Fundamentos da Nova Ordem Mundial
Desde o período 1989/1991, que caracterizou o processo de desintegração da União Soviética, a oligarquia anglo-americana considerou que tinha chegado o momento de consolidar a idéia do “governo mundial” sobre os escombros dos Estados Nacionais soberanos.
O CFR – Council on Foreign Relations
O que é, afinal, o CFR, Council on Foreign Relations, ou Conselho para Relacões Exteriores, tantas vezes mencionado aqui? Para citarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: «Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».
Teorias conspiratórias
Existiriam sinistros complôs para o domínio do mundo, engendrados por chefes da Máfia à la AI Capone, com óculos escuros e charutos, a portas fechadas? Ou as conspirações surgem disfarçadamente em meio às conferências oficiais de órgãos como o Fundo Monetário Internacional e dos bancos mundiais, como a “Conferência de Outono” em Praga, em setembro/2000, as quais – segundo os críticos – visam a globalização econômica e, inevitavelmente, a exploração do Terceiro Mundo?
O Grupo Bilderberg
No começo da década de 1950, a CIA ajudou a criar e financiar as Conferências Bilderberg. Nos Estados Unidos, acredita-se, ainda hoje, que a CIA está por trás da estruturação do Grupo Bilderberg. O príncipe Bernardo da Holanda presidiu o grupo até 1974, quando se envolveu em um escândalo e foi retirado do posto. O filósofo e filantropo polonês, Dr. Joseph Retinger, foi nomeado primeiro secretário e presidiu o grupo até sua morte, ainda no mesmo cargo.
A Comissão Trilateral
Entre as quase quatrocentras “fábricas de pensamentos” espalhadas pelo globo, a Comissão Trilaterial é a mais influente. Cerca de 300 membros reúnem-se uma vez por ano, em locais diferentes. Após cada encontro, a Comissão publica documentos sobre os temas e implementações. O relatório de 1995, por exemplo, intitulava-se «Engaging Russia» («Fazendo a Rússia Participar»), ao qual foi acrescentado em 1996 o subtítulo «Mantendo a Segurança Energética em um Contexto Global para a Globalização e os Mercados de Trabalho Trilaterais: Evidências e Implicações». A comissão tem três escritórios: em Nova York, Tóquio e Paris. Seus dirigentes são economistas com poder de decisão. Mas como surgiu uma organização “trilateral”, com sede na América do Norte, na Europa e no Japão?
O Clube Bilderberg – O que ocorre no mundo não é por acaso
Imaginem um clube onde os mais importantes presidentes, primeiros-ministros e banqueiros do mundo se mesclam entre si, onde a realeza está presente para assegurar-se de que todo o mundo se harmonize, onde os poderosos responsáveis por declarar guerras, influenciar os mercados e ditar as suas ordens à Europa inteira dizem aquilo que nunca ousariam dizer em público.
O Clube Bilderberg – Participantes e regras
Ninguém pode adquirir um ingresso para um dos encontros Bilderberg, ainda que muitas multinacionais o tenham tentado. É o Conselho Diretivo que decide quem convidar. Aquilo que o periódico londrino The Guardian denomina “um bilderberger” não mudou nos últimos 50 anos: um socialista fabiano, partidário entusiasta de uma ordem mundial única.
O Clube Bilderberg – Visto de perto
Otto Wolff von Amerongen, presidente e diretor da Otto Wolff GmbH, na Alemanha, e um dos membros fundadores do Clube, explicou que os encontros se estruturavam da seguinte maneira: começava-se com algumas introduções curtas sobre um tema determinado, ao que se seguia um debate geral.
O Clube Bilderberg – Imprensa cativa
Um dos segredos mais bem guardados é até que ponto um punhado de conglomerados pertencentes ao Clube Bilderberg, tais como o CFR – Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Internacionais], OTAN, Clube de Roma, Comissão Trilateral, maçons, Skull and Bones (Mesa Redonda, Sociedade Milner) e a Sociedade Jesuítico-Aristotélica – controlam o fluxo de informações no mundo e determinam o que vemos na televisão, ouvimos no rádio e lemos nos jornais, revistas, livros e na Internet.
