da formulação de políticas públicas e das relações internacionais.</p>
<p>Elemento crucial para o processo de formulação de políticas públicas do ambientalismo foi a realização da <em>Rio-92</em>, chamada “Cúpula da Terra”, no Rio de Janeiro, em junho de 1992 – da qual resultaram convenções (Protocolo de Montreal para a Proteção da Camada de Ozônio; a Convenção Quadro de Mudanças Climáticas; Convenção Sobre Diversidade Biológica etc) e a chamada “Agenda 21”, um enorme conjunto de diretrizes destinado a introduzir o elemento ambiental, principalmente o conceito de “desenvolvimento sustentado”, em, praticamente, todos os ramos das atividades humanas.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2021" title="Elaine-Dewar-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif" alt="" width="110" height="124" /></a>Elaine Dewar reage</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar sobre a Rio-92: <em>«Propagandeada como a “maior cúpula do mundo”, a conferência do Rio era publicamente descrita como uma negociação global para reconciliar a necessidade de proteção ambiental com a necessidade de crescimento econômico. Os bem-informados entendiam que havia outros objetivos bem mais profundos. Estes, envolviam a transferência de poderes regulamentadores nacionais para vastas autoridades regionais; a abertura de todas as economias nacionais fechadas a interesses multinacionais; o reforço de estruturas de tomada de decisões muito acima e muito abaixo do alcance de democracias nacionais recém-estabelecidas; e, acima de tudo, a integração dos impérios soviético e chinês no sistema de mercado global. Eu não havia ouvido ninguém usar qualquer nome para esta agenda bastante grande, de modo que, mais tarde, eu mesma a batizei – a “Agenda de Governança Global”.» </em></p>
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<h2>Rio-92: V<sub>0</sub> da “nova ordem mundial”</h2>
<p>A chamada Rio-92 já está cumprindo o seu objetivo primário de provocar uma mudança nos chamados “paradigmas culturais”. Nas escolas, as crianças não falam senão da proteção à Natureza e da maldade intrínseca às atividades humanas. [...] Não é acidental, porque o propósito da Rio-92 – organizada para ser o mais importante advento do nosso século, a conferência que para alguns inauguraria a “nova ordem mundial” do presidente George Bush – era estabelecer princípios que constituem essencialmente um ataque aos valores cristãos mais fundamentais, colocando as preocupações com a Natureza <em>per se</em> em plano idêntico, senão superior, àquelas com o homem e sua luta para reproduzir e ampliar as bases da civilização, que foram a força motriz das descobertas marítimas e a própria alma da evangelização.</p>
<p>A verdade sobre o tema central que se tentará impor à Rio-92 (em palestra de Lorenzo Carrasco em 18/05/1992): na realidade a chamada “agenda ambiental” das oligarquias do “governo mundial” não é nenhuma novidade – apenas utiliza o velho conceito malthusiano de que os recursos naturais são finitos, como também é limitada a população que deles pode usufruir. Por conseguinte, a estratégia delas (das oligarquias) exigiria, fundamentalmente, o controle do crescimento populacional dos países subdesenvolvidos, assim como impedir o seu desenvolvimento científico-tecnológico-econômico.</p>
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<h2>“Desenvolvimento sustentável”: mais para os ricos, menos para os pobres</h2>
<p>São esses os propósitos escondidos pela pomposa denominação de “desenvolvimento sustentado” – que pressupõe que os limitados recursos naturais do planeta e a igualmente restrita capacidade de sustentação da biosfera, não permitem a expansão dos benefpicios da sociedade industrial moderna a todos os povos do planeta, o que não só é cientificamente incorreto, mas também moralmente inaceitável. [...] os promotores desse “desenvolvimento” propõem agora uma divisão das restrições ao desenvolvimento econômico, a qual, se levada às últimas conseqüências, significará um virtual congelamento do progresso da civilização em nível muito inferior ao possível, e exigido pela dignidade humana. Repetindo: este é o tema central da Rio-92.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4900" title="protocolodemontreal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal-300x207.jpg" alt="" width="211" height="145" /></a>Protocolo de Montreal</h2>
<p>Este, que vinha sendo negociado desde 1987, determinou o precedente para os grandes tratados ambientais internacionais. Pelos seus termos, toda uma família de produtos supostamente deletérios para a camada de ozônio (CFCs, halons etc) tiveram seus usos suprimidos até 2010. O <em>Protocolo</em> foi implementado a despeito das objeções de grande parte da comunidade científica e das advertências de que o custo da substituição dos produtos banidos chegaria à casa de centenas de bilhões de dólares em todo o mundo.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-4901" title="aquecimentoglobal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal-282x300.gif" alt="" width="196" height="210" /></a>A convenção Quadro de Mudanças Climáticas</h2>
<p>Esta prometia efeitos ainda piores. Seu objetivo era o de restringir a utilização de combustíveis fósseis – sob o pretexto de combater o chamado “aquecimento global”. A meta prevista era obter até 2010 uma redução dos níveis de emissões dos “gazes de efeito estufa”, principalmente o gás carbônico, aos níveis vigentes em 1990. Em escala global isso implica em um virtual congelamento da utilização de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), que respondem por <sup>3</sup>/<sub>4</sub> da produção mundial de energia, com um impacto conseqüente nos planos de desenvolvimento de cada país.</p>
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<h2>MDL – “mecanismos de desenvolvimento limpo”</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2016" title="maurice_strong_hires" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires-292x300.jpg" alt="" width="148" height="152" /></a>Idealizado por Maurice Strong (à esquerda, que presidiu a Rio-92), tem como objetivo a “comercialização” de direitos de emissão de “gazes de efeito estufa”. Assim, os planejadores da agenda ambiental pretendiam estabelecer um sistema de “cotas de emissões” para cada país. Por meio dos MDLs, os países interessados poderiam negociar a compra ou a venda de “cotas” segundo seus interesses momentâneos – o que, na prática, significaria a mercantilização do direito ao desenvolvimento.</p>
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<h2>Novamente Elaine Dewar adverte</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar: <em>«Ao final de 1991, eu havia me tornado altamente cética sobre os motivos dos participantes do circuito (ambientalista). Eu havia chegado à conclusão de que a poluição transfronteiriça estava sendo usada como um instrumento de mercado para vender aos que ainda tinham dúvidas, a necessidade de adoção de níveis de governança regionais e globais. O “pense globalmente, aja localmente”, era apenas outro slogan propagandístico. </em>[...]<em> Por volta do ano 2000, haveria poucas entidades nacionais independentes capazes de defender as comunidades locais dos leviatãs internacionais. As comunidades locais competiriam entre si pelos favores dos grandes interesses</em> (vide a venda de “cotas” – MDLs – de Maurice Strong). <em>Aqueles de nós que vivêssemos nas periferias brutais dessas novas potências mundiais se veriam agradecidos por comercializar com qualquer um, a qualquer preço.»</em></p>
