“Etnonacionalismo Frankenstein” golpeia Bolívia e integração sul-americana
O governo do presidente Evo Morales e seu braço executivo, o vice-presidente Álvaro Linera, teve um grande sucesso em transformar a Bolívia no primeiro Estado plurinacional da Ibero-América. Com isto, os diversos grupos étnicos que integram, majoritariamente, a população boliviana adquiriram direitos autônomos, entre os quais legislações próprias para exercer a justiça e a capacidade de deliberar sobre os recursos naturais existentes em seus territórios.
VÍDEOS: RAPOSA-SERRA DO SOL – A FRONTEIRA DO ABANDONO
No extremo norte do país, em uma região estratégica para a segurança nacional, o cenário é de miséria e segregação. Dois anos depois da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a segurança na fronteira ficou comprometida e a economia do Estado enfraqueceu. A imensa faixa de terra, antes ocupada por fazendas e plantações, agora abriga poucas comunidades que sofrem com o desemprego e o descaso. A partir desta quarta-feira, o Jornal da Band exibe uma série de reportagens especiais sobre essa fronteira do abandono.
Conflitos indígenas: é hora de reabrir o caso de Roraima
A continuação dos contenciosos envolvendo comunidades indígenas em vários Estados indica que o aparato internacional que controla a agenda política indigenista não tem a menor intenção de reduzir a intensidade da sua guerra irregular contra o Brasil. E guerra não é uma descrição exagerada do risco de escalada da campanha indigenista, a julgar pelas declarações de algumas lideranças indígenas das áreas em que ocorrem os contenciosos, que ameaçam “ir à guerra” para expulsar os não índios de terras ocupadas há décadas e para impedir a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Desafortunadamente, as instâncias superiores do Judiciário têm se deixado contagiar pelo vírus do indigenismo militante nos processos de demarcações de reservas indígenas, adotando um nominalismo legalista que coloca o “cumprimento da lei” acima de qualquer consideração pela paz social ou a integridade territorial do País e, principalmente, tem incentivado o prosseguimento das campanhas indigenistas.
O extermínio do potencial hidrelétrico brasileiro
Com o título acima, o caderno de Economia do jornal O Estado de S. Paulo de 25 de julho publicou um artigo do engenheiro e ex-consultor legislativo do Senado David Waisman, com uma contundente crítica à redução dos reservatórios das usinas hidrelétricas construídas no País nas últimas duas décadas, devido às restrições impostas pelo ambientalismo. O texto é um oportuno reforço ao coro crescente de vozes contrárias às exigências ambientais que têm forçado que as hidrelétricas sejam projetadas para funcionar com reservatórios limitados, praticamente “a fio d’água”. Desta forma, não apenas abre-se mão da preciosa capacidade de “armazenamento de energia” que permite às usinas manterem a capacidade de geração em períodos de seca, como também fica prejudicada a capacidade dos reservatórios de contribuir para a regularização dos regimes hídricos dos rios, atuando no controle de cheias. Sem falar no encarecimento da energia, devido à menor capacidade de geração da usina.
Advogado de MS condenado por criticar indígenas e indigenismo
Em mais uma manifestação do nominalismo jurídico “politicamente correto” que prevalece no País em relação às causas envolvendo questões indígenas, a Justiça Federal de Mato Grosso do Sul condenou a dois anos de prisão o advogado Isaac Duarte de Barros Júnior, de Dourados, pelo crime de racismo contra indígenas. O “crime” foi um artigo do advogado, intitulado «Índios e o Retrocesso», publicado em duas partes no jornal Dourados Agora, em 27-28 de dezembro de 2008. A sentença, inédita no Estado e, talvez, no País, foi publicada em 6 de julho último.
Mato Grosso: outra manifestação da inconsequência indigenista
Na edição do sábado 9 de julho, o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão deu grande destaque a mais uma manifestação da irresponsabilidade da política indigenista praticada no País. Desta feita, o problema se dá no Nordeste de Mato Grosso, onde a demarcação da reserva Maraiwatsede ameaça desalojar milhares de pessoas, vilarejos e atividades produtivas, em outra repetição do ocorrido em Roraima com a reserva Raposa Serra do Sol.
