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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Reserva ecológica</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>Código Florestal: quem pagará a conta dos “incentivos” à preservação?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 13:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Os contribuintes brasileiros poderão ter que pagar a conta da preservação das áreas protegidas nas propriedades rurais, se prevalecer uma proposta feita durante as discussões sobre a reforma do Código Florestal no Senado. No último dia 15 de setembro, em um debate promovido pelas Comissões de Agricultura, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente do Senado, especialistas defenderam a proposta de criar um imposto para custear a bonificação de produtores rurais que se submeterem às restrições impostas pela legislação ambiental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></strong></p>
<p><strong>Os contribuintes brasileiros poderão ter que pagar a conta da preservação das áreas protegidas nas propriedades rurais, se prevalecer uma proposta feita durante as discussões sobre a reforma do Código Florestal no Senado. No último dia 15 de setembro, em um debate promovido pelas Comissões de Agricultura, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente do Senado, especialistas defenderam a proposta de criar um imposto para custear a bonificação de produtores rurais que se submeterem às restrições impostas pela legislação ambiental.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/codigo-florestal-01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11272" title="codigo-florestal-01" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/codigo-florestal-01-300x175.jpg" alt="" width="345" height="201" /></a></p>
<h2>Imposto “amazônico” sugerido por ONG</h2>
<p>A proposta partiu do representante da Fundação Amazônia Sustentável, Virgílio Viana, que sugeriu a cobrança de uma taxa de 1% sobre os valores das contas de água e de energia, para compor um fundo especial para compensar os produtores rurais pela proteção de áreas de preservação permanente (APPs) e de recomposição de reserva legal (<em>Agência Senado</em>, 15/09/2011).</p>
<p>Para ele, a manutenção das florestas é um “pressuposto” para o desenvolvimento agropecuário, uma vez que são elas quem fornecem os recursos hídricos necessários ao desenvolvimento de culturas. Ele alegou ainda que a vitória esmagadora da reforma do Código Florestal na Câmara se deu em atendimento aos pequenos produtores do Sul e Sudeste, e que a nova legislação ambiental teria que assumir um caráter mais “amazônico”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Pela criminalização dos que produzem</h2>
<p>Outro defensor das compensações aos produtores é Carlos Eduardo Young, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Todavia, ele criticou o que chamou “anistia” aos desmatadores, afirmando ser necessário beneficiar o produtor que preserva e punir o desmatador. O que mais ressalta em intervenções como esta é a linguagem que tende a rotular produtores engajados na produção de alimentos como virtuais criminosos.</p>
<p>Por sua vez, o ex-ministro do Meio Ambiente José Carlos de Carvalho destacou a necessidade de uma nova legislação ambiental que tenha <em>«perspectivas para o futuro»</em>, o que, para ele, passa pela punição aos “desmatadores”. Em suas palavras, <em>«é possível criar um código sem anistia ampla, geral e irrestrita»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Reduções na produtividade nacional</h2>
<p>As opiniões mais lúcidas foram proferidas por Eduardo Condorelli, representante da Confederação Nacional de Agricultura (CNA), que afirmou ser necessária muita cautela em tal debate sobre a delimitação de terras passíveis de serem aproveitadas para a agricultura e o pagamento de compensações ambientais. Para ilustrar suas colocações, Condorelli citou levantamentos realizados pela CNA, que atestam que uma redução da atual área de cultivo de grãos, em atendimento às exigências de recomposição de APPs e reservas legais, provocaria drásticas reduções na produtividade nacional, impondo um recuo no montante produzido para o equivalente à safra de 2003. Além disto, haveria uma redução na produção de carne bovina, cana, café, além de suínos e frangos – somando uma retração da ordem de R$ 37 bilhões, não só na pauta de exportações do país, mas também na renda de algumas das regiões mais pobres do país.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/agricultura.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11274" title="agricultura" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/agricultura-300x201.jpg" alt="" width="361" height="241" /></a></p>
<h2>É preciso consolidar o desenvolvimento do país</h2>
<p>Ao aprovar o projeto do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a Câmara dos Deputados demonstrou ser capaz de colocar os interesses maiores da população brasileira acima das pressões e da agenda intervencionista do aparato ambientalista internacional. Agora, porém, é preciso que este avanço seja consolidado no Senado, sem distorções ou adendos que acabem incorrendo em concessões esdrúxulas ao ambientalismo, como a proposta de taxação sobre os consumidores de água e eletricidade, estes últimos, já às voltas com tarifas que se alinham entre as mais caras do mundo. Se tais absurdos não forem rechaçados na Câmara Alta, o avanço obtido na Câmara Baixa poderá acabar se revelando uma vitória de Pirro.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 19, de 22 de setembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagens</strong> ➞ <a href="http://veja.abril.com.br/">http://veja.abril.com.br</a>; <a href="http://www.amambainoticias.com.br/">http://www.amambainoticias.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>Novos ventos na política indigenista (I)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 15:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A edição da Portaria Interministerial 419/2011, que regulamenta a atuação dos órgãos e entidades do governo federal envolvidos no licenciamento ambiental, pode vir a ser um divisor de águas para limitar a enorme influência política do movimento ambientalista-indigenista no País. Publicada no Diário Oficial de 28 de outubro último, a Portaria estabelece uma série de critérios objetivos para agilizar os processos de licenciamento, inclusive, com a determinação de um prazo máximo de 90 dias para que órgãos como a Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto Chico Mendes, Fundação Cultural Palmares e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestem sobre os estudos de impacto ambiental de obras em licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="240" height="50" /></a></p>
<p><strong>A edição da Portaria Interministerial 419/2011, que regulamenta a atuação dos órgãos e entidades do governo federal envolvidos no licenciamento ambiental, pode vir a ser um divisor de águas para limitar a enorme influência política do movimento ambientalista-indigenista no País. Publicada no Diário Oficial de 28 de outubro último, a Portaria estabelece uma série de critérios objetivos para agilizar os processos de licenciamento, inclusive, com a determinação de um prazo máximo de 90 dias para que órgãos como a Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto Chico Mendes, Fundação Cultural Palmares e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestem sobre os estudos de impacto ambiental de obras em licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</strong></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/indigenismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12082" title="indigenismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/indigenismo-300x220.jpg" alt="" width="383" height="280" /></a></h2>
<h2>Término de privilégios e de monopólios políticos</h2>
<p>Tais medidas deverão acabar com as habituais manobras protelatórias dos militantes ambientalistas e indigenistas que atuam nesses órgãos, que esticam os processos de licenciamento muito além dos prazos razoáveis e provocam aumentos de custos dos projetos e, não raro, os inviabilizam.</p>
<p>Igualmente, a Portaria 2498/2011 do Ministério da Justiça, emitida em 1° de novembro, estabelece que os Estados e Municípios sejam inseridos nos estudos de demarcação de terras indígenas, em todas as suas etapas, acabando com o monopólio até então exercido pela Funai. E há informações de que a presidente Dilma Rousseff teria determinado que a aprovação de qualquer novo Grupo de Trabalho (GT) da Funai teria que passar por suas mãos. Pela legislação em vigor, os GT são os instrumentos legais para estabelecer se um determinado território é realmente indígena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>ONGs pulando nas tamancas</h2>
<p>Esses acontecimentos, que se somam ao aparente empenho no enquadramento da atuação de ONGs na estrutura ministerial, sugerem que a presidente pode estar abrindo caminho para um longamente esperado redirecionamento das políticas ambiental e indigenista. As reações da militância indigenista reforçam esta percepção. Em 9 de novembro, em uma audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o <strong>Conselho Indigenista Missionário (CIMI)</strong> divulgou em seu sítio um ácido manifesto assinado por dezenas de ONGs, com o sugestivo título «Perversidade e Autoritarismo: Governo Dilma Edita Portarias de Restrição e Desconstrução de Direitos Territoriais Indígenas e Quilombolas». A linguagem empregada nos parágrafos inicial e final dão uma amostra do estado de espírito dos signatários:</p>
<blockquote><p><em>«Nós, organizações indígenas e indigenistas abaixo listadas, vimos a público manifestar nossa perplexidade e indignação diante das medidas administrativas e políticas do governo da presidente Dilma Rousseff relativas aos povos indígenas, aos quilombolas e ao meio ambiente. Tais medidas restringem o alcance dos direitos constitucionais dos povos indígenas e das comunidades quilombolas; impõem limites à participação destas nas discussões, debates e decisões a serem tomadas sobre os programas e empreendimentos econômicos que afetam direta ou indiretamente suas comunidades, terras, culturas, história e as suas perspectivas de futuro; bem como, asseguram celeridade e lucratividade exorbitantes aos empreendimentos das grandes corporações econômicas, especialmente as empreiteiras.»</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«<span style="color: #ff0000;"><strong>Exigimos</strong></span> ainda a imediata revogação das medidas recentes e a retomada dos procedimentos demarcatórios, tanto das terras reivindicadas pelos povos indígenas, quanto pelos quilombolas. Que a defesa dos direitos humanos, da justiça social e ambiental, apregoada pela própria presidente Dilma, se tornem realidade, em favor dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, e não apenas discurso para melhorar a imagem do Brasil junto à opinião pública nacional e internacional.»</em></p></blockquote>
<h2>Enquadrando o movimento indigenista</h2>
<p>Outra evidência desse enquadramento da Funai foi a intervenção do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na audiência convocada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, para justificar a ausência não justificada do presidente da Funai, Márcio Meira, cuja participação havia sido anteriormente acertada (nota seguinte).</p>
<p>Embora ainda não se possam fazer prognósticos seguros sobre a persistência dos ventos nesse novo rumo, sem dúvida, estamos diante de uma nova e promissora atitude do governo federal, que, se mantida, poderá sinalizar o fim de mais de duas décadas de um insidioso intervencionismo externo na vida nacional.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 27, de 18 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Imagem</strong> ➞  <a href="http://www.elrevolucionario.org/">http://www.elrevolucionario.org</a></p>
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		<title>Novos ventos na política indigenista (II)</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/novos-ventos-na-politica-indigenista-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ausência do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, em uma audiência convocada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, para discutir vários aspectos da política indigenista do governo federal, provocou grande irritação nos parlamentares. A audiência, realizada em 9 de novembro, sob a presidência do deputado federal Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), reuniu parlamentares de diversas legendas, indígenas e produtores rurais afetados pelos excessos da política indigenista. Meira não deu qualquer justificativa para a falta, levando alguns parlamentares a falar em convocar o próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que, em conversa telefônica com Quartiero, se comprometeu a comparecer perante à comissão, no próximo dia 22 de novembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em><span style="color: #ff0000;">«Não demarcaram as terras para os índios, demarcaram para as ONGs.»</span></em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Silvestre Leocácio da Silva,</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Secretário da Sociedade dos Índios Unidos do Norte de Roraima &#8211; Sodiur</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A ausência do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, em uma audiência convocada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, para discutir vários aspectos da política indigenista do governo federal, provocou grande irritação nos parlamentares. A audiência, realizada em 9 de novembro, sob a presidência do deputado federal Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), reuniu parlamentares de diversas legendas, indígenas e produtores rurais afetados pelos excessos da política indigenista. Meira não deu qualquer justificativa para a falta, levando alguns parlamentares a falar em convocar o próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que, em conversa telefônica com Quartiero, se comprometeu a comparecer perante à Comissão, no próximo dia 22 de novembro.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>ONGs não estão nem aí para os índios</h2>
<p>No evento, além das críticas à orientação geral da política de expansão das demarcações das terras indígenas, como a reserva Karitiana, em Rondônia, foram também discutidas questões que denotam as distorções com o tratamento dos indígenas, a exemplo do surto de beribéri entre os índios do norte de Roraima.</p>
<p>Casos como esse denotam que a preocupação principal dos mentores da política indigenista é a demarcação das reservas com a maior extensão possível, ficando o atendimento às reais necessidades das comunidades indígenas em um plano bastante inferior. Esta interpretação foi reforçada, inclusive, pelos relatos de líderes indígenas que participaram da audiência, que fizeram relatos contundentes sobre o malefício que a demarcação de reservas indígenas e o isolamento a eles imposto tem provocado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Jonas-de-souza-marcolino.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11915" title="Jonas-de-souza-marcolino" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Jonas-de-souza-marcolino-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Testemunho indígena</h2>
<p>Jonas de Souza Marcolino, tuxaua da etnia macuxi, denuncia que a ignorância e o desprezo com os direitos humanos são as causas dos males envolvendo a questão indígena no Brasil, dando como exemplo o surto de beribéri em Roraima, que, segundo ele, já provocou mais de 200 mortes entre os indígenas do norte do Estado. A doença é causada pela má nutrição, provocada pela ausência de vitamina B1 no organismo.</p>
<p>Para Marcolino, a Funai tem sido negligente com os índios de Roraima e as ONGs atuantes no Estado somente têm promovido a desigualdade e a discórdia, ao excluir os índios da convivência com os demais brasileiros. Ele foi um dos líderes indígenas que se opôs à demarcação da reserva Raposa Serra do Sol em área contínua. Em sua preleção, ele citou o jornalista Lorenzo Carrasco, diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), ao afirmar que:</p>
<blockquote><p>«<span style="color: #000080;"><strong><em>O ambientalismo é o poder que tem corrompido lideranças indígenas, que se beneficiam de sua aliança com as ONGs, enquanto a maioria dos índios enfrentam a miséria dentro das reservas, muitos dos quais têm preferido mendigar nas regiões urbanas de Roraima.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>O presidente da Sociedade dos Índios Unidos do Norte de Roraima (Sodiur), Lupedro Abel de Moraes, afirmou que sua entidade se opôs à demarcação da Raposa Serra do Sol, pois já previa os danos que o isolamento provocaria nas populações indígenas, hoje abandonadas à própria sorte, segundo ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Narcotráfico corrompe os índios</h2>
<p>Moraes denunciou que o narcotráfico internacional tem aproveitado a ausência de fiscalização na reserva, para corromper índios, utilizando-os como &#8220;mulas&#8221; para o transporte de drogas, transformando o norte de Roraima em um ponto de entrada de drogas no País. Ele clamou aos deputados que revertam a demarcação da reserva indígena, de modo a acabar com o isolamento imposto aos índios e permitir a sua plena reintegração à sociedade brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>HIV e malária</h2>
<p>Por sua vez, o secretário da Sodiur, Silvestre Leocácio da Silva, afirmou que o beribéri não é o único mal que castiga os índios do norte de Roraima, sendo também registrado um aumento nos casos de infectados com o vírus HIV e vítimas de malária – casos que permanecem ignorados pela Funai. Ele criticou pesadamente o isolamento a que foram condenados os índios da Raposa Serra do Sol, dizendo que, <em>«se não tem estrada, não tem progresso»</em>. Em suas palavras, <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«não demarcaram as terras para os índios, demarcaram para as ONGs»</em></strong></span>.</p>
<p>Produtores rurais também foram convidados a dar os seus relatos sobre os problemas acarretados pela política indigenista implementada pelo Ibama e pela Funai em todo o País. Wesley Vilaça Melo, presidente do Sindicato dos Pecuaristas de Porto Velho (RO), denunciou o descaso da Funai com os indígenas, que contrasta com os esforços do órgão para ampliar as reservas indígenas sobre áreas de propriedades rurais privadas. Melo denunciou a truculência dos agentes da Funai, que <strong><em>«agem como polícia, como se tivessem um mandato de busca e apreensão na mão»</em></strong>. Ele fez um apelo aos parlamentares pela aprovação da PEC 215/2000 – que propõe retornar ao Congresso a prerrogativa de deliberar sobre a demarcação de quilombos e terras indígenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quilombo fraudulento</h2>
<p>Nestor Salvatti, empresário e produtor rural, denunciou a ação abusiva do Incra, que, além de ter expropriado parte de suas terras no Maranhão, ameaça com novas desapropriações, a título de compensar descendentes de quilombolas que teriam vivido na região onde hoje se encontra a sua propriedade. Segundo Salvatti, tal <span style="text-decoration: underline;">processo de demarcação do quilombo é fraudulento</span>, já que as terras se encontram nas chapadas (partes altas da região), onde não há rios ou lagos, nem sequer poços. Ele questiona: <em><strong>«Como, então, eles viviam lá? Só por milagre.»</strong></em> Para o produtor rural, o máximo que os pretendentes ao quilombo poderão fazer, sem financiamentos para realizar as melhorias necessárias, é arrendar a terra a ele próprio, ou a outros produtores rurais que investem na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/indios1_46.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11917" title="indios1_46" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/indios1_46-300x194.jpg" alt="" width="432" height="279" /></a>Ministério Público não ajuda</h2>
<p>A pretendida ampliação da reserva Karitiana, situada entre os municípios de Candeias do Jamari e Porto Velho (RO), onde vivem 370 índios, também foi abordada na audiência. Segundo Márcio Silva Maluf, presidente da Associação dos Produtores Rurais do Igarapé Três Casas, o Ministério Público Federal vem agindo como <em>«uma verdadeira Funai»</em> e pretende, inclusive contra a opinião de antropólogos, ampliar a área da terra indígena, dos atuais 90 mil para para 160 mil hectares (<em>Alerta Científico e Ambiental</em>, 6/10/2011). Maluf alega que tal proposta tem causado um tensão entre índios e produtores rurais, antes inexistente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Um Brasil menor, no futuro?</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Moreira-mendes2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-11918" title="Moreira-mendes2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Moreira-mendes2.jpg" alt="" width="199" height="178" /></a>O deputado Moreira Mendes (PSD/RO) (imagem à direita), um dos autores da requisição pela audiência, afirmou que é necessário consolidar a questão das reservas em uma frente de batalha, como ocorre com o Código Florestal. Disse ele:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000080;"><strong><em>«Tenho receio de entregar aos meus netos, quando morrer, um Brasil menor do que recebi dos meus pais quando nasci, porque, do jeito que a coisa vai, nós vamos perder a Amazônia, por conta da insanidade desse mundo todo, que tem os olhos voltados para a Amazônia&#8230; O que queremos para o Brasil? Um país onde de 12% a 14% do território está nas mãos de grupos indígenas que não correspondem nem a 1% da nossa população? É isso o que os índios querem? O único país do mundo que legisla para reduzir a sua área plantada!»</em></strong></span></p></blockquote>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Carlos-Magno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11919" title="Carlos-Magno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/Carlos-Magno.jpg" alt="" width="202" height="134" /></a></p>
<h2>A Funai abandona os índios</h2>
<p>No mesmo tom, o deputado Carlos Magno (PP/RO) (imagem à esquerda), questionou o fato de que, ao mesmo tempo em que a Funai alega ter falta de recursos para dar assistência aos índios das reservas já demarcadas, a mesma instituição aprovou, no binômio 2010-2011, 79 portarias criando grupos de trabalho para estudar a demarcação/ampliação de reservas indígenas em todo o País. O parlamentar também criticou a atuação dos agentes do órgão, que invadem, sem se identificar, propriedades rurais privadas, ignorando solenemente o direito à propriedade dos produtores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Prestações de contas do ministro</h2>
<p>O deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP), líder do governo na Câmara, se desculpou pela ausência de Márcio Meira e fez coro aos deputados presentes à reunião, em suas críticas ao presidente da Funai. Diante da ausência injustificada deste, a Comissão se reunirá na próxima terça-feira 22, com aparticipação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo deputado Nelson Padovani (PSC-PR), a reunião será uma oportunidade para que o ministro apresente esclarecimentos sobre a demarcação de terras indígenas no Brasil, além da atuação das instituições envolvidas em tais processos, como a Funai e o Ibama.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 27, de 18 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a>Imagens</strong> ➞ <a href="http://www2.gob.org.br/">http://www2.gob.org.br</a> ; <a href="http://www.mp.pr.gov.br/">http://www.mp.pr.gov.br</a></p>
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		<title>O alto preço da preservação ambiental em Jacareacanga</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/o-alto-preco-da-preservacao-ambiental-em-jacareacanga/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Reserva indígena]]></category>
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		<description><![CDATA[Em dezembro de 1991, a necessidade de desenvolvimento econômico e de proporcionar à população desta região, há muito tempo abandonada, o acesso às políticas públicas, fez surgir o município de Jacareacanga, desmembrado do município de Itaituba. O novo município se situa na região Oeste do Pará, fazendo divisa com Amazonas e Mato Grosso. As cidades mais próximas são Itaituba (PA), a 400 km e Apuí (AM), a 280 km). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></p>
<p><strong>Em dezembro de 1991, a necessidade de desenvolvimento econômico e de proporcionar à população desta região, há muito tempo abandonada, o acesso às políticas públicas, fez surgir o município de Jacareacanga, desmembrado do município de Itaituba. O novo município se situa na região Oeste do Pará, fazendo divisa com Amazonas e Mato Grosso. As cidades mais próximas são Itaituba (PA), a 400 km e Apuí (AM), a 280 km).</strong></p>
<p>A principal via de acesso é a Rodovia Transamazônica, que no inverno (período chuvoso) torna-se intransponível, principalmente para os caminhões, dificultando o acesso de comida e medicamentos. Aproximadamente 40% da sua população de 37.073 habitantes (IBGE, 2007) é indígena da etnia munduruku e mais de 80% está localizada fora da sede do município, em vilas e aldeias.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/jacareacanga.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10799" title="jacareacanga" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/jacareacanga-300x225.jpg" alt="" width="397" height="297" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Projetos no papel</h2>
<p>O histórico de luta pela regularização fundiária data do ano de 1993, quando o município deu entrada no primeiro processo junto ao INCRA. Na ocasião, o município pensou o primeiro Plano de Ordenamento Territorial, que previa, não só a demarcação da Légua Urbana, como também, da área rural que ficava no entorno da cidade, de forma que beneficiasse os agricultores que ali trabalhavam, formando o &#8220;cinturão verde&#8221; do município.</p>
<p>Em 1998, foi criado o primeiro assentamento em Jacareacanga, o PA Jacaré, com a promessa de que 230 famílias seriam assentadas em um projeto dotado de toda a infraestrutura necessária. Não passou de um sonho, e depois de 13 anos, nenhuma família foi de fato assentada. O projeto nunca saiu do papel e a única obra realizada foi um trecho de estrada vicinal com cerca de 11 km. O crédito para habitação e instalação nunca foi liberado e o assentamento sequer teve efetivada a demarcação e a divisão de lotes.</p>
<p>Com relação à Légua Urbana, depois de 13 anos sem uma resposta positiva do INCRA, mais uma vez, em 2006, o poder público municipal mobilizou-se e elaborou um novo Plano de Ordenamento Territorial, desta vez prevendo somente a regularização da Légua Urbana, sem, no entanto, esquecer a área rural, que era objeto de constantes apelos junto ao INCRA. Novamente, o processo não avançou.</p>
<p><em>«Em 2009, retomamos com mais afinco o desafio de dar segurança jurídica, tanto aos proprietários de lotes urbanos quanto aos agricultores que vivem como posseiros, tratados como marginais pela legislação vigente. Montamos uma comitiva e fomos, mais uma vez, à Superintendência do INCRA de Santarém, que fica a 800 km da sede do município. Na ocasião, o Sr. Luciano Brunet, Superintendente da unidade SR30, até assinou um termo de compromisso com o município, que previa algumas ações, mas que nunca foram realizadas.»</em><em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Não sobrou nada&#8230;</h2>
<p><em>«Hoje, a realidade é que não temos em nosso município nenhum lote rural titulado pelo INCRA, nem tampouco a área urbana foi regularizada. O seu território é composto quase na totalidade por um mosaico de unidades de conservação. Dos 53.303 km<sup>2</sup> da área do município,nada menos que 31.553 km<sup>2</sup> correspondem a terras indígenas (Mundurukanea, Kayaby e Sai Cinza), 11.475 km<sup>2</sup> a a áreas de proteção ambiental (APAs) e florestas nacionais, e 6.844 km<sup>2</sup> a áreas controladas pelas Forças Armadas. Sobram 3.428 km<sup>2</sup>, das quais, quando aplicada a exigência da reserva legal (80%), se reduzem a 685 km<sup>2</sup> disponíveis para atividades produtivas. Porém, desta área, que corresponde a menos de 1,3% da área total do município, temos ainda Áreas de Preservação Permanente (APP), que reduzem as áreas não protegidas por lei a menos de 1% do território municipal.»</em><em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Punições para os agricultores</h2>
<p>No último dia 19 de julho, o IBAMA iniciou uma operação de fiscalização no município, denominada de &#8220;Operação Disparada&#8221;. Nesta operação, segundo informações da Assessoria de Comunicação do órgão, foram autuados nove agricultores, em cerca de R$ 6,7 milhões. Ocorre que todos os agricultores do município estão à margem da legislação, não porque assim o queiram, mas porque o governo que pune é o mesmo que deixa os agricultores na ilegalidade. É inadmissível que em um município emancipado em 1993, em meados de 2011, nenhum agricultor tenha tido a sua propriedade regularizada junto ao INCRA e, consequentemente, junto aos órgãos ambientais.</p>
<h2>Território inútil</h2>
<p>O que mais impressiona numa situação como essa é que o IBAMA parece desconhecer a realidade do município – um município que tem uma área de mais de 5 milhões de hectares e que sequer é auto-suficiente na produção de carne bovina. O rebanho bovino do município é de pouco mais de 8.500 animais e sequer atende a demanda da população local. Nos meses de inverno, as precárias condições da Rodovia Transamazônica dificultam a vinda de animais de outras cidades, elevando o preço da carne e prejudicando diretamente o consumidor. Beira a insanidade imaginar que Jacareacanga, um município com dimensões estaduais, não seja capaz de usufruir do seu território, sequer para a produção dos alimentos necessários à sua população.</p>
<p>Outro dado que o IBAMA parece desconhecer é que Jacareacanga, exatamente por ser um município amplamente preservado, tem o menor PIB per capita do país, estimado em R$ 1.721,23 (IBGE, 2008), o que denota claramente a situação de miséria extrema em que se encontra a população local, que carece por políticas públicas de geração de renda e não de ações punitivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inversão de valores</h2>
<p><em>«Sentimo-nos revoltados com a operação do IBAMA, que espalhou terror entre os agricultores do município, encurralados pela lei que não podem cumprir.»</em><em></em></p>
<p>Um fato que expressa bem a incoerência do IBAMA é a notícia, amplamente divulgada, da autuação de um fazendeiro que exibia a cabeça de uma onça como troféu, sendo rotulado como &#8220;matador de onças&#8221;. Entretanto, o suposto fazendeiro &#8220;matador de onças&#8221; é um pequeno agricultor familiar, dono de um incrível rebanho de 34 animais, vários dos quais foram atacados e devorados pelo felino. A inversão de valores é absurda. Deveria o agricultor permitir que a onça matasse um de seus filhos? Até porque os animais domésticos, como cães, galinhas e bovinos, ela já abatia normalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Lá não há nada&#8230;</h2>
<p>É urgente a tomada de medidas que mitiguem o impacto das multas aplicadas, bem como de regularização das propriedades rurais. Afinal, os termos mais fáceis de serem encontradas em Jacareacanga são o &#8220;nenhum&#8221;, o &#8220;nunca&#8221; e o &#8220;não existe&#8221;. É chegada a hora de mudar esta situação e reconhecer o devido valor de um município que contribui quase que com 100% de seu território como área de proteção ambiental, e dar condições dignas de vida a uma população que ama a Amazônia, mas que não pode continuar pagando um preço tão alto pela preservação ambiental.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><strong><em>Roberto Strapasson*</em></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a></p>
<p><strong>* Presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural. Vice-presidente da Associação dos Produtores de Jacareacanga e Pinhal e Secretario Municipal de Agricultura de Jacareacanga (PA).</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 14, de 19 de agosto de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br ou para Editoria MSIa: geraldo@msia.org.br.</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://www.portalnahora.com.br/">http://www.portalnahora.com.br</a><strong> </strong></p>