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<h2>Uma obstaculização completa ao desenvolvimento</h2>
<p>Como as outras duas principais fontes energéticas que se seguem em importância aos combustíveis fósseis – a hidroelétrica e a nuclear – se encontram, igualmente, na alça-de-mira dos ambientalistas, não é difícil perceber que a plena implementação da “Agenda Verde” implicará num obstáculo quase intransponível para as prespectivas de progresso dos países que ainda lutam para atingir um nível de desenvolvimento pleno.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4903" title="biodiversidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade-300x211.jpg" alt="" width="213" height="150" /></a>A Convenção sobre Diversidade Biológica</h2>
<p>Esta, parte do pressuposto de que as atividades humanas estão destruindo a biodiversidade que a Natureza levou bilhões de anos para desenvolver, e estabelece um marco legal para a proteção dos ecossistemas julgados ameaçados. A sua interpretação e aplicação irrestritas tem o potencial de obstaculizar um grande número de atividades econômicas. [...] Com todo esse aparato legal, que vem sendo constantemente ampliado com novas iniciativas, o fator ambiental da estratégia hegemônica da oligarquia adquire uma relevância crucial para a determinação do futuro imediato de nossa civilização.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4906" title="marina1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1-225x300.jpg" alt="" width="140" height="187" /></a>Estrutura do movimento ambientalista internacional</h2>
<p>Organizado hierarquicamente, a partir dos círculos mais elevados do <em>establishment</em> oligárquico, reunido no chamado Clube das Ilhas – pode ser dividido em três escalões:</p>
<p>① <strong>“Estado-maior”</strong> – diretamente ligado à cúpula do <em>establishment</em>, onde são elaboradas as diretrizes gerais do movimento: UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza e o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature – que recebem apoio financeiro direto do Clube 1001 e de outras fontes oligárquicas.</p>
<p>② <strong>“Comando operacional e logístico”</strong> – onde as diretrizes são transformadas em ações, envolvendo tanto governos nacionais como ONGs:</p>
<p>ⓐ entidades da ONU, tais como o PNUMA, PNUD, UNESCO, Organização Meteorológica Mundial etc;</p>
<p>ⓑ o Clube de Roma, coordenando atividades de uma série de organizações internacionais encarregadas da difusão da ideologia malthusiana dos “limites do crescimento”;</p>
<p>ⓒ Instituto Tavistock, responsável pelos programas de “engenharia social”, para tornar o ambientalismo socialmente aceitável;</p>
<p>ⓓ organizações “de inteligência” – como o World Resources Institute e o Worldwatch Institute;</p>
<p>ⓔ o aparato de financiamento dos programas, das ONGs e da formação dos quadros especializados necessários, integrado por agências de ajuda internacional de governos como os dos USA, Grã-Bretanha, Canadá etc, e de findações familiares e uma rede de empresas “fita azul” do Establishment.</p>
<p>③ <strong>“Tropas de choque”</strong> – representadas pelas ONGs de “ação direta”. Estas, por sua vez, podem ser divididas entre um seleto grupo de “organizações respeitáveis” – dirigidas por “cidadãos acima de qualquer suspeita” (Nature Conservancy, Environmental Defense Fund, Conservation International, Nature Resources Defense Council etc); e as organizações radicais, como o Greenpeace, Amigos da Terra etc, que geralmente protagonizam ações de grande impacto. Entre esses níveis de radicalismo, chega-se a organizações proto-terroristas e abertamente terroristas.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4908" title="thomaslovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy-239x300.jpg" alt="" width="157" height="196" /></a>O alarmista Thomas Lovejoy (WWF)</h2>
<p>Juntamente com o biólogo Norman Myers, Thomas Lovejoy (do WWF) tornou-se o maior propagandista de um dos temas preferidos do alarmismo ambientalista, a extinção das espécies. A partir da publicação do livro de Myers, «<em>The Sinking Ark</em><em>»</em> («<em>A Arca Que Está Afundando</em><em>»</em>), em 1979, ambos começaram a difundir a tese – infundada – de que a ação humana estaria causando a extinção de até 100 espécies de organismos por dia, principalmente nas grandes floresras tropicais. Embora absurda e contestada por um grande número de cientistas, em pouco tempo, tal cifra passou a aparecer com destaque cada vez maior na prolífica literatura “eco-alarmista”.</p>
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<h2><em>Debt-for-nature swaps</em> &#8211; idéia de Lovejoy</h2>
<p>Em 1987, Thomas Lovejoy apresentou a proposta do mecanismo de troca de “dívida por natureza” (<em>debt-for-nature swaps</em>), pelo qual os países subdesenvolvidos poderiam abater parcelas de suas dívidas externas para utilizar tais recursos em programas de proteção ambiental – evidentemente, supervisionados e executados por ONGs internacionais. Recebida com entusiasmo entre as redes ambientalistas brasileiras, a proposta praticamente não chegou a ser implementada no país, mas volta-e-meia insiste em reaparecer.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4909" title="panda1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>Este é o WWF que ninguém conhece</h2>
<p>Em entrevista divulgada em abril/1983, Lovejoy falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista: <em>«Quero esclarecer uma coisa agora mesmo: algumas pessoas têm circulado histórias maldosas de que o WWF está tentando parar todo o investimento no setor em desenvolvimento, que não queremos nenhuma indústria, e que tudo em que estamos interessados são plantas e animais. Isso é uma mentira»</em> &#8230; – Perguntando se o WWF não coloca os animaizinhos e plantas exóticas contra o desenvolvimento industrial e de exploração de recursos naturais em certas áreas, Lovejoy respondeu: <em><strong>«Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que eu sou? Você sabe realmente quem eu sou? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da</strong> </em>[seguradora]<em> <strong>Metropolitan Life. Você sabe quem é realmente Russell Train</strong> (na época presidente do WWF-USA e ex-alto funcionário da NATO)? <strong>Quem diabos, você pensa que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim – ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos&#8230; O maior problema são esses malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convém. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias&#8230; Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar as pessoas e vamos ter que ajustar isso. Será um ajuste doloroso, sem dúvida. Não, o problema real é esse nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais ele leva.» </strong></em>E continuando: <em><strong>«Antes de tudo, precisamos ter certo controle sobre os ministros de planejamento nesses países, especialmente os países maiores.</strong> </em>[...]<em> <strong>Talvez seja possível quebrar alguns setores nacionais, como o petróleo no México, porque é ineficiente e requer muito capital.» </strong></em>{grifos do Editor deste site}<em><strong>.<br />
</strong></em></p>
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<h2>Novamente a pressão francesa sobre a soberania brasileirae a ação das ONGs</h2>
<p>Em fevereiro-março/1989, em Haia, Holanda, ocorreram duas conferências internacionais sobre o meio ambiente, às quais compareceram os chefes de Estado de 23 países. Na ocasião, O presidente francês François Mitterrand e seu chanceler Michel Rocard, afirmaram, explicitamente, que países como o Brasil deveriam abrir mão de “parcelas de soberania” sobre ecossistemas como a floresta amazônica, para facilitar a sua preservação como um “patrimônio da humanidade”.</p>
