Ambientalismo internacional – Parte 1

A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.

Ambientalismo internacional – Parte 2

Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente» (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.

FAO: especulação e fome andam de mãos dadas

Em encontro realizado em Roma, no início de setembro, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) alertou para o risco de uma nova onda mundial de alta dos preços dos alimentos, o que pode levar a um agravamento nos índices de fome e pobreza.

Fundação Rockefeller

Uma das mais antigas fundações oligárquicas estadunidenses (a en­tidade que a precedeu foi criada em 1893), a trajetória da Fundação Rockefeller é a mais clara demonstração do modus operandi do establishment anglo-americano em seus programas de “engenharia social”, estabelecendo um padrão que seria seguido pelas fundações criadas posteriormente.

Por que a eletricidade é cara no Brasil

No início de junho, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, defendeu a redução da carga tributária sobre a energia demandada pela indústria como forma de dar maior competitividade ao setor. Na avaliação de Tolmasquim, o país tem condições de fornecer energia a preços mais competitivos para a indústria, uma vez que a matriz brasileira é predominantemente hídrica e, portanto, mais barata. Ressaltou, contudo, a necessidade de se encontrar fórmulas que não prejudiquem a arrecadação dos estados, o que pressupõe uma “ampla reforma tributária e um novo pacto federativo”

Fundamentos da Nova Ordem Mundial

Desde o período 1989/1991, que caracterizou o processo de desintegração da União Soviética, a oligarquia anglo-americana considerou que tinha chegado o momento de consolidar a idéia do “governo mundial” sobre os escombros dos Estados Nacionais soberanos.

O brado vulcânico da natureza

Os monumentais distúrbios causados pela erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Europa, com reflexos em todo o mundo, deveriam proporcionar sérias reflexões sobre a atitude correta que a Humanidade precisa tomar diante dos fenômenos e transformações do mundo natural, em especial, quanto à definição dos que merecem realmente ações coordenadas em escala global e a melhor resposta a eles.

Molion: Prefácio do livro «A Fraude do Aquecimento Global»

Neste livro, o leitor encontrará os conceitos básicos para o entendimento do aquecimento global e como este fenômeno natural foi transformado em uma falsa emergência mundial – o que não se sustenta, em face das evidências científicas e das urgências reais que afligem a humanidade. O clima da Terra é um sistema muito complexo e que tem variado naturalmente ao longo de sua existência, forçado por agentes, quer externos – como oscilações das atividades solar e vulcânica, dos parâmetros orbitais terrestres e até de raios cósmicos galácticos – quer internos – como as variações das temperaturas da superfície dos oceanos e da cobertura de nuvens. O clima não está e jamais esteve em equilíbrio, estático.

Os donos invisíveis do movimento ambientalista

Este post mostra quem está por trás do movimento ambientalista internacional, o qual, sob a égide das onipresentes oligarquias internacionais que almejam um governo mundial único, age no sentido de obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo, com o intuito de que os recursos naturais do planeta sejam “economizados” com o estrito fim de que os mesmos sejam controlados (e utilizados) por aquelas elites internacionais, para a manutenção de seu poder e usufruto de seus benefícios em termos de consumo e de manutenção de seu status de conforto. Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, ainda é, perfeitamente, pertinente e tempestivo, pois o quadro geopolítico de hoje não é em nada diferente.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

A África pode alimentar o mundo

O malthusianismo, uma teoria ultrapassada e imoral, continua pressionando o planeta até hoje, através do ambientalismo internacional que, sob o comando das oligarquias internacionais, insiste em tentar dificultar o desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo. O continente africano, não só é o que mais necessita de auxílio, como pode se tornar o maior produtor de alimentos do mundo, segundo a própria ONU.

Bento XVI adverte contra o novo ecopanteísmo

Muito se tem propalado, no mundo do ambientalismo, da pouca importância que o ser humano tem para o meio ambiente. Concepções absolutamente imorais pregam que o Homem significa, no mundo, o mesmo que qualquer animal, e isso pode igualá-lo até a uma barata. Este tipo de concepção é um dos focos do ambientalismo radical, onde até se pensa que a eliminação do homem da face da Terra seria a melhor coisa a acontecer para o planeta.