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		<title>WWF quer &#8220;conservar&#8221; 60% da Amazônia brasileira</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/wwf-quer-conservar-60-da-amazonia-brasileira/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 18:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as ONGs ambientalistas estão dando pulos de alegria porque o Congresso americano aprovou, após anos de debate, um pacote de leis para a conservação ambiental de regiões e recursos hídricos que implicarão na criação de novas reservas ambientais, somando cerca de 1,5 milhão de hectares, distribuídas em noves estados da federação. «As futuras gerações olharão para este dia [24] como o maior marco na história da conservação [ambiental] da nossa nação» — resumiu um exultante William Meadows, presidente da ONG Wilderness Society.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Brasil-acima-de-tudo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9659" title="Brasil-acima-de-tudo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Brasil-acima-de-tudo-300x43.jpg" alt="" width="300" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2465" title="alertaem rede-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg" alt="" width="70" height="37" /></a>Nos EUA, as ONGs ambientalistas estão dando pulos de alegria porque o Congresso americano aprovou, após anos de debate, um pacote de leis para a conservação ambiental de regiões e recursos hídricos que implicarão na criação de novas reservas ambientais, somando cerca de 1,5 milhão de hectares, distribuídas em noves estados da federação. <em>«As futuras gerações olharão para este dia [24] como o maior marco na história da conservação [ambiental] da nossa nação»</em> — resumiu um exultante William Meadows, presidente da ONG Wilderness Society. <sup>[1]</sup></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/amazonia-wwf.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9660" title="amazonia-wwf" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/amazonia-wwf-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a><strong>WWF: querem conservar 60% da Amazônia, mas não é para a “humanidade” e, muito menos, para a sociedade brasileira.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;">Blindagem ambiental</span></h2>
<p>No Brasil, as ONGs ambientalistas estão igualmente radiantes com a criação de seis novas reservas, somando 2,3 milhões de hectares, ao longo da área de influência da rodovia (sic) Manaus-Porto Velho, a BR-319. A essas reservas, estaduais, se somam a outras seis federais com 5,5 milhões de hectares, criadas no ano passado, na mesma região e com o mesmo propósito, construir uma “blindagem ambiental” em função do possível asfaltamento da rodovia, uma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com suas dimensões amazônicas, esses quase 8 milhões de hectares transformados em reservas ambientais colocam no chinelo suas homônimas americanas acima citadas, que são quase seis vezes menores. Além disso, por aqui, não houve essa complicação de discuti-las no Congresso: duas simples canetadas, uma do governador amazonense e outra do presidente da República, resolveram o problema. <sup>[2]</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;">WWF, sempre o WWF!</span></h2>
<p>Nos bastidores da criação do gigantesco “mosaico” ambientalista da BR-319, encontra-se o WWF. Como se recorda, em 1997, houve um compromisso formal do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com o príncipe Philip, fundador e presidente emérito do WWF, de “conservar” 10% da Amazônia brasileira.</p>
<p>O WWF se lançou com afinco para cumprir a tarefa. Em 1998, fez uma parceria espúria com o Banco Mundial formando a Alliance for Forest Conservation and Sustainable Use (Aliança para a Conservação e Uso Sustentável das Florestas), precursor do engenhoso Amazon Region Protected Areas (ARPA), concebido para operacionalizar a conquista ambientalista dos 10% da Amazônia. De pronto, conseguiu amealhar uns US$ 81 milhões de suas coligadas, principalmente da americana, para colocar o projeto em marcha. Com o tempo, conseguiu que o projeto fosse encampado pelo governo brasileiro que nem se deu ao trabalho de trocar a sigla em inglês – ficou ARPA mesmo.</p>
<p>Atualmente, o WWF diz que o ARPA já “protege” mais de 32 milhões de hectares em reservas na Amazônia e já avisou que quer incorporar a maior parte do mosaico da BR-319, do qual o esquema só controla duas das seis reservas federais criadas no ano passado. <sup>[3]</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/amazonia-minerios-subsolo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9667" title="amazonia-minerios-subsolo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/amazonia-minerios-subsolo-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a>“Apenas” 30% a mais – que levam a 60%!</span></h2>
<p>Entretanto, a meta dos 10% se revelou tão fácil que, agora, a história é outra. De acordo com seus próprios estudos, o WWF informou que, para garantir a propalada amostra representativa da diversidade biológica, essa taxa deveria crescer para “apenas” 30%; mas, devido ao maldito aquecimento global, essa taxa teria que dobrar para, supostamente, manter os “fluxos, processos e serviços ecológicos” prestados pela Amazônia. <span style="color: #ff0000;"><strong>Ou seja, o WWF quer que 60% da Amazônia sejam “conservados”!</strong></span></p>
<p>Um olhar atento ao panorama estratégico mundial, onde a realidade está obrigando que uma nova ordem seja plasmada, desenha-se uma situação que guarda algumas semelhanças com o processo de ocaso do ex-Império Britânico que teve, como uma de suas principais características, uma acirrada disputa para o controle de matérias-primas essenciais nos campos mineral, energético e de alimentos. Mudaram os principais atores e métodos, mas os objetivos estratégicos permanecem os mesmos. É sob essa perspectiva que a acintosa proposta do WWF deve ser analisada: querem conservar 60% da Amazônia, mas não é para a “humanidade” e, muito menos, para a sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Notas:</strong><br />
[1] Congress Approves Landmark, Reuters, 27/03/2009</p>
<p>[2] Seis unidades de conservação serão criadas no Amazonas, WWF, 25/03/2009</p>
<p>[3] Ministério do Meio Ambiente: o negócio de 100 milhões de dólares, Alerta Científico e Ambiental, 10/09/2008</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Nilder Costa </em></strong>(*)<strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2465" title="alertaem rede-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/alertaem-rede-pequeno.jpg" alt="" width="70" height="37" /></a><br />
</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Brasil-acima-de-tudo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9659" title="Brasil-acima-de-tudo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/Brasil-acima-de-tudo-300x43.jpg" alt="" width="154" height="22" /></a></p>
<p>(*) Fonte: <a href="http://www.alerta.inf.br/Geral/1485.html">http://www.alerta.inf.br/Geral/1485.html</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos </strong>➞ Este post fois apresentado no site <em>«Brasil Acima de Tudo»</em>, em 06/04/2009. Tem como fonte outro site, o «Alerta em Rede», e a matéria é da autoria de um de seus editores, Nilder Costa. Introduzi subtítulos no texto para incentivar e facilitar a leitura. Mapa das riquezas do subsolo da Amazônia também acrescentado por mim.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para maiores informações, ver os sites:</strong> </span><a href="http://brasilacimadetudo.lpchat.com/"><span style="color: #000080;">http://brasilacimadetudo.lpchat.com</span></a><span style="color: #000080;">; e </span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens:</strong> </span><a href="http://brasilacimadetudo.lpchat.com/"><span style="color: #000080;">http://brasilacimadetudo.lpchat.com</span></a>; <a href="http://geografandomundo.blogspot.com/">http://geografandomundo.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></p>
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		<title>Batalha do Código Florestal desmascara agenda externa do ambientalismo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 16:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[A inesperada iniciativa do Governo Federal no sentido de obstaculizar a votação do projeto de reforma do Código Florestal, contrariando o compromisso assumido anteriormente com lideranças da Câmara dos Deputados e o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), teve o ponto positivo de desmascarar de uma vez por todas a origem externa das pressões ambientalistas contra o Brasil. De fato, o que ainda era considerado por muitos como exagero ou “teoria conspiratória”, ficou evidenciado pelas motivações explícitas do governo para evitar a aprovação quase certa do projeto de lei, manifestadas pelo próprio líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Codigo-Florestal.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8426" title="Codigo-Florestal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Codigo-Florestal.jpg" alt="" width="210" height="190" /></a>A inesperada iniciativa do Governo Federal no sentido de obstaculizar a votação do projeto de reforma do Código Florestal, contrariando o compromisso assumido anteriormente com lideranças da Câmara dos Deputados e o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), teve o ponto positivo de desmascarar de uma vez por todas a origem externa das pressões ambientalistas contra o Brasil. De fato, o que ainda era considerado por muitos como exagero ou “teoria conspiratória”, ficou evidenciado pelas motivações explícitas do governo para evitar a aprovação quase certa do projeto de lei, manifestadas pelo próprio líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/sofismo.files_.wordpress.com-ong-ambientalista.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4176" title="sofismo.files.wordpress.com-ong-ambientalista" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/sofismo.files_.wordpress.com-ong-ambientalista-227x300.jpg" alt="" width="227" height="300" /></a>Fica clara a agenda externa ambientalista/indigenista</span></h2>
<p>A despeito do impasse, a exposição à luz do dia da agenda externa do movimento ambientalista-indigenista fica como um ponto altamente positivo do processo de discussões sobre o Código Florestal. Hoje, não é mais possível negar que tal agenda é controlada por interesses alheios ao País, embora nem todos reconheçam ou admitam publicamente que ela constitui uma autêntica estratégia de “guerra irregular” contra o desenvolvimento brasileiro, cujo objetivo é criar grandes “áreas de exclusão ambiental” no território nacional, vedadas à exploração dos recursos naturais, à implementação de infraestrutura física ou a atividades econômicas modernas em geral.</p>
<p>Tal agenda tem sido insidiosamente imposta ao País desde o final da década de 1980, com grande sucesso, mas, recentemente, vem sendo crescentemente contestada pela conscientização sobre as suas origens, da qual são exemplos o próprio projeto de reforma do Código Florestal e o que submete futuras demarcações de terras indígenas ao crivo do Congresso, que também ainda não foi votado.</p>
<p>A “batalha do Código Florestal” pode configurar um ponto de inflexão nesse processo de percepção desse mecanismo de tutelagem externa do País por interesses internacionais contrários ao pleno desenvolvimento brasileiro.</p>
<p>O jornal <em>Valor Econômico</em> (13/05/2011) assim resumiu o desfecho:</p>
<blockquote><p><em>«A pressão de ONGs ambientalistas e da ex-senadora Marina Silva, que ameaçaram uma campanha internacional contra o novo código, também pesou na decisão do governo. A ordem é evitar prejuízos à imagem do país no exterior. E o governo preferiu manter-se na defensiva. &#8220;Não vamos votar um texto que compromete a imagem do Brasil, construída ao longo do tempo, de uma economia agrícola pujante, que defendo o meio ambiente&#8221; — afirmou o líder Vaccarezza.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;">Ultimato ambientalista e pressões financeiras internacionais</span></h2>
<p>O ultimato ambientalista foi transmitido ao governo no último dia 3 de maio, quando Marina Silva e representantes das principais ONGs que constituem as “tropas de choque” do aparato ambientalista no País &#8211; WWF-Brasil, Greenpeace e outras – se reuniram com o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, que saiu do encontro declarando que o governo discordava <em>«em 100%»</em> com o relatório de Aldo Rebelo.</p>
<p>A presença de Palocci no centro das negociações indica que, na raiz dos temores do governo, estão as pressões do sistema financeiro internacional, uma vez que o ex-ministro da Fazenda do governo Lula é notoriamente conhecido como um dos seus principais porta-vozes em Brasília. E, como também é sabido, os interesses financeiros e o aparato ambientalista internacionais estão estreitamente interligados – como, de resto, se pode constatar com um breve exame da composição das diretorias das principais ONGs envolvidas na campanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;">Chantagem governista</span></h2>
<p>A influência do setor financeiro é de tal monta que levou o governo a exacerbar as suas ações, passando a uma atitude de chantagem ostensiva para neutralizar as pressões pela aprovação do projeto de reforma do código. Em entrevista coletiva, na tarde da quinta-feira 12 de maio, o líder Vaccarezza não mediu palavras para informar as intenções do Palácio do Planalto, ao afirmar que, além de não haver prazo definido para uma nova votação, o decreto que adia a aplicação dos dispositivos do Código Florestal em vigor, que vence no próximo dia 11 de junho, não será prorrogado:</p>
<blockquote><p><em>«Pelo que eu sei nas conversas no governo, esse decreto não será prorrogado. Então é importante que as pessoas que defendem o setor produtivo e que estão participando desse debate acelerem pra gente fazer um acordo e poder votar. Porque você tem primeiro a decisão do Legislativo e depois, do Executivo.»</em> (<em>UOL</em>, 12/05/2011)</p></blockquote>
<p>Para não deixar margem a dúvidas, Vaccarezza ameaçou, ainda, com a possibilidade de veto da presidente Dilma Rousseff, se o resultado final não for do agrado do governo: <em>«Se a presidente não sancionar, a lei não vale&#8230; Para derrubar veto, não é fácil. E não há essa tradição.»</em> (<em>Valor Econômico</em>, 13/05/2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008000;">Produção versus sustentabilidade</span></h2>
<p>Apesar de as cartas estarem na mesa, para o governo, pode acabar sendo muito alto o custo político de uma rejeição do que configura o desejo explícito de grande parte da sociedade, refletido na disposição favorável da Câmara dos Deputados ao projeto de Aldo Rebelo. Caso se permita que vença o prazo de suspensão do código em vigor, abrindo caminho para toda sorte de punições jurídicas aos produtores agropecuários de todo o País, estarão criadas condições para uma perigosa fratura exposta na sociedade, cujo impacto sobre a decantada “governabilidade” poderá ser tão contundente quanto as pressões da alta finança global, que tanto intimidam os ocupantes do Palácio do Planalto.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. II, Nº 52, de 13 de maio de 2011. Introduzi subtítulos e grifos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7481" title="seta-laranja-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagens: </strong><a href="http://sempretops.com">sempretops.com</a>; <a href="http://g1.globo.com">g1.globo.com</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/afinal-qual-e-a-dos-ambientalistas-%e2%80%93-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-preta-meria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4973" title="Harpia-preta-meria" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-preta-meria.jpg" alt="" width="100" height="71" /></a>[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR]</strong></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/carro-eletrico-sendo-carregado.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8449" title="carro-eletrico-sendo-carregado" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/carro-eletrico-sendo-carregado-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><span style="color: #000080;">A contradição dos carros elétricos</span></h2>
<p>Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e industriais, assim como os trens, sejam providas de motores elétricos. O que isso pode significar para o mundo?</p>
<p>Em primeiro lugar, os motores automotivos elétricos ainda não têm uma tecnologia adequada e firmada, eficiente e barata, mormente no que diz respeito à acumulação de energia – as baterias acumuladoras de eletricidade ainda têm que ser muito grandes e pesadas, o que dificulta sua utilização. Por isso os motores elétricos são, ainda, de baixo rendimento e/ou de pequeno alcance operacional, apenas passíveis de ser utilizados em máquinas de pequeno porte – inclusive em veículos de alcance e de velocidades reduzidas.</p>
<p>Em segundo lugar, com as atuais restrições que estão sendo impostas, ou, no mínimo, propostas, no sentido de que sejam abandonadas aquelas três formas de fornecimento de eletricidade tradicionais, de que modo se poderá, a partir de outros sistemas energéticos alternativos (propalados pela mídia e pelos ambientalistas), suprir as necessidades de transportes e de máquinas – na base de motores elétricos – em relação a uma população mundial da ordem de quase sete bilhões de pessoas?</p>
<p>Será que há uma certa contradição nisso tudo, ou é só impressão minha? Como é que, por um lado, se combatem os sistemas energéticos tradicionais – o únicos realmente viáveis, econômica e operacionalmente falando – e por outro lado lutam pela adoção maciça de máquinas e carros elétricos? De onde virá a energia para nutrir uma demanda tão grande?</p>
<p>A propósito, uma das grandes reivindicações dos ambientalistas radicais é o abandono dos alimentos transgênicos, bem como da utilização de insumos e/ou de outras substâncias industriais na agricultura. Ele se batem por alimentos ditos como “orgânicos”, sem qualquer substância agregada de origem não natural.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Aliás, não me consta que algum dia comemos alimentos não-orgânicos; será que alguém já comeu um bom bife de granito? Ou uma pizza de mármore? Ou mesmo uma farofa de areia da praia?</strong></span></p>
<p>Eles se esquecem, entretanto, que para se produzir alimentos “orgânicos” a necessidade de área para as plantações, bem como para a alimentação natural do gado é muitas vezes maior do que aquela utilizada com recursos industriais. Será que haverá condições de se nutrir uma Humanidade, de cerca de sete bilhões de pessoas com produtos orgânicos, os quais são – também – muito mais caros (por motivos óbvios) do que os tradicionais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/controle-de-natalidade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8452" title="controle-de-natalidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/controle-de-natalidade.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a><span style="color: #000080;">A redução da população mundial</span></h2>
<p>A resposta à pergunta acima é simples – e sinistra. Eliminando-se os sistemas tradicionais de fornecimento de energia, optando-se pelos sistemas “limpos”, seguros e/ou renováveis, que não conseguirão abastecer a atual carga humana planetária, o negócio é reduzir a população mundial, a fim de que esses sistemas, pouco rentáveis, e de aplicação pontual, possam dar conta do recado.</p>
<p>Não é de hoje que inúmeros ambientalistas radicais e/ou dirigentes de vários países centrais pugnam pela redução da população mundial. Desde há muito tempo, quando da criação do Clube de Roma, em 1968, que propalou a teoria malthusiana dos “limites do crescimento”, que a idéia de um “maior controle” da população mundial – principalmente no Terceiro Mundo – vem prosperando, dando base, inclusive, a que Henry Kissinger montasse o famigerado <em>«Memorando NSSM-200»</em>, como é mostrado no livro <em>«Máfia Verde»</em>:</p>
<blockquote><p><em>«Em 1975, sob orientação pessoal do ex-secretário de Estado Henry Kissinger, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA determinou que o crescimento populacional do Brasil, junto com os de outras 12 nações em desenvolvimento – todas ricas em recursos naturais – constituía uma ameaça à segurança dos EUA e seus aliados (leia-se: Inglaterra). Tal política, manifestada no “Memorando-Estudo de Segurança Nacional 200” (o NSSM-200), era explícita em assinalar que a ameaça decorria da utilização dos recursos naturais, por parte daquelas nações, especialmente os recursos minerais, no atendimento de suas necessidades de bem-estar de suas crescentes populações.»</em></p>
<p><em>Entre as recomendações do estudo, encontram-se:</em></p>
<p>①<em> que a imposição “diplomática” das políticas malthusianas nos países do Terceiro Mundo deverá ocorrer por intermédio de agências multilaterais, em vez de por intervenção direta dos EUA;</em></p>
<p>②<em> a integração do planejamento familiar com os aspectos ligados ao desenvolvimento;</em></p>
<p>③<em> a persuasão dos líderes políticos dos benefícios do planejamento familiar; e</em></p>
<p>④<em> a premiação, com ajuda econômica, daquelas nações que demonstrarem boa conduta em seus programas de planejamento familiar. </em>[...]<em> «Os EUA poderiam trabalhar neste sentido, com as organizações internacionais interessadas – p.ex. oms, unfpa, bird, unicef etc». </em></p></blockquote>
<p>O assunto, portanto, não é de hoje. O <em>«Memorando»</em> de Kissinger, no entanto, visava apenas o controle da população dos países periféricos, a fim de que eles não utilizassem seus recursos naturais, em detrimento dos EUA.</p>
<p>O controle familiar, inclusive com a esterilização maciça das mulheres (o que já ocorreu, inclusive no Brasil) já existe em diversas partes do mundo (como na China, p. ex., onde há a limitação de um filho por casal, definida por lei). Só que reduzir a população mundial não significa apenas a adoção de programas de “planejamento familiar” nos países periféricos, mas a eliminação maciça das pessoas no mundo todo, inclusive nos próprios países centrais.</p>
<p>Reduzir a população mundial significa, de alguma forma, estabelecer-se que a Terra deveria abrigar apenas cerca de 500 milhões de pessoas, e, para se chegar a isso, até meados do século 21, no mais tardar em seu final (de acordo com alguns visionários malucos), seria necessária a eliminação de bilhões de pessoas excedentes àquele número, através de outros processos que não seriam, exatamente, os de “planejamento familiar”.</p>
<p>Mesmo porque, com o atual número de habitantes no planeta um governo único mundial seria algo extremamente difícil de ser implantado e de ser mantido – mas com um planeta contendo apenas algumas centenas de milhões de pessoas, isso seria, em princípio, muito mais possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Em seguida algumas frases de ambientalistas notórios:</span></p>
<blockquote><p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="size-full wp-image-5810 alignleft" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="64" height="79" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</em></strong></span> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18)</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="size-full wp-image-5841 alignright" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="67" height="75" /></a>Ted Turner, bilionário fundador da CNN: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.»</em></strong></span></p>
<p>Rico do jeito que este cidadão é, provavelmente, conseguirá ficar entre os seus preconizados 300 milhões – mas e a população “comum” do planeta?</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg"><img class="size-full wp-image-5860 alignleft" title="Michael-Oppenheimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg" alt="" width="120" height="65" /></a>Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde eles estão.»</em></strong></span></p></blockquote>
<p>Sem comentários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Globalizacao2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8454" title="Globalizacao2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/Globalizacao2-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a><span style="color: #000080;">Mudanças de paradigmas culturais e globalização</span></h2>
<p>Deve-se notar que a insistente globalização da economia e também, principalmente, da cultura – com a uniformização de costumes sob todos os sentidos, de senso moral, das manifestações artísticas, dos esportes de massa a níveis globais e até das religiões etc – consiste numa providência que já está sendo tomada com o intuito de homogeinizar as populações mundiais, no que diz respeito a seus desejos e modos de viver e de ver a vida, assim como de suas vontades e aspirações. Essa homogeinização é, tipicamente, algo deliberado, a fim de se chegar à civilização mundial única, com um governo mundial único. Tal tipo de “equalização” global, com a necessária mudança dos paradigmas culturais em cada nação, é também uma fase para a governança global, existindo inúmeras entidades, pertencentes ao <em>establishment</em> oligárquico que trabalham no que chamam de “engenharia social”. Dentre elas destaca-se o Instituto Tavistock de Relações Humanas, sediado em Londres, além de outros, principalmente nos EUA (Instituto Aspen, Instituto Rand, Fundação Rockefeller etc).</p>
<p>Além da homogeinização de costumes de uma forma geral, esses organismos implantam no seio das sociedades novas modas, novas necessidades, criam climas de permissividade e de tolerância em que tudo, por mais extravagante, imoral e/ou bizarro que seja passa a ser considerado normal, e também criam, no mundo, um clima de perplexidade e de decrepitude dos conceitos morais e sociais até então vigentes, assim como os demais paradigmas do que é certo e do que é errado, o que causa o descontrole emocional por parte das pessoas, fazendo-as ficar sem saber o que fazer e o que querer para si mesmas, para suas famílias e para suas comunidades, desfazendo o senso crítico das pessoas e tornando-as apáticas, fúteis, frívolas, e assim, totalmente dispostas a ouvir e a seguir quem quer que seja, seja qual for o assunto, por mais incrível que seja. As pessoas passam a se comportar como se fossem boiadas, e desta maneira, atendem e obedecem a qualquer um que se diga como um salvador. Esta é a governança mundial atuando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Que processos seriam esses?</span></h2>
<p>Os processos “paralelos” de diminuição da população planetária não são estanques – um é ligado a outro e, funcionam num contexto geral, uns combinados com outros.</p>
<p>Um dos processos “paralelos” é forçar a desindustrialização do mundo; outro seria limitar-se, drasticamente, os alimentos no planeta, ou torná-los tão caros que só uma minoria privilegiada possa ter acesso aos mesmos; outro processo seria a desintegração territorial dos países (um processo denominado “balcanização”), visando a desestruturação das sociedades e o esfacelamento das nações; outro método seria o de limitar e proibir a países “não alinhados” a utilização de sistemas eficientes de energia; outros métodos seriam a propagação de guerras, de doenças e a desassistência completa a certas parcelas da população mundial consideradas pelas elites como “débeis”, “inferiores” e/ou “perigosas”.</p>
<p>Tudo isso (e outras coisas mais) faz parte de uma espécie de “agenda” (termo cunhado pela jornalista canadense Elaine Dewar em seu livro <em>«Uma Demão de Verde»</em>) – isto é: uma série de “providências” a serem tomadas – e que já estão sendo tomadas – pelas grandes oligarquias corporatocráticas – ou cleptocráticas – mundiais que visam aquilo que se chama de “um mundo menor”, com uma “governança global” – ou seja, em outras palavras, com um “governo mundial único”&#8230;</p>
<p>Falemos, rápida e sucintamente (por não se tratarem de assuntos diretamente atinentes ao escopo do presente ensaio), sobre esses “processos paralelos”, que são considerados itens da dita “agenda”. Devo lembrar, mais uma vez, que cada uma dessas “providências” não constitui algo estanque, mas implica num relacionamento entre elas, num envolvimento recíproco, em que cada item da “agenda” se combina com outro a fim de compor o quadro geral de dominação e de diminuição populacional, com vistas à governança global.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cpmf.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8456" title="cpmf" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/cpmf-300x240.jpg" alt="" width="173" height="145" /></a>ⓐ o forçamento da desindustrialização do mundo.</strong></span></p>
<p>Este é um processo claramente em andamento, não só – e principalmente – nos países do Terceiro Mundo, como também nos países centrais. Trata-se de impedir o desenvolvimento industrial das nações limitando-se a difusão de tecnologias de ponta; a limitação compulsória da utilização de tecnologias avançadas de obtenção de energia; pela escalada da má educação e da cada vez pior capacitação de profissionais; por limitar-se e impedir-se que se construam obras de infra-estrutura nos países; por limitar-se o acesso aos recursos naturais e por outras providências semelhantes. Desindustrializar significa diminuir a oferta de benefícios, inclusive de alimentação à sociedade humama, pois só a níveis industriais se consegue prover a Humanidade daquilo que ela necessita.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/FomeZero85.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8457" title="FomeZero85" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/FomeZero85-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a>ⓑ a limitação dos alimentos no planeta.</strong></span></p>
<p>Isso também está em andamento e está ligado à limitação indicada acima. Um dos meios de se limitar a oferta e a distribuição de alimentos é limitar-se e até mesmo impedir-se a produção dos mesmos, não só limitando-se as áreas de plantio e de cultivo (com a implantação de reservas ecológicas, parques nacionais e reservas indígenas, assim como criando-se áreas de preservação obrigatória e/ou de outros impedimentos, ditos como para o bem da “sustentabilidade”), bem como colocando-se empecilhos nos processos industriais. Isso tudo, aliada à proibição da utilização de transgênicos, por todos os meios possíveis, com o intuito de se limitar a produção de alimentos, vai-se, cada vez mais, fazendo com que os alimentos fiquem escassos e tenham seus preços aumentados. A fome se alastra e milhões de pessoas, simplesmente, morrem. A falta de saneamento básico completa o quadro.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/map_yugoslavia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8458" title="map_yugoslavia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/map_yugoslavia-287x300.jpg" alt="" width="206" height="216" /></a>ⓒ a “balcanização” dos países.</strong></span></p>
<p>Este processo consiste na divisão forçada dos países, mormente os grandes, em vários países menores, como no caso que aconteceu na Iugoslávia – nos Bálcãs – daí o nome, “balcanização”. Dividir os países significa enfraquecê-los e a seus povos. Dividir para conquistar.</p>
<p>Dividir os países significa dificultar o trânsito interno de tecnologias, de processos industriais, de infraestrurura, de distribuição de recursos financeiros e humanos e de outras coisas mais que são facilitadas quando os países compõem um só território com uma mesma língua etc – quando seus recursos naturais, tecnológicos e humanos podem circular livremente, ajudando a todos, e quando todos têm os mesmos objetivos políticos e socioeconômicos. Divididos, os países acabam se isolando e lutando entre si por hegemonias locais e globais, e isso, claramente, inibe o desenvolvimento das nações. Inibindo-se o desenvolvimento das nações, inibe-se o seu crescimento populacional, pois sabe-se que o crescimento populacional é, normalmente, direta e decorrentemente, proporcional à riqueza de uma nação e à existência de um clima de paz.</p>
<p>Países pequenos são mais passíveis a depender de outros, mais comumente no que diz respeito a finanças, itens alimentícios, tecnologias de ponta e fornecimento de energia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ⓓ a limitação da utilização de sistemas modernos e eficientes de obtenção de energia.</strong></span></p>
<p>Este é o principal tópico analisado no presente ensaio. Sem energia, ou com sistemas energéticos antiquados, não há progresso. Sem progresso há decréscimo populacional. Exemplo de um sistema claramente antiquado de se obter energia é o sistema eólico, na base de moinhos de vento. Há milhares de anos que a Humanidade já utiliza os moinhos para os mais variados fins, e, ultimamente, para a obtenção de eletricidade. É, obviamente, um processo antiquado e de pouco rendimento, o qual, dificilmente, poderá ter funcionalidades melhores – pelo menos a curto e médios prazos.</p>
<p>Sem sistemas eficientes de fornecimento de energia há a desindustrialização – o que também já está ocorrendo em todo o mundo, mormente nos países periféricos. Sem energia e sem indústrias os países tendem a exportar <em>commodities</em> (materiais e produtos em estado bruto, sem beneficiamento), e isso aumenta o a velocidade do processo de desindustrialização. Um avanço na desindustrialização pode levar – e isso é o objetivo do ambientalismo corporatocrático e cleptocrático – a um gradual sistema de vida pré-era industrial, onde as pessoas só têm como formas de sustento/sobrevivência a agricultura, o artesanato familiar e o escambo.</p>