<p>Nesse período, manifestações “populares” contra a suposta insensibilidade ambiental do Brasil ocorreram em vários países. [...] Simultaneamente a esses protestos contra a “devastação da Amazônia” houve a publicação de importante editorial da revista <em>The Economist</em> sobre a Amazônia – o que se constituiu, a par das ações de rua, apenas uma das pontas visíveis de uma bem articulada campanha que insistia em levantar a velha bandeira de que <em>«a imensa riqueza da floresta amazônica deveria ser explorada em benefício da humanidade»</em>. Participando diretamente da ação estavam ONGs, como a Friends of the Earth, Survival International (a qual se propunha a sabotar todos os fluxos financeiros internacionais destinados a projetos na Amazônia – até que o governo brasileiro reconhecesse os <em>«legítimos direitos dos indígenas»</em>), Greenpeace, Oxfam, Forest Peoples Support Group e outras.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4911" title="obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09-300x200.jpg" alt="" width="210" height="140" /></a>A rodovia BR-364 prejudicada</h2>
<p>Ao mesmo tempo, o governo de George Bush (pai), sob instigação da promeira-ministra britânica Margaret Thatcher, e trazendo a tiracolo o presidente francês François Mitterrand, apressaram-se em surgir como “campeões do meio ambiente”, denotando a crescente relevância temática ambiental nas relaçoes internacionais e o maldisfarçado intento de obstaculizar as aspirações de  desenvolvimento das nações do Sul. O próprio Bush pressionou diretamente o governo do Japão para impedir a concessão ao Brasil de um financiamento para a conclusão da pavimentação da rodovia BR-364, no trecho que liga o Acre ao Peru, permitindo o acesso rodoviário aos portos deste país. Thatcher, por sua vez, apoiou uma série de esforços para vincular o pagamento da dívida externa de países como o Brasil, à venda de recursos naturais destes.</p>
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<h2>Nobres preocupações estrangeiras com o Brasil!</h2>
<p>Durante todo o ano de 1989, o Brasil recebeu visitas de várias delegações estrangeiras, principalmente dos EUA, inclusive com a presença do vice-primeiro ministro holandês Rudolf Koorte, que vieram professar <em>in loco</em> suas preocupações com o meio ambiente brasileiro, e aproveitando a oportunidade para promover a “menina dos olhos” da campanha ambientalista internacional – as conversões de “dívida por natureza”. A despeito de contar com vários aliados aqui mesmo no Brasil, essa proposta não foi adiante naquele momento.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4912" title="africa-cartoon" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon-228x300.jpg" alt="" width="313" height="412" /></a>“Africanização”,&#8230; também do Brasil?</h2>
<p>O predomínio britânico se tornou evidente no sistema de parques naturais, que, à época da independência, já representavam mais de 20% do território das antigas colônias britânicas na África. Os diretores dos parques, chefes de polícia dos mesmos, e suas juntas diretoras, continuaram nas mãos dos súditos britânicos. [...] Um grande número desses parques, e em alguns casos todo o sistema, foi colocado sob o comando de ONGs, manejadas por juntas internacionais ou por procuradores, sem supervisão alguma por parte dos governos locais. Hoje em dia, os sistemas de parques do Quênia, Tanzânia, Congo, são administrados por entidades privadas. Chegou-se ao extremo de, por exemplo, na Tanzânia, cerca de 40 % do seu território estar contido no sistema de parques naturais, administrado pela ONG Parques Naturais da Tanzânia.</p>
<p>O tamanho total desses parques e complexos é surpreendente: 8,2 % da superfície total da África subsaariana. Muito mais surpreendente é que grande parte dos parques e reservas naturais está situada nas fronteiras nacionais. (obs: essas fronteiras dos Estados africanos foram desenhadas arbitrariamente pelas potências européias em suas conferências imperiais).</p>
<p>A situação dos parques naturais em tais regiões visa o genocídio e à desestabilização contínua da África. Por outro lado, os parques fizeram estragos na economia e ecologia africanas. A rede de parques diminuiu o fluxo de energia de todo o sistema ecológico, o que fez proliferar parasitas e enfermidades. Essa degradação do ambiente humano ajudou a criar as condições pelas quais as novas enfermidades (AIDS) se generalizaram entre a população esgotada.</p>
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<h2>Os parques têm vários objetivos geopolíticos:</h2>
<p>① eliminar grandes extensões de terra para fins econômicos produtivos; a criação dos parques é a maior operação de expulsão conhecida desde que a horda de mongóis de Gengis-Khan assolou a Ásia Central no século 13. Como disse um especialista britânico: <em>«</em><em>Quando os britânicos desejam expulsar o povo de uma região, sua tendência é converter a mesma em um parque selvagem, o que lhe dá a sua razão de ser»</em>;</p>
<p>② enquanto impedem o aproveitamento desses territórios, as reservas se situam com freqüência sobre jazidas de recursos estratégicos. Exemplo: os parques das zonas fronteiriças do Níger, estão sobre uma jazida de urânio;</p>
<p>③ o fato dos parques serem administrados por organismos supranacionais, como o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature, é um ataque à soberania nacional. A pretexto de combater caçadores furtivos, a administração inclui muitas vezes forças paramilitares. Outros parques são administrados por outros organismos internacionais, como o PNUD, a FAO &#8211; Organização para a Alimentação e Agricultura, da ONU, ou a UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza;</p>
<p>④ os parques são refúgio e zonas de treinamento de tropas dos grupos guerrilheiros mais diversos. Vários estão localizados nas fronteiras dos países, e funcionam como “zonas militarizadas”. Exemplo: o WWF administrava o programa de gorilas no Parque Virunga, enquanto a FPR &#8211; Frente Patriótica de Ruanda usava o mesmo para entrar em Ruanda. Sem exagero, podemos afirmar que, sem as zonas de refúgio que a rede de parques que a família real britânica oferece, as prolongadas guerras civis e fronteiriças que afligem a África, desde os<a href="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a> anos 1970, teriam sido impossíveis.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é um extrato realizado a partir do livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em seus vários capítulos, quando é tratado, de alguma forma, o tema do movimento ambientalista internacional. Assim, muitas partes da presente matéria poderão ser mais ou menos desconectadas, mas procurei “costurá-las” a fim de um melhor entendimento por parte do leitor. Eventualmente, introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura, bem como para organizar o texto. Imagens: Google &#8211; Imagens.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Observação:</strong> o segundo volume da série “Máfia Verde” (<em><strong>«Máfia Verde 2 &#8211; Ambientalismo, Novo Colonialismo»</strong></em>) também fala muita coisa sobre o movimento ambientalista internacional, matérias que serão, oportunamente, inseridas neste site.