Por que a eletricidade é cara no Brasil
No início de junho, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, defendeu a redução da carga tributária sobre a energia demandada pela indústria como forma de dar maior competitividade ao setor. Na avaliação de Tolmasquim, o país tem condições de fornecer energia a preços mais competitivos para a indústria, uma vez que a matriz brasileira é predominantemente hídrica e, portanto, mais barata. Ressaltou, contudo, a necessidade de se encontrar fórmulas que não prejudiquem a arrecadação dos estados, o que pressupõe uma “ampla reforma tributária e um novo pacto federativo”
Fundamentos da Nova Ordem Mundial
Desde o período 1989/1991, que caracterizou o processo de desintegração da União Soviética, a oligarquia anglo-americana considerou que tinha chegado o momento de consolidar a idéia do “governo mundial” sobre os escombros dos Estados Nacionais soberanos.
Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»
Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.
Os donos invisíveis do movimento ambientalista
Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.
Ambientalismo mal-intencionado
O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.
A África pode alimentar o mundo
O malthusianismo, uma teoria ultrapassada e imoral, continua pressionando o planeta até hoje, através do ambientalismo internacional que, sob o comando das oligarquias internacionais, insiste em tentar dificultar o desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo. O continente africano, não só é o que mais necessita de auxílio, como pode se tornar o maior produtor de alimentos do mundo, segundo a própria ONU.
Bento XVI adverte contra o novo ecopanteísmo
Muito se tem propalado, no mundo do ambientalismo, da pouca importância que o ser humano tem para o meio ambiente. Concepções absolutamente imorais pregam que o Homem significa, no mundo, o mesmo que qualquer animal, e isso pode igualá-lo até a uma barata. Este tipo de concepção é um dos focos do ambientalismo radical, onde até se pensa que a eliminação do homem da face da Terra seria a melhor coisa a acontecer para o planeta.
Malthusianismo no centro da crise global
O malthusianismo (a falsa crença de que a população cresce em proporção geométrica e que os recursos necessários crescem em proporção aritmética – e por isso é necessário uma grande redução na população mundial) está sempre presente quando se fala de ambientalismo. Travestida de “controle da natalidade”, de “planejamento familiar” e de outras formas de contenção do crescimento populacional, essa política traz embutida uma faceta sinistra da eugenia, do aprimoramento racial e, consequentemente, do racismo.
Copenhague 2009 – a morte do aquecimento global
Esta matéria, apresentada no boletim eletrônico do MSIa, de número 56, de 28/12/2009, trata das conclusões sobre os resultados da conferência sobre o clima (COP-15), já encerrada, em Copenhague, que constituiu um dos maioores fracassos da história da política internacional dos últimos anos, muito mais porque a expectativa em torno dela era uma das maiores já vistas até então – e uma derrota espetacular para o ambientalismo radical. Não deu em nada. O aquecimento global mostrou, apenas, que está, completamente desacreditado, tal o volume de contestações e “mancadas” dadas por seus defensores, a se destacar o escândalo das adulterações dos dados climáticos que veio a público por parte de uma universidade européia, a qual servia de base para os cálculos do IPCC! Foi um vexame. Ninhuém consegue enganar todo mundo para sempre, e este ditado popular fez-se, particularmente, verdadeiro, em todo o episódio, que envolveu, inclusive, a própria Conferência.
Oligarquias internacionais: os donos do mundo
Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.
Civilização em crise – Parte 2
«Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural E Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, em palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.
A fraude do aquecimento global – Parte 2
Uma manipulação planetária. Os objetivos das oligarquias internacionais, a falta de responsabilidade acadêmica de cientistas “engajados”, dados falsos etc. Felizmente para a Humanidade, a trombeteada crise climática provocada pelo homem simplesmente não existe. Na verdade, trata-se da culminância de um vasto processo de “engenharia social” (ou, em português claro: manipulação) de caráter neocolonial e de longo prazo, deflagrado há quatro décadas por grupos oligárquicos hegemônicos do Hemisfério Norte, com o objetivo geral de reorientar o desenvolvimento socioeconômico mundial de acordo com os seus propósitos exclusivistas – enquanto, claro, fazem grandes negócios.
