MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela CPT – Comissão Pastoral da Terra. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 1970, graças ao apoio que recebeu do CMI – Conselho Mundial de Igrejas, a Comissão de Justiça e Paz, agora controlada pelo ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT – Comissão Pastoral da Terra se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga.

Flashes sobre a escravidão no Brasil

Príncipes africanos cinham estudar no Brasil. No auge de seu poder, o rei africano Kosoko, de Lagos, hoje capital da Nigéria, resolveu dar um presente para três de seus filhos. Mandou-os para uma espécie de intercâmbio estudantil do outro lado do Atlântico, provavelmente de carona num navio negreiro cheio de escravos vendidos pelo pai deles.

A Vale, as ONGs e o interesse nacional

Em concorrido evento realizado em São Paulo (SP), em 10 de maio, a Vale lançou oficialmente o seu Fundo Vale para projetos socioambientais na Amazônia. Sete ONGs que atuam fortemente na região – Imazon, Instituto Floresta Tropical, The Nature Conservancy, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru, Imaflora e Instituto Socioambiental (ISA) – participam da primeira fase do projeto, que conta com o aporte de R$ 51 milhões até 2012.

A implementação do indigenismo no Brasil

A manipulação das comunidades indígenas para apoiar a penetração de suas empresas na América do Sul tem sido uma prática do establishment oligárquico, pelo menos desde a Segunda Guerra Mundial. Nas últimas décadas, entretanto, a oligarquia ampliou, consideravelmente, o seu leque de ações neste campo, lançando as bases ideológicas para promover a autodeterminação e a posterior independência dos povos indígenas, fomentando uma espécie de “nacionalismo étnico”, em oposição ao Estado Nacional soberano. A instituição pioneira nestes esforços foi o CMI – Conselho Mundial de Igrejas.

Desabafo de um doutorando: Amazônia invadida por estrangeiros

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Deputado acusa ONG (Associação Amazônia) de aumentar área ocupada

Presidente da Assembléia Legislativa de Roraima diz que associação aumentou área supostamente grilada em 28 mil hectares desde o fim da CPI. O deputado Mecias de Jesus (PR), acusa a ONG Associação Amazônia de aumentar a área supostamente grilada no sul do Estado. Segundo ele, a área passou de 172 mil hectares para mais de 200 mil – cerca de 2 mil quilômetros quadrados. Ele foi uma das testemunhas ouvidas pela primeira CPI das ONGs do Senado, que, em 2002, pediu o indiciamento da Associação Amazônia por todo tipo de acusação. «Eles ocuparam aquilo ali de forma ilegal, fizeram documentos falsos e foram invadindo», disse Mecias ao Congresso em Foco.

Reserva Raposa-Serra do Sol, após um ano: o arrependimento

Este post apresenta o quadro de caos instalado na reserva indígena Raposa-Serra do Sol, em Roraima, a qual provocou uma grande polêmica quando da sua demarcação e implantação. Eliminada a civilização daquela região, os índios, praticamente, entregues à própria sorte – e à boa e dadivosa “Mãe Natureza”… (pois não era isso o que eles queriam?) – estão passando grandes necessidades, pois as fazendas produtivas da área, desativadas, deixaram centenas e centenas de “nativos” desempregados. E agora? Cadê os indigenistas e suas ONGs? Por que eles não socorrem os índios?

CCPY – Comissão para a Criação do Parque Ianomâmi

A CCPY foi fundada em 1978, sob os auspícios da Survival Internacional, para “nacionalizar” a campanha para a criação da Reserva Indígena Ianomâmi – após a expulsão de seus representantes no Brasil, em 1976.

CEBRAC – Centro Brasileiro de Referência e Apoio Cultural

O CEBRAC foi fundado em Brasília, em 1986, por Maurício Galinkin, um dos mais antigos articuladores da campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná. O CEBRAC possui vínculos com a ONG holandesa Both Ends, mantida pelo Governo e pela filial holandesa do WWF – World Wide Fund For Nature. Em 1994, o CEBRAC foi comissionado pelo WWF para engrossar a campanha contra a hidrovia.