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> dos editores (Capax Dei Editora); e <strong><em>«Uma Demão de Verde»</em></strong>, da jornalista canadense Elaine Dewar (também editado pela Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O carvão e o &#8220;aquecimento global&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 15:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/carvao.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4476" title="carvao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/08/carvao-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>S</span>egundo a        Agência Internacional de Energia (AIE), a China ultrapassou os Estados        Unidos no ano passado como o país de maior consumo de energia do planeta.        Mesmo que esperado há algum tempo, o impacto simbólico do fato não é        trivial, como comenta Fatih Birol, da AIE: <em>«À medida que a China        ultrapassa os Estados Unidos como a maior consumidora de energia do mundo,        isso deixa de ser apenas uma questão doméstica para a China e passa a ter        repercussões para o resto do mundo, não só em termos de abastecimento, mas        também na maneira em que a energia é consumida»</em> (<em>Valor Econômico</em>,        20/07/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A utilização do carvão na China</h2>
<p>Atualmente, a        principal fonte energética da China é o carvão, que responde por cerca de        metade de suas necessidades e gera 80% da eletricidade do país. Como o        país possui enormes reservas, as limitações de sua utilização tendem a        dar-se muito mais por questões logísticas que por motivos ambientais. É        fato conhecido de que a malha ferroviária chinesa enfrenta importantes        estrangulamentos, precisamente, devido ao transporte de carvão das minas        para as usinas termelétricas (que vêm sendo construídas ou ampliadas a uma        taxa quase semanal). Por exemplo, na província de Shanxi, no norte do        país, existem cerca de 1.500 minas de carvão em funcionamento, obrigando a        que filas intermináveis de trens trafeguem dia e noite a caminho do porto        de Qinhuangdao, na costa leste.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>E nos EUA, na Europa&#8230;</h2>
<p>Por outro        lado, também nos EUA, o carvão tem importância energética vital, já que é        o combustível das termelétricas que geram cerca da metade da eletricidade        lá produzida. Um quadro similar ocorre na Alemanha, tida pelos “verdes”        como vanguardeira na utilização de energias ditas renováveis (leia-se        eólica e solar). Na semana passada, por exemplo, o governo alemão recusou        as diretrizes do órgão executivo da União Europeia (UE), que deseja que os        membros do bloco cessem os subsídios à indústria carvoeira em quatro anos.        Na Alemanha, entretanto, há três anos, o governo federal havia se        comprometido a manter o auxílio até 2018 (Deutsche Welle,        21/07/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O consumo de carvão vai aumentar</h2>
<p>De fato, o        carvão está passando por uma retomada fenomenal em toda parte, com uma        demanda crescente que o converte na segunda maior fonte de energia em todo        o mundo, depois do petróleo. Especialistas da AIE estimam que, nas        próximas duas décadas, a demanda aumentará muito mais do que a de qualquer        outra fonte de energia, passando dos atuais 6,7 bilhões de toneladas        anuais para quase 10 bilhões de toneladas, em 2030. A China e a Índia são        as principais responsáveis pelo aumento da demanda e os dois países já        respondem por mais da metade da demanda global (Der Spiegel,        25/07/2010).</p>
<p>Ocorre que        nenhum outro combustível fóssil está disponível em tamanha quantidade; as        atuais reservas poderão assegurar o consumo atual por mais de um século.        Nenhum combustível fóssil é tão barato: custa apenas cerca de 5 centavos        de euro (cerca de US$ 0,06 ou R$ 0,11) para gerar um quilowatt-hora de        eletricidade a partir do carvão, comparado com cerca de 40 centavos (R$        0,90) a partir da energia solar. E nenhum combustível fóssil tem uma        distribuição tão ampla. Todos os continentes têm reservas adequadas e,        diferentemente do petróleo, a maior parte dessas reservas são encontradas        em regiões relativamente estáveis em termos geopolíticos, como a América        do Norte, Europa e Austrália.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Excluir o carvão é utopia</h2>
<p>Em resumo, é        preciso uma grande dose de ingenuidade – ou de má-fé – para se acreditar        que algum desses países abrirá mão do carvão, tido como principal fonte de        emissão antropogênica de dióxido de carbono, para combater um suposto        aquecimento global “antropogênico”, sobre o qual, a cada dia, surgem novas        evidências da colossal fraude que envolve a maneira como vem sendo        apresentado.<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></span></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="aligncenter" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong>Créditos:</strong>Este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico,Volume II, n° 15, de 29/07/2010, do <strong>MSIa &#8211; Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong>. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p>Para outras informações sobre o mesmo tema, visitar o site do MSIa no seguinte endereço: <a href="http://www.msia.org.br">http://www.msia.org.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a><strong>Imagem: </strong>atuleirus.weblog.com.pt.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Aquecimento Global: países não cumprirão metas</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/aquecimento-global-paises-nao-cumprirao-metas/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 12:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e sobretudo pela vontade de atingir as metas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-médio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1909" title="Amazonia-e-olho-médio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-médio.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a>Todo mundo deve ter uma meta, um objetivo na vida a  ser seguido. Criar metas faz parte de toda pessoa responsável e  preocupada com seu futuro. Países também criam metas, mas na grande  maioria dos casos, são esquecidas. Claro, existem alguns exemplos de  sucesso, como metas de inflação do BC brasileiro, metas de crescimento  do governo Chinês e metas de redução de emissão de dióxido de carbono da  Alemanha. E todo sucesso no respeito às metas se dá pela vigilância ao  cumprimento pré-estabelecido, pela seriedade e controle dos atos e  sobretudo pela vontade de atingir as metas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O comprometimento dos países</h2>
<p>Nos últimos meses, a imprensa vem divulgando  abertamente (e com sucesso) a conferência COP15 em Copenhague,  sobre mudanças climáticas. O Brasil se comprometeu a reduzir algo em  torno de 36,1% a 39,8% das emissões de 2020 em relação a 2005. A China  se comprometeu a reduzir as emissões por produto fabricado (que por  projeção poderia chegar a 47% em 2020) e os EUA 17% de redução em 2020.  Parabéns aos governos, excelente a inciativa. Só uma pergunta não foi  colocada em lugar algum: <strong><em>Quanto isso vai custar ao mundo?</em></strong> Quem vai pagar  por isso? O mundo realmente está disposto a gastar para uma vida  melhor?</p>
