Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Associação Amazônia: a curiosa ONG do Sr. Clark

Pivô e principal denunciada pela primeira CPI das ONGs no Senado, que se encerrou em 2002, a Associação Amazônia até hoje nunca foi punida, apesar de o relatório final da comissão pedir seu indiciamento a oito órgãos públicos.

Deputado acusa ONG (Associação Amazônia) de aumentar área ocupada

Presidente da Assembléia Legislativa de Roraima diz que associação aumentou área supostamente grilada em 28 mil hectares desde o fim da CPI. O deputado Mecias de Jesus (PR), acusa a ONG Associação Amazônia de aumentar a área supostamente grilada no sul do Estado. Segundo ele, a área passou de 172 mil hectares para mais de 200 mil – cerca de 2 mil quilômetros quadrados. Ele foi uma das testemunhas ouvidas pela primeira CPI das ONGs do Senado, que, em 2002, pediu o indiciamento da Associação Amazônia por todo tipo de acusação. «Eles ocuparam aquilo ali de forma ilegal, fizeram documentos falsos e foram invadindo», disse Mecias ao Congresso em Foco.

Associação Amazônia

Esta ONG foi fundada em 1992, especificamente para criar a Reserva Ecológica Xiuaú-Xiparinã, situada na margem direita do rio Jauaperi, divisor dos Estados do Amazonas e Roraima, cuja compra foi financiada pelo duque ita­liano Roberto Paolo Imperiali da Vila Franca.

Conservation International

Esta ONG é uma dissidência da TNC – The Nature Conservancy. A CI é muito ativa na América do Sul e foi dela a idéia de criar um parque natural na região da Cordilheira do Condor, área de conflito entre Peru e Equador, que foi palco de operações militares de envergadura. A região possui comprovados [...]

Cultural Survival

Foi criada em 1972, em Cambridge, Massachussets (USA), pelo antro­pólogo britânico David Maybury Lewis, como uma filial norte-americana da Sociedade para os Povos Ameaçados (Society for Endangered Peoples), ONG vinculada à Casa Real dinamarquesa. A CS surgiu para engajar os antro­pólogos na “carta indigenista” epecificada pela oligarquia britânica um ano antes, explicitada na Declaração de [...]

ECOA – Ecologia e Ação

Fundada em 1989 por Alcides Farias, tem sede em Campo Grande (MS). Representa a Coalizão Rios Vivos no Brasil, sendo responsável pela Secretaria Executiva da Coalizão.

Ecotrópica

A Ecotrópica mantém estreitos vínculos com a ONG estadunidense The Nature Conservancy, que, em 1995, adquiriu por um milhão de dólares uma área 60 mil hectares no Pantanal Matogrossense, transferindo o seu título de propriedade para a Ecotrópica, para a criação das reservas Acurizal, Penha e Dorochê, localizadas na fronteira com a Bolívia.

ISA – Instituto Socioambiental

O ISA – Instituto Socioambiental é o sucessor do CEDI – Centro Ecumênico de Documentação e Informação, desmembrado em 1994. Atualmente, é uma das mais ativas ONGs brasileiras, destacando-se em ações envol¬vendo questões indígenas, especialmente a manipulação de tais temas para obstaculizar os projetos hidroviários em curso no país.

Antropóloga critica divisão racial do Brasil

“Dividir para conquistar”, provérbio antigo, mas que continua em pauta. Dividir a sociedade-alvo em nichos, ou em partes, para facilitar o seu controle e manuseio, baseada em parâmetros raciais tem o mesmo princípio metodológico do indigenismo e do ambientalismo, que visa a desagregação dos países e a implantação de áreas específicas para cada uma das “classes” de indivíduos, no território das nações, sob proteção internacional. De tudo isso surgem as reservas ecológicas, indígenas e as de quilombolas, por exemplo.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

Ambientalista X ecologista

Neste blog, de uma forma geral, preferi usar o termo “ambientalista” para melhor caracterizar o ecologista radical, aquele que acaba não contribuindo para a melhoria de vida das pessoas, pois age através de uma distorcida, exagerada e mal intencionada preocupação com o meio ambiente, motivada por elementos geopolíticos. Assim, prefiro reservar o termo “ecologista” para os verdadeiros e sinceros… ecologistas, que amam tanto o planeta e os bichos quanto o ser humano.

A farsa do desenvolvimento sustentável – o mundo hoje

Neste post apresentaremos considerações modernas preliminares sobre o desenvolvimento sustentável indicadas por Bjørn Lomborg em seu livro «O Ambientalista Cético». Como se verá, as idéias do malthusianismo continuam presentes – mas são falsas – pois o desenvolvimento humano continua fazendo com que mais e mais recursos estejam à disposição da Humanidade por muitos séculos à frente.

A farsa do desenvolvimento sustentável – o malthusianismo moderno

Como justificar que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente, tecnologicamente etc, com, inclusive, cortes populacionais? Todo mundo fala em “desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje em dia, mas pouca gente sabe o que é. E quem sabe, só sabe na teoria.

Os critérios do IPCC são confiáveis?

Em pleno desenvolvimento das discussões sobre o clima em Copenhague, em que o IPCC (sigla em inglês) do Painel Intergovernamental de Mudança Climática, organismo da ONU, continua ditando as regras do que acontecerá no mundo caso o homem venha a continuar usando os combustíveis fósseis, primordialmente, como fonte de energia. Já é tempo de perguntarmos se, realmente, os critérios do IPCC são válidos. Existem outros centros de pesquisas, isentos das premissas geopolíticas que caracterizam a ONU, que dizem que o problema não é tão grande quanto o IPCC apregoa. Sabendo-se que as conclusões do IPCC baseiam-se em simulações por computador daquilo que vai acontecer com o clima da Terra no futuro (até, pelo menos o ano 2100) – através dos seus famosos “modelos” e “cenários” – é bom saber como eles funcionam, isto é, como são feitos. Quais são os critérios que norteiam os cientistas, que naqueles modelos e cenários introduzem dados (baseados em quê?), suas suposições e desejos, sobre o que vai acontecer com o mundo daqui para a frente? Isso é necessário conhecer para podermos encarar o IPCC de uma forma, de fato, respeitosa como entidade que se baseia, realmente, em afirmações científicas cristalizadas, ou não.

Basta de ecoditadura

A Amazônia é um dos mais cobiçados pedaços do planeta e a proliferação de reservas indígenas e reservas ecológicas está fazendo com que nossas riquezas acabem nas mãos de estrangeiros, através das ONGs que administram tais reservas. Mas o problema não fica só na Amazônia. Por todo o Brasil alastram-se áreas preservadas, reservas indígenas e reservas ecológicas com o mesmo fim, com a colaboração do próprio governo brasileiro, que é quem acaba criando essas reservas com o intuito de preservar os nichos ecológicos e para a manutenção das “culturas” indígenas. O ambientalismo dita as normas de cada licença ambiental que quase nunca são concedidas para qualquer tipo de investimento que possa beneficiar, de alguma forma, o Brasil, em qualquer lugar – e isso precisa ser combatido.

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