Outro referendo?
Este Editorial da Revista Magnum refere-se às consequências políticas decorrentes da chamada “chacina de Realengo”, ocorrida em 07/04/2011, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, quando 12 crianças, entre 12 e 14 nos, foram mortas por um ex-aluno, um desequilibrado mental, de 23 anos, Wellington Menezes de Oliveira. Além das vítimas fatais, outras 11 crianças tiveram de ser internadas com ferimentos à bala. Cercado por PMs, ele se matou com um tiro na cabeça – segundo a polícia. Como não podia deixar de ser, logo em seguida, inúmeras pessoas e entidades – dentre as quais, obviamente, a ONG Viva Rio, que não poderia perder essa oportunidade… – na mídia, começaram a colocar a culpa da tragédia nas armas de fogo, como se aquelas usadas pelo assassino tivessem vontade própria e, independentemente do criminoso, tivessem tomado a iniciativa de matar as crianças, ou, quem sabe, de tê-lo forçado a cometer os assassinatos.
Após a tragédia de Realengo: novamente a campanha de desarmamento
Não posso deixar de dizer que fiquei chocado com a chacina ocorrida na escola Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, na Zona Oeste do Município do Rio de Janeiro. No entanto, acho um verdadeiro golpe baixo por parte dos “anti-armas” aproveitar o fato para, jogando com o emocional da população, novamente tentar convencer o cidadão comum de que ele é o culpado pela criminalidade e fazer com que uma nova campanha de desarmamento leve o povo brasileiro a banir de vez as armas de fogo, com a ameaça de novo plebiscito a fim de, não sei como, proibir ainda mais a venda de armas de fogo no Brasil.
Conferência de Munique: não tentem exportar “democracia de Westminster”
Ao contrário dos anos anteriores, a 47ª. edição da Conferência de Munique sobre Segurança Internacional, que reúne anualmente políticos, militares e especialistas em segurança e defesa da América do Norte, Europa e Ásia, se caracterizou por uma atmosfera de “diplomacia aberta”. Realizada em 4-6 de fevereiro, a conferência tinha no centro da agenda a situação no Afeganistão, especialmente a previsão de retirada das tropas estrangeiras do país em 2014, mas os acontecimentos no Egito predominaram e abriram caminho para discussões mais abertas e produtivas, nas quais as diferenças de opinião foram debatidas de forma mais aberta.
A farsa moral do politicamente correto
Este post parece, a princípio, nada ter a ver com ambientalismo, com governança global ou com nova ordem mundial, mas isso é incorreto. Tem tudo a ver, pois o “politicamente correto”, assim como as chamadas “ações afirmativas” são, provavelmente, algumas das mais robustas ferramentas manipuladas pelas oligarquias internacionais para a implementação das já nossas conhecidas “mudanças de paradigmas culturais” – ou também tidas como “mudanças comportamentais”.
EUA: “apartheid tecnológico” para o Brasil é política permanente
Notícias divulgadas nas imprensas brasileira e francesa sugerem que a presidente Dilma Rousseff estaria se inclinando pela proposta da empresa estadunidense Boeing para fornecer caças F/A-18 para a Força Aérea Brasileira (FAB), no contexto do chamado Projeto FX2. Como se sabe, a Boeing foi uma das três empresas pré-selecionadas no processo licitatório concluído ainda no governo Lula, juntamente com a Dassault francesa e a Saab sueca. Embora o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha explicitado a sua preferência pelos aviões Dassault Rafale, como parte do acordo de cooperação tecnológico-militar assinado com a França, o processo não chegou a ser concluído durante a sua gestão e a presidente Dilma adiou uma vez mais a decisão, agora prometida para meados do ano.
