“Ambientalismo é o abolicionismo moderno”

A causa ambientalista é a equivalente moderna do abolicionismo do século XIX. A afirmativa é do conhecido jornalista Leão Serva, um veterano das redações paulistas, em um artigo publicado no jornal The New York Times de 17 de novembro último, com o sugestivo título “Um assalto à Amazônia”.

Bem vindo, Bebê 7 bilhões!

A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o último dia 31 de outubro como a data símbolo em que a população do planeta atingiu a marca dos 7 bilhões. A magnitude do número e o fato de o último bilhão de habitantes da Terra ter sido acrescido em apenas 13 anos motivaram alguns dos tradicionais resmungos sobre uma suposta “explosão demográfica”, a incapacidade de o planeta alimentar adequadamente tanta gente e a impossibilidade de se estender a todo o mundo os níveis de vida dos países industrializados. Todas estas proposições são equivocadas, mas o fato de fundamentarem a formulação de políticas públicas, tanto em âmbito nacional como internacional, além da sua aceitação entre os estratos educados das sociedades, demonstra a grande penetração e eficácia do ideário malthusiano e sua variante ambientalista.

O sonho dos escravos era ter escravos

O livro Mulheres Negras do Brasil, de Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil, foi lançado em 2007 com patrocínio do Banco do Brasil e da Petrobras. Um capítulo da obra trata das mulheres negras livres de Minas Gerais do século 18. O livro reúne belas imagens da época, mas deixa de fora uma informação essencial. Nas vinte páginas sobre as negras mineiras, não há sequer uma menção ao fato mais corriqueiro daquela época: assim que conseguiam economizar para comprar a alforria, o próximo passo de muitas negras era adquirir escravos para si próprias.

Zumbi dos Palmares tinha escravos

O que pretendo com essa série de artigos é desmistificar a imagem de vítimas do povo africano que os ativistas da cultura negra tentam incutir na mentalidade do povo brasileiro, e com isso, minimizar as consequências dessas ações no que diz respeito às reivindicações daqueles que se dizem descendentes diretos dos negros africanos e que, numa clara farsa, reivindicam coisas às quais não têm o menor direito e, pelo contrário, coisas essas que eles mesmos, os negros, contribuiram para acontecer – e que hoje conhecemos como a escravidão e, na atualidade, surge como o movimento dos “quilombolas”.

Sustentabilidade, o novo disfarce do malthusianismo

Seria, realmente, muito bom se esses tolos, ingênuos, politicamente corretos e/ou ignorantes, parassem com esse negócio de sustentabilidade, atribuindo essa “qualidade” a tudo aquilo que, de alguma forma necessite de um marketing adicional. Eles não sabem o quê e de quê estão falando. Provavelmente, acham que sustentabilidade é um novo tipo de moda e saem por aí repetindo isso sem saber o que o conceito realmente significa e suas verdadeiras raízes. Talvez, depois de lerem esta matéria, eles se manquem pelo fato de verificar que, no fundo, no fundo, a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável etc, tem, por trás, conceitos sinistros, malignos e anti-humanos…

Noruega: um ataque do Mal

Não é fácil encontrar as palavras certas para descrever adequadamente o monstruoso assassinato em massa ocorrido na Noruega, executado a sangue frio por um extremista de 32 anos, ex-membro de um partido de extrema-direita abertamente hostil aos estrangeiros e ao Islã. No dia seguinte ao massacre, ocorrido em 22 de julho, em uma cerimônia religiosa em homenagem às vítimas, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg afirmou que o ataque deve ser considerado como uma agressão à nação em sua totalidade, e que o país precisa se manter ainda mais unido, em prol da solidariedade, por mais democracia e humanidade.

Golpe contra minorias malthusianas

Os embates sobre o Código Florestal, ensejados pela truculência do Planalto, proporcionaram a oportunidade para se desfechar outro golpe nas políticas de “correção política”, promovidas por grupos tão bem organizados e articulados como os ambientalistas, como é o caso das ONGs que atuam na defesa e promoção do homossexualismo.

Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2

[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]

Raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

Que crise é essa?

Texto da apresentação do autor no Fórum Público Mundial Diálogo de Civilizações, em Rodes, Grécia, 10 de outubro de 2010.
Quero começar com uma pergunta, que parece óbvia: o que é que, em realidade, está em crise? É apenas uma crise econômica, apenas uma crise do sistema financeiro e econômico hegemônico, ou é uma crise algo mais profunda, que se também reflete na derrocada econômica?