Roraima: não existe lei acima do Bem Comum
A ameaça de inviabilidade socioeconômica e desagregação territorial que paira sobre Roraima, derivada da demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol pelo Supremo Tribunal Federal (STF), começa a ganhar dimensão nacional. Após uma contundente reportagem da revista Veja («Uma Reserva de Miséria», 31/05/2011), a TV Bandeirantes dedica esta semana uma série de reportagens do Jornal da Band à deplorável situação dos não-índios e índios que foram expulsos de suas propriedades após a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol em área contínua. Além disso, o recém empossado desembargador Alcir Gursen Miranda destacou que a demarcação foi uma agressão ao Estado, cuja realidade precisa ser respeitada.
Roraima: crime contra a Nação e a dignidade humana
O processo de involução socioeconômica em que se encontra o estado de Roraima é uma demonstração contundente da exigência de que a submissão incondicional à agenda ambientalista-indigenista imposta ao País por um movimento apátrida e misantrópico não pode continuar, a menos que a nação brasileira aceite uma dura restrição à sua soberania.
José Dirceu defende tutela ambiental
Os compromissos internacionais assumidos pelo governo brasileiro em relação às questões ambientais têm prioridade sobre as necessidades de desenvolvimento socioeconômico de certas regiões do País. O recado foi dado pelo ex-ministro José Dirceu a um grupo de lideranças políticas e empresariais da Região Amazônica, reunidas para ouvi-lo na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).
O Itamaraty e o Código Florestal
Durante as acirradas discussões sobre a reforma do Código Florestal, na Câmara dos Deputados, foram feitas denúncias públicas sobre as interferências de governos estrangeiros – EUA, Reino Unido, Canadá e Holanda etc – no processo de formulação das políticas ambientais brasileiras. Tal ingerência tem ocorrido, em especial, por meio do patrocínio financeiro de ações de algumas das principais ONGs do aparato ambientalista internacional e de seus programas no País.
Código Florestal: vitória histórica sobre “ditadura verde”
A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei da reforma do Código Florestal e da Emenda 164, proposta pelo PMDB, representou uma vitória histórica contra o aparato ambientalista internacional, que, nas últimas duas décadas, tem imposto ao Brasil um autêntico regime de soberania restrita no tocante à utilização do seu território e das atividades econômicas nele desenvolvidas. Campanha, esta, responsável pela criação de autênticas e vastas “áreas de exclusão ambiental” em todas as regiões do País – com ênfase na Amazônia Legal – além de determinar um conjunto exagerado de restrições a toda sorte de empreendimentos, de projetos de infraestrutura ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias avançadas, em um processo no qual os interesses maiores da sociedade brasileira têm sido mantidos subordinados a uma agenda supranacional de interesses restritos.
Rio+20: Dilma nas “pegadas verdes” de Collor?
A preocupação quase obsessiva com a “imagem ambiental” do Brasil no exterior, que tem sido uma constante em todos os presidentes nas últimas duas décadas e os tem levado a se submeter a todo tipo de pressões externas e internas, foi a motivação principal do jogo pesado demonstrado pelo Palácio do Planalto na semana passada, durante a tumultuada tentativa de votação do projeto de reforma do Código Florestal (MSIa Informa, 13/05/2011).
Batalha do Código Florestal desmascara agenda externa do ambientalismo
A inesperada iniciativa do Governo Federal no sentido de obstaculizar a votação do projeto de reforma do Código Florestal, contrariando o compromisso assumido anteriormente com lideranças da Câmara dos Deputados e o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), teve o ponto positivo de desmascarar de uma vez por todas a origem externa das pressões ambientalistas contra o Brasil. De fato, o que ainda era considerado por muitos como exagero ou “teoria conspiratória”, ficou evidenciado pelas motivações explícitas do governo para evitar a aprovação quase certa do projeto de lei, manifestadas pelo próprio líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).
Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2
[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]
Brasil: reação ao “supranacionalismo jurídico”
A presidente Dilma Rousseff desfechou uma reação firme e mais que oportuna às descabidas intromissões da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) nos assuntos internos do País, em resposta ao pedido de suspensão do processo de licenciamento da usina hidrelétrica de Belo Monte, feito pelo órgão no início de abril. Depois de convocar para consultas o embaixador Ruy Casaes, representante brasileiro na Organização dos Estados Americanos (OEA), à qual a CIDH é formalmente vinculada, a presidente determinou que o Brasil deixará a Comissão em 2012 e suspendeu o repasse da verba destinada à entidade este ano, no valor de 800 mil dólares.
Bolívia quer conceder direitos à “Mãe-Terra”
Em meio a uma profunda reestruturação do sistema legal boliviano, como reflexo da mudança constitucional que o país aprovou em 2009, está em tramitação no Legislativo do país a proposta de se aprovar um conjunto de leis para garantir os “direitos da Mãe-Terra”. A proposta é equiparar o meio ambiente aos seres humanos, numa espécie de extensão da “declaração universal dos direitos humanos” aos animais, plantas etc. Com isto, o governo do presidente Evo Morales diz acreditar que o pequeno país vizinho fará uma revolucionária mudança na história da Humanidade.
“Nação guarani” lança manifesto
Como parte da escalada da campanha ambientalista-indigenista na América do Sul, a autointitulada “nação guarani” acaba de lançar o seu manifesto. O documento, assinado por representantes de tribos guaranis do Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia, foi apresentado no segundo Encontro Continental Guarani, realizado no final de março, no Paraguai, próximo às datas de comemoração dos 20 anos do Mercosul e do bicentenário da independência do país, com a clara intenção de se contrapor à memória de valor nacional e de integração regional que tais episódios suscitam.
Importantes reações institucionais ao “ecoterrorismo geopolítico”
Em 24 horas, o governo brasileiro efetuou duas importantes reações à escalada de ações do aparato internacional que se oculta por trás dos chamados movimentos sociais e das causas relacionadas ao meio ambiente e ao indigenismo, contra grandes projetos de infraestrutura em curso no País. Em edições anteriores, este Alerta utilizou a expressão “ecoterrorismo geopolítico” para qualificar a investida, que, nas últimas semanas, resultou na destruição dos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau, em Rondônia, e São Domingos, em Mato Grosso do Sul.
Na segunda-feira 5 de abril, um destacamento da 1ª. Companhia de Infantaria do Exército, baseada em Paulo Afonso (BA), interceptou e impediu a progressão de uma marcha organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que se dirigia à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). O objetivo do grupo era ocupar o escritório da usina, como admitiu um dos organizadores do MST, Luís Carlos Ferreira (O Globo, 6/04/2011).
Jirau: ecoterrorismo geopolítico?
A destruição do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, que está sendo construída no rio Madeira, em Rondônia, pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, pode envolver algo mais que um mero desdobramento inesperado e exacerbado de eventuais desavenças pessoais e da insatisfação dos trabalhadores da obra. Há indícios de que o vandalismo ali ocorrido pode ter sido adredemente planejado, no âmbito de uma estratégia alheia aos interesses nacionais, que tem como um dos objetivos centrais a obstaculização do desenvolvimento socioeconômico da Região Amazônica. O movimento ambientalista-indigenista internacional é uma peça chave dessa estratégia de “guerra irregular” pelo controle de recursos, cujas consequências poderão ser o encarecimento das tarifas da energia gerada na região e a sua consolidação como uma autêntica “zona de exclusão ambiental”.
Sobre os índios brasileiros
O presente post é composto pelo comentário feito pelo Sr. Nelson (patriota1930@hotmail.com) em relação à seguinte matéria publicada neste site: James Cameron conquista índios e garante documentário sobre Belo Monte. Interessante, verdadeiro e hilário, resolvi publicar. Vamos ao comentário (título, subtítulos e melhorias na formatação, meus). As referências (fontes) são as apresentadas, originalmente, pelo Sr. Nelson.