<p>Em nosso artigo cientifico em Julho desse ano <a href="http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&amp;_udi=B6VBS-4WNF1FR-2&amp;_user=10&amp;_rdoc=1&amp;_fmt=&amp;_orig=search&amp;_sort=d&amp;_docanchor=&amp;view=c&amp;_searchStrId=1112321682&amp;_rerunOrigin=google&amp;_acct=C000050221&amp;_version=1&amp;_urlVersion=0&amp;_userid=10&amp;md5=58b59f131e49d9ca09884641c3d381b3">Reduction  of CO2 emission by optimally tracking a pre-defined target </a>,  resolvemos (Marco A.L. Caetano; <a href="http://www.dsr.inpe.br/dsr/douglas/">Douglas F.M. Gherardi</a>,  Gustavo de Paula;  <a href="http://www.ele.ita.br/%7Etakashi/">Takashi Yoneyama</a>)  colocar essa pergunta e responder com base em números (dados dos países  europeus). Muitos repórteres e comentaristas de televisão estão dizendo  que as metas são complicadas de entender. É que Ecologia é uma ciência, e  como tal existem disciplinas certas, técnicas certas e filosofia certa  para essa discussão, e não apenas achar que porque se entende de “ambientalismo” pode-se enteder de Ecologia. Aliás, diga-se de passagem,  existem excelentes ambientalistas que entedem muito de Ecologia. Não é à  toa que dentro do curso de Ecologia existem duas disciplinas, de seis meses,  somente para se estudar a dinâmica da população. Então, comentaristas  não vão conseguir entender dinâmica da população, se isso leva um ano  para ser estudado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nossos modelos</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/insper-CO2-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4000" title="insper-CO2-1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/insper-CO2-1-300x209.jpg" alt="" width="260" height="181" /></a>Bem, cosntruimos um modelo baseado em sistemas  dinâmicos, com apenas três variáveis: emissão de CO2, quantidade de  florestas e PIB (produto interno bruto) dos países europeus. Esse modelo,  também inédito, e publicado no ano passado, nos proporcionou a  possibilidade de criar cenários de emissões futuras. Isso é que faz um  modelo matemático baseado em sistemas dinâmicos. Possibilita rodar o  futuro e sua certeza nos resultados vai depender do entendimento do  fenômento e dos dados passados.  Na figura ao lado, os pontos são dados  reais da Europa e a linha a simulação do modelo. O primeiro gráfico é a  trajetória das emissões de CO2 da Europa desde 1960 até 2000, o segundo  da área de floresta e o terceiro o GDP europeu. Observem a precisão do  resultado.</p>
<p>Com isso, foi possível colocar custos e “criar”  duas espécies de possíveis controles das emissões. Uma delas nós  chamamos de investimento em tecnologia limpa e a outra de investimento   em reflorestamento. Então utilizamos da “teoria de controle ótimo” para  encontrar formas possíveis de se atingir algumas metas.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Insper-forestry.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4001" title="Insper-forestry" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Insper-forestry-300x225.jpg" alt="" width="232" height="175" /></a>A estratégia ótima mostrou-se bem interessante  (figura ao lado). Primeiro todo governo deveria incentivar o  reflorestamento, com leis de combate ao corte ilegal, contra as  queimadas ilegais e plantar novas regiões de florestas. Isso seria o  primeiro passo para cortar emissões de forma ótima. Mas não é só isso. A figura a seguir, mostra que a segunda maneira de controle e, de forma  paralela à primeira, seria começar com investimentos baixos em tecnologia  limpa e ir, gradativamente, à medida que a área de floresta se for  consolidando, aumentando o incentivo às leis, e ao desenvolvimento de novas  fábricas baseadas em tecnologia limpa.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Insper-tech.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4003" title="Insper-tech" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Insper-tech-300x225.jpg" alt="" width="239" height="179" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Quanto as reduções vão custar ao mundo?</h2>
<p>E quanto irá custar a Europa? Bem, primeiro o que é  medida de custo? Pouco está sendo dito sobre o que se mede em termos de  custos. Diversos estudos acadêmicos monitoram e medem custos da emissão  de CO2 por toneladas. Cenários podem variar de US$ 50 a US$ 200 por  toneladas/ano. Segundo fato que pouco se diz: <strong>Qual tipo de emissão  vai se medir?</strong> A emissão total, a medida baseada em ppm (particulas por  milhão) e qual o custo? Bem, tivemos essa preocupação também e só para  resumir aí vem a parte que nem governo, nem imprensa comenta:</p>
<p>(1) Se o custo para a tonelada de CO2 for US$48/ano,  o custo anual para a Europa para reduzir 5%  das emissões a níveis de 1990 (protocolo de Kyotto) será de 5 trilhões de dólares.</p>
<p>(2) Se o custo para a tonelada de CO2 for  US$20/ano, o custo anual é de 4,7 trilhões de  dólares para a redução de apenas 5%.</p>
<p>(3) E se tivermos uma crise grande com recessão, e o  custo cair para US$12/ano por tonelada de CO2, a Europa terá que  desenbolsar 1,5 tilhão de dólares todo ano.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Então, o que pode ser feito?</h2>
<p>Bem, considerando que na atual crise financeira estima-se que foram gastos 10 trilhões de dólares ao redor do mundo, será  que os países vão gastar esse montante de recursos para atingir metas?</p>
<p>É só tragédia? Não, o que deve ser feito é uma  discussão séria sobre formas de controle e atuação, pessoas atuando,  severamente, em cada nível de combate ao desmatamento, incentivos  verdadeiros para pequenas empresas produzirem novos tipos de células de  energia, novos tipos de aquecimento solar, novos tipos de carros, um  novo tipo de vida. Os governos vão querer?<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Marco-antonio-leonel-caetano-assinatura.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3993" title="Marco-antonio-leonel-caetano-assinatura" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Marco-antonio-leonel-caetano-assinatura.jpg" alt="" width="259" height="26" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/s3bar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3956" title="s3bar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/s3bar-300x15.jpg" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Marco-antonio-leonel-caetano2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3996" title="Marco-antonio-leonel-caetano2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Marco-antonio-leonel-caetano2.jpg" alt="" width="149" height="140" /></a>Créditos:</strong> artigo publicado em 27/11/2009 no site <strong>“MUDANÇAS ABRUPTAS”</strong>, e da autoria do professor Marco Antonio Leonel Caetano (formação em graduação na Matemática pela UNESP de Rio Preto e  doutoramento pelo ITA, tendo passado pelas áreas de ciências espacias  no INPE, estatística na UNESP como professor do curso de computação,  como consultor da Odontologia da UNESP).</p>
<p>Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar sua leitura.</p>