<p>O empenho das elites mundiais em dificultar o acesso à energia nuclear aos países tem esse objetivo: fazer com que eles se desindustrializem, à medida que o encarecimento dos combustíveis fósseis aumenta, assim como sua disponibilidade física. Proibir o Irã, por exemplo, de continuar suas pesquisas no campo nuclear – sob o falso pretexto de que aquele país estaria querendo fabricar armas nucleares (acusação em relação a qual até mesmo o Brasil já foi questionado, e continua sendo) para acabar com Israel – é uma atitude risível, mas que visa, não só a dependência do Irã aos monopólios mundiais de petróleo, como a estagnação tecnológica e industrial daquela nação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/vaca_louca.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8459" title="vaca_louca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/vaca_louca-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>ⓔ a propagação de guerras e de doenças e a desassistência completa a certas parcelas da população mundial.</strong></span></p>
<p>Este artifício de diminuir a população mundial com base no fomento de guerras, principalmente internas (guerras civis) é plenamente conhecido – mormente nos países do Terceiro Mundo e, dentre esses, principalmente na África, pois lá encontram-se enormíssimas quantidades de recursos naturais – mal administradas. E conflitos internos tendem a se alastrar, como o que está ocorrendo no mundo árabe.</p>
<p>Guerras, como as rebeliões civis em África são de grande valia para as corporações elitistas mundiais: armas são fornecidas, indistintamente, a ambos os lados dos grupos em confronto, em troca das riquezas naturais daqueles países, como diamantes (os “diamantes de sangue”), ouro, prata, urânio etc e o fácil acesso às suas jazidas de petróleo, dentre outras coisas. Destruídos os países pelos conflitos civis, em nome de suas “reconstruções” e da implantação da “democracia”, surgem as grandes corporações construtoras, como a Haliburton, de Dick Cheney, a Bechtel etc, para “auxiliar” os países destruídos – sob o pretexto de se estar, nesses países, implantando a democracia&#8230; Os países são destruídos, direta ou indiretamente, pelos mesmos que depois os reconstroem, diretamente.</p>
<p>O fomento de doenças tem igual propósito, e este item da “agenda” é acompanhado de outro, que é o da completa desassistência nutricional, social, médica, sanitária e psicológica a essas populações, as quais são deixadas completamente entregues à própria sorte – ou seja, morrendo – sem que ninguém faça nada. E muitas vezes, quando promovem algum tipo de ajuda “humanitária”, através de ONGs, essas, ao enviar alimentos para os moradores das áreas de conflito, aproveitam (e porque não?) a ocasião para também enviar lotes de armamentos e munições para a continuação dos próprios conflitos que dizem querer acabar&#8230;</p>
<p>Organismos internacionais, tais como a ONU, com suas “forças de paz” não só não atuam como verdadeiras forças de paz, como mantêm os conflitos em determinados limites adequados. Da mesma forma a OTAN, que, muitas vezes participa dos próprios conflitos, sob a bandeira de contê-los e/ou de encerrá-los, ou ainda de “proteger a população” dos ditadores enfurecidos, mantém as disputas, também dentro dos limites adequados e, como as tropas de paz da ONU, tratando apenas de defender os estrangeiros pertencentes aos países centrais (e/ou de evacuá-los) que porventura se encontrem nas regiões de conflitos.</p>
<p>No que diz respeito aos genocídios que são assim incrementados, manipulados e mantidos nos países, principalmente nos do “continente negro”, percebe-se, claramente, o componente racista: uma óbvia atitude de exterminação da raça negra. Note-se que esses conflitos, que não passam de limpezas étnicas, acontecem também em outros lugares do mundo, como aconteceu nos Bálcãs, no Oriente, no Oriente Médio e nas Américas do Sul e Central (a chamada “legenda negra”) – cujo caso mais recente é o completo abandono em que se encontra a população haitiana, após o terremoto que destruiu a nação, o que deve ter sido altamente producente e conveniente para os racistas de plantão. O mesmo aconteceu com a população negra de Nova Orleans.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000080;">Resumo</span></h2>
<p>➊ Os métodos de obtenção de energia na base de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) não podem ser substituídos, a curto e médio prazos por outros sistemas, mormente os pertencentes às chamadas “energias limpas/renováveis” (energia eólica, solar, biomassa, etanol etc), devido aos baixos rendimentos econômicos desses métodos e à flutuabilidade de suas produções.</p>
<p>➋ Os únicos métodos de obtenção de energia viáveis, que podem, paulatinamente, ir substituindo os sistemas à base de combustíveis fósseis são os sistemas hidrelétricos e/ou o sistema nuclear. No entanto, esses métodos também apresentam inconvenientes, conforme apontados no presente ensaio – inconvenientes esses que são alvos dos ambientalistas.</p>
<p>➌ Os perigos e/ou inconvenientes relativos aos sistemas hidrelétrico e nuclear não são <span style="text-decoration: underline;">razões suficientes</span> para que os mesmos sejam abolidos, em prol dos “sistemas limpos/renováveis”.</p>
<p>➍ Uma clara contradição existente nos argumentos dos ambientalistas reside no fato de serem, por eles, incentivados projetos de automóveis, veículos de serviço e máquinas na base de eletricidade, o que redundaria em enorme demanda de energia elétrica mundial – que os métodos “limpos/renováveis” não podem atender, face as necessidades da população mundial.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5236" title="marina-silva" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/marina-silva-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>➎ Os argumentos em prol dos sistemas “limpos/renováveis” de energia são utópicos – assim como utópica é a idéia de “sustentabilidade”.</p>
<p>➏ No caso de uma obrigatoriedade do uso de “sistemas limpos/renováveis”, a curto e médios prazos, em escala mundial, a solução seria a desindustrialização das nações, o que, aliado a outros fatores e providências – algumas delas insanas, utópicas e imorais – acarretaria, forçadamente, a diminuição maciça da população mundial.</p>
<p>Daí as perguntas finais:</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>«E aí, ambientalistas? Qual é a de vocês?»</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>«Que soluções energéticas viáveis vocês têm para o planeta?»</strong></span></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3925" title="harpia-temalivre2010-direitapequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/harpia-temalivre2010-direitapequena.jpg" alt="" width="60" height="39" /></a><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagens:</strong><a href="http://alsocab.blogspot.com/">http://alsocab.blogspot.com</a><strong>; </strong><a href="http://www.obvius.org/">http://www.obvius.org</a><strong>;</strong></p>
<p><a href="http://admb94.blogspot.com/">http://admb94.blogspot.com</a>; <a href="http://newstageeventos.blogspot.com/">http://newstageeventos.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://wacandido.blogspot.com/">http://wacandido.blogspot.com</a>; <a href="http://tkgeo.blogspot.com/">http://tkgeo.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://umplagarto.blogspot.com/">http://umplagarto.blogspot.com</a>; <a href="http://blogmanueldutra.blogspot.com/">http://blogmanueldutra.blogspot.com</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Batalha do Código Florestal: a ameaça do radicalismo &#8220;verde&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 03:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[As fortes pressões desfechadas nos últimos dias sobre o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do projeto de reforma do Código Florestal, denotam tanto a influência do aparato ambientalista internacional na política brasiliense como as disputas internas do PT, com o objetivo de aumentar o cacife do partido no governo da presidente Dilma Rousseff. Com essas manobras de última hora, a votação do projeto de lei, que deveria ter ocorrido esta semana, foi adiada para a próxima.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/aldo_rebelo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8262" title="aldo_rebelo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/05/aldo_rebelo-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>As fortes pressões desfechadas nos últimos dias sobre o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do projeto de reforma do Código Florestal, denotam tanto a influência do aparato ambientalista internacional na política brasiliense como as disputas internas do PT, com o objetivo de aumentar o cacife do partido no governo da presidente Dilma Rousseff. Com essas manobras de última hora, a votação do projeto de lei, que deveria ter ocorrido esta semana, foi adiada para a próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PT é contra a reforma do Código Florestal</h2>
<p>A vitória do deputado estadual paulista Rui Falcão na eleição para a presidência do partido, aparentemente, contra a vontade da presidente, além de demonstrar outra vez a força política do ex-deputado José Dirceu, seu padrinho, significou um grande reforço para os setores mais radicais do PT, entre os quais se encontram alguns dos principais adeptos do radicalismo ambientalista, que se opõem ao projeto de Aldo Rebelo. Por isso, a decantada “governabilidade” do governo Dilma parece depender muito mais das múltiplas agendas políticas e idiossincrasias ideológicas do seu próprio partido do que de uma oposição pouco habituada a este papel e, em grande medida, com representantes mais atentos aos requisitos do desenvolvimento do País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Extremistas ambientais ameaçam os pequenos produtores</h2>
<p>O adiamento da votação foi um desfecho inesperado, uma vez que o governo já havia demonstrado uma inclinação para o entendimento com o relator do projeto, no sentido de se chegar a um consenso mínimo que pudesse atender às necessidades de segurança jurídica dos produtores e aos reclamos dos setores comprometidos com a proteção do meio ambiente de uma forma racional. Ademais, as tradicionais barganhas políticas envolvendo o chamado “baixo clero” também contribuíram para que o governo pedisse o adiamento da votação.</p>
<p>Entre os principais pontos dos quais os radicais “verdes” não abrem mão, que acabaram forçando um recuo de Aldo Rebelo, está a manutenção da faixa de proteção de 30 metros de matas ciliares, mesmo para pequenas propriedades, que, se persistir, poderá inviabilizar muitas propriedades de pequeno e médio porte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O objetivo dos ambientalistas é prejudicar a produção agrícola do Brasil</h2>
<p>Em um momento de agravamento da crise sistêmica global, no qual o pleno aproveitamento do potencial produtivo de alimentos se mostra como um fator crucial para o desenvolvimento brasileiro, no futuro imediato, a concessão de exigências que se transformaram em autênticos dogmas, sem qualquer base científica e exclusivas do Brasil, representa uma grave ameaça à consolidação do País como o maior produtor de alimentos do mundo, em um prazo de uma década ou pouco mais. Isto, sem mencionar os obstáculos tradicionalmente impostos pelo radicalismo ambientalista a projetos de infraestrutura viária e energética vitais para a modernização da economia nacional, principalmente, nas regiões menos desenvolvidas.</p>
<p>Além disso, a aprovação de uma legislação com grande potencial para inviabilizar as atividades de um grande número de produtores agropecuários em todo o País poderá acarretar movimentos de insatisfação semelhantes aos ocorridos na vizinha Argentina, com consequências imprevisíveis para o abastecimento alimentício e a paz social no campo brasileiro.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <em>MSIa INFORMA</em>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. II, Nº 51, de 06 de maio de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7481" title="seta-laranja-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-laranja-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>MSIa INFORMA</em></strong> é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7479" title="seta-cinza-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-cinza-mini.jpg" alt="" width="20" height="14" /></a>Imagem:</strong> <a href="http://www.fne.org.br/">http://www.fne.org.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>WHRC – Woods Hole Research Center</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 14:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O WHRC foi fundado e ainda é presidido pelo biólogo George M. Woodwell, também membro fundador do EDF, do World Resources Institute e do Natural Resources Defense Council, ex-presidente da Ecological Society of America, ex-presidente e atual membro do conselho nacional do WWF dos EUA e um dos oito membros do conselho consul­tivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPAM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/whrc_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7282" title="whrc_logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/whrc_logo.jpg" alt="" width="243" height="192" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a>O WHRC foi fundado e ainda é presidido pelo biólogo George M. Woodwell, também membro fundador do EDF, do World Resources Institute e do Natural Resources Defense Council, ex-presidente da Ecological Society of America, ex-presidente e atual membro do conselho nacional do WWF dos EUA e um dos oito membros do conselho consul­tivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPAM.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Dados “fabricados” pelo fundador do WHRC</span></h2>
<p>Woodwell iniciou sua trajetória no aparato ambientalista internaci­onal no inicio da década de 1970, no EDF, com a campanha anti-DDT. Sua seriedade científica pôde ser aquilatada durante as audiências efetua­das em 1972 pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) para avaliar a necessidade de banimento do DDT, quando foi apanhado utilizando dados “fabricados” para sustentar os seus pontos de vista alarmistas sobre o pesticida.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><span style="color: #000080;">Financiado pelo <em>establishment</em> via USAID</span></h2>
<p>Como ocorre com a quase totalidade das ONGs do aparato ambi­entalista, o WHRC é financiado predominantemente pela rede de fundações “filantrópicas” do <em>establishment</em> dos EUA.</p>
<p>Em 1995, a entidade recebeu 215 mil dólares da Fundação MacArthur, para elaborar políticas de desen­volvimento florestal “adequadas”. No mesmo ano, o WHRC recebeu 200 mil dólares da Fundação W. Alton Jones. Para suas campanhas contra o desenvolvimento econômico da Amazônia, o WHRC recebe contribuições do próprio Governo dos EUA, via USAID.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/IPAM.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7284" title="IPAM" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/IPAM-300x104.jpg" alt="" width="300" height="104" /></a><span style="color: #000080;">IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), filial brasileira do WHRC</span></h2>
<p>Em maio de 1995, o WHRC fundou uma filial brasileira, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), sediada no <em>campus</em> da Universidade Federal do Pará. Entre os membros do conselho consultivo do IPAM, que traça as diretrizes da instituição, destacam-se: George Woodwell; o biólogo Daniel Nepstad; o geólogo I.rving Foster Brown, ex-professor da Universidade Federal Fluminense; a antropóloga Christine Padoch, do Jardim Botânico de Nova York; e o ex-presidente do IBAMA e do WWF-Brasil, Eduardo Martins.</p>
<p>Nepstad e Foster Brown têm sido os principais alimentadores do WHRC para a imprensa internacional sobre as queimadas e outros disparates pseudocientíficos sobre a Amazônia.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_-_central_flare.svg_-300x19.png" alt="" width="300" height="19" /></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>,   em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs   ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.   Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagem: </strong></span><a href="http://www.woodsholeconsortium.org/"><span style="color: #000080;">http://www.woodsholeconsortium.org</span></a><span style="color: #000080;">; </span><a href="http://www.katoombagroup.org/"><span style="color: #000080;">http://www.katoombagroup.org</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9620" title="harpia-10bMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-10bMicro.jpg" alt="" width="60" height="49" /></a></p>
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		<title>UICN – União Internacional para a Conservação da Natureza</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/uicn-%e2%80%93-uniao-internacional-para-a-conservacao-da-natureza/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 13:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundada em 1948, por iniciativa de Julian Huxley, Max Nicholson e outros “engenheiros sociais” britânicos. Como o WWF, tem sua sede em Gland, Suíça (até há pouco, ambos compartilhavam o mesmo prédio) e passa por ser a maior organização ambientalista do mundo, reunindo mais de 100 entidades governamentais e mais 640 ONGs de 68 países.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4880" title="uicn1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1-300x137.jpg" alt="" width="213" height="97" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="70" height="72" /></a>Fundada em 1948, por iniciativa de Julian Huxley, Max Nicholson e outros “engenheiros sociais” britânicos.</p>
<p>Como o WWF, tem sua sede em Gland, Suíça (até há pouco, ambos compartilhavam o mesmo prédio) e passa por ser a maior organização ambientalista do mundo, reunindo mais de 100 entidades governamentais e mais 640 ONGs de 68 países.</p>
<p>Sua ata de constituição foi redigida pelo Ministério das Relações Exte­riores britânico, por atribuição de Max Nicholson. A UICN considera que sua principal missão é a conservação da biodiversidade do planeta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>UICN junto com o PNUD</h2>
<p>Juntamente com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o World Resources Institute, a UICN elaborou uma “estratégia global de biodiversidade”, que inspira os planos de conservação de muitas nações. Seu pessoal planeja direta­mente as estratégias de conservação e administra os parques nacionais de muitas ex-colônias britânicas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/uicn.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7264" title="uicn" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/uicn.jpg" alt="" width="180" height="120" /></a>10% do planeta já são controlados pela UICN!</h2>
<p>De acordo com o cineasta Kevin Douglas, num artigo publicado em 05/janeiro/1999 na <em>newsletter</em> francesa <em>Intelligence</em>, intitulado <strong><em>«O Movi­mento Ambientalista – a História Secreta de uma Revolução»</em></strong>, a UICN já administra 10% da área terrestre do planeta. Segundo ele, <em>«o arquipélago verde de parques nacionais, florestas nacionais, monumentos nacionais e outras áreas ocupam mais terra que a Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka, Nepal, Butão, Afeganistão, Irã e Birmânia em conjunto»</em>. Estas áreas são todas “estritamente protegidas”.</p>
<p>Quando outras 40.000 áreas cuja proteção é mais branda são incluídas na lista, <em>«a área total sob conser­vação mais que dobra, atingindo os mencionados 10%»</em>.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #008000;"><em><strong>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb.png"><img class="size-medium wp-image-6767 aligncenter" title="div-01-pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/div-01-pb-300x30.png" alt="" width="300" height="30" /></a><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7478" title="seta-azul-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-azul-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> </strong><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong></span><a href="http://www.alerta.inf.br/"><span style="color: #000080;">http://www.alerta.inf.br/</span></a><span style="color: #000080;"> e </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">http://www.msia.org.br/</span></a><span style="color: #000080;"> . Mensagens e sugestões, favor enviar para </span><a href="http://www.msia.org.br/"><span style="color: #000080;">msia@msia.org.br</span></a><span style="color: #000080;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7484" title="seta-vermelha-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/seta-vermelha-mini.jpg" alt="" width="20" height="18" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞</span> loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : <a href="mailto:capaxdeieditora@gmail.com">capaxdeieditora@gmail.com</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Imagens:</strong> </span><a href="http://pt.wikinoticia.com/"><span style="color: #000080;">http://pt.wikinoticia.com</span></a><span style="color: #000080;">;</span><a href="http://tucanstourspa.blogspot.com/"><span style="color: #000080;">http://tucanstourspa.blogspot.com</span></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9618" title="HARPIAÁGUIA REALHARPIA HARPYJA137-001-04" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-17bMicro.jpg" alt="" width="60" height="47" /></a></p>
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		<title>TNC &#8211; The Nature Conservancy</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/tnc-the-nature-conservancy/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 16:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Máfia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
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		<description><![CDATA[Fundada em 1951, a TNC é a maior e mais rica ONG ambientalista dos EUA, com ativos superiores a 900 milhões de dólares, orçamento anual da ordem de 300 milhões de dólares, mais de 1.000 funcionários e mais de 700.000 membros contribuintes, dos quais mais de 400 são empresas. Sua especialidade é realizar grandes lucros em operações de compra de imóveis particulares, para, posteriormente, revendê-los a órgãos oficiais para fins de conservação ambiental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3323" title="Vampire-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-pequeno.jpg" alt="" width="54" height="54" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/TNClogo_L.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6883" title="TNClogo_L" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/02/TNClogo_L-300x228.jpg" alt="" width="226" height="171" /></a>Fundada em 1951, a TNC é a maior e mais rica ONG ambientalista dos EUA, com ativos superiores a 900 milhões de dólares, orçamento anual da ordem de 300 milhões de dólares, mais de 1.000 funcionários e mais de 700.000 membros contribuintes, dos quais mais de 400 são empresas. Sua especialidade é realizar grandes lucros em operações de compra de imóveis particulares, para, posteriormente, revendê-los a órgãos oficiais para fins de conservação ambiental.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Empresas por trás da TNC</h2>
<p>Entre as empresas que têm contribuído regularmente para a TNC, destacam-se a Dow Chemical, Exxon, Allied-Signal, W Atlee Burpee Co., British Petroleum, Enron, Newmont Gold Company, Times Mirror Corporation, Chevron, Coca-Cola, Du Pont, Eastman Kodak, J.P. Morgan Bank, Philip Morris e Boeing. Entre as fundações, destacam-se a Mellon, Amoco, ARCO, Cargill e Mildred Andrews Fund.</p>
<p>O currículo da TNC é extenso e envolve múltiplas transações suspeitas na aquisição de imóveis e outros bens que integram o seu impressionante conjunto de ativos. A organização conta com quadros profissionais de alto nível, que dedicam-se em tempo integral a promover e organizar uma miríade de ONGs ambientalistas em todo o mundo, com o propósito declarado de impedir o desenvolvimento de projetos industriais e de infra-estrutura.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A TNC no Brasil</h2>
<p>No Brasil, a TNC mantém “parceiras” com quatro ONGs: a Fun­dação Pró-Natureza &#8211; FUNATURA – dirigida pela ex-presidente do IBAMA, Maria Tereza Jorge Pádua; a Sociedade de Pesquisa em  Vida Selvagem (SPVS), de Curitiba (PR); a Fundação SOS Amazônia, de Rio Branco (AC); e a Ecotrópica. Sua representante no país é a economista Ângela Tresinati.</p>
<p>Em 1991, TNC e a FUNATURA efetivaram a primeira operação de troca de “dívida por natureza” no Brasil, no valor de 2,2 milhões de dólares, para o Parque Nacional Grande Sertão Veredas. Para viabilizar a operação, a TNC adquiriu títulos DFAs (Debt Finance Agreements) da dívida brasileira no mercado secundário. A TNC costuma ser uma das receptoras de dinheiro da USAID destinado anualmente ao Brasil sob a rubrica do meio ambiente.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6263" title="seta-verde-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/seta-verde-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong><em> —</em> Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004; e <strong><em>«</em></strong><strong><em>A Máfia Verde II – Ambientalismo – Novo Colonialismo» </em></strong>— Rio de Janeiro, Brasil: Capax Dei Editora Ltda., 2004.</p>
<p><strong><a href="../wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-amarela-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6268" title="seta-amarela-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-amarela-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Ver post neste site:</strong> <strong><a rel="bookmark" href="../confirmado-atividades-de-ongs-obedecem-aos-interesses-de-seus-financiadores-20091997/">Confirmado: atividades de ONGs obedecem aos interesses de seus financiadores (20/09/1997)</a>, na categoria &#8220;Arquivo&#8221;.<a rel="bookmark" href="../confirmado-atividades-de-ongs-obedecem-aos-interesses-de-seus-financiadores-20091997/"><br />
</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem: </strong><a href="http://www.n8brockbank.com/">http://www.n8brockbank.com</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Editorial: afinal, qual é a do IBAMA?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 20:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca é demais afirmar: em qualquer caso, em qualquer lugar, sob quaisquer condições, se houver um impasse decorrente da dúvida de se preservar o mico-leão dourado, a arara azul ou a baleia jubarte – se o ser humano estiver sob questão – deverá vencer sempre a opção que dê prioridade, que privilegie, antes de qualquer coisa, o ser humano. Qualquer outra decisão que coloque em risco o ser humano, sua segurança, seu bem-estar ou sua sobrevivência é, simplesmente, imoral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6009" title="50040azul-preto-brilhante3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/50040azul-preto-brilhante3-294x300.jpg" alt="" width="74" height="74" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/IBAMA-lpgp.png"><img class="alignright size-medium wp-image-6207" title="IBAMA-lpgp" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/IBAMA-lpgp-300x291.png" alt="" width="150" height="145" /></a>O IBAMA</p>
<p><em>«O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, mais conhecido pelo acrônimo IBAMA, é uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). É o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), instituída pela lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, e desenvolve diversas atividades para a preservação e conservação do patrimônio natural, exercendo o controle e a fiscalização sobre o uso dos recursos naturais (água, flora, fauna, solo, etc). Também cabe a ele realizar estudos ambientais e conceder licenças ambientais para empreendimentos de impacto nacional.»</em> (<em>Wikipédia</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>“Empreendimentos de impacto nacional”</h2>
<p>Será que esses “empreendimentos”, nesse nível de importância, podem ser submetidos ao crivo de uma simples autarquia? Nem a nível de ministério ela é.</p>
<p>Pois exerce esse poder. Exerce e parece que ninguém ousa contradizer suas deliberações e decisões. Se o IBAMA quiser, simplesmente, desconsidera qualquer reivindicação que seja capaz de colocar qualquer tipo de restrição – mesmo que tecnicamente contornável (como, por exemplo, as eclusas nas barragens das usinas hidrelétricas ou as rampas de acesso dos peixes às cabeceiras dos rios nas épocas da piracema) – em função da “preservação” e/ou do bem-estar da fauna e da flora brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/FUNAI-logo.png"><img class="alignright size-full wp-image-6210" title="FUNAI-logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/FUNAI-logo.png" alt="" width="126" height="182" /></a>Também a FUNAI</h2>
<p>Da mesma maneira, a <em>«FUNAI – A Fundação Nacional do Índio é o órgão do Governo Federal brasileiro que estabelece e executa a política indigenista no Brasil, dando cumprimento ao que determina a Constituição brasileira de 1988»</em>.<em> A FUNAI foi criada em 05 de dezembro de 1967 pela lei nº 5.371, durante o governo do presidente Costa e Silva, em substituição do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), este por sua vez criado em 1910.»</em> (<em>Wikipédia</em>)</p>
<p><em>«Compete à FUNAI promover a educação básica aos índios, demarcar, assegurar e proteger as terras por eles tradicionalmente ocupadas, estimular o desenvolvimento de estudos e levantamentos sobre os grupos indígenas. A Fundação tem, ainda, a responsabilidade de defender as comunidades indígenas, de despertar o interesse da sociedade nacional pelos índios e suas causas, gerir o seu patrimônio e fiscalizar suas terras, impedindo ações predatórias de garimpeiros, posseiros, madeireiros e quaisquer outras que ocorram dentro de seus limites e que representem um risco à vida e à preservação desses povos.» </em>(http://www.funai.org.br/)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3322" title="Vampire-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Vampire-medio.jpg" alt="" width="92" height="96" /></a>Entidades infernais, acima do bem e do mal</h2>
<p>Assim, a FUNAI é uma fundação que – à semelhança do que o IBAMA representa para as reservas ecológicas e parques naturais, faz o que quer e o que não quer no que diz respeito às reservas indígenas – mesmo que estas venham a contribuir para o emperramento do crescimento socioeconômico do Brasil – com o pretexto, em particular, de defender os interesses dos índios.</p>
<p>Quase ninguém, igualmente, ousa discordar de suas decisões, assim como em relação às posições intrensigentes assumidas pelo IBAMA.</p>
<p>Como resultado das nobres ações promovidas por essas duas olímpicas e sagradas entidades (melhor seria dizer: entidades infernais – pois infernizam a vida do Brasil), temos – de forma clara e absolutamente do conhecimento de todos, mormente das altas e verdadeiras autoridades basileiras – uma série de entraves impostos a quase todas as ações que visem a implantação de projetos de infra-estrutura que se possa pensar, em território brasileiro, ações essas que possam ter o intuito de melhorar as condições gerais de desenvolvimento do povo brasileiro como um todo.</p>
<p>Essas entidades agem como se fossem inimigas do Brasil – ou melhor, da população humana brasileira.</p>
<p><em><strong>«Nunca é demais afirmar: em qualquer caso, em qualquer lugar, sob quaisquer condições, se houver um impasse decorrente da dúvida de se preservar o mico-leão dourado, a arara azul ou a baleia jubarte – se o ser humano estiver sob questão – deverá vencer sempre a opção que dê prioridade, que privilegie, antes de qualquer coisa, o ser humano. Qualquer outra decisão que coloque em risco o ser humano, sua segurança, seu bem-estar ou sua sobrevivência é, simplesmente, imoral.»<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="41" height="26" /></a></strong></em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Declarações absurdas e imorais</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="61" height="77" /></a>As frases de David Foreman, porta-voz da ONG Earth First! representam esse absurdo:</p>
<p><em><strong>«O homem não é mais importante do que qualquer outra espécie… Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas.»</strong> </em>Citado por John Fayhee na revista <em>Backpacker</em>, setembro/1988, p. 22.</p>
<p><em><strong>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</strong></em> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18)</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5848" title="Thomas_E_Lovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg" alt="" width="84" height="89" /></a>Da mesma forma, cito a frase de Thomas E. Lovejoy, conselheiro do BIRD (Banco Mundial):</p>
<p><em><strong>«O planeta está no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida.»</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/abong2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5250" title="abong2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/abong2-203x300.jpg" alt="" width="92" height="136" /></a>A interferência das ONGs</h2>
