Lista malthusiana de desafios ambientais do PNUMA ignora reais emergências ambientais

Na campanha obstinada por converter a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) em um novo marco político de alcance global para a sustentação de uma agenda cada vez mais questionada, o aparato ambientalista internacional divulgou mais um manifesto. O documento, intitulado Foresight Report (Relatório de prognósticos), foi divulgado em 24 de fevereiro e integra uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), entidade que o aparato ambientalista pretende converter em uma agência ambiental mundial.

“Ambientalismo é o abolicionismo moderno”

A causa ambientalista é a equivalente moderna do abolicionismo do século XIX. A afirmativa é do conhecido jornalista Leão Serva, um veterano das redações paulistas, em um artigo publicado no jornal The New York Times de 17 de novembro último, com o sugestivo título “Um assalto à Amazônia”.

Bem vindo, Bebê 7 bilhões!

A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o último dia 31 de outubro como a data símbolo em que a população do planeta atingiu a marca dos 7 bilhões. A magnitude do número e o fato de o último bilhão de habitantes da Terra ter sido acrescido em apenas 13 anos motivaram alguns dos tradicionais resmungos sobre uma suposta “explosão demográfica”, a incapacidade de o planeta alimentar adequadamente tanta gente e a impossibilidade de se estender a todo o mundo os níveis de vida dos países industrializados. Todas estas proposições são equivocadas, mas o fato de fundamentarem a formulação de políticas públicas, tanto em âmbito nacional como internacional, além da sua aceitação entre os estratos educados das sociedades, demonstra a grande penetração e eficácia do ideário malthusiano e sua variante ambientalista.

“Decrescimento”, a nova utopia ambientalista

Por iniciativa do senador Cristóvam Buarque (PDT-DF), o Brasil foi apresentado à mais recente utopia ambientalista: o “decrescimento econômico”. Para promover a esdrúxula ideia, o parlamentar organizou e presidiu uma audiência pública sobre o tema, no último dia 5 de setembro, na Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Rio+20 e do Regime Internacional Sobre Mudanças Climáticas da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado.

Sustentabilidade, o novo disfarce do malthusianismo

Seria, realmente, muito bom se esses tolos, ingênuos, politicamente corretos e/ou ignorantes, parassem com esse negócio de sustentabilidade, atribuindo essa “qualidade” a tudo aquilo que, de alguma forma necessite de um marketing adicional. Eles não sabem o quê e de quê estão falando. Provavelmente, acham que sustentabilidade é um novo tipo de moda e saem por aí repetindo isso sem saber o que o conceito realmente significa e suas verdadeiras raízes. Talvez, depois de lerem esta matéria, eles se manquem pelo fato de verificar que, no fundo, no fundo, a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável etc, tem, por trás, conceitos sinistros, malignos e anti-humanos…

Thomas Lovejoy “strikes again”

Há décadas, o biólogo estadunidense Thomas Lovejoy é um dos influentes integrantes das campanhas do movimento ambientalista internacional na Amazônia brasileira. Entre as suas contribuições, foi o idealizador da esdrúxula proposta de trocas de “dívida-por-natureza” (debt-for-nature swaps), que permitiria o abatimento de parcelas das dívidas externas de países dotados de grandes áreas florestais em troca de compromissos com a preservação destas. Embora não tenha proliferado, a proposta foi o embrião dos dispositivos financeiros que, atualmente, seduzem governos – como o brasileiro – para aderir a mecanismos compensatórios semelhantes, sob pretexto do combate ao aquecimento global.

WRI – World Resources Institute

O WRI (Instituto de Recursos Mundiais) foi fundado em 1982, por iniciativa de Russell E. Train, então presidente do WWF nos EUA, com financiamento do Fundo dos Irmãos Rockefeller (Rockefeller Brothers Fund) e da Fundação MacArthur. Ocupa uma alta posição na hierarquia do movimento ambientalista, podendo ser considerado como uma das principais “centrais de inteligência” dos grupos ambien­talistas estadunidenses, tendo profundos vínculos com as agências de inteligência anglo-americanas.

O logro da sustentabilidade

Os negócios devem ser “sustentáveis”; a economia deve se basear em princípios “sustentáveis”; as formas de obtenção de energia só são válidas se obedecerem às regras da “sustentabilidade ambiental”; nossos carros têm que obedecer a critérios “sustentáveis” em seus projetos; devemos morar em casas que respeitem, em sua construção, regras de “sustentabilidade”; a extração de recursos naturais tem que ser “sustentável”; devemos nos comportar de forma a garantir a “sustentabilidade global” – e assim por diante. Qualquer dia só deveremos andar nas ruas “de maneira sustentável”, ou, quem sabe, teremos, um dia, que defecar de forma, também, “sustentável” – se é que já não o fazemos assim…

Golpe contra minorias malthusianas

Os embates sobre o Código Florestal, ensejados pela truculência do Planalto, proporcionaram a oportunidade para se desfechar outro golpe nas políticas de “correção política”, promovidas por grupos tão bem organizados e articulados como os ambientalistas, como é o caso das ONGs que atuam na defesa e promoção do homossexualismo.