<p>Para maiores informações, consultar o site “Mudanças Abruptas” no endereço: <a href="http://www.mudancasabruptas.com.br">www.mudancasabruptas.com.br</a> .</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens:</strong> do site <a href="http://www.mudancasabruptas.com.br/">www.mudancasabruptas.com.br</a> .</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são: <strong>«A Fraude do Aquecimento Global»</strong>, de Geraldo Luís Lino (Capax Dei  Editora Ltda., RJ);   <strong>«A Fraude do Efeito-Estufa»</strong>, de Kurt G.  Blüchel (Publishing House Lobmaier, SP); e <strong>«Aquecimento Global?»</strong>,  de Shigenori Maruyama (Oficina de Textos, SP).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 01:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3730" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.png" alt="" width="269" height="139" /></a>Neste livro [«A Fraude do Aquecimento Global», da autoria de Geraldo Luís Lino], o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/A-fraude-do-aquecimento-global1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1977" title="A-fraude-do-aquecimento-global1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/A-fraude-do-aquecimento-global1-196x300.jpg" alt="" width="196" height="300" /></a>História climática</h2>
<p>O registro arqueológico e histórico apresenta evidências de que civilizações se desenvolveram e prosperaram durante os períodos quentes, os “ótimos climáticos”, sendo os períodos frios comumente caracterizados por fome, doenças e guerras. O Ótimo Climático Romano, ocorrido entre 400 a/C e 200 d/C, permitiu o florescimento das civilizações grega, persa e romana. O clima voltou a se resfriar durante os 600 anos seguintes – período que foi denominado “Eras Negras”.</p>
<p>Entre cerca de 800 e 1250, no chamado Ótimo Climático Medieval, as temperaturas mais altas permitiram aos nórdicos (vikings) colonizar as regiões do norte do Canadá e o sul de uma ilha por eles denominada Groenlândia (Terra Verde), hoje coberta de gelo.</p>
<p>Entre 1350 e 1920, o clima se resfriou novamente, chegando a temperaturas de até cerca de 2°C inferiores às de hoje. Este período foi descrito na literatura como a Pequena Era Glacial ou Pequena Idade do Gelo (PIG), tendo o clima frio causado grandes transtornos sociais e econômicos, particularmente na Europa Ocidental. Após 1920, o clima começou a se aquecer, lentamente, e as temperaturas se elevaram.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O aquecimento não é fato novo</h2>
<p>Portanto, não há dúvidas que ocorreu um aquecimento global nos últimos 100 anos, uma recuperação da Pequena Idade do Gelo. No entanto, há um movimento muito forte, com apoio de governos e da mídia, afirmando que esse aquecimento foi provocado pelo homem, por meio da queima de combustíveis fósseis: petróleo, gás natural e carvão mineral.</p>
<p>Entre 1925 e 1946, ocorreu um aumento de 0,4°C na temperatura média global, o qual corresponde a 70% do aquecimento até os dias de hoje – mas sua causa principal foi o aumento da atividade solar, a mais intensa em 300 anos de registros instrumentais, e o aumento da transmissividade (transparência) atmosférica, devido à redução das atividades vulcânicas no período. É importante ressaltar que, ao final da Segunda Guerra Mundial, o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono emitido atualmente e, portanto, não há como responsabilizar os gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (C0<sub>2</sub>) e o metano (CH<sub>4</sub>), por aquele aumento de temperaturas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O que aconteceu nos oceanos</h2>
<p>No mesmo período, o Ártico apresentou um aumento de temperatura de 4°C, com registros de derretimento da área do gelo flutuante que superaram os registrados em 2007. E suas temperaturas atuais ainda são inferiores àquelas do início da década de 1940. Entre 1947-1976, apesar de ter havido um crescimento acelerado na economia global, com maior geração de energia elétrica e emissões de GEE – ao contrário do que propala a teoria do aquecimento global antropogênico (AGA) – ocorreu um ligeiro resfriamento global, cerca de -0,2°C, possivelmente devido ao resfriamento das águas do oceano Pacífico, na fase fria da chamada Oscilação Decadal do Pacífico (ODP). Esta hipótese está bem fundamentada, pois o oceano Pacífico ocupa 35% da superfície terrestre e a atmosfera é aquecida por baixo, em contato com a superfície.</p>
<p>No início da década de 1970, o “consenso científico” afirmava que uma nova era glacial era iminente. Entretanto, por razões desconhecidas, o Pacífico se aqueceu bruscamente em meados de 1976 e as temperaturas voltaram a subir. Começou-se a falar, então, de um aquecimento global, só que, desta vez, ele estaria sendo provocado pelas emissões antropogênicas de gases de efeito estufa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Surge o IPCC e o aquecimento global de hoje</h2>
<p>Em 1988, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organismo das Nações Unidas, foi criado para ser o grande propagador do aquecimento global antropogênico, que adquiriu contornos de uma crença fundamentada em dogmas, “achismos” e projeções – elaboradas através de rudimentares modelos matemáticos de simulação do clima global e baseadas em cenários hipotéticos totalmente desprovidos de bases científicas sólidas.</p>
<p>No livro, são mostrados alguns exemplos de como dados observados, análises e argumentos científicos associados, são deturpados para, por intermédio da mídia, manter a sociedade crente de que tais ameaças são reais – que a subida do nível dos mares ameaçará ilhas e regiões costeiras e que eventos atmosféricos extremos serão mais severos do que anteriormente.</p>
<p>O aquecimento global, agora, eufemisticamente, chamado de “mudanças climáticas” ou “mudanças globais” – pois as temperaturas estão diminuindo na última década – deixou de ser um tema científico e passou a ser uma plataforma político-econômica, ou seja, uma fraude para a implantação de uma nova ordem global, de possíveis estruturas globalizadas de “governança” mundial.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/infowars.com-al-gore.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3734" title="infowars.com-al-gore" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/infowars.com-al-gore-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a>Os autores da farsa e o “buraco” na camada de ozônio</h2>
<p>No Capítulo 4, o autor descreve com clareza os personagens e as artimanhas utilizadas para a implantação e manutenção do cenário do aquecimento global antropogênico, desde os seus primórdios até os dias atuais.</p>
<p>Percebe-se que o aquecimento global antropogênico segue a mesma “receita”, aplicada pelos mesmos mentores e atores, utilizada no caso da “destruição” da camada de ozônio e seu “buraco” na Antártica. Tal destruição foi atribuída aos clorofluorcarbonos (CFCs), excelentes gases de refrigeração, cujo malefício maior foi o de não pagarem mais direitos de propriedade (royalties) aos seus grandes fabricantes multinacionais, sendo as suas patentes, portanto, já de domínio público.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os “protocolos”</h2>
<p>Como na farsa do aquecimento global antropogênico, foram realizadas inúmeras reuniões científicas para “confirmar” a destruição da camada de ozônio pelos CFCs, após as quais surgiu o Protocolo de Montreal, em 1987.</p>
<p>Diferentemente do Protocolo de Kyoto (1997), os países subdesenvolvidos foram obrigados a assiná-Io, sob pena de sanções comerciais e econômicas, e os CFCs foram eliminados com esse ritual. E com direito a um Prêmio Nobel de Química, em 1995, para Mario Molina, F. Sherwood Rowland e Paul Crutzen, que sugeriram que os CFCs destruíam o ozônio, baseados em reações químicas obtidas em laboratórios, em condições totalmente distintas das que ocorrem na alta estratosfera, a 40-50 km acima da superfície terrestre (talvez não seja coincidência que o Prêmio Nobel da Paz de 2007 tenha sido partilhado entre AI Gore e o IPCC, ambos expressões eminentes da seita do aquecimento global antropogênico).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Influência solar</h2>