O Clube Bilderberg – Objetivos
O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada.
FMI – Fundo Monetário Internacional
Em 27 de dezembro de 1945, foi assinada em a ata de criação do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. A 30 de junho de 1944, quando as tropas aliadas mal haviam desembarcado na Normandia, dois trens especiais dirigiram-se para Bretton Woods: um vinha de Washington e o outro de Atlantic City. Traziam a bordo 730 renomados cientistas políticos, economistas, líderes políticos e altos funcionários governamentais de 45 países. Entre eles, estava também o famoso economista britânico John Maynard Keynes.
O comitê dos 300 – O domínio sobre as nações
Este blog apresentará informações, não só sobre o Comitê dos 300, mas também sobre a Comissão Trilateral, o CFR, o Bohemian Club, a Skull & Bones, os Illuminati etc – grupos que se misturam e se completam, cujos participantes são, mais ou menos, os mesmos, e têm o intuito de obter uma governança mundial: um poder supremo e único sobre todas as nações do planeta.
O comitê dos 300 – Clube de Roma e as metas dos oligarcas
Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: «Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?» Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas.
O comitê dos 300 – O enfraquecimento dos EUA
O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era “enfraquecer” os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que o Comitê, realmente, realizou a sua tarefa?
O Comitê dos 300 – Pesquisas de opinião pública e pesquisadores
Neste post apresento a quarta parte do artigo do Dr. John Coleman, que trata do Comitê dos 300 como um organismo central no mundo das grandes elites transnacionais, as oligarquias internacionais, as quais têm como objetivo principal a governança mundial.
O comitê dos 300 – O desejo de ser livre
Como o prezado Visitante Desconhecido deve ter percebido, o Sr. John Coleman, neste seu trabalho, pode ter exagerado em algumas previsões, no que diz respeito ao futuro da Humanidade. No entanto, vemos, nos dias de hoje, em muitos setores, mormente nos da geopolítica, a coisa, perigosa e sinistramente, se encaminhando da forma preconizada pelo autor. A união dos países em blocos, por exemplo (como a União Européia), os quais, segundo ele, constituem uma fase da globalização total, é um fato que, a cada dia parece tomar lugar em outros continentes.
MSIa vence guerra jurídica contra o WWF
O Movimento Solidariedade Íbero-americana, juntamente com a Capax Dei Editora, vêm mostrando a realidade do movimento ambientalista internacional, como é mostrado neste blog, e a participação ativa do WWF contra os interesses da nação brasileira. Um dia, o WWF achou que deveria calar o MSIa e a Capax Dei e tentou, na Justiça, interromper os trabalhos de conscientização do povo brasileiro para as verdadeiras intenções daquela ONG e das outras centenas, sob seu comando. Não deu certo.
Lula, o cara globalizado
Nunca há nada de ingênuo numa declaração (mesmo que pareça expontânea) de um presidente de um país, mormente dos EUA. «O cara», com o que Obama tratou Luis Inácio da Silva foi proposital, não só com o intuito de massagear o ego de nosso vaidoso presidente, como para colocá-lo em vanguarda perante demais países em desenvolvimento, como por exemolo, os BRICs. Assim, Obama diz para os outros que eles devem se comportar bem, como Luis Inácio, de acordo com as regras do jogo, “conversar” com ele, Obama, e com os demais organismos de poder e de controle mundial.
Malthusianismo no centro da crise global
O malthusianismo (a falsa crença de que a população cresce em proporção geométrica e que os recursos necessários crescem em proporção aritmética – e por isso é necessário uma grande redução na população mundial) está sempre presente quando se fala de ambientalismo. Travestida de “controle da natalidade”, de “planejamento familiar” e de outras formas de contenção do crescimento populacional, essa política traz embutida uma faceta sinistra da eugenia, do aprimoramento racial e, consequentemente, do racismo.
Oligarquias internacionais: os donos do mundo
Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.