Código Florestal: vitória histórica sobre “ditadura verde”

A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei da reforma do Código Florestal e da Emenda 164, proposta pelo PMDB, representou uma vitória histórica contra o aparato ambientalista internacional, que, nas últimas duas décadas, tem imposto ao Brasil um autêntico regime de soberania restrita no tocante à utilização do seu território e das atividades econômicas nele desenvolvidas. Campanha, esta, responsável pela criação de autênticas e vastas “áreas de exclusão ambiental” em todas as regiões do País – com ênfase na Amazônia Legal – além de determinar um conjunto exagerado de restrições a toda sorte de empreendimentos, de projetos de infraestrutura ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias avançadas, em um processo no qual os interesses maiores da sociedade brasileira têm sido mantidos subordinados a uma agenda supranacional de interesses restritos.

Rio+20: Dilma nas “pegadas verdes” de Collor?

A preocupação quase obsessiva com a “imagem ambiental” do Brasil no exterior, que tem sido uma constante em todos os presidentes nas últimas duas décadas e os tem levado a se submeter a todo tipo de pressões externas e internas, foi a motivação principal do jogo pesado demonstrado pelo Palácio do Planalto na semana passada, durante a tumultuada tentativa de votação do projeto de reforma do Código Florestal (MSIa Informa, 13/05/2011).

G-20 articula coordenação para segurança alimentícia – falta a regulamentação financeira

Após uma sucessão de cúpulas e encontros pouco produtivos, o G-20 pode estar começando a deixar a impotência para trás. Em 22-23 de junho próximos, os ministros de Agricultura do bloco se reunirão em Paris, quando deverá ser anunciada uma agenda mínima para assegurar um esboço de segurança alimentícia em escala mundial. Como informa de Genebra o correspondente do Valor Econômico, Assis Moreira (16/05/2011), a medida visa não apenas aumentar a produção mundial de alimentos, como também reduzir o impacto da alta de preços dos alimentos, que tem causado turbulências políticas em vários países.

Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2

[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]

Brasil: proteção industrial prossegue na ordem do dia

Apesar de terem demorado um pouco a reagir ao fenômeno, as lideranças industriais brasileiras estão tratando de se mobilizar em favor da adoção de medidas que revertam o processo de deterioração do parque industrial nacional, sem receio de qualificá-lo corretamente: desindustrialização.

Novo documentário expõe farsas do filme de Al Gore

Talvez o mais importante, o filme expõe o impacto humano que as medidas “verdes” recomendadas tiveram no passado e poderão ter no futuro. McAleer e McElhinney relatam como a proibição do DDT (um produto químico que impunha controle das populações de mosquitos para deter a propagação da malária) levou a mortes desnecessárias de milhões de crianças em países do terceiro mundo.

Que crise é essa?

Texto da apresentação do autor no Fórum Público Mundial Diálogo de Civilizações, em Rodes, Grécia, 10 de outubro de 2010.
Quero começar com uma pergunta, que parece óbvia: o que é que, em realidade, está em crise? É apenas uma crise econômica, apenas uma crise do sistema financeiro e econômico hegemônico, ou é uma crise algo mais profunda, que se também reflete na derrocada econômica?

Argumentos contra o ambientalismo radical

O fácil apelo popular do ambientalismo, com o discurso de uma alegada “proteção” da Natureza contra os excessos das atividades humanas, o converte em um dos mais influentes fatores indutores da crise civilizatória em curso, ao lado da hegemonia conferida aos “mercados” na determinação das políticas econômicas.

ONGs – o escuro labirinto do “terceiro setor”

Embora as ONGs tenham recebido tal denominação e status internacional no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), no período do pós-guerra, a sua rápida propagação institucional ocorreu como parte da reestruturação daquela entidade mundial levada a cabo pelo então secretário-geral Boutros Boutros-Ghali, na década passada.

O mundo não terá escassez de recursos minerais

Ao contrário do que pregam os adeptos malthusianos da tese dos “limites do crescimento” e seus avatares ambientalistas, o processo de desenvolvimento socioeconômico da Humanidade não será limitado pela escassez de recursos minerais, pois o planeta detém reservas muito mais amplas do que tem sido admitido. Uma grande parte desses recursos se encontra nos oceanos, que acumulam riquezas minerais em quantidades suficientes para abastecer a Humanidade durante séculos, incluindo as previsões de crescimento populacional.

E os bichos? Também não “destroem” a Natureza?

De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.

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