<p>Ora, as concentrações do ozônio estratosférico são controladas pelos fluxos de radiação ultravioleta (UV) produzida pelo Sol, de tal modo que, quanto mais ativo estiver o astro (com maior número de manchas solares), maior será o fluxo de radiação ultravioleta. O Sol atingiu um máximo do Ciclo de Gleissberg – ciclo solar de aproximadamente 90 anos – no Ano Geofísico Internacional (1957-1958), no qual as concentrações de ozônio, consequentemente, atingiram seus máximos valores e foi a partir daí que as medidas de ozônio estratosférico se tornaram mais comuns e com maior cobertura espacial. Com o declínio da atividade solar, o fluxo de radiação ultravioleta se reduziu, acarretando a diminuição da formação de ozônio na alta estratosfera e reduzindo as suas concentrações na camada. Este fato foi aproveitado pela máfia ambientalista, que, por ignorância científica ou ação deliberada, condenou os CFCs pela “destruição” do ozônio. O tempo mostrou que o maior beneficiado por essa eliminação foi um oligopólio formado pelos fabricantes de seus substitutos, que, por coincidência, têm suas sedes nos países que compõem o G-7 e lá pagam impostos sobre seus lucros. Ou seja, uma manobra neocolonialista sob um disfarce “verde”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/3.bp_.blogspot.com-creditos-de-carbono.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3732" title="3.bp.blogspot.com-creditos-de-carbono" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/3.bp_.blogspot.com-creditos-de-carbono-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a>Os objetivos da fraude</h2>
<p>Porém, na fraude do aquecimento global antropogênico, o objetivo é muito mais amplo, pois impõe a “descarbonização” global, ou seja, a redução do uso de combustíveis fósseis, que formam a base da matriz energética do mundo. Reduzir as emissões de carbono significa reduzir a geração de energia elétrica – a mola propulsora do desenvolvimento e do bem-estar social – e condenar os países subdesenvolvidos à pobreza eterna e aos baixos índices de desenvolvimento humano (IDH). Ou seja, uma nova roupagem da velha teoria malthusiana, travestida de uma preocupação ambiental – um “ecomalthusianismo”.</p>
<p>O autor mostra, ainda, que esses fatos podem estar ligados a uma nova ordem social, pela qual haveria um monitoramento de emissões globalizado – uma “Gestapo Verde” supranacional – com propostas para a implementação de um sistema internacional de limitação e controle coercitivo das emissões de carbono para cada país, estabelecendo a “produtividade de carbono” como fator determinante do desenvolvimento socioeconômico e o progresso da humanidade. As quotas ou créditos de carbono (<em>cap-and-trade</em>) são apenas uma nova moeda de troca e não há preocupação ambiental alguma relacionada com sua criação e seu uso.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>De nada adiantarão as medidas propostas</h2>
<p>Reduzir as emissões humanas de carbono em 5% ou 50% (0,3 ou 3 gigatoneladas/ano) de nada adiantará, uma vez que as fontes naturais somam 200 Gt/ano, com uma incerteza que é de cerca de 40 Gt/ano, ou seja, cerca de 30 vezes superior ao maior percentual citado. As concentrações de CO<sub>2</sub> já foram mais altas que as atuais no passado e não provocaram catástrofes no mundo.</p>
<p>O CO<sub>2</sub> não é um poluente, é o gás da vida! O homem e os animais não produzem os alimentos que consomem; quem o faz são as plantas, que retiram CO<sub>2</sub> da atmosfera e, em presença de luz e de água, sintetizam o carbono, transformando-o em açúcares, amidos e fibras. Por outro lado, experimentos agronômicos, feitos com o dobro de CO<sub>2</sub> na atmosfera, mostraram que a produtividade dos cereais aumentou, em média, entre 30% e 50%, indicando que o aumento de CO<sub>2</sub> é benéfico para a humanidade.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O CO<sub>2</sub> não é o vilão</h2>
<p>Finalmente, já é fato comprovado que o CO<sub>2</sub> não controla as temperaturas globais. Como foi dito, o clima da Terra é complexo e – sem exagero – depende de tudo o que ocorre no planeta e no Universo. O Sol está entrando em um novo mínimo do Ciclo de Gleissberg, no qual estará com baixa atividade nas próximas duas décadas.</p>
<p>Em adição, observações mostraram que os oceanos (em particular o oceano Pacífico), que são os principais controladores do clima global, ao lado do Sol, estão se esfriando.</p>
<p>Portanto, nos próximos 20-25 anos, é muito mais provável que o clima global vá esfriar, como ocorreu entre 1947-1976, em vez de se aquecer. É possível, pois, que a fraude do aquecimento global esteja com os dias contados.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Luiz Carlos Baldicero Molion<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3725" title="molion_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/molion_logo.jpg" alt="" width="80" height="39" /></a></strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3723" title="Luiz-Carlos-Molion-3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/Luiz-Carlos-Molion-3-300x225.jpg" alt="" width="158" height="118" /></a>Luiz Carlos Baldicero Molion</strong> é Doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin, Madison (EUA) e pós-doutor em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia de Wallingford (Reino Unido). Professor associado da Universidade Federal de Alagoas, professor visitante da Western Michigan University (EUA) e professor de pós-graduação da Universidade de Évora (Portugal).</p>
<p>Maiores informações, consultar o site do Professor Molion em <a href="http://www.molion.com.br/">www.molion.com.br</a> (não sei se este site ainda está no ar).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong>Créditos: </strong>O presente texto é o Prefácio do livro <strong>«A Fraude do Aquecimento Global»</strong>, de Geraldo Luís Lino, editado pela Capax Dei Editora Ltda., RJ (Rua México, 31, sala 202, Centro, Rio de Janeiro, RJ; CEP 20031-144), onde pode ser encontrado. E-mail: capax@terra.com.br. Introduzi subtítulos no texto para facilitar a leitura do mesmo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são: <strong>«A Fraude do Aquecimento Global»</strong>, de Geraldo Luís Lino (Capax Dei Editora Ltda., RJ);   <strong>«A Fraude do Efeito-Estufa»</strong>, de Kurt G. Blüchel (Publishing House Lobmaier, SP); e <strong>«Aquecimento Global?»</strong>, de Shigenori Maruyama (Oficina de Textos, SP).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> Husc; infowars.com; 3.bp.blogspot.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>James Cameron, o “exterminador” da Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 17:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Indiscutivelmente, o evento mais pitoresco da semana passada no campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade, o ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março. Seu objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo caminho para os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados “créditos de carbono”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a>Uma certa pessoa, dias atrás, me perguntou, através de e-mail, sobre a questão de Belo Monte:</p>
<p><em>«Você disse que no fundo é uma questão indigenista. Eles estariam  manipulados pelo lobby de ONG&#8217;s estrangeiras? Inclusive as que tentaram  impedir o leilão?»</em></p>
<p>Minha resposta:</p>
<p>O que é que vc acha? Obviamente que  sim! E não é de hoje, isso acontece desde o chamado “Encontro de  Altamira”, 30 anos atrás.<br />