Os portugueses aprenderam com os africanos a comprar escravos

Na mancha clara e sem fim do deserto do Saara. um traço negro se movimenta devagar. Em fila indiana, 2 mil escravos são conduzidos para o comprador, no norte da África. Estão presos uns aos outros com forquilhas no pescoço e carregam, ao lado de camelos, sacos de ouro, algodão, marfim e couros. Meses antes, soldados de uma nação vizinha invadiram a cidade deles, mataram quase metade dos moradores e os que sobraram agora marcham sob o sol do Saara, como mercadoria. Chegarão em poucas semanas a castelos de reis árabes, onde as mulheres se tornarão concubinas e os homens, trabalhadores forçados.

Os africanos lutaram contra o fim da escravidão

Se já estavam ricos com a venda de escravos aos árabes, os reinos africanos lucraram muito mais com o comércio pela costa do oceano Atlântico. Trocando pessoas por armas, o reino de Axante expandiu seu território. O rei Osei Kwame (1777 -1801), graças aos escravos que vendia, tinha palácios luxuosos, além de estradas bem aparadas que ligavam as cidades de seu império centralizado. Outro exemplo bem documentado é o reino do Daomé, atual Benin (um país estreito entre Toga e Nigéria). No século 18, havia por lá um Estado com burocracia militar, estradas, pontes vigiadas por guardas e cidades com 28 mil pessoas.

E os bichos? Também não “destroem” a Natureza?

De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.

Fundação Rockefeller

Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a en­tidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do establishment anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.

Criança Esperança – bom ou ruim?

ntes de mais nada, um lembrete: nada que parta da ONU é bom para ninguém, exceto para os EUA e seus países aliados. E aliados não significa, necessariamente, apenas pertencer à ONU; significa pertencer ao roll ultra limitado de nações que agem para a dominação mundial em estreita conivência mútua. Assim, reportar-se à UNESCO como um álibi positivo para qualquer tipo de iniciativa aparentemente nobre é, antes de tudo, uma temeridade – e uma grande ingenuidade.

Indigenismo e “quilombolismo”

O prezado Visitante Desconhecido poderá achar estranho estar sendo apresentado, neste blog, artigos que falam sobre as reivindicações dos quilombolas – o que pode parecer não ter nada a ver com o indigenismo, pois que esses artigos estão classificados dentro da categoria “indigenismo”.

Flashes sobre a escravidão no Brasil

Príncipes africanos cinham estudar no Brasil. No auge de seu poder, o rei africano Kosoko, de Lagos, hoje capital da Nigéria, resolveu dar um presente para três de seus filhos. Mandou-os para uma espécie de intercâmbio estudantil do outro lado do Atlântico, provavelmente de carona num navio negreiro cheio de escravos vendidos pelo pai deles.

Sem a Inglaterra, a escravidão duraria muito mais

Lendo a palavra “Inglaterra”, talvez chegue à sua mente a palavra “interesses”. Nos livros didáticos brasileiros, a Inglaterra quase sempre aparece acompanhada desse termo. O livro «Nova História Crítica» para a 7ª série, de Mário Schmidt, aponta três possíveis motivos que teriam levado os ingleses a ficar contra a escravidão – os três relacionados aos tais interesses.

Mãe África I – Servidão oculta

Artigo publicado no jornal O Globo, em 07/12/1997, de autoria de Silio Boccanera. Claro que o artigo foi muito criticado pelos “politicamente corretos”, os quais, em relação ao tema (a escravidão de negros africanos), insistem em que a culpa do tráfico de escravos seja apenas atribuída ao homem branco, sem levar em consideração a colaboração explícita dos próprios africanos, os quais, muitos deles, enriqueceram com a escravidão, e que, pelos hipócritas “afro-descendentes”, são considerados uns coitadinhos. Esta atitude leva ao revanchismo e acirra o sentimento racista – o que é, nos dias de hoje, completamente dispensável. A não ser para os insufladores de movimentos separatistas baseados na raça (como se faz, igualmente, com os índios – o indigenismo) dentro da união federativa brasileira.

Mãe África II – De volta à África

Em resposta a e-mail de leitores, que questionaram a motivação de se escrever uma coluna (em 07/12/97) descrevendo a participação de negros na escravidão de outros africanos, vale esclarecer que o artigo não tinha outro objetivo senão registrar um fato histórico, divulgado pela televisão britânica, resultado de pesquisas sociais sérias, embora incômodas para os que só aceitavam verdades politicamente corretas da realidade.

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