<p>Paralelamente – o que também é do conhecimento de todos – há a flagrante ingerência de ONGs estrangeiras infiltradas nessas duas entidades através de elementos que, sabidamente, fazem parte dessas mesmas ONGs, até mesmo na composição de suas diretorias.</p>
<p>No caso do Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, era clara a vinculação da ex-ministra daquele órgão com ONGs estrangeiras. Vou citar parte do texto encontrado no post <strong><em>«ONGs no governo: a república ambientalista»</em></strong>, publicado neste mesmo site:<em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4928" title="marina4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina4-300x296.jpg" alt="" width="152" height="149" /></a>«A onda de ONGs no Governo e Marina Silva</em></h2>
<p><strong><em>«O avanço “ongueiro” chegou ao ponto de tomar o controle de alguns ministérios e dependências governamentais. O caso mais escandaloso é o do Ministério do Meio Ambiente, hoje conhecido como o “ministério das ONGs”, não apenas pelas estreitas relações da própria ministra Marina Silva com o movimento ambientalista, mas também por ter este movimento fornecido graduados ativistas para ocupar dez dos cargos mais importantes daquele órgão federal. Alem da própria Marina Silva</em><em> </em><em>e de seu chefe de gabinete, Bruno Pagnoccheschi,</em><em> </em><em>oriundo do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), aí encontramos:</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>▶<em> Flávio Montiel da Rocha — diretor de Proteção Ambiental do IBAMA, foi coordenador de Unidade Política do Greenpeace e consultor do Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Brasil);</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> João Paulo Capobianco — secretário de Biodiversidade e Florestas, foi diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, além de fundador e coordenador do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental (ISA);</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Marcelo Marquesini — coordenador de Fiscalização Ambiental do IBAMA, trabalhou seis anos no Greenpeace;</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Marijane Vieira Lisboa — secretária de Qualidade Ambiental, também tem longa ficha de trabalhos prestados ao Greenpeace, onde atuou por mais de dez anos como secretária-executiva e coordenadora da campanha “Por um Brasil Livre de Transgênicos”. Foi substituída recentemente por Ruy de Góes, ex-coordenador da campanha do Greenpeace contra o programa nuclear brasileiro;</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Tasso Rezende de Azevedo — diretor de Programa da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, foi secretário-executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA);</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Muriel Saragoussi — diretora do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), é oriunda da Fundação Vitória Amazônica (FVA).</em></strong></p>
<p><strong><em>Integram também postos-chave:</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Atanagildo Fonseca — oriundo do Conselho Nacional de Seringueiros, na Secretaria de Coordenação da Amazônia;</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Brent Milikan — do Fórum das ONGs de Rondônia;</em></strong></p>
<p><strong>▶<em> Gilney Viana — secretário de Desenvolvimento Sustentável e ex-deputado federal, apadrinhado por entidades do “terceiro setor” da Amazônia.</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/fabio-vaz-de-lima.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-5244" title="fabio-vaz-de-lima" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/fabio-vaz-de-lima.jpeg" alt="" width="300" height="220" /></a>«O principal comprometimento de Marina Silva</em></h2>
<p><strong><em>Porém, uma das vinculações mais embaraçosas de Marina Silva com as ONGs é o seu próprio marido, Fábio Vaz de Lima, ex-secretário do influente Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), um conglomerado de 200 ONGs que atuam na Amazônia. Em abril de 2004, o nome de Vaz apareceu na imprensa em função de um escândalo da venda de mogno apreendido pelo IBAMA e “doado” para a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), uma das integrantes do GTA; e novamente no início de 2005, por estar recebendo mais de R$ 8 mil por mês, como um dos 21 comissionados no gabinete do senador Sibá Machado (PT-AC), que assumiu a cadeira de Marina Silva na Câmara Alta.»</em></strong></p>
<p>Fábio Vaz de Lima, na imagem, está sentado na fileira por trás da de Marina Silva.</p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<h2>Será que ninguém percebe o que está acontecendo?</h2>
<p>Será que o povo brasileiro, através de suas representações legislativas e executivas não percebem esses escândalos? Não percebem que essas pessoas não estão, nem estarão trabalhando pelo Brasil?</p>
<p>Não percebem que as ações desses organismos acabam se convertendo em enormes entraves para o desenvolvimento da nação brasileira?</p>
<p>E pior: as reservas ecológicas e indígenas são parte da agenda imposta pelas elites mundiais que visam obstaculizar o desenvolvimento dos chamados países “periféricos” (ex-subdesenvolvidos), privando esses países de utilizar suas reservas naturais a fim de crescerem socioeconomicamente, como os chamados países “centrais” já fizeram. Todo mundo sabe disso e ninguém faz nada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cercando nossas riquezas</h2>
<p>As reservas, simplesmente, “cercam” os mais importantes reservatórios naturais dos Estados, impedindo sua utilização por parte dos mesmos – ou melhor, mantendo as reservas intactas para quando os tais países “centrais” necessitarem delas – para a manutenção de seus níveis de vida megalômanos, de consumo e de confortos exagerados.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5860" title="Michael-Oppenheimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg" alt="" width="246" height="135" /></a>Declaração de Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações Internacionais, Universidade de Princeton:</p>
<p><em><strong>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde eles estão.»</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Roriama-minerios.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6214" title="Roriama-minerios" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Roriama-minerios-222x300.jpg" alt="" width="270" height="366" /></a>Exemplo emblemático</h2>
<p>O exemplo das reservas indígenas de Roraima serve para mostrar as riquezas minerais do Estado “cercadas” pelas reservas. É um escândalo! Será que ninguém está vendo essas coisas? A reserva yanomâmi é quase do tamanho de Portugal, só para abrigar cerda de 10 ou 12 mil indígenas&#8230; Em compensação, lá dentro está concentrada a maioria das reservas naturais minerais daquele Estado&#8230;</p>
<p>A reserva Raposa-Serra do Sol, instituída recentemente, acabando de cercar as últimas riquezas de Roraima, já mostra hoje o erro que representou. Pouco mais de um ano após a demarcação, vemos a população indígena da região passando fome – pois claro, perderam seus empregos nas fazendas dos agricultores que anteriormente lá existiam. E não vai ser pescando e caçando nas matas que eles vão recuperar sua vida civilizada anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Zoológicos humanos</h2>
<p>O que será que significa para a FUNAI <em>«defender as comunidades indígenas»</em>? Seria implantar as reservas para manter em seu interior os índios, completamente afastados da civilização, num estado neolítico perene, sem assistência adequada, só para servir de material de estudo para sociólogos e antropólogos e para visitação recreativa, como em verdadeiros zoológicos humanos, para o deleite de abastados turistas estrangeiros?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Impedindo a melhoria de nossa infra-estrutura</h2>
<p>Ou então, no caso de muitas reservas ecológicas, serão elas demarcadas com o intuito de brecar e de impedir o alastramento do desenvolvimento de inúmeras regiões, impedindo, por exemplo, a construção de estradas, de hidrovias e de quaisquer outros projetos de infraestrutura necessários ao progresso? Parece que sim.</p>
<p>Até bem pouco tempo seria necessário um “estudo de impacto ambiental” – dependente do IBAMA – para a obra de um simples recapeamento asfáltico de uma rodovia. E isso demorava anos! Pode-se assim, entender melhor o péssimo estado de conservação de nossas estradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/comercio.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6215" title="comercio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/comercio-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a>Competição comercial internacional</h2>
<p>Como uma das muitas consequências dessas políticas antidesenvolvimentistas, há a questão: como é que o Brasil vai competir no mercado mundial com nossos preços inflacionados pelos custos de transportes (sem se falar nos impostos), estocagem e custos portuários, se aquelas duas entidades impedem quaisquer projetos de melhorias nessas áreas?</p>
<p>Não é com a desvalorização do real que nossas exportações passarão a ser mais atrativas. Isso pode <em>também</em> acontecer – mas em detrimento da maioria da população, que só tem a ganhar com o real valorizado. Quem ganharia, no caso, seriam os industriais – a minoritária elite empresarial brasileira.</p>
<p>É com a modernização geral de nossa infra-estrurura, dos meios de transportes, com a melhoria de nossas estradas, com a construção de ferrovias e de hidrovias, assim como com a construção de plantas energéticas modernas, inclusive as nucleares, de melhoria de nossos portos etc – que nossos preços poderão se tornar competitivos.</p>
<p>Com a desvalorização do real só ganha uma minoria. Com a melhoria, aumento e modernização de nossa infra-estrutura, ganha o Brasil, ganha todo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Será que aquelas duas entidades vão “deixar” que isso aconteça?</h2>
<p>Não canso de repetir: será que os brasileiros não percebem essas coisas? Será que ninguém desconfia de que muitas das reservas – ecológicas e/ou indígenas – não passam de artifícios para isolar áreas, privando-as do controle efetivo dos governos estaduais e da utilização dos seus recuros por firmas nacionais e públicas?</p>
<p>Os governos estaduais não têm meios ou poderes de interferir nas decisões radicais dessas duas entidades, nem sequer podem argumentar contra suas ações – e se o fizerem, terão suas reivindicações, simplesmente, ignoradas, ou rapidamente desfeitas ou impugnadas pelo IBAMA e pela FUNAI. Pode-se entender daí, então, que essas duas entidades têm maior poder do que os dos próprios governos estaduais. Ou não?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/africanizacao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6216" title="africanizacao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/africanizacao-279x300.jpg" alt="" width="210" height="226" /></a>A “africanização” e a “balcanização” dos países</h2>
<p>O que essas duas entidades fazem é o que as grandes oligarquias mundiais já vêm fazendo em várias partes do mundo. No que diz respeito às reservas ecológicas, trata-se de uma nova forma de colonialismo, posta em prática, principalmente, a partir das reservas ambientais implantadas no continente africano, onde, através de ONGs, as riquezas daquele continente passaram a ficar sob o controle das transnacionais e dos países anteriormente colonizadores. Esse porcesso de neocolonialismo chama-se “africanização” de um país – por ter se originado em África.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/balcanizacao.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6217" title="balcanizacao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/balcanizacao-290x300.jpg" alt="" width="215" height="223" /></a>Por outro lado, as reservas indígenas cumprem o papel de outra idéia oriunda dos oligarcas, que é a de, a partir de pressupostos étnicos, dividir as nações – para mais facilmente conquistá-las – como fizeram na antiga Iugoslávia, que foi dividida em vários países menores sob a pressão militar exercida pela OTAN – o novo braço armado da ONU. No caso, a este processo, que também é imposto a muitos países, dá-se o nome de “balcanização” de um país, por ter se originado lá, na Iugoslávia, ou seja, nos Bálcãs.</p>
<p>Numa primeira visão, as reservas indígenas (assim como também as áreas quilombolas) parecem não representar perigo para a soberania da nação, no caso, o Brasil. Errado.</p>
<p>De acordo com um acordo firmado junto à ONU pelo Brasil e outras nações, os índios de uma reserva – por não se considerarem parte das nações onde se situam – caso se sintam ameaçados de alguma forma, inclusive pelo poder público do país, podem recorrer, internacionalmente, inclusive com a possibilidade de obter auxílio através de meios militares oriundos de outras nações – a fim de sua defesa! O que é isso, senão um claro processo de “balcanização” do país?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MP.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-6218" title="MP" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MP.gif" alt="" width="165" height="155" /></a>Posições do Ministério Público</h2>
<p>Em paralelo às tomadas de posições por parte do IBAMA e da FUNAI, também temos, infelizmente, o Ministério Público (MP) se posicionando de maneira discutível – e aparentemente injustificável – quando ocorrem polêmicas e disputas entre os interesses dos Estados frente a comunidades indígenas e quilombolas localizadas no território brasileiro, ou quando essas minorias são, de alguma forma, “ameaçadas” pelo avanço do progresso.</p>
<p>O Ministério Público, inclusive, abre questões, por livre e espontânea vontade, normalmente com ações contra o Poder Executivo e/ou contra empresários brasileiros, quando há até uma simples “ameaça” oriunda de um novo projeto desenvolvimentista – baseando-se nas mesmas premissas “politicamente corretas” que norteiam a FUNAI, por exemplo. O MP cansa de impedir ou de interromper projetos que são do evidente interesse do povo brasileiro – na maioria das vezes sob a razão de defender minorias.</p>
<p>Talvez por serem quase sempre respaldadas pelo MP que aquelas duas entidades tenham tanta força. Nos casos específicos envolvendo minorias étnicas, nunca vi o MP se manifestar em prol da maioria esmagadora do povo brasileiro. É realmente uma pena que não tenhamos nesse Ministério um autêntico defensor da nação brasileira – pois não é isso o que demonstram, de uma maneira geral, suas atitudes, posições e ações, nas áreas especificamente aqui abordadas.</p>
<p>E como se não bastasse isso tudo, ainda temos a CNBB com seus “missionários” adeptos da Teologia da Libertação (O chamado “lado comunista” da Igreja Católica) para respaldar os movimentos sociais (com o intuito de angariar mais fiéis, obviamente) e prejudicar o Brasil como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Um país de esquerda</h2>
<p>Há muitas décadas que o Brasil apresenta traços ideológicos de esquerda no seio de seu povo. Os intelectuais e artistas encabeçam essa característica. Depois do golpe de 1964 essa marca se cristalizou no Brasil e permanece até hoje. O Brasil é um país de esquerda – o que é comprovado com a eleição de presidentes que fazem parte de partidos de esquerda, como o PSDB e o PT há muito tempo.</p>
<p>Essa característica é acompanhada pelo Ministério Público. Sendo uma marca da esquerda a defesa das minorias, do pequeno (<em>small is beautiful</em>), esta entidade não poderia deixar de agir segundo essa ideologia, mormente quando seus procuradores são jovens e ainda muito teóricos e inexperientes. Claro que deve-se defender as minorias, mas não podemos deixar de considerar que vivemos numa democracia – onde deve prevalecer a vontade da maioria. Culturas e nichos minoritários podem ser preservados, mantidos dentro de limites adequados, mas não em detrimento da maioria.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Ulyssesguimaraesconstituicao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6219" title="Ulyssesguimaraesconstituicao" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/Ulyssesguimaraesconstituicao-300x204.jpg" alt="" width="411" height="279" /></a></p>
<p>Ulysses Guimarães, lembro bem, disse que a Constituição de 1988 iria tornar o país ingovernável – e é isso o que vemos claramente todos os dias. Não se consegue prender ou manter preso um bandido, porque seus direitos são tantos – respaldados pela Constituição Federal – que acaba tornando infrutíferos os trabalhos das polícias e do próprio MP, quando é o caso. A Constituição Federal de 1988 exacerbou os direitos individuais em detrimento aos direitos coletivos – devido aos 21 anos de ditadura militar (e mesmo de antes disso) quando os direitos individuais inexistiam. <em>Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza&#8230;</em></p>
<p>Sou admirador do Ministério Público, que tanto se empenha em lutar contra a criminalidade, a lavagem de dinheiro e a corrupção, mas quando se trata de meio ambiente, de índios e quilombolas, a coisa muda.</p>
<p>Nada contra as minorias, mas quando algumas centenas de pessoas ou mesmo milhares, são fatores para impedir o desenvolvimento de milhões, a defesa dessas minorias perde o sentido e torna-se indesejável e prejudicial ao progresso do Brasil. Recorrer ao Supremo Tribunal Federal também não dá em nada, já que o mesmo, de uns tempos para cá vem sendo politizado. E aí? Como é que ficamos? Recorrer a quem?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/dilma-rousseff.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6221" title="dilma-rousseff" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/dilma-rousseff-300x250.jpg" alt="" width="204" height="170" /></a>Primeiras reações</h2>
<p>Temos esperanças no governo central brasileiro. Será que o Planalto não vê nada disso?</p>
<p>Felizmente, parece que, agora que D. Marina foi afastada do MMA, o governo central está começando a ver. As usinas hidrelétricas de Belo Monte e as do rio Madeira, por exemplo, assim como o firme propósito do atual governo de construir mais usinas nucleares, e até de construir um submarino movido a energia atômica – são sinais claros de que o governo federal está relegando as infames ações daqueles dois primeiros órgãos em questão a um plano secundário. Mas até quando?</p>
<p>Será que aquelas criaturas que tinham, na época de Marina Silva, no MMA, cargos de relevância foram embora com ela? Duvido! As pressões exercidas pelos governos estrangeiros, diretamente, ou através de ONGs é muito grande. Pressões também são feitas através de organismos internacionais de financiamento, tais como o FMI, o BIRD (Banco Mundial) e o BID.</p>
<p>Será que nossa nova governante poderá vir a ter forças suficientes para defender nosso país dessas milícias estrangeiras? Pois se for necessário pegar em armas para defender o Brasil, que pegue. Dou a maior força e pego junto com ela! E este deverá ser, tipicamente, um bom combate!</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a><strong>Imagens:</strong> arquivo do site; <a href="http://alexishcomercio.blogspot.com/">http://alexishcomercio.blogspot.com</a>;</p>
<p><a href="http://www.anovademocracia.com.br/">http://www.anovademocracia.com.br</a>; <a href="http://marcosbau.com/">http://marcosbau.com</a>;</p>
<p><a href="http://mpfacil.blogspot.com/">http://mpfacil.blogspot.com/</a>; <a href="http://lidebrasil.com.br/">http://lidebrasil.com.br</a>;</p>
<p><a href="http://www.ailtonmedeiros.com.br/">http://www.ailtonmedeiros.com.br</a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a></p>
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		<title>O pensamento dos catastrofistas e outras personalidades</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 17:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="300" height="58" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/ameacaglobaltvcontacto.files_.wordpress.com_.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2212" title="ameacaglobal(tvcontacto.files.wordpress.com)" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/ameacaglobaltvcontacto.files_.wordpress.com_-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" /></a>Neste post são apresentadas frases atribuídas a alguns ambientalistas e a outras personalidades que defendem a tese do aquecimento global antropogênico. É impressionante verificar com que desdém é tratado o ser humano, a ponto de, alguns deles, considerarem que o homem é como um virus que merece desaparecer da face da Terra, em prol da aludida “sobrevivência” do planeta. Outros acham que deveria acontecer uma catástrofe de proporções bíblicas para convencer os que criticam suas posições radicais de que o consenso apocalíptico é verdade.</strong></p>
<p><strong>Ao mesmo tempo em que essa concepção pode ser considerada, no mínimo, imoral, algumas dessas pessoas parecem atribuir ao homem super-poderes,  como o de ser capaz de controlar as mudanças climáticas que ora se verificam. Isso é, não só uma grande ingenuidade, como também uma pretensão infantil – e revela o quanto eles não sabem sobre mudanças climáticas, ou o que é pior, recusam-se a saber. Estes são os verdadeiros negadores.</strong></p>
<p><strong>Por outro lado, alguns deles não se acanham em confessar que muitas das colocações catastrofistas difundidas por entidades ligadas ao monitoramento climático, como o IPCC, exageram, ou, simplesmente, mentem, cinicamente, com o intuito de amedrontar a humanidade, com fins políticos de preservar os recursos naturais do globo para, unicamente, beneficiar os países centrais, os quais se acham com o direito de manter seus atuais níveis de conforto, em detrimento dos países pobres, que, segundo eles, não têm mais o direito de se desenvolver.</strong></p>
<p><strong>Alguns comentários são tão absurdos e impensáveis que se duvida terem sido concebidos por pessoas, mentalmente, sãs. Felizmente, algumas previsões pessimistas já foram descartadas, pois, simplesmente, não aconteceram, dentro do universo temporal imaginado. Mesmo assim, esses inimigos da humanidade, ou loucos – ou, simplesmente, vendidos – continuam com suas ladainhas, negando-se a admitir que estão errados, mesmo sem nenhuma cobertura científica séria a respaldar suas afirmações.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="41" height="29" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5801" title="Evo_Morales" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg" alt="" width="98" height="82" /></a>Evo Morales, presidente da Bolívia:</strong></p>
<p><em>«Se as nações ricas desistirem de Kyoto seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra.»</em> (COP-16, Cancún, dez/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2859" title="SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/SigourneyWeaver-jamescameron-g1.globocom-2-300x213.jpg" alt="" width="151" height="107" /></a>Cineasta James Cameron, diretor de <em>«Avatar»</em>:</strong></p>
<p><em>«Se isto continua, nós teremos extinguido 70 % das espécies do planeta pelo fim do século.»</em> (Silicon Valley, out/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/HugoChavez.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5802" title="HugoChavez" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/HugoChavez.jpg" alt="" width="120" height="74" /></a>Hugo Chávez, presidente da Venezuela:</strong></p>
<p><em>«Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima”.»</em> (COP-16, Cancún, dez/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/eric_schmidt.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5803" title="eric_schmidt" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/eric_schmidt-209x300.jpg" alt="" width="99" height="143" /></a>Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminal:</strong></p>
<p><em>«Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.»</em> <em>«Concordo</em> ‒ acrescentou James Cameron ‒ <em>criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta.» </em>(Sillicon Valley, out/2010)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5804" title="Osama_bin_Laden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg" alt="" width="116" height="94" /></a>Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico:</strong></p>
<p><em>«O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande </em>[...] <em>maior do que as vítimas de guerra&#8230; O aquecimento está destruindo a capacidade do povo muçulmano de se alimentar com seus próprios produtos agrícolas. Esta é uma questão de vida ou morte.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="110" height="72" /></a>John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa:</strong></p>
<p><em>«O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” (global climate disruption) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos”</strong></p>
<p>No Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), em Bremenhaven, patrocinados pela Comissão Européia, 200 cientistas debateram como novo pânico “a acidificação dos oceanos”. <em>«Os oceanos acidificam-se muito mais rápido do que nunca na história da Terra&#8230; O gás estufa CO<sub>2</sub> não somente causa o aquecimento global mas, também, está acidificando cada vez mais os oceanos.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/CharlesManson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5806" title="CharlesManson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/CharlesManson.jpg" alt="" width="133" height="86" /></a>Charles Manson, em 1987:</strong></p>
<p><em>«Eu estou trabalhando para salvar o meu ar, minha água, minhas árvores e os meus animais selvagens, e eu estou tentando acabar com a sociedade. Por que você não diz a eles que as calotas polares estão derretendo porque vocês estão produzindo tanto calor com essa máquina&#8230;. Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria me sentido melhor, eu teria me sentido como se eu tivesse realmente a oferecer algo à sociedade&#8230;. a verdade é que o planeta Terra está morrendo.»</em> «Today Show», MSNBC – veja no Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5807" title="Carlos-Walter-Porto-Gonçalves" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg" alt="" width="123" height="90" /></a>Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a <em>Jornal Sem Terra</em> (do MST):</strong></p>
<p><em>«A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica&#8230; Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/GuyMcPherson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5808" title="GuyMcPherson" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/GuyMcPherson.jpg" alt="" width="128" height="78" /></a>Guy R. McPherson, professor de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona:</strong></p>
<p><em>«A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidamos já com a economia industrial.»</em> O prof. McPherson ganhou notoriedade anunciando “o fim do mundo” (<a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/p/alarmando.html">veja vídeo</a>). Em 2009, ele abandonou a carreira para se preparar para o “colapso” e vive do leite e ovos de pequenos animais numa comunidade rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Marinasilva1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5868" title="Marinasilva1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Marinasilva1-234x300.jpg" alt="" width="88" height="113" /></a>Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:</strong></p>
<p><em>«Chico </em>(Mendes) <em>talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. </em>(&#8230;) <em>ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis&#8230;»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="109" height="71" /></a>John Holdren, assessor de Obama para Ciência:</strong></p>
<p><em>«As informações sobre mudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Frente de Libertação da Terra, SP, junho/2010:</strong></p>
<p><em>«Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.»</em> (após atentado que queimou loja da Land Rover)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/JeremyHsu.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5809" title="JeremyHsu" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/JeremyHsu.png" alt="" width="116" height="72" /></a>Jornalista Jeremy Hsu:</strong></p>
<p><em>«As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo&#8230; </em>(&#8230;) <em>Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="79" height="99" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!:</strong></p>
<p><em>«O homem não é mais importante do que qualquer outra espécie&#8230; Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas.» </em>Citado por John Fayhee na revista <em>Backpacker</em>, setembro/1988, p. 22.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/IPCC.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5811" title="IPCC" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/IPCC.jpg" alt="" width="240" height="119" /></a>IPCC e a “desertificação” da Amazônia:</strong></p>
<p><em>«O IPCC </em>(&#8230;) <em>conclui, com 80 % de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana </em>(&#8230;) <em>A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.» </em>(<em>Agência Brasil</em>, 06/04/2007)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Segunda-sem-carne.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5812" title="Segunda-sem-carne" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Segunda-sem-carne.jpg" alt="" width="197" height="99" /></a>Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”</strong></p>
<p><em>«A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.»</em></p>
<p><em>«A justificativa, segundo a secretaria, é de que a dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.»</em> (<em>Folha de S. Paulo</em>, 20/09/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5814" title="RajendraPachauri" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg" alt="" width="114" height="77" /></a>Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas &#8211; IPCC:</strong></p>
<p><em>«O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes, um esbanjamento enorme. Acho que </em>(&#8230;) <em>os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.»</em> (<em>The Observer</em>, 29/11/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Obama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5815" title="Obama" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Obama.jpg" alt="" width="80" height="91" /></a>Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/2006:</strong></p>
<p><em>«Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e os padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/DavidViner.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5816" title="DavidViner" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/DavidViner.jpg" alt="" width="127" height="67" /></a>Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000:</strong></p>
<p><em>«Em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve.» </em>(<em>The Mail</em>, 10/01/2010)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/climate-justice.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5817" title="climate-justice" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/climate-justice.jpg" alt="" width="132" height="81" /></a>“Climate justice now!”</strong></p>
<p><em>«Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas, para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento da dívida histórica ecológica devida pelo Norte.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Via-campesina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5818" title="Via-campesina" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Via-campesina.jpg" alt="" width="130" height="74" /></a>Via Campesina Internacional:</strong></p>
<p><em>«As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente: 1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas dereforma agrária.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Singer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5819" title="Paul_Singer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Singer.jpg" alt="" width="98" height="100" /></a>Paul Singer, apologista da “economia solidária”:</strong></p>
<p><em>«O padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos_Vicente.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5820" title="Carlos_Vicente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos_Vicente.jpg" alt="" width="92" height="82" /></a>Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:</strong></p>
<p><em>«Precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo,</em> (&#8230;) <em>as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.»</em> (revista <em>Biodiversidad</em>, 04/06/2007)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Suprema-Mestra-Ching-Hai.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5821" title="Suprema-Mestra-Ching-Hai" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Suprema-Mestra-Ching-Hai.jpg" alt="" width="139" height="77" /></a>Supre</strong><strong>ma Mestra Ching Hai, “vinda do Himalaia”:</strong></p>
