Aprovada reforma do Código Florestal
Após muitas idas e vindas, a Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 1876/99, que versa sobre a reforma do Código Florestal. Por 13 votos a 5, o texto principal do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi aprovado pela Comissão Especial que tem analisado a reforma da legislação ambiental. A matéria vai agora para votação em plenário em data ainda a ser marcada.
A Vale, as ONGs e o interesse nacional
Em concorrido evento realizado em São Paulo (SP), em 10 de maio, a Vale lançou oficialmente o seu Fundo Vale para projetos socioambientais na Amazônia. Sete ONGs que atuam fortemente na região – Imazon, Instituto Floresta Tropical, The Nature Conservancy, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru, Imaflora e Instituto Socioambiental (ISA) – participam da primeira fase do projeto, que conta com o aporte de R$ 51 milhões até 2012.
Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Associação Amazônia: a curiosa ONG do Sr. Clark
Pivô e principal denunciada pela primeira CPI das ONGs no Senado, que se encerrou em 2002, a Associação Amazônia até hoje nunca foi punida, apesar de o relatório final da comissão pedir seu indiciamento a oito órgãos públicos.
Deputado acusa ONG (Associação Amazônia) de aumentar área ocupada
Presidente da Assembléia Legislativa de Roraima diz que associação aumentou área supostamente grilada em 28 mil hectares desde o fim da CPI. O deputado Mecias de Jesus (PR), acusa a ONG Associação Amazônia de aumentar a área supostamente grilada no sul do Estado. Segundo ele, a área passou de 172 mil hectares para mais de 200 mil – cerca de 2 mil quilômetros quadrados. Ele foi uma das testemunhas ouvidas pela primeira CPI das ONGs do Senado, que, em 2002, pediu o indiciamento da Associação Amazônia por todo tipo de acusação. «Eles ocuparam aquilo ali de forma ilegal, fizeram documentos falsos e foram invadindo», disse Mecias ao Congresso em Foco.
Conservation International
Esta ONG é uma dissidência da TNC – The Nature Conservancy. A CI é muito ativa na América do Sul e foi dela a idéia de criar um parque natural na região da Cordilheira do Condor, área de conflito entre Peru e Equador, que foi palco de operações militares de envergadura. A região possui comprovados [...]
Cultural Survival
Foi criada em 1972, em Cambridge, Massachussets (USA), pelo antropólogo britânico David Maybury Lewis, como uma filial norte-americana da Sociedade para os Povos Ameaçados (Society for Endangered Peoples), ONG vinculada à Casa Real dinamarquesa. A CS surgiu para engajar os antropólogos na “carta indigenista” epecificada pela oligarquia britânica um ano antes, explicitada na Declaração de [...]
ECOA – Ecologia e Ação
Fundada em 1989 por Alcides Farias, tem sede em Campo Grande (MS). Representa a Coalizão Rios Vivos no Brasil, sendo responsável pela Secretaria Executiva da Coalizão.
Ecotrópica
A Ecotrópica mantém estreitos vínculos com a ONG estadunidense The Nature Conservancy, que, em 1995, adquiriu por um milhão de dólares uma área 60 mil hectares no Pantanal Matogrossense, transferindo o seu título de propriedade para a Ecotrópica, para a criação das reservas Acurizal, Penha e Dorochê, localizadas na fronteira com a Bolívia.
ISA – Instituto Socioambiental
O ISA – Instituto Socioambiental é o sucessor do CEDI – Centro Ecumênico de Documentação e Informação, desmembrado em 1994. Atualmente, é uma das mais ativas ONGs brasileiras, destacando-se em ações envol¬vendo questões indígenas, especialmente a manipulação de tais temas para obstaculizar os projetos hidroviários em curso no país.
Antropóloga critica divisão racial do Brasil
“Dividir para conquistar”, provérbio antigo, mas que continua em pauta. Dividir a sociedade-alvo em nichos, ou em partes, para facilitar o seu controle e manuseio, baseada em parâmetros raciais tem o mesmo princípio metodológico do indigenismo e do ambientalismo, que visa a desagregação dos países e a implantação de áreas específicas para cada uma das “classes” de indivíduos, no território das nações, sob proteção internacional. De tudo isso surgem as reservas ecológicas, indígenas e as de quilombolas, por exemplo.