O logro da sustentabilidade

Os negócios devem ser “sustentáveis”; a economia deve se basear em princípios “sustentáveis”; as formas de obtenção de energia só são válidas se obedecerem às regras da “sustentabilidade ambiental”; nossos carros têm que obedecer a critérios “sustentáveis” em seus projetos; devemos morar em casas que respeitem, em sua construção, regras de “sustentabilidade”; a extração de recursos naturais tem que ser “sustentável”; devemos nos comportar de forma a garantir a “sustentabilidade global” – e assim por diante. Qualquer dia só deveremos andar nas ruas “de maneira sustentável”, ou, quem sabe, teremos, um dia, que defecar de forma, também, “sustentável” – se é que já não o fazemos assim…

Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 1

A discussão e as restrições promovidas pelo movimento ambientalista internacional, encabeçada, principalmente, pelo WWF e pelo Greenpeace, tem como uma de suas bases a luta contra as formas de enegia à base de combustíveis fósseis (petróleo/carvão/gás natural – que chamarei, doravante, para simplificar, de “energia fóssil”), a hidrelétrica e, principalmente a energia nuclear. Segundo oa ambientalistas, todas essas formas de obtenção de energia – que correspondem a cerca de 98% da energia consumida no planeta – são poluentes ou, no mínimo, perigosas para o meio ambiente e para o homem, mormente a nuclear, que pode, eventualmente, causar danos a longo prazo, no caso da ocorrência de acidentes e/ou de falhas técnicas nas usinas.

Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2

[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]

Perspectivas da integração energética sul-americana

Aos poucos, mas de maneira firme, o processo de integração energética sul-americana vai avançando. Motivado, principalmente, pelo crescimento da demanda energética, reflexo do crescimento econômico registrado na última década, o governo brasileiro tem ampliado as iniciativas de projetos hidrelétricos conjuntos com países vizinhos, não apenas com o objetivo de explorar o potencial energético excedente destes, mas, também, como uma forma de promover o impulso de integração econômica do subcontinente.

Homem, o principal recurso

Erik Händeler é um futurologista alemão e autor de vários livros, entre eles um publicado em 2005 sobre o célebre economista russo Nicolai Kondratieff. Händeler tem trabalhado exaustivamente sobre a teoria das “ondas econômicas longas”, batizadas pelo austríaco Joseph Schumpeter como «ciclos de Kondratieff». Uma de suas principais áreas de pesquisa é o impacto de novas invenções na sociedade, como a eletricidade e o estabelecimento de redes de distribuição de energia, que tiveram um enorme impacto nos níveis de vida individuais e no aprimoramento da produção industrial das sociedades.

Izabella Teixeira: primeiras impressões

O peso político da agenda ambientalista transformou o Ministério do Meio Ambiente em um dos postos estratégicos do Governo Federal. Por isso, não admira que o jornal Valor Econômico tenha dedicado uma página quase inteira da sua edição de 12 de janeiro a uma entrevista com a titular do cargo, a bióloga Izabella Teixeira, que substituiu Carlos Minc quando este saiu para disputar uma vaga de deputado estadual e foi mantida pela presidente Dilma Rousseff. E, para quem esperava uma militante imbuída da ideologia que orientava as agendas e atitudes de seus dois últimos antecessores, foi uma surpresa positiva constatar que a ministra é uma profissional com uma visão bastante técnica, racional e política dos temas ambientais.

Editorial: afinal, qual é a do IBAMA?

Nunca é demais afirmar: em qualquer caso, em qualquer lugar, sob quaisquer condições, se houver um impasse decorrente da dúvida de se preservar o mico-leão dourado, a arara azul ou a baleia jubarte – se o ser humano estiver sob questão – deverá vencer sempre a opção que dê prioridade, que privilegie, antes de qualquer coisa, o ser humano. Qualquer outra decisão que coloque em risco o ser humano, sua segurança, seu bem-estar ou sua sobrevivência é, simplesmente, imoral.

29 anos depois, Tucuruí ganha eclusas – mas lição não é aprendida

Quase três décadas separam a conclusão das obras da hidrelétrica de Tucuruí e a das eclusas que permitirão a navegação de embarcações no rio Tocantins. Mais que qualquer outro, este caso emblemático ressalta a importância de se integrar o planejamento de energia e de transportes nos projetos de usinas hidrelétricas construídas em rios navegáveis, de modo a evitar o comprometimento do transporte fluvial de pessoas e cargas – o que pode prejudicar a economia de regiões inteiras. Todavia, 29 anos depois, a lição ainda não foi aprendida.

O pensamento dos catastrofistas e outras personalidades

Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.