<p><em>«Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles</em> [os políticos] <em>não consertarem, será o fim em quatro ou cinco anos. </em>(&#8230;) <em>Eles precisam ser vegetarianos </em>(&#8230;) <em>proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta </em>(&#8230;) <em>o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia </em>(carma) <em>e comover a misericórdia do Céu.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ross-Gelbspan.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5822" title="Ross-Gelbspan" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ross-Gelbspan.jpg" alt="" width="125" height="82" /></a>Ross Gelbsan, ativista ambiental:</strong></p>
<p><em>«Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Leonardo_Boff_1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5823" title="Leonardo_Boff_1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Leonardo_Boff_1.jpg" alt="" width="121" height="97" /></a>Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:</strong></p>
<p><em>«A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, </em>(&#8230;) <em>a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40 % de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana.»</em> (<em>Agência Adital</em>)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5801" title="Evo_Morales" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Evo_Morales.jpg" alt="" width="112" height="94" /></a>Evo Morales, presidente da Bolívia:</strong></p>
<p><em>«Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista.»</em> (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/George-Monbiot-2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5824" title="George-Monbiot-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/George-Monbiot-2.jpg" alt="" width="126" height="89" /></a>George Monbiot, ambientalista do <em>The Guardian</em>, Londres:</strong></p>
<p><em>«Eu poucas vezes me senti tão sozinho. Diante da crise </em>[Climategate]<em>, eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo.</em> (&#8230;) <em>Não há modo de salvá-lo. Phil Jones </em>[chefe da Climatic Research Unit] <em>tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele.»</em></p>
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<p><strong>George Monbiot (II), ambientalista do <em>The Guardian</em>, Londres:</strong></p>
<p><em>«Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. </em>(&#8230;) <em>Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71 % para 57 % em apenas 18 meses. Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais (44 %) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41 %).»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Johnathon-Porrit.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5825" title="Johnathon-Porrit" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Johnathon-Porrit.jpg" alt="" width="119" height="81" /></a>Jonathon Porrit, decano dos “gurus verdes” no Reino Unido:</strong></p>
<p><em>«Precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa. Falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.» (Expresso</em>, Portugal, 06/12/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hans-Joachim-Schellnhuber.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5826" title="Hans-Joachim-Schellnhuber" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Hans-Joachim-Schellnhuber.jpg" alt="" width="130" height="88" /></a>Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro-chefe do governo alemão para proteção climática:</strong></p>
<p><em>«Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO<sub>2</sub> entre 2010 e 2050 </em>(…) <em>Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota </em>(…) <em>cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano </em>(…) <em>As cifras parecem gigantescas </em>(…) <em>se os alemães não mudam seus hábitos, o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático.» </em>(<em>Der Spiegel</em>, 09/04/2009)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5827" title="Paul_Ralph_Ehrlich" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich.jpg" alt="" width="85" height="91" /></a>Paul Ehrlich, no livro <em>«The Population Bomb»</em>, <em>Ballantine Books, </em>1968:</strong></p>
<p><em>«Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas&#8230; Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional… compulsivo se os métodos voluntários fracassam.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Club-of-Rome.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5828" title="Club-of-Rome" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Club-of-Rome.jpg" alt="" width="170" height="85" /></a>Clube de Roma – profetizou que o petróleo acabaria em 1980:</strong></p>
<p><em>«Procurando um novo inimigo que nos unisse, nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço&#8230; Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana&#8230; então, o inimigo real é a humanidade, ela própria&#8230; um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou… se a gente o inventa para servir no caso.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="77" height="97" /></a>David Foreman, porta-voz da ONG Earth First!:</strong></p>
<p><em>«Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana.»</em> (Citado por Gregg Easterbrook em <em>«The New Republic»</em>, 30/04/1990, p. 18)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stedile.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5829" title="Stedile" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stedile.jpg" alt="" width="122" height="83" /></a>João Pedro Stédile, líder do MST:</strong></p>
<p><em>«Os problemas são tão grandes que a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. </em>(&#8230;) <em>Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer um desequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano. Um grande problema é a falta de acesso à água potável para a maioria dos seres humanos. Setenta por cento da água potável do planeta é utilizada para irrigar o agronegócio e só 30 % é destinada aos animais e às pessoas.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5831" title="JAPAN-FRANCE-POLITICS" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali.jpg" alt="" width="108" height="75" /></a>Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:</strong></p>
<p><em>«A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente&#8230; </em>[Para nos preservarmos das pandemias] <em>é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas.»</em> (Blog <em>Conversation avec Jacques Attali</em>)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothy-E-Wirth.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5832" title="Timothy-E-Wirth" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Timothy-E-Wirth.jpg" alt="" width="115" height="71" /></a>Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da United Nations Foundation:</strong></p>
<p><em>«Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jeffery-Sachs.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5833" title="Jefferey Sachs" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jeffery-Sachs.jpg" alt="" width="107" height="74" /></a>Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:</strong></p>
<p><em>«Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento público. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Attenborough.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5835" title="NETHERLANDS NATURE AWARD" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Attenborough.jpg" alt="" width="115" height="79" /></a>David Attenborough, diretor de <em>«The Optimum Population Trust»</em>:</strong></p>
<p><em>«Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.»</em></p>
<p><em>«Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais.»</em> (<em>The Telegraph</em>, 14/04/2009)</p>
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<p><strong>Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro <em>«Respect for Nature»</em>:</strong></p>
<p><em>«Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do </em><em>Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso “Feliz libertação”!»</em> (<em>Princeton Univ Press</em>, 1989, pg. 115)</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Maurice_F_Strong.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5836" title="Maurice_F_Strong" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Maurice_F_Strong.jpg" alt="" width="87" height="85" /></a>Maurice Strong, secretário-geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92 (Rio 92):</strong></p>
<p><em>«Não é que a única esperança para o planeta consista no colapso das civilizações industriais. Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stewart-Brand.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5837" title="Stewart-Brand" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stewart-Brand.jpg" alt="" width="118" height="77" /></a>Stewart Brand, em <em>«The Whole Earth Catalog»</em>:</strong></p>
<p><em>«Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra.»</em> Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Faye-Dunaway.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5838" title="Faye-Dunaway" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Faye-Dunaway.jpg" alt="" width="109" height="78" /></a>Faye Dunaway, porta-voz de <em>«Mother Earth/Gaia»</em> na série <em>«Voice of the Planet»</em>:</strong></p>
<p><em>«Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5804" title="Osama_bin_Laden" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Osama_bin_Laden.jpg" alt="" width="108" height="88" /></a>Osama bin Laden:</strong></p>
<p><em>«A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações; </em>(&#8230;) <em>as estatísticas falam da morte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento, especialmente na África.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Zapatero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5839" title="Zapatero" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Zapatero.jpg" alt="" width="121" height="91" /></a>Premiê socialista espanhol na ONU <em>«luta contra a mudança climática»</em>:</strong></p>
<p><em>«O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego pero de 20 %, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos &#8220;muito mais devastadores para as gerações vindouras&#8221; e que &#8220;a saída da crise passa pelo crescimento sustentável&#8221;.»</em> (<em>El País</em>, Madri, 25/09/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gordon_Brown.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5840" title="Gordon_Brown" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Gordon_Brown.jpg" alt="" width="118" height="86" /></a>Premiê socialista britânico Gordon Brown:</strong></p>
<p>«Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada.» (Foro das principais economias sobre Energia e Clima).</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5814" title="RajendraPachauri" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/RajendraPachauri.jpg" alt="" width="118" height="79" /></a>Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:</strong></p>
<p><em>«Há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da indústria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. </em>(…) <em>Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO<sub>2</sub> baixo e uma sociedade sustentável.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5841" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="89" height="99" /></a>Ted Turner, bilhonário, fundador da CNN:</strong></p>
<p><em>«O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Christine-Stewart.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5842" title="Christine-Stewart" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Christine-Stewart.jpg" alt="" width="84" height="100" /></a>Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:</strong></p>
<p><em>«Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais&#8230; a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Suzuki.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5843" title="David-Suzuki" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Suzuki.jpg" alt="" width="148" height="88" /></a>David Suzuki, líder contra os políticos que não aderem ao alarmismo climático:</strong></p>
<p><em>«Eu gostaria de desafiar vocês a fazer um bom esforço para ver se há uma via legal para meter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barbara-Stocking.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5844" title="Barbara-Stocking" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barbara-Stocking.jpg" alt="" width="131" height="96" /></a>Barbara Stocking, executiva-chefe da OXFAM, na Gra-Bretanha:</strong></p>
<p><em>«Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptar à mudança climática não é sequer o 1 % do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro </em>[2009]<em>.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Emma-Brindal.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5845" title="Emma-Brindal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Emma-Brindal.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a>Emma Brindal, coordenadora da “Campanha pela Justiça Climática” da ONG Friends of the Earth:</strong></p>
<p><em>«A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frei-Betto.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5846" title="Frei-Betto" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Frei-Betto.jpg" alt="" width="143" height="96" /></a>Frei Betto: frade dominicano, teólogo da libertação:</strong></p>
<p><em>«A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. </em>(&#8230;) <em>Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.»</em> (<em>«Desafios da Educação Popular»</em>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Filme <em>«</em></strong><strong><em>A Era da Estupidez»</em> reedita falsidades de Al Gore:</strong></p>
<p><em>«Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político.»</em> O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público já saturado de mensagens catastrofistas sobre o clima e exposto nos últimos anos a filmes como o documentário <em>«Uma Verdade Inconveniente»</em>. (<em>Folha de S.Paulo</em>, 21/09/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barack-Hussein-Obama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5847" title="Barack-Hussein-Obama" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Barack-Hussein-Obama.jpg" alt="" width="146" height="86" /></a>Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:</strong></p>
<p><em>«Os EUA – e o mundo – enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática. </em>(&#8230;) <em>A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões.»</em> (discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro/2008)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5848" title="Thomas_E_Lovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Thomas_E_Lovejoy.jpg" alt="" width="99" height="105" /></a>Thomas E. Lovejoy, conselheiro do BIRD &#8211; Banco Mundial:</strong></p>
<p><em>«O planeta está no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Thomas-Houghton.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5849" title="John-Thomas-Houghton" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Thomas-Houghton.jpg" alt="" width="121" height="75" /></a>John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:</strong></p>
<p><em>«Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_F_Kennedy_Jr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5850" title="Robert_F_Kennedy_Jr" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Robert_F_Kennedy_Jr.jpg" alt="" width="118" height="73" /></a>Robert F. Kennedy, Jr.:</strong></p>
<p><em>«Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana do que Osama bin Laden e sua rede terrorista.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5805" title="John-Holdren" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/John-Holdren.jpg" alt="" width="118" height="77" /></a>John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:</strong></p>
<p><em>«Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: &#8220;pois o Regime Planetário, com certeza!&#8221;»</em> (Livro: <em>«Ecoscience: Population, Resources, Environment»</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Noel-J-Brown.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5851" title="Noel-J-Brown" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Noel-J-Brown.jpg" alt="" width="120" height="87" /></a>Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:</strong></p>
<p><em>«Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pela crescida dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e a quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Graber.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5852" title="David-Graber" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David-Graber.jpg" alt="" width="121" height="71" /></a>David Graber, do U. S. National Park Services:</strong></p>
<p><em>«Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte por acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só resta aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5853" title="Paul_Ralph_Ehrlich_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Paul_Ralph_Ehrlich_2.jpg" alt="" width="96" height="91" /></a>Paul Ehrlich, professor da Universidade Stanford:</strong></p>
<p><em>«Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5807" title="Carlos-Walter-Porto-Gonçalves" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Carlos-Walter-Porto-Gonçalves.jpg" alt="" width="117" height="86" /></a>Carlos Walter Porto-Gonçalves</strong></p>
<p><em>«A questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária </em>(&#8230;) <em>O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica </em>(&#8230;) <em>O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.»</em></p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Al_Gore.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5854" title="Al_Gore" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Al_Gore.jpg" alt="" width="121" height="97" /></a>Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista</strong></p>
<p><em>«Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários “pontos de virada” que poderiam – num período brevíssimo de 10 anos –</em> tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.» (discurso na New York University Law School, 18/09/06)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5841" title="Ted_Turner_2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Ted_Turner_2.jpg" alt="" width="96" height="107" /></a>Ted Turner, bilionário fundador da CNN:</strong></p>
<p><em>«O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stephen-H-Schneider.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5855" title="Stephen-H-Schneider" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Stephen-H-Schneider.jpg" alt="" width="146" height="73" /></a>Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:</strong></p>
<p><em>«Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5810" title="David_Foreman" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/David_Foreman.jpg" alt="" width="83" height="104" /></a>David Foreman, co-fundador de Earth First!:</strong></p>
<p><em>«Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James-Hansen.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5856" title="James-Hansen" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/James-Hansen.jpg" alt="" width="140" height="78" /></a>James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:</strong></p>
<p><em>«Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza.»</em> Hansen acusava-os de espalhar, ativamente, a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry-Reid.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5857" title="Harry-Reid" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Harry-Reid.jpg" alt="" width="148" height="84" /></a>Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:</strong></p>
<p><em>«O carvão nos deixa doentes. O petróleo nos deixa doentes. É o aquecimento global. Está arruinando nosso país. Está arruinando nosso mundo.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Monika-Kopacz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5858" title="Monika-Kopacz" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Monika-Kopacz.jpg" alt="" width="103" height="92" /></a>Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:</strong></p>
<p><em>«Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Louis-Proyect.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5859" title="Louis-Proyect" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Louis-Proyect.jpg" alt="" width="144" height="91" /></a>Louis Proyect da Universidade de Columbia:</strong></p>
<p><em>«A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada </em>(…) <em>Um mundo socialista daria uma prioridade enorme às fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5860" title="Michael-Oppenheimer" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Michael-Oppenheimer.jpg" alt="" width="143" height="78" /></a>Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:</strong></p>
<p><em>«Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/james-lovelock.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5861" title="james-lovelock" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/james-lovelock-300x200.jpg" alt="" width="144" height="96" /></a>James Lovelock, teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia:</strong></p>
<p><em>«Temos bocas de mais para alimentar e o inverno se aproxima. Se acontecer o aumento da temperatura que eu prevejo de 6 a 8° C, a civilização poderia estar ameaçada: nós veremos uma extinção em massa das espécies; a agricultura ficará impossível em boa parte do globo. Não haverá alimentos suficientes, haverá conflitos, a humanidade concentrar-se-á em volta das regiões polares.»</em> Livro <em>«A Vingança de Gaia»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose-Bove.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5862" title="Jose-Bove" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jose-Bove.jpg" alt="" width="157" height="82" /></a>José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:</strong></p>
<p><em>«A ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram </em>(&#8230;) <em>com o aquecimento climático que se acelera. </em>(&#8230;) <em>Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.» </em>(<em>Le Monde</em>, 23/06/2009)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Science-Daily.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5863" title="Science-Daily" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Science-Daily.jpg" alt="" width="200" height="68" /></a>Science Daily: derretimento da Antártida submergirá Washington D.C., New York, Florida e Califórnia</strong></p>
<p><em>«A catastrófica ascensão do nível do mar, atingirá quase 6,3 metros em locais comoWashington D.C., disseram cientistas, submergindo-os largamente. Muitas áreas costeiras seriam devastadas. Boa parte da Florida desapareceria segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon. </em>(&#8230;) <em>Haverá muita água adicional, especialmente em áreas altamente povoadas como Washington, D.C., New York City, e a costa da Califórnia.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5864" title="Jacques-Attali-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Jacques-Attali-2.jpg" alt="" width="152" height="96" /></a>Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:</strong></p>
<p><em>«A transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter, em curto prazo, consequências mortais para a espécie humana: liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.»</em> (Blog <em>Conversation avec Jacques Attali</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Rowan-Williams.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5865" title="Rowan-Williams" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Rowan-Williams.jpg" alt="" width="105" height="103" /></a>Rowan Williams, arcebispo anglicano de Cantuária:</strong></p>
<p><em>«Nós devemos apoiar a coerção do governo para adotar acordos internacionais e limitar a velocidade nas estradas se nós queremos que a economia global não entre em colapso e milhões, bilhões de pessoas não morram.»</em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5564" title="Verde_a_cor_nova_do_comunismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/Verde_a_cor_nova_do_comunismo-300x58.jpg" alt="" width="150" height="29" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria foi publicada no site <strong><em>«Verde: a cor nova do comunismo»</em></strong>, sob o título <em><strong>«Arautos e Profecias do Ambientalismo Neo-Comunista»</strong></em>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Maiores informações no endereço:</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens: </strong><strong>;</strong> <a href="http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/">http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/</a>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5746" title="husc-pequena-azul" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/husc-pequena-azul.jpg" alt="" width="40" height="26" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O império das ONGs e o loteamento da Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 16:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um artigo publicado no site A Nova Democracia, em 2003. Mesmo face ao tempo decorrido, continua atual e importante, mostrando que, desde longa data, a constatação da invasão de ONGs na Amazônia — meras fachadas das oligarquias internacionais e de governos estrangeiros — que desejam se apossar daquela região, já é conhecida e reportada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-4920" title="a-nova-democracia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia-300x65.gif" alt="" width="300" height="65" /></a>Este é um artigo publicado no site <em>A Nova Democracia</em>, em 2003. Mesmo face ao tempo decorrido, continua atual e importante, mostrando que, desde longa data, a constatação da invasão de ONGs na Amazônia – meras fachadas das oligarquias internacionais e de governos estrangeiros – que desejam se apossar daquela região, já é conhecida e reportada.</strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p>Em dezembro de 2002, um geógrafo e dois engenheiros agrônomos enviaram um Manifesto ao presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, para denunciar o saque de nossos recursos florestais, a descaracterização do planejamento regional amazônico, o interesse e atuações das NGOs &#8211; No Governamental Organizations (ONGs &#8211; organizações não governamentais) e suas subsidiárias do Brasil. Fazendo eco às denúncias da Frente Parlamentar em Defesa do Brasil e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Afins (FNTTA), publicada em <em>A Nova Democracia</em> nº<sup> </sup>5 (dezembro/2002), os autores do manifesto-denúncia conclamam a retomada do processo decisório pelo governo, na salvaguarda da soberania e do desenvolvimento nacional.</p>
<p>Da mesma forma, há exigências para o estabelecimento de legislação específica, visando o acompanhamento sistemático das ações das ONGs, transnacionais ou não, em território brasileiro, a partir da apuração dos fatos e em função dos depoimentos prestados à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga, no Senado Federal, denúncias e irregularidades por força da atuação dessas organizações.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Pirataria impune</h2>
<p>Registros de saque e pirataria da floresta amazônica, nesta última década, vêm estarrecendo a opinião pública brasileira e mundial, a tal ponto que até mesmo os meios de comunicação refratários às denúncias sobre o entreguismo não mais podem evitar o assunto – embora possam atenuá-lo – como o <em>Jornal Nacional</em> da Rede Globo, no dia 07/dezembro. Naquela data, foi necessário dar destaque à pilhagem de madeiras em São Felix do Xingu, no valor de 300 milhões de reais, sem contar os imensos danos causados à natureza. Em particular às reservas de grande biodiversidade.</p>
<p>Ocorrências assim revelam mecanismos bem definidos. Dela participam múltiplos interesses com <em>«o respaldo ativo do aparelho de Estado»</em> e conexões internacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As ONGs agem à vontade</h2>
<p>Soltas, as grandes ONGs estrangeiras interferem no planejamento regional e mesmo federal. Sem prestar contas à legislação brasileira, elas atuam como “pontas-de-lança” do capital monopolista e de blocos de países hegemônicos do tipo EUA/Inglaterra/Canadá, Bélgica/Holanda/Alemanha, França/Itália/Suíça e Japão/Indonésia, ao oferecer apoio em recursos humanos e financeiros para a elaboração e execução de programas e projetos no Brasil.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Ongs_charge.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5129" title="Ongs_charge" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/Ongs_charge-300x194.jpg" alt="" width="413" height="267" /></a>Algumas delas</h2>
<p>Conhecidas das administrações dos nove “países amazônicos” que fingem ignorar sua presença perniciosa, elas usam codinomes extraídos do glossário humanitário, naturalista, malthusiano, revisionista etc:</p>
<p>▶ Amigos da Terra (Friends of the Earth);</p>
<p>▶ Both Ends;</p>
<p>▶ Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA);</p>
<p>▶ Club 1001;</p>
<p>▶ Conservation International;</p>
<p>▶ Fundação Ford;</p>
<p>▶ Fundação Interamericana (IAF);</p>
<p>▶ Fundação MacArthur;</p>
<p>▶ Fundação Rockefeller;</p>
<p>▶ Fundação W. Alton Jones;</p>
<p>▶ Fundo Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature &#8211; WWF);</p>
<p>▶ Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia;</p>
<p>▶ Instituto Summer de Lingüística (SIL);</p>
<p>▶ National Wildlife Federation (NWF)</p>
<p>▶ Survival International;</p>
<p>▶ The Nature Conservation (TNC);</p>
<p>▶ União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN); e</p>
<p>▶ World Resource Institute (WRI).</p>
<p>Algumas delas agindo como verdadeiras centrais de inteligência para grupos de interesses diversos. Inclusive agências de estudos geopolíticos e de estratégias para diversos tipos de atuação, a exemplo das ofensivas no sentido de minimizar as responsabilidades e atribuições de países soberanos, com base no jogo sujo da globalização do pensamento e do mercado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Veículos da globalização</h2>
<p>Transmissoras de informações e fotos sobre tudo e todos os motivos que possam gerar benefícios aos países de origem interessados, elas são responsáveis, sobretudo, pela biopirataria: seus programas e projetos <em>«ultrapassam, em muito, nossa capacidade de investimento»</em>. Por isso, são instrumentos para facilitar os acordos bilaterais entre países, envolvendo empresas e corporações transnacionais.</p>
<p>Como não se restringem às áreas de mineração, explorações agrícolas e pecuárias, agroindustrialização, manejo florestal, prospecção para exploração de gás e petróleo, saneamento ambiental urbano e ao chamado <em>«desenvolvimento integrado sustentável»</em>, é no extrativismo e no ecoturismo em locais estratégicos, que as ONGs se tornam as grandes hospedeiras – com financiamentos de bancos e agências do capital financeiro mundial. Ainda mais quando têm à frente <em>«antigos e recém saídos dirigentes de estatais, organismos ministeriais e instituições públicas dos estados e municípios»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/amazonia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2275" title="amazonia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/amazonia-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a>A perda do território amazônico</h2>
<p>Grandes extensões florestais na Amazônia Brasileira e da sul-americana, desde a década de 1970, vêm se tornando propriedade de corporações estrangeiras e de “associadas” nativas nos países do bloco amazônico. É importante recordar que a nova onda de integração de terras, nos mais diversos países da América Latina, tem início no final da década de 1960 e início dos 1970 – coincidindo com financiamentos de bancos estrangeiros, imediatamente convertidos em planos de desenvolvimento regionais e operações das casas bancárias nativas ligadas aos primeiros. Dá-se aí o fortalecimento de aparatos latifundiários (cujos nomes de batismo seguidamente são retificados), porém, mantendo o sobrenome de “reforma agrária” etc.</p>
<p>Surge assim uma infinidade de siglas exóticas, correspondentes a projetos regionais, com autarquias, institutos e secretarias, inclusive com a “ciência” do ambientalismo sendo colocada no ápice da pirâmide de saberes sociais, hierarquicamente sintonizada com os projetos regionais. A charlatanice do ambientalismo repousa em pretensas soluções que buscam impor as leis da Natureza à sociedade – além de partirem da presunção de que a crise ecológica é uma crise moral e não uma crise do imperialismo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A “última fronteira agrícola”</h2>
<p>A cognominada “última fronteira agrícola”, desde 1964, conheceu inúmeras ações federais de capital concentrador com similares em todo o continente latino-americano, como:</p>
