Indigenismo e “quilombolismo”
O prezado Visitante Desconhecido poderá achar estranho estar sendo apresentado, neste blog, artigos que falam sobre as reivindicações dos quilombolas – o que pode parecer não ter nada a ver com o indigenismo, pois que esses artigos estão classificados dentro da categoria “indigenismo”.
Flashes sobre a escravidão no Brasil
Príncipes africanos cinham estudar no Brasil. No auge de seu poder, o rei africano Kosoko, de Lagos, hoje capital da Nigéria, resolveu dar um presente para três de seus filhos. Mandou-os para uma espécie de intercâmbio estudantil do outro lado do Atlântico, provavelmente de carona num navio negreiro cheio de escravos vendidos pelo pai deles.
Sem a Inglaterra, a escravidão duraria muito mais
Lendo a palavra “Inglaterra”, talvez chegue à sua mente a palavra “interesses”. Nos livros didáticos brasileiros, a Inglaterra quase sempre aparece acompanhada desse termo. O livro «Nova História Crítica» para a 7ª série, de Mário Schmidt, aponta três possíveis motivos que teriam levado os ingleses a ficar contra a escravidão – os três relacionados aos tais interesses.
Mãe África I – Servidão oculta
Artigo publicado no jornal O Globo, em 07/12/1997, de autoria de Silio Boccanera. Claro que o artigo foi muito criticado pelos “politicamente corretos”, os quais, em relação ao tema (a escravidão de negros africanos), insistem em que a culpa do tráfico de escravos seja apenas atribuída ao homem branco, sem levar em consideração a colaboração explícita dos próprios africanos, os quais, muitos deles, enriqueceram com a escravidão, e que, pelos hipócritas “afro-descendentes”, são considerados uns coitadinhos. Esta atitude leva ao revanchismo e acirra o sentimento racista – o que é, nos dias de hoje, completamente dispensável. A não ser para os insufladores de movimentos separatistas baseados na raça (como se faz, igualmente, com os índios – o indigenismo) dentro da união federativa brasileira.
Mãe África II – De volta à África
Em resposta a e-mail de leitores, que questionaram a motivação de se escrever uma coluna (em 07/12/97) descrevendo a participação de negros na escravidão de outros africanos, vale esclarecer que o artigo não tinha outro objetivo senão registrar um fato histórico, divulgado pela televisão britânica, resultado de pesquisas sociais sérias, embora incômodas para os que só aceitavam verdades politicamente corretas da realidade.
Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão
O tráfico de escravos e a escravidão no Brasil são fatos propalados pelos grupos “afro-descendentes” como fruto da civilização branca. Eles se esquecem de que a escravidão negra é muito mais antiga do que a praticada pelos brancos e, na chamada Mãe África, é feita até hoje, inclusive com o canibalismo para colorir a festa. A princesa Isabel não proclamou a Lei Áurea porque era boazinha, mas o fez coagida por pressões da Ingaterra, que queria prejudicar a Espanha.
A criação de quilombos
Este post é um artigo de Denis Lerrer Rosenfield, publicado no jornal O Globo em 15/02/2010. Rosenfeld é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O tema é importante e tem que ser abordado de forma rigorosa, pois sua temática separatista cria condições para que, cada vez mais a sociedade brasileira se divida, cada um com seus direitos individuais exacerbados em detrimento dos direitos coletivos e nacionais e isso, que não é de hoje, torna, a cada dia, o País ingovernável.
Os donos invisíveis do movimento ambientalista
Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.
Antropóloga critica divisão racial do Brasil
“Dividir para conquistar”, provérbio antigo, mas que continua em pauta. Dividir a sociedade-alvo em nichos, ou em partes, para facilitar o seu controle e manuseio, baseada em parâmetros raciais tem o mesmo princípio metodológico do indigenismo e do ambientalismo, que visa a desagregação dos países e a implantação de áreas específicas para cada uma das “classes” de indivíduos, no território das nações, sob proteção internacional. De tudo isso surgem as reservas ecológicas, indígenas e as de quilombolas, por exemplo.
Por que a ciência politizada é perigosa
O texto apresentado neste post é o «Apêndice I» do livro de Crichton, no qual ele faz uma severa advertência quanto à interferência da política na Ciência, através da utilização desta para fins escusos e que podem colocar a Humanidade em sérios riscos, como já aconteceu várias vezes na História – e ele dá exemplos disso. Hoje, é o movimento ambientalista internacional, que usa a Ciência de maneira quase que chantagiosa para respaldar idéias totalitárias sob um véu de salvação do planeta, o que, para os ingênuos e desinformados só pode ser algo provido de razão. Mas não é. Eis o texto de Michael Crichton. Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.
A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo moderno
Como justificar que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente, tecnologicamente etc, com, inclusive, cortes populacionais? Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.
A farsa do desenvolvimento sustentável – crescimento zero
O desenvolvimento sustentável é uma falácia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”. Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.