Geologia e tecnologia adiam “pico do petróleo” – e enterram aquecimento global antropogênico

Nos últimos anos, o alarmismo generalizado que tem caracterizado as discussões sobre os recursos energéticos e o meio ambiente colocou em destaque duas teses bastante controvertidas, mas de grande influência sobre a percepção geral de tais temas e, principalmente, a formulação de políticas a eles referentes. Uma delas é o “Pico do petróleo” (Peak Oil, em inglês), segundo a qual a produção mundial de petróleo estaria prestes a atingir um cume (ou, segundo alguns, já teria atingido), a partir do qual só tenderia a diminuir, exatamente num momento em que a demanda mundial aumenta, devido ao deslanche das economias emergentes. A outra é o aquecimento global supostamente causado pelas atividades humanas (ou antropogênico), especialmente, as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes da queima de combustíveis fósseis.

E os bichos? Também não “destroem” a Natureza?

De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

A fraude do aquecimento global – Parte 4

O caminho para Kyoto e além – as maquinações do ambientalista arquiradical Maurice Strong e as denúncias da jornalista canadense. A facilidade com que o Protocolo de Mon­treal foi aprovado emprestou um grande impul­so à campanha “aquecimentista”, que entrou na década de 1990 a pleno vapor, sempre com o nosso velho conhecido Maurice Strong à frente (foto ao lado). Outra vez, a grande oportu­nidade foi proporcionada pelo aparato ambien­talista da ONU, onde, dividindo o tempo com os seus múltiplos afazeres privados, Strong ocupava o posto de subsecretário geral, no qual já havia sido um dos mentores dos tra­balhos da Comissão Brundtland.

A farsa do desenvolvimento sustentável – o mundo hoje

Neste post apresentaremos considerações modernas preliminares sobre o desenvolvimento sustentável indicadas por Bjørn Lomborg em seu livro «O Ambientalista Cético». Como se verá, as idéias do malthusianismo continuam presentes – mas são falsas – pois o desenvolvimento humano continua fazendo com que mais e mais recursos estejam à disposição da Humanidade por muitos séculos à frente.

A farsa do desenvolvimento sustentável – crescimento zero

O desenvolvimento sustentável é uma falácia. Ninguém sabe dizer o que, de fato, significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o “desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado de “controle populacional”. Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.

Os critérios do IPCC são confiáveis?

Em pleno desenvolvimento das discussões sobre o clima em Copenhague, em que o IPCC (sigla em inglês) do Painel Intergovernamental de Mudança Climática, organismo da ONU, continua ditando as regras do que acontecerá no mundo caso o homem venha a continuar usando os combustíveis fósseis, primordialmente, como fonte de energia. Já é tempo de perguntarmos se, realmente, os critérios do IPCC são válidos. Existem outros centros de pesquisas, isentos das premissas geopolíticas que caracterizam a ONU, que dizem que o problema não é tão grande quanto o IPCC apregoa. Sabendo-se que as conclusões do IPCC baseiam-se em simulações por computador daquilo que vai acontecer com o clima da Terra no futuro (até, pelo menos o ano 2100) – através dos seus famosos “modelos” e “cenários” – é bom saber como eles funcionam, isto é, como são feitos. Quais são os critérios que norteiam os cientistas, que naqueles modelos e cenários introduzem dados (baseados em quê?), suas suposições e desejos, sobre o que vai acontecer com o mundo daqui para a frente? Isso é necessário conhecer para podermos encarar o IPCC de uma forma, de fato, respeitosa como entidade que se baseia, realmente, em afirmações científicas cristalizadas, ou não.

Molion – cientista que não se curva aos ambientalistas radicais

Este artigo é uma homenagem ao cientista brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion (cujo curriculum segue abaixo), que não se deixa levar pelas teses do terrorismo climático difundidas pelo ambientalismo radical, cuja maior ênfase é dada ao aquecimenmto global. Não quero dizer com isso que não esteja acontecendo um aquecimento do planeta. Como Molion afirma, isso é cíclico, ou não, pois depende de inúmeros fatores e não, exclusivamente, das emissões de CO2 antropogênicas (produzidas pelo homem). O eventual aquecimento global, no entanto, está sendo utilizado como pretexto para se tentar inibir o desenvolvimento sócio-econômico dos países mormente do Terceiro Mundo, com afirmações catastrofistas sem nenhum fundamento científico, numa atitude – como Molion diz (e muitos outros autores) – «neocolonialista», coisa de fundo geopolítico e malthusiano. Parabéns, Molion!

Basta de ecoditadura

A Amazônia é um dos mais cobiçados pedaços do planeta e a proliferação de reservas indígenas e reservas ecológicas está fazendo com que nossas riquezas acabem nas mãos de estrangeiros, através das ONGs que administram tais reservas. Mas o problema não fica só na Amazônia. Por todo o Brasil alastram-se áreas preservadas, reservas indígenas e reservas ecológicas com o mesmo fim, com a colaboração do próprio governo brasileiro, que é quem acaba criando essas reservas com o intuito de preservar os nichos ecológicos e para a manutenção das “culturas” indígenas. O ambientalismo dita as normas de cada licença ambiental que quase nunca são concedidas para qualquer tipo de investimento que possa beneficiar, de alguma forma, o Brasil, em qualquer lugar – e isso precisa ser combatido.