<p>Operação Amazônica (Sudam); Rodovia Trans-Amazônica; Programa de Integração Nacional (PIN, 1970); Programa de Redistribuição de Terras e Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste (Proterra, 1971); Polamazônia, 1974; Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado (PDRI); Probor I, II, III (1972,77,81) etc, representando inúmeros projetos de colonização, agropecuária e extrativismo. Particularmente, acordos lesivos aos interesses nacionais jogaram por terra todos os pontos do Pacto Amazônico – acordo que surgiu entre os países do bloco amazônico para interromper as tentativas de desterritorialização da Amazônia sul-americana.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Áreas de preservação – ecológicas e indígenas</h2>
<p>Nesse momento surgem áreas de proteção, começando pelas “reservas extrativistas”, dando continuidade às “reservas indígenas”, “parques nacionais” e “estaduais”, além das “florestas nacionais”. Na realidade, são reservas estratégicas do capital financeiro que chegam a proibir a presença de empresários nativos não-associados nessas áreas, e tornam, automaticamente, inoperantes a vigência de leis editadas pelo governo brasileiro que possam destoar do processo de integração. Tratam-se de imensas faixas de solo, subsolo e espaço aéreo, destinadas à apropriação, incorporação e desterritorialização (principalmente da selva), sendo que uma parte do território, há muito, já se encontrava loteada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Na Amazônia, o desenvolvimento suatentável&#8230;</h2>
<p>Particularmente na Amazônia, o mais recente processo de transferência de imensas áreas no campo, geralmente ocorre através de concessões de terras públicas para o chamado “manejo florestal sustentado” – ou dito de outra maneira, para a exploração madeireira, que o governo quer “racionalizada”, e com incentivos de toda ordem. Tudo com o respaldo do Ministério do Meio Ambiente da administração Cardoso que <em>«há dois anos sugere a criação de uma Agência Nacional de Florestas e a feitura de uma legislação especial, no âmbito federal»</em>.</p>
<p>Se a proposição legislativa passar, instituirá um verdadeiro <em>«contrato de risco para as florestas, a biodiversidade, as unidades federativas e a soberania nacional, dado que as possíveis desavenças contratuais deverão cingir-se aos foros internacionais»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A exploração de nossas madeiras</h2>
<p>A propósito, o Ministério Público do Acre investiga pedido de empréstimo de 79,2 milhões feito pelo governo do Estado ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em que a administração estadual teria concedido, em garantia, a concessão de quatro florestas acreanas – totalizando 600 mil hectares – para a exploração de madeiras nobres. Há denúncias de movimentação, na região, de duas madeireiras com sede na Coréia do Sul, duas na Malásia, outra no Canadá e mais uma na África do Sul.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ONGs-interessados.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5130" title="ONGs-interessados" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/ONGs-interessados-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a>E o FHC apoiando a farsa&#8230;</h2>
<p>Esses planos gestados na administração Cardoso são <em>«primários e apresentam inconsistências e contradições insanáveis»</em>. Aparentemente progressista – porque poderia expandir para cinqüenta milhões de hectares (equivalente ao território da França ou do estado de Minas Gerais) as ditas Florestas Nacionais (“flonas”), que hoje ocupam área de oito milhões de hectares na Amazônia – a legislação especial permitiria que essa Floresta Nacional fosse objeto de concessões aos interesses e empresas de outros países sob o jargão do “manejo florestal sustentável” – na verdade, a destruição das florestas nacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O processo de “africanização” dos países</h2>
<p>Como aconteceu com as florestas da Ásia e da África, submetidas a esse mesmo tipo de empreendimentos, ou “manejos” – se sustentáveis em termos de autodeterminação – já seria inviável em termos de acompanhamento e avaliação, a julgar pelos recursos humanos e materiais disponíveis pelo IBAMA. Essa proposta de legislação nada mais é que a jurisprudência da pilhagem e da devastação. Que o digam os desmatamentos e as queimadas no chamado “cinturão do fogo”, abarcando o sudoeste do Maranhão, sul do Pará, norte de Mato Grosso e quase todo o estado de Rondônia. Ou ainda o <em>«abate, transporte, comércio clandestino e exportação de madeiras nobres, do tipo mogno, cerejeira, maçaranduba e outras»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Nossas madeiras como moeda de troca</h2>
<p>Documentos, relatórios e publicações de autoria do Ministério do Meio Ambiente, na administração Cardoso, têm demonstrado, ainda, a intenção de praticar uma outra calamidade sem paralelo. Trata-se de <em>«liberar as exportações de madeira tropical em toras para os casos específicos dessas concessões em meio às Florestas Nacionais (flonas), assentadas em terras públicas, como medida de sustentação e rentabilidade aos empreendimentos»</em>. E já se ouve falar no financiamento em longo prazo – trinta ou quarenta anos – do BNDES, tendo em vista a complexidade das operações e as “incertezas” sobre os preços da madeira nos mercados internacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/amoco-bp.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5128" title="amoco-bp" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/amoco-bp-300x225.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a>Parcerias suspeitas</h2>
<p>Outras ações de “parcerias” com ONGs de atuação transnacional, com idêntico respaldo de dirigentes do Ministério do Meio Ambiente da Administração Cardoso, e a autorização da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, podem ser detectadas. Para citar um caso, há a “parceria” com a Conservation International (CI), <em>«uma das ONGs mais poderosas do Planeta»</em>, ligada ao Banco Mundial e a USAID (Associação Internacional de Desenvolvimento). Bem conhecida na América Latina, a CI tem atuação à frente da gestão de parques e reservas naturais na Bolívia e no Peru. Neste último país estão localizadas grandes reservas petrolíferas, cujas concessões pertencem à Mobil Oil e à Shell. Os interesses dessa ONG concentram-se, ainda, no Golfão Marajoara (Foz do Rio Amazonas) onde, também, já se encontram a British Petroleum/Amoco e a Exxon-Mobil.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia2.gif"><img class="alignright size-full wp-image-4924" title="a-nova-democracia2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia2.gif" alt="" width="100" height="37" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Aziz Ab&#8217;Saber, Mauro M. Victor e Flávio Garcia</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Sobre os autores da matéria</strong>:</p>
<p>O manifesto-denúncia, do qual publicamos um resumo, é da autoria de:</p>
<p>Aziz Ab&#8217;Saber – geógrafo, ex-Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e professor da Universidade de São Paulo;</p>
<p>Mauro M. Victor – engenheiro, pesquisador científico do Instituto Florestal de São Paulo e seu ex-Diretor Geral, foi consultor das Nações Unidas (FAO) e participou da elaboração do Projeto FLORAM; e</p>
<p>Flávio Garcia – engenheiro, assessor parlamentar na Câmara dos Deputados, ex-consultor da ONU para assuntos da Amazônia, servidor aposentado do CNPQ/Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>A Nova Democracia</em></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> Artigo publicado no jornal eletrônico (site) <strong><em>A Nova Democracia</em></strong>, Ano 1 – Nº 6, de janeiro/2003. Introduzi subtítulos para incentivar e facilitar a leitura do texto.</p>
<p>Para maiores informações, visitar o site: www.anovademocracia.com.br.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4980" title="Seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Seta-pequena.gif" alt="" width="24" height="24" /></a>Imagens:</strong> acesso343.blogspot.com; geoconceicao.blogspot.com ; mesquita.blog.br; yevgyeni.com<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>E os bichos? Também não &#8220;destroem&#8221; a Natureza?</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 16:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De vez em quando, algum comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (hdoria@ig.com.br), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-cinza-transparente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4970" title="Harpia-cinza-transparente" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/Harpia-cinza-transparente-300x212.jpg" alt="" width="149" height="105" /></a>De vez em quando, um comentário feito em relação a algum de meus posts merece um novo post, como é o caso deste, de autoria do Sr. Helton (<a href="mailto:hdoria@ig.com.br">hdoria@ig.com.br</a>), a quem ainda parece que o ser humano é igual, em importância, no planeta, quanto qualquer outro bicho. Este conceito é uma das pedras fundamentais do ambientalismo radical e fundamentalista, oriundo das grandes oligarquias internacionais dos países “centrais”, e que tenta subestimar o ser humano com o intuito, claramente eugenista, de diminuir a população de homens no planeta, a fim de “economizar” os recursos naturais do mundo “periférico” (leia-se: Terceiro Mundo), em seu próprio benefício.</p>
<p>Eis, em seguida, o comentário do Sr. Helton (sem nenhuma correção), que foi feito em relação ao post <strong><strong><a href="../wwf-quer-%e2%80%9cdecapitar%e2%80%9d-ferrovia-oeste-leste/">WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste</a></strong></strong> , o que, aliás, não me parece ter muito a ver. Em seguida, minha réplica. Depois desta, continuo minha argumentação, aprimorando-a.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a><em><strong>Me desculpe, mas esse papo de que utilizar não é destruir é papo furado.  Do ponto de vista de quem será extinto, utilizar e destruir são  sinônimos. É claro que precisamos investir no desenvolvimento socio  econômico, mas é mas direto e barato exaurir os recursos naturais, ou  destruí-los, do que buscar formas de convivência. Esse pensamento de que  o desenvolvimento do ser humano acima de tudo é o que está destruindo o  planeta. Um dia o desenvolvimento do homem vai nos destruir ou nos  obrigar a nos mudarmos para um outro lugar (marte?) para recomeçar o  processo de destruição, oops, de utilização de recursos naturais e  desenvolvimento. A propósito, o nome do seu site é uma ironia, né?</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a>Sr. Helton:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/elefante-comendo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4967" title="elefante-comendo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/elefante-comendo-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a> Utilizar não é, simplesmente, destruir, continuo afirmando.  Infelizmente, se o termo “destruir” for levado ao pé da letra, todos os  animais do planeta, não só o ser humano, tembém destroem a Natureza. O  Sr. Já pensou nisso? O Sr. já viu os estragos que uma manada de  elefantes faz nas selvas onde vivem? O senhor já percebeu o quanto as  baleias comem do fito e do zoopllâncton dos mares, que são, em última  análise, o que mantém o equilíbrio climático do planeta? O Sr. já  percebeu o estrago que os felinos fazem nos rebanhos de herbívoros do  planeta? O Sr. já atentou para a destruição que simples bactérias fazem  no mundo? Se for assim, Sr. Helton, todos os animais seriam prejudiciais  ao planeta, certo?</p>
<p>E por que culpar apenas o homem? Se nós não utilizarmos os recursos  naturais, como iríamos viver? Se não fizéssemos isso, certamente não  estaríamos aqui hoje.<br />
O lance está em utilizar os recursos naturais, coisa inevitável, de  forma adequada e o mais parcimoniosamente possível, e, sempre que  possível, usando recursos renováveis, claro. Mas por enquanto, isso  ainda não é possível, mas chegaremos lá. Confie na Ciência, Sr. Helton.</p>
<p>O problema da utilização dos recursos naturais não é a extinção dos  mesmos, Sr. Helton. Trata-se apenas de uma questão geopolítica  demanutenção do poder, de controle sobre os tais recursos, coisa que os  países centrais querem, a todo custo, a fim de preservar suas  megalômanas formas de viver.</p>
<p>Se o título do meu site é uma ironia ou não, isso é uma questão de ponto  de vista. Para quem torce contra a espécie humana, pode ser. O fato é  que este site está provocando uma boa discussão sobre o assunto, e  talvez seja um dos poucos sites especializados, pelo menos que eu saiba,  sobre esse assunto de ambientalismo.</p>
<p>Obrigado pelo contato e procure ler os demais posts deste meu site a fim  de que o Sr. possa saber, mais criteriosamente, e sem paixões  ecológicas, saber como é que a banda toca nessa área e neste nosso  mundo.<br />
Saúde, vida longa e sabedoria.<br />
Husc</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a>Continuando minha argumentação:</p>
<p>Essa história de que o ser humano é, simplesmente, um bicho como qualquer outro bicho, é, simplesmente, equivocada, anti-ética e imoral. O homem é produto da Natureza, sim, e suas obras são tão naturais quanto qualquer tipo de obra feita pela Natureza, pois foi ela que criou o Homem do jeito que criou e o dotou de raciocínio suficiente para permitir que ele faça o que faz. Assim, as obras do Homem são, perfeitamente, naturais. E não vai aqui nenhum tipo de conotação religiosa, divina, ou coisa que o valha.</p>
<p>O planeta Terra sempre conviveu com transformações realizadas em decorrência da vida animal e vegetal que aqui se produziram, e essas transformações incluem as que o Homem está impondo ao planeta. A diferença entre o Homem e os outros animais está em que o Homem <strong>produz e constrói coisas</strong>, o que não ocorre, de maneira geral, com os animais.</p>
<p>Será que alguém, só para citar um exemplo, já viu um elefante replantar as árvores que comeu? Um só elefante come cerca de 100 kg de vegetais por dia! Dá para se imaginar o estrago que uma manada faz. Ah! O elefante é uma animal irracional, e o homem não é. Então <strong>existe</strong> uma diferença.</p>
<p>A argumentação de que os animais são irracionais, justamente, portanto, justifica a diferença existente entre o Homem e os outros animais. <strong>O Homem é um ser racional.</strong> E baseado nisso, não há como comparar o Homem com nenhum outro animal.</p>
<p>Acontece que o atual estágio de desenvolvimento científico da Humanidade ainda faz com que utilizemos os recursos de forma inadequada, em decorrência, justamente, de nossas deficiências tecnológicas, bem como pela incompetência e egoísmo de certos grupos elitistas que governam o mundo, no que diz respeito à distribuição de renda – em outras palavras: devido à pobreza.</p>
<p>Para quem é rico, pensar em ecologia e em preservar o meio ambiente pode ser lógico, mas para quem vive na miséria, tendo que queimar lenha para não morrer de frio e para esquentar sua comida, ecologia é um luxo.</p>
<p>No entanto, <strong>em termos proporcionais</strong>, a pobreza, aos poucos está sendo erradicada no mundo, embora, em números absolutos ainda existam muitas pessoas na miséria. E a miséria é o que causa destruição.</p>
<p><em><strong>Do ponto de vista de quem será extinto,</strong></em>&#8230; como diz o Sr. Helton. Como é que, e, baseado em quê, ele afirma que seremos extintos? Só se for daqui a 4 bilhões de anos, quando o Sol se tornar uma “gigante vermelha”, cujo diâmetro, provavelmente, atingirá a órbita da Terra e, aí, sim, nosso planeta será destruído, e não só a espécie humana&#8230; Não há nenhuma razão sensata e baseada em nenhuma teoria científica digna de crédito, que diga que seremos extintos antes disso. E, conforme o Sr. Helton afirmou, daqui a 4 bilhões de anos, certamente, já estaremos muito longe daqui, pois até o planeta Marte não poderá comportar o tipo de vida biológica que temos&#8230; Essa idéia de que seremos extintos é absolutamente sem sentido e ridícula, fruto da idéia de catastrofistas de quinta categoria que continuam afirmando essas coisas em claro desafio à inteligência humana, ou à ingenuidade científica da maioria das pessoas.</p>
<p>Sim, o ambientalismo radical, fundamentalista e catastrofista se dirige, justamente, aos ignorantes e ingênuos, que acreditam na mídia e nos filmes apocalípticos como sendo uma verdade absoluta. Essas pessoas não se dão ao trabalho de tentar averiguar o que está por trás das campanhas ambientalistas. Confiam na mídia. Só que a mídia não está do nosso lado.</p>
<p><strong>Bem, e quanto ao título deste post, por que os ambientalistas também não implicam com a destruição que os outros bichos fazem na natureza? Se eles são iguais aos seres humanos, dizer que eles são irracionais, não cola.</strong></p>
<p>Este site, justamente, tenta mostrar o que realmente ocorre no mundo do ambientalismo e serve também para demonstrar que nem todo mundo está indo na onda desses malucos ativistas ambientais, os quais, na maioria da vezes, são massa de manobra das elites “centrais”, ou são, claramente mal intencionados.</p>
<p>Meu site não é uma ironia. Apenas mostra o ambientalismo de jeito que realmente ele é. Que outro nome poderia ter?<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagem:</strong> colunas.epoca.globo.com</p>
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		<title>Marina Silva e os verdes, dupla fraude</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 17:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pouco a pouco, aproxima-se mais um processo eleitoral farsesco na semicolônia do Brasil. Ao longo dos próximos meses, os grupos de oligarcas e oportunistas que disputam a primazia do gerenciamento entreguista e serviçal do velho Estado semifeudal brasileiro se exibirão como pavões para as instituições de dominação política do imperialismo e das classes dominantes nativas, esmerando-se para provar lealdade a quem realmente manda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-4920" title="a-nova-democracia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia-300x65.gif" alt="" width="300" height="65" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/eleicoes-marinasilva.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4923" title="eleicoes-marinasilva" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/eleicoes-marinasilva-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a>Pouco a pouco, aproxima-se mais um processo eleitoral farsesco na semicolônia do Brasil. Ao longo dos próximos meses, os grupos de oligarcas e oportunistas que disputam a primazia do gerenciamento entreguista e serviçal do velho Estado semifeudal brasileiro se exibirão como pavões para as instituições de dominação política do imperialismo e das classes dominantes nativas, esmerando-se para provar lealdade a quem realmente manda. Reunidos em partidos e coligações de partidos, em outubro de 2010 toda a corja se engalfinhará em mais uma eleição presidencial, ápice desta corrida que leva o carimbo indelével do comprometimento de todos os candidatos com as demandas da rapinagem neocolonial, com as políticas anti-povo e com os esforços para dar sobrevida às instituições burguesas em avançado estado de decomposição.</p>
<p>Com essa maior proximidade de mais um sufrágio burguês em nosso país, é tempo de pipocarem as falsas alternativas eleitorais, que se apresentam e são apresentadas às massas brasileiras como forças transformadoras identificadas com as classes populares, mas que representam nada mais do que o continuísmo, o reacionarismo e o oportunismo mais predatório escondido atrás da defesa aguerrida da ética dos costumes (trapaça, aliás, que não resiste à primeira necessidade de arranjos no Congresso Nacional, como o “ex-ético» PT não se cansa de demonstrar).</p>
<p>Foi assim com Heloisa Helena e o PSOL em 2006, vem sendo assim agora com a senadora Marina Silva e o Partido Verde. A revista <em>Época</em> que saiu no dia 15 de agosto chegou às bancas do país trombeteando o “fator Marina”, dizendo que <em>«entrou oxigênio puro na campanha eleitoral de 2010. A novidade se chama Marina Silva»</em>. Reza o perfil da pré-candidata que ela é honesta, serena e defensora da floresta, e que encarna <em>«a chance de um Brasil sustentável»</em>. Uma apresentação que além de tudo preza pela bajulação infinita a essa agente de ONGs internacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4928" title="marina4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina4-300x296.jpg" alt="" width="300" height="296" /></a>A farsa da candidatura não-institucional</h2>
<p>Marina Silva, inclusive, vem sendo comparada, por oportunistas mais descarados, com o chefe do imperialismo ianque, Barack Obama, sobretudo em razão de um tal caráter “apartidário” da sua figura, ou seja, não-institucional, acima do bem e do mal. Isso, dizem, caracterizaria a sua provável candidatura à presidência da República, em uma estratégia de <em>marketing</em> eleitoreiro idêntica àquela usada por Obama para pedir votos aos estadunidenses.</p>
<p>Mas a ligação de Marina com o imperialismo realmente existe e é notória, através das ONGs, principalmente ianques, que atuam livremente em território nacional, tentando assegurar, através de discursos “ecológicos”, que nossas riquezas não sejam nacionalizadas.</p>
<p>No final de semana, dos dias 15 e 16 de agosto, vários dos maiores veículos da imprensa burguesa nacional dedicaram seus mais nobres espaços para propagandear o nome de Marina Silva como candidata presidencial do Partido Verde em 2010. Repetindo a lenga-lenga de uma candidatura “apartidária”, a revista <em>IstoÉ</em>, que estampou Marina na capa, chegou mesmo ao tom de <em>slogan</em>, dizendo que <em>«o Brasil não é só PT e PSDB»</em>, não sem mencionar a informação de que números do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelaram <em>«forte presença de Marina nas classes A e B»</em>, ou seja, entre as classes dominantes. Tal e qual desenha-se o cenário de Marina Silva não como alternativa para as massas brasileiras oprimidas, mas sim como mais uma opção que o imperialismo tem à disposição para ajudá-lo em sua mais nova doutrina de reafirmação da dominação, a de se mascarar para as semicolônias.</p>
<p>Este engodo, o de estar acima do bem e do mal, há tempos é utilizado pelo próprio PV. Entre as várias falácias que compõem sua declaração de princípios, apresenta-se o PV como um partido que <em>«não se aprisiona na estreita polarização esquerda </em><em>versus direita. Situa-se à frente»</em>. Trata-se de um estratagema torpe, oportunista, cujo propósito é se aproveitar da repulsa cada vez maior que emana das massas quanto ao fisiologismo da política partidária da burguesia e ao podre Estado burocrático, a fim de tentar vender ao povo mais uma legenda picareta, embora se autoqualifique como de novo tipo, arrotando ética e sob a fachada ecológica, ansiosa por maior protagonismo nas sucessivas farsas eleitorais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Reacionários pintados de verde</h2>
<p>Este é o PV, agremiação que adere entusiasticamente ao sufrágio universal e a todos os outros princípios da democracia burguesa parlamentar, a do tipo contra-revolucionária. Em seus estatutos, advoga-se panacéias como a redistribuição da renda, o suposto papel regulador e protetor do Estado burocrático, o controle sobre as movimentações especulativas de capitais e a conquista do poder através dos diversos níveis dos poderes legislativo e executivo.</p>
<p>Seus dirigentes defendem toda sorte de mecanismos que não interessam às lutas populares autênticas, de mitigação da luta de classes, pregando <em>«o convívio pacífico, harmonioso, solidário e cooperativo entre os cidadãos»</em>, como consta no programa do partido. O mesmo programa, aliás, que não deixa de trazer a reconhecível profissão de fé do oportunismo, ao dizer que o partido <em>«não segue os cânones da esquerda tradicional»</em>, o que, no caso dos “verdes”, significa a rejeição das premissas científicas da economia política e a adoção dos postulados demagógicos da “ecologia política”.</p>
<p>Ou seja, nada de novo em relação aos demais grupos que se alinham de olho no butim que a gestão do Estado burocrático reserva a quem ganha o privilégio de o aparelhar. Ou melhor, a novidade fica por conta de que reacionários da estirpe de Alfredo Sirkis e Fernando Gabeira (quem não se lembra do vigor punitivo em matéria de segurança pública advogado por ambos em suas campanhas eleitoreiras no Rio de Janeiro?) arranjaram uma candidatura presidencial pintada de verde que pode ser uma moeda de barganha mais cara nos arranjos partidários para a farsa eleitoral de 2010. Uma candidatura que buscará se valorizar na base da tapeação, falando em exigir dos monopólios certificados inúteis de “responsabilidade socioambiental”, para evitar falar dos assuntos que realmente interessam ao povo brasileiro, para passar ao largo da luta de classes e do processo revolucionário em curso.</p>
<p>É preciso ainda dizer que o PV é mais uma sigla a figurar no feudo do senhor do Maranhão, já que Zequinha Sarney, o filho pródigo, é uma das figuras de proa da agremiação.</p>
<p>Marina Silva é mais do mesmo, mais uma a chamar de <em>«festa da democracia»</em> os sufrágios da burguesia, que continuarão sendo os sufrágios da burguesia – nada nem ninguém que se apresente para participar deles irá mudar sua natureza anti-povo.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia2.gif"><img class="alignright size-full wp-image-4924" title="a-nova-democracia2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/a-nova-democracia2.gif" alt="" width="102" height="38" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> esta matéria é apresentada no site “A Nova Democracia” (ano VIII, nº 57, setembro/2009), cujo endereço é: <a href="http://www.anovademocracia.com.br">http://www.anovademocracia.com.br</a>, que pode ser visitado para outras informações. A imagem é apresentada na própria matéria.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Ambientalismo internacional &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ambientalismo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4876" title="ambientalismo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ambientalismo-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além de impedir a conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.</p>
<p>Insidiosas ações do mesmo aparato são contra o avanço científico-tecnológico da energia nuclear para dins pacíficos em nosso país, bem como contra os principais empreendimentos de infra-estrutura do Amazônia-Cerrado, principalmente os hidroviários, cuja óbvia motivação geopolítica é impedir que se replique na América do Sul o surgimento de um exitoso e poderoso “cinturão verde”, potencialmente apto a transformar-se no “celeiro do mundo” no século 21.</p>
<p>Em todos esses casos, as “boas intenções” ou o “romantismo” que caracterizam as, aparentemente nobres, intenções do movimento ambientalista internacional, cedem vez a uma verdadeira sabotagem das prespectivas de progresso de uma sociedade, modificando suas expectativas de vida, de conforto e de progresso, cuja conseqüência última pode caminhar para um genocídio em potencial. O ambientalismo se caracteriza, assim, por uma gigantesca operação de lavagem cerebral [→ ver, em breve, neste site o post sobre Mudança de Paradigma Cultural].</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Principais alvos</h2>
<p>É contra as prespectivas progressistas, mormente de países como o Brasil, que os estrategistas britânicos implementam as diretrizes da sua geopolítica. O objetivo primário é obstaculizar o desenvolvimento dos <em>hinterlands</em> continentais, principalmente quando por meio de ligações ferroviárias intercontinentais. Em particular, interessa-lhes, p. ex., bloquear quaisquer ligações terrestres entre a Europa e a Ásia. Segundo a estratégia britânica, a função das ferrovias deveria ser a de apenas ligar os centros produtores de matérias-primas aos portos, para posterior transporte marítimo, terreno em que a supremacia britânica, até a 2GM (Segunda Guerra Mundial), era então absoluta.</p>
<p>Atualmente, as maquinações geopolíticas do eixo anglo-americano se mostram, p. ex., na virulenta campanha encetada por ONGs ligadas ao <em>establishment</em> oligárquico, encabeçado pelo WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature, da Casa de Windsor, contra os projetos de hidrovias brasileiras – na tentativa de obstaculizar a implementação de tais artérias, cruciais para o desenvolvimento do interior do subcontinente.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ewga-amazonia.png"><img class="alignleft size-full wp-image-4875" title="ewga-amazonia" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ewga-amazonia.png" alt="" width="212" height="79" /></a>Outro exemplo no Brasil é a iniciativa do Grupo de Trabalho Europeu sobre a Amazônia (EWGA &#8211; European Working Group on the Amazon) – na coordenação da chamada “Iniciativa do Escudo das Guianas” (“Guyana Shield Initiative”), cujo objetivo é utilizar esta vasta unidade geológica localizada em Roraima e adjacências, como base para o estabelecimento de um grande programa internacional de “proteção ambiental” em toda a região abarcada por ela, e que inclui os estados brasileiros do Amapá, Roraima e parte do Amazonas, além da Guiana Francesa, o Suriname, a Guiana e parte da Venezuela. O projeto retoma a velha intenção da oligarquia anglo-americana de controlar a chamada “Ilha da Guiana”, delimitada pelos rios Orenoco, Negro, Amazonas e o canal do Cassiquiare –  região de grande importância geo-estratégica, e dotada de vastos recursos minerais e biológicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A OTAN como braço armado</h2>
<p>Na Europa, através da NATO (sigla em inglês da OTAN), utilizada como uma espécie de “força policial global”, deu-se a campanha do Kosovo, contra a Iugoslávia, em 1999. Os recorrentes ataques ao Iraque são também mobilizações so mesmo aparato – cujo alcance seus idealizadores pretendem expandir para o Leste, para atingir países da antiga União Soviética, no Cáucaso e na Ásia Central. O objetivo declarado de tais iniciativas é o controle das ricas reservas de matérias-primas e de recursos energéticos da região — dentro da estratégia geral do <em>establishment</em> oligárguico – para assegurar o controle desses recursos em escala global, mantendo-os como “reservas de valor”.</p>
<p>Outro objetivo é o de estabelecer um bloqueio (ou controle) da “Ponte Terrestre Eurasiática” – o grande programa da China para a construção de uma moderna infraestrutura de transportes e de telecomunicações entre a Ásia e a Europa – a “Nova Rota da Seda” como é conhecida na China, o maior programa do gênero no mundo, e, talvez, o melhor vetor para proporcionar a reconstrução da economia mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agendaambiental.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4878" title="agendaambiental" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agendaambiental.jpg" alt="" width="156" height="121" /></a>Uma governança mundial, através de uma “agenda ambiental”</h2>
<p>Não é muito fácil seguir os tentáculos do movimento até a sua cabeça – representada pela cúpula da oligarquia internacional agrupada ao redor do chamado Clube das Ilhas – que tem a Monarquia Britânica como <em>primus inter pares</em> – leia-se: as oligarquias anglo-americanas, basicamente. Ao fundo, está a idéia de que os Estados Nacionais devem “compartilhar” as suas soberanias em benefício de uma estrutura de um “Governo Mundial”, apta a controlar os problemas de uma presumida “Agenda Global”, dentre os quais os referentes ao meio ambiente e às comunidades indígenas – ou seja, uma “Agenda Ambiental”.</p>
<p>O que se esconde por trás de cada um dos ítens da “Agenda Ambiental”, de mãos dadas com as chamadas políticas de “direitos humanos” e dos “direitos indígenas”, não tem nada a ver com qualquer preocupação legítima em relação à proteção do meio ambiente ou às populações indígenas. Estas são novas roupagens que os “engenheiros sociais” do <em>establishment</em> oligárquico anglo-americano usam como armas políticas para demolir as instituições dos Estados Nacionais soberanos, e substituí-los (ou suplantá-los) por um sistema oligárquico néo-feudal – no qual uma minoria de indivíduos dotada de privilégios auto-concedidos, “pastoreie” e explore uma maioria populacional, submersa na ignorância e na pobreza. Ou seja: uma “nova ordem mundial” malthusiana, dominada por um “Governo Mundial” – imperando sobre um sistema de “soberanias limitadas”.</p>
<p>Assim, o objetivo da ofensiva ambientalista é inviabilizar a capacidade das nações de manter, não apenas o crescimento e a prosperidade de suas populações, mas até mesmo de sustentar suas populações atuais. Em suma – retirando do ambientalismo o seu popular véu de romantismo – o que surge é o rosto fascista do genocídio e do despovoamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As mudanças dos paradigmas culturais</h2>
<p>Também no campo científico, tais “mudanças de paradigmas culturais”, acima mencionadas, tiveram impacto devastador. Com elas, os critérios de veracidade baseados nos princípios da Razão humana, que devem orientar a verdadeira atividade científica, foram substituídos pela chamada “busca do consenso” – na linha da “correção política”, mais palatável para as fundações oligárquicas que financiam e controlam grande parte da pesquisa científica – e, igualmente, o movimento ambientalista.</p>