E como se não bastassem as ONGs, ainda  temos artistas de cinema, como Sigouney Weaver e seu diretor Cameron (do  filme <em>Avatar</em>), que têm o topete de dar palpites sobre Belo Monte. Isso é um insulto, um desrespeito, à soberania brasileira! Com que  direito esses indivíduos podem, impunemente, se intrometer na vida do  nosso país? – e com uma prepotência, uma arrogância de estarrecer, como  se eles fossem autoridades para tanto! Por acaso nós criticamos os  projetos norteamericanos &#8211; apesar de sabermos que eles praticamente  acabaram com as suas florestas e chacinaram seus índios? Que moral eles  têm para ficar nos criticando? Nenhuma! Eles não têm nada que se meter  na nossa vida! Isso é uma audácia, uma impertinência, um abuso! Dá  vontade de mandar esses caras para onde?<br />
Desculpe a revolta, mas considero essas pessoas inimigas do Brasil.  Pois também sei que eles são parte do sistema oligárquico  angloamericano que não quer ver o desenvolvimento do Brasil, que não  quer que o Brasil faça concorrência aos produtores norteamericanos etc  etc. O desenvolvimento da Amazônia (que será proporcionado por Belo  Monte), simplesmente, apavora aqueles caras&#8230; É muito fácil de  entender, não?<br />
Pois é isso. Tais Iniciativas foram (e são) lideradas pelo WWF e seu  braço indigenista, a Cultural Survival, e outras, tais como a Friends of  the Earth (Amigos da Terra) etc etc etc, além de ONGs “brasileiras” (de  fachada, mas mantidas por países estrangeiros).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/james-cameron-xxxvooz-com-brxxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3020" title="james-cameron-xxxvooz-com-brxxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/james-cameron-xxxvooz-com-brxxx-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>James  Cameron, o “exterminador” da  Amazônia</h2>
<p>Indiscutivelmente,  o evento mais pitoresco da semana passada no        campo ambientalista foi o Fórum Internacional de Sustentabilidade,  o        ruidoso convescote realizado em Manaus (AM), em 26 e 27 de março.  Seu        objetivo ostensivo foi reforçar o argumento da vinculação entre a        conservação da Floresta Amazônica e o clima global, abrindo  caminho para        os lucrativos esquemas financeiros envolvendo os chamados  “créditos de        carbono”. A Carta do Amazonas, adotada como o manifesto do  encontro, é        explícita:</p>
<blockquote><p><em>«A           conservação das florestas tropicais, em especial da Floresta  Amazônica,          é essencial ao bem estar da sociedade global não só pelos  serviços          ambientais que fornecem, como a regulagem de ciclos climáticos e           hidrológicos, como também pelo seu valor espiritual&#8230; Se a  Floresta          Amazônica provê serviços ambientais para todo o planeta, é dever  da          sociedade mundial contribuir para a sua  manutenção.»</em></p></blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Al Gore &amp; cia. atacam novamente</h2>
<p>A        visibilidade midiática do convescote foi assegurada pela  participação de        duas superestrelas internacionais, o ubíquo e versátil Al Gore e o         celebrado cineasta canadense James Cameron, diretor das duas  maiores        bilheterias da história de Hollywood, <em>Titanic</em> e <em>Avatar</em>.  A        presença de Al Gore (que cobra 170 mil dólares por palestra, mais  despesas de        viagem) ainda se entende, por conta da sua imagem como grande  paladino do        “aquecimento global”. Mas a de Cameron só se justifica, além da  intenção        de pegar carona no sucesso de <em>Avatar</em>, por uma velha propensão  brasileira a        um colonialismo mental que considera irresistível a proximidade  com        personalidades estrangeiras, sejam do meio artístico, acadêmico,  político        ou empresarial.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Cameron se mete onde não é chamado&#8230;</h2>
<p>Não  obstante        o fato de se desconhecer em Cameron qualquer conhecimento  específico que        possa significar uma contribuição a discussões sérias sobre a  Amazônia, os        organizadores do evento não se decepcionaram, pois o talentoso  cineasta        demonstrou uma insuspeitada capacidade de aprendizado instantâneo.  Depois        de visitar a área no rio Xingu onde será construída a usina  hidrelétrica        de Belo Monte, levado pela ONG <em>Amazon Watch</em>, ele anunciou a  intenção de        lançar uma campanha internacional contra o projeto. Para começar,  pretende        encaminhar uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva:</p>
<blockquote><p><em>«Não  sei se          ele vai ler, mas eu vou enviá-la. Visitei os moradores afetados  por essa          obra e vi o quanto eles serão prejudicados. O que puder fazer  por          aquelas pessoas, eu farei. Recebi cartas de líderes indígenas e  ONGs que          pediram apoio. Cheguei à conclusão [de que a usina] não tem  condições          de ser construída como está sendo»</em> (O Globo,  1º./04/2010)          [grifos nossos].</p></blockquote>
<p>Cameron         também disse que pretende retornar ao Brasil em 20 dias, «para  acompanhar        a abertura da licitação para a construção da hidrelétrica» (O  Estado de        S. Paulo, 1º./04/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Mas não levou fácil</h2>
<p>Pelo  menos um        comentarista fez o dever de casa e não se deixou deslumbrar pelos        holofotes focados no novo especialista em assuntos amazônicos. No        Monitor Mercantil de 30 de março, o jornalista Sérgio  Barreto Motta        deu à sua coluna diária o título «James Cameron Almeja Exterminar o Futuro        do Brasil». Sem poupar palavras, Motta bateu duro:</p>
<blockquote><p>(&#8230;)  <em>«E          essa estrela internacional, colecionador de prêmios, vem a  seminário em          Manaus, trazer a mensagem de que a usina de Belo Monte faz mal  ao          planeta. Esse tipo de advertência fortalece a crença de alguns  autores          de que a meta do movimento ecológico é simplesmente a de manter o           status quo na economia mundial&#8230; Os ditos ecologistas  defendem a          tese de que não se pode poluir mais, porém quem já poluiu e está  no          grupo de elite, pode ficar por lá. O que se esperaria de Cameron  seria          um elogio ao Brasil, por usar pouco carvão e petróleo para gerar           energia, ou talvez uma sugestão à Eletrobras para que, nas  usinas de          Santo Antônio, Jirau e Belo Monte, adotasse eclusas para  permitir a          passagem de barcos, estimulando o meio mais limpo de transporte,  que é a          navegação fluvial.»</em></p>
<p>(&#8230;)  «Por          desconhecimento, estrelismo ou por ser ponta de lança da  ideologia do          primeiro mundo, James Cameron, sob a capa conservacionista do  seu filme          Avatar, na realidade atua como uma espécie de  exterminador do          futuro, tentando fazer com que projetos fantásticos, como Belo  Monte,          naufraguem como um Titanic&#8230; (e) tenta impedir o Brasil  de gerar          energia, para mudar o quadro de pobreza do país.»</p></blockquote>
<p>Lástima  que        raros colegas de Motta demonstrem essa percepção dos fatos.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Movimento Solidariedade Íbero-americana</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6617" title="div-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, nº 64, de  01/04/2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> vooz.com.br<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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