A fraude do aquecimento global – Parte 3
História (quase) secreta do aquecimento global. Primeiras revelações, o falso “desenvolvimento suatentável”, as regras malthusianas, o “buraco” na camada de ozônio etc. As três décadas que se seguiram à 2GM representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvimento socioeconômico para toda a Humanidade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, especialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativamente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contribuía para disseminar um intenso otimismo cultural: a “Revolução Verde” dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nuclear, a corrida espacial e outras.
A fraude do aquecimento global – Parte 4
O caminho para Kyoto e além – as maquinações do ambientalista arquiradical Maurice Strong e as denúncias da jornalista canadense. A facilidade com que o Protocolo de Montreal foi aprovado emprestou um grande impulso à campanha “aquecimentista”, que entrou na década de 1990 a pleno vapor, sempre com o nosso velho conhecido Maurice Strong à frente (foto ao lado). Outra vez, a grande oportunidade foi proporcionada pelo aparato ambientalista da ONU, onde, dividindo o tempo com os seus múltiplos afazeres privados, Strong ocupava o posto de subsecretário geral, no qual já havia sido um dos mentores dos trabalhos da Comissão Brundtland.
Por que a ciência politizada é perigosa
O texto apresentado neste post é o «Apêndice I» do livro de Crichton, no qual ele faz uma severa advertência quanto à interferência da política na Ciência, através da utilização desta para fins escusos e que podem colocar a Humanidade em sérios riscos, como já aconteceu várias vezes na História – e ele dá exemplos disso. Hoje, é o movimento ambientalista internacional, que usa a Ciência de maneira quase que chantagiosa para respaldar idéias totalitárias sob um véu de salvação do planeta, o que, para os ingênuos e desinformados só pode ser algo provido de razão. Mas não é. Eis o texto de Michael Crichton. Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.
A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo
O desenvolvimento sustentável é uma falácia, mais do que uma utopia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”, “controle da natalidade”, ou “planejamento familiar”. Como explicar isso para a sociedade?
A farsa do desenvolvimento sustentável – o mundo hoje
Neste post apresentaremos considerações modernas preliminares sobre o desenvolvimento sustentável indicadas por Bjørn Lomborg em seu livro «O Ambientalista Cético». Como se verá, as idéias do malthusianismo continuam presentes – mas são falsas – pois o desenvolvimento humano continua fazendo com que mais e mais recursos estejam à disposição da Humanidade por muitos séculos à frente.
A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo moderno
Como justificar que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente, tecnologicamente etc, com, inclusive, cortes populacionais? Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.
Os critérios do IPCC são confiáveis?
Em pleno desenvolvimento das discussões sobre o clima em Copenhague, em que o IPCC (sigla em inglês) do Painel Intergovernamental de Mudança Climática, organismo da ONU, continua ditando as regras do que acontecerá no mundo caso o homem venha a continuar usando os combustíveis fósseis, primordialmente, como fonte de energia. Já é tempo de perguntarmos se, realmente, os critérios do IPCC são válidos. Existem outros centros de pesquisas, isentos das premissas geopolíticas que caracterizam a ONU, que dizem que o problema não é tão grande quanto o IPCC apregoa. Sabendo-se que as conclusões do IPCC baseiam-se em simulações por computador daquilo que vai acontecer com o clima da Terra no futuro (até, pelo menos o ano 2100) – através dos seus famosos “modelos” e “cenários” – é bom saber como eles funcionam, isto é, como são feitos. Quais são os critérios que norteiam os cientistas, que naqueles modelos e cenários introduzem dados (baseados em quê?), suas suposições e desejos, sobre o que vai acontecer com o mundo daqui para a frente? Isso é necessário conhecer para podermos encarar o IPCC de uma forma, de fato, respeitosa como entidade que se baseia, realmente, em afirmações científicas cristalizadas, ou não.
Ameaças globais
O ambientalismo radical, juntamente com o indigenismo, é uma das maiores ameaças globais, pois, através de reivindicações aparentemente nobres, lança os alicerces do controle do desenvolvimento das nações, mormente as do Terceiro Mundo, visando um governo mundial. O ambientalismo e o indigenismo agem através de ONGs que atuam em todo o mundo. Quase todas as ONGs poderosas são de origem anglo-americana, canadense, belga etc, contando com grandes investimentos por parte de seus países de origem, assim como de empresas transnacionais e de grandes oligarquias dinásticas familiares.