<p>Outro exemplo da manipulação pseudocientífica que cerca o ambientalismo, é o chamado “aquecimento global”. Até 1975, poucos discutiam a sério tal possibilidade, pois as oscilações verificadas no registro de temperaturas eram, corretamente, consideradas variações naturais que têm ocorrido em toda a história geológica do planeta. Entretanto, em outubro daquele ano (1975), tal percepção começou a mudar com a realização, em Washington, USA, do seminário A Atmosfera: Ameaçada e Ameaçadora. Sintomaticamente, o evento não foi organizado por nenhum especialista no assunto, mas pela antropóloga Margaret Mead, uma das mais experimentadas “aprendizes de feiticeira” dos EUA – juntamente com seu ex-marido Gregory Bateson. Mead desempenhou papel de grande importância na criação do movimento ambientalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As decisões são políticas, e não técnicas</h2>
<p>O relatório oficial do evento adverte: <em>«A Dra. Mead enfatizou que a conferência foi baseada no pressuposto de que decisões políticas de tremendo alcance serão tomadas – com cientistas provendo elementos de julgamento ou não </em>[...]<em> Uma decisão dos formuladores de políticas, no sentido de não agir na ausência de informações ou de conhecimento científico, é uma decisão política por si mesma – e para os cientistas, não há possibilidade de inação, exceto a de deixarem de ser cientistas.»</em> Assim a “sinceridade” da Dra, Mead explica as campanhas alarmistas contra os clorofluorcarbonos (CFCs), acusados de destruir a camada de ozônio, além dos combustíveis fósseis e de várias outras substâncias utilizadas pelas indústrias, todas colocadas no seu <em>index</em>, sem qualquer fundamentação científica.</p>
<p>Assim, com seus métodos de “engenharia social”, o <em>establishment</em> oligárquico foi capaz de desviar o curso do otimismo cultural do pós-guerra e das prespectivas de conquistas científicas – tais como as aplicações pacíficas da energia nuclear – transformando-a num mar de pessimismo, num movimento de massas mobilizadas contra o progresso e a civilização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As finalidades do movimento ambientalista internacional</h2>
<p>A instrumentalização do ambientalismo como uma eficiente arma política do arsenal oligárquico tem tríplice finalidade:</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/joker_batman-pm1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4879" title="joker_batman-pm1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/joker_batman-pm1-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a>① A disseminação do irracionalismo e do “pessimismo cultural” entre a população em geral, fazendo com que as pessoas educadas aceitem, sem questionamento, a subordinação das políticas de promoção do ben-estar e do desenvolvimento da sociedade em geral, a requisitos – geralmente injustificados – de “proteção do meio ambiente”. Um subproduto desse impulso é a formação de uma imagem negativa da Ciência e da Tecnologia, que passam a ser consideradas “inimigas do meio ambiente”. Como afirma, explicitamente, o ex-vice-presidente dos USA, Al Gore, um dos campeões do ambientalismo – em seu livro <em>«Earth in the Balance»</em> (<em>«Terra na Balança</em>»), a intenção é colocar o meio ambiente no centro da organização da sociedade humana.</p>
<p>② A manipulação de argumentos de “proteção ambiental” para justificar o estabelecimento de estruturas legislativas de “Governo Mundial”, baseadas no argumento de que os problemas ambientais não reconhecem fronteiras políticas. Nesse particular, a aprovação do chamado Protocolo de Montreal para a Proteção da Camada de Ozônio – sem a menor justificativa científica – estabeleceu poderoso precedente para iniciativas posteriores, como a Convenção de Mudanças Climáticas, que pretende coibir, drasticamente, o uso de combustíveis fósseis sob o falacioso argumento de que estes contribuem para agravar o aquecimento global. Através da Convenção de Mudanças Climáticas ( e suas atualizações, como o chamado Protocolo de Kyoto), os mentores da “Agenda Ambientalista” pretendem criar um obstáculo quase intransponível ao desenvolvimento em escala mundial, já que <sup>3</sup>/<sub>4</sub> partes da energia consumida no planeta provêm de combustíveis fósseis.</p>
<p>③ A manipulação direta de argumentos ambientais e étnicos (estes, indigenistas e quilombolistas), para obstaculizar projetos de desenvolvimento, particularmente nos setores de infra-estrutura – como é o caso da campanha contra as hidrovias brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4880" title="uicn1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/uicn1-300x137.jpg" alt="" width="149" height="68" /></a>Surgem a UICN e o WWF</h2>
<p>Em 1961, Julian Huxley e Max Nicholson, juntamente com um grupo de notáveis da oligarquia britânica, fundaram o que viria a compor, juntamente com a UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza, o “Estado Maior” do movimento ambientalista: o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature (Fundo Mundial para a Vida Selvagem), atualmente chamado Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature), mas ainda utilizando a mesma sigla WWF.<a href="../wp-content/uploads/2010/10/wwf_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4881" title="wwf_logo" src="../wp-content/uploads/2010/10/wwf_logo.jpg" alt="" width="187" height="209" /></a></p>
<p>Entre os fundadores do WWF destacaram-se: o pintor e conservacionista Sir Peter Scott (a quem é atribuída a “paternidade” da organização); o Príncipe Philip (consorte da Rainha Elisabeth II); Lord Solly Zuckerman (principal consultor científico do governo britânico); marechal Lord Alan Brooke (ex-chefe do Estado Maior do Reino Unido); e Sir Frank Chapell (ex-comandante-geral do Exército britânico).</p>
<p>O WWF foi entidade fundamental para assegurar a predominância das empresas da Comunidade Britânica de Nações sobre os recursos naturais africanos – com seu controle sobre grande parte da vasta rede de parques e reservas naturais que retalharam a maioria dos países do continente africano. Desde a sua fundação, o WWF tem sido encabeçado pelo príncipe Philip.</p>
<p>A partir do WWF, os estrategistas oligárquicos dirigiram a criação, orientação e financiamento do aparato internacional de ONGs ambientalistas. Em 1969, o WWF fundou o seu ramo “indigenista” – a Survival International – que teve papel fundamental para a criação da imensa reserva indígena ianomâmi no Brasil e Venezuela.</p>
<p>A partir do WWF e da UICN (que constituem o “estado-maior” do movimento ambientalista internacional), emanaram as diretrizes que orientam a atuação das organizações do sistema das Nações Unidas, envolvidas com o meio ambiente: PNUMA &#8211; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; PNUD &#8211; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; OMM &#8211; Organização Meteorológica Mundial; a UNESCO; e outras fundações e corporações financiadoras do movimento ambientalista internacional, e da pletora de ONGs que constituem as “tropas de choque” do mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Início prático do movimento: década de 1960</h2>
<p>Em meados da década de 1960, o cenário estava pronto para a deflagração do movimento ambientalista de massas . A partir das determinações do Instituto Tavistock de Relações Humanas (entidade inglesa, um dos principais organismos manipuladores das mudanças de paradigmas culturais), da UICN e do WWF, as diretrizes do movimento foram discutidas e estabelecidas numa série de reuniões promovidas na Europa sob os auspícios da OCDE &#8211; Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, e da OTAN &#8211; Organização do Tratado do Atlântico Norte. Cabe observar que este era o mesmo aparato em cujo âmbito estavam sendo discutidas as “reformas educacionais” que acabariam com os currículos clássicos em quase todo o mundo.</p>
<p>As principais conclusões de uma dessas conferências – realizada em maio/1967, em Deauville, França, com o engenhoso título de Conferência Sobre o Desequilíbrio e a Colaboração Tecnológica Transatlântica (dentre os principais participantes do evento, destacava-se Zbigniew Brzezinski, então funcionário do Conselho de Planejamento Político do Departamento de Estado dos USA) – foram:</p>
<p>① Quanto ao progresso científico – tal como definido pelo domínio sucessivo do homem sobre as leis universais – deveria ceder lugar a uma visão do homem como que reduzido a uma parte da Natureza, cujas leis seriam “imutáveis e icognoscíveis”.</p>
<p>② Sistemas de governo baseados nos paradigmas industriais então predominantes, não mais funcionariam nessa “nova era” pós industrial.</p>
<p>③ Os Estados Nacionais se desagregariam, na medida em que o homem criasse novas maneiras mais “empáticas” de se relacionar com os seus semelhantes.</p>
<p>④ a promoção da contracultura do rock, drogas e a “libertação sexual”, em um período pouco superior a uma geração, a transformaria na cultura global dominante, o que significaria o fim da civilização ocidental judaico-cristã, encerrando o que se considerava a “Era de Peixes” e abrindo a “Era de Aquário”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/brzezinski2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4882" title="brzezinski2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/brzezinski2-300x221.jpg" alt="" width="184" height="135" /></a>Os pensamentos de Zbigniew Brzezinski e de Aurelio Peccei</h2>
<p>Em 1968, Zbigniew Brzezinski (um dos fundadores da Comissão Trilateral, imagem à esquerda) publicou o livro <em>«The Technetronic Age»</em> (<em>«A Era Tecnetrônica»</em>), no qual argumentava que a “Nova Era” (Era de Aquário) lançará as bases para uma ditadura benevolente por parte de uma elite “globalizada”. A sociedade – afirma ele – caracterizar-se-á por uma <em>«revolução da informação»</em>, pela cibernética, e pela substituição da <em>«orientação para as conquistas»</em> (ou seja, um sentido de propósito para a sociedade), por um <em>«enfoque de entretenimento»</em>, baseado em <em>«espetáculos»</em> (esportes de massa e televisão) que forneçam um narcótico para as massas crescentemente sem propósito&#8230; Segundo ele, novas formas de controle social poderiam ser necessárias para limitar o exercício indiscriminado, pelo indivíduo, de suas novas capacidades.</p>
<p>As declarações de Zbigniew Brzezinski de que <em>«&#8230;existe já difundido o consenso de que é desejável um planejamento funcional como o único meio de se enfrentar as diversas ameaças ecológicas&#8230;»</em><em> </em>foram enfatizadas no livro <em>«The Chasm Ahead»</em> (<em>«O Abismo à Frente</em>») escrito por Aurelio Peccei (industrial italiano que foi presidente do principal <em>think-tank</em> da OTAN, o Comitê Econômico Do Instituto Atlântico, imagem à direita). Peccei logo depois iria criar o Clube De Roma, em 1968. Segundo Peccei, a “Nova Era” está entre nós, portanto isso requererá mudanças dramáticas na maneira como o homem governa a si próprio, bem como a sua relação com a Natureza. O que se necessita é uma nova forma de “gerenciamento de crises” e planejamento.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2714" title="Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx-300x234.jpg" alt="" width="239" height="187" /></a>Em outro livro, <em>«The Human Quality»</em> («<em>A Qualidade Humana»</em>), Peccei repete os argumentos do Príncipe Philip – fundador do WWF &#8211; World Wilde Fund For Nature – ao afirmar que <em>«&#8230;o homem tem uma opinião muito elevada sobre si mesmo – e que o homem é parte da Natureza e é apenas um animal que, por sua arrogância, coloca a Natureza em perigo, e portanto, deve aceitar a sua subserviência em relação à Natureza»</em>.</p>
<p>Mais tarde, em <em>«Cem Páginas Para o Futuro»</em>, Peccei dirá: <em>«Será que foi então um impulso de criatividade, ou um momento de desvario que a Natureza produziu sua última grande espécie, que chamamos homo sapiens? Será ele a sua obra-prima, ou, pelo contrário, um refugo que escapou às triagens da seleção imediata e que foi, provisoriamente, admitido no turbilhão da vida? E acabará esta por eliminá-lo, se ele for de encontro a muitas outras espécies, ou se enfraquecer biologicamente? São questões que se tornam cada vez mais controvertidas.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O ambientalismo conquista os governos e criam-se novas ONGs</h2>
<p>Na virada dos anos 1960-70, já com suas diretrizes básicas estabelecidas, os mentores do ambientalismo partiram para a sua institucionalização nas políticas de governo, e na sua transformação num movimento de massas. Em 1969 foi aprovada a NEPA &#8211; Lei de Política Ambiental Nacional, no Congresso dos EUA, da qual resultou a criação da EPA &#8211; Agência de Proteção Ambiental – o primeiro organismo governamental ambiental do mundo, com poderes restritivos.</p>
<p>Em paralelo à aprovação da NEPA, o <em>establishment</em> oligárquico estadunidense, com a família Rockefeller à frente, ensejou e financiou a criação de várias ONGs, especificamente dedicadas a invocar a nova legislação em uma série de ações legais contra setores avançados da indústria estadunidense, e, dentre elas, destacam-se a NRDC &#8211; Natural Resources Defence Council, e o EDF &#8211; Environmental Defense Fund.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O DDT, a primeira vítima</h2>
<p>A primeira vítima do esquema foi o DDT, alvo das investidas judiciais do NRDC e do EDF, e cujo banimento pela EPA, em abril/1972, definiria o padrão das campanhas ambientalistas que se seguiriam – através de acusações cientificamente infundadas, propaganda alarmista disseminada pela mídia, e intromissão em decisões políticas por parte dos órgãos regulamentadores pertinentes. Anos depois, o administrador da EPA, William Ruckelshaus, o responsável pelo banimento do DDT, admitiu que sua decisão tinha sido eminentemente “política”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/AspenLogo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4884" title="AspenLogo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/AspenLogo.jpg" alt="" width="169" height="61" /></a>O Instituto Aspen</h2>
<p>Personagem-chave para o esquema ambientalista foi o magnata do petróleo Robert O. Anderson, presidente da Atlantic Oil Corporation e do Instituto Aspen de Estudos Humanísticos. Este instituto se transformou talvez na mais importante plataforma de lançamento para a popularização da ideologia “verde”. Participavam de seu Conselho Diretor indivíduos que desempenharam papéis cruciais na “mudança de paradigma cultural”, induzida pela oligarquia anglo-americana: o ex-secretário de Defesa dos USA e posteriormente presidente do BIRD, Robert MacNamara; a antropóloga Margaret Mead, e outros.</p>
<p>O sucessor de Robert O. Anderson (em 1969) no Instituto Aspen, foi Joseph Slater (ex-diretor da Fundação Ford). Slater trabalhou nos bastidores da ONU para que a entidade promovesse uma conferência internacional sobre o meio ambiente, o que foi aprovado em 1970 – mas apenas depois de superar uma forte oposição dos representantes dos países subdesenvolvidos, que já suspeitavam de que as preocupações ambientais poderiam implicar em obstáculos aos seu desenvolvimento econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Conferência de Estocolmo</h2>
<p>A Conferência das Nações Unidas para o Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, em junho/1972, introduziu a temática ambiental no cenário das relações internacionais, abrindo caminho para a elaboração de uma série de tratados internacionais, os quais se tornariam uma das marcas registradas do impulso ambientalista. Um dos países mais ativos em oposição ao esquema apresentado foi, precisamente, o Brasil, que, em Estocolmo, chegou a referir-se, oficialmente, à <em>«filosofia calvinista que inspira os países desenvolvidos»</em>. O secretário-geral da Conferência foi o empresário canadense Maurice Strong, também membro do Instituto Aspen. Maurice Strong seria também o secretário-geral da chamada Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro).</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/pnuma.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-4885" title="pnuma" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/pnuma.gif" alt="" width="173" height="153" /></a>Como resultado (embora oficioso) da Conferência de Estocolmo, foi publicado o livro «<em>Uma Terra Somente»</em> (da escritora inglesa Barbara Ward – do IIEA &#8211; Instituto Internacional para Assuntos Ambientais, de Londres, depois nomeado IIED &#8211; Instituto Internacional para o Meio Ambiente – que atuava em estreita coordenação com o Instituto Aspen; e o biólogo estadunidense René Dubos, da Universidade Rockefeller) A mensagem do livro pode ser sintetizada no seguinte trecho: <em>«Em resumo, os dois mundos do homem: a biosfera, que herdou, e a tecnosfera, que criou, estão desequilibrados, e de fato, potencialmente, em profundo conflito. E o homem está no meio. Esta é a conjuntura da História em que nos encontramos: a porta do futuro abrindo-se para uma crise mais brusca, mais global, mais inevitável e mais desconcertante do que qualquer outra já defrontada pela espécie humana, que tomará forma decisiva dentro do lapso de vida das crianças que já nasceram.» </em>— Um resultado direto da Conferência de Estocolmo foi a criação do PNUMA<a href="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a> &#8211; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, cujo primeiro diretor foi, justamente, Maurice Strong.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong></p>
<p><strong>[continua no próxmo post]</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é um extrato realizado a partir do livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em seus vários capítulos, quando é tratado, de alguma forma, o tema do movimento ambientalista internacional. Assim, muitas partes da presente matéria poderão ser mais ou menos desconectadas, mas procurei “costurá-las” a fim de um melhor entendimento por parte do leitor. Eventualmente, introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura, bem como para organizar o texto.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>O livro a ler é:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> (Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Ambientalismo internacional &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente»  (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3012" title="Mafia-Verde-1-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-medio.jpg" alt="" width="60" height="91" /></a>Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a <em>«destruição do meio ambiente»</em> (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-3645" title="friends-of-earth" src="../wp-content/uploads/2010/05/friends-of-earth-233x300.gif" alt="" width="118" height="152" /></a></p>
<h2>O petróleo financia as ONGs ambientalistas!</h2>
<p>Com outra doação de US$ 200.000, Anderson garantiu a criação dos Amigos da Terra (Friends of the Earth), uma das primeiras entre as milhares de ONGs que viriam a formar as “tropas de choque” do movimento ambientalista. Vários dos principais fundadores dos Amigos da Terra foram recrutados entre os quadros dos Federalistas Mundiais e dos Cidadãos Planetários – estes últimos criados no pós-guerra como centros de difusão do “governo mundial”, por ideólogos oligarcas tais como Bertrand Russell, H. G. Wells e Robert Hutchins (reitor da Universidade de Chicago), este um fanático do “crescimento zero”.</p>
<p>A difusão da ideologia ambientalista na Europa foi amplamente financiada pela Shell, dirigida a partir da Sociedade Européia de Cultura de Amsterdan, outra criação de Julian Huxley. A Sociedade organizou o “Projeto Europa-2000”, de cujas recomendações foi estabelecido, no início dos anos 1970, o Instituto para a Política Européia de Meio Ambiente.</p>
<p>Este, juntamente com o IIED &#8211; Instituto Internacional para o Meio Ambiente e organizações coligadas dos EUA, como o Instituto Aspen e as fundações Ford e Rockefeller, têm sido as mais ativas instituições envolvidas na elaboração da “agenda verde global”. Esse esforço foi a contrapartida européia para a realização da Conferência de Estocolmo, em junho/1972.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Três manifestos ambientalistas históricos</h2>
<p>Além da Conferência de Estocolmo, também foram divulgados em 1972, três famosos manifestos ambientalistas:</p>
<p>① O relatório <em>«Blueprint For Survival»</em> (<em>«Roteiro Para a Sobrevivência»</em>) – editado pela revista inglesa <em>The Ecologist</em> (dirigida por Edward Goldsmith e patrocinada por seu irmão <em>sir</em> James Goldsmith e por <em>lord</em> Victor Rothschild;</p>
<p>② A <em>«Carta Mansholt»</em> – redigida pelo então secretário da Comissão da Comunidade Européia, o francês Sicco Mansholt (protegido de <em>lord</em> Rothschild); e</p>
<p>③ O relatório do Clube de Roma, <em>«Limites Do Crescimento»</em>. — Os três documentos batem na mesma tecla: a impossibilidade de expansão contínua da sociedade industrial e da população do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Uma agenda para acabar com a civilização&#8230;</h2>
<p><em>«The Unfinished Agenda»</em> («<em>A Agenda Inacabada»</em>) – documento de 1977, patrocinado pelo Rockefeller Brothers Fund (Fundo dos Irmãos Rockefeller) – recomendava uma série de medidas que representavam uma degradação deliberada dos setores intensivos em tecnologia da economia dos EUA, com a conseqüente imposição de um regime de “crescimento zero”, coerente com as sugestões explícitas dos relatórios do Clube de Roma. Entre outras recomendações, a <em>«Agenda Inacabada»</em> sugeria:</p>
<p>① Estabelecer a redução populacional como meta nacional;</p>
<p>② Promover uma política de esterilização feminina nos países do Terceiro Mundo;</p>
<p>③ Imposição de fortes restrições à imigração para os EUA, especialmente a proveniente de países pobres;</p>
<p>④ Vincular a ajuda alimentícia aos países pobres a metas de redução das taxas de natalidade;</p>
<p>⑤ Reduzir a intensidade energética da agricultura estadunidense;</p>
<p>⑥ Eliminar a utilização de fertilizantes e pesticidas na agricultura;</p>
<p>⑦ Eliminar a fissão nuclear como fonte energética; e</p>
<p>⑧ Fomentar o uso de fontes energéticas de pequena escala.</p>
<p>Na conclusão é abertamente admitido que o objetivo do projeto do movimento ambientalista não é resolver o problema de recursos escassos, mas promover uma mudança de valores na Sociedade, afastando-a do compromisso com o progresso: <em>«</em><em>Aqueles que vivem no ambiente comum do planeta estão agora experimentando a transição da abundância para a escassez. Os desafios imediatamente à frente não são os limites físicos ao crescimento, mas o desafio de uma grande transformação nos valores humanos.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4891" title="sicco-mansholt" src="../wp-content/uploads/2010/10/sicco-mansholt-214x300.jpg" alt="" width="142" height="200" /></a>Mitterrand: sugestão de renúncia à nossa soberania!</h2>
<p>Sicco Mansholt (imagem à direita), tornou-se um dos principais líderes intelectuais do “ambientalismo” europeu, tendo sido também um dos incentivadores da criação do Clube de Roma, em 1968. As idéias de Mansholt foram largamente adotadas pelas lideranças da Internacional Socialista. François Mitterrand endossou a <em>«Carta Mansholt»</em>, o que evidencia que ele e seu chanceler Michel Rocard não tenham cometido um mero deslize diplomático, ao exigirem do Brasil, na Conferência de Haia, em março/1989, a <em>«renúncia a parcelas de soberania»</em> para facilitar a solução de problemas ambientais. Tal preceito constitui elemento fundamental da estratégia da oligarquia européia, e de seus títeres na Internacional Socialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4892" title="ObamaCFR" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/ObamaCFR.jpg" alt="" width="154" height="118" /></a>O CFR e a Comissão Trilateral na área</h2>
<p>A ascensão de Jimmy Carter à Presidência dos USA, em 1977, representou a consolidação política de todas as diretrizes oligárquicas no país mais poderoso do mundo, e resultou de um projeto gestado, diretamente, no interior do CFR &#8211; Council for Foreign Relations e da Comissão Trilateral.</p>
<p>A intenção do CFR na agenda ambiental ficou explícita com o artigo do diplomata George Kennan, intitulado <em>«Para Evitar um Desastre Mundial» </em>(publicado em abril/1970 na revista da organização: <em>Foreign Affairs</em>). Kennan, um dos mais importantes estrategistas do <em>establishment</em> estadunidense, enfatiza três pontos:</p>
<p>① a crise ambiental representa uma ameaça global tão grande que ameaça a vida na Terra;</p>
<p>② A crise deveria ser controlada por uma parceria entre governos e o empresariado, operando sob a supeervisão de uma super-agência ambiental mundial;</p>
<p>③ Parte dos recursos necessários para esse esforço deveriam provir dos orçamentos de defesa nacional.<a href="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4051" title="bibliotecapleyades.net-round_table" src="../wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table-300x282.jpg" alt="" width="125" height="118" /></a></p>
<p>Em 1973, simultaneamente com a criação da Comissão Trilateral, foi criada uma força-tarefa, o “Projeto dos Anos 80”, organizada pelo CFR, com o objetivo de elaborar diretrizes de governo nos campos estratégico, econômico e social, visando a promoção de uma <em>«desintegração controlada da economia mundial»</em>. Entre seus organizadores estavam Zbigniew Brzezinski, Cyrus Vance e outros indivíduos que, posteriormente, ocuparam importantes cargos no Governo de Jimmy Carter.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4895" title="rio92" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/rio92.jpg" alt="" width="145" height="145" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4896" title="agenda21" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/agenda21-133x300.jpg" alt="" width="133" height="300" /></a>A década de 1990, a Rio-92 e a Agenda 21</h2>
<p>Se a década de 1970 foi a da popularização do ambientalismo, a de 1990 ficaria marcada pela elevação do mesmo ao plano superior da formulação de políticas públicas e das relações internacionais.</p>
<p>Elemento crucial para o processo de formulação de políticas públicas do ambientalismo foi a realização da <em>Rio-92</em>, chamada “Cúpula da Terra”, no Rio de Janeiro, em junho de 1992 – da qual resultaram convenções (Protocolo de Montreal para a Proteção da Camada de Ozônio; a Convenção Quadro de Mudanças Climáticas; Convenção Sobre Diversidade Biológica etc) e a chamada “Agenda 21”, um enorme conjunto de diretrizes destinado a introduzir o elemento ambiental, principalmente o conceito de “desenvolvimento sustentado”, em, praticamente, todos os ramos das atividades humanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2021" title="Elaine-Dewar-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/Elaine-Dewar-2.gif" alt="" width="110" height="124" /></a>Elaine Dewar reage</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar sobre a Rio-92: <em>«Propagandeada como a “maior cúpula do mundo”, a conferência do Rio era publicamente descrita como uma negociação global para reconciliar a necessidade de proteção ambiental com a necessidade de crescimento econômico. Os bem-informados entendiam que havia outros objetivos bem mais profundos. Estes, envolviam a transferência de poderes regulamentadores nacionais para vastas autoridades regionais; a abertura de todas as economias nacionais fechadas a interesses multinacionais; o reforço de estruturas de tomada de decisões muito acima e muito abaixo do alcance de democracias nacionais recém-estabelecidas; e, acima de tudo, a integração dos impérios soviético e chinês no sistema de mercado global. Eu não havia ouvido ninguém usar qualquer nome para esta agenda bastante grande, de modo que, mais tarde, eu mesma a batizei – a “Agenda de Governança Global”.» </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rio-92: V<sub>0</sub> da “nova ordem mundial”</h2>
<p>A chamada Rio-92 já está cumprindo o seu objetivo primário de provocar uma mudança nos chamados “paradigmas culturais”. Nas escolas, as crianças não falam senão da proteção à Natureza e da maldade intrínseca às atividades humanas. [...] Não é acidental, porque o propósito da Rio-92 – organizada para ser o mais importante advento do nosso século, a conferência que para alguns inauguraria a “nova ordem mundial” do presidente George Bush – era estabelecer princípios que constituem essencialmente um ataque aos valores cristãos mais fundamentais, colocando as preocupações com a Natureza <em>per se</em> em plano idêntico, senão superior, àquelas com o homem e sua luta para reproduzir e ampliar as bases da civilização, que foram a força motriz das descobertas marítimas e a própria alma da evangelização.</p>
<p>A verdade sobre o tema central que se tentará impor à Rio-92 (em palestra de Lorenzo Carrasco em 18/05/1992): na realidade a chamada “agenda ambiental” das oligarquias do “governo mundial” não é nenhuma novidade – apenas utiliza o velho conceito malthusiano de que os recursos naturais são finitos, como também é limitada a população que deles pode usufruir. Por conseguinte, a estratégia delas (das oligarquias) exigiria, fundamentalmente, o controle do crescimento populacional dos países subdesenvolvidos, assim como impedir o seu desenvolvimento científico-tecnológico-econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>“Desenvolvimento sustentável”: mais para os ricos, menos para os pobres</h2>
<p>São esses os propósitos escondidos pela pomposa denominação de “desenvolvimento sustentado” – que pressupõe que os limitados recursos naturais do planeta e a igualmente restrita capacidade de sustentação da biosfera, não permitem a expansão dos benefpicios da sociedade industrial moderna a todos os povos do planeta, o que não só é cientificamente incorreto, mas também moralmente inaceitável. [...] os promotores desse “desenvolvimento” propõem agora uma divisão das restrições ao desenvolvimento econômico, a qual, se levada às últimas conseqüências, significará um virtual congelamento do progresso da civilização em nível muito inferior ao possível, e exigido pela dignidade humana. Repetindo: este é o tema central da Rio-92.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4900" title="protocolodemontreal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/protocolodemontreal-300x207.jpg" alt="" width="211" height="145" /></a>Protocolo de Montreal</h2>
<p>Este, que vinha sendo negociado desde 1987, determinou o precedente para os grandes tratados ambientais internacionais. Pelos seus termos, toda uma família de produtos supostamente deletérios para a camada de ozônio (CFCs, halons etc) tiveram seus usos suprimidos até 2010. O <em>Protocolo</em> foi implementado a despeito das objeções de grande parte da comunidade científica e das advertências de que o custo da substituição dos produtos banidos chegaria à casa de centenas de bilhões de dólares em todo o mundo.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-4901" title="aquecimentoglobal" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/aquecimentoglobal-282x300.gif" alt="" width="196" height="210" /></a>A convenção Quadro de Mudanças Climáticas</h2>
<p>Esta prometia efeitos ainda piores. Seu objetivo era o de restringir a utilização de combustíveis fósseis – sob o pretexto de combater o chamado “aquecimento global”. A meta prevista era obter até 2010 uma redução dos níveis de emissões dos “gazes de efeito estufa”, principalmente o gás carbônico, aos níveis vigentes em 1990. Em escala global isso implica em um virtual congelamento da utilização de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), que respondem por <sup>3</sup>/<sub>4</sub> da produção mundial de energia, com um impacto conseqüente nos planos de desenvolvimento de cada país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>MDL – “mecanismos de desenvolvimento limpo”</h2>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2016" title="maurice_strong_hires" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/12/maurice_strong_hires-292x300.jpg" alt="" width="148" height="152" /></a>Idealizado por Maurice Strong (à esquerda, que presidiu a Rio-92), tem como objetivo a “comercialização” de direitos de emissão de “gazes de efeito estufa”. Assim, os planejadores da agenda ambiental pretendiam estabelecer um sistema de “cotas de emissões” para cada país. Por meio dos MDLs, os países interessados poderiam negociar a compra ou a venda de “cotas” segundo seus interesses momentâneos – o que, na prática, significaria a mercantilização do direito ao desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Novamente Elaine Dewar adverte</h2>