Malthusianismo no centro da crise global

O malthusianismo (a falsa crença de que a população cresce em proporção geométrica e que os recursos necessários crescem em proporção aritmética – e por isso é necessário uma grande redução na população mundial) está sempre presente quando se fala de ambientalismo. Travestida de “controle da natalidade”, de “planejamento familiar” e de outras formas de contenção do crescimento populacional, essa política traz embutida uma faceta sinistra da eugenia, do aprimoramento racial e, consequentemente, do racismo.

Copenhague 2009 – a morte do aquecimento global

Esta matéria, apresentada no boletim eletrônico do MSIa, de número 56, de 28/12/2009, trata das conclusões sobre os resultados da conferência sobre o clima (COP-15), já encerrada, em Copenhague, que constituiu um dos maioores fracassos da história da política internacional dos últimos anos, muito mais porque a expectativa em torno dela era uma das maiores já vistas até então – e uma derrota espetacular para o ambientalismo radical. Não deu em nada. O aquecimento global mostrou, apenas, que está, completamente desacreditado, tal o volume de contestações e “mancadas” dadas por seus defensores, a se destacar o escândalo das adulterações dos dados climáticos que veio a público por parte de uma universidade européia, a qual servia de base para os cálculos do IPCC! Foi um vexame. Ninhuém consegue enganar todo mundo para sempre, e este ditado popular fez-se, particularmente, verdadeiro, em todo o episódio, que envolveu, inclusive, a própria Conferência.

Oligarquias internacionais: os donos do mundo

Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.

Civilização em crise – Parte 2

«Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural E Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, em palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.

A fraude do aquecimento global – Parte 1

O futuro da Civilização está em jogo. A Hu­manidade enfrenta a terrível ameaça do aque­cimento global, que a obrigará a uma drástica mudança de hábitos e padrões de desenvolvi­mento. Não, caro leitor, não nos referimos às variações climáticas que têm caracterizado a história geológica do planeta há centenas de milhões de anos, mas à gigantesca articulação internacional criada para atribuir às atividades humanas o ligeiro (e natural) aquecimento atmosférico registrado nos últimos 150 anos e, principalmente, às conseqüências dessa tra­móia global – estas sim, potencialmente catas­tróficas. Nesta edição especial de «Solidariedade Ibero-Americana», pretendemos demonstrar que a suposta ameaça da subida dos termômetros nada tem a ver com o desenvolvimento huma­no, mas com uma combinação de interesses políticos e econômicos internacionalistas, cientistas cooptados, ONGs engajadas, uma mídia inclinada ao sensacionalismo e, não menos, as deficiências educacionais (princi­palmente nos países subdesenvolvidos) res­ponsáveis pelo escasso conhecimento básico de ciências por parte da população.

A fraude do aquecimento global – Parte 2

Uma manipulação planetária. Os objetivos das oligarquias internacionais, a falta de responsabilidade acadêmica de cientistas “engajados”, dados falsos etc. Felizmente para a Humanidade, a trombeteada crise climática provocada pelo homem simplesmente não existe. Na verdade, trata-­se da culminância de um vasto processo de “engenharia social” (ou, em português claro: manipulação) de caráter neocolonial e de longo prazo, deflagrado há quatro décadas por grupos oligárquicos hegemônicos do Hemisfério Norte, com o objetivo geral de reorientar o desenvolvimento socioeconô­mico mundial de acordo com os seus propósitos exclusivistas – enquanto, claro, fazem grandes negócios.

A fraude do aquecimento global – Parte 3

História (quase) secreta do aquecimento global. Primeiras revelações, o falso “desenvolvimento suatentável”, as regras malthusianas, o “buraco” na camada de ozônio etc. As três décadas que se seguiram à 2GM representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvi­mento socioeconômico para toda a Humani­dade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, espe­cialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativa­mente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contri­buía para disseminar um intenso otimismo cultural: a “Revolução Verde” dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nu­clear, a corrida espacial e outras.

A fraude do aquecimento global – Parte 4

O caminho para Kyoto e além – as maquinações do ambientalista arquiradical Maurice Strong e as denúncias da jornalista canadense. A facilidade com que o Protocolo de Mon­treal foi aprovado emprestou um grande impul­so à campanha “aquecimentista”, que entrou na década de 1990 a pleno vapor, sempre com o nosso velho conhecido Maurice Strong à frente (foto ao lado). Outra vez, a grande oportu­nidade foi proporcionada pelo aparato ambien­talista da ONU, onde, dividindo o tempo com os seus múltiplos afazeres privados, Strong ocupava o posto de subsecretário geral, no qual já havia sido um dos mentores dos tra­balhos da Comissão Brundtland.

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