O inacreditável “esverdeamento” da Campanha da Fraternidade
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de prestar um grande desserviço à sociedade brasileira, ao dedicar a Campanha da Fraternidade 2011 à agenda ambientalista da “descarbonização” da economia, com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Com isto, a CNBB não apenas se equipara a organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, como o Greenpeace, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e outras, na condição de instrumento político de uma campanha contra o progresso, como também contraria frontalmente as esclarecidas posições que o Vaticano tem manifestado sobre os temas ambientais, por meio de altos dignitários da Igreja, inclusive, o próprio Papa Bento XVI.
OTAN: força armada de um “governo mundial”
O novo “conceito estratégico” da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), aprovado na cúpula da entidade em Lisboa, no último fim de semana, pouco tem a ver com qualquer esforço de racionalidade estratégica, que seria ainda mais justificado pelo fracasso rotundo da mobilização “extrajurisdicional” em curso no Afeganistão. Na verdade, o que ele contempla é a retomada da pretensão de transformar a OTAN pós-Guerra Fria no braço armado de uma estrutura de “governo mundial”, acalentada desde a década de 1990 pelo establishment oligárquico anglo-americano e seus parceiros europeus.
ONGs no governo: a república ambientalista
Em seu depoimento na CPI do Senado Federal sobre as ONGs, em maio de 2001, o jornalista Lorenzo Carrasco, coordenador editorial do livro «Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», alertou sobre a crescente influência que as organizações não-governamentais (ONGs) vinham ganhando no País, em especial na definição de políticas que deveriam ser ditadas e implementadas pelo Estado nacional brasileiro.
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela CPT – Comissão Pastoral da Terra. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 1970, graças ao apoio que recebeu do CMI – Conselho Mundial de Igrejas, a Comissão de Justiça e Paz, agora controlada pelo ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT – Comissão Pastoral da Terra se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga.
O CFR – Council on Foreign Relations
O que é, afinal, o CFR, Council on Foreign Relations, ou Conselho para Relacões Exteriores, tantas vezes mencionado aqui? Para citarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: «Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».
CMI – Conselho Mundial de Igrejas
Atualmente sediado na Suíça, o CMI foi fundado em 1937, em um seminário realizado na Universidade de Oxford, Inglaterra, do qual participaram representantes da nata do establishment anglo-americano. Um deles foi Lorde Lothian, que deu o tom da entidade ao palestrar sobre a «influência demoníaca da soberania nacional».
A classe média ameaçada no Brasil
A classe média é a que detém o poder de resistir, econômica e culturalmente, aos governos totalitários. Por isso, os governos ditatoriais a eliminam. Hoje, mormente num país como o Brasil, a eliminação das classes ainda chamadas pelos extremistas como “burguesas”, não se pode mais levar a cabo através do extermínio físico em massa, como algumas ditaduras do século 20 fizeram, mas isso pode ser alcançado através de outros processos, menos claros, mais lentos, mas igualmente poderosos: através de impostos, e pela desconstrução de suas instituições éticas e morais.
A farsa do desarmamento civil
O desarmamento da população civil e honesta é um dos passos previstos pelas oligarquias internacionais que almejam o governo mundial. População desarmada é população cativa, inofensiva, impedida de reagir a quaisquer imposições políticas, mormente as ditatoriais, que venham a ser implementadas nos países-alvo. ONGs como o Movimento Viva Rio estão empenhadas nesse tipo de situação. ONGs desse tipo conspiram contra o Brasil.
Oligarquias internacionais: os donos do mundo
Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.
Civilização em crise – Parte 2
«Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural E Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, em palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.
Forças ocultas e interesses escusos
Em outubro/2006, enviei uma carta à Revista Magnum através de e-mail, tentando saber o que os editores e articulistas daquela revista queriam dizer com as expressões que fazem parte do título do presente artigo – forças ocultas e interesses escusos. Nunca me responderam, mas eu próprio descobri que o “problema” das armas de fogo e o desarmamento do cidadão honesto eram parte de uma articulação a nível planetário, com vistas a um possível governo mundial. Teoria da conspiração? Sim. Eis a carta.