<p>Assim falou Elaine Dewar: <em>«Ao final de 1991, eu havia me tornado altamente cética sobre os motivos dos participantes do circuito (ambientalista). Eu havia chegado à conclusão de que a poluição transfronteiriça estava sendo usada como um instrumento de mercado para vender aos que ainda tinham dúvidas, a necessidade de adoção de níveis de governança regionais e globais. O “pense globalmente, aja localmente”, era apenas outro slogan propagandístico. </em>[...]<em> Por volta do ano 2000, haveria poucas entidades nacionais independentes capazes de defender as comunidades locais dos leviatãs internacionais. As comunidades locais competiriam entre si pelos favores dos grandes interesses</em> (vide a venda de “cotas” – MDLs – de Maurice Strong). <em>Aqueles de nós que vivêssemos nas periferias brutais dessas novas potências mundiais se veriam agradecidos por comercializar com qualquer um, a qualquer preço.»</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Uma obstaculização completa ao desenvolvimento</h2>
<p>Como as outras duas principais fontes energéticas que se seguem em importância aos combustíveis fósseis – a hidroelétrica e a nuclear – se encontram, igualmente, na alça-de-mira dos ambientalistas, não é difícil perceber que a plena implementação da “Agenda Verde” implicará num obstáculo quase intransponível para as prespectivas de progresso dos países que ainda lutam para atingir um nível de desenvolvimento pleno.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4903" title="biodiversidade" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/biodiversidade-300x211.jpg" alt="" width="213" height="150" /></a>A Convenção sobre Diversidade Biológica</h2>
<p>Esta, parte do pressuposto de que as atividades humanas estão destruindo a biodiversidade que a Natureza levou bilhões de anos para desenvolver, e estabelece um marco legal para a proteção dos ecossistemas julgados ameaçados. A sua interpretação e aplicação irrestritas tem o potencial de obstaculizar um grande número de atividades econômicas. [...] Com todo esse aparato legal, que vem sendo constantemente ampliado com novas iniciativas, o fator ambiental da estratégia hegemônica da oligarquia adquire uma relevância crucial para a determinação do futuro imediato de nossa civilização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4906" title="marina1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/marina1-225x300.jpg" alt="" width="140" height="187" /></a>Estrutura do movimento ambientalista internacional</h2>
<p>Organizado hierarquicamente, a partir dos círculos mais elevados do <em>establishment</em> oligárquico, reunido no chamado Clube das Ilhas – pode ser dividido em três escalões:</p>
<p>① <strong>“Estado-maior”</strong> – diretamente ligado à cúpula do <em>establishment</em>, onde são elaboradas as diretrizes gerais do movimento: UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza e o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature – que recebem apoio financeiro direto do Clube 1001 e de outras fontes oligárquicas.</p>
<p>② <strong>“Comando operacional e logístico”</strong> – onde as diretrizes são transformadas em ações, envolvendo tanto governos nacionais como ONGs:</p>
<p>ⓐ entidades da ONU, tais como o PNUMA, PNUD, UNESCO, Organização Meteorológica Mundial etc;</p>
<p>ⓑ o Clube de Roma, coordenando atividades de uma série de organizações internacionais encarregadas da difusão da ideologia malthusiana dos “limites do crescimento”;</p>
<p>ⓒ Instituto Tavistock, responsável pelos programas de “engenharia social”, para tornar o ambientalismo socialmente aceitável;</p>
<p>ⓓ organizações “de inteligência” – como o World Resources Institute e o Worldwatch Institute;</p>
<p>ⓔ o aparato de financiamento dos programas, das ONGs e da formação dos quadros especializados necessários, integrado por agências de ajuda internacional de governos como os dos USA, Grã-Bretanha, Canadá etc, e de findações familiares e uma rede de empresas “fita azul” do Establishment.</p>
<p>③ <strong>“Tropas de choque”</strong> – representadas pelas ONGs de “ação direta”. Estas, por sua vez, podem ser divididas entre um seleto grupo de “organizações respeitáveis” – dirigidas por “cidadãos acima de qualquer suspeita” (Nature Conservancy, Environmental Defense Fund, Conservation International, Nature Resources Defense Council etc); e as organizações radicais, como o Greenpeace, Amigos da Terra etc, que geralmente protagonizam ações de grande impacto. Entre esses níveis de radicalismo, chega-se a organizações proto-terroristas e abertamente terroristas.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4908" title="thomaslovejoy" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/thomaslovejoy-239x300.jpg" alt="" width="157" height="196" /></a>O alarmista Thomas Lovejoy (WWF)</h2>
<p>Juntamente com o biólogo Norman Myers, Thomas Lovejoy (do WWF) tornou-se o maior propagandista de um dos temas preferidos do alarmismo ambientalista, a extinção das espécies. A partir da publicação do livro de Myers, «<em>The Sinking Ark</em><em>»</em> («<em>A Arca Que Está Afundando</em><em>»</em>), em 1979, ambos começaram a difundir a tese – infundada – de que a ação humana estaria causando a extinção de até 100 espécies de organismos por dia, principalmente nas grandes floresras tropicais. Embora absurda e contestada por um grande número de cientistas, em pouco tempo, tal cifra passou a aparecer com destaque cada vez maior na prolífica literatura “eco-alarmista”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em>Debt-for-nature swaps</em> &#8211; idéia de Lovejoy</h2>
<p>Em 1987, Thomas Lovejoy apresentou a proposta do mecanismo de troca de “dívida por natureza” (<em>debt-for-nature swaps</em>), pelo qual os países subdesenvolvidos poderiam abater parcelas de suas dívidas externas para utilizar tais recursos em programas de proteção ambiental – evidentemente, supervisionados e executados por ONGs internacionais. Recebida com entusiasmo entre as redes ambientalistas brasileiras, a proposta praticamente não chegou a ser implementada no país, mas volta-e-meia insiste em reaparecer.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4909" title="panda1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/panda1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>Este é o WWF que ninguém conhece</h2>
<p>Em entrevista divulgada em abril/1983, Lovejoy falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista: <em>«Quero esclarecer uma coisa agora mesmo: algumas pessoas têm circulado histórias maldosas de que o WWF está tentando parar todo o investimento no setor em desenvolvimento, que não queremos nenhuma indústria, e que tudo em que estamos interessados são plantas e animais. Isso é uma mentira»</em> &#8230; – Perguntando se o WWF não coloca os animaizinhos e plantas exóticas contra o desenvolvimento industrial e de exploração de recursos naturais em certas áreas, Lovejoy respondeu: <em><strong>«Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que eu sou? Você sabe realmente quem eu sou? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da</strong> </em>[seguradora]<em> <strong>Metropolitan Life. Você sabe quem é realmente Russell Train</strong> (na época presidente do WWF-USA e ex-alto funcionário da NATO)? <strong>Quem diabos, você pensa que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim – ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos&#8230; O maior problema são esses malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convém. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias&#8230; Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar as pessoas e vamos ter que ajustar isso. Será um ajuste doloroso, sem dúvida. Não, o problema real é esse nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais ele leva.» </strong></em>E continuando: <em><strong>«Antes de tudo, precisamos ter certo controle sobre os ministros de planejamento nesses países, especialmente os países maiores.</strong> </em>[...]<em> <strong>Talvez seja possível quebrar alguns setores nacionais, como o petróleo no México, porque é ineficiente e requer muito capital.» </strong></em>{grifos do Editor deste site}<em><strong>.<br />
</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Novamente a pressão francesa sobre a soberania brasileirae a ação das ONGs</h2>
<p>Em fevereiro-março/1989, em Haia, Holanda, ocorreram duas conferências internacionais sobre o meio ambiente, às quais compareceram os chefes de Estado de 23 países. Na ocasião, O presidente francês François Mitterrand e seu chanceler Michel Rocard, afirmaram, explicitamente, que países como o Brasil deveriam abrir mão de “parcelas de soberania” sobre ecossistemas como a floresta amazônica, para facilitar a sua preservação como um “patrimônio da humanidade”.</p>
<p>Nesse período, manifestações “populares” contra a suposta insensibilidade ambiental do Brasil ocorreram em vários países. [...] Simultaneamente a esses protestos contra a “devastação da Amazônia” houve a publicação de importante editorial da revista <em>The Economist</em> sobre a Amazônia – o que se constituiu, a par das ações de rua, apenas uma das pontas visíveis de uma bem articulada campanha que insistia em levantar a velha bandeira de que <em>«a imensa riqueza da floresta amazônica deveria ser explorada em benefício da humanidade»</em>. Participando diretamente da ação estavam ONGs, como a Friends of the Earth, Survival International (a qual se propunha a sabotar todos os fluxos financeiros internacionais destinados a projetos na Amazônia – até que o governo brasileiro reconhecesse os <em>«legítimos direitos dos indígenas»</em>), Greenpeace, Oxfam, Forest Peoples Support Group e outras.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4911" title="obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/obras-de-duplicacao-da-br-364-trecho-urbano-28-05-09-300x200.jpg" alt="" width="210" height="140" /></a>A rodovia BR-364 prejudicada</h2>
<p>Ao mesmo tempo, o governo de George Bush (pai), sob instigação da promeira-ministra britânica Margaret Thatcher, e trazendo a tiracolo o presidente francês François Mitterrand, apressaram-se em surgir como “campeões do meio ambiente”, denotando a crescente relevância temática ambiental nas relaçoes internacionais e o maldisfarçado intento de obstaculizar as aspirações de  desenvolvimento das nações do Sul. O próprio Bush pressionou diretamente o governo do Japão para impedir a concessão ao Brasil de um financiamento para a conclusão da pavimentação da rodovia BR-364, no trecho que liga o Acre ao Peru, permitindo o acesso rodoviário aos portos deste país. Thatcher, por sua vez, apoiou uma série de esforços para vincular o pagamento da dívida externa de países como o Brasil, à venda de recursos naturais destes.</p>
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<h2>Nobres preocupações estrangeiras com o Brasil!</h2>
<p>Durante todo o ano de 1989, o Brasil recebeu visitas de várias delegações estrangeiras, principalmente dos EUA, inclusive com a presença do vice-primeiro ministro holandês Rudolf Koorte, que vieram professar <em>in loco</em> suas preocupações com o meio ambiente brasileiro, e aproveitando a oportunidade para promover a “menina dos olhos” da campanha ambientalista internacional – as conversões de “dívida por natureza”. A despeito de contar com vários aliados aqui mesmo no Brasil, essa proposta não foi adiante naquele momento.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4912" title="africa-cartoon" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/10/africa-cartoon-228x300.jpg" alt="" width="313" height="412" /></a>“Africanização”,&#8230; também do Brasil?</h2>
<p>O predomínio britânico se tornou evidente no sistema de parques naturais, que, à época da independência, já representavam mais de 20% do território das antigas colônias britânicas na África. Os diretores dos parques, chefes de polícia dos mesmos, e suas juntas diretoras, continuaram nas mãos dos súditos britânicos. [...] Um grande número desses parques, e em alguns casos todo o sistema, foi colocado sob o comando de ONGs, manejadas por juntas internacionais ou por procuradores, sem supervisão alguma por parte dos governos locais. Hoje em dia, os sistemas de parques do Quênia, Tanzânia, Congo, são administrados por entidades privadas. Chegou-se ao extremo de, por exemplo, na Tanzânia, cerca de 40 % do seu território estar contido no sistema de parques naturais, administrado pela ONG Parques Naturais da Tanzânia.</p>
<p>O tamanho total desses parques e complexos é surpreendente: 8,2 % da superfície total da África subsaariana. Muito mais surpreendente é que grande parte dos parques e reservas naturais está situada nas fronteiras nacionais. (obs: essas fronteiras dos Estados africanos foram desenhadas arbitrariamente pelas potências européias em suas conferências imperiais).</p>
<p>A situação dos parques naturais em tais regiões visa o genocídio e à desestabilização contínua da África. Por outro lado, os parques fizeram estragos na economia e ecologia africanas. A rede de parques diminuiu o fluxo de energia de todo o sistema ecológico, o que fez proliferar parasitas e enfermidades. Essa degradação do ambiente humano ajudou a criar as condições pelas quais as novas enfermidades (AIDS) se generalizaram entre a população esgotada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os parques têm vários objetivos geopolíticos:</h2>
<p>① eliminar grandes extensões de terra para fins econômicos produtivos; a criação dos parques é a maior operação de expulsão conhecida desde que a horda de mongóis de Gengis-Khan assolou a Ásia Central no século 13. Como disse um especialista britânico: <em>«</em><em>Quando os britânicos desejam expulsar o povo de uma região, sua tendência é converter a mesma em um parque selvagem, o que lhe dá a sua razão de ser»</em>;</p>
<p>② enquanto impedem o aproveitamento desses territórios, as reservas se situam com freqüência sobre jazidas de recursos estratégicos. Exemplo: os parques das zonas fronteiriças do Níger, estão sobre uma jazida de urânio;</p>
<p>③ o fato dos parques serem administrados por organismos supranacionais, como o WWF &#8211; World Wilde Fund for Nature, é um ataque à soberania nacional. A pretexto de combater caçadores furtivos, a administração inclui muitas vezes forças paramilitares. Outros parques são administrados por outros organismos internacionais, como o PNUD, a FAO &#8211; Organização para a Alimentação e Agricultura, da ONU, ou a UICN &#8211; União Internacional para a Conservação da Natureza;</p>
<p>④ os parques são refúgio e zonas de treinamento de tropas dos grupos guerrilheiros mais diversos. Vários estão localizados nas fronteiras dos países, e funcionam como “zonas militarizadas”. Exemplo: o WWF administrava o programa de gorilas no Parque Virunga, enquanto a FPR &#8211; Frente Patriótica de Ruanda usava o mesmo para entrar em Ruanda. Sem exagero, podemos afirmar que, sem as zonas de refúgio que a rede de parques que a família real britânica oferece, as prolongadas guerras civis e fronteiriças que afligem a África, desde os<a href="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3013" title="Mafia-Verde-1-pequeno" src="../wp-content/uploads/2010/05/Mafia-Verde-1-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="68" /></a> anos 1970, teriam sido impossíveis.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4736" title="divisor2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/divisor2-300x22.gif" alt="" width="300" height="22" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> este post é um extrato realizado a partir do livro <em><strong>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</strong></em>, em seus vários capítulos, quando é tratado, de alguma forma, o tema do movimento ambientalista internacional. Assim, muitas partes da presente matéria poderão ser mais ou menos desconectadas, mas procurei “costurá-las” a fim de um melhor entendimento por parte do leitor. Eventualmente, introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura, bem como para organizar o texto. Imagens: Google &#8211; Imagens.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Observação:</strong> o segundo volume da série “Máfia Verde” (<em><strong>«Máfia Verde 2 &#8211; Ambientalismo, Novo Colonialismo»</strong></em>) também fala muita coisa sobre o movimento ambientalista internacional, matérias que serão, oportunamente, inseridas neste site.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong><em>«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»</em></strong> dos editores (Capax Dei Editora); e <strong><em>«Uma Demão de Verde»</em></strong>, da jornalista canadense Elaine Dewar (também editado pela Capax Dei Editora).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei: </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>Aprovada reforma do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 01:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após muitas idas e vindas, a Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 1876/99, que versa sobre a reforma do Código Florestal. Por 13 votos a 5, o texto principal do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi aprovado pela Comissão Especial que tem analisado a reforma da legislação ambiental. A matéria vai agora para votação em plenário em data ainda a ser marcada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a>Após muitas idas e vindas, a Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 1876/99, que versa sobre a reforma do Código Florestal. Por 13 votos a 5, o texto principal do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi aprovado pela Comissão Especial que tem analisado a reforma da legislação ambiental. A matéria vai agora para votação em plenário em data ainda a ser marcada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Reações contrárias</h2>
<p>Durante a sessão, não faltaram os protestos de ambientalistas e aliados contra o que classificam como <em>«um retrocesso histórico na política ambiental do Brasil»</em>, nem a ruidosa manifestação de ativistas profissionais do Greenpeace que promoveram um “apitaço” que interromperam os trabalhos e exigiram a intervenção dos seguranças da casa (<em>Adital</em>, 6/07/2010).</p>
<p>É conveniente ressaltar duas intervenções no processo, que podem ser perfeitamente classificadas como alinhadas a um ambientalismo quase dogmático. A primeira veio da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, que trata de meio ambiente e patrimônio cultural, ao expedir uma nota técnica contra o substitutivo apresentado pelo deputado Aldo Rebelo à comissão. De acordo com o MPF, as propostas fragilizam a proteção do meio ambiente por diminuírem, de forma drástica, o padrão de proteção ambiental atualmente proporcionado pela legislação em vigor. Com relação à exclusão de categorias de áreas de preservação e à diminuição das faixas atualmente definidas, o MPF afirma que, além de significar inestimável prejuízo ambiental, coloca em risco a vida da população que habita tais áreas de forma irregular.</p>
<p>Outra manifestação partiu do físico Luiz Pinguelli Rosa, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Em carta encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Pinguelli transmite as inquietações de organizações signatárias do Observatório do Clima: <em>«Na avaliação dessas entidades as medidas propostas não se coadunam com as metas brasileiras de mitigação de gases de efeito estufa vinculadas ao Uso da Terra – em especial sobre a redução do desmatamento –  levadas à 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, realizada em Copenhague (Dinamarca), em dezembro 2009, e incorporadas a Política Nacional sobre Mudança do Clima, Lei Federal nº 12.187/2009»</em>. O autor ressalta a sua preocupação com o estabelecimento de um período de cinco anos para a regularização voluntária, com suspensão de multas, até que os governos estaduais implementem seus planos de regularização ambiental.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/redebrasilatual.com_.br-aldo-rebelo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4310" title="redebrasilatual.com.br-aldo-rebelo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/redebrasilatual.com_.br-aldo-rebelo-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a>Ações a favor do Brasil</h2>
<p>Por isso mesmo, é relevante acrescentar que o trabalho do deputado Aldo Rebelo tem sido reconhecido por várias correntes de pensamento como, por exemplo, relata a jornalista Rosângela Bittar, editora em Brasília do insuspeito jornal <em>Valor Econômico</em>, em artigo publicado em 7 de julho. Eis os principais trechos:</p>
<p><em>«O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) encerrou, ontem, com a votação do Código Florestal em Comissão Especial da Câmara, mais um ciclo dramático de tantos da sua biografia parlamentar que tem sido de uma complexidade real. (&#8230;) É vítima de uma campanha de ambientalistas que tentam atingí-lo, pessoal e eleitoralmente, numa tentativa de barrar sua reeleição. Concretamente, houve uma campanha mais forte, pela Internet, agora suspensa, liderada pelo Greenpeace, a ONG ambientalista internacional mais performática entre as que lutaram contra o Código Florestal conforme concebido na Câmara. Os ataques surgiram de outros lados também e, a integrantes da comissão, chegaram informes sobre atuação forte dessas organizações, especialmente as grandes estrangeiras, contra o deputado comunista.</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«Não é uma coincidência nem a primeira vez que Aldo Rebelo se vê no olho desse tipo de furacão. Seu eleitorado foi posto à prova quando fez o embate da Lei de Patentes, defendendo abertamente que o Brasil não deveria assinar o acordo TRIPS da Rodada Uruguai. </em>(&#8230;)</p>
<p><em>«Em outro momento, abriu uma guerra em defesa da Língua Portuguesa e conseguiu aprovar um projeto de valorização do idioma que obrigava a propaganda, de visibilidade pública, fazer a tradução dos termos em inglês. Câmara e Senado a aprovaram mas a proposta continua sem aplicação. </em>(&#8230;)</p>
<p><em>«Liderou uma longa e densa batalha pelos transgênicos e, como relator do projeto do governo, introduziu no texto a pesquisa de célula tronco.</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«Mais recentemente, participou da resistência à demarcação continuada da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Batalhas que guardam, entre si, muito coerência. Diante do histórico, Aldo Rebelo aponta que essa é sua linha, a questão da soberania é o tema de seu interesse direto&#8230;</em> (&#8230;)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ações futuras</h2>
<p><em>«A partir de agora, encerrada a votação do Código Florestal, sua próxima ação é a apresentação de uma emenda constitucional ampliando os direitos dos brasileiros naturalizados.</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«Finalmente, uma contradição? Não. <sup>«</sup>A emenda visa exatamente a valorização da questão nacional, vou defender o direito de os naturalizados integrarem as forças armadas e a carreira diplomática, porque acho que isso amplia a coesão nacional. E o Brasil precisa de uma coesão interna em torno de alguns objetivos<sup>»</sup>.</em> (&#8230;)</p>
<p><em>«O parlamentar fez muitas concessões de conteúdo a ambientalistas e a ruralistas, levando em conta , como integrante da bancada do governo, a maioria das ponderações do Ministério do Meio Ambiente. Mas manteve suas convicções: <sup>«</sup>É preciso haver a defesa do interesse nacional, sempre, e no caso da agricultura há um interesse nacional evidente. Não se pode ser ingênuo com relação a isso, não se pode, numa disputa comercial com a agricultura dos Estados Unidos, da Europa, ter dúvidas sobre qual a posição que você defende<sup>»</sup>. Um nacionalista como há tempos não se via.»<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="aligncenter" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong>Este post é matéria     apresentada no Boletim Eletrônico,Volume II, n° 12, de 08/07/2010, do <strong>MSIa   &#8211;   Movimento de Solidariedade Íbero-americana. </strong>Introduzi subtítulos  no    texto para  facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p>Para outras informações sobre o mesmo tema, visitar o site do MSIa no     seguinte endereço: <a href="http://www.msia.org.br">http://www.msia.org.br</a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagem: </strong>redebrasilatual.com.br.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>A Vale, as ONGs e o interesse nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 15:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indigenismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Em concorrido evento realizado em São Paulo (SP), em 10 de maio, a Vale lançou oficialmente o seu Fundo Vale para projetos socioambientais na Amazônia. Sete ONGs que atuam fortemente na região – Imazon, Instituto Floresta Tropical, The Nature Conservancy, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru, Imaflora e Instituto Socioambiental (ISA) - participam da primeira fase do projeto, que conta com o aporte de R$ 51 milhões até 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1848" title="MSIamedio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIamedio.jpg" alt="" width="85" height="43" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/ricardofunari-com-Vale.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4287" title="ricardofunari-com-Vale" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/ricardofunari-com-Vale-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>Em concorrido evento realizado em São Paulo (SP), em 10 de maio, a Vale lançou oficialmente o seu Fundo Vale para projetos socioambientais na Amazônia. Sete ONGs que atuam fortemente na região – Imazon, Instituto Floresta Tropical, The Nature Conservancy, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru, Imaflora e Instituto Socioambiental (ISA) &#8211; participam da primeira fase do projeto, que conta com o aporte de R$ 51 milhões até 2012 (<em>Valor Econômico</em>, 11/05/2010).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A Vale do lado das ONGs</h2>
<p>Funcionando em caráter experimental desde o ano passado, o fundo já desembolsou R$ 7 milhões para tocar oito projetos em três áreas: promoção de “municípios verdes”, criação e consolidação de áreas protegidas e monitoramento da região por satélite. De acordo com a Vale, a ideia é expandir o projeto para o exterior no futuro – países da África sem <em>expertise</em> em sustentabilidade e também para os vizinhos sul-americanos detentores de uma porção da floresta amazônica. <em>«É o 3.0 da sustentabilidade. Queremos olhar mais além das nossas atividades e pensar o futuro do planeta»</em>, disse Vânia Somavilla, diretora de Meio Ambiente da Vale.</p>
<p>É forçoso cogitar-se porque a Vale está financiando ONGs que, comprovadamente, fazem campanhas abertas contra empreendimentos na Amazônia que são de interesse declarado da empresa, como a hidrelétrica de Belo Monte. O ISA, por exemplo, quando ainda se denominava Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), é um dos pioneiros na campanha contra a usina, sendo um dos principais organizadores do famoso Encontro de Altamira, em fevereiro de 1989, cujo principal objetivo era impedir a construção das hidrelétricas projetadas para o rio Xingu e afluentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A Vale não é mais brasileira, então&#8230;</h2>
<p>Além disso, uma análise mais apurada das sete ONGs parceiras do Fundo Vale revela que todas elas integram, direta ou indiretamente, o “consórcio” de ONGs articulado e financiado pelo governo dos EUA, por intermédio da Agência de Desenvolvimento Internacional (USAID), para implementar a “governança ambiental” da Amazônia. Em junho de 2005, a USAID lançou a chamada Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica (ABCI, na sigla em inglês), cujo propósito declarado era coordenar as ações de diversos grupos ambientalistas e indigenistas nacionais e estrangeiros, reunindo-os em “consórcios” e provendo-os dos recursos e instrumentos de “governança ambiental” para o controle efetivo da região. A intenção era recrutar povos indígenas, “populações tradicionais” e ONGs nacionais e estrangeiras para criar uma rede que em nada difere de um exército de ocupação pós-moderno a serviço de um esquema de “governo mundial” controlado por grupos hegemônicos do <em>establishment</em> anglo-americano.</p>
<p>A denúncia então feita pelo jornalista Lorenzo Carrasco, diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), ensejou uma oportuna intervenção do Ministério da Defesa e do Itamaraty, que determinou à USAID a suspensão momentânea do projeto. Entretanto, sabe-se que ele prossegue sob outras formas, com alguns dos seus programas tendo sido transferidos para certas ONGs do aparato ambientalista-indigenista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Projetos indigenistas</h2>
<p>Veja-se, à guisa de exemplo recente, a breve descrição do Consórcio Paisagens Indígenas Brasil, da ONG “parceira” The Nature Conservancy:</p>
<p><em>«Liderado pela The Nature Conservancy (TNC), o Consórcio Paisagens Indígenas Brasil tem como parceiros o IEB; a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB); o Conselho Indígena de Roraima (CIR); e o Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (IEPÉ). O Consórcio, apoiado pelo Programa de Meio Ambiente da Missão da USAID Brasil, tem como objetivo fortalecer organizações indígenas da Amazônia brasileira para que estas se tornem ainda mais aptas a gerir os seus próprios territórios e influenciar políticas públicas e decisões de gestão nas paisagens em que situam as terras indígenas.»</em></p>
<p>Veja-se ainda outro exemplo recente, o Projeto Cluster:</p>
<p><em>«O Projeto Forest Enterprise Cluster, apoiado pela USAID, é coordenado pelo Serviço Florestal Americano (US Forest Service) e implementado pelo IEB em parceria com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto Floresta Tropical (IFT) e Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê), tem o objetivo de atuar junto à consolidação de planos de manejo praticados por comunidades e indivíduos na Amazônia brasileira&#8230; As ações serão realizadas no Pará, onde o IEB, o Imazon e o IFT têm atuação privilegiada no campo do manejo florestal e onde os desafios parecem maiores, em razão da criação de vastas áreas de florestas de produção.»</em></p>
<p>Fica, então, a pergunta: porque a Vale estaria financiando ONGs que militam contra os interesses nacionais, além dos da própria empresa? Será que esse duvidoso <em>marketing</em> “verde” compensa?</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Movimento  de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img title="newrule" src="../wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" title="seta-preta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-preta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Observação do Editor:</strong>﻿﻿<img src="file:///C:/DOCUME%7E1/hcamargo/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/hcamargo/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /></p>
<p><strong>Não se trata de <em>marketing</em> verde. A Vale não é mais brasileira, e está, portanto, perfeitamente inserida no contexto da corporatocracia internacional que busca a governança mundial e que tem o ambientalismo e o indigenismo como uma de suas principais ferramentas para inibir o desenvolvimento socioeconômico mormente dos países do Terceiro Mundo, assim como manter sob seu controle as riquezas naturais desses países. A Vale, hoje, pertence ao <em>stablishment</em> oligárquico internacional e não mais é digna de confiança (pelo menos para nós, brasileiros), apesar de sua bandeira “nobre” de querer preservar o meio ambiente e as comunidades indígenas, como todas as ONGs metidas nesses assuntos fazem, com o intuito de disfarçar suas verdadeiras intenções e enganar os ingênuos. E a Vale ainda tem a cara-de-pau de anunciar, na TV, de que é cada vez mais “verde e emarela”!</strong></p>
<p><strong>A propósito, hoje estamos correndo riscos maiores. Se a turma fabianista do PSDB conquistar o poder (a mesma turma que vendeu a Vale para os estrangeiros a preço de bananas), assim como várias outras empresas nacionais, como a CSN etc, sua primeira próxima vítima será, certamente, a nosa Petrobrás&#8230;</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="divisor3" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/divisor3-300x15.gif" alt="" width="300" height="15" /></a><br />
</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong>Créditos:</strong> este post é matéria apresentada no boletim  eletrônico do Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, n°  4, de 14/05/2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" title="seta-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>MSIa INFORMA</strong> é uma publicação do<strong> Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa)</strong>. <strong>Conselho editorial:</strong> Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro ( RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6131" title="seta-azul-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/seta-azul-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Para saber mais sobre o tema: </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a> . Mensagens e sugestões, favor enviar para <a href="http://www.msia.org.br/">msia@msia.org.br</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Imagem:</strong> ricardofunari.com<a href="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright" title="husc-mini" src="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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