CMI – Conselho Mundial de Igrejas

Atualmente sediado na Suíça, o CMI foi fundado em 1937, em um seminário realizado na Universidade de Oxford, Inglaterra, do qual participaram representantes da nata do establishment anglo-americano. Um deles foi Lorde Lothian, que deu o tom da entidade ao palestrar sobre a «influência demoníaca da soberania nacional».

Conservation International

Esta ONG é uma dissidência da TNC – The Nature Conservancy. A CI é muito ativa na América do Sul e foi dela a idéia de criar um parque natural na região da Cordilheira do Condor, área de conflito entre Peru e Equador, que foi palco de operações militares de envergadura. A região possui comprovados [...]

Cultural Survival

Foi criada em 1972, em Cambridge, Massachussets (USA), pelo antro­pólogo britânico David Maybury Lewis, como uma filial norte-americana da Sociedade para os Povos Ameaçados (Society for Endangered Peoples), ONG vinculada à Casa Real dinamarquesa. A CS surgiu para engajar os antro­pólogos na “carta indigenista” epecificada pela oligarquia britânica um ano antes, explicitada na Declaração de [...]

ECOA – Ecologia e Ação

Fundada em 1989 por Alcides Farias, tem sede em Campo Grande (MS). Representa a Coalizão Rios Vivos no Brasil, sendo responsável pela Secretaria Executiva da Coalizão.

IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia

Ver, neste blog, o post referente ao Woods Hole Research Center, que será publicado brevemente, e que fala sobre o IPAM. Nesse ínterim, outras informações poderão ser acrescentadas no presente post.

ISA – Instituto Socioambiental

O ISA – Instituto Socioambiental é o sucessor do CEDI – Centro Ecumênico de Documentação e Informação, desmembrado em 1994. Atualmente, é uma das mais ativas ONGs brasileiras, destacando-se em ações envol¬vendo questões indígenas, especialmente a manipulação de tais temas para obstaculizar os projetos hidroviários em curso no país.

Antropóloga critica divisão racial do Brasil

“Dividir para conquistar”, provérbio antigo, mas que continua em pauta. Dividir a sociedade-alvo em nichos, ou em partes, para facilitar o seu controle e manuseio, baseada em parâmetros raciais tem o mesmo princípio metodológico do indigenismo e do ambientalismo, que visa a desagregação dos países e a implantação de áreas específicas para cada uma das “classes” de indivíduos, no território das nações, sob proteção internacional. De tudo isso surgem as reservas ecológicas, indígenas e as de quilombolas, por exemplo.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

Indigenismo – o mito da reserva indígena

O que é uma “reserva indígena”? É uma área de terreno, normalmente de enormíssimas proporções (a Ianomâmi é, praticamente, do tamanho de Portugal), situada em sítios pertencentes ao Poder Público – mas muitas vezes não – ocupada por populações indígenas nativas, que ali vivem (ou que presume-se que vivam), e que, de seus recursos naturais, subsistem. Tais áreas, através de mecanismos administrativos oficiais e, presumidamente, legais, são selecionadas, preservadas, demarcadas, e passam a “pertencer” àquelas “nações” de índios que ali existiam (e que ainda, eventualmente, existem), não sendo permitido que o restante da população da região as invada e/ou utilize essas áreas, sob nenhum pretexto, sendo os infratores sujeitos aos rigores da lei.

MST X Brasil – a batalha do Pará

Nossa Amazônia é cobiçada há décadas. Como uma invasão militar por parte de outros países parece estar fora de cogitação, pelo menos no momento, uma das formas de conquista de seu território é a criação de reservas indígenas – quando imensas áreas são bloqueadas, não só ao desenvolvimento, como ao acesso às suas riquezas naturais. E estas reservas indígenas são, normalmente, controladas por ONGs de origens estrangeiras.

Falcatruas de ONGs indigenistas em Roraima

A criação da reserva indígena Raposa-Serra do Sol, em Roraima, foi resultado dos esforços conjuntos de inúmeras ONGs ambientalistas-indigenistas de origem estrangeira, em conluio com outras ONGs brasileiras e a CNBB. Aquela reserva, um pouco menor do que a reserva indígena Ianomâmi, que fica praticamente ao seu lado, foi demarcada e oficializada com muito pouco apoio da população, mesmo dos índios, e contra o Estado de Roraima.